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Sesiones Español 8:43:46 CET Stefan Gandler Terminar sesión

Sumario > Información para presidentes y moderadores de las sesiones

Información para presidentes y moderadores de las sesiones


Aquí puede acceder a los detalles de las sesiones que usted modera, discute o preside.

Asignar sesión 1
13/18-1: 13/18. Teoría crítica desde las Américas
Hora: Jueves, 19/07/2018: 10:00 - 12:00 Lugar: Edificio Ciencias Aula C-2 (Cap. 160)
Presidente de la sesión: Stefan Gandler, Universidad Autónoma de Querétaro, México;
stefan.gandler@gmail.com
Presidente de la sesión: Karla Sánchez, UNAM, México; karlasanchezfelix@gmail.com

Resumen de la sesión
Con el afán de retomar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad, sin las limitaciones generalmente impuestos por los dogmas contemporáneos que reducen esta teoría única del siglo XX a
Habermas y Honneth, o a un asunto cuyo desarrollo mejor se deja a los habitantes de las ciudades sedes de los grandes consorcios industriales y ejércitos, llamamos a reorganizar el debate en el
simposio sobre la Teoría crítica desde las Américas. Aunque no falta quien jura que no se puede hablar de la crítica a occidente, desarrollada por Horkheimer, Marcuse, Benjamin, Neumann, Kirchheimer,
Adorno y los otros colaboradores de este intento sin precedente, sin parlar la lengua alemana y sin haberse desgastado unos años en alguna ciudad europea, hay que tener presente que esta teoría –y
last but not least sus autores– muy probablemente no hubieran sobrevivido sin la existencia de las Américas. Su exilio en Nueva York, NY, San Diego, CA y –en el caso del inicialmente vinculado Fromm–
México es igualmente la prueba de ello, como también lo es el suicidio de Benjamin al ver obstaculizado su camino a las Américas en Port Bou, así como los es además el hecho de que el debate sobre
esta corriente teórica está hoy vivo ante todo en las universidades de las Américas, ya que las tendencias políticas y sociales en la fortificación Europa han cerrado al paso a gran parte de los allí
interesados en el proyecto de reanudar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad.

Ponencias
Jueves, 19/07/2018 10:00 - 10:20
ID: 10145 / 13/18-1: 1
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Ideologia, eurocentrismo, mito, Theodor Adorno, América Latina
A ideologia eurocêntrica como mistificação da realidade latina
Júlia Pereira da Silva, Kailla Oliveira Santos
Universidade Federal do ABC - UFABC, Brasil; julia_ps11@hotmail.com, kailla.ostos@gmail.com
A partir do conceito adorniano de ideologia como sociedade enquanto aparência, visa-se, neste trabalho, compreender o eurocentrismo como uma ideologia. Para tanto, analisamos como essa ideologia
presente na América Latina deturpa a compreensão da realidade latina, tendo em vista, primeiramente, o espaço acadêmico, com chaves interpretativas que não contemplam a realidade latina -como
exemplo da dicotomia entre atrasado e moderno, divisão histórica moderna, entre outros. Em segundo lugar, a atuação no próprio espaço latino-americano, ou seja, a ideologia eurocêntrica, ao deturpar a
compreensão da realidade latina, promove a manutenção do status quo de desigualdade e violência dessa região, em outras palavras, ela repõe a ameaça e efetivação da barbárie. Ressalta-se que este
trabalho não intenta trabalhar com a proposta de uma identidade latina, mas compreender como se dá essa ideologia eurocêntrica e de que forma ela atua perversamente na América Latina, contrapondo
dialeticamente, o que essa ideologia prega com caráter universal com estudos que trazem um olhar mais estruturado sobre a realidade latina especificadamente.

Jueves, 19/07/2018 10:20 - 10:45


ID: 5034 / 13/18-1: 2
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento, Educación, Estudios Culturales
Palabras clave: Theodor Adorno; fascismo; Teoria Crítica; unheimlich; psicanálise
A individualidade autônoma como núcleo de resistência ao fascismo
Sinésio Ferraz Bueno
Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP, Brasil; sinesioferraz@yahoo.com.br
A análise de Theodor W. Adorno ao fascismo aparece como um dos temas mais importantes da Teoria Crítica, pois esse filósofo dedicou ao assunto uma parte expressiva de sua obra intelectual. Nessa
reflexão, o conceito freudiano de unheimlich teve um papel fundamental, pois permitiu a compreensão da relação ambivalente frente a estranhos e estrangeiros, na consideração de que o diferente repele
e ao mesmo tempo é internamente familiar. Na análise crítica de Adorno sobre o fascismo a estigmatização da diferença, impulsionada pela incapacidade de compreensão e aceitação dos próprios
conteúdos pulsionais do sujeito, acarreta o desenvolvimento de fortes tendências de segregação, que adquirem coloração fascista sempre que se manifestam como oposições in-group e out-group. Este
artigo pretende repercutir a importância dessa análise no campo educativo, em especial no que se refere a possibilidades autoreflexivas no campo formativo acerca das fortes tendências de
enfraquecimento da individualidade autônoma.

Jueves, 19/07/2018 10:45 - 11:10


ID: 3013 / 13/18-1: 3
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento, Comunicación y Nuevas Tecnologías
Palabras clave: Theodor W. Adorno; Rádio; Escola de Frankfurt; Princeton Radio Project.
Adorno em Nova Iorque - as pesquisas históricas de Iray Carone
Luciana Dadico
Universidade de São Paulo, Brasil; ludadico@usp.br
Iray Carone foi uma das primeiras pesquisadoras a se debruçar sobre a fase americana de Theodor Adorno. Embora fosse filósofo, Adorno chegara aos Estados Unidos disposto a abraçar um projeto de
pesquisa empírico, talvez ainda não totalmente ciente dos desafios que a tradição americana iria lhe impor. As dificuldades encontradas neste ambiente levaram Adorno a enfrentar a cisão entre filosofia
e ciência, colocando-as em diálogo sem ignorar os métodos que a modernidade aprendera a encerrar em cada disciplina. O trabalho de reconstrução histórica oferecido por Iray Carone ajuda a compor o
panorama das reflexões e conflitos que nascem destes embates. Destacam-se aí uma análise sistemática dos memorandos e relatórios de pesquisa produzidos por Adorno no Princeton Radio Research
Project. A pesquisa junto aos microfilmes e microfichas da Lazarsfeld Collection descreve a participação adorniana no projeto de Princeton, apontando desde as razões acadêmicas que justificavam a
inserção de Adorno até as divergências que levaram à sua saída, em 1941. Ela mostra a importância dos estudos sobre o rádio naquele período e as diversas teorias utilizadas para compreender o
fenômeno da escuta mediada, articulando estes trabalhos com sua produção posterior sobre estética e o conceito de indústria cultural. Lembrando que o lastro crítico oferecido pela pesquisa de campo
concorreu para que Adorno acertasse em cheio em suas análises e previsões, mostrando que esta linha de pesquisa segue essencial para manter a Teoria Crítica viva e politicamente relevante.

