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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

HISTÓRIA DA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

PELO

NONE : JUVINAL DOS REIS SOARES

N.R.E : 2016.03.05.088

SEMESTRE : V

TURMA : A

DEPARTAMENTO DO ENSINO DE FÍSICA

FACULDADE EDUCAÇÃO ARTES E HUMANIDADE

UNIVERSIDADE NACIONAL TIMOR LOROSA’E

(UNTL)

ANO LECTIVA

2018

1 |PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

1. RESUMO
 Etimologia A palavra psicologia significa literalmente, "estudo da alma", psyché,
"alma", logia, "tratado", "estudo") A palavra em latim psychologia é creditada ao
humanista croata Marko Marulić. A psicologia possui um longo passado, mas uma
história curta"Com essa frase descreveu Hermann Ebbinghaus, um dos primeiros
psicólogos experimentais, a situação da psicologia - tanto em 1908, quando ele a
escreveu, como hoje: desde a Antiguidade pensadores, filósofos e teólogos de várias
regiões e culturas dedicaram-se a questões relativas à natureza humana - a percepção, a
consciência, a loucura.
 Os psicólogos educacionais desenvolvem o seu trabalho em conjunto com os educadores
de forma a tornar o processo de aprendizagem mais efectivo e significativo para o
educando, principalmente no que diz respeito à motivação e às dificuldades de
aprendizagem.
 Psicológia é muito importante, porque através de psicológia podemos saber caracter de
todos os crianças de Timor-Leste, como futuro de país, para podemos saber as
capacidades e habilidades que eles têm para. Depois de saber as caracteristicas das
crianças timorense podemos decider uma metodologia adequado para transformar em
qualidade através de educação, e com qualidade de inteligencias eles podem transformer
esse país para ser dezenvolvidos e vida melhor de todos os cidadão.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Daftar Isi
CAPÍTULO I. ..................................................................................................................................... 4
INTRODUÇÃO .................................................................................................................................. 4
CONTEXTUALIZAÇÃO ................................................................................................................... 5
FORMULAÇÃO/PROBLEMA .......................................................................................................... 5
OBJETIVO. ........................................................................................................................................ 6
Objetivo Geral..................................................................................................................................... 6
Objetivo Espesifico ............................................................................................................................. 6
IMPORTACIA DO ESTUDO ............................................................................................................ 6
ESTRUTURA DO TRABALHO ....................................................................................................... 7
CAPÍTULO II. FUNDAMENTO TEORICO ..................................................................................... 8
2.1. DIFINIÇÃO .............................................................................................................................. 8-9
2.2. AS TEORIAS.......................................................................................................................... 9-11
2.3. IMPLEMENTAÇÃO ................................................................................................................. 12
CAPITULO III. ................................................................................................................................. 13
3.1. ESPLICAÇÃ .............................................................................................................................. 13
CAPÍTULO IV.CONSIDERAÇÃO FINAIS. .................................................................................. 14
4.1. CONCLUSÃO ........................................................................................................................... 14
4.2. SUGESTÃO............................................................................................................................... 14
CAPITULO V. .................................................................................................................................. 15
REFERENCIA .................................................................................................................................. 15

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

CAPITULO I INTRODUÇÃO
1.1. CONTEXTUALIZAÇÃO TEORICA

De cordo com Wikipédia (2018) diz queEtimologicamente palavra psicologia significa


literalmente, "estudo da alma", psyché, "alma", logia, "tratado", "estudo") A psicologia é a
ciência que estuda o comportamento e os processos mentais dos indivíduos (psiquismo) É
geralmente definida como o estudo científico do comportamento e dos processos mentais, isto é,
estuda todos os actos e reacções observáveis, mas também processos como os sentimentos, as
emoções e as representações mentais que não podem ser observadas directamente. Cabe agora
definir tais termos:

 Dizer que a psicologia é uma ciência significa que ela é regida pelas mesmas leis do
método científico as quais regem as outras ciências: ela busca um conhecimento objetivo,
baseado em fatos empíricos. Pelo seu objeto de estudo a psicologia desempenha o papel
de elo entre as ciências sociais, como a sociologia e a antropologia, as ciências naturais,
como a biologia, e áreas científicas mais recentes como as ciências cognitivas e as
ciências da saúde.
 Comportamento é a atividade observável (de forma interna ou externa) dos organismos
na sua busca de adaptação ao meio em que vivem.
 Dizer que o indivíduo é a unidade básica de estudo da psicologia significa dizer que,
mesmo ao estudar grupos, o indivíduo permanece o centro de atenção - ao contrário, por
exemplo, da sociologia, que estuda a sociedade como um conjunto.
 Os processos mentais são a maneira como a mente humana funciona - pensar, planejar,
tirar conclusões, fantasiar e sonhar. O comportamento humano não pode ser
compreendido sem que se compreendam esses processos mentais, já que eles são a sua
base.

1Na seguida atraves de Wikipédia ( 2018) difine que A psicologia possui um longo
passado, mas uma h2istória curta"Com essa frase descreveu Hermann Ebbinghaus, um dos

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PSIKOLOJIA DA EDUKASAUN

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

primeiros psicólogos experimentais, a situação da psicologia - tanto em 1908, quando ele a


escreveu, como hoje: desde a Antiguidade pensadores, filósofos e teólogos de várias regiões e
culturas dedicaram-se a questões relativas à natureza humana - a percepção, a consciência, a
loucura. Apesar de teorias "psicológicas" fazerem parte de muitas tradições orientais, a
psicologia enquanto ciência tem suas primeiras raízes nos filósofos gregos, mas só se separou da
filosofia no final do século XIX.
O primeiro laboratório psicológico foi fundado pelo fisiólogo alemão Wilhelm Wundt em
1879 tendo publicado seu livro "Principles of Physiological Psychology" em Leipzig, na
Alemanha. Seu interesse se havia transferido do funcionamento do corpo humano para os
processos mais elementares de percepção e a velocidade dos processos mentais mais simples. O
seu laboratório formou a primeira geração de psicólogos. Alunos de Wundt propagaram a nova
ciência e fundaram vários laboratórios similares pela Europa e os Estados Unidos. Edward
Titchener foi um importante divulgador do trabalho de Wundt nos Estados Unidos. Mas uma
outra perspectiva se delineava: o médico e filósofo americano William James propôs em seu
livro "The Principles of Psychology (1890)" - para muitos a obra mais significativa da literatura
psicológica - uma nova abordagem mais centrada na função da mente humana do que na sua
estrutura. Nessa época era a psicologia já uma ciência estabelecida e até 1900 já contava com
mais de 40 laboratórios na América do Norte.

1.2. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA


De todas as actividades e trabalhos que fizemos, muitas vezes enfrentamos muitas
problemas e dezafius que, dificulta o nosso trabalho até cada vez não temos desejos para fazer,
assim também esse trabalho, a sequir as problemas que detetamos neste trabalho :
 O que é a difinição de psicologia da Educação ?
 Porque é que precisamos, psicológia no ensino e aprendizagem?
 Como se funcionamanto de psicologia ?
1.3.OBJETIVO:
 Objetivo Geral da psicologia é a descrição, a explicação, a previsão e o controle
do desenvolvimento do seu objeto de estudo.
 Objetivo espesifico :

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

 Para melhoram o nosso conhecimento


 Para sabemos o que é a psicológia e o seu uso.
 Para sabemos o que é o ensino e aprendizagem
 Para podemos saber qual é a importancia da psicológia no ensino e aprendizagem
 Como futuro de professor, como usamos psicológia para facilitamos a nossa profissão
professional no foturo
1.4. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO
De todas actividades que fizemos, porque tem a sua importancia de valor digna para o
nosso dezenvolvimento intellectual, seja vida melhor de nós e todos os seres humano que
encontramos, assim nós podemos dar alguns importancia desse trabalho “ papel da psicológia no
ensino e aprendizagem” que sabemos. A sequir são alguns importancia dessa actividade :
 A psicologia é importante para nos todos porqiue vem de materia psicologia pedemos
estudar a comportamento dos alunos e tambem descobre a capacidade dos alunos.
 Esse trabalho é importante para nós para melhoramos o nosso conhecimento, seja a nossa
inteligencia na area psicológia e também como escrever uma papeis
 Com essa atividade podemos saber as dezafius e dificuldades no ensino e aprendizagem
 Podemos saber quais são as problemas do ensino e aprendizagem que podemos
solucionar com psicológia.
1.5.ESTRUTURA DO TRABALHO
 Capitulo I
Introdução “contextualização teorica, formulação problema, propósito/objetivo de
escrita e estrutura do trabalho”.
 Capitulo II
Nucleo da teoria “definições, pensamentos, desenvolvimento da teoria,
implicação na area refere”
 Capitulo III
Analise “ explicação sobre a material refere”
 Capitulo IV

Observações finais “conclusões e sugestões

 Capitulo V.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Referencia

CAPITULO II.

2.1. FUNDAMENTO TEORICO

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO é o ramo da psicologia que estuda o processo de


ensino/aprendizagem em diversas vertentes: os mecanismos de aprendizagem nas crianças e
adultos (o que está estreitamente relacionado com a psicologia do desenvolvimento); a eficiência
e eficácia das tácticas e estratégias educacionais; bem como o estudo do funcionamento da
própria instituição escolar enquanto organização (onde se cruza com a psicologia social).

 PRECISAMOS, PSICOLÓGIA NO ENSINO E APRENDIZAGEM

Psicológia no ensino e aprendizagem é para desenvolvem o seu trabalho em conjunto


com os educadores de forma a tornar o processo de aprendizagem mais efectivo e significativo
para o educando, principalmente no que diz respeito à motivação e às dificuldades de
aprendizagem. Focam a sua acção não apenas nas necessidades da criança na escola como,
também, em outras áreas onde as experiências escolares têm impacto. Alguns psicólogos
escolares centram o seu trabalho no desenvolvimento das capacidades e necessidades das
crianças com dificuldades de aprendizagem, como no caso da Desordem por défice de atenção
com hiperactividade, problemas emocionais ou problemas comportamentais.

Apesar de serem muitas vezes utilizados como sinônimos, os termos psicologia


educacional e psicologia escolar não são sinônimos. Enquanto psicologia educacional se refere à
pesquisa teórica, sendo assim mais abrangente, a psicologia escolar assim como a
psicopedagogia são subdisciplinas aplicadas. Os inteligentes da psicológia conhecido com
Psicólogos.

 FUNCIONAMNETO DE PSICOLOGIA

A Psicologia estuda todos os aspectos do funcionamento interno da mente, como a


memória, os sentimentos, o pensamento e a percepção, bem como de funções de relação, como o

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

comportamento e a fala. Estuda também a inteligência, a aprendizagem e o desenvolvimento da


personalidade. Alguns dos métodos utilizados em Psicologia são a observação, a recolha de
histórias pessoais e a utilização de instrumentos de avaliação de funções cognitivas, como a
inteligência e a personalidade. A Psicologia é uma das disciplinas académicas mais antigas, mas
também uma das mais novas. É que, apesar dos primeiros pensadores e filósofos já se
debruçarem sobre questões que fazem hoje área de estudo da Psicologia, foi no séc. XIX que os
pesquisadores , apoiados na investigação e na experimentação, puderam construir uma
identidade própria, aperfeiçoando os instrumentos, técnicas e métodos de estudo da Psicologia.

2.2. AS TEORIAS

A Psicologia não surgiu diretamente como uma ciência. Ela começou como um ramo da
filosofia e continuou por cerca de 2000 anos antes de emergir como uma ciência.

Psicologia começou como resultado da curiosidade dos cosmólogos para entender sobre
as experiências místicas e atividades de pessoas e eventos. Estes incluem as suas experiências na
vida, sonhos, vida materialista, os impulsos que têm e peculiaridades no comportamento das
pessoas em diferentes situações.

O termo psicologia foi encontrado pela primeira vez em livros filosóficos do século 16.
Foi formada de duas palavras gregas: ‘psique’ (alma) e “logos” (Doutrina). Por alma, entende-
se o princípio subjacente de todos os fenômenos da vida mental e espiritual.

As ideias modernas sobre mente e seu funcionamento foram derivadas da filosofia grega.
Uma das primeiras pedras na base da psicologia como ciência foi colocada pelo médico do
grego clássico Alcmeão de Crotona no século 6 aC, que propõe que, a “vida mental é uma
função do cérebro”. Esta ideia fornece uma base para entender a psique humana até hoje. Os
outros filósofos gregos notáveis são Hipócrates (460-370 aC), Sócrates (469-399 aC), Platão
(428 / 7-348 aC) e Aristóteles (384-322 aC).
Hipócrates, conhecido como o pai da medicina, classifica as pessoas em 4 tipos com
base nos humores corporais, fleumático (fleuma), sanguíneo (sangue), melancólico (bile negra),
colérico (bile amarela) e fleumático catarro). Sócrates reconhecia a mente também, além da
alma.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Ele tinha analisado as atividades da mente na forma de pensamento, imaginação, memória e


sonhos. Além disso, seus alunos Platão e Aristóteles reforçaram e continuaram a ideia de
Sócrates. No entanto, eles não têm muita crença na existência da alma. Então, eles enfatizaram a
capacidade de raciocínio do homem e chamaram o ser humano de animal racional.

Platão estava mais interessado em saber o papel da mente no controle do


comportamento humano. Ele foi o progenitor do dualismo em psicologia.
Ele considerava materiais e substâncias espirituais, o corpo e a mente como dois princípios
independentes e antagônicos, mas ele não poderia esclarecer sua dúvida de forma satisfatória.
Dualismo de Platão foi largamente superado por seu aluno Aristóteles, que reuniu pensamento
psicológico com os estudos naturais e restaurou a sua estreita ligação com a biologia e
medicina. Ele transmitiu a ideia da inseparabilidade da alma e do corpo vivo.
Ele levantou a hipótese de que a mente é o resultado das atividades psicológicas e disse
que é necessário entender os processos psicológicos, incluindo as atividades dos órgãos dos
sentidos que ajudam o indivíduo a experimentar seu ambiente.

Esta suposição era acessível para verificação por causa de sua base científica. É verdade
que o cérebro controla nossas experiências e comportamentos conscientes. Então veio um
filósofo francês chamado René Descartes (1596-1650), que postulou a existência da alma
como uma entidade separada que é independente do corpo.
Ele disse que o nosso corpo é como um motor de automóvel que vai continuar o seu trabalho sem
a supervisão da alma e, portanto, o corpo e a alma são separados. Ele declarou que o homem tem
uma natureza dupla: mental e física. Desta forma esclarecia a dúvida levantada por Platão.

Ele afirmou que o processo de duvidar é a prova de existência da alma. (Cogito ergo sum
– penso, logo existo). Em outras palavras, a alma deve existir em mim, porque eu posso
pensar, e pensar é a principal função da alma.

Gradualmente à medida que a perspectiva científica foi desenvolvida, filosofia começou a perder
sua proeminência, assim também a alm. Em seguida, a psicologia foi definida como “o estudo
da mente’. A palavra mente era menos misteriosa e vaga do que a alma e, portanto, esta
definição foi continuada por algum tempo.

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Soviético A. R. Luria, um dos fundadores da psicologia, a psicologia do homem


deve ocupar-se da análise das formas complexas de representação da realidade, que se
constituíram ao longo da história da sociedade e são realizadas pelo cérebro humano, incluindo
as formas subjetivas da atividade consciente sem substituí-las pelos estudo dos processos
fisiológicos. Segundo esse autor, além de estabelecer as leis da sensação e percepção humana,
regulação dos processos de atenção, memorização (tarefa iniciada por Wundt), na análise do
pensamento lógico, formação das necessidades complexas e da personalidade, considera esses
fenômenos como produto da história social (compartilhando, de certo modo com a proposição da
Völkerpsychologie de Wundt (ver mais abaixo "História da Psicologia") e com as proposições de
estudo simultâneo dos processos fisiológicos e das determinações histórico-culturais, realizadas
de modo independente por seu contemporâneo Vigotsky). Wilhelm Wundt (sentado) e seu grupo
no seu laboratório psicológico, o primeiro desse tipo. Wundt é creditado pela criação da
psicologia como um campo de investigação científica independente da filosofia e biologia.

O primeiro laboratório psicológico foi fundado pelo fisiólogo alemão Wilhelm Wundt em
1879 tendo publicado seu livro "Principles of Physiological Psychology" em Leipzig, na
Alemanha. Seu interesse se havia transferido do funcionamento do corpo humano para os
processos mais elementares de percepção e a velocidade dos processos mentais mais simples. O
seu laboratório formou a primeira geração de psicólogos. Alunos de Wundt propagaram a nova
ciência e fundaram vários laboratórios similares pela Europa e os Estados Unidos. Edward
Titchener foi um importante divulgador do trabalho de Wundt nos Estados Unidos. Mas uma
outra perspectiva se delineava: o médico e filósofo americano William James propôs em seu
livro "The Principles of Psychology (1890)" - para muitos a obra mais significativa da literatura
psicológica - uma nova abordagem mais centrada na função da mente humana do que na sua
estrutura. Nessa época era a psicologia já uma ciência estabelecida e até 1900 já contava com
mais de 40 laboratórios na América do Norte.

