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Brigada de Emergência:

Proteção Contra Incêndio


e Pânico
HISTÓRIA

- O primeiro documento que fala de prevenção de incêndio, vem do império


Babilônico no século XVII A.C. No Entanto a primeira corporação organizada e
profissionalizada conhecida até agora, é o corpo de bombeiros de ROMA,
criada no século VI, chegando a possuir 7.000 soldados treinados e espalhados
em 21 quartéis.
BRIGADA DE EMERGÊNCIA

E O QUE É BRIGADA?
- Brigadas de Emergência são grupos de profissionais que desenvolvem as
atividades iniciais durante um sinistro, enquanto equipes especializadas não
chegam ao local.
- A empresa está preparando um contingente de colaboradores qualificados e
capacitados a prestar os primeiros atendimentos em uma situação
emergencial. Assim, evita-se o caos e minimiza-se os danos pessoais,
patrimoniais e materiais.
ATRIBUIÇÕES DA BRIGADA
AÇÕES DE PREVENÇÃO
a) Análise dos riscos existentes durante as reuniões da brigada de incêndio;
b) Notificação ao setor competente da empresa ou da edificação das eventuais
irregularidades encontradas no tocante a prevenção e proteção contra incêndios;
c) Orientação à população fixa e flutuante;
d) Participação nos exercícios simulados;
e) Conhecer o plano de emergência da edificação.
f) Reuniões Extraordinárias Após a ocorrência de um sinistro, ou quando
identificada uma situação de risco iminente.
ATRIBUIÇÕES DA BRIGADA
AÇÕES DE EMERGÊNCIA

a) Identificação da situação;
b) Alarme/abandono de área;
c) Acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa;
d) Corte de energia;
e) Primeiros socorros;
f) Combate ao princípio de incêndio;
g) Recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros.
LEGISLAÇÃO
1977 – Foi estabelecida a Lei 6.514 regularizada pela portaria 3.214/78

2011 – NR 23 Proteção Contra Incêndios.

2012 – NPT 017 Brigada de Incêndio – Corpo de Bombeiros do Paraná


INCÊNDIO E FOGO
BRIGADA DE
EMERGÊNCIA
DEFINIÇÃO DE FOGO

Fogo é um processo químico de transformação, também chamado de


combustão. Podemos defini-lo, ainda como, o resultado de uma reação química
que desprende luz e calor devido à combustão de matérias diversos.
TETRAEDRO DO FOGO

Combustível
Calor
Comburente Reação em cadeia
Reação em cadeia

Calor
CLASSES DE INCÊNDIO

Os incêndios são classificados de acordo com as características dos


seus combustíveis. Somente com o conhecimento da natureza do material
que está se queimando, pode-se descobrir o melhor método para uma extinção
rápida e segura. As Classes de incêndio Estão divididas em:
CLASSES DE INCÊNDIO

CLASSE A
• Caracteriza-se por fogo em materiais sólidos;
• Esse tipo de incêndio é extinto principalmente pelo método de
resfriamento, e as vezes por abafamento através de jato pulverizado.
• Queimam em superfície e profundidade;
• Após a queima deixam resíduos, brasas e cinzas;
CLASSES DE INCÊNDIO

CLASSE B
• Caracteriza-se por fogo em combustíveis líquidos inflamáveis;
• Queimam em superfície;
• Após a queima, não deixam resíduos;
• Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento.
CLASSES DE INCÊNDIO

CLASSE C
• Caracteriza–se por fogo em materiais/equipamentos energizados;
• A extinção só pode ser realizada com agente extintor não-condutor de
eletricidade, nunca com extintores de água ou espuma;
• O primeiro passo num incêndio de classe C, é desligar o quadro de força,
pois assim ele se tornará um incêndio de classe A ou B.
CLASSES DE INCÊNDIO

CLASSE D e CLASSE K
Outras classes de incêndio são aquelas que ocorrem em metais pirofóricos
CLASSE D (aluminio, antimônio, magnésio, etc.) e são difíceis de serem apagados;

e outra classe de incêndio é aquela envolvendo a óleos e gorduras CLASSE K, nas


duas situações o incêndio é extinto pelo método de abafamento;
CLASSE K VIDEO
FASES DO FOGO
 Fase inicial
Nesta fase existe muito oxigênio, o fogo está produzindo vapor d´agua e dióxido
de carbono e outros gases. Grande parte do calor está sendo consumido no
aquecimento dos combustíveis e a temperatura um pouco acima do normal. O
calor
está aumentando gradativamente assim como o fogo.

