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VOCÊ CAIU ?

Há vários personagens da Bíblia que mostraram a nossa tendência carnal de


“vacilarmos” na vida e entristecermos ao nosso Senhor Jesus. Moisés, quando
matou o Egípcio; os dez espias quando revelaram o seu medo na conquista da
terra prometida, o seu fracasso no tempo; Davi, que deixou de ir para a guerra e
perdeu a batalha do coração, adulterando; Jeremias que não sabia falar; Pedro
que negou o Senhor Jesus três vezes e cortou a orelha de um homem.
Realmente somos pecadores em gênero, número e grau. Pecadores de
carteirinha.
Mas a nossa PECAMINOSIDADE encontra a impecabilidade de Cristo Jesus, o
Verbo que se fez carne e habitou entre nós (João 1.14). Que foi crucificado,
morreu e ressuscitou por nós. Aquele que prometeu estar conosco todos os
dias até a consumação dos séculos (Mt 28.20). Que disse para Paulo e a nós,
a minha graça basta, é suficiente. A nossa vulnerabilidade encontra em Cristo
Jesus o poder para vencer as tentações. Vencer as aflições (João 16.33). A
nossa tendência ao erro encontra a verdade que é Cristo Jesus. A nossa
propensão para a mentira encontra Jesus como a verdade (João 14.6). A nossa
inclinação para a tristeza profunda encontra a alegria em Cristo Jesus. A nossa
insegurança encontra a segurança absoluta no Salvador nosso (At 4.12).
Tenhamos consciência de nossa vulnerabilidade, fraqueza, tendência ao erro,
ao fracasso. Contudo, não nos esqueçamos da presença de Jesus conosco,
presença que basta, fortalece, encoraja e motiva a caminhada do discipulado, a
trilha da fé salvadora. Ele é o Autor e Consumador de nossa fé (Hb 12.2).
Não justifiquemos nossa vulnerabilidade (somos especialistas nisto),
mas confiemos na justificação que vem do Pai por meio do Filho, no Seu
sangue, para nos perdoar de todo o pecado e toda a injustiça, quando o
confessamos de coração (1 João 1.9).
Devemos, em Cristo Jesus, vencer nossos fracassos, limitações, medos,
ressentimentos, amarguras. Ele disse: “Eu venci o mundo” (João 16.33). Nele
somos mais que vencedores (Rm 8.37).
Que oremos como Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e
renova dentro de mim um espírito reto, inabalável” (Sl 51.10).