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A importância da nutrição mineral para a saúde e a prevenção de doenças

Por Dr.Marcio Bontempo

"Podemos ligar todas as doenças e todas as disfunções do organismo a uma deficiência


mineral.”
Dr.Linus Pauling

Podemos dizer que os minerais são os elementos mais importantes para o organismo, pois
estão na base e na estrutura dos macronutrientes, como proteínas, gorduras, carboidratos e
vitaminas que, sem eles não teriam função alguma.

Pensamos muito em reposição de nutrientes, como proteínas, aminoácidos, vitaminas, mas


não prestamos a devida atenção aos minerais, a não ser o ferro e o cálcio em situações
especiais, como nas anemias e na osteoporose.

Embora os minerais representem uma pequena parte do peso do corpo humano, são
imprescindíveis para todas as reações químicas, com ênfase no processo de geração de
energia a partir dos carboidratos, gorduras e proteínas, participando ativamente no
crescimento, na manutenção da homeostase e na regulação de todos os processos orgânicos,
atuando no âmago de todas as funções celulares.

Dos cerca de 95 elementos químicos presentes na Tabela Periódica, há cerca de 50 nos


tecidos e fluídos do organismo humano. Quatro desses elementos - carbono, oxigênio,
hidrogênio e nitrogênio – representam por volta de 95% do peso total do corpo humano; o
restante é constituído de minerais essenciais (4%), não essenciais (1%) e tóxicos, segundo a
seguinte descrição:

Elementos constituintes – Carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.


Macroelementos essenciais – Cálcio, fósforo, potássio, enxofre, sódio, cloro, magnésio,
silício.
Microminerais ou oligoelementos – Ferro, zinco, cobre, manganês, iodo, molibidênio,
cromo, selênio e cobalto.
Microminerais, ou oligoelementos possivelmente essenciais - Estrôncio, rubídio,
vanádio, estanho, níquel, lítio, boro, germânio.
Minerais tóxicos – Alumínio, arsênico, bário, cádmio, chumbo, mercúrio e níquel.

A carência mineral e as doenças modernas

Para uma boa saúde e boa condição orgânica, é necessário que tenhamos todos os
minerais e microminerais à disposição das nossas células, mas não é isso que acontece nos
dias modernos, pois estamos submetidos ao que se denomina “anemia mineral”, que por
sua vez determina uma vasta gama de enfermidades. Duas são as causas desse problema: a
alimentação deficiente em minerais (e microminerais) e o estresse, que consome nossas
reservas desses nutrientes.

Causas do desequilíbrio mineral


Alimentação pobre em minerais

O desenvolvimento da agricultura intensiva,vastas monoculturas e o emprego sistemático


de fertilizantes químicos e agrotóxicos, diminuíram a biodisponibilidade de muitos
minerais devido á lixiviação, empobrecimento do solo e a quelatação dos metais. O
resultado é que embora os minerais, tanto macro quanto microminerais estejam presentes
nos alimentos, estão em quantidade menor do que deveriam e a sua biodisponibilidade e
capacidade de atividade biológica é inferior. Também a industrialização dos alimentos - que
já vêm empobrecidos das áreas de produção – acrescenta a eles muitos aditivos químicos
(corantes, aromatizantes, conservantes, acidulantes, estabilizantes, etc.) que são moléculas
com capacidade queladora, ou seqüestradora de minerais, reduzindo o aporte orgânico,
principalmente dos microminerais.

Dietas de restrição calórica

É muito comum a adoção de dietas de baixo teor calórico para a redução ou controle de
peso, no entanto, sabe-se que abaixo de 2500 calorias/dia, os aportes de micronutrientes vão
se tornando insuficientes, em torno de 80% do ideal.
Dietas restritivas para controle de peso e para outras finalidades, vão provocando
gradativamente uma carência micromineral, com resultados imprevisíveis a médio e longo
prazo.

O papel do estresse na carência mineral

A vida atual, com sua agitação e desgaste, exige uma adaptação do organismo fora dos
padrões relacionados às leis naturais. Para cumprir as exigências da vida moderna, uma
quantidade anormal de neurotransmissores, hormônios e energia têm de ser produzidos de
modo a manter a “máquina” humana funcionando. Ocorre que toda essa produção
descomunal precisa de minerais e microminerais. Desse modo, mesmo que os alimentos
fornecessem todos os minerais necessários, ainda assim, o estresse os consumiria. Como
vimos acima, os alimentos estão empobrecidos, o que cria uma situação extremamente
perigosa diante do estresse, estabelecendo uma carência crônica, que é a causa da maior
parte das doenças degenerativas atuais. Muitas doenças novas, como a Síndrome da Fadiga
Crônica, o envelhecimento precoce acelerado, a depressão, as deficiências imunológicas, o
câncer e muitas outras, são resultantes da carência mineral a qual o ser humano moderno
está exposto.

