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IV SIMPÓSIO DE MINERAIS INDUSTRIAIS DO NORDESTE

10 a 13 abril de 2016, João Pessoa - PB

PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS DE MINERAIS INDUSTRIAIS NO ESTADO DA


PARAÍBA: UMA REVISÃO

Lucas A. de Medeiros1, José A. Ribeiro Albuquerque1, Luis E. Morais Chaves1, Lauro C. Montefalco de Lira
Santos2, Alexandre José B. de Macêdo2
¹ Graduando em Engenharia de Minas, Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, UAMG
2
Professor, Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, UAMG
lucasaguiar_@live.com

RESUMO

O Estado da Paraíba possui amplo potencial mineral, contribuindo significativamente para a


produção nacional, principalmente no que concerne aos minerais industriais. Dentre estes,
destacam-se os minerais não metálicos que se concentram em grande parte na região do Seridó
deste Estado e do Rio Grande do Norte, os quais são conhecidos e explotados desde a II Guerra
Mundial. O presente trabalho tem por objetivo apresentar uma revisão sobre algumas das principais
ocorrências de minerais com aplicabilidade industrial do referido Estado. Com base nesta pesquisa,
sugere-se a divisão dos principais bens minerais produzidos atualmente no estado em 6 grandes
grupos: i) Arenitos e areais para extração de areia e argila; ii) rochas vulcânicas, subvulcânicas e
argilitos para extração de vermiculita e diversos argilominerais, com destaque para a bentonita; iii)
rochas ornamentais e de revestimento, com destaque para o granito Sucuru para o primeiro grupo
e o quartizito para fins de revestimento; iv) brita e calcário para construção civil e indústria cimento;
v) variadas ocorrência de minerais de pegmatitos, os quais incluem quartzo, feldspato, micas,ect.;
além de vi) outras ocorrências de minerais industriais, que não se encaixam nos grupos anteriores,
mas que possuem certa relevância, como a fosforita, apatita e o filito. Os bens minerais citados,
fornecem matéria prima para diversos segmentos da indústria, tais como: construção civil, setor
ceramista, indústria química, agricultura, indústrias ótica e eletrônica. Os maiores exemplos de
produção em larga escala para a indústria atualmente no estado, correspondem a bentonita de Boa
Vista e o calcário calcítico do litoral paraibano, os quais são comercializados para boa parte do
território nacional. O levantamento dos dados referentes a essas ocorrências minerais no estado
evidencia seu potencial para do desenvolvimento de empreendimentos mineiros em larga escala,
além de representar um material-guia para o desenvolvimento de pesquisas de cunho acadêmico.
IV SIMPÓSIO DE MINERAIS INDUSTRIAIS DO NORDESTE
10 a 13 abril de 2016, João Pessoa - PB

PALAVRAS-CHAVE: Minerais industriais, Ocorrências, Paraíba.

ABSTRACT

The Paraiba state has a large mineral potential for industrial minerals. Among these, we highlight
the non-metallic minerals that are concentrated largely in the Seridó region, which are known and
exploited since World War II. This study aims to present a review about the main occurrences of
minerals with industrial applicability of that State. Based on this research, it is suggested the division
of the main mineral commodities currently produced in the state in six groups: i) sandstones and
sand for sand and clay extraction; ii) volcanic rocks, sub volcanic rocks and argillites to vermiculite,
beyond several clay minerals, especially bentonite; iii) natural and covering stones, especially Sucuru
granite for the first group and quartzite for coating purposes; iv) gravel and limestone for
construction and cement industry; v) variable occurrences of pegmatite minerals, which include
quartz, feldspar and micas; and vi) other occurrences of industrial minerals which do not fit into the
above groups, but are relevant as phosphate, apatite and phyllite. The cited minerals, provide raw
material for a variety of industries, such as: construction, ceramist industry, chemical industry,
agriculture, optical and electronics industries. The greatest examples of large-scale production for
the industry currently in the State correspond to bentonite from Municipality of Boa Vista and the
limestone from the coast of Paraíba. The collection of data related to these mineral occurrences in
the State shows its potential for the development of large-scale mining projects, and, in addition,
represents a material guide for the development of academic research.

