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Ursula Dyckerhoff

"La historia de curación antigua


de San Pablito, Pahuatlan, Puebla.
Autor Antonio López M."

El artículo describe un pequeño libro hecho de papel


i n d í g e n a ( p a p e l a m a t e ) q u e proQede del p u e b l o O t o m í de San
P a b l i t o , M p i o . Pahuatlan, Estado de Puebla, M é x i c o , f a m o s o
p o r su u s o de este papel en las c e r e m o n i a s de l o s b r u j o s y c u -
randeros. C o n t i e n e una serie de l o s c o n o c i d o s m u ñ e c o s de
papel a m a t e , a c o m p a ñ a d o s de t e x t o s en español q u e versan
s o b r e algunas c e r e m o n i a s y l o s c o n c e p t o s a s o c i a d o s c o n l o s
espíritus, representados p o r l o s m u ñ e c o s . El l i b r o c o n s t i t u y e
un testimonio indígena de estas creencias y l o s t e x t o s se
transcriben íntegros. Fue fabricado con fines comerciales
y parece ser plagiado de o t r o p r o p i o de un f a m o s o b r u j o de
San Pablito.

" L a historia de curación antigua" ist der Titel eines kleinen Buchs
(14,5 X 1*8,9 cm) in europäischer Buchform, jedoch vollkommen aus
Amate,' dem mexikanischen Rindenbastpapier, hergestellt, das aus dem
von O t o m í bewohnten Dorf San Pablito im Municipio Pahuatlan in der
Sierra Norte de Puebla (Mexiko) stammt. Das Dorf ist seit langer Zeit
durch die dort geübte Papierherstellung nach vorspanischem Verfahren
und die Verwendung des Amate-Papiers bei Zauberhandlungen bekannt.
Traditionsgemäss werden in San Pablito von den Brujos (Zauberer, Heil-

1 A m a t e , aztekisch amatl = Papier, b e z e i c h n e t in M e x i k o alle mit vorspanischen


T e c h n i k e n hergestellten Papiersorten; die a n g e g e b e n e Literatur enthält hierzu aus-
führliche B e s c h r e i b u n g e n .

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kundige) aus dem Amate-Papier Scherenschnittfiguren oder -puppen
(muñecos) geschnitten, die eine Anzahl von bösen und guten Geistern
(espíritus) darstellen. In den vergangenen Jahren haben diese Scheren-
schnittfiguren durch die zunehmend geförderte Artesania-Produktion
auch den Weg in den Handel gefunden und den O t o m i von San Pablito
eine Nebenerwerbsquelle eröffnet. Ein weiterer Schritt im Sinne dieser
Säkularisierung ist auch das hier zu beschreibende Büchlein. Es wurde im
Sommer 1977 in Mexiko-Stadt von einem alten O t o m i aus San Pablito
und seiner Frau zusammen mit zwei weiteren, fast identischen Büchern
sowie anderen in San Pablito gefertigten Trachtenstücken und Artesania-
Produkten verkauft.
Der Bericht über die "Historia de curación antigua . . . " umfasst in dem
hier beschriebenen Exemplar 28 Doppelseiten aus hellem Amate-Papier,
auf denen jeweils hnks ein oder zwei aus dunklem Papier geschnittene
Zauberfiguren aufgeklebt sind, unter denen ihr Name auf Spanisch steht.
Wie auch bei den kommerziell verhandelten Einzelfiguren wird hier nicht
die traditionelle Unterscheidung zwischen guten und bösen Geistern durch
die entsprechende Verwendung von hellem bzw. dunklem Papier gemacht
(cf. Spranz 1961: 53; Lannik et al. 1969: 12; Christensen 1971: 15, 20;
Lenz 1973: 125, 128 et passim). Auf 23 linken Seiten sind insgesamt
29 Papierfiguren aufgeklebt, entsprechend dem relativ kleinen Format des
Büchleins fallen sie mit durchschnittlich 9 - 10 cm Höhe kleiner als
gewöhnlich aus. In der Literatur werden Formate zwischen 10 und 34 cm
erwähnt, das Schwergewicht hegt augenscheinlich auf den Grössen um
25 cm (Spranz 1961: 61 f.; Lannik et al. 1969: Plates iv - xxi); üblich
im Artesania-Handel sind heute Grössen von 2 1 - 2 5 cm. Durch die
geringe Grösse und die vielleicht weniger geübte oder sorgfältige Hand des
Ausschneiders wirken die Figuren gedrungener als üblich, auch fehlen
häufig die Feinheiten ihrer differenzierenden Merkmale.
Den grösseren Teil des Buches, nämlich die 28 rechten Seiten, nehmen
die Texte ein, die in einem recht holperigen Spanisch abgefasst sind und
mit braunem Filzstift in Druckschrift niedergeschrieben wurden. Den als
Autor genannten Antonio López M. schilderte der alte Verkäufer als
einen jungen Mann, dem das Wissen in einer Höhle „enthüllt" worden sei.
Diese Aussage widerspricht den Feststellungen in der Literatur, wonach
das Wissen der Brujos und Curanderos in San Pablito in einer Art Lehr-
zeit meist vom Vater auf den Sohn weitergegeben wird (Spranz 1961: 52;
Lannik et al. 1969: 8; Lenz 1973: 121). Vielleicht war der mit dieser
dubiosen Aussage beschriebene Antonio López nicht der Autor im vollen
Sinne des Wortes, sondern hat vielmehr nur nach dem Diktat eines an-
deren die Texte niedergeschrieben. Der andere wäre dann wohl der eigent-
liche Wissende, der Brujo gewesen, der als vielleicht älterer Mann selbst des

