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MQ-QLD-15/V07 Promulgação do Manual da Qualidade da Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do

Promulgação do Manual da Qualidade da Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo

O Conselho de Administração da Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do

Montijo aprova e promulga o Manual da Qualidade, torna manifesta a Política da Qualidade, a Organização, os Processos e Procedimentos, declara que são vinculativos para todos os Colaboradores e formaliza os compromissos do Conselho de Administração no Sistema de Gestão da Qualidade.

O Sistema de Gestão da Associação rege-se pelos princípios da Norma NP EN ISO 9001 e pelos

requisitos de Certificação de Entidades Formadoras, de acordo com a Portaria nº851/2010, de 6 de setembro e tem por principal objetivo garantir a satisfação dos clientes através de uma gestão sólida e eficaz.

Este manual constitui a base para a melhoria contínua da Qualidade em todas as áreas da Associação, pelo que o seu cumprimento é obrigatório para todos os Colaboradores.

O Responsável da Qualidade, por delegação de poderes do Conselho de Administração, deverá

cumprir e fazer cumprir os requisitos estabelecidos neste Manual.

O Conselho de Administração:

Elaborado: Teresa Pacífico

Validado: Teresa Pacífico

Aprovado: João Martins

Ass:

Ass:

Ass:

Data:26/05/2015

Data:03/06/2015

Data:03/06/2015

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MQ-QLD-15/V07 INDICE CAPITULO I: GESTÃO DO MANUAL DA QUALIDADE 1. ESTRUTURA DO MANUAL 4 2. OBJETIVOS

INDICE

CAPITULO I: GESTÃO DO MANUAL DA QUALIDADE

1. ESTRUTURA DO MANUAL

4

2. OBJETIVOS DO MANUAL

4

3. EDIÇÃO E REVISÃO DO MANUAL

5

4. DISTRIBUIÇÃO E DIVULGAÇÃO

5

5. DEFINIÇÕES/SIGLAS UTILIZADAS

6

CAPITULO II: ASSOCIAÇÃO PARA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E DESENVOLVIMENTO DO MONTIJO

1.

ENQUADRAMENTO

8

1.1.

Evolução Histórica da ASSOCIAÇÃO

8

1.2.

Dados do Pacto Social

9

1.3.

Principais Atividades

10

1.4.

Instalações

22

2.

ORGANIZAÇÃO INTERNA - RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE

24

2.1

Competências da gestão

24

2.2

Delegação de autoridade

24

CAPITULO III: SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

1. CAMPO DE APLICAÇÃO DO SISTEMA

25

2. POLÍTICA E OBJETIVOS

25

3. PLANEAMENTO DA QUALIDADE

27

4. DOCUMENTAÇÃO DO SISTEMA

27

5. GESTÃO E MAPA DE PROCESSOS

28

6. COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO

33

7. REGISTO DE VERSÕES

33

Anexos Anexo 1 Organograma

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CAPITULO I: GESTÃO DO MANUAL DA QUALIDADE

1.|ESTRUTURA DO MANUAL

O Manual da Qualidade é o documento que explicita, divulga e documenta o sistema de gestão da qualidade

implementado na ASSOCIAÇÃO PARA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E DESENVOLVIMENTO DO MONTIJO, baseado na Norma NP EN ISO 9001.

A terminologia utilizada no Manual da Qualidade cumpre a

norma NP EN ISO 9000 e o Vocabulário Internacional de Metrologia.

O Manual da Qualidade é um documento controlado do Sistema de Gestão implementado, sendo

a sua identificação descrita pela designação de MQ-QLD15/V07, em que 15 corresponde ao ano

da edição e V07 indica a versão em vigor. Neste documento é descrito o campo de aplicação do SGQ, procedimentos aplicáveis, processos

e interação entre processos. O Manual da Qualidade encontra-se estruturado em 3 capítulos,

numerados de I a III, como consta no seu índice. O original existente em suporte de papel contém

a assinatura do responsável pela sua elaboração, validação e aprovação.

pela sua elaboração, validação e aprovação. 2.|OBJETIVOS DO MANUAL O Manual da Qualidade é o suporte

2.|OBJETIVOS DO MANUAL

O Manual da Qualidade é o suporte documental de referência da estratégia definida pelo

conselho de Administração para assegurar a Qualidade dos seus processos. Descreve o Sistema de Gestão da Qualidade estabelecido e tem como objetivo funcional constituir um permanente referencial para a aplicação e manutenção desse sistema. Pretende informar os clientes,

colaboradores e outros, da política, dos objetivos e das metodologias da Qualidade. Evidencia, através da apresentação do organograma e estrutura de funções, o empenho permanente de melhoria de todos os colaboradores.

apresentação do organograma e estrutura de funções, o empenho permanente de melhoria de todos os colaboradores.

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MQ-QLD-15/V07 3.|EDIÇÃO E REVISÃO DO MANUAL As edições são numeradas sequencialmente, iniciando-se em 01.

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3.|EDIÇÃO E REVISÃO DO MANUAL

As edições são numeradas sequencialmente, iniciando-se em 01. Encontra-se arquivado em suporte digital (ficheiros pdf) na pasta partilhada com o endereço \\Epm-afpdm\qualidade. Em suporte de papel existe um original arquivado na pasta “Sistema de Gestão da Qualidade”.

O MQ é revisto/atualizado, sempre que necessário. Quando, na revisão do Sistema de Gestão da

Qualidade, se identifica a necessidade de alterações no Manual da Qualidade, procede-se à sua revisão de modo a que este descreva, de forma atualizada, o sistema de Gestão da Qualidade da

ASSOCIAÇÃO.

Adicionalmente, sempre que se torne necessário, a ASSOCIAÇÃO ou ainda o Responsável da Qualidade, podem desencadear a realização de uma revisão extraordinária. Qualquer colaborador da ASSOCIAÇÃO pode sugerir alterações ao conteúdo do MQ; a alteração será analisada pelo RQ, que, se necessário, inicia um processo de revisão.

A revisão do Manual da Qualidade pode ser efetuada na sua globalidade ou pode incidir sobre

apenas algumas secções, sendo necessário proceder, em qualquer uma das duas situações, à alteração do número de revisão, registada na tabela do ponto 7 deste manual. O Responsável da Qualidade mantém em arquivo os originais obsoletos, em pasta devidamente identificada. No momento da revisão, caso não surjam alterações, deverá ser registado em ata ou na revisão pela gestão, que a revisão foi efetuada e que o documento se mantém válido até à data da próxima revisão.

4.|DISTRIBUIÇÃO E DIVULGAÇÃO

A aprovação do Manual da Qualidade é a declaração formal da aprovação dos Sistemas de Gestão implementados na ASSOCIAÇÃO de acordo com a norma NP EN ISO 9001.

As respetivas atualizações são publicadas na pasta \\Epm-afpdm\qualidade e divulgadas por

comunicação interna a todos os Colaboradores. Estes têm a responsabilidade de conhecer a

existência e o conteúdo do Manual da Qualidade, bem como de garantir a respetiva aplicação.

A divulgação externa efetua-se através do website da ASSOCIAÇÃO- www.epmontijo.edu.pt.

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MQ-QLD-15/V07 5.|DEFINIÇÕES/SIGLAS UTILIZADAS Revisão : Controlo documental provocado por alteração ou qualquer

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5.|DEFINIÇÕES/SIGLAS UTILIZADAS

Revisão: Controlo documental provocado por alteração ou qualquer modificação ao conteúdo do documento ou verificação do documento; Manual da qualidade: documento que específica o sistema de gestão da qualidade de uma organização; Processo: conjunto de atividades interrelacionadas e interatuantes que transformam entradas em saídas; Procedimento da Qualidade: Documento que descreve o que fazer no domínio de uma determinada atividade, com vista ao cumprimento dos requisitos enunciados; Instrução de Trabalho: Documento que descreve o modo de realizar uma atividade ou uma tarefa; Modelo: Formato que serve de base à elaboração de documentos ou registos; Melhoria contínua: Atividade permanente com vista a incrementar a capacidade para satisfazer requisitos; Política da qualidade: Conjunto de intenções e de orientações de uma organização, relacionadas com a qualidade, formalmente expressa pela gestão de topo.