Jueves, 19/07/2018 11:10 - 11:35

1 de 7 18/05/2018 9:43
ICA 2018 - ConfTool Pro - ShowModerator https://www.conftool.pro/ica2018/index.php?page=showModerator

ID: 8178 / 13/18-1: 4


13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Teoria Crítica; T. W. Adorno; arte moderna; ressentimento.
Arte moderna e recusa: uma proposta de interpretação a partir da ideia de ressentimento.
Jéssica Raquel Rodeguero Stefanuto, Sinésio Ferraz Bueno
Unesp/ Marília, Brasil; jessicaraquelpsi@yahoo.com.br
No ano de 2017 no Brasil, ocorreram protestos dirigidos contra exposições de arte moderna, com acusações do âmbito sexualidade. O apelo à valores morais e uma correspondente prontidão a atacar
um inimigo providencial não são mecanismos desconhecidos, mas carecem de um esforço reflexivo para que se interprete o presente. Para isso, os trabalhos desenvolvidos principalmente pela primeira
geração da Teoria Crítica são fundamentais. A incorporação da psicanálise freudiana à crítica social proposta por esses autores renovou o pensamento crítico ao pensar dialeticamente a vida pulsional
dos sujeitos e as condições sociais concretas e ao lidar com contradições como a adesão voluntária a situações de dominação e exploração. Os trabalhos desenvolvidos acerca do antissemitismo, do
preconceito e da personalidade autoritária, bem como sobre a semiformação, o ressentimento e a paranoia, merecem ser revisitados e repensados a partir de uma nova configuração do objeto. Lidando
com as cicatrizes que constituem hoje as subjetividades, os sujeitos se ressentem de uma possibilidade de vida boa nunca alcançada e se protegem contra a ameaça de aniquilação de um eu que, afinal,
precisou deixar de existir para sobreviver. A recusa a possibilidades estéticas indica quanto esforço é necessário para que os sujeitos se adequem a essa sociedade, e aponta uma contradição importante
para o fortalecimento de resistências. Se tal afirmativa parece simples, a dificuldade dessa tarefa justifica que se somem esforços reflexivos para o vislumbre de possibilidades outras.

Jueves, 19/07/2018 11:35 - 12:00


ID: 1471 / 13/18-1: 5
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Arte, Movimientos Sociales, Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Arte comunitario, muralismo, zapatismo, autonomía, estética de resistencia
Autonomía de resistencia y arte comunitario en la construcción de anti-identidades colectivas: La dimensión estética y socio-política del muralismo comunitario en las
localidades autónomas zapatistas de Chiapas, México.
Detlef R. Kehrmann
Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, México, México; kehrmann@gmail.com
Según Adorno, la autenticidad del arte está ligada al arte autónomo, un arte resistente a su instrumentalización ya sea como mera mercancía propia de la “industria cultural” o comprometiéndose
políticamente, al subordinarse a la dirección de un partido político.
Como arte no instrumentalizado se nos presenta el muralismo comunitario zapatista que forma parte de una cotidianidad de la resistencia socio-política en forma participativa en los Municipios Autónomos
Rebeldes Zapatistas en Chiapas, México. A través de obras de arte independientes de y opuestos a los cánones del lenguaje artístico ligados a un sistema de arte contemporáneo mercantil, se expresa
una “estética de resistencia”, descolonizada con raíces indígenas pre-modernas, i. e. pre-capitalistas, como subversión del monopolio simbólico del mundo capitalista.
Consideramos que el muralismo comunitario es de mucha importancia para el movimiento zapatista que va más allá de la (re) construcción de una identidad indígena dentro de un entorno capitalista. Es
arte auténtico de las comunidades indígenas rebeldes, es autónomo por formar parte de su autonomía política, y, promoviendo la participación amplia de los comunitarios en los trabajos artísticos,
fortalece la construcción de anti-identidades colectivas.
Pequeño CV del ponente:
Estudios de filosofía, sociología y economía en las Universidades de Bochum y Berlín en Alemania. Doctor en Filosofía con Mención Honorífica por la Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo,
México. Desde 2017 cursando el Doctorado en Sociología en la Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, México.
Trabajó más de 25 años en la cooperación internacional entre Alemania y Latinoamérica. Durante los últimos 12 años docente en varias instituciones educativas de nivel superior en Morelia, Cuernavaca
y Puebla, México.
Actualmente sus principales intereses de investigación están relacionados con la filosofía e historia de la cultura, la estética y la filosofía del arte y de la música, la sociología del arte y estudios culturales.
Varios ensayos y reseñas publicados en revistas especializadas y como capítulo en obra colectiva.

Asignar sesión 2
13/18-2: 13/18. Teoría crítica desde las Américas
Hora: Jueves, 19/07/2018: 12:00 - 14:00 Lugar: Edificio Ciencias Aula C-2 (Cap. 160)
Presidente de la sesión: Stefan Gandler, Universidad Autónoma de Querétaro, México;
stefan.gandler@gmail.com
Presidente de la sesión: Karla Sánchez, UNAM, México; karlasanchezfelix@gmail.com

Resumen de la sesión
Con el afán de retomar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad, sin las limitaciones generalmente impuestos por los dogmas contemporáneos que reducen esta teoría única del siglo XX a
Habermas y Honneth, o a un asunto cuyo desarrollo mejor se deja a los habitantes de las ciudades sedes de los grandes consorcios industriales y ejércitos, llamamos a reorganizar el debate en el
simposio sobre la Teoría crítica desde las Américas. Aunque no falta quien jura que no se puede hablar de la crítica a occidente, desarrollada por Horkheimer, Marcuse, Benjamin, Neumann, Kirchheimer,
Adorno y los otros colaboradores de este intento sin precedente, sin parlar la lengua alemana y sin haberse desgastado unos años en alguna ciudad europea, hay que tener presente que esta teoría –y
last but not least sus autores– muy probablemente no hubieran sobrevivido sin la existencia de las Américas. Su exilio en Nueva York, NY, San Diego, CA y –en el caso del inicialmente vinculado Fromm–
México es igualmente la prueba de ello, como también lo es el suicidio de Benjamin al ver obstaculizado su camino a las Américas en Port Bou, así como los es además el hecho de que el debate sobre
esta corriente teórica está hoy vivo ante todo en las universidades de las Américas, ya que las tendencias políticas y sociales en la fortificación Europa han cerrado al paso a gran parte de los allí
interesados en el proyecto de reanudar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad.