KEYWORDS: Industrial minerals, Occurrences, Paraíba.

1. INTRODUÇÃO

O Estado da Paraíba se caracteriza com um bom potencial mineral, principalmente, no que se


refere a minerais industriais, responsáveis por abastecer de matérias primas indústrias como a de
construção civil, cerâmica, cimenteira, entre outras. O termo mineral industrial refere-se a rochas e
minerais, normalmente não-metálicos, que por suas propriedades físicas ou químicas, podem ser
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utilizados em processos industriais diretamente após sua extração ou após algum tratamento
(CIMINELLI, 2003).
Com base em dados do Anuário Mineral Brasileiro mais recente (2010) e disponível, o Estado
da Paraíba possui importantes reservas de minerais industriais (Tabela 1).
Tabela 1. Reservas de minerais industriais na Paraíba (ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO - DNPM, 2010).
RESERVAS (t)
SUBSTÂNCIA
Medida Indicada Inferida Lavrável
Areia n.d. n.d. n.d. n.d.
Areia Industrial 6.594.380 15.000 25.000 5.809.348
Argilas Comuns 16.699.540 25.093.581 8.000.000 3.818.249
Argilas Plásticas 10.429.417 769.250 - 7.481.812
Argilas Refratárias 12.023.411 25.515 - 1.434.323
Bentonita e Argilas Descorantes 12.937.662 1.884.005 116.679 7.400.831
Calcário (Rochas) 1.419.447.114 528.130.405 989.238.827 860.264.222
Caulim 217.734 216.264 64.673 111.490
Cianita e outros Minerais Refratários 145.036 - - 145.036
Dolomito 16.664.832 18.314.500 - 16.664.832
Feldspato 32.889.286 444.445 52.312 2.610.855
Filito 171.307.497 - - -
Fosfato 1.156.764 1.160.457 - -
Leucita e Nefelina-Sienito 159.502.847 - - 111.651.992
Mica 59.962 - - 12.138
Quartizito Ornamental 3.349.970 - - -
Quartzo 2.193.621 522.387 22.387 289.986
Rochas (Britadas) e Cascalho n.d. n.d. n.d. n.d.
Rochas Ornamentais - Outras 17.258.085 - - -
Rochas Ornamentais (Granitos e afins) 464.860.263 74.291.023 34.863.422 90.476.833
Talco 3.898.800 - - -
Vermiculita e Perlita 1.982.018 596.233 115.352 2.572.251

O principal objetivo deste trabalho é o levantamento dos dados consolidados referentes a


essas ocorrências minerais no Estado, o que evidencia seu potencial para do desenvolvimento de
empreendimentos mineiros em larga escala, além de configurar como um material-guia para o
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desenvolvimento de pesquisas de cunho acadêmico. Sugere-se, adicionalmente, a divisão dessas


ocorrências em seis grandes grupos, os quais serão abordados ao longo do trabalho.