ASSOCIAÇÃOcom a qualidade, formalmente expressa pela gestão de topo. ISO MQ NA NP EN SGQ RQ

ISOformalmente expressa pela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO MQ NA NP EN SGQ RQ SI PC PG

MQformalmente expressa pela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO NA NP EN SGQ RQ SI PC PG

NAexpressa pela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NP EN SGQ RQ SI PC PG PN

NP ENexpressa pela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA SGQ RQ SI PC PG PN PE

SGQexpressa pela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA NP EN RQ SI PC PG PN

RQpela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA NP EN SGQ SI PC PG PN PE

SIpela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA NP EN SGQ RQ PC PG PN PE

PCpela gestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA NP EN SGQ RQ SI PG PN PE

PGgestão de topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA NP EN SGQ RQ SI PC PN PE Associação

PNde topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA NP EN SGQ RQ SI PC PG PE Associação para

PEde topo. ASSOCIAÇÃO ISO MQ NA NP EN SGQ RQ SI PC PG PN Associação para

Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo International Standards Organization Manual da Qualidade Não Aplicável Norma Portuguesa European Norm Sistema de Gestão da Qualidade Responsável da Qualidade Sistemas de Informação Processo Chave Processo de Gestão Processo Normativo

Procedimento Especifico

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MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

SUP

MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

MAM

MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

MD

MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

NC

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AM

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ENP

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FCO

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GIP

MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

GAE

MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

OEP

MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

CRA

MQ-QLD-15/V07 SUP MAM MD NC AM ENP FCO GIP GAE OEP CRA Suporte Medição, Análise e

Suporte

Medição, Análise e Melhoria

Modelo

Não Conformidade

Ação de Melhoria

Ensino Profissional

Formação

Gabinete de Inserção Profissional

Gabinete de Apoio às Empresas

Gabinete de Orientação Escolar e Profissional

Conservatório Regional de Artes do Montijo

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CAPITULO II: ASSOCIAÇÃO PARA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E DESENVOLVIMENTO DO MONTIJO

1.

|ENQUADRAMENTO

1.1. |Evolução Histórica da ASSOCIAÇÃO

A E.P.M. - Escola Profissional de Montijo foi criada em 1991, a partir de Contrato-Programa assinado entre o Ministério da Educação e a Câmara Municipal de Montijo. Iniciou as suas atividades letivas em 1993 com dois cursos, Técnico da Indústria de Carnes e Técnico de Design Industrial. Desde então, a E.P.M. tem vindo a alargar a sua oferta formativa, contando atualmente com vinte e um Cursos Profissionais autorizados pelo Ministério da Educação. Paralelamente, a E.P.M. implementou, em parceria com o Centro de Emprego do Montijo, o Sistema de Aprendizagem, tutelado pelo Ministério do Trabalho e Solidariedade/I.E.F.P. Por força do Decreto-Lei n.º 4/98 de 8 de janeiro, a entidade promotora tomou a iniciativa da criação da Associação Para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo (Escritura

Os

Notarial de 14 de julho de 1999), que se constitui como entidade proprietária da E.P.M

Estatutos da Associação foram publicados no suplemento da III série do Diário da República n.º 196/99 de 23 de agosto e assinados pelos seguintes associados fundadores:

Câmara Municipal de Montijo;

Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça;

ALIS Associação Livre de Suinicultores;

ANIC - Associação Nacional dos Industriais de Carnes;

Centro Social de S. Pedro do Afonsoeiro.

 ANIC - Associação Nacional dos Industriais de Carnes;  Centro Social de S. Pedro do
 ANIC - Associação Nacional dos Industriais de Carnes;  Centro Social de S. Pedro do

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Em 2000 aderiu à Associação mais um associado, a Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal, atualmente designada por Associação do Comércio, Indústria, Serviços e Turismo do

Distrito de Setúbal (ACISTDS). Nesta medida, a Associação beneficia atualmente de um forte enraizamento local e regional, incluindo o concelho de Montijo e regiões limítrofes, com as quais mantém uma relação privilegiada, nomeadamente ao nível das acessibilidades. É de realçar o facto da constituição da Entidade refletir, através dos seus Associados, os interesses económicos e sociais desta região. Em dezembro de 2011 ocorreu a adesão da Associação Portuguesa de Produtores de Plantas e Flores Naturais. Em fevereiro de 2015, aderiram a Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, C.R.L. , a Primohorta-Sociedade de Produtores Hortícolas, Lda e a Sociedade Agrícola de Rio Frio S.A., como novos Associados.

A Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo/ E.P.M. encontra-se

reconhecida como Entidade Formadora pelo Ministério da Educação, nos termos do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 71/99, de 12 de março, e para os efeitos previstos no artigo 14º do Decreto-Lei 4/98 de 8 de Janeiro (Autorização Prévia de Funcionamento nº 78). Está abrangida pela exceção do Artigo 4º da Portaria n.º 851/2010, de 6 de setembro, como entidade equiparada a certificada pela DGERT. A AFPDM obteve a Certificação do Sistema de Gestão da Qualidade, em junho de 2011, pela APCER (norma de referência NP certificada pela EN ISO 9001), no âmbito da qualificação de

recursos humanos, através da intervenção na educação na formação e na dinâmica socioeconómica da região.

A AFPDM tem pautado a sua atividade em três grandes áreas de intervenção:

1-Educação/Formação

2-Apoio ao Tecido Empresarial e Integração na Vida Ativa 3-Intervenção Social e Comunitária

1.2. |Dados do Pacto Social

Denominação Social - Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo Nº de Identificação Fiscal - 504514547 Atividade Formação Profissional

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CAE 85320 Ensino Secundário, Tecnológico, Artístico e Profissional Objeto Social- Desenvolvimento da Formação Profissional e Qualificação dos Recursos Humanos, nos termos do Decreto-Lei número quatro/noventa e oito de oito de janeiro Registo na Conservatória- não aplicável Capital Social- não aplicável Data da Constituição 14/07/1999 Data de Início de Atividade 07/01/2000 Natureza Jurídica Associação

1.3. |Principais Atividades

1.3.1 |Educação e Formação

1.3.1.1 Formação Inicial

O Ensino Profissional tem sido, até à data, uma das principais atividades formativas da Associação, envolvendo um número significativo de formandos e formadores. Ao longo de cada ano letivo tem aumentado o número de jovens que desejam frequentar um curso na Escola Profissional de Montijo, o que tem possibilitado aumentar o número de turmas/formandos. Os Cursos Profissionais constituem um subsistema do Ensino Secundário juridicamente regulado pelo Decreto-Lei 4/98 de 8 de Janeiro. Os Cursos Profissionais conferem uma equivalência escolar correspondente ao 12.º ano e uma qualificação de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações. Deste modo, embora constitua a sua finalidade fundamental, a integração no mundo do trabalho, a equivalência escolar possibilita aos jovens o prosseguimento de estudos. As disciplinas dos Cursos Profissionais estão agrupadas em três áreas de formação e estruturadas segundo uma estrutura modular. A modularização determina métodos específicos de ensino-aprendizagem, assim como modalidades específicas de

A modularização determina métodos específicos de ensino-aprendizagem, assim como modalidades específicas de 10/34

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avaliação; a progressão ocorre, deste modo, de acordo com os ritmos diferenciados de aprendizagem dos formandos. O regime de progressão adotado no Ensino Profissional termina com a Prova de Aptidão Profissional, trabalho que assume a natureza de projeto transdisciplinar, em que se evidencia uma dimensão teórica, integradora dos saberes adquiridos e uma dimensão prática, em estreita ligação com o contexto de trabalho. A representação gráfica seguinte expressa a evolução do número de formandos desde o início da atividade até ao ano letivo 2014/2015.

desde o início da atividade até ao ano letivo 2014/2015. Fig. 1 – Número de formandos

Fig. 1 Número de formandos por ano letivo.

