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O que é Cabelo

1. Estrutura Interna do Cabelo

O cabelo (do latim capĭllus) é cada um dos pelos que crescem no couro
cabeludo (parte superior da cabeça do corpo humano).
Há em média 150.000 fios capilares em uma pessoa adulta e crescem em média
1 cm por mês. Diferenciam-se dos pelos comuns pela sua elevadíssima concentração
por área de pele e pelo desenvolvimento em comprimento. Podem ser lisos, crespos,
ondulados e de muitas cores. Os cabelos não servem só como um aliado estético
(dando forma e valorizando o rosto) mas também funcionam como um isolante térmico,
protegendo a cabeça das radiações solares e da abrasão mecânica. Também podem
ser um indicativo de diversas doenças que se manifestam alterando sua estrutura.

Estrutura interna do cabelo: Pelo

1- Pelo (cabelo)
2- Superfície da pele
3- Sebo
4- Folículo piloso
5- Glândula sebácea.

Acima de tudo, o fio de cabelo é um pelo. Possui a mesma estrutura de todos os


pelos do corpo humano, porém tem suas particularidades.
O cabelo é um fio queratinizado que cresce na pele dos mamíferos.
A haste do cabelo é a parte do fio que emerge do couro cabeludo. Podemos
dividir o cabelo em três partes: cutícula, córtex e medula.

1.1 Cutícula
Camada externa do fio de cabelo que se divide de 5 a 12 camadas que,
sobrepostas, protegem as estruturas. Por serem transparentes nos permite ver a cor do
fio do cabelo. A cutícula sofre agressões externas (sol, chuva, poluição etc.) por ação
mecânica (escovar, pentear etc.) e transformações químicas (relaxamento,
permanente, colorações, reflexos etc.) As cutículas são parcialmente sobrepostas
sobre si, podendo formar de cinco a dez camadas de placas. Essas placas, por sua
vez, oferecem excelente proteção ao córtex.

1.2 Córtex
Região intermediária onde transformamos, de todas as formas, a estrutura do
cabelo. Nesta região encontramos as seguintes ligações químicas:

 ligação salina: no simples ato de molhar o cabelo a sua extensão é


aumentada.
 ligação de hidrogênio: a deformação acontece quando transformamos
temporariamente o cabelo.
 ligação de enxofre (também conhecido como Ponte de Dissulfeto): só é
rompida através de ação química (como amônia, por ex.) e sua transformação é
permanente naquele fio ou física (aquecimento) sua transformação é temporária.
Representa o coração do fio capilar. O grau de resistência, elasticidade e a cor
do pelo dependem de sua estrutura. O diâmetro do córtex é determinado em função do
número de células presentes no bulbo que podem se multiplicar. A fibra do pelo possui
de 2 a 3 tipos de células do córtex. Esses tipos de células são:

 ORTHO CÓRTEX: tem baixa quantidade da substância enxofre (menos que 3%).
 PARA CÓRTEX: tem uma alta quantidade da substância enxofre (cerca de 5%).
 MESO CÓRTEX: possui grande quantidade do aminoácido cistina.

1.3 Medula
É a parte central do fio. Há fios de cabelos que não possuem medula, não
modificando em nada sua estrutura. O canal da medula pode estar vazio ou preenchido
com queratina esponjosa. Ainda não foi determinada a função desta região. Contudo
estudos recentes apontam as pesquisas para uma associação da medula com o
primeiro instante da fase de germinação do fio onde a medula serviria como um
"direcionador" do novo fio em direção ao poro.

2. O pH do cabelo
O termo pH é usado para determinar o grau de acidez ou alcalinidade de uma
substância líquida. A camada hipolipídica que protege o cabelo, a pele e a unha têm pH
ácido, um valor compreendido entre 4,2 e 5,8 na escala de pH que varia de 1 a 14 e a
escala 7 é neutro. Dessa forma, todos os produtos que entram em contato com o corpo
humano devem ser neutros (pH igual ao do cabelo, pele e unha) ou levemente ácidos.
Se lavarmos o cabelo com xampu alcalino, por exemplo, suas cutículas abrem, ele fica
sem brilho, difícil de pentear e embaraçado.