Ponencias
Jueves, 19/07/2018 12:00 - 12:20
ID: 5480 / 13/18-2: 1
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Movimientos Sociales, Estudios Sociales, Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Normatividade, Barbárie, Patologia, Sofrimento, Luta
Barbárie: limites da normatividade crítica
Silvio Ricardo Gomes Carneiro
Universidade Federal do ABC, Brasil; silviocarneiro@gmail.com
No conflito entre as gerações da teoria crítica, há que se questionar por suas diferenças. Desde a virada do agir comunicativo, a teoria crítica organizou seu diagnóstico do presente na polaridade
“normatividade – patologia” da experiência social. Decerto, esse binômio pode ser considerado efeito do conceito habermasiano, central para seu diagnóstico, do mundo da vida, em que “sujeitos que
agem comunicativamente buscam sempre o entendimento no horizonte de um mundo da vida”. Seria este parâmetro a base para pensar o espaço público em sua normatividade e patologia
comunicativas. Axel Honneth, muito embora procure explicitar que o campo comunicativo oculta uma gramática de lutas sociais, não deixa de fixar seu diagnóstico no binômio patologia-normatividade. No
cenário de conflitos atuais, no entanto, a perplexidade da teoria do reconhecimento mostra limites. Quando o projeto da comunidade europeia se encontra em ruínas pelos inúmeros conflitos étnicos,
xenofóbicos e mesmo das doutrinas econômicas, algo parece escapar do alcance civilizatório da razão comunicativa. Algo que Marcuse nota como um dos “raros momentos da verdade da teoria crítica”:
o horizonte revolucionário, compreendido não como a tomada do poder, mas como a interrupção do processo de barbárie, a interrupção daquilo que a humanidade tem feito com ela própria e com a
natureza. Interrupção que não vem com a precisão normativa, mas com a capacidade de fazer ecoar o sofrimento dos desesperados. Aqui, a gramática é outra: mais do que a luta por reconhecimento
(de quem?), o reconhecimento das lutas. Isso muda tudo.

Jueves, 19/07/2018 12:20 - 12:45


ID: 3247 / 13/18-2: 2
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Walter Benjamin, literatura infantil, jorobadito, experiencia, juego
Del hombrecillo jorobado y otros cuentos: Walter Benjamin y la literatura infantil

2 de 7 18/05/2018 9:43
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Rita Guidarelli Mattioli Gutiérrez


UNAM, México; ritaguidarelli@gmail.com
La obra de Walter Benjamin está repleta de figuras que asemejan personajes de libros o cuentos infantiles. Tal es el caso del “hombrecillo jorobado”, que aparece al menos en tres lugares distintos: al final
de Infancia en Berlín hacia 1900, en la tercera parte del texto sobre Franz Kafka y en las reflexiones sobre filosofía de la historia que conocemos con forma de tesis. El jorobadito, protagonista de una rima
infantil que la madre de Benjamin solía recitarle cada vez que su torpeza ocasionaba algún accidente, ocupa un espacio clave en el pensamiento filosófico benjaminiano. A partir de él nos es posible
pensar la rememoración, el recuerdo como imagen, la teología, nociones distintas de experiencia e historia, la reflexión autobiográfica, así como el gusto de aquel filósofo judeoalemán por el universo de
la infancia. En este trabajo intentaremos explorar algunos de estos elementos, que, tomados de la literatura dirigida a los niños, abren nuevas perspectivas de lectura de un autor tan visitado como el que
hoy nos ocupa.
Pequeño CV del ponente:
Licenciada en etnología por la ENAH y maestra en filosofía por la UNAM, ambas con mención honorífica. Actualmente estudia el doctorado en filosofía en la Universidad Nacional Autónoma de México
(UNAM), donde realiza la tesis “Juego, infancia y rememoración en Walter Benjamin: la mirada infantil como gesto filosófico”. Sus intereses académicos se centran en el juego y, recientemente, lo infantil,
así como la Teoría Crítica y, en particular, la filosofía de Walter Benjamin.

Jueves, 19/07/2018 12:45 - 13:10


ID: 4915 / 13/18-2: 3
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Echeverría, Modernidad, Crítica
Dialéctica de la modernidad en Bolívar Echeverría
Navid Emilian Ortega y Feili
Universidad Nacional Autónoma de México, México; emilian.ortegayf@gmail.com
La crisis multifacética en la que se encuentra el mundo actual (ecológica, bélica, migratoria, de identidad, de neofascismo, humanitaria, geopolítica, etc.) exige, para su desciframiento una teoría crítica no
sólo del hecho económico de la reproducción material de la vida, ni sólo de los "diversos aspectos" que componen la vida civilizada contemporánea, sino de un núcleo crítico capaz de enfocar nítidamente
el mundo actual como una totalidad civilizatoria. Una propuesta fundamental en este sentido la constituye la teoría crítica de la modernidad del pensador ecuatoriano-mexicano Bolívar Echeverría. La
participación aquí sugerida busca exponer delineada y nítidamente el concepto de modernidad en Echeverría a partir de dos ejes que se vislumbran en su obra: primero, la relación capitalismo-
modernidad como relación economía-totalización civilizatoria; segundo, el eje transversal-diacrónico que ve a la modernidad como proyecto civilizatorio que tiene tres momentos históricos, uno de
gestación y efervescencia de formas, uno de fusión-confusión con el hecho económico capitalista y uno como negación del momento capitalista y recuperación de la potencia originaria del proyecto
moderno. Se trata de una negación de la negación y por tanto, de una dialéctica de la modernidad en Echeverría. Se busca la exposición: 1) del pensamiento de Echeverría referente a la modernidad; 2)
las claves históricas y teóricas que fundan su concepto de modernidad; 3) la actualidad y potencia de dicho concepto.

