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Mulheres Por Detrás da

Confissão de Fé Batista de 1689


Por Anne Pendleton
Traduzido do original em Inglês
The Women Behind The 1689
By Anne Pendleton

Via: ReformedBaptista

Tradução por Camila Rebeca Almeida


Revisão e Capa por William Teixeira

1ª Edição: Dezembro de 2015

Salvo indicação em contrário, as citações bíblicas usadas nesta tradução são da versão Almeida
Corrigida Fiel | ACF • Copyright © 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

Traduzido e publicado em Português pelo website oEstandarteDeCristo.com, com a graciosa


permissão da autora, Anne Pendleton (ReformedBaptista), sob a licença Creative Commons
Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Public License.

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Mulheres Por Detrás da Confissão de 1689
Por Anne Pendleton

[Uma Série sobre Esposas de Signatários da Confissão de Fé Batista de 1689 • Editado]

Depois de conhecer uma breve história dos tempos da Segunda Confissão de Fé Batista
de Londres (ou de "1689"), eu pensei que seria interessante ver o que poderia ser
aprendido sobre as esposas dos signatários desse documento. Apesar de não ser um
estudo exaustivo, espero que estes esboços nos deem um vislumbre das vidas das
primeiras mulheres Batistas Particulares.

***

Anne Cheney Knollys

Anne Cheney nasceu em 1608. Ela casou-se com Hanserd Knollys, um homem dez anos
mais velho que ela, em 1631, por volta dos 23 anos de idade. Em 1636, Hanserd deixou
a igreja Anglicana por motivo de consciência. Depois de um mandado, saiu de sua prisão;
a família fugiu para a América por volta de 1638. Depois de uma viagem tumultuada,
chegaram em Boston, Massachusetts, quase na miséria e de luto pela perda de seu filho
que morreu durante a viagem. Ao invés de encontrarem um refúgio de seus problemas,
eles não foram considerados bem-vindos devido a relatos do "Antinomianismo" de
Hanserd. Alguns homens, no entanto, convidaram os Knollys a viajar para o norte, onde
agora fica Dover, New Hampshire, onde Hanserd foi feito pastor da igreja naquela cidade.
Os Estados Unidos não parecem ter sido um lugar tranquilo para Anne e Hanserd.
Enquanto isso, em New Hampshire, surgiu conflito entre Hanserd e outro ministro, Thomas
Larkham, que havia chegado em New Hampshire em 1640. Larkham tinha riqueza e
influência, e tinha padrões muito relaxados para a membresia. Isso produziu muita divisão
dentro da congregação, e Larkham em dado momento, removeu Knollys do púlpito. Muitos
fiéis, em seguida, retiraram Larkham e restauraram Knollys como pastor. [...] [Devido a
calúnias] os Knollys não permaneceram nas colônias.

A família Knollys (Hanserd, Anne grávida, e uma criança de 3 anos) deixou New
Hampshire em 1641 e viajou de volta para a Inglaterra, a pedido do pai de Hanserd.
Embora pobres, eles tinham provisões previstas por meio de amigos Cristãos. Foi nessa
época que Knollys uniu-se à igreja Jacob/Lathrop/Jessey e solidificou a sua opinião sobre
o Batismo. Ele permaneceu um membro ali por mais seis meses, não obstante, para que
Anne estivesse totalmente convicta do credobatismo antes de prosseguirem*. Ele
pastoreou como um Batista Particular, mas sua igreja não conseguia supri-lo totalmente,

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então ele era um professor também. Em 1660, depois de Hanserd ser preso na prisão de
Newgate por 18 semanas, ele fugiu para a Holanda e depois para a Alemanha, e Anne
também, com dois de seus filhos. Eles voltaram para a Inglaterra pouco depois, tendo
morado lá até que Anne morreu em 1671.

Que pensamentos Anne tinha a respeito de sua vida eu não sei. Ela é mencionada com
ternura por seu marido, que a descreveu como:

Uma mulher santa, discreta, e uma auxiliadora idônea para mim em seu cuidado do
lar, e também no caminho da santidade; ela foi minha companheira em todos os
meus sofrimentos, viagens e dificuldades que nós enfrentamos pelo Evangelho.