Na fase inicial
nãohá alterações
drástica
noambiente, masjá
háindíciosde calor,
fumaça e danos
causados pelas
chamas.
FASES DO FOGO

Queima Lenta

Nesta fase existe o oxigênio que continuou a ser consumido atingiu um ponto
insuficiente (0 a 8%). O fogo é reduzido a brasas e o ambiente ocupado por
uma densa e escura fumaça. Devido a pressão internas os gases procuram por
fendas para saírem e ocupa todo o ambiente.
Na fase inicial não
háalterações
drástica no
ambiente, mas já
háindíciosde
calor, fumaça e
danos causados
pelas chamas.
BRIGADA DE EMERGÊNCIA
FASES DO FOGO

Queima Livre

Nesta fase o fogo atrai mais oxigênio e libera mais ar quente que se espelha
pelo ambiente aumentando a temperatura de todo ambiente, em alguns casos
podem atingir até 700ºC. A temperatura vai elevando cada vez mais,
gradativamente, fazendo com que cada combustível atinja seu ponto de
ignição. Quando essa ignição acontece simultaneamente, todos os produtos
combustível ao mesmo tempo, ocorre um fenômeno que chamamos de
“Flashover”.

Naqueimalivre,
o fogo aumenta
rapidamente,
usando muito
oxigênio, e
eleva a
quantidade de
calor.
BRIGADA DE
EMERGÊNCIA
FLASHOVER VIDEO
FASES DO FOGO

Apesar de não haver chamas, a temperatura no ambiente continua altíssimo


e continuar rico em partículas de carbono e gases infláveis prontos para
receber oxigênio e continuar a combustão. Em um ambiente deste fazer
com que uma quantidade oxigênio entre pode resultar em uma grande
explosão, fenômeno essa chamado “Backdraft”.

As condições do
ambiente alertam
para a iminência
deum Backdraft.

A entrada
dearrico em
oxigênio provocará
a explosão
ambiental
BACKDRAFT VIDEO
FASES DO FOGO

FORMAS DE COMBUSTÃO
Combustão completa
É aquela em que a queima produz calor e chamas e se processa em ambiente
rico em oxigênio.
Combustão Incompleta

É aquela em que a queima produz calor e pouca ou nenhuma chama, e se


processa em ambientes pobre em oxigênio.
Combustão espontânea
É o que ocorre quando alguma material entre em combustão sem fonte externa
de calor (materiais com baixo ponto de ignição).
Explosão
É a queima de gases (ou partículas sólidas), em altíssima velocidade, em locais
confinados, com grande liberação de energia e deslocamento de ar.
PROPOGAÇÃO DO CALOR

O calor pode se propagar de três diferentes maneiras: convecção,


condução e irradiação:

Condução

Transferência de calor através


de um corpo sólido de
molécula em molécula, nas
substâncias que estejam em
contato direto ou próximo a
fonte de calor.

Transferência de calor através de um corpo.


PROPOGAÇÃO DO CALOR

Convecção
É quando o fogo se propaga através de deslocamento de massa de ar aquecida,
sempre para cima pois o mesmo é mais leve que o ar comum.

Movimentação de massas gasosas transporta o calor


para cima e horizontalmente nos andares.
PROPOGAÇÃO DO CALOR

Irradiação

Transferência de calor por


ondas de energia calorífica
que deslocam através do
espaço.

Ondas caloríficas atingem os objetos,


aquecendo-as.
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

Partindo do princípio de que, para haver fogo, são necessários o combustível,


comburente e o calor, formando o triângulo do fogo ou, mais
modernamente, o quadrado ou tetraedro do fogo, quando já se admite a
ocorrência de uma reação em cadeia, para nós extinguirmos o fogo, basta
retirar um desses elementos.
Com a retirada de um dos elementos do fogo, temos os seguintes métodos
de extinção: extinção por retirada do material, por abafamento, por
resfriamento e extinção química.
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

Extinção por retirada do material (Isolamento)


Esse método consiste em duas técnicas:
• retirada do material que está queimando
• retirada do material que está próximo ao fogo
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