Jueves, 19/07/2018 13:10 - 13:35


ID: 5405 / 13/18-2: 4
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: crítica al capitalismo, Adorno, Sánchez Vázquez, teoría crítica latinoamericana
El pensamiento económico neoclásico en la sociedad contemporánea y la crítica sociológica de Theodor Adorno y Adolfo Sánchez Vázquez
Manuel López Forjas
Universidad Autónoma de Madrid, España; manuel.lopezf@uam.es
En la misma línea con la que desde la teoría crítica de Adorno se puede desarrollar un cuestionamiento al pensamiento económico capitalista, se encuentra el último bastión de lo que sería una base para
la construcción de una verdadera teoría crítica latinoamericana. Después de exponer las líneas que justifican el sistema económico actual y la aportación de Adorno al respecto, analizaré la participación
de Adolfo Sánchez Vázquez en el polémico encuentro Vuelta organizado por Octavio Paz. En su intervención y en el debate, el filósofo criado en Málaga da en buena medida continuidad a la propuesta
contra las distintas variantes del pensamiento económico capitalista expuesto anteriormente. Es un caso sumamente simbólico la forma en la que la intelectualidad europea y americana “de izquierda” dio
un tremendo giro a la derecha en ese encuentro, dejando solo y viendo a Sánchez Vázquez como un pensador anacrónico por mantener una crítica ética al capitalismo; cuando según esa infame mayoría
de “intelectuales”, ya no era necesaria.

Jueves, 19/07/2018 13:35 - 14:00


ID: 7247 / 13/18-2: 5
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: cosificación, principio de identidad, Adorno, reconocimiento
El principio no identitario y el ethos barroco
Karla Sánchez
UNAM, México; karlasanchezfelix@gmail.com
La crítica de Adorno a Lukács sobre la cosificación y la totalidad le permitió al primero desarrollar una filosofía más plural o de los detalles y replantearse la superación de las formas contradictorias del
capitalismo, en otras palabras, el asunto de la emancipación. Adorno vuelve a tomar la idea de superación (aufheben). Idea que negaría completamente la concepción de revolución que mucho tiempo
sostuvo la socialdemocracia y el marxismo ortodoxo.Paralelo a ello, BE, desarrolla una teoría del ethos barroco.En ella el autor da elementos para comprender la lucha como una serie de
comportamientos que se desarrollan de manera particular y universal a la vez. Esto es, en lugar de aspirar a una lucha que contenga un objetivo de resistencia abierto al capital o de aniquilamiento total
del capital, lo que impera es: el impulso de inconformidad sin mostrarlo abiertamente. Esta propuesta niega la existencia de un grupo que transforme la sociedad, rechaza la idea de superación como
aniquilación total y de lucha como reconocimiento en la sociedad capitalista. El reconocimiento sólo se enmarca en el principio identitario para Adorno o dentro del ethos realista para Bolívar Echeverría.
La nueva forma de conducta es para Adorno un principio no identitario y para BE un ethos barroco. ¿Hasta qué punto Bolívar Echeverría enriquece el principio no identitario de Adorno con su concepción
de ethos barroco - en el sentido que dé más herramientas concretas de discusión teórica dentro de una filosofía social?

Asignar sesión 3
13/18-3: 13/18. Teoría crítica desde las Américas
Hora: Jueves, 19/07/2018: 15:00 - 17:00 Lugar: Edificio Ciencias Aula C-2 (Cap. 160)
Presidente de la sesión: Stefan Gandler, Universidad Autónoma de Querétaro, México;
stefan.gandler@gmail.com
Presidente de la sesión: Karla Sánchez, UNAM, México; karlasanchezfelix@gmail.com

Resumen de la sesión
Con el afán de retomar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad, sin las limitaciones generalmente impuestos por los dogmas contemporáneos que reducen esta teoría única del siglo XX a
Habermas y Honneth, o a un asunto cuyo desarrollo mejor se deja a los habitantes de las ciudades sedes de los grandes consorcios industriales y ejércitos, llamamos a reorganizar el debate en el
simposio sobre la Teoría crítica desde las Américas. Aunque no falta quien jura que no se puede hablar de la crítica a occidente, desarrollada por Horkheimer, Marcuse, Benjamin, Neumann, Kirchheimer,
Adorno y los otros colaboradores de este intento sin precedente, sin parlar la lengua alemana y sin haberse desgastado unos años en alguna ciudad europea, hay que tener presente que esta teoría –y
last but not least sus autores– muy probablemente no hubieran sobrevivido sin la existencia de las Américas. Su exilio en Nueva York, NY, San Diego, CA y –en el caso del inicialmente vinculado Fromm–
México es igualmente la prueba de ello, como también lo es el suicidio de Benjamin al ver obstaculizado su camino a las Américas en Port Bou, así como los es además el hecho de que el debate sobre
esta corriente teórica está hoy vivo ante todo en las universidades de las Américas, ya que las tendencias políticas y sociales en la fortificación Europa han cerrado al paso a gran parte de los allí
interesados en el proyecto de reanudar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad.

Ponencias
Jueves, 19/07/2018 15:00 - 15:20
ID: 11138 / 13/18-3: 1
13/18. Teoría crítica desde las Américas

3 de 7 18/05/2018 9:43
ICA 2018 - ConfTool Pro - ShowModerator https://www.conftool.pro/ica2018/index.php?page=showModerator

Temas: Estudios Sociales, Estudios Políticos, Filosofía y Pensamiento


Palabras clave: Teoria materialista de Estado, FARC, Colombia, Teoría Crítica
Fetichismo del Estado en la época neoliberal: El caso de Colombia
David Graaff1,2
1KU Eichstätt-Ingolstadt, Alemania; 2Universidad Nacional de Colombia, Sede Medellin; dcgraff@unal.edu.co
Como antes todos los caminos conducían a Roma, hoy en Colombia todos ellos conducen al Estado burgués. Ante, en términos normativos, la precariedad histórica y contemporánea - cualitativa- y
geográficamente - del estado moderno en Colombia, país neoliberal de periferia, las exigencias de actores políticos importantes de izquierda giran alrededor de su plenitud imaginada. Como los
revolucionarios rusos proclamaban, en contra de los Derechos Humanos abstractos de la clase burguesa, los derechos prácticos de los productores (tierra, pan, trabajo, paz), movimientos sociales y
comunistas revolucionarios en Colombia, más aún desde los acuerdos de de Paz la Habana, esperan realmente cumplir las promesas no-cumplidas de la sociedad burguesa desde la “Grande
Révolution”. Como abarcar desde la teoría crítica este fenómeno? Autores de la teoría materialista de Estado (Joachim Hirch, Bob Jessop, entre otros), recurriendo al politólogo marxista Nicos Poulantzas
y su comprensión del estado capitalista-burgués como “condensación materialista de relaciones sociales de fuerza” y conceptos de (contra-)hegemonía de Antonio Gramsci, han descrito
contundentemente las modificaciones sociales y político-estatales en los diferentes niveles (régimen de acumulación, modo de regulación y estructura hegemónica/estrategia contra-hegemónica) en el
contexto de la época post-fordista y neoliberal. No obstante su pertinencia, enfatizando en un análisis estructuralista de ideología, se ha descuidado de la perspectiva de la cambiante “conciencia falsa” de
los actores bajo las circunstancias sociales específicas.