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Schreibens nicht mächtig war und der nur verschlüsselt in Abschnitt 2 des
Textes in Erscheinung tritt: " E l curandero L. F. va . . . " Die Initialen
entsprechen keinem der von Anders (1976: 21) als Informanten genann-
ten Brujos.^ In der Form des Spanischen lassen sich zwar zahlreiche Fehler
- zum Beispiel das fast grundsätzliche Fehlen des Plural-S bei den Sub-
stantiven und der uneinheitlich wechselnde Gebrauch des männlichen
bzw. weiblichen Artikels - auf das als Muttersprache vorauszusetzende
O t o m i zurückführen (cf. Arana de Swadesh 1975: 95), doch sind viele
andere Fehler einfach als Hörfehler anzusehen. Als weitere Stütz'e für die
Ansicht, dass zwei Personen hier am Werk waren, dürfen die gelegentlichen
Verbesserungen bei den Namen der Geister gelten (cf. Anm. 6, 9, 10).
Da die Texte als zweifellos authentische Äusserung von Einheimischen
über die Zauberfiguren von San Pablito und damit verbundene Vorstellun-
gen einen wichtigen Quellenwert haben, werden sie im folgenden wört-
lich wiedergegeben.^

La historia de curación antigua


de San Pablito Pahuatlan, Puebla

[ 1 ] C e r e m o n i a religiosa c o n t r a la brujería
Para la gente q u e c r e a n [ ! ] bien las c o s t u m b r e de antigua. Esta es la e n f e r m e d a d de
ataque p o r e j e m p l o c o m o un señor q u e e n c u e n t r e una e n f e r m e d a d m a l o en el c a m p o ,
esta e n f e r m e d a d se le llama a t a q u e , pare alibiar esta a n f e r m e d a d [ ! ] se tiene q u e llamar
un c u r a n d e r o y el c u r a n d e r o va [ a ] hacer una adivinanza. [ A b b . 1 . 1 ]

[ 2 ] La adivinanza
El c u r a n d e r o L. F. va [ y ? ] p[r]egunta al C o r a z ó n del M o n t e de q u é e n f e r m e d a d tiene
esta persona. Si es una brujería se tiene q u e hacer una o f r e n d a de la siguiente manera,
se va h a c e r 2 4 c a m a de papel a m a t e , 2 4 espíritus de papel amate q u e son l o s [ q u e s e ]

Eine v o n A n d e r s (Brief v o m 2 2 . Februar 1 9 7 8 ) vorgeschlagene Lesung als " e l


c u r a n d e r o [l]leva . . . " würde zwar die hier an die Initialen angeschlossenen t j b e r -
legungen erübrigen, sie stellt j e d o c h keine b e f r i e d i g e n d e Klärung der Schreibweise
" L . F. va . . . " dar.
Das Spanische ist im wesentlichen in der ursprünglichen F o r m der Niederschrift
w i e d e r g e g e b e n , d. h . o h n e schulmeisterliche K o r r e k t u r e n ; die Willkür der V o r l a g e
bei W o r t a b t r e n n u n g , Z e i c h e n s e t z u n g u n d Schreibung v o n Majuskeln w u r d e bei der
Transkription nicht b e i b e h a l t e n . Z u m besseren Verständnis sind die m o d e r n e n Be-
t o n u n g s a k z e n t e gesetzt w o r d e n ; die A b s c h n i t t e w u r d e n durch eingeführte Satz-
z e i c h e n sinngemäss etwas gegliedert, u n d an einigen Stellen wird in eckigen K l a m -
mern auf die k o r r e k t e spanische S c h r e i b u n g o d e r auf f e h l e n d e W o r t e hingewiesen.
Die j e d e m A b s c h n i t t vorangestellte N u m m e r entspricht der Seitenzahl u n d der
Zahl der dazugehörigen Papierfigur, die im B u c h jeweils auf der rechten Seite unten
u n d häufig auch auf der Figur selbst angebracht ist.

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alcanzaron p o r pistola, m a c h e t e o puñalada y 2 4 espíritus b u e n o s q u e [ s o n ] los q u e
m u r i e r o n p o r la calentura, b ó m i t o , dearrea [= diarrea] y 2 4 j u d i o s pués t a m b i é n s o n
malo.''

[ 3 ] Primero ser e n t i e n d e [= se e x t i e n d e n ] 12 c a m a de papel amate a d e n t r o de la casa


del e n f e r m e d a d , f o r m a c o m o un c u a d r o , s o b r e la c a m a de l o s espíritus se e n t i e n d e [ ! ]
y va hechar 4 gotas de aguardiente y va ensender 4 cigarros para q u e f u m e n l o s j u d i o s
y cortar un p o l l o y la sangre q u e sale va k a j a r [ ! ] s o b r e la c a m a d e l o s m u ñ e c o s , y se
vuelve a hechar más aguardiente para q u e así se bautiza a t o d o s l o s j u d i o s y se n o n -
b r a r [ ! ] y se e n c i e n d e 4 cera para q u e se alumbra a t o d o s l o s j u d i o s y l o s m u ñ e c o s
p o r [ q u e ] va salir fuera de la casa.