William James concordava com Titchener quanto ao objeto da psicologia - os processos


conscientes. Para ele, no entanto, o estudo desses processos não se limitava a uma descrição de
elementos, conteúdos e estruturas. A mente consciente é, para ele, um constante fluxo, uma
característica da mente em constante interação com o meio ambiente. Por isso sua atenção estava
mais voltada para a função dos processos mentais conscientes. Na psicologia, a seu entender,

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

deveria haver espaço para as emoções, a vontade, os valores, as experiências religiosas e místicas
- enfim, tudo o que faz cada ser humano único. As ideias de James foram desenvolvidas por John
Dewey, que dedicou-se sobretudo ao trabalho prático na educação.

 MONISMO

Monismo (do grego μόνος mónos, "sozinho, único") é o nome dado às teorias
filosóficas que defendem a unid ade da realidade como um todo (em metafísica) ou a
identidade entre mente e corpo (em filosofia da mente) por oposição ao dualismo ou ao
pluralismo, à afirmação de realidades separadas.

As raízes do monismo na filosofia ocidental estão nos filósofos pré-socráticos, como Zenão
de Eleia, Tales de Mileto, Parmênides. Spinoza é o filósofo monista por excelência, pois
defende que se deve considerar a existência de uma única coisa, a substância, da qual tudo o
mais são modos. Hegel defende um monismo semelhante, dentro de um contexto de
absolutismo racionalista. Como exemplo atual podemos citar a Psicologia Comportamental,
que compreende a mente como uma construção.

 THALES

Thales de Mileto, (em grego antigo: Θαλῆς ὁ Μιλήσιος) foi um filósofo,


matemático, engenheiro, homem de negócios e astrônomo da Grécia Antiga,[1] o primeiro
filósofo ocidental de que se tem notícia.[2] De ascendência fenícia nasceu em Mileto, antiga
colônia grega, na Ásia Menor, atual Turquia, por volta de 623 a.C. ou 624 a.C. e faleceu
aproximadamente em 546 a.C. ou 548 a.C..Tales é apontado como um dos sete sábios da Grécia
Antiga. Além disso, foi o fundador da Escola Jônica. Considerava a água como sendo a origem
de todas as coisas, e seus seguidores, embora discordassem quanto à “substância primordial”
(que constituía a essência do universo), concordavam com ele no que dizia respeito à existência
de um “princípio único" para essa natureza primordial.Entre os principais discípulos de Tales de
Mileto merecem destaque: Anaxímenes de Mileto que dizia ser o "ar" a substância primária; e
Anaximandro de Mileto, para quem os mundos eram infinitos em sua perpétua inter-relação. No
naturalismo esboçou o que podemos citar como os primeiros passos do pensamento Teórico

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

evolucionista: "O mundo evoluiu da água por processos naturais", disse ele, aproximadamente
2460 anos antes de Charles Darwin. Sendo seguido por Empédocles de Agrigento na mesma
linha de pensamento evolutivo: "Sobrevive aquele que está melhor capacitado".Tales foi o
primeiro a explicar o eclipse solar, ao verificar que a Lua é iluminada por esse astro. Segundo
Heródoto, ele teria previsto um eclipse solar em 585 a.C. Segundo Aristóteles, tal feito marca o
momento em que começa a filosofia. Os astrônomos modernos calculam que esse eclipse se
apresentou em 28 de maio do ano mencionado por Heródoto. Se Tales aparece como o iniciador
da filosofia, é porque seu esforço em buscar o princípio único da explicação do mundo não só
constituiu o ideal da filosofia como também forneceu impulso para o próprio desenvolvimento
dela. A tendência do filósofo em buscar a verdade da vida na natureza o levou também a algumas
experiências com magnetismo que naquele tempo só existiam como curiosa atração por objetos
de ferro por um tipo de rocha meteórica achado na cidade de Magnésia, de onde o nome deriva.

 ANAXIMANDER

Anaximandro de Mileto foi um dos grandes filósofos pré-socráticos da Grécia


Antiga. Discípulo do “Pai da Filosofia”, Tales de Mileto, Anaximandro procurou resolver os
problemas filosóficos levantados por seu mestre. Assim, desenvolveu diversos estudos sobre a
natureza, filosofia, política, matemática, astronomia e geografia. Nascido na cidade de Mileto
(atual Turquia) em 610 a.C., Anaximandro desenvolveu seus estudos na Escola de Mileto (ou
Escola Jônica), fundada por seu mestre Tales de Mileto. Essa fase da filosofia grega é chamada
de pré-socrática, posto que engloba os filósofos que viveram antes de Sócrates. A Escola de
Mileto desenvolveu temas centrados na natureza e seus principais filósofos foram Tales de
Mileto, Anaximandro e Anaxímenes. A grande questão filosófica levantada por eles girava em
torno da origem e formação do universo. Além de filósofo, Anaximandro foi político e professor.
Faleceu em sua cidade natal por volta de 547 a. C. Saiba mais sobre os Filósofos Pré-
Socráticos.

 PRINCIPAIS IDEIAS: PENSAMENTOS

Seguindo os passos de Tales de Mileto, Anaximandro tentou desvendar o mistério sobre


o princípio único e primordial da vida, que para seu mestre, era a água. Foi assim que ele criou o

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

conceito de “ápeiron”, que difere da “arché” desenvolvida por Tales. Assim, a “arché” inclui um
dos quatro elementos como gerador de tudo (água). Já o “ápeiron” define que o mundo teve
origem de uma substância indefinida, que representava o infinito e o indeterminado. Nas
palavras do filósofo: “O que vem antes e depois do finito, tende a ser infinito”. Segundo ele, o
“ápeiron” era indestrutível e representava a massa geradora do cosmo e dos seres. Era criado
pela luta entre os elementos contrários, como o frio o calor, o úmido, o seco, etc. Além disso,
Anaximandro desenvolveu teorias astronômicas. Ele conseguiu medir a distância entre as estrelas
e afirmou que a Terra era cilíndrica e estava no centro do universo (obliquidade da eclíptica e o
quadrante solar). Na área da geografia e astronomia foi o primeiro da história a desenhar um
mapa celeste e um terrestre. Há ainda uma teoria de que ele tenha sido o inventor do relógio solar
(Gnômon). Outras versões dizem que esse conceito já existia e que foi o filósofo que o introduziu
na Grécia Antiga. Em resumo, Anaximandro foi um visionário e suas ideias são atualmente
utilizadas na ciência, tendo relação com a Física Moderna.

Anaximandro Discípulo de Tales - Assim como seu mestre, procurou compreender o


princípio(arKhé) que origina toda realidade
PUBLICIDADE Anaximandro de Mileto (610 a.C.- 547 a.C.) foi discípulo de Tales. Assim
como seu mestre, procurou compreender o princípio (arkhé) que origina toda a realidade. Porém,
em suas investigações, não encontrou em nenhum elemento físico este princípio, mas no que
chamou de ÁPEIRON. Segundo Anaximandro, é a partir da transformação de cada coisa no seu
contrário, isto é, da mudança entre pares de opostos da realidade, que podemos perceber que elas
estão imersas em um turbilhão infinito, ilimitado, indeterminado, mas que determina e limita
todos os seres. A este turbilhão original denominou ápeiron. Para o nosso filósofo, pares de
contrários são, por exemplo, quente-frio e seco-úmido. Isto quer dizer que em cada coisa
somente um de cada par pode existir, não podendo, pois, coexistirem em um mesmo objeto, o
quente e o frio. Por isso percebemos a ordem nesta determinação. Mas se nenhuma predomina
eternamente (pois uma só existe quando a outra não está presente) é porque devem ser
determinadas por algo extrínseco (fora) a elas, algo ilimitado, mas que as limita, o ápeiron
(ilimitado, indefinido, indestrutível, indeterminado). Assim, o que tem geração ou início tem
também fim. E a mudança dos seres não pode em si e por si mesmos se determinar. Logo, a

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

solução encontrada por Anaximandro de um princípio sem limites, sem fim e sem determinação,
era o ápeiron.

 ANAXIMANES

Anaxímenes de Mileto (Grego: Άναξιμένης; 588-524 a.C.) foi um filósofo pré-


socrático do Período Arcaico, ativo na segunda metade do século VI a.C..2 3 Foi um dos três
filósofos da escola milésia, é identificado como estudante de Anaximandro. Anaxímenes, tal
como outros na sua escola de pensamento, praticou o materialismo monista. Esta tendência para
identificar uma específica realidade composta de um elemento material constitui o âmago das
contribuições que deu fama a Anaxímenes. Escreveu a obra “Sobre a natureza”, em prosa.
Dedicou-se especialmente à meteorologia. Foi o primeiro a afirmar que a luz da Lua é
proveniente do Sol. 571 a.C. – 490 a.C.

 EMPECLODES

Empédocles (em grego antigo: Ἐμπεδοκλῆς; Agrigento, 490 a.C. - 430 a.C.), foi um
filósofo e pensador pré-socrático grego e cidadão de Agrigento, na Sicília. É conhecido por ser o
criador da teoria cosmogênica dos quatro elementos clássicos que influenciou o pensamento
ocidental de uma forma ou de outra, até quase meados do século XVIII. Ele também propôs
poderes chamados por ele de "Amor" e "Ódio" que atuariam como forças que tanto podem
formar elementos quanto separá-los. Essas especulações físicas faziam parte de uma história do
universo que também trata da origem e do desenvolvimento da vida.

Empédocles (em grego antigo: Ἐμπεδοκλῆς; Agrigento, 495/490 – 435/430 a.C.) foi
um filósofo, médico, legislador, professor, mítico além de profeta, foi defensor da democracia e
sustentava a idéia de que o mundo seria constituído por quatro princípios:água, ar, fogo e
terra.Tudo seria uma determinada mistura desses quatro elementos, em maior ou menor grau, e
seriam o que de imutável e indestrutível existiria no mundo.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Para Empédocles, duas forças fundamentais responsáveis pela manutenção do universo:


O AMOR que unia os elementos (raízes) e o ÓDIO que os separava. A morte para ele era
/simplesmente a desagregação dos elementos. Segundo ele, todos nós fazíamos parte do todo que
se renovava em ciclos; reunindo-se (nascimento) e separando-se (morte).O pensamento de
Empédocles talvez influenciará os pensadores da escola atomista.No Naturalismo esboçou o que
podemos citar como os primeiros passos do pensamento teórico evolucionista: “Sobrevive aquele
que está mais bem capacitado“, aproximadamente 2300 anos antes de Charles Darwin. Tendo
seguido Tales de Mileto na mesma linha de pensamento evolutivo: “O mundo evoluiu da água
por processos naturais“.Na política opôs-se à oligarquia, defendendo a democracia. Cedo virou
figura legendária: ele mesmo se atribuía poderes mágicos. Conta a lenda que ele teria se atirado
na cratera do Etna, para provar que era um Deus. 490 a.C. – 430 a.C.

 VIDA

O templo de Hera em Agrigento, construído quando Empédocles era jovem, por


volta de 470 a.C. Empédocles nasceu em 490 a.C. em Agrigento (Ácragas) na Sicília, em uma
renomada família.] Pouco se sabe sobre sua vida. Seu pai Meto parece ter sido importante na
derrubada do tirano de Agrigento, presumidamente Trasideu, filho de Terone, em 470 a.C.
Empédocles deu seguimento à tradição democrática da sua família, ajudando a derrubar o
governo oligarca seguinte. Diz-se que ele foi magnânimo apoiando os pobres ; severo na
perseguição dos abusos da aristocracia e até declinou de governar a cidade quando lhe foi
oferecido Sua oratória brilhante seu conhecimento profundo da natureza e a reputação de seus
poderes sobrenaturais, incluindo a cura de doenças e previsão de epidemias produziram vários
mitos e histórias em torno de seu nome. Ele era tido como mágico e controlador de tempestades.
Ele mesmo, em seu famoso poema Purificações parece ter prometido poderes miraculosos,
inclusive a destruição do mal, a cura da velhice e controle sobre a chuva e o vento. Empédocles
era ligado por laços de amizade aos médicos de Acron ] e Pausânias, que eram seus eromenosa
vários pitagóricos e até,há quem diga, a Parmênides e Anaxágoras. O único discípulo de
Empédocles mencionado é o sofista e retórico Górgias Timeu e Dicearco de Messina falaram da
viagem de Empédocles ao Peloponeso e da admiração que lhe foi prestada lá].Outros
mencionaram sua estadia em Atenas e na então recém fundada colônia de Túrio, em 446 a.C.
Existem também alguns interessantes relatos de sua viagem ao extremo oriente às terras dos

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

magos De acordo com Aristóteles, ele morreu com 60 anos (c. 430 a.C.), embora outros
escritores o tenham como vivendo até aos cento e nove anos de idadeDe forma semelhante, há
alguns mitos acerca da sua morte: uma tradição, que é atribuída a Heráclides do Ponto,
representa-o como tendo sido removido da terra; enquanto outras o têm perecendo nas chamas do
Monte Etna

 TRABALHOS

Empédocles é considerado o último filósofo grego a escrever em versos e os


fragmentos que restam de suas lições estão em dois poemas: Purificações e Sobre a
Natureza. Empédocles estava sem dúvida familiarizado com os poemas didáticos de
Xenófanes e Parménides] - podem ser encontradas alusões a este último nos fragmentos, -
mas ele parece tê-los superado na animação e riqueza de seu estilo, e na clareza das suas
descrições e dicção. Aristóteles apelidou-o de pai da retórica, e, embora apenas tenha
reconhecido a métrica como ponto de comparação entre os poemas de Empédocles e os
épicos de Homero, ele descreveu Empédocles como Homérico e poderoso na sua dicção.
Lucrécio fala dele com entusiasmo, e via-o evidentemente como o seu modelo.] Os dois
poemas juntos compreendem 5000 linhas. Sobreviveram cerca de 550 linhas da sua poesia,
embora porque os escritores antigos raramente mencionavam que poema estavam a citar, não
é sempre certo a que poema as citações pertencem. Alguns estudiosos acreditam hoje em dia
que havia apenas um poema, e que as Purificações formavam meramente o início de Sobre a
Natureza.

 HIPOCRATES

Hipócrates(160-377 aC) Hipócrates dividiu o homem em quatro classes com base em


seu temperamento:

1. Sanguine, tem um sangue (excesso) e um sino temperado.

2. Melancólico, tem excesso de medula preta e humor temperado.

3. Kholerik, tem excesso de medula amarela e bertemperamen excitados.

4. Phlegmatik, tem as vantagens dos credores e bertemperamen lamba

16
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

 DEMOCRITOS

Demócrito de Abdera (em grego antigo: Δημόκριτος, Dēmokritos, “escolhido do


povo”; 460 a.C. - 370 a.C.) nasceu na cidade de Abdera (Trácia),1 e é tradicionalmente
considerado um filósofo pré-socrático. Cronologicamente é um erro, já que foi contemporâneo
de Sócrates e, além disso, do ponto de vista filosófico, a maior parte de suas obras (segundo
a doxografia) tratou da ética e não apenas da physis (cujo estudo caracterizava os pré-socráticos).

Demócrito foi discípulo e depois sucessor de Leucipo de Mileto. A fama de Demócrito decorre
do fato de ele ter sido o maior expoente da teoria atômica ou do atomismo. De acordo com essa
teoria, tudo o que existe é composto por elementos indivisíveis chamados átomos (do grego, “a“,
negação e “tomo“, divisível. Átomo= indivisível). Não há certeza se a teoria foi concebida por ele
ou por seu mestre Leucipo, e a ligação estreita entre ambos dificulta a identificação do que foi
pensado por um ou por outro. Todavia, parece não haver dúvidas de ter sido Demócrito quem de
fato sistematizou o pensamento e a teoria atomista. Demócrito avançou também o conceito de
um universo infinito, onde existem muitos outros mundos como o nosso.

Embora amplamente ignorado em Atenas durante sua vida, a obra de Demócrito foi bastante
conhecida por Aristóteles, que a comentou extensivamente. É famosa a anedota de
que Platão detestava tanto Demócrito que queria que todos os seus livros fossem
queimados.2 3 Há anedotas segundo as quais Demócrito ria e gargalhava de tudo e dizia que o
riso torna sábio,4 5 o que o levou a ser conhecido, durante o renascimento, como “o filósofo que
ri” ou “o filósofo hilário”, ou ainda como “o abderita hilário”.

Na Grécia antiga, Protágoras de Abdera teria sido seu discípulo direto e, posteriormente, o
principal filósofo influenciado por ele foi Epicuro. No renascimento muitas de suas ideias
foram aceitas (por exemplo, Giordano Bruno), e tiveram um papel importante durante
o iluminismo. Muitos consideram que Demócrito é “o pai da ciência moderna

 DUALISMO
Dualismo uma concepção filosófica ou teológica do mundo baseada na presença de dois
princípios ou duas substâncias ou duas realidades opostas, irredutíveis entre si e incapazes de
uma síntese final ou de recíproca subordinação. É dualista por excelência qualquer

17
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

explicação metafísica do universo que suponha a existência de dois princípios ou realidades


não subordináveis e irredutíveis entre si.

Em filosofia, o dualismo opõe-se às várias formas de monismo, dentre as quais o


fenomenismo. Refere-se à relação Matéria-Espírito, fundada sobre a afirmação de que os
fenômenos mentais são exteriores ao mundo físico.

A ideia aparece na filosofia ocidental já nos escritos de Platão, baseados nos


ensinamentos de Sócrates, e de Aristóteles, que afirmam, por diferentes razões, que a inteligência
do Homem (uma faculdade do espírito ou da alma) não pode ser assimilada ao seu corpo, nem
entendida como uma realidade física.

