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ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESIDENTE JOÃO GOULART

CURSO DE MAGISTÉRIO – TURMA 402


DISCIPLINA FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO ENSINO DE CIÊNCIAS
PROFESSORA IVANETE FRANZON MARSANGO

SEMINÁRIO

RAIZ, CAULE E FOLHA

ALUNAS:
ALINE MELLO DA SILVA
FABÍOLA PAOLA DE ANDRADE
STEFANIE DE LIMA SILVEIRA

BALNEÁRIO CAMBORIÚ (SC), 02 DE MAIO DE 2018.


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O tema proposto para o seminário é PLANTAS, onde o grupo 01 abordará: RAIZ, CAULE E FOLHA.
Considerando que o público alvo são os alunos do 2º ano, o grupo optou por levar uma planta para que
todos reconheçam as partes RAIZ, CAULE E FOLHA.
Assim como os animais, os vegetais também possuem órgãos, denominados órgãos vegetais, que são as
raízes, caules, folhas e flores. Cada uma destas estruturas possui a sua função específica e diversas formas
possíveis. Os órgãos das plantas são divididos em vegetativos e reprodutivos. Os primeiros são essenciais para o
desenvolvimento da planta, sendo eles a raiz, o caule e as folhas; os reprodutivos, que são a flor, o fruto e a
semente, servem para a reprodução da planta.
As plantas têm algumas características em sua estrutura que são bem importantes para seu total
funcionamento e existência.
As plantas nascem, alimentam-se, respiram, crescem e reproduzem-se. A maioria das plantas possui um
atributo especial: produz o seu próprio alimento. As plantas podem ter características muito diferentes
considerando o local onde vivem.
As plantas, também chamadas de vegetais, são seres vivos, já que nascem, crescem e morrem. Além
disso, possuem capacidade de reprodução, ou seja: de dar origem a novas plantas.
Vegetais podem ser encontrados no solo (terrestres), na água (aquáticos), ou presos nos galhos de outras plantas
ou em cercas (aéreos). Quanto ao tipo de clima, podem ser encontrados desde em desertos até em regiões do
planeta ricas em gelo.
Esses seres vivos apresentam muitas variações. Podem ser plantas pequenas e outras gigantescas, como
algumas árvores da Amazônia. Há espécies que vivem muito pouco tempo; e outras centenas de anos.
Algumas plantas nascem naturalmente, pois suas sementes são levadas para outros lugares pelo vento,
pela água das chuvas, ou mesmo junto com alguns animais. Outras plantas nascem porque o ser humano planta,
seja em jardins, hortas ou em grandes áreas. Nesses casos, falamos que elas são cultivadas.
Algumas partes das plantas são:

 Caule: responsável pela sustentação da planta e por levar água e sais minerais da raiz para as outras
partes dela.
 Flores: responsáveis pela formação do fruto e da semente.
 Folhas: responsáveis pela transpiração, respiração e alimentação das plantas.
 Frutos: responsáveis pela proteção da semente.
 Raiz: responsável pela retirada de água e sais minerais do solo para a planta, e pela sustentação dela.
 Sementes: responsáveis pelo nascimento de novas plantas.
* Mas vale lembrar que nem todas as plantas possuem todas essas estruturas.
Plantas inteiras, ou somente partes delas, são usadas na alimentação. Veja alguns exemplos:

 Folhas: alface, agrião e espinafre.