Extinção por retirada do comburente (Abafamento)


Este método consiste na diminuição ou impedimento do contato de oxigênio
com o combustível.
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

Extinção por retirada do calor (Resfriamento)


Este método consiste na diminuição da temperatura e eliminação do calor, até
que o combustível não gere mais gases ou vapores e se apague.
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

Extinção Química
Ocorre quando interrompemos a reação em cadeia. Este método consiste no
seguinte: o combustível, sob ação do calor, gera gases ou vapores que, ao se
combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável. Quando
lançamos determinados agentes extintores ao fogo, suas moléculas se
dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura inflamável (gás
ou vapor mais comburente), formando outra mistura não–inflamável.
RISCOS AO
SISTEMA
RESPIRATÓRIO
RISCOS AO SISTEMA RESPIRATÓRIO

RISCOS POR EXPOSIÇÃO

Devemos sempre dispensar atenção especial a proteção do sistema respiratório.


Isto porque os pulmões e as vias respiratórias são mais vulneráveis às agressões
ambientais do que qualquer outra área do corpo. É regra fundamental que
ninguém, no combate a incêndio, entre em uma edificação saturada de fumaça,
temperaturas elevadas e gases. É fundamental identificar os quatro riscos mais
comuns encontrados em incêndios:

- FALTA DE OXIGÊNIO;
- TEMPERATURAS ELEVADAS
- FUMAÇA;
- GASES TÓXICOS.
RISCOS AO SISTEMA RESPIRATÓRIO

Gases Tóxicos
Devemos lembrar de que um incêndio significa exposição a substâncias tóxicas e
irritantes. No entanto, não podemos prever, antecipadamente, quais serão essas
substâncias. A inalação da combinação de substâncias, pode ter efeitos mais
graves
quedo
quandoinaladas separadamente.
BRIGADA DE
EMERGÊNCIA
CILINDRO DE GÁS
EXPLOSÃO NO CENTRO DO RIO
SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

As situações de emergência podem, na maioria dos casos, serem prevenidas ou


pelo menos controladas através de um bom planejamento, fazendo com que
suas consequências possam ser praticamente insignificantes. Elas podem se dar
de diversas maneiras:

INCÊNDIOS;

AMEAÇAS DE BOMBAS;

ACIDENTES NATURAIS;

INTERRUPÇÃO NO FORNECIMENTO DE ENERGIA;

VAZAMENTO DE GÁS;

QUEDA DE BALÃO

ACIDENTES PESSOAIS GRAVES.


PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE EMERGÊNCIA

ALARME
Identificada uma situação de emergência, qualquer pessoa pode alertar, através
dos meios de comunicação disponíveis, os ocupantes e os brigadistas.

ANÁLISE DA SITUAÇÃO
Após o alerta, a brigada deve analisar a situação, desde o início até o final do
sinistro. Havendo necessidade, acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo, e
desencadear os procedimentos necessários que podem ser priorizados ou
realizados simultaneamente, de acordo com o número de brigadistas e com os
recursos disponíveis no local.

PRIMEIROS SOCORROS
Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas, mantendo ou restabelecendo suas
funções vitais até que se obtenha o socorro especializado.
PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE EMERGÊNCIA

CORTE DE ENERGIA
Cortar, quando possível ou necessário, a energia elétrica dos equipamentos da
área ou geral.

ABANDONO DEÁREA
Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando necessário, conforme
comunicação preestabelecida, removendo para local seguro, a uma distância
mínima de 100 m do local do sinistro, permanecendo até a definição final.

CONFINAMENTO DO SINISTRO / ISOLAMENTO DA ÁREA


Evitar a propagação do sinistro e suas consequências / Isolar fisicamente a área
sinistrada de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas
não autorizadas adentrem ao local.
INVESTIGAÇÃO DE OCORRÊNCIAS

Após cada ocorrência deve-se levantar suas possíveis causas e consequências e


emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias, com o objetivo de
propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência.
EQUIPE DE AUXILIO AS VÍTIMAS
BRIGADA DE EMERGÊNCIA