[ 4 ] Se hace u n t l a p e x q u e ' c o m o silla, los hace el c u r a n d e r o , s o b r e la t l a p e x q u e se


p o n e cera y en cada esquina y 12 c a m a de papel a m a t e ; s o b r e la c a m a se p o n e 2 4
espíritus y 14 j u d i o y se h e c h a 4 gotas de aguardiente p o r q u e así de bautiza, l o s j u d i o s
son 14, y 7 afuera y 7 a d e n t r o , los espíritus de m u e r t o s o n 4 8 .

[ 5 ] Se hace una rueda de vara, a [ l ] r e d e d o r se amarran a una m u ñ e c o s , se amarran c o n


tiras de j o n o t e s de p l á t a n o y también los j u d i o s y hay [= a h í ] q u e d e p a r a d o y c o l g a d o s ;
c u a n d o se e n t i e n d e [= e x t i e n d e ] la c a m a de l o s m u ñ e c o s y l o s m ú s i c o s se e m p i e z a a
tocar asta q u e se acaba t o d a la c e r e m o n i a de bario [= b a r r i d o ] el c u r a n d e r o está c a n -
t a n d o la rueda lo q u e está c o l g a d o c o n un m e c a t e de t e c h o y una persona l o h a c e bajar
4 veces asta el p i z o d o n d e e s t é [ ! ] está el e n f e r m o y el c u r a n d e r o está l i m p i a n d o al
e n f e r m o , t e r m i n a n d o de limpiar se vuelve a subir otras ves arriba, así termina esta
parte y despues se levanta la c a m a de los j u d i o s .
[ 6 ] La c a m a de l o s j u d i o s
La c a m a de los j u d i o s se amarran c o n 2 p e d a z o s de j o n o t e de p l á t a n o y se p o n e t o d o
en el t l a p e x q u e , el c u a r a n d e r o l o lleva c a r g a n d o para tirar en la barranca y ya [= allá?]
q u e d a t o d o l o q u e tiene el e n f e r m o , saliendo de la casa del e n f e r m o el c u r a n d e r o e m -
pieza a cantar y t a m b i é s [ ! ] los m ú s i c o s está t o c a n d o p o r t o d o el c a m i n o asta llegar
d o n d e está la barranca. [Figur: " H o m b r e b u e n o " ^ ; A b b . 1 . 6 ]

[ 7 ] A n t e de hacer esta o f r e n d a le dice al e n f e r m o : Si tiene s u f i c i e n t e de papel amate


p u e d o e m p e z a r a cantar l o s espíritus, entre 4 días ya tendré listo para este c e r e m o n i a ,
p e r o v a m o s a buscar un b u e n días, v a m o s a entregar l o s días m i é r c o l e s y s á b a d o y
c o m o a la 5 de la mañana para llegar en el b o x q u e c o m o a la 8 de la mañana y b o y a
barrer d o n d e b o y hacer 2 altar c h i q u i t o s . [Figur: " S e ñ o r de D i a b l o " ^ ; A b b . 1 . 7 ]

4 A n d e r s ( 1 9 7 6 : 2 2 ) nennt ausserdem 2 4 Espíritus de A t a q u e u n d 4 8 kleine Figuren,


erwähnt j e d o c h nur 14 " J u d i o s " ( c f . hier auch unter Nr. 4 ) . Er schreibt " j o d i o s "
und vermutet eine Entstehung aus d e m O t o m i - W o r t " n a X u d i " , b ö s e S c h a t t e n -
geister. A u f p . 27 gibt A n d e r s allerdings auch „ J u d a s " als E n t s p r e c h u n g v o n
" J u d i o " an. Beide M ö g l i c h k e i t e n sind der zunächst sich a n b i e t e n d e n Interpretation
„ J u d í o s = J u d e n " sicher nicht v o r z u z i e h e n .
5 T l a p e x q u e , aus d e m aztekischen tlapechtli = Gestell, Gerüst, Bahre b z w . der lokati-
ven A b l e i t u n g tlapechco; unter der B e z e i c h n u n g " t a m p e x q u e " genauer beschrie-
ben bei Spranz ( 1 9 6 1 : 5 4 ) .
6 " S e ñ o r d e " gestrichen.
7 Die Figur " S e ñ o r de D i a b l o " ist nicht gleich mit der e b e n s o b e z e i c h n e t e n Figur
unter den 14 Judios (Nr. 10 u n d A n d e r s 1 9 7 6 : 2 6 ) , da u. a. M a c h e t e , S c h w a n z und
ein Paar Beine f e h l e n , dagegen der K o p f s c h m u c k u n g e w ö h n l i c h b e t o n t ist.

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8 ] La c e r e m o n i a
E n ? ] Esta c e r e m o n i a se va a llamar al D i o s del M o n t e y al D i o s del A r b o l y la R e y n a
de la Tierra para q u e l o a y u d a l o a y u d a [ ! ] t o d o s ellos se le entregar t o d o q u § se lla-
man. [Figuren: " H o m b r e b u e n o " , " H o m b r e m a l o " ® ; A b b . 1 . 8 ]

[ 9 ] E s p l i c a c i ó n de c o m p o r t a m e n t o
Del S e ñ o r Presidente de I n f i e r n o q u e o r d e n ó a t o d o s l o s j u d i o s , el S e ñ o r de D i a b l o
d i j o : T e n g o h a m b r e . E n t o n c e se f u e c o n j u d i o l o q u i z o atacar una p e r s o n a , el s e ñ o r
d i c e : Y o q u i e r o sangre. El S e ñ o r de D i a b l o d i j o ; Y o q u i e r o carne. [Figur: El Pre-
sidente de I n f i e r n o " ; A b b . 2 . 9 ]