 Flores: couve-flor, alcachofra e brócolis.
 Frutos: goiaba, azeitona e abacate.
 Sementes: arroz, milho e feijão.
 Caule: batata-inglesa, cebola e cana-de-açúcar.
 Raiz: mandioca, beterraba e cenoura.
Partes de plantas também são usadas para outras coisas, como construção de objetos com a madeira
(retirada do tronco das árvores) e a fabricação de papel e de remédios. Além disso, plantas inteiras ou suas flores
são usadas para embelezar jardins, canteiros e praças.
As plantas são capazes de produzir seu próprio alimento, por meio de um processo chamado
fotossíntese. Para a fotossíntese ocorrer, é necessária a luz do sol, água e gás carbônico (CO2). Ao final, a planta
libera oxigênio (O2), muito importante para a respiração de muitos seres vivos, como os seres humanos e outros
animais.
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As plantas terrestres são todas aquelas que possuem a raiz firmada no solo e, há uma grande diversidade
delas. São encontradas nos grupos de plantas classificados como briófitas, pteridófitas, gimnospermas e
angiospermas, que são as divisões mais comuns utilizadas para classificar plantas. Exemplo: musgos, arbustos,
samambaias, mangueiras, etc.
As plantas aquáticas, também chamadas de hidrófitas ou macrófitas aquáticas, são ótimas para decorar
lagos, espelhos d'águas e bacias e são aquelas que se adaptam facilmente em ambientes aquáticos. Elas também
são consideradas terrestres porque no passado passaram por um processo evolutivo e se adaptaram as
condições de vida na água. Podem ser encontradas debaixo da água e também flutuando em brejos. As raízes,
geralmente, são mais finas e altas, com talos e folhas que flutuam. Exemplo: vitória-régia, lotus, ninféia-azul,
salvínia, sombrinha-chinesa, alfaces-d'água, etc.
As plantas aéreas também conhecidas como epífitas (que significa sobre plantas) são plantas terrestres
que devido à estrutura crescem com raízes aéreas ou vivem por cima de outras plantas e objetos. Podem viver
sob o tronco de árvores. Exemplo: jiboia, filodendro, costela de adão e as orquídeas.
Ter um jardim bonito exige mais do que o amor pelas plantas, pois é muito importante eleger as ideais.
Além disso, existem diferentes espécies de plantas para diversos tipos de jardins (jardins verticais, jardim de
pedras, jardins italianos, jardins ingleses e jardins japoneses, por exemplo). Dentre as plantas famosas para jardim
estão as rosas, hortência, violeta, bromélia, gérbera, dentre outras.
 Jiboia: Planta trepadeira que pode crescer em xaxins e usada na decoração de casas. É necessário utilizar
substratos nela e sempre mantê-la regada.
 Bromélia: É uma flor decorativa que deve ser exposta ao sol de forma indireta. É preciso regá-la duas vezes
por semana e evitar o acúmulo de água na planta.
 Violeta: A violeta pode adquirir muitas cores e com seu preço acessível é possível decorar muito bem a casa.
Deve ser regada pelo menos duas vezes por semana e exposta somente a luz indireta.

As plantas ornamentais são ideais para ambientes fechados e para fazer o paisagismo de áreas externas.
Elas são organizadas de acordo com essa classificação por terem características únicas, principalmente pela sua
beleza, floração, cor e outros atributos. Conheça alguns tipos:
 Pau d'água: Planta muito utilizada para decorar escritórios porque aguenta a intensidade do ar-condicionado.
 Rosa de Pedra: O formato da planta lembra uma rosa e ela é ótima para armazenar água. Não deve ser
muito exposta ao sol e precisa ser regada uma vez por semana.
 Minicactos: Muito usado para fazer composição com a decoração da casa, esses cactos não devem ficar
muito expostos ao sol e devem ser regados apenas quando a terra estiver seca.
 Lança de São Jorge: Planta ornamental usada tanto nos ambientes internos como externos.
 Begônia: Própria para ambiente longe do sol e do vento. Possui folhas coloridas, vistosas e variadas.

As plantas medicinais são utilizadas para a cura de diversas doenças no organismo. Confira alguns
exemplos:
 Doril: doril é o nome de uma flor, que é eficaz contra dor de cabeça. Basta tomar um chá de folhas de Doril,
mas para que ele realmente tenha efeito, é preciso cuidar e deixar a planta em ambientes com muita
claridade, e regá-la todos os dias.
 Romã: o chá com os frutos de Romã ameniza a dor de garganta, mas é preciso regá-la de dois em dois dias e
fertilizá-la uma vez por mês.
 Carqueja: pode ajudar na perda de peso, pois tem efeito diurético, limpando as impurezas do organismo, e
ajudando os órgãos a funcionarem melhor.
 Florais de Bach: são 38 essências, feitas à base de florais, ervas medicinais e plantas com o objetivo de
trazer equilíbrio as emoções e sentimentos de um indivíduo.