Neste momento a Escola possui Autorização Prévia de Funcionamento para os seguintes cursos:

CURSOS

PORTARIA

Técnico de Gestão de Ambiente

906/2005 de 26 de Setembro

Técnico de Artes Gráficas

1282/2006 de 21 de Novembro

Técnico de Construção Civil

1276/2006 de 21 de Novembro

Técnico de Design

1279/2006 de 21 de Novembro

Técnico de Informação BAD/Biblioteca e Serviços de Documentação

1305/2006 de 23 de Novembro

Animador Sociocultural

1280/2006 de 21 de Novembro

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Técnico de Manutenção Industrial

1312/2006 de 23 de Novembro

Técnico de Energias Renováveis

944/2005 de 28 de Setembro

Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho e Ambiente

891/2005 de 26 de Setembro

Técnico de Gestão e Programação dos Sistemas Informáticos

916/2005 de 26 de Setembro

Técnico de Serviços Jurídicos

1310/2006 de 23 de Novembro

Técnico de Instrumentista de Sopro e Percussão

221/2007 de 01 de Março

Técnico de Comunicação - Marketing, Relações Públicas e Publicidade

1286/2006 de 21 de Novembro

Técnico de Restauração

1319/2006 de 23 de Novembro

Técnico de Organização de Eventos

994/2007 de 28 de Agosto

Técnico de Turismo

1288/2006, de 21 de Novembro

Técnico de Secretariado

915/2005, de 26 de Setembro

Técnico de Instalações Elétricas

890/2005, de 26 de Setembro

Técnico de Apoio à Infância

1283/2006, de 21de Novembro

Técnico de Frio e Climatização

898/2005, de 26 de Setembro

Técnico de Apoio à Gestão Desportiva

176/2011, de 28 de Abril

A Associação possui ainda quatro serviços destinados aos formandos:

Biblioteca Escolarpossui ainda quatro serviços destinados aos formandos: Clube do Desporto Escolar Gabinete de Saúde e Cidadania

Clube do Desporto Escolarserviços destinados aos formandos: Biblioteca Escolar Gabinete de Saúde e Cidadania Gabinete de Orientação

Gabinete de Saúde e Cidadaniaaos formandos: Biblioteca Escolar Clube do Desporto Escolar Gabinete de Orientação Escolar e Profissional Estes

Gabinete de Orientação Escolar e ProfissionalClube do Desporto Escolar Gabinete de Saúde e Cidadania Estes serviços asseguram, a seleção dos formandos,

Estes serviços asseguram, a seleção dos formandos, o seu acompanhamento individual ou em grupo, ao longo do processo formativo, bem como o apoio ao desenvolvimento das relações interpessoais no interior da escola e com a comunidade, a promoção dos cuidados de saúde e a prática da atividade física. Permitem ainda disponibilizar espaços de lazer e de pesquisa de informação, não só em suporte físico (monografias, manuais, periódicos), como também digital (internet, recursos em CD e DVD).

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1.3.1.2 | Gabinete de Formação

MQ-QLD-15/V07 1.3.1.2 | Gabinete de Formação A qualificação dos recursos humanos constitui umas das prioridades da

A qualificação dos recursos humanos constitui umas das prioridades da AFPDM, considerando que

a melhoria dos níveis de qualificação se revela uma estratégia de sustentabilidade de um novo modelo de desenvolvimento, baseado na inovação e no conhecimento, promovendo uma

cidadania de participação.

O gabinete de formação apresenta como principais atividades:

Divulgação e implementação de ações de formação profissional financiadas e não financiadas dirigidas ao público em geral;gabinete de formação apresenta como principais atividades: Divulgação e implementação de ações de formação

Divulgação e implementação de ações de formação financiadas e não financiadas dirigidas às organizações - Formação à Medida - respondendo às necessidades formativas previamente identificadas, bem como, à imposição legal (Lei N.º07/2009, de 12 de Fevereiro e Portaria N.º 55/2010, de 21 de Janeiro), através da elaboração do diagnóstico de necessidades de formação das organizações, do planeamento estratégico da formação profissional a implementar, da organização, implementação e acompanhamento da formação. O Gabinete de Formação divulga Iniciativas Comunitárias, apoiando as organizações na elaboração de candidaturas a programas cofinanciados, no âmbito de projetos de formação através da realização do diagnóstico das necessidades de formação do apoio na estruturação do Plano de Formação e análise prévia da viabilidade da candidatura, na Submissão da Candidatura e planeamento e execução das ações de formação e gestão pedagógica e financeira dos projetos.implementação de ações de formação profissional financiadas e não financiadas dirigidas ao público em geral; 13/34

da Candidatura e planeamento e execução das ações de formação e gestão pedagógica e financeira dos

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1.3.1.3 |Conservatório Regional de Artes do Montijo

A AFPDM é proprietária do CRAM, uma escola que

promove e ensino especializado de música e que oferece formação nos cursos de iniciação (1º ciclo), 2ºciclo e 3ºciclo (básico), nos regimes articulado e supletivo e, também cursos livres. É detentora de autonomia pedagógica e dotada de corpo docente altamente qualificado (nível europeu). Outras valências deste projeto são também a Dança, o Teatro e as Artes Plásticas. A existência de um projeto desta natureza garante a dinamização das salas de espetáculos, promovendo um produto cultural local.

O ensino artístico não só promove a aquisição de competências nos domínios da execução

artística especializada a nível vocacional como também ajuda a formar pessoas, desenvolvendo

aprofundadamente o seu sentido estético e capacidade crítica.

O objetivo da abertura desta Escola visa suprir a insuficiente oferta de quantidade e de qualidade

de ensino nesta área face à necessidade do número populacional deste concelho, oferecendo ainda a possibilidade de frequência do regime articulado, estando a gratuitidade do mesmo dependente do financiamento a conceder pelo Ministério da Educação, ao CRAM. Outro objetivo deste projeto é fomentar uma interação das áreas da Música, Teatro e Dança, de forma a promover espetáculos de grandes dimensões para os quais serão estabelecidas parcerias com coletividades diversas, entre as quais o Cinema-Teatro do Montijo.

A Escola de Música tem

vindo a as vertentes de "Teatro" e "Dança". A interdisciplinaridade só

poderá desenvolver este projeto de uma forma mais sólida, criando uma maior sustentabilidade e oferecendo uma grande variedade de cursos de artes performativas aos jovens.

No início de 2010 foi enviado à Direção Regional de Lisboa e Vale do Tejo o processo documental

aos jovens. No início de 2010 foi enviado à Direção Regional de Lisboa e Vale do
aos jovens. No início de 2010 foi enviado à Direção Regional de Lisboa e Vale do

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necessário à emissão da Autorização Prévia de Funcionamento. A Câmara Municipal de Montijo apoiou de imediato a ideia, que considerou de grande relevância, tendo disponibilizado as atuais instalações para que aí fosse instalado o CRAM. A AFPDM garantiu o apoio financeiro para a aquisição dos instrumentos necessários para o funcionamento do CRAM e para adaptar as instalações ao funcionamento dos cursos de Música e Dança. Estavam reunidas as condições mínimas para consolidar este projeto de tão grande importância para o desenvolvimento cultural da região. Atualmente, o CRAM conta com 163 alunos inscritos na Música, 86 na Dança e 630 alunos a frequentar várias modalidades através das parcerias estabelecidas com jardim-de- infância e escolas do ensino básico do concelho de Montijo e Alcochete.