[ 1 0 ] El S e ñ o r de J u d i o
Lleva un c u c h i l l o p o r q u e quiere sangre, a d o n d e hay peliar [= p e l e a ] el de J u d i o le da
el c u c h i l l o a la persona q u e le gusta pelear para q u e le da su sangre, esta persona q u e
p e l e ó es para el D i a b l o , el S e ñ o r de D i a b l o lleva un m a c h e t e grande: Es la h o r a , q u e -
r e m o c o m e r de la m a c h e t e la persona q u e quiere pelear para le da su sangre estre
[= e n t r e ] esta 2 p e r s o n a , el S e ñ o r de J u d i o y el S e ñ o r del D i a b l o siempre ban p o r l o s
c a m i n o s o p o r la cantina para e n c o n t r a r su c o m i d a . [Figuren: " S e ñ o r d e D i a b l o " ,
" S e ñ o r de J u d i o " ; A b b . 2.10]

[ 1 1 ] El S e ñ o r de N o c h e
D i j o : Y o e s t o y de p e n d i e n t e en la puerta del i n f i e r n o y y o sé la h o r a q u e p u e d e salir,
a t o d o l o s j u d i o s d e j o de salir desde a la 11 de la n o c h e de andar aquí el m u n d o y asta
la 1 de la mañana, son 2 horas q u e p u e d e [ n ] salir. [Figur: " S e ñ o r de N o c h e " ; A b b .
2.11]
[ 1 2 ] El S e ñ o r de R e l á m p a g o
Está j u g a n d o c o n el S e ñ o r de T r u e n o , el S e ñ o r del i [ ! ] T r u e n o le d i j o al Señor de
R e l a m p a g o : Y a te siguiere a d o n d e tu quiera ir a u n q u e sea a d e n t r o de la tierra. El
S e ñ o r de R e l á m p a g o r e s p o n d i ó : T u n o m e alcanse[s] de aqui p e r o te a p u e s t o q u e si
m e alcanse[s] a c a m b i o te d o y a t o d o la gente del m u n d o . [Figuren. " S e ñ o r de T r u e -
n o " « ; " S e ñ o r de R e l á m p a g o " ; A b b . 2 . 1 2 ]

[ 1 3 ] El S e ñ o r de M a n t e z o n a
El S e ñ o r d e M a n t e z o n a d i j o : Y o o r d e n o a t o d a las e n f e r m e d a d e s q u e traer la Sirena
Mala y el A r c o Iris. [Figur: " S e ñ o r de M o c t e z o m a " ' " ; A b b . 3 . 1 3 ]

[ 1 4 ] A r c o Iris
El A r c o Iris es una mujer q u e m u r i ó de p a r t o y p o r e s o va e n f e r m a r la mujer q u e va
tener familia, la mujer va [a] un c u r a n d e r o para q u e l o p r o t e j e y para la e n f e r m e d a d
q u e tiene el A r c o Iri[s] se va quitar t o d o . [Figur: " A r c o I r i s " ; A b b . 3 . 1 4 ]

8 Der E n d e des A b s a t z e s ist unklar. Die Reina d e la Tierra wird bei A n d e r s ( 1 9 7 6 :


2 7 ) unter d e n 14 b ö s e n Geistern aufgezählt, d o c h w e r d e n der D i o s o d e r S e ñ o r del
M o n t e u n d der D i o s del A r b o l im allgemeinen zu d e n w o h l w o l l e n d e n o d e r S c h u t z -
geistern gerechnet ( L e n z 1 9 7 3 : 1 2 2 ) . Die Papierfiguren " H o m b r e B u e n o " u n d
" H o m b r e M a l o " e n t s p r e c h e n w o h l der bei L e n z ( 1 9 7 3 : 1 3 0 f . ) e r w ä h n t e n G e g e n -
überstellung v o n " H o m b r e O t o m í " u n d " H o m b r e " , w o b e i hier bei L ó p e z der
negative A s p e k t verstärkt dargestellt w u r d e ( T i e r k o p f ) .
9 Gestrichen " S e ñ o r de J u d i o " bei S e ñ o r d e T r u e n o .
10 Bei der Figur ist der N a m e " M a n t e z o n a " zu der üblicheren F o r m " M o c t e z o m a "
verbessert w o r d e n , j e d o c h auch bei A n d e r s ( 1 9 7 6 : 2 7 ) als " M a n t e s o m a " .

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[ 1 5 ] El S e ñ o r de Nagual
C u a n d o tiene h a m b r e se va v o l a n d o y c u a n d o e n c u e n t r e una persona o señora p a r t o
y q u e va n a c i d o una criatura el S e ñ o r d e nagual le va c h u p a r la nariz del n i ñ o p o r q u e
c o n esta se a l i m e n t ó el S e ñ o r de Nagual, p o r eso c u i d a de s e ñ o r p o r q u e n o hiso una
limpiadera. [Figur: " S e ñ o r de N a g u a l " ; A b b . 3 . 1 5 ]

[ 1 6 ] Sirena Mala
La Sirena Mala también enblea [= e m p l e a ] la e n f e r m e d a d a cualquiera m u j e r q u e [va
a] tener familia la Sirena vive en el r í o o en la barranca y c u a n d o es t i e m p o de lluvia
y c u a n d o crese el r í o h a [ ! ) se cae la persona p o r el g o l p e de la Sirena Mala. [Figur:
"Sirena Mala"; [ A b b . 3 . 1 6 ]