Jueves, 19/07/2018 15:20 - 15:45


ID: 11184 / 13/18-3: 2
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Arte, Estudios Sociales, Estudios Políticos, Filosofía y Pensamiento, Estudios Culturales
Palabras clave: Emancipación, Marx, Cultura, Arte, Marcuse
Herbert Marcuse: de regreso a la emancipación de la sensibilidad
Fernando Huesca
BUAP, México; hell_spawn78@hotmail.com
Marcuse imparte en 1970 cátedras sobre política y estética en clave crítica a la alienación capitalista. El autor de Eros y civilización, en línea con la Escuela de Frankfurt y su crítica no-dogmática a la
Modernidad capitalista y a la razón instrumental, explora estrategias de resistencia frente al dominio del capital sobre el hombre y la naturaleza, En Contrarrevolución y revuelta Marcuse explora la nueva
composición social del proletariado, la poca satisfacción de necesidades políticas y de autodeterminación que implica la sociedad capitalista, la tendencia a que una política fascista se desarrolle para
contrarrestar procesos intrínsecos de inconformidad, el entumecimiento de la sensibilidad producto de relaciones cosificadas en la sociedad y hacia la naturaleza, y la posibilidad de que el arte abriera una
esfera de emancipación para el ser humano. Nos proponemos explorar y evaluar estos temas en los tiempos de un neo-imperialismo rampante que amenaza con cerrar vías políticas para la inclusión
social, la mitigación de la pobreza, las relaciones internacionales solidarias y la integración de distintas esferas de acción social. Nos proponemos evaluar cómo Marcuse propone elementos de reflexión
para la meta práctica de la emancipación de la sensibilidad de todos los seres humanos.

Jueves, 19/07/2018 15:45 - 16:10


ID: 8918 / 13/18-3: 3
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento, Educación, Comunicación y Nuevas Tecnologías
Palabras clave: Modelos de educación en línea, Tecnologías de la información, Teoría crítica
Industria cultural y tecnologías de la información: un acercamiento a los modelos de educación en línea, el caso de América Latina.
María Estela Navarro Robles
Universidad Pedagógica Nacional, México; m.estela.navarro@gmail.com
La reflexión que hicieron Adorno y Horkheimer en el capítulo sobre la Industria Cultural de la Dialéctica de la Ilustración se lleva más allá en la ponencia, desde la teoría crítica se analiza cómo las
tecnologías de la información han servido para que el sistema capitalista se magnifique.
Como es bien sabido, la educación dentro del sistema capitalista ha servido para garantizar la reproducción del sistema; sin embargo, en la contradicción dialéctica del mismo sistema, la educación
también, es uno de los espacios en los que se abre la posibilidad de cambiar el propio sistema.
La ponencia es una primera aproximación a la reflexión de cómo los modelos de educación en línea potencializan el papel de la educación en el sistema, tanto en su reproducción como en la posibilidad
de cambiarlo. Se presenta una visión desde casos concretos en América Latina, como por ejemplo los cursos de formación de profesores de educación básica de la Secretaría de Educación Pública.

Jueves, 19/07/2018 16:10 - 16:35


ID: 3528 / 13/18-3: 4
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Simposios Innovadores
Palabras clave: teológico-político, México, Walter Benjamin, Iván Illich
Insistencias teológico-políticas en México hoy
Silvana Rabinovich
Universidad Nacional Autónoma de México, México; silvanar@unam.mx
Si Carl Schmitt (un “apocalíptico de la contrarrevolución”, como lo calificó Jacob Taubes) señaló las insistencias religiosas en la concepción moderna de la política; Walter Benjamin propuso leer el
potencial revolucionario de aquello que él denominó “teología”. La propuesta es, desde esa encrucijada, indagar en algunos elementos mesiánicos (apocalípticos y también de redención) en México hoy.
Teniendo en el horizonte a Walter Benjamin, nos encaminaremos en esta indagación a través de otro pensador que, si bien no perteneció a la Teoría Crítica, en México desarrolló las potencialidades
revolucionarias de lo teológico-político: Iván Illich.

Jueves, 19/07/2018 16:35 - 17:00


ID: 7287 / 13/18-3: 5
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: sujeto, objeto, subsunción, fetichismo
La dialéctica sujeto-objeto en Adorno. Del la naturaleza del capital, al capital como naturaleza.
Hugo César Méndez Catalán
UNAM, México; keuner98@gmail.com
La discusión sobre los conceptos de sujeto y objeto, tiene una peculiaridad materialista en la teoría de Theodor W. Adorno. Peculiaridad en la que se pueden observar elementos del Psicoanálisis y, sobre
todo, de Marx. La dialéctica de sujeto-objeto que desarrolla Adorno, en permanente discusión con la tradición filosófica de Occidente, adquiere rasgos críticos mediante nociones como "campo de fuerza",
"filosofar concreto", "dialéctica negativa", etc. Además, dichas categorías contienen la fuerza de conceptos como el de "falsa proyección" o "proyección bajo control", "subsunción formal y real del trabajo
al capital", "fetichismo", "cosificación", etc.

Asignar sesión 4
13/18-4: 13/18. Teoría crítica desde las Américas
Hora: Jueves, 19/07/2018: 17:00 - 19:00 Lugar: Edificio Ciencias Aula C-2 (Cap. 160)
Presidente de la sesión: Stefan Gandler, Universidad Autónoma de Querétaro, México;
stefan.gandler@gmail.com
Presidente de la sesión: Karla Sánchez, UNAM, México; karlasanchezfelix@gmail.com

Resumen de la sesión
Con el afán de retomar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad, sin las limitaciones generalmente impuestos por los dogmas contemporáneos que reducen esta teoría única del siglo XX a
Habermas y Honneth, o a un asunto cuyo desarrollo mejor se deja a los habitantes de las ciudades sedes de los grandes consorcios industriales y ejércitos, llamamos a reorganizar el debate en el
simposio sobre la Teoría crítica desde las Américas. Aunque no falta quien jura que no se puede hablar de la crítica a occidente, desarrollada por Horkheimer, Marcuse, Benjamin, Neumann, Kirchheimer,
Adorno y los otros colaboradores de este intento sin precedente, sin parlar la lengua alemana y sin haberse desgastado unos años en alguna ciudad europea, hay que tener presente que esta teoría –y
last but not least sus autores– muy probablemente no hubieran sobrevivido sin la existencia de las Américas. Su exilio en Nueva York, NY, San Diego, CA y –en el caso del inicialmente vinculado Fromm–
México es igualmente la prueba de ello, como también lo es el suicidio de Benjamin al ver obstaculizado su camino a las Américas en Port Bou, así como los es además el hecho de que el debate sobre

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esta corriente teórica está hoy vivo ante todo en las universidades de las Américas, ya que las tendencias políticas y sociales en la fortificación Europa han cerrado al paso a gran parte de los allí
interesados en el proyecto de reanudar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad.