3. Tipos de cabelo

3.1 Quanto à oleosidade

Cabelo humano ampliado 40 vezes.


3.1.1 Cacheados
Os cabelos cacheados tendem a ser mais secos devido seu formato em espiral
que dificulta sua hidratação, e por isso necessitam de muita atenção. Como geralmente
são cheios precisam de hidratação constante para que fiquem mais brilhantes, sedosos
e não muito volumosos. Geralmente o volume não é muito considerado, devido as
opiniões próprias e tipos de cachos. Há muitas variedades de cachos, portanto o
volume pode ser considerado bom. Recomenda-se evitar penteá-los a seco,
procurando penteá-los quando ainda estiverem úmidos, para manter sua estrutura
intacta, desembaraçando-os cuidadosamente, iniciando sempre da raiz até as pontas.
3.1.2 Secos
Cabelo seco é a denominação cosmética para cabelos não sedosos, devido à
pouca produção de gordura pelas glândulas sebáceas do couro cabeludo, não sendo
suficiente para lubrificar o cabelo até as pontas, causando pouca hidratação.
Consequentemente, o cabelo tem pouco brilho e é quebradiço.
O cabelo tanto pode ser seco por uma característica natural, como pode ser uma
condição adquirida devido à exposição à poluição, ao uso inadequado de produtos
capilares, dentre outras causas. Uma característica do cabelo seco é o fato das
escamas que compõem a camada externa dos fios abrirem-se com o cabelo mais
vulnerável aos agentes externos, como poluição, vento, sol e processos químicos,
como as tinturas e os permanentes.
O cabelo seco tem pouca irrigação nas pontas, porém recebe irrigação
concentrada na raiz, o que reduz a perda de cabelo.

a) Tratamento No Banho

 Lavagem do couro cabeludo apenas dia sim, dia não. Essa frequência de
lavagens é suficiente para manter limpo o cabelo seco e ajuda a conservar melhor
os seus óleos naturais.
 Aplicação de champô ( champô (português europeu) ou shampoos (português
brasileiro) ) para bebés, que seca menos o cabelo do que outros champôs.

 Utilização de água tépida (temperatura um pouco acima da temperatura


corporal) para a lavagem e enxaguamento do cabelo, a fim de evitar destruir os
óleos protetores.
 Enxaguar abundantemente o cabelo depois da aplicação do champô, pois
este pode deixar resíduos que tendem a secar o cabelo.

b) Tratamento na cozinha

 Abacate – hidrata as hastes do cabelo, alimentando-as em proteínas e


tornando-as mais fortes. Mistura-se bem a polpa de um abacate maduro com 1
colher de chá de óleo de germe de trigo e 1 colher de chá de óleo de jojoba. Aplica-
se o preparado no cabelo acabado de levar e espalha-se bem até às pontas.
Cobre-se a cabeça com uma touca de banho ou um saco de plástico, espera-se 15
a 30 minutos e depois enxagua-se bem.
 Maionese – constitui uma excelente alternativa ao abacate; contém ovo,
que é uma boa fonte de proteínas para o cabelo. Aplica-se a maionese
uniformemente sobre o cabelo e deixa-se aturar durante uma hora; em seguida,
enxagua-se bem.

c) Bálsamos para o cabelo


 Condicionador natural – mistura-se 60 g de azeite e 60 g de gel de aloé
vera com 6 gotas de óleos essenciais de alecrim e sândalo. O azeite é um
emoliente natural, o aloe vera hidrata, ao passo que o alecrim confere volume e
suavidade ao cabelo (o sândalo é opcional – apenas para dar fragrância ao
preparado). Deixa-se a mistura atuar durante uma ou duas horas e depois enxagua-
se bem.
 Utilização do condicionador – quando usado deve ser aplicado,
primeiramente, nas pontas, onde o cabelo é mais seco. Em seguida, espalha-se
progressivamente até ao couro cabeludo.
 Aplicação de loção das mãos – se se tiver o cabelo muito crespo e estiver
com pressa, não podendo recorrer a uma das técnicas anteriores, pode
experimentar uma medida de emergência: aplica-se simplesmente um pouco de
loção das mãos no cabelo, espalhando-a bem.
Secador
 O secador não deve ser utilizado em excesso, assim como os alisadores
ou frisadores elétricos e os rolos quentes, pois o calor fragiliza os cabelos, o que os
torna quebradiços. Deste modo, recomenda-se deixar o cabelo secar ao ar.
 Ao optar pelo secador, este deve ser regulado na posição média (ar
morno), e não na máxima.