2. ARENITOS E AREAIS PARA EXTRAÇÃO DE AREIA E ARGILA

As ocorrências de argilas estão distribuídas por vários polos ao longo da Paraíba. No distrito
mineiro de Mataraca, por exemplo, é constituído por depósitos situados na Província Costeira,
conexos ao Grupo Barreiras, de idade Tércio-Quarternária. Seguindo em direção ao Sul, ainda na
faixa litorânea do Estado, também é possível encontrar ocorrências de argilas no distrito mineiro
João Pessoa-Olinda, estando também associados ao Grupo Barreiras e a aluviões (DANTAS, 2002).
Outro polo de destaque refere-se às ocorrências existentes na região do Planalto da
Borborema. Geologicamente, correspondem às coberturas recentes de aluviões assentados nos
domínios das Formações Seridó e Complexo Presidente Juscelino. Tais depósitos se apresentam, de
maneira geral, em forma circular ou oval, concentrando-se nos locais mais baixos do relevo com
extensão superficial limitada a diâmetro máximo da ordem de centenas de metros e espessura
média de 3 metros (BEZERRA e CARVALHO, 1997).
Os depósitos de areia podem também ser encontrados na faixa do litoral paraibano. Ao norte,
na região de Mataraca, as areias brancas, com uma espessura média de três metros, são constituídas
por 3 níveis, dos quais os níveis superior e inferior são friáveis e arenosos e encontram-se separados
por um nível areno-argiloso mais compacto, localmente conglomerático e de coloração creme. Este
material é amplamente aproveitado como subproduto de minerais pesados explotados na região
(DANTAS, 2002).
Levando em consideração a região litorânea Sul, a produção de areia é voltada para o
abastecimento do polo cimenteiro na região, com destaque para os municípios de Santa Rita,
Alhandra, Pitimbu, Pedras de Fogo e Caaporã. Geologicamente, essa área está no Domínio dos
sedimentos cenozóicos, relacionados a Tabuleiros, com tais ocorrências associadas ao Grupo
Barreiras. Além dessa região, há ainda depósitos associados aos aluviões dos principais rios que
compõem a hidrografia do Estado, como o Rio Paraíba e o Rio Piranhas (DANTAS, 2002). A Figura 1
ilustra a distribuição dos processos mineiros relacionados a areia e argila no Estado da Paraíba,
baseado nos dados do Cadastro Mineiro - DNPM.
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Figura 1. Mapa dos processos mineiros de areia e argila na Paraíba.

3. ROCHAS VULCÂNICAS, SUBVULCÂNICAS E ARGILITOS PARA EXTRAÇÃO DE


VERMICULITA E ARGILOMINERAIS

Na Paraíba, as principais ocorrências de argilas bentoníticas, representativas de cerca de 55%


das reservas brasileiras (configurando o Estado como a principal reserva do país), situam-se nos
municípios de Boa Vista e Cubati, preenchendo páleo-depressões do embasamento pré-cambriano.
Geologicamente, estão associadas à Cobertura Vulcano-Sedimentar de Boa Vista de idade terciária,
composta de derrames basálticos e um pacote sedimentar, com espessura máxima de 30 metros
(SANTOS, FERREIRA e SILVA JR, 2002).
A vermiculita em solo paraibano ocorre no município de Santa Luzia, onde o minério se dispõe
em bolsões concordantes, associados a pegmatitos que estão encaixados em biotititos e rochas
ultramáficas da Formação Serra dos Quintos. Os bolsões apresentam espessuras variáveis, atingindo
até 5m ao longo de uma extensão de aproximadamente 100m (SANTOS, FERREIRA e SILVA JR, 2002).
De acordo com Ugarte e Monte (2004), as vermiculitas de Santa Luzia (PB) se compõem de camadas
mistas interestratificadas com outras fases mineralógicas como: talco, hidrobiotita, biotita e
flogopita. A Paraíba representa o segundo maior estado produtor deste bem mineral, responsável
por 7,8% da produção nacional em 2013 (SUMÁRIO MINERAL, 2014). A Figura 2 evidencia os
processos mineiros envolvendo a bentonita e a vermiculita no Estado.
.
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Figura 2. Mapa dos processos mineiros de bentonita e vermiculita na Paraíba.

4. ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO

Os municípios de Junco do Seridó e Várzea se destacam pelas ocorrências de quartizitos e