Isto é o que está escrito em sua lápide:

Aqui jaz o corpo da Sra. Anne Knollys,


filha de John Cheney, escudeiro, e esposa
de Hanserd Knollys (Ministro do Evangelho),
com quem teve 7 filhos e 3 filhas;
a qual morreu em 30 de abril de 1671, e aos 63 anos.

A minha única esposa, que em sua vida


Viveu por quarenta anos comigo,
Está agora em repouso, para sempre abençoada
com a imortalidade.
Minha querida se foi, deixou-me sozinho
Para Cristo, para agir e morrer,
Por Quem morreu por mim, e morreu para ser
Meu Salvador-Deus Altíssimo.

Fontes utilizadas:

*Bustin, Dennis. Paradox and Perseverance, Paternoster Press, 2006. p.303.


BaptistHistoryHomepage.com
Brook, Benjamin. The Lives of the Puritans, Vol. 3
Brown, John Newton. Memoir of Hanserd Knollys, 1837.
Bustin, Dennis. Paradox and Perseverance. Paternoster, 2006.
Howson, Barry H. Erroneous and Schismatical Opinions, Brill, 2001.
Pastoor, Charles and Johnson, Galen K. The A to Z of the Puritans. Scarecrow Press, 2007.
Renihan, James M. Edification And Beauty. Paternoster, 2008.

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Fonte que eu gostaria de ter acessado:

Autobiografia de Knollys intitulada: Life and Death of that Old Disciple of Jesus Christ, and Eminent
Minister of the Gospel, Hanserd Knollys, who died in the 93rd year of his age written with his own
hand to the year 1672, and continued in general, in an epistle by Mr. William Kiffin.[Vida e Morte
daquele Velho Discípulo de Jesus Cristo, e Eminente Ministro do Evangelho, Hanserd Knollys, que
morreu aos 93 anos, escrito com sua própria mão até o ano de 1672, e continuada, em geral, em
uma epístola pelo Sr. William Kiffin].

***

Jane Grove Keach

Jane Grove nasceu em 1639 em Winslow, Inglaterra. Em 1660, ela casou-se com
Benjamin Keach, que era um ano mais novo. Keach foi convencido da posição Batista em
sua adolescência e por volta da época de seu casamento com Jane era o pastor da igreja
Batista em Winslow. Esta igreja era uma igreja Batista Geral, e Benjamin Keach neste
momento sustentava a teologia Batista Geral. Não está claro quais eram os pensamentos
de Jane sobre a questão do Calvinismo, mas desde que ela voluntariamente casou-se
com um Batista, podemos ao menos concluir que ela não era simpatizante do pedoba-
tismo.

Tanto Batistas Gerais ou Batistas Particulares, ambos eram ilegais na Inglaterra naquela
época, e Benjamin Keach teve sua porção de perseguição. Em 1644, Keach foi preso por
pregar. Também nesse ano ele foi condenado por ter escrito um livro infantil, A New and
Easie Primer, o que foi dito promover heresia. Ele foi atacado e seus livros foram queima-
dos diante dele. Enquanto ele estava em detenção, Jane visitou-o e encorajou-o, e Ben-
jamin foi capaz de pregar para quem estava ali de passagem durante este confinamento.

A perseguição intensificou-se a tal ponto que em 1668 a família Keach tomou a decisão
de mudar-se para Londres. Durante a viagem, salteadores adentraram no coche em que
a família estava e roubaram o dinheiro de todos os passageiros. Benjamin estava sem
dinheiro quando eles chegaram na cidade. No entanto, a família juntamente com outros
passageiros do coche, processaram o município o qual foi finalmente capaz de restaurar
as posses que tinham perdido.