As plantas tóxicas são aquelas que causam sintomas de intoxicação por ingestão ou contato. Ex.:
aroeira, artemísia, arruda, copo de leite, comigo-ninguém-pode, mamona, giesta, costela de adão, etc.

As plantas carnívoras são aquelas que digerem insetos e pequenos animais. Dentre as espécies de
plantas estão a Dionaea (Vênus Papa-moscas), Drosera, Nepenthes (Copo de Macaco), Sarracênia, dentre
outras.

Dicas de Plantas
 Para quem não tem tempo para cuidar de plantas, mas quer manter uma decoração natural, os cactos são
uma boa opção, pois só precisam ser regados uma vez por mês;
 A orquídea também é uma boa opção, pois só precisa ser regada uma vez por semana no verão, e uma vez a
cada duas semanas no inverno, e quando bem cuidadas, duram em torno de três meses;
 Para combater insetos, tenha em casa um vaso de citronela, pois ela exala uma substância com cheiro de
eucalipto, espantando os mosquitos.
 Se seu gosto for mais exótico, tenha em casa uma planta carnívora, não dá trabalho e é uma planta delicada
apesar de seu nome e sua fama.
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Raiz

A raiz é um órgão vegetal que têm como função:


 Fixar a planta,
 Alimentar a planta,
 Absorvendo a água e os sais minerais encontrados no solo e os levando até as folhas, e
 Armazenar substância de reserva.

Para chegar às folhas, todo esse alimento que a raiz pega transforma-se em seiva bruta, e essa seiva é
transportada para as folhas através de vasos que se encontram no caule. Esses pequenos vasos são chamados
de xilemas.
A raiz da planta também serve para acumular e guardar uma reserva de nutrientes para a planta, caso
haja necessidade de uso.
Quanto ao meio em que se desenvolvem, as raízes podem ser subterrâneas, aéreas ou aquáticas.

Quanto às formas de raízes:


 Axial ou pivotante: típica de dicotiledôneas, possui uma raiz primária e diversas ramificações. Ex:
Ocorrem nas dicotiledôneas como café, feijão, laranjeira, abacateiro, ipê, laranjeira, etc..

 Ramificada: não é possível detectar tão facilmente a raiz principal das outras raízes. Há uma ramificação
secundária, terciária e assim sucessivamente, sempre a partir da raiz primária.

 Fasciculada ou em cabeleira: típica de monocotiledôneas possui diversas raízes saindo do mesmo


ponto, com aspecto de emaranhado. Ex: trigo, arroz, milho, a grama, a cebolinha, etc.
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 Adventícias: são de suporte, partem do caule. Comum em mangues. Ex: violeta e milho.

 Tuberosas: atuam como órgãos de reserva. As reservas ainda podem ficar acumuladas na raiz principal
(cenoura, beterraba, nabo) ou nas laterais (batata-doce, mandioca).

 Respiratórias ou pneumatóforos: em solos pobres em oxigênio ou ambientes aquáticos, são adaptadas


para captar oxigênio. Ex: plantas de mangue.

 Sugadoras: adaptadas para sugar seiva de outros vegetais. As raízes do cipó-chumbo, por exemplo,
penetram no caule da planta hospedeira, atingem os vasos condutores e sugam a seiva que por ali circula.
Ex: cipó-chumbo e erva de passarinho.

 Escoras ou suporte: essas raízes partem do caule e se fixam no solo, aumentando a capacidade de
sustentação da planta, como o milho, por exemplo. No mangue também é muito comum as plantas
apresentarem esse tipo de raiz crescendo acima do nível da água.

Axial ou pivotante Ramificada Fasciculada Sugadoras

Respiratórias ou
Adventícias Tuberosas Escoras ou suporte
pneumatóforos
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As raízes podem ser subterrâneas, aéreas e aquáticas, dependendo do habitat em que estão localizadas.