conglomerados associados a Formação Equador, onde o primeiro possui como fim o seu uso como
pedra de revestimento e último para fins ornamentais (BEZERRA e CARVALHO, 1997).
Também situado nessa mesma região da Borborema, inseridos no embasamento da Faixa de
Dobramento do Seridó ou cortando as unidades litológicas da Formação Seridó, em forma de
maciços arredondados ou ovalados, ocorrem depósitos de granitos, granodioritos, dioritos, gnaisses
e migmatitos, que de acordo com sua textura e estrutura são direcionados para serem utilizadas
como rochas ornamentais ou então como material para construção civil (DANTAS, 2002)
Outro polo produtor de rochas ornamentais na Paraíba corresponde ao distrito mineiro de
Sumé, onde encontram-se migmatitos, gnaisses, granitos e rochas afins que ocorrem,
principalmente, no Complexo Gnáissico-Migmatítico (DANTAS, 2002).
Um dos grandes destaques do setor de rochas ornamentais do estado paraibano é o granito
Sucuru, que possui rara ocorrência de quartzo de coloração azulada, ocorrendo nas adjacências doo
município de Serra Branca, com reservas medidas ultrapassando 100.000 m³. Do ponto de vista
geológico, essa rocha ornamental trata-se de diques de dacitos porfiritícos azulados, cuja a rocha
encaixante é um biotita gnaisse (MENDES, 2002). A Figura 3 explicita a distribuição dos processos
mineiros que envolvem rochas ornamentais na Paraíba, de acordo com o DNPM (2016).
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Figura 3. Mapa dos processos mineiros de rochas ornamentais e de revestimento na Paraíba.

5. BRITA E CALCÁRIO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL E INDÚSTRIA CIMENTEIRA

A produção de brita na Paraíba fica a cargo de várias pedreiras que estão localizadas
principalmente na região entre João Pessoa e Campina Grande, onde há uma maior demanda por
esse material. A rocha é explotada in natura, sendo materiais provenientes, principalmente, de
ortognaisses e migmatitos (SANTOS, FERREIRA e SILVA JR, 2002).
Os calcários da Formação Gramame, compõem a Sequência Carbonata Superior da Bacia
Costeira Pernambuco-Paraíba, onde ocorrem, quase sempre, associados aos depósitos de fosfato,
e são destinados, principalmente, à indústria cimenteira, com relevância para os municípios de
Alhandra, Caaporã e Conde (DANTAS, 2002; SANTOS, FERREIRA e SILVA JR, 2002).
Nas regiões dos distritos mineiros de Boa Vista (PB)-Gravatá (PE) e de Serra Talhada-Patos-
Sumé, encontram-se depósitos de mármore, que ocorrem intercalados com gnaisses e migmatitos,
(DANTAS, 2002; SANTOS, FERREIRA e SILVA JR, 2002). A Figura 4 ilustra os processos mineiros
envolvendo a brita e o calcário na PB.
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Figura 4. Mapa dos processos mineiros de brita e calcário na Paraíba.

6. MINERAIS INDUSTRIAIS DE PEGMATITOS

As ocorrências de minerais industriais associadas aos pegmatitos na Paraíba, como o


feldspato, quartzo, mica e caulim, se concentram na Província Pegmatítica da Borborema, localizada
no Seridó do Estado. Do ponto de vista geológico, essa região de interesse encontra-se na Faixa de
Dobramento Seridó, onde o embasamento gnáissico-migmatítico é recoberto pela sequência meta-
vulcano-sedimentar representativa do Grupo Seridó (DANTAS, 2002).
As principais ocorrências de minerais industriais se dão nos pegmatitos heterogêneos, que
encontram-se, normalmente, associados a xistos e gnaisses da Formação Seridó e a quartzitos da
Formação Equador. Assim sendo, nos pegmatitos heterogêneos, de forma geral, o quartzo se situa
na zona central, os feldspatos na porção intermediário e a mica nas bordas, além do caulim, que
ocorre na zona correspondente ao feldspato, sendo esse um produto de alteração do último
(BEZERRA e CARVALHO, 1997). Além desses principais citados, outros minerais industriais, como
berilo e espodumênio, ocorrem mineralizados nos pegmatitos da região.
As principais ocorrências e explorações referentes a feldspatos e quartzo na Paraíba
correspondem aos municípios de Nova Palmeira, Frei Martinho e Pedra Lavrada. Já o município de
Junco do Seridó se sobressai com relação ao caulim beneficiado. Outros municípios da região, como
Juazeirinho e Pedra Lavrada, também contam com ocorrências de caulim, mas com menor destaque
em comparação a Junco do Seridó (BEZERRA, 2009; SANTOS, FERREIRA e SILVA JR, 2002). As reservas
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de mica se concentram, principalmente, nos municípios de Nova Palmeira, Pedra Lavrada e Picuí
(SUMÁRIO MINERAL, 2014).