Jane teve cinco filhos com Benjamin. Três deles sobreviveram à idade adulta, duas filhas
e um filho. Uma filha, Hannah, posteriormente tornou-se uma Quaker. O filho, Elias,
plantou igrejas Batistas na Filadélfia, Pensilvânia. Jane, no entanto, não viu essas crianças

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crescerem. Após dez anos de casamento, Jane morreu em 1670, aos 31 anos. Benjamin
escreveu um poema in memoriam intitulado A Pillar Set Up [Uma Coluna Erigida]. Howard
Malcom, em suas memórias de Benjamin Keach, descreve lembranças de Keach sobre
Jane:

...Ela foi uma esposa muito terna e amorosa, e foi sua companheira nos sofrimentos
por dez anos... A extraordinária afeição que ele mostrava à sua memória, foi mani-
festada por ele escrever um poema na ocasião da sua morte, o qual ele intitulou, A
Pillar set up, atribuindo como sua razão, o exemplo de Jacó, “Assim morreu Raquel,
e foi sepultada...E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da
sepultura de Raquel até o dia de hoje” [Gênesis 35:19-20]. Nele, ele referiu-se a ela
como um caráter mui elevado, elogiando seu zelo pela verdade, sinceridade na
religião, amor incomum pelos santos, e seu grande contentamento em qualquer
condição de vida que Deus Se agradava em colocá-la. Ele particularmente menciona
quão grande ajuda e conforto ela era para ele em seu sofrimento pela causa de
Cristo, visitava-o na prisão, e cuidava dele de todas as formas possíveis, e encora-
java-o a prosseguir, considerando uma honra para ambos, que eles fossem chama-
dos a sofrer por amor de Cristo. Ela tinha uma conversa celestial: sua fala era
temperada, e em sua maior parte, sobre coisas espirituais, buscando o bem daqueles
com quem ela conversava; e nisso ela foi tão bem sucedida, que muitos reconhece-
ram que estavam em dívida para com sua conversa quanto à conversão deles a
Deus.

Que maravilhosa porção escrita para a História Batista Reformada! Que gesto comovente
e (ouso dizer) romântico escrever um poema para a esposa da sua mocidade! Mas neste
momento eu devo admitir minha falta de credenciais acadêmicas, pois minha busca por
este poema foi ineficaz. Benjamin Keach é um dos mais eminentes e prolíficos Batistas
Particulares, e muitas de suas obras são facilmente encontrados online. No entanto, este
poema não é um deles. De acordo com este artigo da tese de James Barry Vaughn, o
poema foi perdido! Certamente com o renascimento Batista Reformado em seguimento,
alguém poderá encontrar uma cópia deste escrito. Até então, podemos ser gratas que nós
temos este vislumbre da vida de outra irmã Batista (seja ela Particular ou não), em Cristo.

***

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Susanna Skidmore Partridge Keach

Susanna Skidmore nasceu em algum momento dos anos 1600 em Rickmansworth,


Hertfordshire, Inglaterra. Seu pai, Henry Skidmore, era um produtor de cera (fabricante de
velas), como seu pai antes dele. Segundo Emily Cockayne no livro: Filth, Noise and Stench
in England 1660-1770, o comércio de cera era "notoriamente sujo e desagradável”. A cera
provinha da gordura não comestível da carne de boi ou de carneiro, e velas feitas assim
eram baratas e de pouca qualidade.

Quando Susanna cresceu, casou-se com Samuel Partridge, também de Rickmansworth.


O casamento foi de curta duração. Samuel morreu nove meses depois do casamento. Não
tiveram filhos.

Em algum momento Susanna foi para Londres. Se isso foi com o marido ou depois é
desconhecido. Também é desconhecido quando ela conheceu os Batistas Particulares.
Sabe-se, porém, que Benjamin Keach estava em Londres por volta de 1668, e que a sua
querida esposa Jane falecera em 1670. O que ocasionou o romance de Susanna e
Benjamin é desconhecido, mas a viúva e o viúvo foram providencialmente reunidos.

Em 1672, Susanna e Benjamin estavam casados. A este tempo, Keach havia se tornado
um Calvinista e estava familiarizado com os Batistas Particulares. Hanserd Knollys, um
amigo de Benjamin, oficiou o casamento. Sua esposa Anne havia morrido no ano anterior,
mas questiona-se se ela conhecia Susanna e quanta interação elas tiveram.

