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A CABALA JUDAICA E A

LEI (TORAH) DO ETERNO.

“Toda a Palavra (Lei) de YHUH é pura; escudo e para os


que confiam nele. Nada Acrescentes ás suas palavras para
que não te repreenda e sejas achado “Mentiroso” Provérbios (Mishlê) cap. 30
versos 5 e 6.

A crescente demanda pela cultura Hebraica, nestes dias atuais, devido o


brotar da semente Israelita em todas as nações, têm levado personalidades
famosas ou não-famosas a se interessar por várias correntes religiosas do
fragmentado Judaismo Rabínico Pós-Templo. Muitos sem fazer uma reflexão
prévia nos mandamentos da TORAH e nos Livros dos Profetas, que nos
advertem sobre o perigo de cairmos nas gaiolas religiosas (Jeremias 5:26 e
27), enveredam de corpo e alma, na ânsia de aprofundarem seus
conhecimentos, esquecendo que a maior sabedoria está nos Estatutos e
Juízos da Lei (TORAH) que o Eterno transmitiu aos nossos ancestrais
Hebreus. (DEUT 4:5 e 6). Infelizmente, muitos deles se arrependem depois e
retornam para as suas antigas religiões ou para a vida pecaminosa abstrata,
porque não se adaptaram ao Legalismo religioso de Livros tradicionais como:
Talmude, Guemará, Zohar, Cabala, etc. De acordo com o ponto de vista
histórico Literário, temos um profundo respeito por estes Livros citados acima e
também pelo Alcorão e o Novo Testamento Cristão. Mas, o nosso maior
respeito e adoração são pelos Estatutos (Chuquim) e Juízos (Mishpatim) que
compõem a Lei (TORAH) do Eterno. O mais recente caso nos Estados Unidos
é o da cantora Madonna, que analisando a origem do seu nome julgando que
não continha coisas boas na sua procedência, mudou-o para o nome
“ESTHER” e filiou-se ao movimento cabalístico.

A palavra Hebraica “KABBALAH”, que foi traduzida para o idioma Latino


como “CABBALA” ou seja tradição reúne um conjunto de comentários místicos
e esotéricos judaicos de textos que foram subtraídos das Escrituras Sagradas
(TANACH) e de sua tradição Oral (MISHNÁ). São interpretações humanas
feitas pelos rabinos e religiosos, no sentido de fundamentarem suas crenças no
Misticismo Espiritual, que tem acompanhado o homem, ao Longo dos, séculos.
O ensinamento Filosófico da “CABALA” parte da ideia de que o Eterno seria
reconhecido somente através da perspectiva da criação. Os dois meios de
realização da busca mística espiritualista, segundo a filosofia cabalística são os
ensinamentos de Mosheh, denominados em Hebraico de “TORAH” e a Língua
Hebraica com as Letras que a compõem. Por exemplo, cada letra do Alfabeto
Hebraico está relacionado com um número em um processo chamado de
“Gematria”. Tomaremos a titulo de exemplo a palavra antiga “Brait” que
significa “Aliança”. Na numerologia cabalística o “B” da letra Bet vale 02, a
Letra R (Reish) vale 200, a Letra A (Alef) vale 1, a Letra I (Yod), vale 10 e a
Letra T (Tav) vale 400. Somando todos os números temos o total “613” que
representa os Juizos (Mishpatim) e Estatutos (Chuquim), ou seja, o Concerto
especial entre YHUH e o homem.

O Movimento Cabalístico nasceu na Idade Média, simultaneamente na


Provença, em Languedoc e na Espanha, mas a corrente mística cabalística
encontrou sua expressão, no século XIII, de nossa época no Zohar (Livro do
Esplendor), documento literário fundamental.

Ampliou-se e difundiu-se em torno da Bacia Mediterrânea do século XV ao


século XVII. Um dos seus representantes mais significativos foi Isaac Luria
(1534 – 1572), cujo ensinamento era fundamentado e centrado na
contemplação de uma perspectiva sobre a vinda do Mashiach (Messias), fator
esse que exerceu uma influência determinante na vida religiosa judaica. A
partir do século XVIII, a Cabala encontrou uma nova inspiração com a corrente
religiosa judaica do Chassidismo e seus preceitos tradicionais. Todos os livros
que as grandes e pequenas Religiões criaram para sufocar os Estatutos Juízos
enumerados na Torah (Lei) do Eterno YHUH, só tem trazido contendas,
divisões, mortes entre irmãos, pois na verdade este é o preço que os
Violadores do Concerto (Daniel 11:32) tem a pagar, por sua desobediência a
lei Divina. As palavras do Rei Shelomo (Salomão), nos exorta a cumprir o
Nosso dever diante do Eterno e não perder tempo com o fermento das religiões
e filosofias. De tudo o que se tem ouvido, o Fim é: teme a YHUH, e Guarda os
seus Mandamentos; por que este é o Dever de todo o homem. Porque YHUH
há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está Encoberto, quer seja
Bom, quer seja Mau. Eclesiastes Cap. 12, versos 13 e 14.
Amado Leitor, preste atenção nas palavras que foram grifadas
propositadamente: Ouvido, Teme, Guarda, Mandamento, Dever, Juízo, Obra,
pois elas fazem parte de um conjunto de procedimentos que devemos adotar
em relação a LEI DO ETERNO.

COMUNIDADE ISRAELITA DE PEREIRA BARRETO


ASSAF BEN-AMI (ANTONIO GUILHERMINO)
Autor do Livro: A Constituição do Reino Eterno
(613 Principais Ordenanças de YHUH)
E-Mail: Assaf.benami@hotmail.com
Fone(s): (018) 3704-3357 ou (018) 8135-7505