[ 1 7 ] T r o m p a de T o r o
El T r o m p a de T o r o es un h o m b r e , este s e ñ o r m u r i ó p o r una e n f e r m e d a d m a l o p o r q u e
n o r e s p e t o a n i n g u n o ni su padre ni a su m a d r e , [ n i ] a cualquiera p e r s o n a , q u e p e l e ó
c o n m a c h e t a z o y p o r esto se m u r i ó p o r la e n f e r m e d a d de a t a q u e ; ante de m o r i r le salió
la lengua m u y larga y a su h o j o [ ! ] se a b r i ó m u c h o y c u a n d o ya estaba m u e r t o su e s p í -
ritu q u e d ó T r o m p a de T o r o . [Figur: " T r o m p a de T o r o " ; A b b . 4 . 1 7 ]

[ 1 8 ] T r o m p a de Caballo
El T r o m p a de Caballo era mujer, esta m u j e r m u r i ó p o r la e n f e r m e d a d mala p o r q u e n o
tenía r e s p e t o [ a ] su papá ni a su madre y p o r e s t o se m u r i ó p o r la e n f e r m e d a d de
a t a q u e ; ante de m o r i r le salió la lengua m u y larga y su h o j o se a b r i ó m u c h o y c u a n d o
se castigó m u c h o y así se va castigar la mujer q u e se p o r t a c o m o ella, así se va q u e d a r
su espíritus. [Figur: " T r o m p a de C a b a l l o " ; A b b . 4 . 1 8 ]

[ 1 9 ] C e r e m o n i a rehgiosa
La c o s t u m b r e para el S e ñ o r del M o n t e . El S e ñ o r del M o n t e es c o m o u n D i o s v e r d a d e r o
q u e c u i d a su espíritu a t o d a la p e r s o n a , n o le dejan de caer y n o le dejan tener h a m b r e ,
p o r q u e tiene 3 mensajeros q u e son l o s q u e a y u d a n a la p e r s o n a y a la criatura d e s d e
q u e n a c e n . [Figur: " S e ñ o r del M o n t e " " ; A b b . 4 . 1 9 ]
[ 2 0 ] Pero hay q u e acerle su o f r e n d a ante de q u e el n i ñ o nace para q u e la p r o t e j e , si
n o el C o r a z ó n del M o n t e o el S e ñ o r del M o n t e se e n o j a y c u a n d o u n n i ñ o n a c e y n o le
h i z o su o f r e n d a , su mensajeros le abisa para q u e en tal casa q u e va n a c i d o un n i ñ o
le m a n d a una e n f e r m e d a d m a l o . [Figur: " A g u i l a de C u a t r o Cabeza"; Abb. 4.20]

[ 2 1 ] El S e ñ o r del M o n t e se e n o j a y le dice a un pajarito: Lleva esta e n f e r m e d a d chi-


q u i t o pare este n i ñ o . El S e ñ o r del M o n t e le llama una e n f e r m e d a d c h i q u i t o y se le da
al pajarito: Deja esta e n f e r m e d a d en esa casa para q u e m a n d e mi o f r e n d a . [Figur:
'Pajarito del M o n t e " ; A b b . 5 . 2 1 ]

[ 2 2 ] La madre del n i ñ o le dice al j e f e de la casa: Está m a l o del n i ñ o , tiene calenturas


b o m i t o dearral [= diarrea]. E n t o n s e el padre del n i ñ o d i c e : B a m o s a buscar un curan-
d e r o . El c u r a n d e r o le va ver el n i ñ o y c u a n d o ya se da c u e n t a [ d e ] las casa [= causa]
de e n f e r m e d a d q u e tiene el n i ñ o le dice al j e f e de la casa q u e va hablar c o n el S e ñ o r
del M o n t e y le pregunta q u e si está [ e ] n o j a d o [si] quiere su o f r e n d a . [Figur: " P a j a r i t o
de M o n o " ' ^ A b b . 5 . 2 2 ]

11 Die V e r a r m u n g der charakteristischen Merkmale fällt b e s o n d e r s b e i m S c h e r e n -


schnitt des S e ñ o r del M o n t e auf.
12 Die Ä f f c h e n im K o p f s c h m u c k des Pajarito de M o n o sind nicht m e h r als s o l c h e
zu e r k e n n e n .

74
[ 2 3 ] [ S i ] Se va hacer una o f r e n d a al D i o s del M o n t e se necesita 2 4 c a m a de papel
amate para q u e descanse al S e ñ o r del M o n t e , 9 Pajaritos del M o n t e , 2 4 camisa de D i o s
de A r b o l y servilletas del m o n t e , 4 f l o r de t l a p a n c o ' ^ , 2 espíritus del agua, u n o e s p í -
ritu del e n f e r m o , t o d o esto está h e c h o p o r papel a m a t e , 2 4 m a n o j o de flor d e s e m p a -
suchitl, 8 l e o n e de papel a m a t e , 2 4 tortillas de masa, 2 4 canicas, 2 4 estrella, 2 4 águila,
t o d o es de masa, 4 cera y u n p o c o de i n c i e n s o , 8 blanquillos de gallina y 2 g u a j o l o t e
de la Fig. [= figura] de masa y l o demás Fig. l o hace el curandero."* [Figur: " P a j a r i t o
c o n Estrella"; A b b . 5 . 2 3 ]
[ 2 4 ] O r a c i ó n para entregar.
La o f r e n d a para para [ ! ] la Madre de la Tierra se e m p i e z a c o n una o r a c i ó n c a t ó l i c a en
el n o m b r e de Padre y de Hijo y del Espíritus S a n t o , dice al S e ñ o r m í o Jesuchristo:
P e r d ó n a m e aquí en la tierra p o r q u e h a m o s [a] entregar un p o c o de papel amate y de
un p o c o de masa a la Madre de Tierra. [Figur: " L a Madre de T i e r r a " ; A b b . 5 . 2 4 ]