O termo aparece pela primeira vez na Veterum Persarum et Parthorum et Medorum


Religionis Historia (1700), de Thomas Hyde, obra que tratava da doutrina de Zoroastro, com
seus dois princípios ou divindades - o bem e o mal -, em luta permanente. Bayle (Dictionnaire
historique et critique) e Leibniz (Essais de Théodicée sur la bonté de Dieu, la liberté de l'homme
et l'origine du mal) também utilizam o termo no mesmo sentido.

No entanto, o uso do termo na acepção mais difundida pela tradição filosófica data da
segunda metade do século XVIII, com Christian Wolff (1670-1754). Wolff deslocou o emprego
da palavra para a relação entre corpo e alma, opondo o dualismo ao monismo. Segundo ele "são
dualistas aqueles que admitem a existência de substâncias materiais e de substâncias espirituais",
e o fundador do dualismo teria sido Descartes, que formalizou a versão mais conhecida do
dualismo em 1641, ao reconhecer a existência de duas espécies diferentes de substâncias: a
corpórea e a espiritual.

Filosofia.Sócrates (470 - 399 a.C.), a sua biografia é contada por Platãoem várias das
suas obras, pois Sócrates, conforme dizem, eraanalfabeto. Usando um método próprio, chamado
de«maiêutica» (Trazer à Luz -fazer parir), que partia de perguntasfeitas às pessoas, ele fazia com
que elas "parissem as suaspróprias ideias" sobre as coisas. Comparava a sua técnicafilosófica, a
qual acreditava que ajudava a existência humana àaperfeiçoar seu espírito, com a actividade da
sua mãe, que eraparteira. Para Sócrates as etapas do saber são quatro: Ignorar asua própria
ignorância; conhecer a sua Ignorância, Ignorar o seusaber e conhecer o seu saber. Teve vários

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

seguidores, causoumuita irritação por suas "ideias pervertidas" e por um júri decinquenta pessoas
foi condenado à morte por envenenamento,bebendo a Cicuta. Poderia ter fugido da prisão, ter
pedidoclemência ou ainda ter saído de Atenas, mas simplesmente nãoquis, tornando-se assim o
primeiro mártir da Filosofia.Após Sócrates, temos alguns filósofos cujas ideias são deextrema
importância para que a Psicologia se destacasse. Porexemplo, Platão, Aristóteles e outros
filósofos gregospreocupavam-se com muitos dos problemas que hoje cabe aosPsicólogos
tentarem explicar: a memória, a aprendizagem, apercepção, a motivação, os sonhos e
principalmente ocomportamento anormal.

Aristóteles (384 - 322 a.C.) - Foi criado com um grupo demédicos amigos de seu pai.
Aos dezoito anos foi para Atenas,entrou para a Academia, onde se tornou discípulo de
Platão.Defendeu alguns princípios platónicos nos seus escritos duranteesse período na
Academia, mas a sua inteligência e disciplinaextraordinária fez com que ele fosse um dos
primeiros e o maiorcrítico da teoria platónica das ideias, principalmente na Meta sfísica.

Descartes foi o primeiro a assimilar claramente o espírito (substância imaterial) à


consciência e distingui-lo do cérebro, que seria o suporte da inteligência. Chamou a mente de res
cogitans ("coisa pensante") e o corpo de res extensa ("coisa extensa", isto é, que ocupa lugar no
espaço). A ligação entre a mente e corpo, segundo ele, seria feita através do tálamo, uma
pequenina parte do cérebro. Foi Descartes, portanto, quem primeiro formulou o problema do
corpo-espírito do modo como se apresenta modernamente.

Assim, em termos metafísicos, a realidade se constitui de duas substâncias - material e


espiritual - sendo a substância material, a realidade sensível; e o espírito, o não físico, não
material, constituindo a realidade mental ou espiritual.

Posteriormente, o uso do termo foi muito ampliado. "Dualismo" passou a designar toda
contraposição de tendências irredutíveis entre si, tal como a oposição aristotélica entre matéria e
forma, assim como a oposição medieval entre existência e essência e o dualismo kantiano da
necessidade e liberdade, fenômeno e númeno. Já no século XX, Arthur O. Lovejoy examinou
historicamente o dualismo e defendeu a existência de dois tipos de realidade - os objetos e as
ideias que eles representam - em The Revolt Against Dualism (1930). O título da obra é
inadequado, pois Lovejoy argumenta a favor de uma espécie de dualismo ontológico - e não
19
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

contra, como o título sugere. Segundo ele, ideias e objetos, dada a sua incongruência espaço-
temporal, não podem ser idênticos e, portanto, teriam naturezas diferentes, separadas, não sendo
possível estabelecer uma relação entre ambos.[10]. Por volta dos anos de 1950, o britânico Gerald
Gardner criou a wicca, religião neopagã baseada no culto bruxo e no dualismo, classificando os
dois princípios como Deusa-mãe e Deus cornífero (o feminino e o masculino). O dualismo é a
principal crença na religião Wicca.

 Interacionismo

Interacionismo é a interação entre o indivíduo e a cultura, onde, para Vygotsky, é


fundamental que o indivíduo se insira em determinado meio cultural para que aconteçam
mudanças no seu desenvolvimento.
 Emperismo

Na filosofia, empirismo foi uma teoria do conhecimento que afirma que


o conhecimento vem apenas, ou principalmente, a partir da experiência sensorial. O método
indutivo, por sua vez, afirma que a ciência como conhecimento só pode ser derivada a partir dos
dados da experiência. Essa afirmação rigorosa e filosófica acerca da construção do conhecimento
gera o problema da indução.

Um dos vários pontos de vista da epistemologia, o estudo do conhecimento humano,


juntamente com o racionalismo, o idealismo ehistoricismo, o empirismo enfatiza o papel
da experiência e da evidência, experiência sensorial, especialmente, na formação de ideias, sobre
a noção de ideias inatas ou tradições;[3] empiristas podem argumentar, porém, que as tradições
(ou costumes) surgem devido às relações de experiências sensoriais anteriores.

O termo "empirismo" vem do grego έμπειρία, cuja tradução para o latim


é experientia, que significa experiência em português.

Empirismo, sob esse nome, surge na idade moderna como um fruto maduro de uma tendência
filosófica que se desenvolve principalmente no Reino Unido desde a Idade Média. Muitas vezes
verifica-se em oposição à chamada racionalismo, mais característica da filosofia
continental. Hoje a oposição empirismo-racionalismo, como a distinção analítico-sintético, é
geralmente entendida de forma contundente, como era nos tempos antigos, mas sim uma ou outra
posição devido a questões metodológicas heurísticas ou atitudes vitais, em vez de princípios

20
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

filosóficos fundamentais. Em relação ao problema dos universais, empiristas muitas vezes


simpatizam com as críticas e continuar nominalista começou no final da Idade Média.

Na antiguidade clássica, o conhecimento empírico referindo médicos, arquitetos, artistas


e artesãos em geral obtidos por meio de sua experiência de frente para o útil e técnico, em
oposição ao conhecimento teórico concebido como contemplação da verdade além de qualquer
utilitário.

Empirismo na filosofia da ciência enfatiza a evidência, especialmente porque foi


descoberta em experiências. É uma parte fundamental do método científico que todas
ashipóteses e teorias devem ser testadas contra observações do mundo natural, em vez de
descansar apenas em um raciocínio a priori, a intuição ou revelação.

Filósofos associados com o empirismo incluem Aristóteles, Alhazen, Avicena, Ibn


Tufail, Robert Grosseteste, Guilherme de Ockham, Francis Bacon, Thomas Hobbes, Robert
Boyle, John Locke, George Berkeley, Hermann von Helmholtz, David Hume, Leopold von
Ranke, John Stuart Mill e Nicolau Maquiavel.

O empirismo causou uma grande revolução na ciência, pois graças à valorização das
experiências e do conhecimento científico, o homem passou a buscar resultados práticos,
buscando o domínio da natureza. A partir do empirismo surgiu a metodologia científica.

John Locke (Wrington, 29 de agosto de 1632 — Harlow, 28 de outubro de 1704) foi


um filósofo inglês e ideólogo do liberalismo, sendo considerado o principal representante
do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social.

Locke ficou conhecido como o fundador do empirismo, além de defender a liberdade e a


tolerância religiosa. Como filósofo, pregou a teoria da tábua rasa, segundo a qual a mente
humana era como uma folha em branco, que se preenchia apenas com a experiência. Essa teoria
é uma crítica à doutrina das ideias inatas de Platão, segundo a qual princípios e noções são
inerentes ao conhecimento humano e existem independentemente da experiência.

Locke escreveu o Ensaio acerca do Entendimento Humano, onde desenvolve sua teoria sobre a
origem e a natureza do conhecimento.

Um dos objetivos de Locke é a reafirmação da necessidade do Estado e do contrato social


e outras bases. Opondo-se à Hobbes, Locke acreditava que se tratando de Estado-natureza, os

21
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

homens não vivem de forma bárbara ou primitiva. Para ele, há uma vida pacífica explicada pelo
reconhecimento dos homens por serem livres e iguais.

Empirismo é um movimento filosófico que acredita nas experiências humanas como


únicas responsáveis pela formação das ideias e conceitos existentes no mundo.
O empirismo é caracterizado pelo conhecimento científico, quando a sabedoria é adquirida
por percepções; pela origem das ideias, por onde se percebem as coisas, independente de seus
objetivos ou significados.

O empirismo consiste em uma teoria epistemológica que indica que todo o conhecimento
é um fruto da experiência, e por isso, uma consequência dos sentidos. A experiência estabelece o
valor, a origem e os limites do conhecimento.

Sendo uma teoria que se opõe ao Racionalismo, o empirismo critica a metafísica e conceitos
como os de causa e substância. Ou seja, todo o processo do conhecer, do saber e do agir é
aprendido pela experiência, pela tentativa e erro.

Etimologicamente, este termo possui uma dupla origem. A palavra pode ter surgido a
partir do latim e também de uma expressão grega, derivando de um uso mais específico,
utilizado para nomear médicos que possuem habilidades e conhecimentos de experiências
práticas e não da instrução da teoria.

Além de John Locke, existiram outros diversos autores de destaque na formação do


conceito do empirismo, como Francis Bacon, David Hume e John Stuart Mill.
Atualmente, o empirismo lógico é conhecido como neopositivismo, criado pelo círculo
de Viena. Dentro do empirismo, existem três linhas empíricas: a integral, a moderada e a
científica.
Na ciência, o empirismo é utilizado quando falamos no método científico tradicional, que é
originário do empirismo filosófico, que defende que as teorias científicas devem ser baseadas na
observação do mundo, em vez da intuição ou da fé, como lhe foi passado.
 Estruturalismo
Esta escola centrou a sua atenção para estudar as experiências conscientes, estrutura do
cérebro e sistema nervoso que são responsáveis por tais experiências.

22
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

O destaque entre os estruturalistas foi EB Titchener (1867-1927) um psicólogo britânico que


considerava psicologia como ciência da Consciência. Estruturalismo tentou analisar os três
elementos básicos da consciência: sensações, sentimentos e imagens e, desta forma fez um
estudo sistemático da mente, analisando sua estrutura e, portanto, foi nomeado como
estruturalismo.
strukturalisme

 estruturalismo é uma corrente de pensamento nas ciências humanas que se


inspirou no modelo da linguística e que depreende a realidade social a partir de um conjunto
considerado elementar (ou formal) de relações. Para a sociologia, antropologia e linguística, o
estruturalismo é a metodologia pela qual elementos da cultura humana devem ser entendidos em
face a sua relação com um sistema ou estrutura maior, mais abrangente.

O estruturalismo opera no sentido de descobrir as estruturas que sustentam todas as


coisas que os seres humanos fazem, pensam, percebem e sentem. O filósofo Simon Blackburn
resume afirmando que o estruturalismo é "a crença de que os fenômenos da vida humana não são
inteligíveis exceto através de suas interrelações. Estas relações constituem uma estrutura e, ainda
por trás das variações locais dos fenômenos superficiais, existem leis constantes do extrato
cultural"

O termo estruturalismo tem origem no livro Cours de linguistique générale (em


português, Curso de linguística geral) de Ferdinand de Saussure (1916), que se propunha a
abordar qualquer língua como um sistema no qual cada um dos elementos só pode ser definido
pelas relações de equivalência ou de oposição que mantém com os demais elementos. Esse
conjunto de relações forma aestrutura.

O estruturalismo é uma abordagem que veio a se tornar um dos métodos mais


extensamente utilizados para analisar a língua, a cultura, a filosofia da matemática e a sociedade
na segunda metade do século XX. Entretanto, "estruturalismo" não se refere a uma "escola"
claramente definida de autores, embora o trabalho de Ferdinand de Saussure seja geralmente
considerado um ponto de partida. O estruturalismo é mais bem visto como uma abordagem geral
com muitas variações diferentes. Como em qualquer movimento cultural, as influências e os
desenvolvimentos são complexos

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

De um modo geral, o estruturalismo procura explorar as inter-relações (as "estruturas")


através das quais o significado é produzido dentro de uma cultura. Um uso secundário do
estruturalismo tem sido visto recentemente na filosofia da matemática. De acordo com
a teoria estrutural, os significados dentro de uma cultura são produzidos e reproduzidos através
de várias práticas, fenômenos e atividades que servem como sistemas de significação. Um
estruturalista estuda atividades tão diversas como rituais de preparação e do servir de alimentos,
rituais religiosos, jogos, textos (literários e não-literários) e outras formas de entretenimento para
descobrir as estruturas profundas pelas quais o significado é produzido e reproduzido em uma
cultura. Por exemplo, o antropólogo e etnógrafo Claude Lévi-Strauss (um antigo e proeminente
praticante do estruturalismo), analisou fenômenos culturais incluindo mitologia, relações
de família e preparação de alimentos.

Lévi-Strauss explicou que os antônimos estão na base da estrutura sócio-cultural. Em


seus primeiros trabalhos demonstrou que os grupos familiares tribais eram geralmente
encontrados em pares, ou em grupos emparelhados nos quais ambos se opunham e se
necessitavam ao mesmo tempo. Na Bacia Amazônica, por exemplo, duas grandes famílias
construíam suas casas em dois semi-círculos frente-a-frente, formando um grande círculo.
Também mostrou que os mapas cognitivos, as maneiras através das quais os povos
categorizavam animais, árvores, e assim por diante, eram baseados em séries de antônimos. Mais
tarde, em seu trabalho mais popular, "O Cru e o Cozido", descreveu contos populares
amplamente dispersos da América do Sul tribal como inter-relacionados através de uma série de
transformações - como um antônimo aqui transformava-se em outro antônimo ali. Por exemplo,
como o título indica, Cru torna-se seu oposto, Cozido. Esses antônimos em particular
(Cru/Cozido) são simbólicos da própria cultura humana que, por meio do pensamento e do
trabalho, transforma matérias-primas em roupas, alimento, armas, arte, ideias. Cultura, explicou
Lévi-Strauss, é um processo dialético: tese, antítese, síntese.

 Funcionalismo

Funcionalismo foi iniciado por William James (1842-1910), o pai da psicologia


americana. Os outros psicólogos importantes que pertenciam a esta escola foram John Dewey,
James Angell, etc. Funcionalistas.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Segundo eles a mente vai sempre ajudar a pessoa a se adaptar a seu meio
ambiente. Eles foram influenciados pela teoria da evolução e biologia de Darwin. (laiha buat ida
nebe konstante uja ita nia hanoin hanesan instrument ida at transforma an.)
psicologia funcional ou funcionalismo refere-se a uma corrente filosófica e psicológica
que considera a vida mental e comportamento em termos de adaptação activo para o ambiente
pela pessoa1 Como tal, ela fornece a base geral para o desenvolvimento de teorias psicológicas
ainda -se não fornecer uma verificação por meio de experimentos controlados e psicologia
aplicada.

 Behaviorismo

Behaviorismo (em inglês: Behaviorism, de behavior = comportamento, conduta),


também designado de comportamentalismo, ou às vezes comportamentismo, é o conjunto das
teorias psicológicas que postulam o comportamento como o mais adequado objeto de estudo
da Psicologia. Tais teorias psicológicas, ou ao menos parte delas, influenciaram a fundação da
comportamentologia (behaviorology), ciência independente da psicologia. Os campos de
conhecimento conhecidos como análise do comportamento e comportamentologia podem ser
considerados como vanguarda das tradições sob o rótulo "behaviorismo", atualmente em disputa
pelo título de "a ciência do comportamento".

O comportamento é definido por meio de unidades analíticas, como respostas e


estímulos, e investigado por meio de diferentes métodos, dentre os quais destacam-se:

 a observação do comportamento em ambiente experimentalmente controlado,


 a observação do comportamento em ambiente natural e
 a interpretação de relações comportamentais orientada por evidências empíricas.

Historicamente, a observação e descrição do comportamento fizeram oposição ao uso do


método de introspecção.

O Behaviorismo – do termo inglês behaviour ou do americano behavior, significando


conduta, comportamento – é um conceito generalizado que engloba as mais paradoxais teorias
sobre o comportamento, dentro da Psicologia. Estas linhas de pensamento só têm em comum o
interesse por este tema e a certeza de que é possível criar uma ciência que o estude, pois suas
concepções são as mais divergentes, inclusive no que diz respeito ao significado da palavra
25
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

‘comportamento’. Os ramos principais desta teoria são o Behaviorismo Metodológico e o


Behaviorismo Radical.