Doenças e problemas atribuídos à carência mineral múltipla

É cientificamente provado que a carência mineral crônica gera doenças, mas é


impressionante a quantidade de males relacionados ao problema, segundo os dados oficiais
mais recentes, apontados pela medicina:
Praticamente todas as pessoas estão expostas à carência mineral, mas existem grupos
mais expostos:

Grupos de riscos mais expostos à carência mineral:

1. Desportistas
2. Idosos
3. Gestantes
4. Obesos
5. Vegetarianos que não consomem alimentos integrais.
6. Crianças

O que podemos fazer

Infelizmente, mesmo que consumamos alimentos orgânicos e integrais, não podemos ter
certeza de que estamos assimilando minerais de modo adequado, principalmente se estamos
expostos ao estresse, ou pertencemos aos grupos de risco (atletas, idosos, etc.). Assim, é
fundamental a suplementação mineral. Porém, também temos alguns problemas que devem
ser contornados nesta questão:

Primeiramente, temos minerais e vitaminas em suplementos nas farmácias, mas


geralmente são apresentados na forma molecular complexa, isto é, os minerais, que além de
inorgânicos, são combinados e não estão na sua forma simples. Por exemplo, não
encontramos no comércio comum o cálcio, o magnésio ou o zinco na sua forma atômica ou
ionizada, mas os mesmos elementos combinados, tais como carbonato de cálcio, cloreto de
magnésio, óxido de zinco....
Certamente que podemos obter deles alguns elementos, mas como acabam ionizados no
organismo, se recombinam, gerando outros compostos, o que reduz a sua
biodisponibilidade e assimilação pelas células. Sua assimilação os tecidos é calculada entre
3 a 12 % apenas.
Em segundo lugar, temos como opção as fórmulas ortomoleculares muito eficazes, que
podem ser elaboradas com minerais quelados (aminoácido-quelados por exemplo), cuja
assimilação está calculada entre 40 e 60%, porém há dois problemas também aqui: um é a
necessidade de uma consulta médica especializada e outro é o custo elevado dessas
fórmulas. Para se ter uma idéia, um composto ortomolecular com cerca de 25 minerais e
microminerais básicos quelados, custa entre R$ 400,00 e R$ 700,00; além disso é grande a
quantidade de cápsulas, aproximadamente 16 por dia para suprir as necessidades orgânicas;
some-se que esses compostos geralmente produzem enjôo e mal estar. Tudo piora se
entendermos que precisamos de cerca de 50 minerais básicos por dia. Também é importante
considerar que a reposição mineral deve obedecer a proporções adequadas, conforme
veremos a seguir.

A importância da proporção biológica adequada no espectro mineral

Certamente que diante de uma deficiência específica de um mineral, devemos recorrer a


fórmulas – que é um procedimento médico - , mas é bom saber que quando utilizamos um
ou mais minerais isoladamente, ocorrem desbalanceamentos. Há um espectro mineral
próprio, em que as proporções dos mesmos presentes num substrato devem ser respeitadas,
caso contrário, o excesso de um elemento pode provocar a redução de outros, devido à
competição dos receptores. Por exemplo, se ingerirmos muito ferro, reduzimos o zinco no
organismo; já muito zinco reduz o cobre; muito cálcio reduz o magnésio e muito fósforo
depleta o cálcio e assim por diante.

A opção:

Substratos que contenham uma grande quantidade de minerais e microminerais,


mas em amplo espectro, organizados naturalmente por um ser vivo elementar.

Com a evolução dos conceitos da medicina biomolecular, aperfeiçoamos cada vez mais
os métodos e hoje está bem definido o recurso suplementar capaz de fornecer a maioria dos
minerais necessários ao organismo, dentro de um espectro mineral harmônico: os
biominerais orgânicos marinhos.

Biominerais orgânicos marinhos

A água do mar contém todos os componentes nas proporções adequadas para manter a
vida, com cerca de 90 elementos, principalmente os microminerais essenciais. Existe
numerosos produtos suplementares hoje disponíveis, preparados com á água do mar, porém
não são completos, havendo maior concentração de um ou outro elemento, como por
exemplo o magnésio. Porém, organismos marinhos como certas algas apresentam uma
grande quantidade de minerais, espectralmente adequados. Descobriu-se há cerca de duas
décadas que a alga marinha Lithothamnium, apresenta uma grande quantidade de
biominerais orgânicos, que permite uma assimilação de cerca de 98% dos seus minerais,
conforme a seguinte tabela nutricional:
Complexo de minerais e microminerais marinhos da alga lithothamnium

E mais elementos traço: Estrôncio, Germânio, Antimônio, Bromo, Tungstênio, Titânio,


Vanádio, Estanho, Iodo, Flúor. Por ser um produto 100% natural podem ocorrer
pequenas variações sazonais.

A importância do complexo de minerais marinhos

O organismo humano (e animal) tem maior afinidade por minerais de origem orgânica e
de amplo e equilibrado espectro de minerais, com os seguintes benefícios complementares:

1. Elementos acoplam-se com proteínas, quelando-se naturalmente.


2. Elementos não se depositam ou se acumulam.
3. Equilíbrio entre macro e micro nutrientes.
4. Maior biocompatibilidade.
5. Maior biodisponibilidade.
6. Maior retenção pela célula.
7. Melhor retenção e bioatividade devido à biocompatibilidade, não provocam resposta
alérgica
8. Não reagem com outros componentes no trato intestinal.
9. Sem toxidade
10. Sinergismo entre macro e micro minerais.
11. Baixo custo relativo (maior custo benefício).
12. Facilidade de aquisição.