Figura 5. Mapa dos processos mineiros dos minerais industriais de pegmatitos e calcário na Paraíba.

7. OUTRAS OCORRÊNCIAS DE MINERAIS INDUSTRIAIS

A Paraíba conta ainda com depósitos de fosforita na faixa litorânea do Estado, na Bacia
Sedimentar Costeira Pernambuco-Paraíba. Tais depósitos de fosfato, únicos no Brasil de origem
sedimentar que podem ser explotados economicamente, ocorrem na interface dos arenitos da
Formação Beberibe com os calcários da Formação Gramame. Estes formam uma camada contínua
que se prolonga por cerca de 150 km, ao longo de toda a faixa costeira situada entre João Pessoa
(PB) e Recife (PE), com espessura média em torno de 1,2m e com capeamento variando entre 1,5 a
70m (BARBOSA e LEMOS, 2001; DANTAS, 2002).
Outra substância mineral presente no Estado é a apatita, que ocorrem hospedadas em rochas
calcissilicáticas, encaixadas de forma concordante em ortognaisses do Complexo Sumé. A apatita
ocorre disseminada em rochas de composição quartzo-feldspática, que formam lentes ou bolsões
de espessura variada (SANTOS, FERREIRA e SILVA JR, 2002).
Por último, ocorrências de filito na Paraíba são abundantes no Grupo Cachoeirinha, que
constitui a unidade litoestratigráfica neoproterozoica da Faixa Piancó-Alto Brígida. Algumas
ocorrências na região de Patos são explotadas para uso cerâmico (SANTOS, FERREIRA e SILVA JR,
2002). A Figura 6 mostra a localização dos processos mineiros associados a esses 3 bens minerais
em solo paraibano, assim como as reservas do fosfato e do filito constam na Tabela 1.
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Figura 6. Mapa dos processos mineiros de fosforita, filito e apatita na Paraíba.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BARBOSA, A. J.; LEMOS, L. B. S. G. Fosfato de Miriri - estados de Pernambuco e Paraíba. Recife,
CPRM, 2001.

BEZERRA, M. S.; CARVALHO, V. G. D. Minerais e rochas industriais da região do Seridó-PB/RN.


Recife, CPRM - Serviço Geológico do Brasil, Superintendência Regional de Recife, 1997.

BEZERRA, M. S. Coord. Plano de Desenvolvimento Preliminar - PDP: Arranjo Produtivo Local de


minerais de pegmatito do Rio Grande do Norte e Paraíba. CCT, 2009.

CIMINELLI, R. R. Recursos minerais industriais. In: Geologia, Tectônica e Recursos Minerais do Brasil,
Cap. IX. Brasília, 2003.

DANTAS, J. R. A. Distritos mineiros do nordeste oriental. Programa Nacional de Distritos Mineiros.


Recife, DNPM 4º Distrito, 2002.

DEPARTAMENTO NACIONAL DA PRODUÇÃO MINERAL. Anuário Mineral Brasileiro 2010.Brasília,


DNPM/MME, 2010.

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MENDES, V. A. Os jazimentos de rochas ornamentais e sua relação com os eventos tectônicos


atuantes no território brasileiro. Anais do III Simpósio de Rochas Ornamentais do nordeste. Recife,
p. 93-98, 2002.

SANTOS, E. J.; FERREIRA, C. A.; SILVA JR., J. M. Geologia e recursos minerais do estado da
Paraíba. Brasília: CPRM, 2002.

UGARTE J. F. O.; MONTE, M. B. M. Caracterização Tecnológica e Aplicações de Vermiculitas


Brasileiras. Relatório Técnico Final. Rio de Janeiro: CETEM, 2004.