[ 2 5 ] L o s 2 4 c a m a s o n para la Madre de la Tierra y t a m b i é n un p o c o de atole de c h o -


c o l a t e y un p o c o de atole de c a c a o c o n p i l o n c i l l o , d o s p o l l o t o s t a d o , un p o c o de dul-
ce de azúcar y blanquillos c o c i d o s y m o l e de cacahuate. [Figur: " C a m a de antigua"'®;
Abb. 6.25]

[ 2 6 ] La cama v o y a pintar c o n la sangre de g u a j o l o t a q u e son para la Madre de Tierra


y ellos va repartir, le va entregar [a] el S e ñ o r de Antigua p o r q u e el m a n d a la lluvia
para la c o s e c h a . H a c e m u c h o t i e m p o estaba g o b e r n a d o r el S e ñ o r A n t i g u a y la Madre
de Tierra, ante de n a c i m i e n t o de nuestra S e ñ o r Jesucristo se l o q u i t ó el p o d e r de nues-
t r o S e ñ o r Antigua y la Madre de Tierra. [Figur: " S e ñ o r de A n t i g u o " ; A b b . 6 . 2 6 ]
[ 2 7 ] E n t o n s e el S e ñ o r Jesucristo [ v i n o ? ] y g o b i e r n o [ ! ] en t o d o el m u n d o , va ahora y
m a n d a t o d a s las cosas, p o r eso b a m o s a [ a ] d o r n a r a d o n d e está el altar a la Madre de
Tierra y el S e ñ o r de Antigua y así b a m o s a curar un e n f e r m o p o r q u e la Madre de
Tierra m a n d a la e n f e r m e d a d p o r q u e n o a c o r d a m o s en ellas, en los q u e [ n o s ] a m a n t e -
n i d o d e s d e h a c e m u c h o t i e m p o y p o r m u c h o v e c e s y p o r m u c h o s años. [Figur: " D i o s
de A r b o r " ^ A b b . 6 . 2 7 ]

[ 2 8 ] La Madre de Tierra m a n d a la e n f e r m e d a d a la tierra y en l o s q u e da la c o s e c h a ,


p o r q u e la c o s e c h a [ s e ] hace aquí en la tierra p o r q u e es trabajo del h o m b r e , p o r e s o
necesita entregar una o f r e n d a grande a la Madre de Tierra, al S e ñ o r de Antigua para
q u e siga a y u d a n d o , esta o f r e n d a de la c o m i d a y el g u a j o l o t e y la g u a j o l o t a t o d a s es
para la Madre de Tierra y para el S e ñ o r Antigua y otra o f r e n d a q u e es para nuestro
S e ñ o r Jesucristo, el entre a un p o c o de cera y un p o c o de i n c i e n s o , ese es p e r f u m e de
nuestro S e ñ o r Jesucristo. [Figuren: " E l n a c i m i e n t o nuestro S e ñ o r J e s u c r i s t o " ' " ' ;
Abb. 6.28]

13 Entgegen d e m gleich darauf genannten " s e m p a x u c h i t l " , Tagetes erecta, ist " f l o r
de t l a p a n c o " nicht als Pflanze feststellbar; t l a p a n c o , v o n aztekisch tlapantli, lok.
tlapanco, das F l a c h d a c h , b e z e i c h n e t auch den in San Pablito ü b l i c h e r w e i s e u n t e r
d e m Hüttendach angebrachten B r e t t e r b o d e n ( c f . Christensen 1 9 7 2 : 3 1 ) .
14 A n d e r s ( 1 9 7 6 : 2 3 ) erwähnt eine etwas andere Z u s a m m e n s e t z u n g der O p f e r g a b e n .
Die V e r w e n d u n g der A b k ü r z u n g " F i g . " lässt auf eine z u m i n d e s t allgemeine
Kenntnis v o n Büchern schliessen.
15 Die ausgeschnittenen S e k t i o n e n der " C a m a " sind wie bei vielen Originalstücken
nicht e n t f e r n t , s o n d e r n a u f g e k l a p p t w o r d e n .
16 Es fehlen die sonst bei den Pflanzengeistern üblichen Wurzeln an den Füssen.
17 Eine e n t s p r e c h e n d e A b b i l d u n g f i n d e t sich nur bei A n d e r s ( 1 9 7 6 : 2 0 ) , w o die bei-