Ponencias
Jueves, 19/07/2018 17:00 - 17:20
ID: 10734 / 13/18-4: 1
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: revolución, ethos, barroco, rizoma
La revolución rizomática en América Latina
Enrique Santamaría Hernández
Universidad de Guanajuato, México; enrike.santamaria@gmail.com
El año 2017 es el centenario de la Revolución Octubre y el 2010 fue el centenario de la Revolución Mexicana, la primera gran revolución del siglo XX. Ambas revoluciones no se realizaron en el centro de
Europa, Mitteleuropa, sino que fueron revoluciones llevadas a cabo en la periferia de las sociedades del capitalismo más altamente avanzado de ese entonces. No es casual que dichas revoluciones se
hayan llevado a cabo en países con modelos económicos semifeudales basados en una agricultura extensiva y cuyas sociedades aún no habían desarrollado la clase media conocida como burguesía.
El presente trabajo pretende dilucidar el carácter moderno, pero no romántico, de estas dos revoluciones. Pretende estudiar, sobre todo, las implicaciones a las que llevaría el redefinir la violencia
revolucionaria al trasladar la idea de revolución del ámbito romántico hacia uno barroco. Se propone pensar la revolución en clave barroca, como planteara Bolívar Echeverría, “no como la toma
apoteótica del Palacio de Invierno, sino como la invasión rizomática, de violencia no militar, oculta y lenta pero omnipresente e imparable” presente en las culturas barrocas de América Latina.

Jueves, 19/07/2018 17:20 - 17:45


ID: 4925 / 13/18-4: 2
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Estudios Políticos, Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Dialéctica, Comunicación, Valor de uso, Sociedad de clases
La “dialéctica de lo ideal” en el paradigma de la comunicación de Bolívar Echeverría.
Simón Ishan Benítez Druenne
Universidad de Guanajuato, México; simon_btzdr@yahoo.com
La ponencia pretende revisar el lugar que ocupa la dialéctica en el pensamiento de Bolívar Echeverría, concentrándonos en revisar su importancia en el llamado “paradigma de la comunicación”
enarbolado por el autor. La intención es la de resaltar el pensamiento dialéctico del que hace gala Echeverría a fin de construir su contribución teórica al entendimiento de la cultura; en especial el
problema de “lo ideal en general” con “lo material en general”, es decir, de la relación entre la producción espiritual y la material.
A partir de los planteamientos de Iliénkov y Echeverría en torno a “lo ideal”, y siguiendo a Marx en su teoría de “la producción en general”, se propone analizar el lugar de la dialéctica de objetivación y
des-objetivación de pensamiento (significado o idealidad) en el planteamiento materialista de Echeverría en torno a la cultura poniendo énfasis en la contribución semiótica de éste, y por lo tanto en su
carácter comunicativo.
El objetivo de analizar la “dialéctica de lo ideal” en Echeverría debe de entenderse como un esfuerzo teórico para la crítica de la sociedad de clases, en cuanto en ella la producción de “lo ideal” y su
objetivación en valores de uso está radicalmente escindida del sector consumidor. Ésta división social del trabajo, en virtud de la cual se realiza el proceso concreto de reproducción social, a la luz de los
planteamientos propuestos podría revelar sus formas más opresoras, y sobre todo su reproducción cotidiana a través de los valores de uso en que se objetivan.

Jueves, 19/07/2018 17:45 - 18:10


ID: 2443 / 13/18-4: 3
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Antropología, Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Max Horkheimer, Günther Anders, miedo, crisis ambiental, responsabilidad
Max Horkheimer y Günther Anders. Hacia un análisis de miedo como forma de hacer frente a la crisis ecológica
Gabriela Macedo Osorio
Universidad Nacional Autónoma de México, México; gabriela.macedo.osorio84@gmail.com
La crisis ambiental que hemos venido sufriendo se hecho cada vez más aguda en la medida en que el ser humano ha expandido los límites de aquello que considera bajo su escrutinio y dominio.
El periodo ilustrado buscaba la emancipación del ser humano a través de la razón. Perdiendo el miedo, no sólo a lo que se presentaba como desconocido u obscuro, sino también a los límites del propio
quehacer humano, desacralizó a la naturaleza para volverla, bajo la idea de progreso, y con ello del trabajo científico, objeto análisis, experimentación y alteración con el objetivo, ya no de la búsqueda de
una verdad en sí misma, sino de un control, manipulación y transformación.
El objetivo de mi ponencia es abordar los puntos de encuentro entre la crítica realizada por Max Horkheimer al proyecto ilustrado y el dominio que ejerce la razón instrumental sobre la naturaleza física y
humana, con las críticas y advertencias de Günther Anders bajo la reacción que genera la “vergüenza prometeica” y el “desfase prometeico” frente a la “ceguera ante el Apocalipsis”.
Ambos filósofos se conocieron durante unas conferencias sobre Emmanuel Kant. Anders,presentó su propuesta antropológica, con la intención de unirse al proyecto crítico en Frankfurt; en el público
Horkheimer, empatizó con algunas de sus ideas; pero la guerra sobrevino y el exilio se hizo necesario para la sobrevivencia física e intelectual.
No se volvieron a encontrar pero sus críticas y análisis nos exigen ser responsables y críticos en pos de la sobrevivencia natural y humana.