BRIGADISTAS – EQUIPE DE AUXILIO AS VÍTIMAS

A equipe de auxílio, será escolhida entre os membros da Brigada e será


responsável por realizar o primeiro atendimentos as vítimas e auxiliar o Corpo de
bombeiros. Lembrando sempre que os brigadistas NÃO estão habilitados para
realizar salvamentos e resgates em áreas de risco ou em situações onde sua
própria segurança possa estar comprometida, devemos sempre estar consciente
de nossas limitações e ter o cuidado de NÃO TORNAR-SE UMA NOVA VITIMA.
BRIGADA DE
EMERGÊNCIA
BRIGADISTAS – EQUIPE DE AUXILIO AS VÍTIMAS

A agilidade do socorro as vítimas é


fundamental durante uma
emergência. É de suma importância
que parte da equipe se mobilize
para localizar e iniciar os primeiros
auxílios e ou a remoção destas
vitimas para um local seguro.
BRIGADISTAS – EQUIPE DE AUXILIO AS VÍTIMAS

Os seguintes procedimentos devem ser obedecidos:

- Trabalhar, sempre, em duplas.

- Observar a parte exterior do prédio antes de entrar.

- Procurar ganhar a confiança das pessoas que estão aguardando por socorro,
demonstrando calma e segurança, dando ordens racionais.
BRIGADA DE
EMERGÊNCIA
PESSOAS COM DIFICULDADES DE LOCOMOÇÃO

Deve-se ter atenção especial para


aquelas pessoas com dificuldades de
locomoção, pessoas com deficiência
temporária ou permanente, pessoas idosas,
mulheres grávidas, pessoas obesas, pessoas
de baixa estatura, com dificuldades
cognitivas, entre outras.
ESTADO EMOCINAL DAS VÍTIMAS

Durante situações de emergência o estresse e medo intenso podem desencadear


uma reação fisiológica de pânico e torpor. Pode ocorrer ainda o pânico
generalizado que fará que a população daquele local assuma uma Atitude de
Debandada, que é a fuga desordenada além do também conhecido como Efeito
de Convergência, quando todos correm para o mesmo local.
PESSOA EM CHAMA
EM CASO DE BLOQUEIO PELO FOGO

Sele o ambiente
Vá até a janela e acene
com algo claro.
ESTADO EMOCINAL DAS BRIGADISTAS

RELATO DEUMPROFISSIONAL DE EMERGÊNCIA


“Um rapaz roubou um carro eatropelo três meninas que iam para o colégio. Agente
chegou para fazer oatendimento eumadelasestava com asduaspernas quebradas.
Nesse meio tempo chegou opaieamãe correndo, desesperados. Nós fazíamos o
atendimento eela, agarrada amãodopai, disse assim: ‘Pai, eu te amo. Cuida
bemdomeu cachorro’. Amãedela desmaiou eeu, quesoumeio chorão mesmo, enchi
osolhos de lágrimas. Agente tem filho esente. Maspensei: ‘não posso chorar agora,
eu tenho que chegar até ohospital com essa criança’. Quando cheguei aohospital,
eutive que chorar.
Depoimento concedido a Ney Roberto Váttimo Bruck.
BRIGADA DE
EMERGÊNCIA
SIMULADO DE EMERGÊNCIA

O simulado de emergência consiste em reproduzir cenários onde aja a


necessidade de realizar a desocupação total ou parcial da planta. Nestes
exercícios são realizados manobras de resgate, combate a princípios de incêndio,
recepção e auxílio do socorro externo (bombeiros) entre outros.
SIMULADO DE EMERGÊNCIA

As funções desempenhadas pelos brigadistas durante uma evacuação são as


seguinte:
- Coordenador do Abandono
- Abre-fila
- Cerra-fila
- Varredor 1, 2, ...,

Sendo que o abre-fila e o cerra-fila são responsáveis por acompanhar


diretamente a população a ser evacuada enquanto os varredores inspecionam
todos os compartimentos da área de sua responsabilidade e não deixa o local
sem antes ter a certeza que ele está vazio
SIMULADO DE EMERGÊNCIA