d) Escovagem
 Recomenda-se o uso de uma escova de cerdas naturais em vez de
sintéticas. Os materiais sintéticos geram eletricidade estática, que torna o cabelo
mais quebradiço.
 Deve-se começar por escovar as pontas para desembaraçar o cabelo.
Assim, evitará repuxar ou arrancar o cabelo ao penteá-lo de cima para baixo.
 Depois de escovar as pontas, deve-se dar penteadelas em movimentos
longos, desde as raízes até às extremidades, a fim de distribuir bem os óleos
capilares naturais.
e) Fortalecimento

 Vitaminas do complexo B podem fortalecer o cabelo. Tome-se um


suplemento de 50 mg de complexo B, duas vezes por dia com as refeições.

 Selénio, um mineral que também contribui para uma boa saúde capilar,
desde que consumido moderadamente, dado que a ingestão excessiva de selénio
pode ser tóxica e um dos sintomas é a perda de cabelo. Castanha-do-pará é um
fruto seco rico em selénio.

 Óleo de onagra, óleo benéfico que pode ajudar a manter o brilho do


cabelo. Experimente-se tomar 1000 mg três vezes por dia com as refeições
principais. Este óleo contém um elevado teor de ácido gamalinolénico, que é um
ácido gordo essencial.
f) Outras recomendações

 Utilização de touca de natação – se frequenta regularmente piscinas com


cloro, a touca de natação deve ser usada para proteger cabelo dos produtos
químicos. Deve-se lavar o cabelo logo após de se sair da piscina.

 Humidificador no quarto e no escritório – se costuma aquecer no quarto


nos meses mais frios, é provável que o aquecimento seque muito o ar, o que, por
sua vez, torna o cabelo mais seco. Esta situação repete-se com o ar condicionado
em muitos escritórios, e a solução pode ser a mesma.
 Ida ao cabeleireiro regular – recomenda-se cortar o cabelo, pelo menos
de seis em seis semanas, a fim de eliminar as pontas espigadas e secas.

3.1.3 Normais

Cabelo humano (branco) em comparação


com a fibra de carbono (preto).
Cabelo normal é uma expressão utilizada
no meio cosmético para os tipos de cabelos mais
comuns. São macios, com produção de gordura
pelas glândulas sebáceas do couro cabeludo
equilibrada e regular, de modo a lubrificar o
cabelo da raiz às pontas. Não têm excesso de oleosidade na raiz nem pontas
ressecadas. Dispensam grandes cuidados para exibir um aspecto brilhante e saudável.
O cabelo normal é uma característica natural, porém pessoas que têm cabelos
secos ou oleosos podem equilibrar os níveis de gordura do couro cabeludo e atingir um
equilíbrio equivalente ao do cabelo normal.
3.1.4 Oleosos
Cabelo oleoso é a denominação cosmética para cabelos com alto teor de
oleosidade, devido à produção excessiva de gordura pelas glândulas sebáceas do
couro cabeludo.
Ficam com aspecto sujo muito rapidamente. Passar a mão nos cabelos e utilizar
água muito quente durante a lavagem potencializa a oleosidade.
O cabelo tanto pode ser oleoso por uma característica natural, como pode ser
uma condição adquirida devido à pouca regularidade na higiene, ao uso inadequado de
produtos capilares, exposição a ambientes muito úmidos ou com alto teor de vapores
de gordura, dentre outras causas. O cabelo oleoso tende a ter a irrigação distribuída ao
longo dos fios, diminuindo a irrigação na raíz, o que aumenta a perda de cabelo
(calvície).
3.1.5 Mistos
Possuem características de cabelos oleosos e secos, ou seja, o couro cabeludo
é oleoso e as pontas são ressecadas e às vezes duplas. É o tipo de cabelo mais
comum e também o mais difícil de tratar.