A raiz possui regiões definidas, como:

 Coifa (proteção da ponta da raiz),


 Zona meristemática (indiferenciada),
 Zona de alongamento (região em que as células crescem e diferenciam-se),
 Zona pilífera (apresenta pelos absorventes de água) e
 Zona das ramificações (região em que partem as raízes secundárias).
 Coleto ou colo: É a parte de transição da raiz para o caule.
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Caule

O caule exerce as funções de sustentar e conectar as folhas, flores, ramos e frutos, além de conduzir água
e sais minerais, realizar reservas de substâncias e energia, e pode ser fotossintético.
O caule tem vasinhos que são os xilemas, responsáveis por levar a seiva bruta até as plantas para as
alimentarem. Além disso, há o movimento contrário. O caule também fica sendo o meio em que o alimento
produzido nas folhas é transportado para outras partes da planta. Esse processo é conhecido como fotossíntese.
Durante a transição, os vasos que levam o alimento antes chamados de xilemas, viram floemas.

O caule é usado também pelos humanos, para a extração de madeira. É de lá que tiram a matéria-prima
para construir os objetos e também o papel, com a retirada da celulose.

O caule possui estruturas próprias, como:


 Nós: região de inserção das folhas e gemas laterais.
 Entrenós: região entre os nós.
 Gemas apicais: região meristemática na ponta do caule.
 Gemas laterais: regiões meristemáticas localizadas nos nós responsáveis pelo brotamento de novos
ramos, folhas ou flores.
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Existem três grupos de caule:

 Aéreos: estão em contato direto com o ar atmosférico e podem ser do tipo tronco, haste, estipe, rastejante
ou trepadores;
 Subterrâneos: estão localizados sob o solo, como os rizomas, tubérculos e bulbos; e
 Aquáticos: são aqueles capazes de absorver a água através da epiderme.

Os tipos de caules:

 Haste: verde, delicado, realiza fotossíntese. Ex: margarida.


 Tronco: lenhoso e capaz de maior sustentação. Ex: mangueira.
 Colmo: nós e entrenós bem visíveis, possui a bainha das folhas recobrindo os entrenós e folhas ao longo
do caule. Ex: Colmo cheio (reserva): cana-de-açúcar, colmo vazio: bambu.
 Estipe: nós e entrenós bem visíveis, mas com folhas apenas no ápice do caule. Ex: coqueiro.
 Tubérculo: reserva. Exemplo: batata. Difere das raízes tuderosas por ser adaptação do caule. Podemos
observar ao ver as gemas laterais (característica de caule) nas batatas.
 Rizoma: se desenvolvem no solo, paralelamente. Ex: samambaia, bananeira.
 Bulbo: estrutura complexa formada por um caule e folhas modificadas. Exemplo: alho e cebola. O caule
equivale ao prato, região basal. Os dentes do alho e a cebola são folhas modificadas, chamadas catáfilos.
 Caule aquático: encontra-se submerso em água. exemplo: vitória-régia.
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Folhas

As folhas são os órgãos vegetativos capazes de absorver gases e luz solar, realizar a fotossíntese, a
respiração e a transpiração.
Com a fotossíntese, a planta transforma aqueles nutrientes mais energia solar e gás carbônico em glicose
e oxigênio.
A glicose é a base de alimentação da planta, já o oxigênio é fonte de vida, sendo ele necessário para
formar o ar que respiramos.
Às vezes pode realizar o papel de pétalas (brácteas), sendo colorida e atraindo agentes polinizadores.
Pode também estar modificada em espinho, como maneira de diminuir a sua superfície e evitar a perda de
água por transpiração.
Existem padrões diferentes na organização das nervuras, que são os feixes vasculares realizando o
transporte de seiva nas folhas. Aquelas com um padrão paralelo de nervuras são tipicamente monocotiledôneas.
Já os padrões ramificados de nervuras são típicos de dicotiledôneas.
As folhas variam muito quanto ao tamanho, formato, tipo de bordo e distribuição das nervuras.
Quanto à forma, as folhas podem ser orbiculares, elípticas, lanceoladas, reniformes etc.
Os bordos podem ser lisos, denteados, serrilhados, crenulados etc.
A diversidade na forma das folhas vem a ser uma adaptação ao ambiente em que as plantas se
desenvolvem. Nas regiões áridas, por exemplo, encontra-se, frequentemente, uma vegetação com folhas
reduzidas ou ausentes, e nas regiões úmidas e sombreadas, as plantas apresentam folhas largas.
Muitas folhas podem se apresentar bastante modificadas, em adaptação a novas funções, como proteção,
nutrição, fixação e reprodução.
As folhas podem modificar-se em espinhos, brácteas, escamas, gavinhas etc.
Existem algumas plantas que não possuem folhas, como, por exemplo, os cactos e as briófitas.
Geralmente, uma folha é composta pelas seguintes estruturas:
 Limbo: É a lâmina da folha, onde são encontrados pequenos orifícios, denominados estômatos,
responsáveis pelas trocas gasosas com o meio ambiente;
 Pecíolo: Possui a função de fixar a folha ao caule e ao ramo;
 Bainha: Parte mais dilatada da base do pecíolo é o local em que a folha se prende ao caule.