Deve ser realizado a cada 6 meses ou 1 ano, um exercício simulado no


estabelecimento ou local de trabalho com participação de toda a população.
Imediatamente após o simulado deve ser realizada uma reunião extraordinária
para avaliação e correção das falhas ocorridas. Deve ser elaborada ata na qual
conste:

a) Horário do evento;
b) Tempo gasto no abandono;
c) Tempo gasto no retorno;
d) Tempo gasto no atendimento de primeiros socorros;
e) Atuação da brigada;
SIMULADO DE EMERGÊNCIA

f) Comportamento da população;
g) Participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto
para sua chegada;
h) Ajuda externa (Ex: PAM - Plano de Auxílio Mútuo);
i) Falhas de equipamentos;
j) Falhas operacionais;
k) Demaisproblemas levantados na reunião.
SIMULADO DE EMERGÊNCIA

ORDEM DEABANDONO
A brigada determina o início do abandono, devendo priorizar os locais sinistrados,
os pavimentos superiores aesses, os setores próximos e os locais de maior risco.
GRUPODEAPOIO
O grupo de apoio é formado com a participação da Segurança Patrimonial, de
eletricistas, encanadores, telefonistas e técnicos especializados na natureza da
ocupação.
PONTO DEENCONTRO DOS BRIGADISTAS
Devem ser previstos um ou mais pontos de encontro dos brigadistas, para
distribuição das tarefas.
SIMULADO DE EMERGÊNCIA

RECOMENDAÇÕES GERAIS
Em caso de simulado ou incêndio, adotar os seguintes procedimentos:
a) Manter a calma;

b) Caminhar em ordem sem atropelos;

c) Não correr e não empurrar;

d) Não gritar e não fazer algazarras;

e) Não ficar na frente de pessoas em pânico, se não puder acalmá-las,


evite-as. Se possível, avisar a um brigadista;
SIMULADO DE EMERGÊNCIA

RECOMENDAÇÕES GERAIS

f) Todos os empregados, independente do cargo que ocupar na empresa,


devem seguir rigorosamente as instruções do brigadista;

g) Nunca voltar para apanhar objetos; ao sair de um lugar, fechar as


portas e janelas sem trancá-las;

h) Não se afastar dos outros e não parar nos andares;

i) Levar consigo os visitantes que estiverem em seu local de trabalho;

j) Sapatos de salto alto devem ser retirados;


SIMULADO DE EMERGÊNCIA

RECOMENDAÇÕES GERAIS

k) Não acender ou apagar luzes, principalmente se sentir cheiro de gás;

l) Deixar a rua e as entradas livres para a ação dos bombeiros e do


pessoal de socorro médico;

m) Dirigir-se para um local seguro, pré-determinado pela brigada, e


aguardar novas instruções.
PERGUNTAS PARA OS BRIGADISTAS

1) Como realizar o acionamento manual da bomba de incêndio?

2) Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação?

3) Onde se localização do registro de recalque?

4) Aponte um acionador manual do sistema de alarme.

5) Onde se localiza a central de iluminação de emergência?

6) Onde se localiza a central de alarme?


EQUIPAMENTOS DE COMBATE À INCÊNDIO
BRIGADA DE
EMERGÊNCIA
EXTINTORES PORTÁTEIS

São aparelhos destinados a combater princípios de incêndios,


bastando uma única pessoa para sua operação. A legislação do
Corpo de Bombeiro determina que os extintores portáteis devem estar:

Visíveis (bem localizado);

 Desobstruídos (livres de qualquer obstáculo que possa


dificultar o acesso até eles);

 Instalados entre 20 cm e 1,60 m de


altura, medindo do piso à parte superior do aparelho;

 Não devendo o usuário percorrer mais do que 15 ou


20m para pegar um extintor.
EXTINTORES PORTÁTEIS

 Extintor de Água Pressurizada

É indicado para incêndio classe A,


age por resfriamento e/ou
abafamento (na forma de jato
compacto,chuveiro, neblina ou
vapor).Tem a desvantagem, em
alguns casos, de danificar o material
que atinge. Age por pressão interna
que expele o jato quando o gatilho é
acionado.

NÃO PODE SER UTILIZADO EM


LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E
EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS.
Capacidade de carga: 10 Litros
Alcance do jato: 9 a 11 metros
Tempo de uso: 64 segundos
EXTINTORES PORTÁTEIS

Extintor de Água Pressurizada – Modo de Operação

1. Leve sempre o extintor ao local próximo do fogo antes de operá-lo ;


2. Posicione-se com o extintor a uma distância segura do local do fogo e dentro
do raio de alcance do lato;
3. Retire a trava se segurança, empenhe a mangueira e aperte o gatilho;
4. Dirija o jato para a base das chamas. Caso queira estancar o jato, basta soltar
o
gatilho.
EXTINTORES PORTÁTEIS

Extintor de Pó Químico

Age pela quebra de reação em


cadeia e por abafamento. Sua
ação consiste na formação de uma
nuvem sobre a superfície em chamas.
O pó, sob pressão, é expelido quando
o gatilho é acionado. É mais eficiente
nas classes B e C.

