Sie sind auf Seite 1von 4

A qualidade do cimento é fundamental para a produção de um bom concreto;

portanto, a fabricação do cimento requer um rígido controle. Inúmeras


verificações são feitas no laboratório da fábrica de cimento para assegurar que
ele tenha a qualidade e atenda as exigências das normas.

Ensaios

 Finura do cimento (NBR 11579 Mb 3432 Cimento Portland - Determinação da


finura por meio da peneira 75 µm (nº 200))

Além de servir para aplicações gerais, o cimento Portland composto CPII F-32 pode ser usado no
preparo de argamassas de assentamento, revestimento, argamassa armada, concreto simples,
armado, protendido, projetado, rolado, magro, concreto-massa, elementos pré-moldados e
artefatos de concreto, pisos e pavimentos de concreto e solo-cimento, dentre outros. Um dos
fatores que indica a qual aplicabilidade o cimento acima pode ser utilizado é o índice de finura.
O contato da água com os componentes do cimento se dá na superfície dos grãos, hidratando-
os, gradativamente, em direção ao interior. Um cimento mais fino possui maior número de grãos
por unidade de massa, ou seja, possui maior área específica. Com isso, a água encontrará muito
maior área de contato e a reação se fará com maior intensidade, resultando, assim, em maior
resistência mecânica, maior liberação de calor e, também, maior tendência à retração.

Neste caso, como a peneira possui dimensões extremamente pequenas, utiliza-se uma amostra
com massa de 50,00 g, o que facilita o processo de peneiramento e evita a diminuição da vida
útil da peneira, uma vez que os poros da mesma podem se entupir com grande facilidade. Para
o cimento Portland composto CPII F-32 o índice de finura deve estar sempre menor que 10%
para a classe 40MPa e menor que 12% para as classes de 25 e 32MPa de acordo com a NBR
11578/91.

NBR-11581. Cimento Portland– Determinação dos Tempos de Pega

A caracterização da pega dos cimentos é feita pela determinação de dois tempos


distintos – o tempo de início e o tempo de fim de pega. Os ensaios são feitos
com pasta de consistência normal, e, geralmente, com o aparelho de Vicat,
provido de Sonda de Tetmajer e Agulha de Vicat.

Após um determinado tempo da mistura entre o cimento e a água, a pasta


começa a perder sua plasticidade. Este fato ocorre devido ao início das reações
químicas nos compostos do cimento. Ao tempo transcorrido entre a mistura e o
início das reações dá-se o nome de início de pega. O início de pega pode ser
percebido através do aumento repentino da viscosidade da pasta, bem como
pelo aumento de sua temperatura– decorrência das reações exotérmicas da
hidratação do cimento.

Por convenção, dá-se o nome de fim de pega ao ponto em que a pasta de


cimento atinge um estágio de indeformabilidade ao sofrer pequenas solicitações
de cargas. Após o fim de pega, a pasta de cimento continua o processo de
incremento de resistência mecânica e coesão; etapa conhecida como
endurecimento.

Determinar o início e o fim de pega do cimento é importante para se ter uma


noção do período em que o concreto irá apresentar plasticidade, permitindo o
transporte, lançamento e adensamento; bem como o instante a partir do qual se
poderá transitar sobre ele.

Ajuste do aparelho de Vicat

Deve-se instalar a agulha de Vicat no aparelho de Vicat, fazendo-a descer até


que sua extremidade repouse sobre a placa de vidro, ajustando-se o indicador
no zero da escala graduada.

Preparação da pasta de cimento

Prepara-se uma pasta com 500 g de cimento e água necessária para a


consistência normal. Posteriormente, Enche-se o molde tronco-cônico com a
pasta

Determinação do tempo de início da pega.

O início de pega é constatado no momento em que a agulha de Vicat, descendo


sobre a pasta da consistência normal, estacionar a 1,0 mm da placa de vidro.
Deve-se descer a agulha, sem choque e sem velocidade inicial até estacionar
(condição que pode ser alcançada sustentando-a levemente com os dedos). A
leitura é feita 30s após a penetração da agulha na pasta.
O tempo de início de pega é o intervalo decorrido entre o instante em que se
lançou a água de amassamento à pasta e o instante em que se constatou o fim
da pega

Determinação do tempo de fim de pega

Após a constatação do início da pega, são feitas leituras em intervalos regulares


de 10 min. A primeira entre 3 leituras sucessivas e iguais, superiores a 38,0 mm
constitui a indicação do fim de pega, quando a agulha, penetrando suavemente
na pasta, não deixa vestígios apreciáveis sobre ela, ou seja: não mais penetra
(instante em que a mesma já perdeu totalmente sua plasticidade).
O tempo de fim de pega é o intervalo decorrido entre o instante em que se lançou
a água de amassamento à pasta e o instante em que se constatou o fim de pega.

NBR-7215. Cimento Portland– Determinação da Resistência à Compressão:


Este ensaio tem por objetivo determinar à resistência à compressão do cimento
Portland de acordo com as determinações da NBR 7215 (cimento Portland –
determinação da resistência à compressão).

A resistência aos esforços mecânicos é considerada a mais importante


característica de um cimento. As especificações fixam os valores mínimos para
essa característica. O ensaio de resistência a compressão é adotado como
aquele que é o principal indicador dessa resistência mecânica.

No Brasil, o corpo-de-prova é um cilindro de 10cm de altura por 5cm de largura.


A consistência da argamassa é determinada pelo ensaio de escorregamento da
argamassa normal sobre mesa cadente. O processo é descrito
pormenorizadamente no método NBR 7215 (MB-1) da ABNT. Molda-se com
argamassa um corpo-de-prova de formato tronco de cone, tendo como diâmetros
das bases 125 e 80mm e como altura 65mm sobre uma plataforma lisa de um
mecanismo capaz de promover quedas de 14mm de altura. No ensaio são
executadas trinta quedas em trinta segundos (ver fig. 3.6).
Os corpos-de-prova assim executados são conservados em câmara úmida por
24 horas, e a seguir imersos em água até a data do rompimento. Este se
processa, geralmente nas idades de 1,3,7 e 28 dias.