Esta teoria teve início em 1913, com um manifesto criado por John B. Watson – “A
Psicologia como um comportamentista a vê". Nele o autor defende que a psicologia não deveria
estudar processos internos da mente, mas sim o comportamento, pois este é visível e, portanto,
passível de observação por uma ciência positivista. Nesta época vigorava o modelo behaviorista
de S-R, ou seja, de resposta a um estímulo, motor gerador do comportamento humano. Watson é
conhecido como o pai do Behaviorismo Metodológico ou Clássico, que crê ser possível prever e
controlar toda a conduta humana, com base no estudo do meio em que o indivíduo vive e nas
teorias do russo Ivan Pavlov sobre o condicionamento – a conhecida experiência com o cachorro,
que saliva ao ver comida, mas também ao mínimo sinal, som ou gesto que lembre a chegada de
sua refeição.

Assim, qualquer modificação orgânica resultante de um estímulo do meio-ambiente pode


provocar as manifestações do comportamento, principalmente mudanças no sistema glandular e
também no motor. Mas nem toda conduta individual pode ser detectada seguindo-se esse modelo
teórico, daí a geração de outras teses. Eduard C. Tolman propõe o Neobehaviorismo Mediacional
ao publicar, em 1932, sua obra Purposive behavior in animal and men. Na sua teoria, o
organismo trabalha como mediador entre o estímulo e a resposta, ou seja, ele atravessa etapas
que Tolman denomina de variáveis intervenientes - elos conectivos entre estímulos e respostas -,
estas sim consideradas ações internas, conhecidas como gestalt-sinais.

Esta linha de pensamento conduz a uma tese sobre o sistema de aprendizagem, apoiada
sobre mapas cognitivos – interações estímulo-estímulo – gerados nos mecanismos cerebrais.
Assim, para cada grupo de estímulos o indivíduo produz um comportamento diferente e, de certa
forma, previsível. Tolman, ao contrário de Watson, vale-se dos processos mentais em suas
pesquisas, reestruturando a linha mentalista através da simbologia comportamental. Ele via
também no comportamento uma intencionalidade, um objetivo a ser alcançado, com traços de
uma intensa persistência na perseguição desta meta. Por estas características presentes em sua
teoria, este autor é considerado, portanto, um precursor da Psicologia Cognitiva.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

O behaviorismo filosófico é uma teoria que se preocupa com o sentido dos pensamentos e
das concepções, baseado na idéia de que estado mental e tendências de comportamento são
equivalentes, melhor dizendo, as exposições dos modos de ser da mente humana é semelhante às
descrições de padrões comportamentais. Esta linha teórica analisa as condições intencionais da
mente, seguindo os princípios de Ryle e Wittgenstein. O behaviorismo não ocupa mais um
espaço predominante na Psicologia, embora ainda seja um tanto influente nesta esfera. O
desenvolvimento das Neurociências, que ajuda a compreender melhor, hoje, o que ocorre na
mente humana em seus processos internos, aliado à perda de prestígio dos estímulos como
causas para a conduta humana, e somado às críticas de estudiosos renomados como Noam
Chomsky, o qual alega que esta teoria não é suficiente para explicar fenômenos da linguagem e
da aprendizagem, levam o Behaviorismo a perder espaço entre as teorias psicológicas
dominantes.

 Gestalt

Esta escola de pensamento foi criada no ano de 1912 por três psicólogos alemães: Max
Wertheimer (1880-1941) e seus colegas Kurt Koffka (1886-1941) e Wolfgang Kohler (1887-
1967).
O termo Gestalt significa “Forma” ou “Configuração”. Esses psicólogos fizeram
oposição a abordagem atomística ou molecular para estudar o comportamento. Eles disseram
que a mente não é composta de elementos e, portanto, pode ser entendida melhor apenas se
estudá-la como um todo.
O princípio fundamental da escola Gestalt é “o todo é melhor do que a soma total de suas
partes“. De acordo com ela, o indivíduo percebe uma coisa como um todo e não como um mero
conjunto de elementos. Da mesma forma a sensação ou percepção será experimentada como um
todo. Por exemplo, quando olhamos para uma mesa de madeira, não vamos enxergá-la como um
conjunto de peças diferentes, mas como um todo, só então percebemos como um objeto
significativo.
Como resultado, o comportamento humano é caracterizado como um comportamento
inteligente, em vez de um mecanismo de estímulos e resposta simples. Desta forma, a psicologia
da Gestalt se opôs fortemente os pontos de vista das outras escolas.
 Humanismo

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Esta escola de pensamento foi desenvolvida por psicólogos como Abraham Maslow, Carl
Rogers, Rollo May, Gorden Allport, etc. A psicologia humanista dá mais valor ao ser
humano. Humanistas acreditavam que o comportamento é controlado pela nossa própria
vontade e não pelo inconsciente ou pelo ambiente.
Eles estavam mais interessados em resolver o problema humano do que em experimentos de
laboratório. Humanistas esperam que cada pessoa alcance seu pleno potencial e alcance a auto-
realização.

Como foi dito no início, a história da psicologia é muito curta. Mas dentro desta curta
duração de cerca de 150 anos, muitos psicólogos contribuíram com o seu conhecimento para
fazer psicologia uma ciência.
Humanismo, no sentido amplo, significa valorizar o ser humano e a condição humana acima
de tudo. Está relacionado com generosidade, compaixão e preocupação em valorizar os
atributos e realizações humanas.
O humanismo foi um movimento intelectual iniciado na Itália no século XIV com o
Renascimento e difundido pela Europa, rompendo com a forte influência da Igreja e do
pensamento religioso da Idade Média. O teocentrismo (Deus como centro de tudo) cede lugar
ao antropocentrismo, passando o homem a ser o centro de interesse. O humanismo procura o
melhor nos seres humanos e para os seres humanos sem se servir da religião.

A filosofia humanista oferecia novas formas de reflexão sobre as artes, as ciências e a


política, revolucionando o campo cultural e marcando atransição entre a Idade Média e a
Idade Moderna.
Através das suas obras, os intelectuais e artistas passaram a explorar temas que tivessem
relação com a figura humana, inspirados pelos clássicos da Antiguidade greco-romana como
modelos de verdade, beleza e perfeição. Alguns autores humanistas mais conhecidos são:
Gianozzo Manetti, Marsílio Ficino, Erasmo de Roterdão, Guilherme de Ockham, Carlos
Bernardo González Pecotche, Francesco Petrarca, François Rabelais, Pico de La Mirandola,
Thomas Morus, Andrea Alciati, Auguste Comte.

Nas artes plásticas e na medicina, o humanismo esteve representado em obras e estudos


sobre anatomia e funcionamento do corpo humano.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Nas ciências, houve grandes descobertas em vários ramos do saber como a física, matemática,
engenharia, medicina e etc., que contribuíram para um levantamento concreto da história da
humanidade.
 Cognitivismo

Em psicologia, cognitivismo é uma abordagem teórica para o entendimento da mente. O


movimento foi uma resposta ao behaviorismo, que, segundo os cognitivistas, negligencia
a cognição. A psicologia cognitiva deriva seu nome do latim cognoscere ('conhecer') e é, em
parte, derivada de antigas tradições de investigação acerca do pensamento e de processos
de resolução de problemas.Os behavioristas reconhecem a existência do pensamento mas este é
identificado como um comportamento. Os cognitivistas argumentam que o modo como as
pessoas pensam tem impactos sobre seu comportamento; portanto, o modo de pensar não pode
ser um comportamento em si. Posteriormente, os cognitivistas defenderam que o pensamento é
tão essencial à ipsicologia que o estudo do pensamento seria o seu próprio campo de estudo.

Para entender a mente, a abordagem cognitivista emprega métodos


quantitativos, positivistas e científicos que descrevem as funções mentais como modelos de
processamento de informação. Também incorpora elementos da teoria dos sistemas , das ciências
da computação, da cibernética, da teoria da informação e da robótica. Todos essas novas
abordagens e avanços tecnológicos, além da insatisfação com o behaviorismo,

impulsionaram o surgimento do cognitivismo e sua abordagem do processamento da informação.


Os psicólogos cognitivistas que adotam essa abordagem geralmente analisam a maneira como as
pessoas solucionam difíceis tarefas mentais e constroem modelos para essas explicações. Esses
modelos podem tomar a forma de programas de computador, de gráficos ou outras
esquematizações do fluxo de processamento cognitivo durante a realização de tarefas.

 Constructuvismo

A orientação básica desta tendência iniciada a partir de Immanuel Kant (1724-1804),


quando ele distingue entre o fenômeno e o númeno (ou coisa em si). Ele alegou que a realidade
não está fora de quem vê, mas de uma maneira que é construído por seu aparato cognitivo
[carece de fontes?]. Mas ele é considerado como o primeiro construtivista para Giambattista
Vico (1668-1744) e sua frase "factum verum ipsum" ( "realmente").

29
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Outros precedentes do pensamento construtivista pode ser René Descartes (1596-1650) com seu
("Penso, logo existo"), David Hume (1711-1776) e, acima de tudo, "cogito ergo sum" Bishop
George Berkeley (1685 -1753), cujo "esse est percepi" ( "ser é ser percebido") se enquadra neste
contexto.
Jean Piaget é um dos pensadores que diferem essa corrente. Piaget baseia-se na criação
de regimes e sua posição sobre o construtivismo é cético, mesmo quando ele diz que está imerso
nesta pensador atual.
Este conjunto de teorias psicológicas falar sobre como nós aprender com a experiência.

Sabe-se que a psicologia é uma ciência jovem, que ainda não foi totalmente amadurecido. Um
aspecto em que este é mais evidente é o fato de que em psicologia não existe uma teoria
unificadora, ou seja, um pilar teórico sobre o qual se torna mais estabelecida todo o
conhecimento extraído de pesquisadores .

Em vez disso, existem outras muitas escolas de pensamento e abordagens e totalmente


diferentes pontos de partida e em grande parte ao contrário do outro. Construtivismo é um desses
conjuntos de correntes acadêmicas, e historicamente tem sido muito importante, especialmente
em psicologia. É bem possível que as pessoas que estudaram filosofia soará o termo
"construtivismo", porque pode ser usado para se referir a um filosófico surgiu no século XX e
intimamente relacionado com o pensamento pós-moderno. Deste ênfase construtivismo
filosófico é o componente interpretativo de tudo o que passamos a conhecer, em vez de enfatizar
a importância de aspirar a objectividade e realismo.

Assim, há um construtivismo moderada se limita a argumentar que a realidade não pode


ser conhecida diretamente e que nossas interpretações totalmente subjetivos são a base do que
nós pensamos que sabemos, e outro construtivismo radical de acordo com a qual a realidade é,
diretamente, a construção fazemos de nossas performances. Ou seja, que a realidade, como
costumamos entender, não existe, porque não é independente dos nossos pensamentos e não
pode ser separada da nossa atividade mental.

A diferença entre o construtivismo moderada e "extremista" é que o primeiro não nega a


existência de uma realidade material além das idéias, enquanto o segundo faz. No entanto, ambos
são parte de uma escola de pensamento que aborda os problemas do tipo epistemológica e

30
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

ontológica, e é por isso que formalmente pertencem à filosofia e não psicologia. psicologia
construtivismo é algo nascido de outras questões, mas como veremos tem várias semelhanças
com seu parente filosófica.

Se o construtivismo filosófico é responsável por tentar responder ao desconhecido de o


que é que podemos conhecer e como esse conhecimento refere-se a "realidade" psicologia
construtivismo é muito mais pragmática e centra-se no estudo como é feito o aprendizado eo
esquema de geração de sentido no nosso pensamento para aplicar estas descobertas científicas,
especialmente nos dois ramos da psicologia: psicologia psicoterapia e educacional.

Assim, a idéia de "construção do conhecimento" utilizada no construtivismo da


psicologia é menos abstrato do que o seu análogo de filosofia, e sua lógica é a necessidade de
criar teorias científicas capazes de parte prevendo o que vai acontecer no comportamento das
pessoas (em geral), e fornecer soluções para problemas específicos (em particular).

Assim, psicologia construtivismo pode ser definida como um conjunto de teorias e


escolas de pensamento (que pertencem a este campo científico) com base na ideia de que a
maneira pela qual os indivíduos gerar conhecimento a partir de suas experiências é através de um
papel activo na criação de sistemas únicos de sentido e cujo valor não é mais ou menos
assemelham realidade.

De acordo com FUCHS e MILAR, no meio do século XIX houve o desenvolvimento


científico da psicologia, o qual uniu as filosofias da mente aos estudos da fisiologia. No século
XVIII já havia estudos da mente, mas sem o método e rigor com que foi estudado no século XIX.
Antes deste período, no começo do século XIII, Christian Wolff foi o primeiro a
utilizar o nome psicologia para denominar o estudo da mente. O seu método dividiu
psicologia em dois, que são:psicologia empírica e psicologia racional. Os dados da mente que
resultaram da observação de si e das outras pessoas eram denominados psicologia empírica e a
psicologia racional interpretavam os dados obtidos na psicologia empírica pelo meio do uso da
razão e da lógica.
Segundo Jones e Elcock, da segunda metade do século XIX, as linhas de psicologias
inglesas eram, principalmente, a evolucionista, influenciada pelos estudos de Lamarck, e a
comparatista, composta dos estudos de fisiologia e de associativismo de Spencer. Segundo a

31
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

perspectiva associativista de Spencer, acreditava-se que a mente era um espaço em branco que
necessitava de associações para se desenvolver, este pensamento foi pouco aceito, pois ele era
contrário à teoria darwiniana que era mais amplamente aceita. Entretanto, a Inglaterra e os
Estados Unidos foram os países nos quais se preferiu a teoria de Spencer. Esta perspectiva
influenciou as escolas de psicologia estruturalista, funcionalista, behaviorista e Gestalt. As três
primeiras são americanas, e a Gestalt teve alguma influência nas teorias de psicologia dos EUA.
Dentre as vertentes de psicologia que se iniciaram nos Estados Unidos, durante primeira
metade do século XX, houve grande competição entre as vertentes do funcionalismo
e estruturalismo, as quais se utilizaram do darwinismo social, tornando-se, assim, vertentes que
se focariam na biologia. A psicologia behaviorista era a terceira vertente americana, que se
iniciou a partir de um artigo por Watson, no ano de 1913, e tornou-se popular com as
contribuições de Tolman, Hull e Skinner. O behaviorismo inovou ao correlacionar a funções
psicológicas com estruturas biológicas, e explicar essas correlações em termos fisiológicos.
A psicologia Gestalt foi uma perspectiva desenvolvida na mesma época da psicologia
behaviorista e fortemente influenciada pelas vertentes estadunidenses. Gestalt foi considerada
reducionista, o que Carl Stumpf descreveu como uma experiência direta tinha primazia sobre a
redução de elementos. Tanto o behaviorismo quanto a psicologia Gestalt são fruto de seus
contextos da Primeira Guerra Mundial e estes pensamentos permaneceram muitas famosas até a
Segunda Guerra Mundial.
Na década de 1920 foram elaboradas teorias da psicanálise por Sigmund Freud. Esta
teoria não foi bem aceita na sua época, pois os demais psicólogos acreditavam qu
e lhe faltava rigor empírico. Dois outros psicanalistas que continuaram a estudar e
trouxeram contribuições para esta vertente foramCarl Gustav Jung e Erik Erikson.
Após uma década do início da psicanálise desenvolveu-se a psicologia humanista nos
Estados Unidos, segundo Buys. Este foi influenciado pela filosofia existencialista de Sartre e
pelos movimentos contrários ao darwinismo social no seu contexto de Segunda Guerra Mundial.
Assim como Buys destaca que o humanismo problematiza o determinismo produzido pelo
darwinismo social. A independência do indivíduo é um dos conceitos fundamentais
do humanismo, este conceito busca contribuir para que o paciente se conheça e perceba formas
alcançar a auto-realização.

32
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

A partir da década de 1960 fortaleceu-se a abordagem da psicologia cognitiva, com


referências como Vygotsky, o que retoma algumas questões tratadas na psicanálise, conforme
Falcone. Esta perspectiva busca contribuir para desenvolver habilidades para identificar as
distorções cognitivas e explorar novas formas de compreender as suas experiências.
Outras teorias posteriormente desenvolvidas buscavam problematizar algumas das vertentes e
passaram adaptar as teorias para mais variado setores, não apenas à área clínica. Um exemplo
das vertentes da segunda parte do século XX é a psicologia conexionista, a qual adiciona os
conhecimentos produzidos na linguística, tendo como um dos influenciadores desta
vertente Noam Chomsky, de acordo com Jones e Elcock.

2.3. IMPLICAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE PARTICIPANTES NA EDUCAÇÃO

A. COMPREENDENDO O DESENVOLVIMENTO

Na vida da criança, existem dois processos que funcionam de forma contínua, nomeadamente
crescimento e desenvolvimento. Crescimento e desenvolvimento são essencialmente mudanças,
ou seja, mudam para um estágio superior.

Thonthowi (Desmita, 2008: 5) define o crescimento como uma mudança no corpo que aumenta
em tamanho como resultado da multiplicação de células. Enquanto isso, de acordo com Chaplin
(Desmita, 2008: 5), o crescimento é um aumento ou aumento do tamanho das partes do corpo
como um todo.

De acordo com essa definição, Sunarto e Hartono (2006: 35) explicam que o crescimento está
associado a mudanças quantitativas que envolvem tamanho crescente e estrutura biológica. Além
disso, também é explicado que o crescimento é uma mudança fisiológica como resultado do
processo normal de maturação de funções físicas em crianças saudáveis ao longo de um período
de tempo.