Capacidade de carga: 1,2,4,6,8 e 12 Kg


Alcance do jato: 5 metros
Tempo de uso: 15 segundos para extintor
de 4 kg e 25 segundos para de 12 kg.
EXTINTORES PORTÁTEIS

Extintor de Pó Químico – Modo de Operação

1. Leve sempre o extintor ao local próximo do fogo antes de operá-lo ;


2. Posicione-se com o extintor a uma distância segura do local do fogo e dentro
do raio de alcance do lato;
3. Retire a trava se segurança, empenhe a mangueira e aperte o gatilho;
4. Dirija o pó procurando cobrir o fogo, principalmente se for de Classe “B”.
EXTINTORES PORTÁTEIS

Extintor de CO2 (Gás Carbônico)

O gás Dióxido de Carbono (CO2) é inodoro,


incolor e não conduz eletricidade. É
especialmente indicado nos incêndios das
Classes “B” e “C”. Tem a vantagem de nunca
danificar o material que atinge, podendo ser
empregado em aparelhos delicados
(filamentos,centrais telefônicas, computadores e
outros). Age por abafamento como ação
principal e resfriamento secundariamente.

Capacidade de carga: 2,4 e 6 Kg


Alcance do jato: 2,5 metros
Tempo de uso: 25 segundos
EXTINTORES PORTÁTEIS

Extintor de CO2 – Modo de Operação

1. Leve sempre o extintor ao local próximo do fogo antes de operá-lo ;


2. Retire a trava se segurança, empenhe a mangueira e aperte o gatilho;
3. Retire o esguicho (difusor) do seu suporte, empunhando-o com uma das
mãos, na manopla;
4. Acione a válvula e movimente o difusor, horizontalmente, em ziguezague.
SPRINKLERS (Chuveiros automáticos)

Os chuveiros automáticos, ou Sprinklers, são um dispositivo de combate a


incêndios. Ele é composto de uma “armadura”, um elemento sensível, chamado
bulbo, que se rompo ao atingir determinadas temperaturas.

57º Laranja
c
68º Vermelh
c o
79º Amarelo
c
93º Verde
c
141º Azul
c
182º Roxo
c
183º Preto
c
HIDRANTES

Hidrante ou boca de incêndio (em Portugal) é um terminal hidráulico com registro,


dotado de mangueira e esguicho; Abrigo
Derivante

Alarme de Incêndio Tipo Pistola - Jet Master

Tampão Cego

Esguicho regulável

Man TIPO II
guei
ra Válvula
Tipo agulheta Adaptador
COMO USAR O HIDRANTE

Primeiro passo: verifique a classe de incêndio.

 Desliguea rede de energia elétrica.


 Abra a caixa de hidrante.
 Desenrole toda mangueira. Ela deve ficar
esticada e sem dobras;
 Conecte a mangueira;
 Conecte o bico da mangueira;
COMO USAR O HIDRANTE

Posicione-se em posição contrária ao vento. Isso te protegera da fumaça e

da própria água que será lançada;


 Segure o bico da mangueira de maneira firme. Abra um pouco as pernas
para aumentar o apoio;
COMO USAR O HIDRANTE

Seja qual for o meio do combate utilizado, não abandone o local do


incêndio até ter certeza de que não se reiniciará. Muitas vezes basta alguns
minutos para o fogo recomeçar. Se for possível remova as cinzas para ver se
realmente foi o fim das chamas. Mantenha os números de emergência em
lugar de fácil visualização. Faça treinamentos periódicos explicando a
importância da prevenção.
NUMEROS DE EMERGÊNCIA

Polícia Militar – 190

SAMU – 192

Corpo de Bombeiros – 193

Defesa Civil – 199


CONTATOS

Ligue ouenvie-nos ume-mail:

Fone: (41) 9156-3392/(46) 9108-8652

*Asdúvidasnãoesclarecidasserãorespondidaspore-mail