1.3.1.4 |Programa Erasmus+ Mobilidade de Jovens no Espaço Europeu

Desde 2004 que a AFPDM, ao abrigo do Programa de

Aprendizagem

um elevado número de jovens de toda a Europa, proporcionando

e oferecendo a primeira experiência aos jovens no mundo do

trabalho. Por forma a conseguir proporcionar esta experiência, a AFPDM estabeleceu uma série

de parcerias com instituições da região, bem como com o município. É um Programa da União Europeia para a educação, formação, juventude e desporto para 2014-2020. Atulmente denominado por ERASMUS+, substitui vários programas da UE, abrangendo todos os sectores da educação: o Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida - Erasmus (ensino superior), Leonardo da Vinci (formação profissional), Comenius (ensino médio), Grundtvig (educação de adultos), Juventude em Ação (parceria com o Gabinete de Juventude - CMM) e cinco programas internacionais (Erasmus Mundus, Tempus, Alfa, EDULINK e o programa de cooperação com os países industrializados).

o programa de cooperação com os países industrializados). ao longo da Vida - Leonardo Da Vinci-

ao longo da Vida - Leonardo Da Vinci- envia e acolhe

1.3.1.5 |Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional

O CQEP da AFPDM é uma estrutura do Sistema Nacional de

Qualificações e assume um papel determinante na construção de pontes entre os mundos da educação, da formação e do

e assume um papel determinante na construção de pontes entre os mundos da educação, da formação

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emprego, numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida.

O CQEP destina-se a todos os que procuram uma qualificação, tendo em vista o prosseguimento

de estudos e/ou uma transição/reconversão para o mercado de trabalho, nomeadamente:

Jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar Jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar o último ano de escolaridade do ensino básico;

Adultos com idade igual ou superior a 18 anos, com necessidades de aquisição e reforço Adultos com idade igual ou superior a 18 anos, com necessidades de aquisição e reforço de conhecimentos e competências.

A

atividade do CQEP centra-se:

Na informação, orientação e encaminhamento de jovens e de adultos que procurem uma formação escolar, profissional ou de dupla certificação e ou visem uma integração qualificada no mercado de emprego;A atividade do CQEP centra-se: No desenvolvimento de processos de reconhecimento, validação e certificação de

No desenvolvimento de processos de reconhecimento, validação e certificação de competências, adiante designados processos de RVCC, adquiridas pelos adultos ao longo da vida, por vias formais, informais e não formais, nas vertentes escolar, profissional ou de dupla certificação, em estreita articulação com outras intervenções de formação qualificantes.ou visem uma integração qualificada no mercado de emprego; O referido serviço desenvolve as suas atividades

O

referido serviço desenvolve as suas atividades de acordo com as seguintes atribuições:

Informação, orientação e encaminhamento de jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar o último ano de escolaridade do ensino básico, tendo por base as diferentes ofertas de educação e formação profissional, as possibilidades de prosseguimento de estudos e as oportunidades de emprego, procurando adequar as opções aos perfis, às necessidades, às motivações, às expectativasas suas atividades de acordo com as seguintes atribuições: e capacidades individuais; informação,

e

capacidades individuais;

informação, orientação e encaminhamento de adultos, com idade igual ou superior a 18A

A

anos de idade, tendo por base as diferentes modalidades de qualificação, designadamente o reconhecimento de competências ou ofertas de educação e formação profissional, as oportunidades de emprego ou de progressão profissional, procurando

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adequar as opções aos perfis, às necessidades, às motivações, às expectativas e

capacidades individuais;

O desenvolvimento de ações de informação e divulgação no âmbito de escolas do ensino

O

desenvolvimento de ações de informação e divulgação no âmbito de escolas do ensino

básico e secundário, de centros do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, I.P.

(IEFP,I.P.), de entidades formadoras certificadas nos termos legalmente previstos e de

empresas e outros empregadores, sobre as ofertas de educação e formação profissional

disponíveis e ou sobre a relevância da aprendizagem ao longo da vida;

O desenvolvimento de processos de RVCC, nas vertentes escolares, profissional ou de

O

desenvolvimento de processos de RVCC, nas vertentes escolares, profissional ou de

dupla certificação, com base nos referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações

(CNQ), designadamente:

RVCC escolar de nível básico e secundárioCatálogo Nacional de Qualificações (CNQ), designadamente: RVCC de dupla certificação nas áreas: o 341 –

RVCC de dupla certificação nas áreas:designadamente: RVCC escolar de nível básico e secundário o 341 – Comércio o 344 – Contabilidade

o

341 Comércio

o

344 Contabilidade e Fiscalidade

o

522 Eletricidade e Energia

1.3.2 | Apoio ao Tecido Empresarial e Integração na Vida Ativa

1.3.2.1 | GIP - Gabinete de Inserção Profissional

O GIP destina-se a apoiar, divulgando os programas em vigor no IEFP, jovens e adultos desempregados, na definição ou desenvolvimento do seu percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho, em parceria com o Centro de Emprego do Sul do Tejo.

Tem como principais atividades:

de Emprego do Sul do Tejo. Tem como principais atividades: Informação profissional para jovens e adultos

Informação profissional para jovens e adultos desempregados;de Emprego do Sul do Tejo. Tem como principais atividades: Acompanhamento personalizado dos desempregados em fase

Acompanhamento personalizado dos desempregados em fase de inserção ou reinserçãoprofissional para jovens e adultos desempregados; profissional; Divulgação de ofertas de emprego e

profissional;

Divulgação de ofertas de emprego e atividades de colocação;dos desempregados em fase de inserção ou reinserção profissional; Encaminhamento para ofertas de qualificação; 17/34

Encaminhamento para ofertas de qualificação;em fase de inserção ou reinserção profissional; Divulgação de ofertas de emprego e atividades de colocação;

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MQ-QLD-15/V07

Divulgação e encaminhamento para medidas de apoio ao emprego, qualificação e empreendedorismo;MQ-QLD-15/V07 Motivação e apoio à participação em ocupações temporárias ou atividades em regime de voluntariado,

Motivação e apoio à participação em ocupações temporárias ou atividades em regime de voluntariado, que facilitem a inserção no mercado de trabalho;de apoio ao emprego, qualificação e empreendedorismo; Controlo de apresentação periódica dos beneficiários das

Controlo de apresentação periódica dos beneficiários das prestações de desemprego.que facilitem a inserção no mercado de trabalho; 1.3.2.2 | GAE - Gabinete de Apoio às

1.3.2.2 | GAE - Gabinete de Apoio às Empresas

O GAE procura apoiar as empresas da região na elaboração de projetos de formação que

procurem ir ao encontro das necessidades das mesmas, disponibilizando um serviço de Formação

à Medida. Apoia as empresas na elaboração de candidaturas a Medidas Ativas de Emprego

(financiadas pelo IEFP), organizando estágios profissionais e estágios curriculares.

O GAE orienta, aconselha e promove a empregabilidade dos formandos, representando assim,

uma ponte entre quem procura um primeiro contacto com o mercado de trabalho ou emprego e

as potenciais entidades empregadoras. Nesta perspetiva, a colaboração recíproca entre a Escola e

o tecido empresarial, é primordial por forma a conceder a efetivação de estágios aos formandos que irão iniciar a sua vida profissional.

Principais objetivos do GAE:

Estreitar as ligações entre os alunos e o meio empresarial, promovendo desde os primeiros anos dos Cursos, experiências profissionais decisivas na formação, desenvolvendo estratégias de cooperação de modo a criar condições de uma aproximação dos formandos à realidade empresarial;a sua vida profissional. Principais objetivos do GAE: Divulgar e realizar estágios financiados através das

Divulgar e realizar estágios financiados através das Medidas de Apoio ao Emprego do IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional junto do meio empresarial;de uma aproximação dos formandos à realidade empresarial; Apoiar o recrutamento e seleção de formandos para

Apoiar o recrutamento e seleção de formandos para empresas;Emprego e Formação Profissional junto do meio empresarial; Divulgar, junto da comunidade educativa, ações de

Divulgar, junto da comunidade educativa, ações de formação profissional ou Medidas de Apoio ao emprego e/ou emprego potenciadoras da inserção profissional dos diplomados;o recrutamento e seleção de formandos para empresas; Gerir contactos através de acompanhamento personalizado a

Gerir contactos através de acompanhamento personalizado a potenciais candidatos;potenciadoras da inserção profissional dos diplomados; Criar e manter canais de contacto entre a Escola e

Criar e manter canais de contacto entre a Escola e antigos formandos;de acompanhamento personalizado a potenciais candidatos; Rececionar oportunidades de emprego; Celebrar protocolos com

Rececionar oportunidades de emprego;e manter canais de contacto entre a Escola e antigos formandos; Celebrar protocolos com diversas instituições.