De algum sentido acima, entende-se que o termo crescimento no contexto do desenvolvimento se


refere às mudanças quantitativas, nomeadamente o aumento do tamanho e da estrutura, como o
crescimento corporal, o crescimento dos pés, o coração e assim por diante. Assim, não é
apropriado dizer o crescimento da inteligência, crescimento moral, crescimento da carreira e
outros, porque esses aspectos são mudanças nas funções espirituais e físicas.

33
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

A explicação mais detalhada das mudanças referidas como desenvolvimentos, mencionados em


Budiamin, et al. (2009: 2-3), a saber: (1) mudanças enraizadas em elementos biológicos; (2)
inclui mudanças na estrutura e função; (3) padronizado, organizado, organizado e previsível; (4),
embora padronizado, o desenvolvimento também pode ser exclusivo para cada indivíduo; (5)
ocorre gradualmente durante um período de tempo relativamente longo; e (6) dura a vida desde o
momento da concepção até a morte.

Yusuf (2005: 15) apresentou a noção de desenvolvimento, que é a mudança contínua e contínua
(contínua) dentro do indivíduo desde o nascimento até o fim da vida. Enquanto isso, Agustiani
(2006: 27) argumenta que, em uma perspectiva de desenvolvimento ao longo da vida, o
desenvolvimento é visto como padrões múltiplos que incluem mudanças em diferentes
comportamentos e indivíduos em diferentes períodos de tempo.

Além disso, ainda está relacionado com a educação, Santrock e Yussen (Depdikbud, 1999: 8)
disseram que o desenvolvimento é um padrão de mudanças individuais que começaram no
momento da concepção e continuam ao longo da vida. Mas tenha em mente que nem todas as
mudanças experimentadas pelo indivíduo são um desenvolvimento.

Com base em algumas das explicações acima, pode-se concluir que o desenvolvimento é um
padrão de mudanças experimentadas por indivíduos tanto na estrutura como na função (física e
psíquica) até o nível de maturidade que ocorre de forma sistemática, progressiva, sustentável e
direta ao longo da vida.

b. Entendendo Aprendizes

Os seres humanos são criaturas que podem ser vistas de diferentes ângulos. A descrição do
homem com sua posição como aprendiz, deve colocar o ser humano como pessoa inteira.
Sunarto e Hartono (2006: 2) assumem que, em relação aos interesses da educação, enfatizaram
mais a essência dos seres humanos como uma unidade dos seres sociais, a unidade física e
espiritual e a criatura de Deus colocando sua vida no mundo como preparação para a vida no
além.

De acordo com os dicionários Echols e Shadaly (Sunarto e Hartono, 2006: 2), o indivíduo é um
substantivo do indivíduo que significa pessoa ou indivíduo. Enquanto na Webster, que ainda é

34
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

citado por Sunarto e Hartono (2006: 2), o indivíduo significa indivisível, inseparável e sua
existência como um ser único e distinto.

De acordo com as citações acima, pode-se afirmar que os alunos são indivíduos no sentido de
seres sociais e seres relacionados a Deus na unidade física e espiritual, e estão em um sistema
educacional para desenvolver seu potencial para alcançar o desenvolvimento desejado.

c. Compreender a educação

A educação é basicamente algo que é absolutamente obtido por cada indivíduo de acordo com os
direitos humanos para a sustentabilidade de sua vida. A educação é uma coisa muito importante,
portanto, muitas idéias apresentadas por especialistas sobre educação.

Dewey (Burhanuddin e Sumiati, 2011: i) afirma: "a educação não é uma preparação para a vida,
mas a educação é a própria vida". Ou seja, a educação não é uma preparação para a vida, mas a
educação é a própria vida. Assim, Dewey confirma seu pensamento sobre educação. Assim, de
acordo com a idade da educação é igual à presença de humanos na frente de bu Os outros dizem
que a educação é um negócio adulto em associação com as crianças para liderar seu
desenvolvimento em direção à maturidade para ser útil para si e para a sociedade (Purwanto,
2006: 8). De acordo com as opiniões desses especialistas, De Lei Número 20 Ano 2003 em
relação ao Sistema de Educação Nacional Capítulo I O Artigo 1 (1) também explica a definição
de educação, que é um esforço consciente e planejado para criar uma atmosfera de aprendizagem
e processo de aprendizagem para que os alunos desenvolvam ativamente seus potenciais,
sociedade, nação e estado. Da mesma forma, citou Syah em seu livro Educational Psychology
with New Approach (2010: 1). Além disso, Shah (2010: 10) cita a definição de educação de
acordo com o Grande Dicionário Indonésio, o processo de mudança de atitudes e
comportamentos de uma pessoa ou grupo de pessoas em um esforço para seres humanos
maduros Ensino e treinamento. Além da definição de educação acima, tente entender os pontos
de vista de Burhanuddin e Sumiati (2011: 68) sobre os pilares da educação, de acordo com a
UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a saber: (1)
aprender a conhecer; (2) aprender a fazer; (3) aprender a ser; e (4) aprender a viver juntos. Os
quatro pilares da educação implicam que os resultados da educação hoje são direcionados para
produzir seres humanos de acordo com os objetivos educacionais esperados. Com base nas idéias

35
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

de especialistas e na definição de jurídicos sobre educação, como foi proposto, pode ser feita
uma conclusão. A educação é o processo de mudança de padrões de comportamento individuais
para conhecer, executar e viver em conjunto com outros seres humanos que se esperam seres
humanos, ou seja, seres humanos que desenvolvem seu potencial para a maturidade em sua vida.

O Impacto da Participação Educativa na Educação Humana

Geralmente se desenvolve de acordo com suas etapas. O desenvolvimento começou desde o


momento da concepção até o fim da vida. Quando o indivíduo entra na idade escolar, ou seja,
entre sete e doze anos, o indivíduo pretendido já pode ser chamado de aprendiz que será
associado ao processo de aprendizagem em um sistema educacional. Espera-se que a
aprendizagem esteja de acordo com as etapas do desenvolvimento infantil, que tem as
características da seguinte forma:

(1) o programa é organizado de forma flexível e não rígida e preste atenção às diferenças
individuais de crianças;

(2) não feito de forma monotônica, mas apresentado variável através de muitas atividades; e

(3) envolve o uso de vários recursos de mídia e de aprendizagem para que a criança seja
totalmente envolvida usando vários processos de desenvolvimento (Amin Budiamin, et al., 2009:
84). Os aspectos de desenvolvimento de alunos que têm implicações para o processo educacional
serão descritos abaixo isso.

d. Implicações do desenvolvimento biológico e perceptivo

Fisicamente, as crianças em idade escolar primária têm suas próprias características que são
diferentes da condição física antes e depois. As características do desenvolvimento físico
precisam ser estudadas e compreendidas porque terão certas implicações para a implementação
da educação.

De acordo com Budiamin, et al. (2009: 5) o processo de desenvolvimento biológico ou


desenvolvimento físico inclui mudanças no corpo individual, como crescimento do cérebro,
músculos, sistema nervoso, estrutura óssea, hormônios, órgãos sensoriais e outros. Isso inclui
mudanças nas habilidades físicas, como mudanças na visão, força muscular, e assim por diante.
Tal pensamento exige a necessidade de uma organização de aprendizagem de acordo com as
características e necessidades físicas como foi divulgado. Neste caso, Budiamin, et al. (2009: 84)

36
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

também argumenta que um modo de aprendizagem "vivo" é necessário, no sentido de


proporcionar muitas oportunidades para que os alunos funcionem seus elementos físicos. Em
outras palavras, é necessário um modo direto de aprendizagem. Esta maneira de aprender não só
criará um passatempo de aprendizado, mas também terá muitos efeitos positivos. As crianças em
idade escolar primária são mais capazes de controlar seus corpos do que crianças de idades
anteriores. Tais condições fazem as crianças do ensino primário prestarem mais atenção às
atividades de aprendizado em curso. No entanto, tenha em mente que a condição física ainda está
longe de ser madura e ainda está crescendo. Fisicamente, eles ainda precisam de muito
movimento para melhorar as habilidades motoras e cumprir a diversão. Portanto, um importante
princípio da prática educacional para crianças em idade escolar primária é que elas deveriam
estar envolvidas em atividades ativas e não passivas. Além disso, Budiamin et al. (2009: 78)
sugere que o desenvolvimento perceptivo é essencialmente um processo de reconhecimento
individual do meio ambiente. Todas as informações sobre o ambiente até indiv idu através de
dispositivos sensoriais que são passados através de nervos sensoriais para o cérebro. A
informação sobre o objeto de visão é recebida através dos olhos, informações sobre o objeto de
audição são conhecidas através da orelha, o objeto toca através da pele e o objeto de cheiro
através do nariz. Sem as ferramentas dos sentidos, o cérebro humano será alienado do mundo
que o rodeia. A condição do desenvolvimento perceptual ainda está sendo aprimorada e
aprimorada. Esses aspectos perceptivos se desenvolverão bem se estimulados e funcionados
através da interação com o meio ambiente. O cumprimento dessas necessidades não pode ser
feito apenas através da lição aprendida que só pode ser realizada uma vez por semana. Com o
desenvolvimento do motor infantil contra atividades educacionais, Yusuf (2005: 105) argumenta
que, nas crianças do ensino fundamental, as primeiras classes são exatamente ensinadas sobre as
seguintes coisas:

(1) o básico das habilidades de escrita e desenho;

(2) habilidades de exercício;

(3) movimentos do jogo, como saltar e correr;

(4) linhas de marcha simples para incutir disciplina; e

37
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

(5) movimentos de adoração. Além disso, está relacionado ao desenvolvimento biológico e


perceptual das crianças em idade escolar primária, Purwanto (2006: 66) explica que uma situação
diferente causará diferentes reações no eu individual. Por exemplo, em uma classe, há uma
criança que é loira por causa da natureza de seus pais. Há momentos em que o cabelo loiro causa
sentimentos de insatisfação ou sentimentos de inferioridade na criança, porque se sente diferente
de seus amigos. No entanto, pode ser que o cabelo loiro seja um orgulho porque a criança se
sente única. É aqui que vemos que o desenvolvimento físico dos alunos desempenha um papel
importante na educação. Assim, é claro que as diferenças no desenvolvimento físico devem ser
tratadas de forma adequada pelos educadores. Embora não seja tão rápido na primeira infância, o
desenvolvimento biológico e perceptivo da criança continua. Compreender as características dos
desenvolvimentos traz algumas implicações para a implementação do ensino básico. Tais
implicações estão particularmente preocupadas com a implementação da aprendizagem geral, a
manutenção da saúde infantil e nutrição, educação física e saúde e a criação de um ambiente e
comportamento saudáveis. 2. Implicações Desenvolvimento Intelectual O desenvolvimento
intelectual está intimamente relacionado ao potencial do cérebro humano. De acordo com
Widiasmadi (2010: 55), o potencial do cérebro humano só parece oito por cento como a mente
consciente, enquanto os restantes 92 por cento são chamados de subconsciente. A partir dessas
explicações, podemos saber que o potencial do cérebro humano associado ao desenvolvimento
intelectual contém apenas oito por cento. Para isso, o desenvolvimento intelectual dos
aprendentes precisa ser desenvolvido. O processo de desenvolvimento intelectual na opinião de
Budiamin, et al. (2009: 5) envolve mudanças na capacidade e padrões de pensamento,
proficiência linguística e como os indivíduos ganham conhecimento de seu ambiente. Atividades
como observação e classificação de coisas, unir palavras em uma frase, memorizar orações,
resolver problemas matemáticos e compartilhar experiências com outros são o papel dos
processos intelectuais no desenvolvimento infantil. As teorias de Piaget são amplamente
utilizadas na prática educacional ou de processos aprendendo, embora essa teoria não seja uma
teoria do ensino. Piaget (Budiamin, et al., 2009: 108) afirma que:

(1) o aprendizado não precisa ser centrado no professor, mas centrado nos alunos;

(2) o material em estudo deve desafiar e atrair os interesses de aprendizagem dos alunos;

(3) educadores e alunos devem estar igualmente envolvidos no processo de aprendizagem;

38
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

(4) a ordem dos materiais e o método de aprendizagem devem ser a principal preocupação,
porque será difícil entender pelo aluno se a ordem for saltar-pular;

(5) os professores devem prestar atenção aos estágios do desenvolvimento cognitivo dos
aprendentes no aprendizado estimulante; e

(6) a aprendizagem deve ser assistida com objetos concretos nas crianças do ensino fundamental
nos primeiros graus. Outros dizem que um modelo educacional ativo é um modelo que não
espera até que os alunos estejam prontos para si mesmos. As escolas devem organizar o ambiente
de aprendizagem de tal forma que ele possa dar o máximo possível ao aluno para interagir no
processo de aprendizagem. Com um ambiente estimulante para a aprendizagem, um processo de
aprendizagem ativo ocorrerá de modo a levar os alunos a avançar para o próximo estágio. Neste
caso, o educador deve estar ciente de que o desenvolvimento intelectual da criança está em suas
mãos (Pristanto, 2011). O desenvolvimento intelectual das crianças em idade escolar primária é
suficiente para fornecer a base para as habilidades que podem desenvolver a mentalidade ou o
poder do raciocínio. O desenvolvimento do intelle as experiências reais e de aprendizagem das
crianças estão intimamente relacionadas. O desenvolvimento intelectual dos alunos facilitará sua
capacidade de aprendizagem. Os aprendizes já podem receber o básico da ciência, como leitura,
escrita e aritmética. Ao desenvolver o poder do raciocínio, como treinar os alunos para expressar
opiniões, idéias ou avaliação de várias coisas. Por exemplo, relacionado ao assunto, regras da
escola, e assim por diante.

e. Implicações Language Language é uma ferramenta para se comunicar com os outros.


Basicamente, o idioma como uma ferramenta de comunicação não apenas na forma
de conversa, mas também pode ser manifestado por sinais de mão ou outras partes do
corpo que possuem suas próprias regras. Muito amplo senso de linguagem na
exibição de um desenvolvimento. Portanto, uma das figuras psicológicas de Wundt
(Baradja, 2005: 179) baseou sua teoria da linguagem com axiomas paralelos, ou seja,
os movimentos físicos são declarações de movimentos psíquicos. Assim, existe uma
relação paralela entre sintomas internos e externos. O que é visto no rosto e o
comportamento indicará as necessidades psicológicas de uma pessoa. De acordo com
Joseph (2005: 118), a linguagem está intimamente relacionada ao desenvolvimento
do pensamento individual. O desenvolvimento das mentes individuais aparece no

39
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

desenvolvimento da linguagem, ou seja, a capacidade de formar entendimento, fazer


opiniões e tirar conclusões. Yusuf também disse que crianças da idade da escola
primária são um período de rápido desenvolvimento da capacidade de reconhecer e
dominar o vocabulário. Com o domínio da leitura e da comunicação com outras
pessoas, as crianças gostam de ler ou ouvir histórias críticas (sobre aventura, história
de heróis, etc.). Neste momento, o nível de pensamento da criança é mais avançado.
Ele pergunta muito sobre o tempo e a causa. Por exemplo, a palavra "palavra" que foi
usada originalmente apenas "o que" é agora seguida da pergunta "onde", "porquê",
"como" e assim por diante. Portanto, as lições de línguas deliberadamente dadas na
escola primária podem aumentar o vocabulário dos aprendentes, capacitar os alunos a
estruturar sentenças, provérbios, literatura e habilidades de escrita. Além disso, está
relacionado à linguagem, Budiamin, et al. (2009: 111) estima que cerca de 50 idiomas
de linguagem de sinais são usados em todo o mundo. O uso desses idiomas de sinais
alegadamente influencia o processamento e a aprendizagem de informações.
Budiamin, et al. (2009: 117) descreve as implicações do desenvolvimento da
linguagem nos aprendentes. Veja também Depdikbud (1999: 147) .1. Se as atividades
de aprendizado criadas forem efetivas, o desenvolvimento de aprendentes de línguas
pode ser otimizado. Por outro lado, se atividades de aprendizado menos eficazes,
pode-se prever que o desenvolvimento de linguagem dos aprendizes experimentará
obstáculos. A linguagem é a ferramenta de comunicação mais efetiva na interação
social. Se você quiser produzir uma aprendizagem eficaz para obter resultados
educacionais ótimos, é necessário uma linguagem comunicativa e permite que os
alunos envolvidos na interação do aprendizado possam ser ativos e produtivos.3.
Embora as crianças da escola primária tenham diferentes habilidades potenciais,
proporcionar um ambiente propício para o desenvolvimento precoce da linguagem é
essencial. 4. Implicações da Criatividade Em geral, a criatividade pode ser
interpretada como a capacidade de pensar e se comportar de uma forma nova e
incomum para produzir uma solução única para vários problemas. Na opinião de
Galdner (Depdikbud, 1999: 88), a criatividade é uma atividade cerebral organizada ,
abrangente e imaginativa para produzir algo original. Portanto, mais criatividade é
dito ser mais inovador do que reprodutivo. Desmita em seu livro Developmental