75
Bei den vorstehenden Texten lassen sich gut verschiedene Zeremonien
bzw. verschiedene Abschnitte unterscheiden: Am Anfang steht die Hei-
lung der "Enfermedad de Ataque" (Nr. 1 — 8); die hierbei erwähnten
bösen Geister, die 14 Judios, werden im folgenden Abschnitt "Explica-
ción de Comportamento" (Nr. 9 - 1 8 ) einzeln vorgestellt und es wird
berichtet, wie Menschen durch schlechtes Verhalten zu solchen bösen
Geistern werden bzw. ihnen anheim fallen können. Es folgen Angaben
über den Señor del Monte (Herrn des Waldes), seine Begleiter und über
eine Zeremonie zu seiner Besänftigung (Nr. 19 - 23). Diese Schilderung
mündet direkt in den Bericht über die Madre de la Tierra (Mutter der
Erde) und den Señor de Antiguo (Herrn der alten Zeit) ein, die in den
Fruchtbarkeitszeremonien eine Rolle spielen (Nr. 24 - 28). Die darge-
stellte Position dieser beiden „alten Götter" gegenüber Jesus Christus
scheint eine moderne Entwicklung aufzuzeigen, da über diesen Synkre-
tismus bisher nur in der allerjüngsten Literatur (Anders 1976: 19) be-
richtet wurde, während die Integration anderer katholischer Wesen (Dia-
blo, Presidente del Infierno) in die Welt der Zauberfiguren bereits früher
erfolgt sein muss.
Umfangmässig verteilt sich die Darstellung mit mehr als der Hälfte
der Seiten auf den mit der "Enfermedad de Ataque" verbundenen Kom-
plex, obgleich die damit assoziierten bösen Geister auch unabhängig von
der speziellen Heilungszeremonie eine Rolle spielen (cf. Lenz 1973:
122 ff.). Verglichen hiermit sind die Pflanzengeister mit dem in dieser
generellen Form sonst nicht belegten " S e ñ o r de A r b o l " nur schwach ver-
treten; hierin scheint sich eine allgemeine Entwicklung abzuzeichnen
(cf. Anders 1976: 21 f.), die weiter zu verfolgen interessant sein dürfte.
Dass der Inhalt des Amate-Büchleins bzw. das von Anders veröffent-
lichte Material (s. u.) sich von dem von anderen Autoren gezeichneten Bild
abhebt, ist vielleicht nicht ausschliesslich durch die verschieden lange zu-
rückliegenden Abfassungszeitpunkte zu erklären. Auch das spezielle
Wissen der jeweiligen Informanten sowie ihre unterschiedlichen Motiva-
tionen und Darstellungsziele (Befragung oder Anfertigung eines „ B u c h e s " )
werden hier eine Rolle gespielt haben. Offen muss auf jeden Fall bleiben,
ob die Häufung von Befragungen, insbesondere die auf Systematisierung
ausgerichteten Erkundigungen Anders' (und wohl auch seiner Schüler) bei
einigen Brujos von San Pablito eine stärkere Systematisierung der eigenen
Vorstellungen bewirkt haben.

den seitlichen Figuren ebenfalls e i n f a c h , d. h. u n s y m m e t r i s c h , ausgeschnitten w u r -


den u n d deutlich Maria u n d Josef darstellen.

76
NACHTRAG

Das Manuskript des vorausgehenden Artikels wurde im Januar 1978


abgeschlossen. Die seitdem verstrichene Zeit macht es wünschenswert,
einen bereits 1978 verfassten Nachtrag und spätere Informationen zu einer
abrundenden Ergänzung zu verschmelzen.
Während das vorstehend beschriebene Amatebüchlein 1977 noch eine
Seltenheit auf dem Artesania-Markt dargestellt haben dürfte, scheint sein
erfolgreicher Verkauf Nachwirkungen gezeitigt zu haben. Im Herbst 1978
sah die Autorin in der Buchhandlung des Museo Nacional de Antropolo-
gía in Mexiko-Stadt ungefähr fünf ähnliche Bücher zum Verkauf aus-
stehen. Nur ein Exemplar konnte eingesehen werden. Es trug einen mit
dem obigen fast identischen Titel, als Autor wurde Antonio López Anayo
genannt. Es war eine Anfertigung im Querformat, der Inhalt bestand im
wesentlichen aus nicht symmetrisch geschnittenen Amatefiguren im Stil
der beschriebenen Weihnachtsszene (Abschnitt 28 und Anm. 17) und mit
Filzstift ausgeführten Zeichnungen. Beides war auf je einer Seite zu
Szenen kombiniert, die die Heilungszeremonie selbst darstellten: So waren
Menschen aus Amate geschnitten, daneben waren Baum, " T l a p e c h c o " -
Gestell und andere Elemente mit dunklen Linien in Umrissen gezeichnet
und farbig ausgemalt worden. Die symmetrischen Zauberfiguren der klas-
sichen Art waren nur selten, eher beispielhaft verwendet worden (vgl.
Tyrakowski 1980: 966, Abb. 3).
Im Sommer 1979 konnte Konrad Tyrakowski drei Amate-Bücher
erstehen, die von Alfonso García Téllez angefertigt worden waren (Tyra-
kowski 1980: 965). Im Gegensatz zu den von mir gesehenen waren sie in
der Art eines Leporello-Albums gebunden, ahmten also die Form der
altmexikanischen Codices nach. Im Umfang von jeweils 28 Blättern ent-
sprechen die Büchlein Tyrakowskis dem beschriebenen Exemplar; der
Inhalt ist jedoch jeweils verschieden und erstreckt sich von der Schilde-
rung einer Zeremonie zur Heilung der "enfermedad de ataque" (s. o.,
No. I - 8 ) und eines 15-tägigen Regenzaubers bis zur Beschreibung der
Behandlung eines Kindes, jeweils mit Szenen im Comic-Strip-Stil (Tyra-
kowski 1980: 965 f.). Garcia Téllez, der in San Pablito als bedeutendster
Brujo gilt, hatte seine drei Werke signiert und zumindest auf zwei Exem-
plaren ein Verbot des Kopierens angebracht, das seinen Anspruch als
„der Wissende" unterstreicht (Tyrakowski 1980: 965, 967).
Die Tatsache, dass zunehmend mehr Bücher dieser Art in kommerziel-
ler Umgebung verkauft wurden, illustriert anschaulich, wie eine altüber-
kommene, lokale Tradition unter dem Einfluss moderner Verhältnisse,
wirtschafthcher Not und der bestehenden Vermarktungsmöglichkeiten
- auch auf Grund staatlicher Förderungen (s. Tyrakowski 1980: 9 6 7 ) -