Celebrar protocolos com diversas instituições.Criar e manter canais de contacto entre a Escola e antigos formandos; Rececionar oportunidades de emprego;

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MQ-QLD-15/V07

MQ-QLD-15/V07 1.3.2.3| GGE - Gabinete de Gestão de Eventos Organização e realização de eventos para empresas/outras

1.3.2.3| GGE - Gabinete de Gestão de Eventos Organização e realização de eventos para empresas/outras entidades, incluindo serviço de hospedeiras, catering e/ou coffee-break para eventos como conferências, seminários, reuniões, festas, entre outras.

1.3.3.| Intervenção Social e Comunitária

1.3.3.1| Projeto TU KONT@S+ |E5G (5ª Geração)

A entidade possui ainda outro projeto denominado TU KONT@S+

|E5G (5ª Geração), um projeto apoiado pelo Programa Escolhas desde Dezembro de 2006, com a missão de promover a saúde e a inclusão social de crianças, jovens e famílias, assim como, de imigrantes e minorias étnicas do Concelho de Montijo, nomeadamente em contextos socioeconómicos mais vulneráveis. O Projeto é promovido pela Câmara Municipal de Montijo e gerido pela Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo, em articulação com outras entidades de

carácter social, educativo e saúde da comunidade.

A dinâmica do Projeto TU KONT@S+ |E5G (5ª Geração) vai ao encontro das necessidades,

interesses e dificuldades dos seus destinatários através do planeamento, implementação e avaliação de um conjunto diversificado de atividades gratuitas de natureza lúdico-pedagógica, educativa, desportiva, cultural e formativa. Pretende-se desenvolver competências pessoais, sociais, profissionais e parentais através do atendimento individualizado, formação de grupos de jovens e familiares mediadores na prevenção de comportamentos de risco, formação e integração profissional de jovens em risco de abandono escolar, integração da comunidade imigrante e formação certificada em novas tecnologias da informação. Nestes últimos dois anos de intervenção, o projeto regista um participação global de 546 indivíduos nas diferentes medidas e áreas estratégicas, com envolvimento de 86 participantes diretos e 464 indiretos, dos quais 123 familiares.

e áreas estratégicas, com envolvimento de 86 participantes diretos e 464 indiretos, dos quais 123 familiares.

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MQ-QLD-15/V07

MQ-QLD-15/V07 1.3.3.2| Parceiro da Rede Social do Montijo (Núcleo Executivo) e de Alcochete A AFPDM é

1.3.3.2| Parceiro da Rede Social do Montijo (Núcleo Executivo) e de Alcochete

da Rede Social do Montijo (Núcleo Executivo) e de Alcochete A AFPDM é entidade parceira da

A AFPDM é entidade parceira da Rede Social do Montijo, sendo membro do Núcleo Executivo do Conselho Local de Ação Social desde 2008 e da Rede Social de Alcochete, dada a proximidade territorial, população escolar e projetos sociais em comum. A Rede Social do Montijo foi criada através da Resolução do Conselho de Ministros nº 197/97, de 18 de Novembro. É um programa que promove o desenvolvimento social local e que pretende constituir redes de apoio social, envolvendo toda a comunidade de forma a resolver, eficaz e eficientemente, os problemas sociais de cada localidade. Pretende-se criar parcerias efetivas entre várias entidades, nomeadamente, autarquias, entidades públicas e privadas sem fins lucrativos, de modo a criar novas formas de conjugação de esforços, garantindo uma maior eficácia das respostas sociais.

1.3.3.3| Monitorização Rendimento Social e Inserção RSI

Monitorização Rendimento Social e Inserção – RSI No que concerne a intervenção social a AFPDM possui

No que concerne a intervenção social a AFPDM possui um protocolo Rendimento Social de Inserção com a Segurança Social desde fevereiro de 2010, onde uma equipa constituída por 7 técnicos superiores e 11 ajudantes de ação direta têm a responsabilidade de fazer o acompanhamento dos beneficiários de RSI, nos concelhos do Montijo e Alcochete, sendo a mesma um dos principais pilares de apoio à integração destes utentes na comunidade e no seu reingresso ao mercado de trabalho. Presentemente, cerca de 578 famílias do concelho do Montijo encontram-se abrangidas pela medida. Após 3 anos de trabalho no terreno a avaliação da intervenção desta equipa permite-nos conhecer a realidade mais aprofundadamente constatando como principais constrangimentos para o reingresso destas pessoas na vida ativa o baixo nível de habilitações académicas, pessoais, profissionais e sociais.

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1.3.3.4| Projeto Junto de Si

MQ-QLD-15/V07 1.3.3.4| Projeto Junto de Si Ainda de caráter social, a AFPDM é detentora, desde Abril

Ainda de caráter social, a AFPDM é detentora, desde Abril de 2012, de um projeto denominado Junto de Si, dinamizado através de uma parceria que envolve a Câmara Municipal do Montijo e a Cruz Vermelha Portuguesa (Núcleo do Montijo). Esta parceria pretende aumentar a participação de adultos com mais de 50 anos nas atividades desportivas e recreativas e elevar a qualidade de vida da população, em situação de maior vulnerabilidade social, com a preocupação fulcral de quebrar o isolamento e incrementar o convívio intergeracional. As atividades propostas pretendem responder de forma dinâmica às necessidades sentidas pelo público-alvo. Assim. São dinamizadas duas Academias Sénior localizadas na União de Freguesias de Atalaia e Alto Estanqueiro/ Jardia e freguesias de Canha e União das Freguesias de Pegões. São realizados passeios, visitas de estudo e outras atividades que promovam o convívio entre os alunos e o contato com ofertas culturais diversificadas, Workshops com temáticas diversificadas:

Colónias Balneares, ateliers de Informática, Artes, Língua Portuguesa.

ateliers de Informática, Artes, Língua Portuguesa. Alto Estanqueiro/ Jard Os projetos acima descritos,

Alto Estanqueiro/ Jard

Os projetos acima descritos, nomeadamente, Programa Erasmus+ Mobilidade de Jovens no Espaço Europeu e todos os projetos de Intervenção Social e Comunitária não estão inseridos no Sistema de Gestão da Qualidade em virtude de terem como entidade promotora a Autarquia do Montijo. Contudo, representam um forte eixo de intervenção no tecido socioeconómico da região.

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MQ-QLD-15/V07 1.4.| Instalações As instalações da AFPDM/EPM localizam-se na Freguesia do Afonsoeiro, junto à rotunda

MQ-QLD-15/V07

1.4.| Instalações

As instalações da AFPDM/EPM localizam-se na Freguesia do Afonsoeiro, junto à rotunda das "Portas da Cidade".

A 1ª fase de construção da escola inclui 13 salas, 12 salas para pequenos grupos, 1 oficina, 1

laboratório, espaços de apoio, sala de formadores, refeitório e sala de convívio de formandos.

de formadores, refeitório e sala de convívio de formandos. Esta fase foi financiada através do anterior
de formadores, refeitório e sala de convívio de formandos. Esta fase foi financiada através do anterior
de formadores, refeitório e sala de convívio de formandos. Esta fase foi financiada através do anterior
de formadores, refeitório e sala de convívio de formandos. Esta fase foi financiada através do anterior

Esta fase foi financiada através do anterior quadro comunitário e com recurso a crédito bancário.

Os encargos bancários resultantes deste investimento não têm permitido iniciar o polo oficinal

que materializa a 2ª fase deste projeto. Ciente do investimento, o Conselho de Administração

decidiu construir o polo oficinal em duas fases. Na primeira fase será construída um espaço para

formação na área alimentar, um outro na área da manutenção e eletricidade e um terceiro na

área automóvel. Este investimento é fundamental para consolidar o projeto da Associação que

assim ficaria dotada de condições para a formação prática, fundamental para que os seus utentes

possam adquirir novas competências em áreas de empregabilidade reconhecidas.