40
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Psychology (2008: 176) descreve a atenção dos psicólogos e do mundo da educação


sobre a criatividade como um aspecto da função cognitiva que desempenha um papel
na realização das crianças na escola , que decorre do discurso de Guilford em 1950.
Guilford, em seu discurso, afirmou que a criatividade precisa ser desenvolvida através
da educação para desenvolver o pleno potencial dos alunos e para o avanço da ciência
e da arte. Realizando a posição estratégica de criatividade na vida dos alunos, apoiar o
desenvolvimento da criatividade para a educação. Na realidade, no entanto,
Treffinger (Depdikbud, 1999: 105) sugere uma série de experiências de aprendizagem
que podem ser desenvolvidas pelos educadores para encorajar a criatividade dos
aprendentes, especialmente em processo de aprendizagem. Está entre l É esperado
que os professores apresentem materiais de aprendizagem, preparem vários meios de
comunicação, usando abordagens de aprendizado que permitam a posição do aluno
como sujeito e não o objeto de aprendizagem e conduzam uma avaliação adequada
para apoiar o desenvolvimento da criatividade dos alunos. 5. Implicações do
Desenvolvimento Social A humanidade de acordo com sua natureza é um ser social.
Desde o nascimento, o bebê foi incluído em uma pequena comunidade chamada
família. Quando pequeno, no início as crianças têm apenas o direito. Na casa, ele tem
o direito de ser nutrido e protegido por seus pais. No entanto, ao longo do tempo, a
situação mudou. Crianças que inicialmente têm apenas o direito, gradualmente têm
uma obrigação. O ambiente social é uma influência externa que vem dos outros.
Além disso, o que inclui o ambiente social é a educação. Neste sentido, o significado
da educação é a influência deliberada de membros de vários grupos, como a
influência de pais, avós, tios e professores. Parswanto (2006: 171) diz que os deveres
e os objetivos da educação social são:
(1 ) ensinar crianças que têm o direito apenas, tornar-se seres humanos que estão
cientes de suas obrigações para com os vários grupos da sociedade; e
(2) familiarizar as crianças com o cumprimento e cumprir obrigações como membros
da sociedade. Ao viver sua vida como um ser social, sempre cresce sempre em uma
criança, o que significa desenvolvimento social.Budiamin, et al. (2009: 123) vê que o
desenvolvimento social é a conquista da maturidade nas relações sociais que estão
intimamente relacionadas com a conquista da independência. Enquanto isso, Sunarto

41
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

e Hartono (2006: 143) argumentam que o desenvolvimento social é o


desenvolvimento do nível das relações humanas em relação às crescentes
necessidades da vida humana. Assinatura com as duas opiniões acima, Yusuf (2005:
122) argumentou que o desenvolvimento social é o processo de aprender a ajustar
contra as normas do grupo, a moral, as tradições ou a fusão em uma, se comuniquem
e trabalham juntas. As crianças nascem ainda não têm a capacidade de se misturar
com outras pessoas. Para alcançar a maturidade social, as crianças devem aprender
sobre formas de se adaptarem aos outros, inclusive com os colegas. Por causa do
desenvolvimento social, uma criança pode se ajustar aos grupos de pares, bem como à
comunidade envolvente. No processo de aprendizagem na escola, a maturidade deste
desenvolvimento social pode ser utilizada pelos educadores, fornecendo tarefas
grupais, que exigem força física e mental. As tarefas deste grupo devem dar a todos
os alunos a oportunidade de mostrar suas realizações, mas também direcionadas para
alcançar objetivos comuns. Ao implementar tarefas de grupo, os alunos podem
aprender sobre os hábitos de colaboração, respeito mútuo e responsabilidade. Em
vista da compreensão dos aspectos de desenvolvimento social do aluno, existem
algumas implicações de acordo com Budiamin et al. (2009: 128), a saber: (1) para
melhorar a capacidade dos alunos em realizar e viver suas experiências sociais, as
atividades de jogo de papéis podem ser seguidas com discussão entre elas; (2) a
existência de pares para crianças em idade escolar primária é muito significativa, não
só como fonte de diversão para a criança, mas pode ajudar a desenvolver muitos
aspectos do desenvolvimento infantil. Isso implica a necessidade de atividades
educacionais que ofereçam muitas oportunidades para os alunos dialogarem entre si.
6. Implicações Desenvolvimentos emocionais As respostas emocionais de Sarwono
(Yusuf, 2005: 115) são a condição de uma pessoa com cores afetivas, tanto em um
nível fraco quanto em um nível amplo. Baradja (2005: 221) apresentou vários
exemplos da influência das emoções sobre o comportamento individual na
aprendizagem, entre elas:
(1) fortalecendo e enfraquecendo o espírito quando há felicidade ou decepção sobre a
realização de aprendizagem;
(2) inibe a concentração de aprendizagem ao experimentar tensão emocional;

42
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

(3) interferir com o ajuste social em caso de ciúme e inveja; e


(4) a atmosfera emocional experimentada pelo indivíduo como criança afetará sua
atitude mais tarde. Similarmente Hurlock (1978: 211) expressa claramente que as
emoções afetam a maneira como as crianças aprendem, a saber:
(1) preparar o corpo para a ação;
(2) reações emocionais quando repetidas se desenvolverão em hábitos;
(3) a emoção é uma forma de comunicação;
(4) emoção que colora a visão da criança; e
(5) as emoções podem interferir na atividade mental.
Outros sugerem que a emoção é um fator dominante que afeta o comportamento dos
indivíduos, neste caso, incluindo o comportamento de aprendizagem. Emoções
positivas como a sensação de centavo A raiva, o entusiasmo ou a curiosidade
influenciam o indivíduo a se concentrar nas atividades de aprendizagem, como prestar
atenção às explicações dos professores, atuar em discussões, fazer tarefas, etc.
(Yusuf, 2005: 181). Com base nas opiniões expressas por Yusuf, pode-se descrever
que se acompanhar o processo de aprendizagem são emoções negativas, como
sentimentos de descontentamento e desapontamento, então o processo de
aprendizagem experimentará obstáculos, no sentido de que os alunos não podem
concentrar a atenção no aprendizado, de modo que provavelmente falharão na
aprendizagem. Portanto, a importância dos fatores de desenvolvimento emocional na
determinação do sucesso dos aprendizes Desmita (2008: 173) cita DePorter, Reardon
e Singer-Nourie em seu conhecido livro Quantum Teaching: Orchestrating Student
Success, o que sugere que os educadores entendam as emoções dos alunos. Observar
e entender as emoções dos alunos pode ajudar os educadores a acelerar um processo
de aprendizagem mais significativo e permanente. Observar e entender as emoções
dos alunos significa construir laços emocionais, criando diversão na aprendizagem,
relacionamentos e eliminando as ameaças do ambiente de aprendizagem. Através das
condições de aprendizagem na intenção, os alunos participarão mais de atividades
voluntárias relacionadas ao material da lição. 7. As implicações do desenvolvimento
moralPurwanto (2006: 31) argumenta que a moralidade não só tem o significado de
se comportar educadamente, agindo suavemente e devotado apenas aos pais, mas

43
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

mais amplamente do que isso. Sempre diga a verdade, atue consistente, responsável,
ame a nação e outros seres humanos, sirva as pessoas e o estado, forte vontade,
carinhoso, etc., inclusive na moral que precisam ser desenvolvidas e inculcadas nos
corações das crianças. Desenvolvimentos de Adapun A moral de acordo com
Santrock é o desenvolvimento relacionado às regras sobre coisas que devem ser
realizadas pelos seres humanos em interação com os outros (Desmita, 2008: 149). O
desenvolvimento moral das crianças pode ocorrer de várias maneiras, uma delas
através da educação direta, conforme expressado por Yusuf (2005 : 134). A educação
direta é através da inculcação da compreensão sobre o comportamento de errado ou
mal-humorado por pais e professores. Além disso, de acordo com Yusuf (2005: 182),
na idade dos alunos da escola primária podem seguir as demandas dos pais ou do
ambiente social. No final desta era, a criança pode entender o motivo subjacente de
uma forma de comportamento bom-mau. Por exemplo, ele vê que o comportamento
pernicioso, mentiroso e desrespeitoso para os pais é ruim. Embora a justiça, a justiça
e o respeito pelos pais sejam bons. Além da descrição acima, Piaget (Hurlock, 1980:
163) explicou que a idade entre cinco a doze anos do conceito de moral da criança
mudou. Uma compreensão rígida e rígida do bem e do errado aprendido com os pais,
se transforma e a criança começa a levar em conta as circunstâncias específicas
envolvendo a transgressão moral. Por exemplo, para um filho de cinco anos, mentir é
sempre ruim. Enquanto a criança mais velha está consciente de que, em algumas
situações, a mentira se justifica. Portanto, mentir nem sempre é ruim. Além do
ambiente familiar, o ambiente educacional também é um veículo propício ao
crescimento e ao desenvolvimento moral dos alunos. Para isso, espera-se que a escola
funcione como uma área legal para socializar para as crianças no desenvolvimento
moral e em todos os aspectos de sua personalidade. A implementação da educação
moral na sala de aula deve estar ligada à vida fora da sala de aula. Assim, promover o
desenvolvimento moral dos alunos é muito importante porque é inútil educar as
crianças apenas para serem bem informadas, mas a alma e o caráter não são
construídos e nutridos. 8. Implicações do progresso espiritual As crianças realmente
têm as habilidades espirituais básicas que elas carregam desde o nascimento. Para
desenvolver essa habilidade, a educação tem um papel muito importante. Portanto,

44
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

para dar à luz um homem com uma educação QQ elevada não só orientada para o
desenvolvimento de aspectos de QI sozinho, mas também EQ e SQ.Zohar e Marshall
(Desmita, 2008: 174) primeiro examinam cientificamente sobre inteligência
espiritual, ou seja, inteligência para lidar e resolver o problema do significado e do
valor, que coloca o comportamento ea vida dos seres humanos no contexto de um
significado mais amplo e mais rico. Purwanto (2006: 9) sugere que a educação feita
aos humanos é diferente da "educação" feita em animais. Segundo ele, a educação
humana não está no desenvolvimento biológico, que está relacionada ao
desenvolvimento físico. No entanto, a educação humana deve ser melhorada

2. Implicações do Desenvolvimento Intelectual

O desenvolvimento intelectual está intimamente relacionado com o potencial do cérebro


humano. De acordo com Widiasmadi (2010: 55), o potencial do cérebro humano só parece oito
por cento como a mente consciente, enquanto os restantes 92 por cento são chamados de
subconsciente. A partir dessas explicações, podemos saber que o potencial do cérebro humano
associado ao desenvolvimento intelectual contém apenas oito por cento. Para isso, o
desenvolvimento intelectual em aprendizes precisa ser desenvolvido.

O processo de desenvolvimento intelectual na opinião de Budiamin, et al. (2009: 5) envolve


mudanças na capacidade e padrões de pensamento, proficiência linguística e como os indivíduos
ganham conhecimento de seu ambiente. Atividades como observação e classificação de coisas,
unir palavras em frases únicas, memorizar orações, resolver problemas de matemática e
compartilhar experiências com outros são o papel dos processos intelectuais no desenvolvimento
infantil.

A teoria de Piaget é amplamente utilizada em práticas educativas ou processos de aprendizagem,


embora essa teoria não seja uma teoria do ensino. Piaget (Budiamin, et al., 2009: 108) afirma
que:

(1) o aprendizado não precisa ser centrado no professor, mas centrado nos alunos; (2) o material
em estudo deve desafiar e atrair os interesses de aprendizagem dos alunos; (3) educadores e
alunos devem estar igualmente envolvidos no processo de aprendizagem; (4) a ordem dos
materiais e o método de aprendizagem devem ser a principal preocupação, porque será difícil

45
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

entender pelo aluno se a ordem for saltar-pular; (5) os professores devem prestar atenção aos
estágios do desenvolvimento cognitivo dos aprendentes no aprendizado estimulante; e (6) a
aprendizagem deve ser assistida com objetos concretos em crianças do ensino primário nas notas
iniciais.

Outra opinião diz que um modelo educacional ativo é um modelo que não espera até que os
alunos estejam prontos para si mesmos. As escolas devem organizar o ambiente de aprendizagem
de tal forma que ele possa dar o máximo possível ao aluno para interagir no processo de
aprendizagem. Com um ambiente estimulante para a aprendizagem, um processo de
aprendizagem ativo ocorrerá de modo a levar os alunos a avançar para o próximo estágio. Neste
caso, o educador deve estar ciente de que o desenvolvimento intelectual da criança está em suas
mãos (Pristanto, 2011).

O desenvolvimento intelectual em crianças em idade escolar primária é suficiente para fornecer a


base para as habilidades que podem desenvolver a mentalidade ou o poder do raciocínio. O
desenvolvimento intelectual e a experiência de aprendizagem das crianças estão intimamente
relacionados. O desenvolvimento intelectual dos alunos facilitará sua capacidade de
aprendizagem. Os aprendizes já podem receber o básico da ciência, como leitura, escrita e
aritmética. Ao desenvolver o poder do raciocínio, como treinar os alunos para expressar
opiniões, idéias ou avaliação de várias coisas. Por exemplo, relacionado ao assunto, regras da
escola, e assim por diante.

3. Impactos no desenvolvimento da linguagem

O idioma é uma ferramenta para se comunicar com os outros. Basicamente o idioma como uma
ferramenta de comunicação não apenas na forma de conversa, mas também pode ser manifestado
por sinais de mão ou outras partes do corpo que possuem suas próprias regras.

Compreensão muito ampla da linguagem ao mostrar um desenvolvimento. Portanto, uma das


figuras psicológicas de Wundt (Baradja, 2005: 179) baseou sua teoria da linguagem com
axiomas paralelos, ou seja, os movimentos físicos são declarações de movimentos psíquicos.
Assim, existe uma relação paralela entre sintomas internos e externos. O que se vê na expressão
facial e no comportamento indicará as necessidades psicológicas de uma pessoa.

46
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

De acordo com Yusuf (2005: 118), a linguagem está intimamente relacionada ao


desenvolvimento do pensamento individual. O desenvolvimento das mentes individuais aparece
no desenvolvimento da linguagem, ou seja, a capacidade de formar entendimento, fazer opiniões
e tirar conclusões. Yusuf também disse que crianças da idade da escola primária são um período
de rápido desenvolvimento da capacidade de reconhecer e dominar o vocabulário. Com o
domínio da leitura e da comunicação com outras pessoas, as crianças gostam de ler ou ouvir
histórias críticas (sobre aventura, história de heróis, etc.). Neste momento, o nível de pensamento
da criança é mais avançado. Ele pergunta muito sobre o tempo e a causa. Por exemplo, a palavra
"palavra" que foi usada originalmente apenas "o que" é agora seguida da pergunta "onde",
"porquê", "como" e assim por diante. Portanto, as lições de línguas deliberadamente dadas na
escola primária podem aumentar o vocabulário dos aprendentes, capacitar os alunos a estruturar
orações, provérbios, literatura e habilidades de escrita.

Além disso, ainda está relacionado ao idioma, Budiamin, et al. (2009: 111) estima que cerca de
50 idiomas de linguagem de sinais são usados em todo o mundo. Uso da linguagem iestas
condições alegadamente afetam o processamento de informações e aprendizado.Budiamin, et al.
(2009: 117) descreve as implicações do desenvolvimento da linguagem nos aprendentes. Veja
também Depdikbud (1999: 147) .1. Se as atividades de aprendizado criadas forem efetivas, o
desenvolvimento de aprendentes de línguas pode ser otimizado. Por outro lado, se atividades de
aprendizado menos eficazes, pode-se prever que o desenvolvimento de linguagem dos aprendizes
experimentará obstáculos. A linguagem é a ferramenta de comunicação mais efetiva na interação
social. Se você quiser produzir uma aprendizagem eficaz para obter resultados educacionais
ótimos, é necessário uma linguagem comunicativa e permite que os alunos envolvidos na
interação do aprendizado possam ser ativos e produtivos.3. Embora as crianças da escola
primária tenham diferentes habilidades potenciais, proporcionar um ambiente propício para o
desenvolvimento precoce da linguagem é essencial. 4. Implicações da Criatividade Em geral, a
criatividade pode ser interpretada como a capacidade de pensar e se comportar de uma forma
nova e incomum para produzir uma solução única para vários problemas. Na opinião de Galdner
(Depdikbud, 1999: 88), a criatividade é uma atividade cerebral organizada , abrangente e
imaginativa para produzir algo original. Portanto, mais criatividade é dito ser mais inovador do
que reprodutivo. Desmita em seu livro Developmental Psychology (2008: 176) descreve a
atenção dos psicólogos e do mundo da educação sobre a criatividade como um aspecto da função