Mais tarde nesse ano, Benjamin e a igreja que ele pastoreava estabeleceram-se em
Horsleydown, Londres, a qual se transformou em uma grande congregação. Ele foi uma
grande influência e voz para os Batistas Particulares. Juntos, Susanna e Benjamin tiveram
cinco filhas: Elizabeth, Susanna, duas chamadas Rachel, e Rebekah. Elizabeth casou-se
com Thomas Stinton em 1690. A filha Susanna casou-se com Benjamin Stinton (irmão de
Thomas) em 1699. Rebekah casou-se com Thomas Crosby, um historiador Batista.

Susanna e Benjamin Keach foram casados por trinta e dois anos até a morte de Benjamin
em 1704. O genro Benjamin Stinton tornou-se o próximo pastor em Horsleydown, e
Susanna viveu com sua filha Rebekah e o genro Thomas Crosby. Felizmente Crosby
achou por bem colocar alguma descrição dela em sua História dos Batistas Calvinistas
Ingleses:

Ela era uma mulher de piedade extraordinária, que tinha um bom relato de todos;
uma mãe e avó mui terna, e se excedia em algo, era em seu amor e ternura para

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com os seus filhos e netos. Ela morou comigo por muitos anos, e durante o tempo
que eu estive familiarizado com ela, o que foi quase pelos últimos vinte anos de sua
vida, devo dizer que ela caminhou diante de Deus em verdade, e com coração per-
feito, e fez o que era bom aos Seus olhos. Ela vivia em paz, sem mácula e irrepre-
ensível. Seus olhos se desviavam da vaidade, e suas mãos estavam estendida, de
acordo com a sua capacidade, aos pobres e necessitados. Sua veste era a
humildade, e seus adornos, um espírito manso e tranquilo. Sua conversa era reta,
evangélica, sem cobiça, honesta, santa e celestial. Ela, de acordo com a promessa
de Deus, buscava por novos céus e uma nova terra, os quais não se veem, e pelas
coisas que são eternas. Sua confiança não estava na carne; sua alegria estava em
Cristo, e Cristo era seu tudo. Em seus momentos finais, tanta alegria e prontidão a
partir evidenciaram-se, o que fez um ministro reverendo presente, desejar que algum
ateu, ou um deísta estivesse perto, para ver o conforto que ela fruía, e a renúncia
tranquila de si mesma à vontade de Deus; e tal era o seu desejo de partir, que ela
desejou que ele orasse, mas não pela continuação de sua vida.

Susanna morreu em Fevereiro de 1727.

Fontes:

Cockayne, Emily. Hubbub: Filth, Noise and Stench in England 1660-1770.


Crosby, Thomas. History of the English Baptists. Vol. 4
Haykin, Michael. The Reflections of a Puritan Theologian on Regeneration and Conversion.
Hicks, Tom. The Evangelical Convictions of Benjamin Keach [Baixe este e-book em Português:
oEstandartedeCristo.com].
Ried, Adam A. BiblicalStudies.org.uk
Skidmore, Warren. Skidmoregenealogy.com

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***

Hanna Kiffin

Hanna Kiffin nasceu por volta de 1615. Kiffin não é seu nome de solteira; este nome eu
não consegui descobrir. Hanna tomou o sobrenome Kiffin quando se casou com William
Kiffin, por volta de 1640. O casamento deles recebe uma passagem de menção nas
memórias de Kiffin:

...Uni-me a uma congregação Independente, com uma resolução, assim que aprouve
a Deus abrir um caminho, a saber, ir para a Nova Inglaterra; sendo que agora cheguei
à idade de 22 anos. Mas a providência de Deus impediu-me, e logo depois aprouve
a Deus conceder-me uma companheira adequada, que era uma comigo em julga-
mento, e se uniu à mesma congregação.