Rua José de Almada Negreiros, nº 217, 2870-442 Montijo

Telefone: 21 231 38 62 21 231 37 42

Telemóvel: 91 226 61 19

Fax: 21 231 36 85

Site: www.epmontijo.edu.pt

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MQ-QLD-15/V07 Planta do Edifício 23/34

Planta do Edifício

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2. ORGANIZAÇÃO INTERNA - RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE

2.1 | Competências da Gestão

Cabe ao Conselho de Administração, entre outras, as seguintes competências:

Definir e manter a estratégia da ASSOCIAÇÃO; Planear e controlar a Gestão; Gerir a relação entre parceiros e entidades Oficiais; Representar a ASSOCIAÇÃO junto de várias instituições ao nível administrativo, financeiro e jurídico; Assegurar os recursos financeiros indispensáveis ao funcionamento da Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo/Escola Profissional do Montijo e proceder à gestão económica e financeira; Responder pela correta aplicação dos financiamentos concedidos; Assegurar a gestão administrativa e pedagógica da Escola Profissional do Montijo ao nível dos processos de formandos, validação de certificados, bem como o acompanhamento do processo educativo; Promover a criação de parcerias e protocolos com empresas e instituições de modo a envolver a ASSOCIAÇÃO com o tecido empresarial e social, promovendo assim a empregabilidade dos jovens formandos da Escola Profissional do Montijo; Desenvolver ações junto de empresas e de ativos no sentido de ajustar ofertas de formação às suas necessidades; Garantir os recursos humanos e físicos necessários ao desenvolvimento das atividades; Promover a realização de auditorias internas e de revisões periódicas do sistema da qualidade; As competências para todas as s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos.

s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho
s funções estão definidas no Manual de Recursos Humanos. 2.2. | Delegação de autoridade O conselho

2.2. | Delegação de autoridade

O conselho de Administração nomeou o Responsável da Qualidade como seu representante permanente do SGQ, tendo sido delegada a autoridade e responsabilidade para:

Acompanhar a definição e implementação do Sistema de Gestão da Qualidade;

a autoridade e responsabilidade para: Acompanhar a definição e implementação do Sistema de Gestão da Qualidade;

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MQ-QLD-15/V07

Assegurar que todos os níveis da organização têm consciência dos procedimentos estabelecidos e conhecimento dos que lhes dizem funcionalmente respeito;MQ-QLD-15/V07 Elaborar o manual da qualidade e seus anexos; Estabelecer, implementar e manter os processos necessários

Elaborar o manual da qualidade e seus anexos;e conhecimento dos que lhes dizem funcionalmente respeito; Estabelecer, implementar e manter os processos necessários

Estabelecer, implementar e manter os processos necessários para o sistema de melhoria contínua;respeito; Elaborar o manual da qualidade e seus anexos; Informar o Conselho de Administração sobre o

Informar o Conselho de Administração sobre o desempenho do sistema de gestão da qualidade e qualquer necessidade de melhoria;processos necessários para o sistema de melhoria contínua; Promover o envolvimento dos colaboradores no desenvolvimento

Promover o envolvimento dos colaboradores no desenvolvimento do SGQ;de gestão da qualidade e qualquer necessidade de melhoria; Tratar as reclamações no âmbito do Sistema

Tratar as reclamações no âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade;o envolvimento dos colaboradores no desenvolvimento do SGQ; Planificar e Coordenar as Auditorias Internas da Qualidade;

Planificar e Coordenar as Auditorias Internas da Qualidade;reclamações no âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade; Introduzir Ações de Melhoria; Analisar Reclamações e

Introduzir Ações de Melhoria;Planificar e Coordenar as Auditorias Internas da Qualidade; Analisar Reclamações e Não Conformidades; Efetuar a

Analisar Reclamações e Não Conformidades;Internas da Qualidade; Introduzir Ações de Melhoria; Efetuar a interface com a Entidade Certificadora; Avaliar a

Efetuar a interface com a Entidade Certificadora;de Melhoria; Analisar Reclamações e Não Conformidades; Avaliar a satisfação dos Clientes; Avaliar o Desempenho

Avaliar a satisfação dos Clientes;Efetuar a interface com a Entidade Certificadora; Avaliar o Desempenho dos Processos. CAPITULO III: SISTEMA DE

Avaliar o Desempenho dos Processos.Entidade Certificadora; Avaliar a satisfação dos Clientes; CAPITULO III: SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 1. |

CAPITULO III: SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

1.

| CAMPO DE APLICAÇÃO DO SISTEMA

O

âmbito da certificação da Associação é a “Qualificação de recursos humanos através da

intervenção na educação, na formação e na dinâmica socioeconómica da região.”

O

Sistema da Qualidade da ASSOCIAÇÃO aplica-se a todas as suas atividades, nomeadamente

as

que estão descritas nos respetivos processos chave.

Foram excluídas as atividades relativas a parcerias, nas quais a Associação tem uma participação mais “passiva”.

Exclusões:

7.6 “Controlo do Equipamento de Monitorização e de Medição”

2. POLÍTICA E OBJETIVOS

A Política é divulgada internamente e encontra-se afixada em local público. Os objetivos da

qualidade e respetivas metas são definidos e estabelecidos de modo a que sejam mensuráveis

e consistentes com a Política da Qualidade. São definidos anualmente e constam da documentação relativa ao Plano de Atividades e Orçamento.

25/34

MQ-QLD-15/V07

MISSÃO

A Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento de Montijo é uma entidade que

se dedica à qualificação dos recursos humanos da região em que se insere, pela intervenção na educação, na formação e na dinâmica socioeconómica em áreas diversificadas, estabelecendo

parcerias estratégicas, dinâmicas e funcionais.

VISÃO

A Associação pretende destacar-se como organização de referência, inovadora e competitiva,

pautando a sua ação pelas boas práticas e metodologias de trabalho no desenvolvimento da

formação e na prestação de serviços de consultadoria.

LINHAS DE POLITICA

Satisfação dos Clientes, empresas e instituições, desenvolvendo uma politica de melhoria contínua e de avaliação do serviço prestado;de serviços de consultadoria. LINHAS DE POLITICA Implementação de uma cultura organizacional capaz de

Implementação de uma cultura organizacional capaz de fomentar a motivação, o envolvimento e a formação dos colaboradores;de melhoria contínua e de avaliação do serviço prestado; Reforço de ligações e parcerias tendo em

Reforço de ligações e parcerias tendo em vista a consolidação da Associação na Região;o envolvimento e a formação dos colaboradores; Espírito de equipa, coesão e entreajuda; Reconhecimento e

Espírito de equipa, coesão e entreajuda;tendo em vista a consolidação da Associação na Região; Reconhecimento e valorização contínua de recursos

Reconhecimento e valorização contínua de recursos humanos;na Região; Espírito de equipa, coesão e entreajuda; Rigor, ética, dinamismo e honestidade; Inovação nos

Rigor, ética, dinamismo e honestidade;e valorização contínua de recursos humanos; Inovação nos produtos e serviços; Melhoria dos Recursos

Inovação nos produtos e serviços;de recursos humanos; Rigor, ética, dinamismo e honestidade; Melhoria dos Recursos materiais e tecnológicos; Garantia da

Melhoria dos Recursos materiais e tecnológicos;e honestidade; Inovação nos produtos e serviços; Garantia da autossustentabilidade da organização; Melhoria

Garantia da autossustentabilidade da organização;serviços; Melhoria dos Recursos materiais e tecnológicos; Melhoria contínua da eficácia do Sistema de Gestão da

Melhoria contínua da eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade;Garantia da autossustentabilidade da organização; Desempenho de um papel ativo na sua responsabilidade social

Desempenho de um papel ativo na sua responsabilidade social promovendo boas práticas na área de desenvolvimento sustentável.da autossustentabilidade da organização; Melhoria contínua da eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade; 26/34

26/34

MQ-QLD-15/V07

3. | PLANEAMENTO DA QUALIDADE

A operacionalização das atividades, agrupadas em Processos e Procedimentos, é descrita para

que se possam definir, formar e praticar políticas de atuação, garantindo a gestão, a concretização e o controlo planeado ao nível de Objetivos e assegurando o cumprimento dos

requisitos normativos do Sistema de Gestão da Qualidade. O Conselho de Administração promove a sua revisão periódica, com base na qual são

planeadas as ações a implementar, conduzidas de forma planeada e sistemática de modo a garantir a integridade e melhoria do sistema.