47
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

cognitiva que desempenha um papel na realização das crianças na escola , que decorre do
discurso de Guilford em 1950. Guilford, em seu discurso, afirmou que a criatividade precisa ser
desenvolvida através da educação para desenvolver o pleno potencial dos alunos e para o avanço
da ciência e da arte. Realizando a posição estratégica de criatividade na vida dos alunos, apoiar o
desenvolvimento da criatividade para a educação. Na realidade, no entanto, Treffinger
(Depdikbud, 1999: 105) sugere uma série de experiências de aprendizagem que podem ser
desenvolvidas pelos educadores para encorajar a criatividade dos aprendentes, especialmente em
processo de aprendizagem. Estes incluem os professores que devem apresentar materiais de
aprendizagem, preparando vários meios de comunicação, usando uma abordagem de aprendizado
que permita a posição do aluno como sujeito e não o objeto de aprendizagem, e realize uma
avaliação adequada para apoiar o desenvolvimento da criatividade dos alunos. 5. Implicações do
Desenvolvimento Social A humanidade de acordo com sua natureza é um ser social. Desde o
nascimento, o bebê foi incluído em uma pequena comunidade chamada família. Quando
pequeno, no início as crianças têm apenas o direito. Na casa, ele tem o direito de ser nutrido e
protegido por seus pais. No entanto, ao longo do tempo, a situação mudou. Crianças que
inicialmente têm apenas o direito, gradualmente têm uma obrigação. O ambiente social é uma
influência externa que vem dos outros. Além disso, o que inclui o ambiente social é a educação.
Neste sentido, o significado da educação é a influência deliberada de membros de vários grupos,
como a influência de pais, avós, tios e professores. Parswanto (2006: 171) diz que os deveres e
os objetivos da educação social são: (1 ) ensinar crianças que têm o direito apenas, tornar-se
seres humanos que estão cientes de suas obrigações para com os vários grupos da sociedade; e
(2) familiarizar as crianças com o cumprimento e cumprir obrigações como membros da
sociedade. Ao viver sua vida como um ser social, sempre cresce sempre em uma criança, o que
significa desenvolvimento social.Budiamin, et al. (2009: 123) vê que o desenvolvimento social é
a conquista da maturidade nas relações sociais que estão intimamente relacionadas com a
conquista da independência. Enquanto isso, Sunarto e Hartono (2006: 143) argumentam que o
desenvolvimento social é o desenvolvimento do nível das relações humanas em relação às
crescentes necessidades da vida humana. Assinatura com as duas opiniões acima, Yusuf (2005:
122) argumentou que o desenvolvimento social é o processo de aprender a ajustar contra as
normas do grupo, a moral, as tradições ou a fusão em uma, se comuniquem e trabalham juntas.
As crianças nascem ainda não têm a capacidade de se misturar com outras pessoas. Para alcançar

48
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

a maturidade social, as crianças devem aprender sobre maneiras de se adaptarem aos outros,
inclusive com colegas. Por causa do desenvolvimento social, uma criança pode ajustarcom
grupos de pares, bem como com a comunidade circundante. No processo de aprendizagem na
escola, a maturidade deste desenvolvimento social pode ser utilizada pelos educadores,
fornecendo tarefas grupais, que exigem força física e mental. As tarefas deste grupo devem dar a
todos os alunos a oportunidade de mostrar suas realizações, mas também direcionadas para
alcançar objetivos comuns. Ao implementar tarefas de grupo, os alunos podem aprender sobre os
hábitos de colaboração, respeito mútuo e responsabilidade. Em vista da compreensão dos
aspectos de desenvolvimento social do aluno, existem algumas implicações de acordo com
Budiamin et al. (2009: 128), a saber: (1) para melhorar a capacidade dos alunos em realizar e
viver suas experiências sociais, as atividades de jogo de papéis podem ser seguidas com
discussão entre elas; (2) a existência de pares para crianças em idade escolar primária é muito
significativa, não só como fonte de diversão para a criança, mas pode ajudar a desenvolver
muitos aspectos do desenvolvimento infantil. Isso implica a necessidade de atividades
educacionais que ofereçam muitas oportunidades para os alunos dialogarem entre si. 6.
Implicações Desenvolvimentos emocionais As respostas emocionais de Sarwono (Yusuf, 2005:
115) são a condição de uma pessoa com cores afetivas, tanto em um nível fraco quanto em um
nível amplo. Baradja (2005: 221) apresentou vários exemplos da influência das emoções sobre o
comportamento individual na aprendizagem, entre elas: (1) fortalecendo e enfraquecendo o
espírito quando há felicidade ou decepção sobre a realização de aprendizagem; (2) inibe a
concentração de aprendizagem ao experimentar tensão emocional; (3) interferir com o ajuste
social em caso de ciúme e inveja; e (4) a atmosfera emocional experimentada pelo indivíduo
como criança afetará sua atitude mais tarde. Similarmente Hurlock (1978: 211) expressa
claramente que as emoções afetam a maneira como as crianças aprendem, a saber: (1) preparar o
corpo para a ação; (2) reações emocionais quando repetidas se desenvolverão em hábitos; (3) a
emoção é uma forma de comunicação; (4) emoção que colora a visão da criança; e (5) as
emoções podem interferir na atividade mental. Outros sugerem que a emoção é um fator
dominante que afeta o comportamento dos indivíduos, neste caso, incluindo o comportamento de
aprendizagem. As emoções positivas, como sentimentos de alegria, ânsia ou curiosidade,
influenciarão o indivíduo a concentrar-se nas atividades de aprendizado, como prestar atenção às
explicações dos professores, estar ativo nas discussões, fazer tarefas e assim por diante (Yusuf,

49
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

2005: 181). Com base nas opiniões expressas por Yusuf, pode-se descrever que, se o processo de
aprendizagem que acompanha as emoções negativas, como sentimentos de desagrado e
desapontamento, o processo de aprendizagem experimentará obstáculos, no sentido de que os
alunos não podem concentrar a atenção para aprender, de modo que provavelmente falharão na
aprendizagem. Portanto, a importância dos fatores de desenvolvimento emocional em Decmita
(2008: 173) cita DePorter, Reardon e Singer-Nourie em seu conhecido livro Quantum Teaching:
Orchestrating Student Success, o que sugere que os educadores compreendam as emoções dos
alunos. Observar e entender as emoções dos alunos pode ajudar os educadores a acelerar um
processo de aprendizagem mais significativo e permanente. Observar e entender as emoções dos
alunos significa construir laços emocionais, criando diversão na aprendizagem, relacionamentos
e eliminando as ameaças do ambiente de aprendizagem. Através das condições de aprendizagem
na intenção, os alunos participarão mais de atividades voluntárias relacionadas ao material da
lição. 7. As implicações do desenvolvimento moralPurwanto (2006: 31) argumenta que a
moralidade não só tem o significado de se comportar educadamente, agindo suavemente e
devotado apenas aos pais, mas mais amplamente do que isso. Sempre diga a verdade, atue
consistente, responsável, ame a nação e outros seres humanos, sirva as pessoas e o estado, forte
vontade, carinhoso, etc., inclusive na moral que precisam ser desenvolvidas e inculcadas nos
corações das crianças. Desenvolvimentos de Adapun A moral de acordo com Santrock é o
desenvolvimento relacionado às regras sobre coisas que devem ser realizadas pelos seres
humanos em interação com os outros (Desmita, 2008: 149). O desenvolvimento moral das
crianças pode ocorrer de várias maneiras, uma delas através da educação direta, conforme
expressado por Yusuf (2005 : 134). A educação direta é através do plantio de compreensão sobre
o comportamento do certo-errado ou do bem-mal por pais e professores. Além disso, de acordo
com Yusuf (2005: 182), na idade das crianças da escola primária foram capazes deseguindo as
demandas do ambiente pai ou social. No final desta era, a criança pode entender o motivo
subjacente de uma forma de comportamento bom-mau. Por exemplo, ele vê que o
comportamento pernicioso, mentiroso e desrespeitoso para os pais é ruim. Embora a justiça, a
justiça e o respeito pelos pais sejam bons. Além da descrição acima, Piaget (Hurlock, 1980: 163)
explicou que a idade entre cinco a doze anos do conceito de moral da criança mudou. Uma
compreensão rígida e rígida do bem e do errado aprendido com os pais, se transforma e a criança
começa a levar em conta as circunstâncias específicas envolvendo a transgressão moral. Por

50
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

exemplo, para um filho de cinco anos, mentir é sempre ruim. Enquanto a criança mais velha está
consciente de que, em algumas situações, a mentira se justifica. Portanto, mentir nem sempre é
ruim. Além do ambiente familiar, o ambiente educacional também é um veículo propício ao
crescimento e ao desenvolvimento moral dos alunos. Para isso, espera-se que a escola funcione
como uma área legal para socializar para as crianças no desenvolvimento moral e em todos os
aspectos de sua personalidade. A implementação da educação moral na sala de aula deve estar
ligada à vida fora da sala de aula. Assim, promover o desenvolvimento moral dos alunos é muito
importante porque é inútil educar as crianças apenas para serem bem informadas, mas a alma e o
caráter não são construídos e nutridos. 8. Implicações do progresso espiritual As crianças
realmente têm as habilidades espirituais básicas que elas carregam desde o nascimento. Para
desenvolver essa habilidade, a educação tem um papel muito importante. Portanto, para dar à luz
um homem com uma educação QQ elevada não só orientada para o desenvolvimento de aspectos
de QI sozinho, mas também EQ e SQ.Zohar e Marshall (Desmita, 2008: 174) primeiro
examinam cientificamente sobre inteligência espiritual, ou seja, inteligência para lidar e resolver
o problema do significado e do valor, que coloca o comportamento ea vida dos seres humanos no
contexto de um significado mais amplo e mais rico. Purwanto (2006: 9) sugere que a educação
feita aos humanos é diferente da "educação" feita em animais. Segundo ele, a educação humana
não está no desenvolvimento biológico, que está relacionada ao desenvolvimento físico. No
entanto, a educação no homem também deve ser levada em consideração seu desenvolvimento
espiritual. Essa é a superioridade humana dada por Allah SWT, que é dotada de fitrah
(sentimento e habilidade) para conhecer seu criador, que distingue entre homem e animal. Essa
natureza está relacionada ao aspecto espiritual.

1. Implicações da implementação da educação para crianças da escola primária Entre os


níveis de educação, a educação nas escolas primárias é o nível que tem um papel muito
importante nos esforços para melhorar a qualidade dos recursos humanos (RH). Ao nível
da educação, as habilidades e habilidades básicas desenvolvidas nos aprendentes, tanto
como uma provisão para educação adicional, como para mergulhar na comunidade. O
desenvolvimento das crianças do ensino primário é um estágio de desenvolvimento muito
importante, tanto para o desenvolvimento da educação como para o desenvolvimento
pessoal. A política governamental relativa à educação básica monumental é a
promulgação do programa de educação obrigatória de nove anos de ensino básico.

51
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

1. Características do Desenvolvimento do Autoconceito dos Aprendizes

O autoconceito não é algo que nasce desde o nascimento, não nascemos com um certo
autoconceito. Mesmo quando nascemos, não temos conhecimento de nós mesmos e não temos
esperança para nós mesmos, nem temos nenhum julgamento sobre nós mesmos.

Assim, o conceito de auto é formado através de um processo de aprendizagem que dura desde o
tempo de crescimento até a idade adulta. O ambiente, experiência e parentalidade dos pais têm
um efeito significativo na formação do próprio conceito. Atitudes e respostas dos pais e do meio
ambiente serão um material de informação para as crianças avaliarem quem ele é. As crianças
que cresceram na parentalidade está errado ou negativo, como o comportamento dos pais que são
abusivo, ofensivo, justiça, e assim por diante, juntamente com a falta de apoio, tendem a julgá-lo
pelo que ele experimentou e sair de seu bairro . Se o ambiente proporciona uma boa atitude e
positiva, então a criança vai sentir-se valioso para o desenvolvimento de um auto-conceito
positivo.

1. Características do autoconceito de crianças em idade escolar

Junto com o desenvolvimento e mudanças físicas, habilidades cognitivas e sociais, as


crianças do ensino fundamental também experimentam uma mudança em vista de si mesmas.
Mc.Devitt e ormod 2002, fornece uma visão geral das mudanças nas mudanças auto-conceito em
crianças em idade escolar (idades 6-9 anos), no início da entrada de escola primária, há uma
diminuição na auto-conceito de crianças. Isso pode ser devido a novas demandas nas mudanças
acadêmicas e sociais que aparecem na escola. As escolas primárias proporcionam muitas
oportunidades para que as crianças se compareçam com seus amigos. Então, a auto-avaliação
gradual torna-se mais realista. Crianças que são rotineiramente mais propensas a tomar medidas
que possam manter a integridade da auto-estima. Eles costumam incidir sobre as áreas onde
excel (tais como: esportes, relações sociais, ou passatempos) e menos atenção sobre aquelas
áreas que conta as dificuldades com ele. Talvez porque eles dominaram um número de campos e
experiências para levar em conta as forças em sua aparência pessoal, então a maioria das crianças

52
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

que tentam manter a sua estabilidade auto-estima durante os anos do ensino fundamental. [9] De
acordo com Santrock (1995), alterações na auto-conceito de crianças durante os anos do ensino
fundamental pode ser visto karkteristik auto-conceito, pelo menos três, a saber:

1. Características internas

Ao contrário das crianças em idade pré-escolar, as crianças da escola primária melhor


compreendem-se através de características internas e não através de características externas. As
crianças no meio e no final são mais propensas a se definir através de estados internos subjetivos
e não através de circunstâncias externas. Abundam pesquisa e S. Skerry F. (1983), descobriu que
duas classes as crianças são muito mais propensos a mencionar as características psicológicas
(como preferências ou traços de personalidade) em definindo-se e kuarang tendem a mencionar
as características físicas (como a cor dos olhos ou posse ). Por exemplo, uma criança de 8 anos
descrevendo-se como "Eu sou um inteligente e bem conhecido." Crianças com idade entre 10
anos disse de si mesmo: "Eu não sou bom o suficiente para se preocupar constantemente, eu
normalmente como um louco, mas agora estou melhor.

1. Aspectos característicos

Durante os anos escolares primários, os aspectos sociais de sua autocompreensão também estão
aumentando. Em uma investigação, as crianças da escola primária geralmente fazem referência a
grupos sociais na sua autodescrição. Por exemplo, algumas crianças se referem a si mesmas
como escoteiras femininas, como islâmicas ou como uma pessoa que tem duas melhores amigas.

1. Características da comparação social

A auto-compreensão das crianças em idade escolar primária também se refere à comparação


social. Nessa fase de desenvolvimento, as crianças tendem a se distinguir dos outros
comparativamente ao invés de absolutas. Por exemplo, crianças da idade da escola primária já
não pensam em "o que posso fazer em comparação com o que outras pessoas podem fazer". [10]

1. Fatores que afetam as características da idade de aprendizagem

2. Fatores internos

53
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Este fator interno é influenciado pelos elementos cognitivos e fisiológicos do cérebro. A


capacidade cognitiva é fundamental e orienta o comportamento das crianças. O aspecto cognitivo
é o lado interno responsável pelo processo de aprendizagem. Com essas habilidades cognitivas,
as crianças são vistas como indivíduos que estão construindo ativamente

seu próprio conhecimento do mundo "

3. Características das crianças com idade média em geral na visão geral do Pagaget, que as
crianças desempenham um papel ativo na preparação do conhecimento e compreensão da
realidade. Crianças que desempenham um papel mais ativo na interpretação das
informações adquiridas através da experiência. Piaget acredita que o pensamento das
crianças se desenvolve com base em complexos cada vez maiores. De acordo com o
estágio do piaget, cada indivíduo passará por uma série de mudanças qualitativas. Essa
mudança ocorre por causa da pressão biológica para se ajustar ao meio ambiente e à
organização da estrutura de pensamento. O desenvolvimento da cognição ou crianças
intelectuais corre gradualmente, de forma gradual e sustentável com a idade. Embora o
desenvolvimento da cognição em determinadas idades tenha um padrão geral, ainda há
uma chance de que algumas crianças demonstrem desenvolvimento precoce do padrão
geral. O desenvolvimento cognitivo médio das idades do IM varia de 6 a 13 anos do
primeiro grau para 6. Este período é identificado pelo piaget como o 3º dos quatro
períodos esquemáticos cognitivos. Os quatro períodos são: período sensório-motor (0-2
anos) Período pré-operacional (idade 2-7 anos) Período operacional concreto (7-11 anos)
Período operacional formal (idade de 11 anos de idade) Este período é próximo e idêntico
a idade do MI. Nessa idade, o mapu do estudante usa lógica adequada. Suas habilidades
lógicas são o pensamento operacional concreto, que inclui: Classificando
ClassificaçãoDecentário (perspectiva de alargamento) Reversibilidade (restaurando a
forma original) Conservação1. Características estudantis do lado fisiológico do cérebro O
novo conceito de inteligência foi desenvolvido por Gardner (1998), conhecido como
inteligências múltiplas. A este respeito, Gardner explica que a inteligência é o processo
de operar uma série de componentes da inteligência que permitem aos indivíduos
resolverem problemas, criar produtos e descobrir novos conhecimentos em uma faixa
considerável ". Os componentes da inteligência (inteligências múltiplas) Howard

54
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Gardner, a saber: linguagem verbal Além das oito novas inteligências, há uma
inteligência mais encontrada no homem, a inteligência espiritual introduzida por Danah
Johar e Ian Marshall. A inteligência espiritual é a habilidade do homem para reconhecer o
potencial de sua natureza interior e a capacidade de uma pessoa reconhecer seu deus que
a criou, de modo que, onde quer que se sinta na supervisão de seu deus.
4. External Factor externo Factor isso pode ser um estímulo de fora de si mesmo. "De
acordo com Bandura, as crianças de idade do tendem a aprender por meio de modelagem,
ou seja, imitar o comportamento de outras pessoas. Através da interação social, a criança
pode aprender através da aprendizagem de observação ". Assim, esta teoria é conhecida
como Condicionamento Operante. [13] Há quatro elementos importantes que Bandura
precisa ser considerado na aprendizagem através da observação, a saber:
AtençãoReproduçãoReproduçãoMotivação A idade escolar da escola primária pode ser
dividida em duas fases, a saber: o período de baixa escolaridade elementar / madrasah
ibtidaiyah cerca de seis anos até a idade de cerca de oito tahun.Masa primárias do ensino
médio são aproximadamente nove a cerca de 12 anos. Pada cada fase tem suas próprias
características. O período de baixa classe dos alunos tem os seguintes traços distintivos:
Existe uma alta relação positiva entre o estado de saúde do crescimento físico com a
realização espiritual. A atitude está inclinada a cumprir as regras do jogo tradicional.
Existe uma tendência para auto-elogiar e ainda existem traços egosentris.Suka
comparando-se com outras crianças para subestimar outras crianças. Se não for capaz de
resolver um problema, então o assunto foi considerado não importante.Pada desta vez, as
crianças querem notas e bons números de boletim sem lembrar se seu desempenho é
digno de bom valor ou não. A capacidade de lembrar e falar desenvolve-se de forma
muito rápida e admirável. As coisas concretas são mais fáceis de entender do que os
resumos. A vida está jogando. Abaixo está uma característica afetiva comum das crianças
na fase de alta classe, da terceira a sexta série na escola cuja base é: A existência de
interesse na vida prática por dia-ha é realista, curioso e quer aprender. Há interesse em
coisas ou assuntos especiais. As crianças precisam de professores ou outros adultos para
completar suas tarefas e cumprir seus desejos. Neste momento, a criança vê o valor,
especialmente figuras de rapor como uma medida adequada de sua realização de
aprendizagem. Os filhos neste momento gostam de formar um grupo sebaya.Peran idol

55
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

pessoas é muito importante.Características de estudantes em geral com idade em MI em t


não fecham as diferenças de nível de qualidade e quantidade de personalidade estudantil.
As diferenças que são comumente encontradas na sala de aula são: Realização:
realização, desempenho escolar. Anatomia: altura, peso e cor da pele. Impulso:
estabilidade, confiança, sabedoria e persistência. Interessão: passatempos, amigos e
atividades. Fisiologia: capacidade de ouvir , atividade visual e resistência. Psicologia:
velocidade de reação, velocidade de associação e coordenação. Perspectivas do setor:
atitudes étnicas, políticas, religiosas e econômicas.