Dependendo da estação do ano, as folhas também podem mudar de cor. Isso ocorre por causa de alguns
fatores como a intensidade de luz, a umidade, a temperatura. Alguns tipos de plantas deixam cair as folhas em
determinadas épocas do ano.
As folhas possuem uma substância chamada clorofila, que dá a cor verde aos vegetais. A maioria das
folhas são verdes, embora existam as que são vermelhas, amarelas, marrons. Essas folhas apresentam outras
substâncias além da clorofila, que lhes oferece outra cor.

Existem vários tipos de folhas. Além das folhas completas (aquelas que apresentam limbo, pecíolo e
bainha) e das folhas incompletas (as que não apresentam uma destas três partes), basicamente elas podem ser
simples ou compostas.

Tipos de folhas quanto ao limbo:


 Folhas simples: folhas que têm apenas um limbo. São as mais comuns.
 Folhas compostas: folhas cujo limbo é dividido. Dessa divisão surgem os folíolos.
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Tipos de folhas quanto à posição do pecíolo:


 Peciolada: presença de pecíolo;
 Peltada: o pecíolo encontra-se preso ao meio da lâmina foliar;
 Séssil: ausência de pecíolo e a lâmina prende-se diretamente ao caule.

Tipos de folhas quanto ao aspecto das nervuras, há dois tipos principais:


 Paralelinérveas: com nervuras paralelas;
 Peninérveas: com uma nervura mediana da qual saem ramificações.

As folhas paralelinérveas ocorrem em monocotiledôneas, e as peninérveas, em eudicotiledôneas

Tipos de folhas quanto à superfície:


 Glabra: não há a presença de tricomas (células epidérmicas especializadas);
 Pilosa: a superfície apresenta-se revestida de tricomas, semelhantes a pelos;
 Lisa: apresenta o limbo liso;
 Rugosa: o limbo apresenta-se enrugado.

Quanto à forma do limbo, há uma grande diversidade, por isso, serão apresentadas algumas das mais
comuns:
 Ovada ou oval: com a parte mais larga próximo à base;
 Cordiforme: apresenta a base mais larga, com reentrâncias, lembrando a forma de um coração;
 Elíptica: apresenta o comprimento duas vezes maior que a sua largura, sendo a região central do
limbo a mais larga

Folha oval apresenta a base mais Folha cordiforme lembra a forma de Folha elíptica apresenta a região
larga que o ápice um coração central mais larga

Tipos de folhas quanto as nervuras:


 Peninérveas: nervuras ramificadas (dicotiledôneas);
 Paralelinérveas: nervuras paralelas (monocotiledôneas);
 Palminérveas ou digitinérveas: se irradiam do ponto de inserção do pecíolo, distribuindo-se, no
limbo, sempre em número ímpar, como os dedos separados da mão, encontradas na figueira, na mandioqueira
e no tinhorão.
 Gavinhas: folhas modificadas para prender a planta a um suporte;
 Espinhos: folhas atrofiadas como adaptação como adaptação a climas secos evitando a perda de
água;
 Brácteas: folhas presentes na base das folhas;
 Catáfilos: folhas reduzidas que protegem gemas dormentes ou acumulam reservas (cebola);
 Carnívoras: modificadas para a captura e digestão de insetos e pequenos animais.
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