A metodologia de Planeamento do SGQ implementada compreende as ações necessárias para

assegurar a permanente eficácia do SGQ e que constam da pasta do Sistema de Gestão da

Qualidade da Associação.

4. | DOCUMENTAÇÃO DO SISTEMA

A ASSOCIAÇÃO estruturou o seu Sistema de Gestão da Qualidade num conjunto hierarquizado, suportado por diferentes tipos de documentos:

Estatutos (EST- sigla do Processo ou atividade-XX);hierarquizado, suportado por diferentes tipos de documentos: Regulamentos (REG-sigla do Processo ou atividade-XX);

Regulamentos (REG-sigla do Processo ou atividade-XX);Estatutos (EST- sigla do Processo ou atividade-XX); Manuais de Apoio (MAN-sigla do Processo ou atividade-XX) e

Manuais de Apoio (MAN-sigla do Processo ou atividade-XX) e Manual da Qualidade (MQ-QLD-XX):Regulamentos (REG-sigla do Processo ou atividade-XX); Processos Chave (PC-YYY-XX) e de Gestão (PG-YYY-XX);

Processos Chave (PC-YYY-XX) e de Gestão (PG-YYY-XX);Processo ou atividade-XX) e Manual da Qualidade (MQ-QLD-XX): Procedimentos Normativos da Qualidade (PN-QLD-XX);

Procedimentos Normativos da Qualidade (PN-QLD-XX);Processos Chave (PC-YYY-XX) e de Gestão (PG-YYY-XX); Procedimentos Específicos de Suporte (PE-SUP-XX) e Melhoria

Procedimentos Específicos de Suporte (PE-SUP-XX) e Melhoria (PE-MAM-XX);Procedimentos Normativos da Qualidade (PN-QLD-XX); Instruções de Trabalho (IT-sigla da área-XX); Guias (GAP-

Instruções de Trabalho (IT-sigla da área-XX);Específicos de Suporte (PE-SUP-XX) e Melhoria (PE-MAM-XX); Guias (GAP- sigla do Processo ou atividade-XX),

Guias (GAP- sigla do Processo ou atividade-XX),Instruções de Trabalho (IT-sigla da área-XX); Modelos/Registos (MDXX-VXX/ XX-XX-XXXX); Legislação

Modelos/Registos (MDXX-VXX/ XX-XX-XXXX);de Trabalho (IT-sigla da área-XX); Guias (GAP- sigla do Processo ou atividade-XX), Legislação Aplicável. 27/34

Legislação Aplicável.(IT-sigla da área-XX); Guias (GAP- sigla do Processo ou atividade-XX), Modelos/Registos (MDXX-VXX/ XX-XX-XXXX); 27/34

27/34

MQ-QLD-15/V07

PIRÂMIDE DA DOCUMENTAÇÃO

Política da Qualidade Estatutos Regulamentos Manuais Processos Procedimentos Instruções de Trabalho Guias
Política da Qualidade
Estatutos
Regulamentos
Manuais
Processos
Procedimentos
Instruções de Trabalho
Guias
Modelos

5. |GESTÃO E MAPA DE PROCESSOS

A ASSOCIAÇÃO tem a sua organização e modo de funcionamento descritos na forma de

processos. A gestão dos Processos, na sua forma global, é assegurada pelo Responsável da

Qualidade. Para os Processos são estabelecidos objetivos, indicadores e respetivas metas a atingir, sendo

os responsáveis os respetivos gestores de processos.

Periodicamente é elaborado um relatório de controlo de gestão que monitoriza os desvios dos indicadores face às metas estabelecidas.

28/34

MQ-QLD-15/V07

RESPONSABILIDADE DA GESTÃO

Requisitos do Cliente e Sistema Requisitos assegurados Politica Qualidade Legislação, Contratos, Acordos Plano de
Requisitos do Cliente e Sistema
Requisitos assegurados
Politica Qualidade
Legislação, Contratos, Acordos
Plano de Atividade e Orçamento
Objetivos e Metas
(PE-SUP-01)
Comunicação (PE-SUP-13)
AC/AP
Homologação de Cursos (PE-SUP-01)
Acções de Melhoria
Revisão do Sistema (PN-QLD-06)
Mapa de Objetivos e Metas
Revisão do Sistema
Plano Atividades
e Orçamento
Mapa
de RH
Plano da Qualidade e
Mapa de Objetivos e Metas
GESTÃO DE RECURSOS
Avaliação de Desempenho de Colaboradores (PE-MAM-04)
Avaliação de Fornecedores (PE-MAM-03)
GESTÃO DA QUALIDADE
Manutenção de Equipamentos e Viaturas (PE-SUP-03)
Controlo de Documentos e Registos (PN-QLD-01)
Gestão de Sistema Infomático (PE-SUP-05)
Ações Corretivas, Preventivas e de Melhoria
Formação Interna (PE-SUP-06)
Plano Atividades
Controlo de Produto e Serviço não Conforme
Recrutamento e Seleção de Colaboradores (PE-SUP-07)
e Orçamento
(PN-QLD-04)
Entrada e Saída de Correspondência (PE-SUP-08)
Auditorias Internas (PN-QLD-05)
Propriedade do Cliente (PE-SUP-09)
Avaliação de Desempenho de Processos (PE-MAM-01)
Compras (PE-SUP-10)
AC/AP
Avaliação da Satisfação do Cliente (PE-MAM-02)
Ações de
Melhoria
Biblioteca Escolar (PE-SUP-11)
Reclamações (PE-MAM-06)
Orientação Escolar e Profissional (PE-SUP-12)
Gestão de Tesouraria (PE-SUP-14)
Gestão de Eventos (PE-SUP-15)
Desporto Escolar (PE-SUP-18)
Parcerias CRAM (PE-SUP-19)
Relatório d
e Auditoria
Indicadores de Processo
Plano at
ividades
PROCESSOS CHAVE
AC/AP
Ações de Melhoria
PC-ENP-01 ENSINO PROFISSIONAL
PC-FCO-05 FORMAÇÃO
Candi
datos
Candidatos
certificados
PC-CRA-08 CONSERVATÓRIO REGIONAL DE ARTES DO
Formandos mais
Formandos
MONTIJO
qualificados

29/34

MQ-QLD-15/V07

MAPA RELACIONAL PROCESSOS VERSUS REQUISITOS DA NORMA NP EN ISO 9001

   

Processos

 
 

Chave

 

Gestão

PC-ENP-01

PC-FCO-05

PC-CRA-08

PG-GQL-01

PG-RGT-01

PG-GRS-01

4.1

Requisitos Gerais

     



   

4.2.1

Generalidades da Documentação

     



   

4.2.3

Controle de Documentos

     



   

4.2.4

Controle de Registos

     



   

5.1

Comprometimento da Gestão













5.2

Focalização no Cliente







 



 

5.3

Política da Qualidade

     





 

5.4

Planeamento da qualidade













5.5

Responsabilidade Autoridade e Comunicação

       





5.5.1

Responsabilidade e Autoridade

       





5.5.2

Representante da Gestão

     





 

5.5.3

Comunicação Interna

     





 

5.6

Revisão pela Gestão













6.1

Gestão de Recursos

       





6.2

Recursos Humanos

       





6.2.2

Competência, consciencialização e formação

         



6.3

Infraestrutura

       





6.4

Ambiente de Trabalho

       





7.1

Planeamento da realização do produto







     

7.2

Processos relacionados com o cliente







     

7.2.3

Comunicação com o cliente







     

