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Univerdade Federal de Mato Grosso

Faculdade de Administração e Ciências Contábeis


Departamento de Administração
Disciplina: Planejamento e Gestão Estratégica Organizacionais
Professor: Dr. Paulo Henrique Martins Desidério
Estudante: Rhayani Bryanda Fontes

Resenha “O que é estratégia”

Porter, M. E. "What Is Strategy?" Harvard Business Review 74, no. 6 (Novembro – Dezembro
1996): 1-25.

Em seu artigo lançado pela Havard Business Review (1996) O Que É Estratégia?, o
professor Michael Porter aponta para os desafios que os empreendedores têm de fazer para
melhorar a produtividade caso queiram permanecer em sintonia com o mercado, e estimulando
competências para permanecer à frente das outras empresas, utilizando-se equivocadamente de
conceitos cruzados como o são a eficácia operacional e estratégia.
Todas as empresas são diferentes entre si, o que significa dizer que exigem modos diferentes
para cada uma operacionalizar em pé de igualdade no mercado. Eventualmente, elas se copiarão na
tentativa de buscar imitar as melhores habilidades umas das outras, acirrando ainda mais a
competição.
Assim, Michael Porter salienta que as empresas só sobrevivem caso consigam superar as
suas rivais, estabelecendo diferenças e fazendo-as se estenderem por longo período de tempo. A isso
se traduz a eficácia operacional, que é delimitada por uma fronteira de produtividade a ser aplicada
às atividades da empresa.
O autor aponta para o que seja a estratégia competitiva, ou seja, a escolha deliberada de um
conjunto de atividades que produz um valor que torna a empresa diferente das outras. Ele utiliza
exemplos das empresas Southwest e Ikea para explicar como as empresas atendem às necessidades
dos clientes sem perder a qualidade dos serviços, apelando para uma suposta simplicidade.
Os posicionamentos estratégicos que na concepção do autor devem ser tomados pelas
empresas podem ser baseados nas necessidades dos clientes, no acesso e na variedade de produtos e
serviços da empresa, estas sempre em diferentes medidas da combinação das três posições
estratégicas. O professor enfatiza que uma posição estratégica não é sustentável sem que ocorra
trade-offs que ocorrem precisamente quando as atividades são incompatíveis entre si. É um
elemento essencial para a estratégia.
As ameaças externas ao equilíbrio da empresa é o que faz tantas empresas mudar suas
escolhas estratégicas, ocasionando quase sempre o esfacelamento e à obscuridade. Nesse
entrechoque e confusão entre as necessidades de fazer escolhas dos gerentes e às mudanças do
exterior que muitos são seduzidos pela eficácia operacional por ser mais facilmente acionável e de
resultados imediatos. E é onde muitos gerentes e administradores derrocam.
O autor vai então levar-nos a refletir sobre o que motivou a empresa em seus primórdios
reforçando aspectos de ajuste de múltiplas características, produtos e serviços à realidade de
estratégia da empresa [no presente].
O artigo poderá ser útil aos líderes que preocupados em acompanhar as mudanças estruturais
do mercado, desejam estar sempre à frente em promover vantagens na sua atividade.

Rhayani Bryanda Fontes,


Acadêmica do Curso de Administração pela UFMT