Esta igreja que Hanna pertencia era a igreja Jacob-Lathrop-Jessey [...]. Hanna parece ter
sido uma companheira fiel ao seu marido, a partir do pouco que eu fui capaz de reunir a
partir da autobiografia de Kiffin [...].

William, em seguida, caiu doente. Parecia aos parentes que ele não se recuperaria, de
modo que levaram o seu dinheiro, alegando que teriam que cuidar das crianças quando
ele partisse. Os médicos consultados também não esperavam uma recuperação. Hanna
ouviu falar por um amigo de um certo Dr. Trigg, e convenceu o médico a cuidar do caso.
Kiffin recuperou-se, e o médico recusou-se a ser pago. Isso aliviou William, já que os
parentes não devolveram o dinheiro que tinham tomado depois de sua recuperação.

O dinheiro parece ter sido escasso por um tempo. Por volta de 1643, William Kiffin era um
comerciante, e um líder na igreja Devonshire Square. Ele tivera algum lucro com a venda
de bens na Holanda, mas ele desejava dedicar seu tempo ao estudo da Palavra de Deus,
então, ele optou por não continuar indo para a Holanda. Hanna "também empregou dili-
gentemente a si mesma para conseguir o que podia, para que pudéssemos comer do nos-
so pão, e não fôssemos pesados a ninguém”. Em 1645, no entanto, a situação financeira
não era boa, então Kiffin fez um negócio com um membro da congregação: este membro
levaria as mercadorias até a Holanda para Kiffin. O Senhor abençoou este esforço imen-
samente, e concedeu a Kiffin a liberdade financeira para estudar e dar generosamente.

Juntos, Hanna e William tiveram pelo menos três filhos. Seu filho mais velho William
morreu em 1669 quando ele tinha cerca de 20 anos de idade. Kiffin escreve que isso foi
devastador para eles. Hanna também teria testemunhado a morte de Priscilla, que morreu

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em 1679 aos 24 anos. Seu segundo filho mais velho foi enviado à Itália para melhorar sua
saúde. Enquanto estava lá, ele entrou em uma discussão acalorada sobre assuntos teoló-
gicos, e posteriormente, foi envenenado por um padre católico romano. Enquanto Hanna
não viveu para ver isso, William viu seus dois netos, com idades entre 19 e 22 anos, serem
executados por traição.

Hanna morreu em 6 de outubro de 1682, aos 67 anos. William Kiffin relata:

Aprouve ao Senhor tomar para Si, minha querida e fiel esposa, com quem eu vivi por
quase quarenta e dois anos; cuja ternura para comigo, e fidelidade a Deus, eram tais
que não podem ser expressadas por mim, como ela constantemente simpatizou-se
comigo em todas as minhas aflições. Eu posso realmente dizer que eu nunca a ouvi
pronunciar o mínimo descontentamento sob todas as várias providências que
assistiram a mim ou a ela; ela via a mão de Deus em todas as nossas tristezas, assim
como constantemente me encorajou nos caminhos de Deus: sua morte foi a maior
tristeza que eu alguma vez já tive no mundo.

Fonte:

Kiffin, William, with notes by William Orne. Remarkable Passages in the Life of William Kiffin.

***

Soli Deo Gloria!

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— Sola Scriptura • Sola Gratia • Sola Fide • Solus Christus • Soli Deo Gloria —
2 Coríntios 4
1
Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2
Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem
falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem,
3
na presença de Deus, pela manifestação da verdade. Mas, se ainda o nosso evangelho está
4
encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os
entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória
5
de Cristo, que é a imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo
6
Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. Porque Deus,
que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações,
7
para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. Temos, porém,
este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.
8
Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
9 10
Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre
por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus
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se manifeste também nos nossos corpos; E assim nós, que vivemos, estamos sempre
entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na
12 13
nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. E temos
portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também,
14
por isso também falamos. Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará
15
também por Jesus, e nos apresentará convosco. Porque tudo isto é por amor de vós, para
que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de
16
Deus. Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o
17
interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação
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produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; Não atentando nós nas coisas
que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se
não veem são eternas. Issuu.com/oEstandarteDeCristo