77
säkularisiert wird und sich zum Produkt für den Andenkenhandel ent-
wickelt. Ein analoger Vorgang war seinerzeit bei den auf Anregung von
Forschern zurückgehenden Fadenbildern der Huicholes zu beobachten.
Auch über die Entstehungsgeschichte der Otomi-Zauberdarstellungen
in Buchform lässt sich nun einiges sagen. Nach Abschluss des Manuskriptes
hatte Ferdinand Anders mir bereits dazu mitgeteilt, das Amate-Büch-
lein dürfte „eine schlechte Kopie eines Büchleins .meines' [d. i. Anders,
U. D.] Brujo Alfonso García Téllez in Form eines Plagiates" sein.'®
An anderer Stelle sagt Anders (1980: 222), Alfonso García Téllez hätte
als erster ein solches Büchlein herausgebracht, nachdem 1973 in der
sehr preiswerten und deshalb weitverbreiteten Buchreihe SEP-Setentas die
Arbeit von Hans Lenz über das indianische Papier (Erstauflage 1948)
erschienen und ihm bekannt geworden war. Garcia Téllez hätte in den
dort abgebildeten sechs Scherenschnitten zum Teil seine Schnitte wieder-
erkannt und da er ihre Abbildung bei Lenz quasi als Plagiat empfunden
hätte, habe er sein eigenes Werk mit einer Kopie des Copyright versehen.
In der Folgezeit muss García Téllez dann noch weitere solche Büchlein
produziert haben, vielleicht auf Anregung Anders' hin, der Anfang 1978
mehrere besass (pers. Mitteilung).
Nach den von Anders auf Grund meines Manuskriptes und den ihm vor-
liegenden Exemplaren durchgeführten Vergleichen, ist das hier veröffent-
lichte Büchlein von Antonio López eine Art „ R a u b d r u c k " mit zahlreichen
Ungenauigkeiten und vergröberten Papierfiguren. Wie es zu diesem ,,Raub-
druck" gekommen ist'^ und o b Alfonso García Téllez danach die Idee der
Buchproduktion für den Artesania-Handel von seinem Konkurrenten und
Plagiator übernommen hat, lässt sich aus den zur Verfügung stehenden
Angaben nicht feststellen. Wie aus den mir von Konrad Tyrakowski über-
lassenen Kopien dreier Titelblätter zu ersehen ist, hat Alfonso García
Téllez jedoch spätestens seit August 1978 selbst Amate-Büchlein für
den Andenkenverkauf angefertigt. V o n seinen „Büchern" Hegt keines
veröffentlicht vor, doch zeigt sich in ihnen ganz offensichtlich auch der

18 Wenn diese Feststellung z u t r i f f t , so w e r d e n o b e n angestellte Überlegungen zur


Person des A u t o r s und der Entstehung des Büchleins natürlich hinfällig, aller-
dings ergibt sich damit n o c h keine Erklärung für m a n c h e Fragen, die Ausgangs-
p u n k t für diese Überlegungen waren.
19 S c h o n früher soll ein mit „ A . G a r c i a verfeindeter D o r f b e w o h n e r " dessen Z a u b e r -
figuren nachgeschnitten u n d auf d e m Bazar S á b a d o in San A n g e l , M é x i c o Stadt,
verkauft h a b e n ( T y r a k o w s k i 1 9 8 0 : 9 6 7 ) . S o l c h e Aussagen w e r f e n bisher in der
Literatur nicht behandelte Fragen auf. Hat j e d e r B r u j o seinen eigenen, unter-
scheidbaren Stil der Scherenschnitte? Ist das R e p e r t o i r der Z a u b e r f i g u r e n bei den
einzelnen Brujos verschieden, da sie auf verschiedene Z e r e m o n i e n spezialisiert
sind? K ö n n e n " e s p í r i t u s " ( G e i s t e r ) „ B e s i t z " eines Brujos sein?

78
Zwang zur Variation, zur thematischen Abwandlung, dem jede Markt-
produktion dieser Art unterliegt (s. Tyrakowski, 1980: 567, zur Ver-
marktung), und dem auch der „Altmeister" anheim gefallen ist.

LITERATURVERZEICHNIS

A n d e r s , Ferdinand
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79
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Abb. 1 . 1 - 8: Illustrationen zu den Abschnitten 1 und 6 - 8 . (Photo: Prem).

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Abb. 1.1- 8: Illustrationen zu den Abschnitten1und6-8.(Photo: Prem).

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Abb. 3 . 1 3 - 1 6 : Illustrationen zu den A b s c h n i t t e n 13 — 16. ( P h o t o : P r e m ) .

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Abb. 1 . 1 - 8: Illustrationen zu den Abschnitten 1und6-8.(Photo: Prem).

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Abb. 5 . 2 1 - 2 4 : Illustrationen zu den Abschnitten 2 1 - 2 4 . ( P h o t o : Prem).

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Abb. 1.1- 8: Illustrationen zu den Abschnitten1und6 - 8 .(Photo: Prem).

85