4. Cor

A cor dos cabelos varia em função dos diferentes


níveis do pigmento melanina. Nos seres humanos,
os cabelosnaturais são basicamente das
seguintes cores: loiros, castanhos, ruivos e pretos.
Entretanto, podem ser tingidos e adquirirem praticamente
todos os tipos de cores. A falta de melanina nos cabelos
humanos provoca uma cor esbranquiçada nos cabelos,
podendo ser processo decorrente do envelhecimento ou de
uma doença, como o albinismo.
Uma família de albinos em pintura para exposição, usualmente é fato curioso,
pois seus cabelos são esbranquiçados.
Com diferentes níveis do pigmento melanina, os cabelos naturais são
basicamente das seguintes cores: loiros, ruivos, castanhos e pretos. Entretanto, podem
ser tingidos e adquirirem praticamente todos os tipos de cores. A falta de melanina nos
cabelos humanos provoca uma cor esbranquiçada, podendo ser processo decorrente
do envelhecimento ou fator genético, como o albinismo.
4.1 Loiros
Os cabelos loiros variam entre o castanho claro ao loiro quase branco e são comuns
em diversas etnias humanas, mas a ocorrência mais comum acontece entre
os caucasianos (brancos), principalmente nos descendentes das regiões
da Escandinávia, Rússia, Países Alpinos, Leste Europeu, Grã Bretanha
4.2 Ruivos
Os cabelos ruivos podem adquirir uma tonalidade mais avermelhada ou mais
alaranjada dependendo da variação. Os cabelos ruivos avermelhados são bastante
comuns na Rússia e na Grã-Bretanha, Escandinávia e França. Os ruivos alaranjados:
Algo entre o louro e o ruivo avermelhado, o alaranjado é bastante comum nos países
como a Irlanda e o Reino Unido. Podem adquirir um tom mais acastanhado em
ambientes mais escuros.
4.3 Castanhos
Os cabelos castanhos variam do castanho claro ao quase preto. O cabelo castanho
claro é um tom considerado claro, Devido á sua coloração próxima ao loiro. Algumas
pessoas podem refletir uma certa coloração dourada quando expõem os cabelos ao
sol, por isso podemos considerar esse tipo de cabelo como castanho claro. Os cabelos
castanhos escuros são muito comuns em orientais, negros, Ameríndios e Caucasianos,
apresentam uma tonalidade muito próxima ao preto e, diferente dos cabelos castanhos
claros e médios, não apresentam coloração dourada quando expostos ao sol, mas
algumas vezes podem parecer avermelhados.
4.4 Pretos
Cabelos pretos são os que possuem mais melanina e apresentam um tom azulado
quando expostos ao sol. São mais comuns em pessoas amarelas de ascendência
asiática, negros de ascendência africana e nativos-americanos (índios).
4.5 Acinzentados
Cabelos acinzentados, ou por decorrência da idade, ou pela perda precoce
de melanina, que pode ocorrer na adolescência ou até mesmo na infância. Em pessoas
idosas, pessoas albinas ou sob condições anômalas.
4.6 Cores artificiais
De acordo com Clemente de Alexandria, foi Medeia, filha de Eetes da Cólquida, quem inventou a
pintura do cabelo.

