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Tubarão

Tubarão é um filme, de suspense de 1975, baseado no romance homônimo de Peter Benchley


de 1974.

No enredo do filme, um grande tubarão-branco ameaça banhistas nas praias de Amity Island,
uma ilha fictícia localizada próxima da costa da Nova Inglaterra, levando o chefe de polícia
local a caçá-lo com a ajuda de um biólogo marinho e um caçador de tubarões profissional.

O filme teve uma produção complicada, sofreu alguns atrasos e enfrentou, principalmente
problemas com o tubarão mecânico, o que levou muitas cenas a apenas sugerir a presença do
animal empregando um tema musical, que ficou muito famoso, criado pelo compositor John
Williams para indicar a iminência do Tubarão.

Steven Spielberg e outros produtores chegaram a comparar essa abordagem sugestiva com os
suspenses clássicos do diretor Alfred Hitchcock.

A “não presença” do animal torna tudo muito mais interessante. É uma excelente prova que
não precisa ser mostrado um horror explícito pra gerar algum tipo de sensação do público.
Somente com a sugestão de que ele pode estar ali, a cena se torna muito mais assustadora.

Com certeza é um dos melhores filmes já feitos, tendo seu lançamento considerado como um
momento decisivo na história do cinema.

Tornou-se o filme de maior bilheteria de todos os tempos até o lançamento de Star Wars
(1977), sendo juntamente com esse o iniciador da era dos filmes blockbusters.

Contatos Imediatos de 3º Grau

O filme conta a história de Roy, um eletricista da Indiana, cuja vida muda depois dele ter um
encontro com um objeto voador não identificado (OVNI). O governo dos Estados Unidos e uma
equipe de cientistas internacionais também sabem da presença dos OVNIs.

Filmes com ser humano vs. vida alienígena é uma das abordagens mais antigas do cinema, esse
tema é explorado desde os primórdios da linguagem cinematográfica. Viagem à Lua, de
George Meliés, 1902, já abordava essa relação do homem com o desconhecido.

Steven Spielberg segue essa linha, porém subverte essa “regra” até então vista apenas por um
ângulo sobre a presença extraterrestre como sendo maligna.

Assim como em Tubarão, e Encurraldo, Spielberg leva até os últimos minutos do filme o
mistério entorno da fisionomia dos aliens. Talvez seja uma das suas maiores características,
pelo menos no início da sua carreira, representar os vilões de forma bastante misteriosa,
chegando a quase não mostrar nada deles, apenas as consequências, a sugestão de que estão
próximos...

A trilha de John Williams mais uma vez, faz público e personagens estarem sentindo quase a
mesma coisa. Ele trás essa relação imediata, e conseguimos ficar tão surpresos e fascinados
quanto os personagens.
A cor purpura

O filme se passa em Georgia, 1906.

Em uma pequena cidade, Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi
violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de se tornar infértil, Celie
imediatamente é separada dos filhos e da sua única amiga: a irmã Nettie (Akosua Busia). A
garota é vendida para "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e
companheira.

Contudo, o casamento forçado com Mister permite que ela entre em contato com pessoas
que dá forças à protagonista para que ela possa seguir em frente com sua história.

A história, apesar de não ser uma história baseada em fatos, é bastante real, pesada, cruel, e
aborda temas muito sérios. Até então, o diretor só havia trabalhado com pura ficção. Steven
nunca tinha trabalhado com um drama desse porte, além de ser um filme extremamente
intenso, gira em torno de um universo que ele não possuía conhecimento.

Uma das críticas mais recorrentes sobre esse filme, o que o torna um pouco polêmico, é a
forma com que Steven romantizou certas cenas, que na verdade, eram momentos que não
cabia esse romance e sentimentalismo. E essa é outra característica do nosso diretor, ele
sempre tenta criar momentos sentimentais, otimistas ou doces em seus filmes.

Mas, é claro, essa visão romântica de Spielberg sobre A Cor Púrpura não atrapalha a
importância que obra representa. Além da questão racial, o filme também aborda a cultura
patriarcal e a necessidade da união feminina diante disso.

Os homens sempre representados em primeiros planos, enquanto as mulheres são filmadas


em planos conjuntos que reforçam sua união.

Steven Spielberg em A Cor Púrpura mostrou que também podia dirigir drama, e acabou
levando 10 indicações ao Oscar e agradando boa parte do público e da crítica.

O Império do Sol

O filme relata a história de um garoto inglês de onze anos de idade, que vive na cidade chinesa
de Xangai com a sua família na aparente segurança do bairro diplomático.

Com a invasão da China pelo Japão, em plena Segunda Guerra Mundial, no meio da confusão
da multidão em fuga ele separa-se dos pais e acaba por ir parar a um campo de concentração
japonês onde, para sobreviver, se vê obrigado a desenvolver uma série de artimanhas que vão
das transações num improvisado mercado negro de alimentos e objetos pessoais à mediação
de conflitos com os soldados japoneses.

A fotografia do filme é algo que mais chama atenção nesse filme, Spielberg aproveita muito
bem o famoso nascer e o pôr-do-sol do oriente para criar cenas visualmente belíssimas, que se
complementa na eficiente reconstituição de época do design de produção para transportar o
público para aquela parte do planeta.
Foi a primeira produção de Hollywood a conseguir permissão para filmar dentro da República
da China, então Steven aproveitou muito bem as tomadas externas, que só valorizaram ainda
mais as locações.

O cuidado não foi só estético é claro, mas Steven também quis ressaltar o forte contraste
entre o luxo que envolve o menino inglês e a miséria representada pelo mendigo que ele
observa da janela do carro quando deixa sua mansão e tem contato com a dura realidade dos
pobres chineses.

A trilha sonora evocativa de John Williams, claro, mais uma vez marca presença em diversos
momentos de impacto.

Steven é um manipulador, tanto de imagens quanto de som. Ele consegue levar o público
exatamente onde ele deseja. E seus primeiros filmes é com certeza um exemplo disso. Vou
estar aqui para a parte 2 desse vídeo, que garanto, vai ser tão interessante quanto. Vejo você
na próxima!

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