Jueves, 19/07/2018 18:10 - 18:35


ID: 2369 / 13/18-4: 4
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Antropología, Comunicación y Nuevas Tecnologías, Estudios Culturales
Palabras clave: meta-fetishisms - metamorphosis - anthropology - post-colonialism - digital cultures
meta-fetishism. an ethnographic exploration on visual cultures
massimo canevacci
University or Rome "La Sapienza" - University of Sao Paulo "Unifesp", Italia; maxx.canevacci@gmail.com
My hypothesis is the following: the traditional perspective on fetishism and reification (from Marx, Freud to the Frankfurt School) reproduces an anthropocentric point of view as well as a methodological
dichotomy based on traditional dialectics. The colonialist pattern on fetishism (feitiço = facticius, facticity) is still hegemonic: and I want to overcome such historical genealogy. Digital communication is
crossing and mixing subject and object, nature and culture, material and immaterial, body and corpse. Bodies-and-things are transitional beings or body-corpse. There are syncretistic, ubiquitous,
polyphonic movements that are connecting things, object and commodities beyond their historical (reified) destiny as a use value or exchange value. At the same time, there is a growing proliferation of a
“digital authoritarian personality”.
So, I have explored theoretical/empirical fieldworks on visual communication beyond any dialectical paradigm, favoring a multi-perspective through an astonishing methodology. So, I’ll present a different
paradigm on fetishism: a meta-fetishism beyond an anthropocentric anthropology. In my wandering constellations, there is no-unifying perspective, but a fluid assemblage of digital beings and identities.
The way to affirm subjectivities of non-human beings is to include “things” inside a multi-verse of an unreified meta-fetishism. A living physiognomy of digital things is following and re-inventing the Adorno
concept of astonishing facticity (Staunende Factizität). My aim is to develop an ethnographic connection between digital cultures, critical theories and the expanded beings: a potential liberationist re-
enacting between meta-fetishisms and meta-morphosis.

Jueves, 19/07/2018 18:35 - 19:00


ID: 7276 / 13/18-4: 5
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Teoría crítica, Walter Benjamin, Bolívar Echeverría, modernidad barroca, mestizaje
Modernidad latinoamericana: ethos barroco y valor de uso.
Gustavo García Conde
Universidad Nacional Autónoma de México, México; cliofilo@yahoo.com.mx
La ponencia trata sobre la forma en que el marxista latinoamericano Bolívar Echeverría se apropia del pensamiento Karl Marx para realizar una lectura crítica y propositiva sobre el encuentro entre la
modernidad y el capitalismo en América Latina, para lo cual nos serviremos del concepto de ethos barroco, entendido éste como un comportamiento social y una estrategia de neutralización de
contradicciones del que se sirven especialmente las capas bajas de la población para realizar un rescate del valor de uso en medio del sacrificio al que lo somete la “forma valor” capitalista. Según
Echeverría, el encuentro difícil entre el capitalismo europeo y las poblaciones latinoamericanas dio lugar a formas barrocas de afirmación de la “forma natural” de la vida humana y del mundo, formas en
las que se afirma, a través de diversas estrategias, la riqueza cualitativa que hay en el valor de uso social. En contra de la acecéis capitalista, el ethos barroco consiste en una transfiguración de la
realidad sensible que tiene por fin rescatar, de su destrucción, la riqueza cualitativa de las formas sociales, dando lugar a la exuberancia, el derroche, la sensualidad, el placer, el exotismo, la simulación,
la afirmación de la carnalidad, etc. Esta lectura se desprende de la lectura crítica y de una reinterpretación que, en clave latinoamericana, realiza Bolívar Echeverría del concepto de “valor de uso”

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expuesto por Marx, pero retrabajándolo críticamente para hacerlo discutir con autores de la Escuela de Frankfurt y de otras tradiciones.

Asignar sesión 5
13/18-5: 13/18. Teoría crítica desde las Américas
Hora: Viernes, 20/07/2018: 10:00 - 12:00 Lugar: Edificio Ciencias Aula C-2 (Cap. 160)
Presidente de la sesión: Stefan Gandler, Universidad Autónoma de Querétaro, México;
stefan.gandler@gmail.com
Presidente de la sesión: Karla Sánchez, UNAM, México; karlasanchezfelix@gmail.com

Resumen de la sesión
Con el afán de retomar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad, sin las limitaciones generalmente impuestos por los dogmas contemporáneos que reducen esta teoría única del siglo XX a
Habermas y Honneth, o a un asunto cuyo desarrollo mejor se deja a los habitantes de las ciudades sedes de los grandes consorcios industriales y ejércitos, llamamos a reorganizar el debate en el
simposio sobre la Teoría crítica desde las Américas. Aunque no falta quien jura que no se puede hablar de la crítica a occidente, desarrollada por Horkheimer, Marcuse, Benjamin, Neumann, Kirchheimer,
Adorno y los otros colaboradores de este intento sin precedente, sin parlar la lengua alemana y sin haberse desgastado unos años en alguna ciudad europea, hay que tener presente que esta teoría –y
last but not least sus autores– muy probablemente no hubieran sobrevivido sin la existencia de las Américas. Su exilio en Nueva York, NY, San Diego, CA y –en el caso del inicialmente vinculado Fromm–
México es igualmente la prueba de ello, como también lo es el suicidio de Benjamin al ver obstaculizado su camino a las Américas en Port Bou, así como los es además el hecho de que el debate sobre
esta corriente teórica está hoy vivo ante todo en las universidades de las Américas, ya que las tendencias políticas y sociales en la fortificación Europa han cerrado al paso a gran parte de los allí
interesados en el proyecto de reanudar el trabajo para una Teoría crítica de la sociedad.

Ponencias
Viernes, 20/07/2018 10:00 - 10:25
ID: 7289 / 13/18-5: 1
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Estudios Sociales, Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Barbarie, Echeverría, Modernidad, Civilización.
Notas aproximativas a la barbarie como concepto crítico
Daniele Cargnelutti1,2
1Universidad de Guanajuato, México; 2Universidad Autónoma de Querétato, México; gordoasesino@hotmail.com
Uno de los conceptos que atraviesa transversalmente al marxismo crítico y que permite, en toda su complejidad dialéctica-materialista-crítica, mostrar los alcances de la superación del pensamiento
ortodoxo y del pensamiento hegemónico es el de barbarie. Recordemos, por ejemplo, el llamado que hace Bolívar Echeverría, quien reflexiona bajo la luz del recién terminado conflicto en Irak, ironizando
que las fuerzas de la cultura han derrotado a las fuerzas de la barbarie. Más adelante, él mismo alerta la vigencia que tiene esta reflexión al ser traída de los períodos de Spengler y La decadencia de
occidente (1918-1922) a la actualidad: retomando a Benjamin que afirmaba que “no hay documento de cultura que no sea al mismo tiempo un documento de barbarie. (…) Podríamos decir que, en la
sociedad organizada por la modernidad capitalista, la hostilidad a la cultura es una necesidad inherente”. A partir de estas palabras, empieza a esborzarse que, dentro del pensamiento materialista
histórico, la dicotomía civilización barbarie se disuelve y pierde el rigor normativo que comparte con la gran mayoría de las dicotomías del presente administrado en el seno del inconcluso proyecto del
iluminismo moderno. En el presente trabajo se desea realizar un rastreo de la relación que existe entre modernidad y barbarie en el pensamiento de Echeverría, para luego hacer dialogar lo propuesto por
el autor latinoamericano con los autores de la Dialéctica de la ilustración.