5. Anomalias da haste do cabelo

Os problemas que mais preocupam são os da raiz (bulbo). Por uma série de
fatores , os cabelos sofrem as conseqüências que às vezes os levam a queda parcial
ou total (Alopecia). As situações em que é envolvido o couro cabeludo, são anomalias
tais como:
a)SEBORRÉIA: substâncias oleosas que acumulam e se solidificam na raiz,
inibindo a oxigenação, assim causando o sufocamento do bulbo.
b) HIPERIDROSE: excesso de suor, causado pelo descontrole das glândulas
sudoríparas, mistura-se ao sebo causando asfixia do bulbo e oleosidade nos cabelos.
c)ANÊMICO: Acumulam-se os problemas acima descritos e é afetada a
circulação sanguínea da papila pilosa tornando o sistema de alimentação do bulbo
insuficiente.
d) ALOPECIA: couro cabeludo com seborréia, hiperidrose, mal nutrido e
anêmico, inicia-se uma anomalia, a alopecia (queda dos cabelos)

OBS: Mas em todos os casos acima citado é indicado lavar os cabelos com água
morna, uma boa limpeza é fundamental para a saúde de todos os cabelos. O choque
térmico (água fria imediatamente após a limpeza dos cabelos) é benéfico e quase
necessário, é cientificamente comprovada a sua eficiência.

Tricorrehexis Nodosa
Todo o comprimento da haste do cabelo (sobretudo na proximidade das pontas),
encontramos a presença de verdadeiros nódulos, oriundos de uma alteração tanto
longitudinal como transversal da secção cortical.

6. Cabelos saudáveis e cabelos danificados

 Cabelos saudáveis: cada fio de cabelo é coberto por uma camada de


escamas bem fechadas, chamadas cutículas, que protegem o interior do cabelo.
Nos cabelos saudáveis, essa cutícula tem um padrão regular, o que mantém as
moléculas de água e de proteína seladas dentro do cabelo, mantendo-o maleável,
com brilho, forte e macio.
 Cabelos danificados: apresentam um desgaste provocado por produtos
químicos (permanentes, produtos inadequados, tinturas, descoloração,
alisamentos, etc.), além dos danos físicos (exposição excessiva aos raios UV, uso
de secadores, escovação brusca). Em ambos os casos, ocorrem anomalias na
disposição das cutículas e, consequentemente, na estrutura dos fios e do couro
cabeludo. Nos cabelos danificados, as escamas estão abertas, o que provoca
perda de brilho, umidade e resistência. É por isso que eles necessitam de um
tratamento profundo e intensivo.

7. Pontas duplas
As pontas duplas ocorrem quando a parte exterior do fio do cabelo (cutícula) é
removida e a parte interior do cabelo (córtex) fica totalmente exposta. tal processo em
geral se deve ao uso de shampoos comuns. Estima-se que após 3 anos de uso de
shampoo comum de supermercado ou farmácia contendo tensoativos comerciais como
lauril éter sulfato de sódio, lauril glicosídeo, lauril sulfato de amônio, coco betaína, oleil
betaína e outros aniônicos e anfotéricos, sem fricção dos cabelos. O dano aumenta
com a fricção, e, portanto, o tempo para surgimento as pontas duplas diminui.
Tratamento
Cortar alguns poucos centímetros do cabelo é a solução mais acertada e
definitiva. Mas, não adie essa solução. Quanto mais você esperar, mais vai ter que
cortar! Como soluções paliativas temos por exemplo condicionadores sem enxágue
(leave-in) e reparadores à base de silicone.

Prevenção

 Uso de Shampoos profissionais.


 Pentear corretamente, sempre começando pelas pontas e subindo apenas
conforme nós e embaraços vão desaparecendo.

 Hidratar regularmente em casa e fazer hidratações intensas periodicamente em


um salão.

 Utilização de protetores térmicos antes do secador e da prancha.

 Uso de finalizadores de boa qualidade.


Referências

1. Ir para cima↑ "1001 Home Remedies" Reader's Digest Association,


Inc. 1001 Home Remedies
2. Ir para cima↑ Fernández E, Barba C, Alonso C, Martí M, Parra JL,
Coderch L., Estibalitz Fernández ⇑ , Clara Barba, Cristina Alonso, Meritxell
Martí, José Luis Parra, Luisa Coderch (7 de novembro de 2011). «Photodamage
determination of human hair». Journal of Photochemistry and Photobiology B:
Biology
3. Ir para cima↑ «Sistema Nou-Rau: Biblioteca Digital da
Unicamp» (PDF). libdigi.unicamp.br (em brazil). Consultado em 15 de dezembro
de 2017