CAPITULO III

3.1. ESPLICAÇÃO

 Filosofia
Ciência que busca a essência de algo, criando perguntas e respostas continuamente para
alcançar um entendimento essencial
 PSICOLOGIA
PSYCO vem do PSUKE grego que significa 'alma / mente'
A psicologia é uma disciplina acadêmica e aplicada.
Assunto do campo estudado:
PERCEPÇÃO
KOGNISI (Submissão de Conhecimento)
EMOÇÕES? PERSONALIDADE
RELAÇÕES INTERPERSONÁRIAS
 Psicologia

56
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

A ciência dos fenômenos do pensamento ou dos fenômenos da consciência humana,


independentemente do seu corpo.
O corpo humano que consiste em matéria é estudado por outra ciência,
independentemente da sua alma.
Alma  O elemento que diz "EU SOU"
Segundo John Locke (1632-1704) disse que :

No momento em que os seres humanos nascem, suas almas estão tão vazias como um
papel branco não absorvido. O papel será preenchido com experiências da infância
através de seu aparelho sensorial.
Todo o conhecimento, respostas e sentimentos da alma humana são derivados da
experiência através dos meios de seus sentidos.
 Psicologia como uma ciência independente
Uma vez que a Psicologia permanece sozinha usando seus próprios métodos de prova e
investigação, surgiu um padrão especial de fluxo.

 Fluxos psicológicos
PSICANALISIS
BEAVIORISMO
KOGNITIF
HUMANISMO
 Psicanálise
Pessoas: Sigmund Freud (1856 - 1940) - Pai da Psicanálise;
Seguidores: Alfred Adler, Carl Jung, Karen Horney
Psicanálise social: Harry Stack Sullivan, Eric Fromm (Psicanálise social)
 Sigmund Freud
O desenvolvimento da personalidade, socialização da identificação, Agressão, Cultura e
Comportamento Humano
 Behaviorismo
Oponha a visão de que as experiências inconscientes fazem parte da psicologia e também
contra a introspecção.

57
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Sua opinião: quase todo o comportamento é o resultado do condicionamento e o meio


ambiente molda nosso comportamento, reforçando certos hábitos.
 homem jogo
Psicologia Humanista:
Argumentar que os seres humanos estão tocando. O estudo desse fluxo é o conceito de
eu, transações interpessoais da sociedade e dos indivíduos.
o indivíduo procura alcançar o pleno desenvolvimento de sua capacidade ou potencial e
rejeita as explicações mecânicas e materialistas dos processos psicológicos.
PSICOLOGIA COGNITIVA
Seus estudos sobre Atitude, Linguagem e Pensamento, Dinâmica de Grupos e
Propaganda. Para argumentar que o homem é uma criatura pensante (Homo sapiens

 DEPÓSITOS DO DESENVOLVIMENTO DO THD. EDUCAÇÃO PSICOLÓGICA

1. DEMOCRITUS

2. PLATO & ARISTOTELES

3. JOHN AMOS COMENICUS

4. ROUSSEAU

5. JOHN H. PESTALOZZI

6. FRANCIS GALTON

7. STANLEY HALL

8. WILLIAM JAMES

9. ALFRED BINET

 DEMOCRATA

58
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

(No século V aC, por exemplo, Demócrito escreveu sobre os benefícios da ação pela escola e a
influência do ambiente doméstico no sucesso da aprendizagem individual) (Watson, 1961).

 PLATO & ARISTOTELES

No século seguinte, Platão e Aristóteles discutiram os temas da psicologia educacional adicional


(Adler, 1952, Watson, 1961): o tipo certo de educação para diferentes tipos de indivíduos,
treinamento corporal e desenvolvimento de habilidades motoras, a formação de bom caráter, as
limitações da educação moral, efeitos musicais, poesia e outras artes sobre o desenvolvimento
dos indivíduos; o papel do professor, a relação entre professor e aluno, o significado e método de
ensino, características de aprendizagem, sequência de aprendizagem, carinho e aprendizagem,
aprendendo com o professor.

 PLATO & ARISTOTELES

No século IV aC, Platão e Aristóteles discutiram os temas da psicologia educacional:

a. Os tipos adequados de educação com base nas diferenças dos alunos;

b. Exercícios físicos e desenvolvimento de habilidades psicomotoras;

c. Boas formas de caráter;

d. As possibilidades e limitações da educação moral;

e. Os efeitos da música, poesia e outras artes sobre o desenvolvimento individual;

f. O papel dos professores;

g. Relação entre professor e aluno;

h. Ferramentas e métodos de ensino;

eu. Os tipos de atividades de aprendizagem;

j. Princípios de aprendizagem;

k. Afeição e aprendizagem;

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

l. Aprendendo independentemente do professor.

 JOHAN AMOS COMENIUS (1592-1671, um especialista em educação da Cekho).

As crianças não devem ser consideradas adultos em miniatura;

Aprender deve ser capaz de atrair a atenção da criança, faça isso usando adereços para que as
crianças possam observar, experimentar e investigar.

A PSICOLOGIA FAZ PARTE DA FILOSOFIA? (O fenômeno psicológico é estudado


filosoficamente)

EMPECOCLES (490-430 aC)

Que existem 4 elementos básicos no universo, a saber: LAND, AIR, AIR e API.

Que o corpo humano consiste em ossos, músculos e intestinos, que são elementos do solo,
enquanto os fluidos corporais são o elemento da água.

A função racional e mental humana vem do elemento de fogo.

O elemento ar é um suporte de elementos ou funções da vida.

DEMOCRATA (460-370)

Todas as realidades que existem neste mundo consistem em partículas que não podem ser
divididas novamente.

A alma humana que faz parte da realidade do mundo também consiste em partículas.

60
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

CAPITULO IV

4.1. CONCLUSÃO.

A partir da explicação anterior, podemos concluir que a psicologia vem da palavra grega psique
significa alma e logos significa conhecimento. E assimologicamente, a psicologia é o estudo da
alma, tanto sobre tudo, o processo como sobre o fundo ou pode ser chamado de ciência da alma.
A alma de uma pessoa só pode ser conhecida através do seu comportamento, que é a realidade da
alma que podemos viver de fora. Os elementos contidos na psicologia são comportamentos, atos,
pessoas e meio ambiente.

Os ramos da psicologia, a saber: psicologia clínica, psicologia vocacional e empresa (agora


denominada indústria e organização), psicologia infantil (agora denominada desenvolvimento),
psicologia experimental, psicologia educacional, psicologia social, psicologia aplicada
(psicometria), psicologia esportiva, psicologia humana, psicologia da gestão do conhecimento,
psicologia da intervenção social e psicologia criminal. O propósito ea utilidade do estudo da
psicologia é tornar a vida humana melhor, mais feliz e perfeita, para obter uma compreensão dos
sintomas da alma e do significado perfeito do comportamento humano em geral e das crianças
em particular, conhecer as ações da alma e a capacidade da alma de conhecer o comportamento
do homem e da criança e conhecer bem a implementação da educação.

A psicologia é uma ciência que investiga e discute comportamento

abertos e fechados aos seres humanos, tanto em indivíduos como em grupos, dentro de

é o relacionamento com o meio ambiente. O ambiente neste caso inclui todas as pessoas, bens,

circunstâncias e eventos que existem em torno dos seres humanos.

O comportamento é um comportamento visível ou invisível,

comportamento inconsciente ou inconsciente.

A partir da história, a psicologia evoluiu desde séculos atrás mesmo

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

antes de Cristo (a Idade Grega) até agora. Isto é visto a partir da história que a psicologia

em questão é a discussão da alma humana. Mesmo em todos os livros

nossa religião encontrará o termo psicologia (alma). Assim, a história da psicologia pode ser
vista

desse ângulo de qualquer maneira. Mas agora, vamos discutir a história da psicologia discutindo

sua revelação histórica de acordo com o desenvolvimento da ciência da era. Como uma nota que

A ciência da psicologia moderna não pode ser separada da sua história em filosofia. Alguns
especialistas

argumenta que a psicologia evoluiu a partir de uma ciência filosófica que rompeu como sendo

ciência independente.

Entrando no século 20, a psicologia desenvolveu-se em várias escolas de pensamento.

Os principais fluxos que surgiram foram os seguintes.

Funcionalismo

Behaviorismo

Psicanálise

Psicologia da Gestalt

Psicologia Humanista

Algumas figuras da Psicologia:

Wilhelm Wundt (1832 - 1920)

Jean Piaget (1896 - 1980)

Sigmund Freud (1856 - 1939)

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Será o homem uma “unidade indissolúvel, um ser que não pode caber em nenhum
reducionismo.

Apesar do estudo de Antropologia Filosófica ser recente, a constituição do Homem como um ser
diferenciado dos demais, ou seja, a sua definição ontológica é motivo de discussão desde o início
da Filosofia, se não for o seu objeto principal, pois, a partir desse entendimento, foi possível criar
condições de convivência com os demais, como a Ética, o trabalho, a política e a educação.

Podemos ver claramente que as posições Dualista e Monista sempre são enriquecidas com novas
proposições.

Como principais expoentes do Dualismo iniciamos com Platão, passamos por Santo Agostinho
no inicio da idade média e Descartes no período moderno. Os pensadores do Monismo foram
Aristóteles, Tomas de Aquino e Spinoza, quase que em períodos simultâneos, ou seja, desde o
inicio vemos essas posições se alternando em períodos de tempo e espaço semelhantes.

Sob a visão do dualismo, o Homem é dividido de 2 substancias diferentes, que foram


denominadas de maneiras diferentes por cada pensador. Por exemplo, Platão postulava que a o
mundo era dividido em dois, o mundo das ideias e o mundo sensível, no mundo das ideias está a
perfeição do Ser, das formas puras e perfeitas, enquanto que o mundo sensível é mutável e
imperfeito, ou seja, eram simples representações e interpretações da verdadeira realidade, sendo
impossível chegar ao conhecimento real por essa via.

Santo Agostinho retoma Platão, substituindo o mundo das ideias de Platão pelo mundo de Deus.
Descartes, pela duvida sobre tudo, denominava esta divisão em coisa pensante (res cogitans) e
coisa material (res extensa).

Resumindo, para o dualismo o corpo ou a matéria é obstáculo para a realização plena do homem
para chegar a verdade ou a Deus, neste caso, dependerá do enfoque, ou seja, sob a visão
antropológica ou teológica.

Sob a visão do Monismo Naturista, o Homem é um ser único e indivisível. No mesmo período da
Filosofia Antiga, Aristóteles questiona a dualidade proposta por Platão e postula sobre as

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

questões do Ser enquanto Ser, independente da vida em sociedade. A realidade para ele está no
todo, não no mundo das ideias de Platão, ou seja, não está separada do mundo das formas, pois,
não existe a ideia de humanidade, essa passa a ser uma ação concreta do Ser, da interação entre
eles.

Na idade média, São Tomás aceita e desenvolve a doutrina aristotélica da matéria e da forma, do
ato e da potência. Aperfeiçoa e aprofunda esses conceitos sob o viés da Teologia, tirando deles
ensinamentos que se perpetuaram na Escolástica até nossos dias. Spinoza afirma que o homem é
um ser em Deus, o que e diferente do conceito de “relação com Deus”, para ele, Deus é a
natureza toda:

“Spinoza, dessa forma, só aceita uma unica substancia, que identifica como a natureza de
Deus” (CARVALHO, 1992, p. 231).

Conclusão, ambas as teorias são reducionistas, não explicam o Homem na sua totalidade,
desconsideram o homem como um ser único e original. O Homem não é simplesmente a união
de duas substancias diferentes e sobrepostas, há questões culturais e sociais que influenciam sua
formação, existe algo na matéria que anima o corpo do Homem, que o diferencia dos demais
entes viventes.

Etchebehere (2008), define uma “dimensão espiritual” para o Homem, ele denomina esse algo
mais que anima a matéria do corpo do Homem de Espirito, segundo ele, podemos notar
claramente a diferença entre uma cadeira e o Homem ou um animal vivo e um morto, esse
espirito definiria a vida. Nota-se que não existe a influencia Teológica sobre a definição de
espirito.

Na obra “A Posição do Homem no Cosmo”, de Max Scheler, também, fala do espirito como
essencial, pois pode diferenciar o homem do animal:

[…] O espírito é, pois, objectividade, determinabilidade pelo ser-assim das próprias coisas.
“Tem” apenas um ser vital capaz de plena objectividade. Em termos mais incisivos: só um tal
ser é “portador” do espírito, cujo intercâmbio principal com a realidade a ele exterior e consigo
mesmo sofreu, em relação ao animal, uma inversão dinâmica, incluindo a sua inteligência.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Assim, o Homem têm que ser entendido como uma unidade indissolúvel, o espiritual é uma
dimensão própria do Ser Homem.

Segundo a Filosofia Antropológica, o espirito é o que caracteriza o Homem, pois, lhe dá a


capacidade de questionar os demais entes viventes, alterar o meio a sua volta, abstrair do próprio
corpo para criar novas formas.

O corpo ou a matéria que constitui o Ser Homem, também, não é redutível, pois possui
atividades que dão possibilidades para o espirito humano conhecer o mundo, pois através dele
outro corpo pode ser produzido dentro dele mesmo, ou seja, existimos, como corpo, ele
possibilita a comunicação com os demais, dá a pessoa humana uma identidade, da existência
física e possibilidade de aperfeiçoá-se e pode ter consciência do mundo.

Isso faz do homem um ser dinâmico, que usa seu pensamento como instrumento para melhorar
sua própria existência e dos demais, ou seja, faz dele um ser social, parte do que aprende, passa
pela convivência com demais, o Homem é um ser social.

Dessa interação, novas culturas, modos de vida e de sobrevivência são desenvolvidos, por isso, o
Homem como Ser Espiritual é indivisível e irredutível diante do mundo dos outros e não pode
ser estudado de forma fragmentada. O princípio espiritual diferencia a natureza diferente da
matéria que forma o corpo do Homem. O homem é portanto a reunião do ser biológico,
psicológico e o espiritual.

A psicologia é uma ciência, porque se qualificou como uma ciência que tem objetos que podem
ser observados, tem um método científico e organizado de forma sistemática.

Objetos que são estudados psicologia são comportamentos humanos comportamentos cognitivos,
afetivos ou psicomotricos.A psicologia é construída usando métodos científicos.

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PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

4.2. SUGESTÕES

Depois de acabamos o trabalho queria sugerir minha sugestão ao todos os componentes,


e reconhecemos tanbém que ainda falta muitas coisas que ainda não completa e prefeito porque
pouca refencias e livros para dar este trabalho mas tenho orgulho que este é minha preparação,
esforço capacidade e habilidade para mostrar esse trabalho, acho que no proximo trabalho serei
fazer bem e complete por isso, o leitor podia corrizir deste trabalho, principalmente alguns que
tem erro.

REFERENCIA

https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia. (2005). Psicologia (Vol. 1). (P. editora, Penyunt.) Portugal:


Aveiro.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia. (2005). Psicologia (2nd ed., Vol. I). (K. James, Penyunt., &
Juvinal, Penerj.) Chicago, Portu, Madeira: Adventure Works Press.

Soares, J. d. (2017). Manual do Aluno Ensino Secundario. (J. Pasiensia, Penyunt.) Fisica Moderna , 1 (20-
09-2020), 3.

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PSIKOLOJIA DA EDUKASAUN

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