7.3

Conceção e desenvolvimento







 





7.4

Compras







 





7.4.1

Processo de compra

       





7.5

Produção e fornecimento do serviço







 



 

7.5.4

Propriedade do cliente







   
 

Controle dos disp.monitorização e de

 

7.6

medição

8.2

Monitorização e medição













8.2.2

Auditoria Interna













8.2.3

Monitorização e medição dos processos













8.2.4

Monitorização e medição do produto







     

8.3

Controlo do produto não conforme









   

8.4

Análise de dados

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



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8.5

Melhoria

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

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8.5.2

Ações corretivas

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

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

8.5.3

Ações preventivas







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

MQ-QLD-15/V07

MAPA RELACIONAL PROCESSOS PROCEDIMENTOS

   

Processos

 
 

Chave

Chave

 

PC-ENP-01

PC-FCO-05

PC-CRA-08

PG-GQL-01

 

PG-RGT-01

PG-GRS-01

ENSINO PROFISSIONAL

FORMAÇÃO

CONSERVATÓRIO REGIONAL DE ARTES DO MONTIJO

GESTÃO DA QUALIDADE

RESPONSABILIDADE DA GESTÃO

TOPO

GESTÃO DE RECURSOS

   

PN-QLD-01

Controlo de Documentos e Registos

       



   

NORMATIVOS

PN-QLD-04

Ações Preventivas, Corretivas e de Melhoria. Controlo do Produto/Serviço não Conforme

QUALIDADE









 





PN-QLD-05

Auditorias Internas

     



   
 

PN-QLD-06

Revisão do Sistema

       



   
 

PE-SUP-01

Plano de Atividades e Orçamento

 









 





PE-SUP-03

Manutenção de Equipamentos e Viaturas

         





PE-SUP-04

Homologação de Cursos







   



 

PE-SUP-05

Gestão de Sistema Informático

         



PE-SUP-06

Formação Interna

         





PE-SUP-07

Recrutamento e Seleção de Colaboradores

         





PROCEDIMENTOS

PE-SUP-08

Entrada e Saída de Correspondência

SUPORTE

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

   



PE-SUP-09

Propriedade do Cliente



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

 

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PE-SUP-10

Compras

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ESPECÍFICOS

PE-SUP-11

Biblioteca Escolar

 





 



 





 

PE-SUP-12

Orientação Escolar e Profissional



         

PE-SUP-13

Comunicação

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



 





 

PE-SUP-14

Gestão de Tesouraria

         





PE-SUP-15

Gestão de Eventos

         





PE-SUP-18

Desporto Escolar



       



 

PE-SUP-19

Parcerias_CRAM

   



     

PE-MAM-01

Avaliação de Desempenho de Processos

MEDIÇÃO/MELHORIA

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



 



 

PE-MAM-02

Avaliação da Satisfação do Cliente

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





   

PE-MAM-03

Seleção e Avaliação de Fornecedores

     



 





PE-MAM-04

Avaliação de Desempenho de Colaboradores







   





PE-MAM-06

Reclamações

 









 



 

MQ-QLD-15/V07

MAPA RELACIONAL FUNÇÕES PROCESSOS- CHAVE

 

Processos-Chave

Processos-Gestão

Função

PC-ENP-01

PC-FCO-05

PC-CRA-08

PG-GQL-01

PG-RGT-01

PG-GRS-01

Presidente do Conselho de Administração

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





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Vice-Presidente do Conselho de Administração

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

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



Vogal do Conselho de Administração

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

Diretor de Curso

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Responsável da Qualidade

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

 

Direção Pedagógica



 



 





Auditor Interno da Qualidade

     



   

Auditor Interno H.A.C.C.P.

     



   

Orientador Educativo (ENP)



         

Coordenador do Gabinete de Orientação Escolar



         

Formador Interno



         

Formador Externo





       

Coordenador do Clube de Desporto Escolar



         

Coordenador do Gabinete de Apoio às Empresas

         



Formador de Grupo / Equipa (C. Desporto Escolar)



         

Formador / Professor de Atividade Interna



 



     

Coordenador do Gabinete de Saúde e Cidadania



         

Gestor da Formação

 



       

Coordenador Pedagógico

 



   





Técnico de Acompanhamento

 



       

Responsável pelo Atendimento

 



       

Chefe dos Serviços Administrativos

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

 





Auxiliar de Ação Educativa



         

Empregado de Balcão

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

     

Empregado de Limpeza

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



     

Assistente Administrativo

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



     

Coordenador do Gabinete de Gestão Informática



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

 





Coordenador de Gestão Financeira







 





Coordenação do Gabinete de Comunicação, Imagem e Eventos







 





Responsável do Gabinete de Inserção Profissional





       

Coordenador da Biblioteca Escolar





       

Responsável pela Gestão de Eventos





       

Responsável pela Manutenção

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

   





Psicóloga



         

Direção Pedagógica - Conservatório Regional Artes Montijo

   



     

Coordenação Pedagógica - CRAM

   



     

Representante do Empregador em Matérias de S.H.S.T.

         



Motorista

         



MQ-QLD-15/V07

6. | COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO

A informação referente ao Sistema de Gestão da Qualidade é veiculada através de diversos

canais, a saber:

Documentos afixados/placards;Qualidade é veiculada através de diversos canais, a saber: Comunicação interna; Página Web, Facebook e YouTube

Comunicação interna;de diversos canais, a saber: Documentos afixados/placards; Página Web, Facebook e YouTube (EPM TV); Reuniões;

Página Web, Facebook e YouTube (EPM TV);saber: Documentos afixados/placards; Comunicação interna; Reuniões; Publicações periódicas em jornais locais, em

Reuniões;interna; Página Web, Facebook e YouTube (EPM TV); Publicações periódicas em jornais locais, em particular

Publicações periódicas em jornais locais, em particular através do destacável mensal -Página Web, Facebook e YouTube (EPM TV); Reuniões; EPM em Notícia. 7. | REGISTO DAS VERSÕES

EPM em Notícia.

7. | REGISTO DAS VERSÕES

Versão

Data

Razão

 

01 22/03/2011

Elaboração da 1ª edição do Manual da Qualidade.

 

02 13/06/2011

Primeira revisão do Sistema de Gestão da Qualidade (inclusão quadro Funções vs Processos-Chave, novo organograma, correções nas plantas e alterações pontuais no texto)

 

03 04/07/2011

Inclusão da referência ao âmbito da certificação e do reconhecimento da AFPDM como entidade formadora pelo Ministério da Educação e DGERT. Alterações nos mapas de processos.

 

04 05/05/2012

Segunda Revisão do Sistema de Gestão da Qualidade. Referência ao novo associado da AFPDM -Associação Portuguesa de Produtores de Plantas e Flores Naturais. Alteração na redação da missão. Exclusão do Centro Novas Oportunidades do Mapa relacional processos-procedimentos e mapa relacional funções - processos- chave. Nova redação da missão da AFPDM. Revisão do texto conforme Acordo Ortográfico.

 

05 20/05/2013

Terceira Revisão do Sistema de Gestão da Qualidade. Alterações pontuais de texto. Atualização da descrição de atividades.

33/34

MQ-QLD-15/V07

 

Inclusão, no mapa relacional de processos-procedimentos, do processo-chave PC-CRA-08 e do procedimento PE-SUP-19. Anulação do procedimento PE-SUP-16. Alteração do anexo1_organograma.

06 24/06/2014

Alterações pontuais de texto. Atualização da descrição de atividades. Anulação do Processo PC-CEF-02 e procedimento PE-SUP-17. Alteração do anexo1_organograma.

07 26/05/2015

Alterações pontuais de texto. Atualização da descrição de atividade e eliminação da descrição de funções. Anulação dos Processos PC-AEC-06 e PC-CAF-07 e procedimento PN-QLD-02, PN-QLD-03 e PE-SUP-02 . Alteração do anexo1_organograma.

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MQ-QLD-15/V07

ANEXO 1

MQ-QLD-15/V07 ANEXO 1 35/34

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