Viernes, 20/07/2018 10:25 - 10:50


ID: 7839 / 13/18-5: 2
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: fantasía, parataxis, Adorno, Marcuse, educación estética
Parataxis y fantasía: hacia una educación estética del individuo como sujeto de la experiencia
Gergana Neycheva Petrova, Ignacio Sánchez Rolón
Universidad de Guanajuato, México; gerjina@gmail.com
El emplazamiento frankfurtiano, en particular de Adorno y Marcuse, hacia el individuo como sujeto lleva la discusión a un nuevo plano que ya no busca concebir ni explicar al sujeto colectivo, sino al
contrario, indaga por el proceso formativo de la conciencia individual como sujeto de la experiencia cognitiva. Los pensadores señalan la función del lenguaje como parte de los mecanismos de control
enmarcados en lo que denomina como una lógica y una racionalidad unidimensionales y su rechazo a lo que se presenta de manera autoritaria como establecido no sólo debe entenderse en términos de
racionalidad, sino también del lenguaje. En la multiplicidad expresada por las significaciones lingüísticas se abre paso la fuerza mimética del lenguaje, misma que posibilita a la filosofía cumplir con la
consigna de la dialéctica negativa de ir mediante el concepto más allá del concepto. En este sentido, por su naturaleza propia el lenguaje paratáctico, – un lenguaje que irrumpe en la sintaxis pregonada
para que remita al pensamiento al plano de un campo de fuerzas–, se opone al carácter autoritario del lenguaje denotativo y hace posible la emergencia de lo significativo sin obedecer a un ciego
precepto y sin imponerlo tampoco. En su abordaje a las posibilidades de emancipación del individuo en la sociedad unidimensional, plantean la dimensión estética y el carácter disruptivo de la fantasía
que converge con la propuesta de un lenguaje paratáctico para posibilitar una educación estética del individuo como sujeto de la experiencia.

Viernes, 20/07/2018 10:50 - 11:15


ID: 7271 / 13/18-5: 3
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Estudios Sociales, Filosofía y Pensamiento, Cosmovisiones y Sistemas Religiosos, Estudios Culturales
Palabras clave: Subjetividad, Teoría crítica, socioantropología, lenguaje, deseo
Puertas de acceso socioantropológico a regiones críticas del deseo
Fernando Matamoros Ponce
BUAP, México; fermatafr@yahoo.fr
Las palabras y las cosas (Foucault, 1966) no describen en su forma empírica lo que son. Son, más bien, "jeroglificos" que, como arqueología del saber (Foucault, 1969), hay que des-cubrir para poner a la
vista símbolos y alegorías del sentido de palabras e imaginarios en la historia de las "ultimas cosas, antes de las ultimas" (Kracauer, 2010). Como lo propone Marx (1968) en los Manuscritos filosóficos de
1844, para exponer la doble estructura de las cosas, no basta describir positivamente lo empírico del significante
producido por la sociedad dominante, familia, religión, Estado, derecho, moral, ciencia, valor. La lengua que nombra esos objetos, como ciencia o presciencia conceptual, se encuentra dentro de
"encasillamientos" de categorías sociales y es allí mismo donde la crítica deviene el lugar de las aspiraciones de justicia y libertad de la humanidad. Los lugares de memoria son esos espacios territoriales
de tensiones y conflictos de la apropiación, pero también, son no-lugares (Augé, 2004) de los imaginarios en la producción utópica espacial de resistencias y rebeldías. En nuestra intervención queremos
revelar los contenidos de memoria, jeroglificos y sujetos detrás de las categorias sociales que atraviesan a movimientos sociales como el EZLN y su producción teórica desde nuestro continente.
Pequeño CV del ponente:
Profesor investigador, Posgrado de Sociología, Instituto de Ciencias Sociales y Humanidades “Alfonso Vélez Pliego” de la Benemérita Universidad Autónoma de Puebla (ICSyH-BUAP). Entre sus libros:
Pensamiento colonial. Descubrimiento, conquista y “guerra de los dioses” en México, (2015), BUAP-UV, México; Néozapatisme. Échos et Traces des Révoltes Indigènes (2012), Syllepse-ICSyH-BUAP;
Mémoire et Utopie au Mexique (1998), Syllepse; Memoria y Utopía en México: Mitos, imaginarios en la génesis del neozapatismo (2009), Herramienta/ICSyH-BUAP; La pensée coloniale. Découverte,
conquête et guerre des dieux au Mexique, (2007), Syllepse, ICSyH/BUAP; y coautor con Étienne Dehau y Sylvie Bosserelle, Mexique: vision de l’empire des Dieux (2005), Hermé; con Eduardo Bautista
Martínez y Manuel Garza Zepeda, (2015), Participación y rupturas de la política en México, Subjetividad, luchas y horizontes de esperanza, BUAP-UABJO; y con John Holloway, Sergio Tischler,
Negatividad y revolución; Theodor W. Adorno y la Política (2007), Herramienta/ICSyH-BUAP

Viernes, 20/07/2018 11:15 - 11:40


ID: 1740 / 13/18-5: 4
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: Teoría crítica, epistemología del sur, crítica al eurocentrismo filosófico, Teoría crítica desde la periferia
Teoría crítica desde las Américas: oponer hoy la teoría crítica a la teoría tradicional

6 de 7 18/05/2018 9:43
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Stefan Gandler
Universidad Autónoma de Querétaro, México; stefan.gandler@gmail.com
La Teoría crítica surge originalmente en Frankfurt, sin embargo, esto no quiere decir que es originalmente una “típica teoría alemana”, al contrario. Los fundadores intelectuales del proyecto científico, así
como los financiadores privados habían sido excluidos de la estructura social alemana y europea. Por ser descendientes de familias judías estos “frankfurtianos” no tenían un lugar real en esta ciudad. Si
hoy este aspecto de la historia del Institut für Sozialforschung se olvida y existe el intento de “renacionalizarlos”, es para aumentar la fama de aquella parte de la sociedad que los excluyó y es hoy la única
que sigue existiendo, ya que la exclusión se transformó en la destrucción física.
Si proponemos, hoy y desde las Américas, retomar el proyecto atascado de este único grupo de investigadores sociales, filósofos, historiadores, lingüistas, abogados, economistas, psicoanalistas y
científicos del Estado y de la política, lo hacemos retomando el carácter de excluidos de esta tradición europea que no “tenía” lugar para los integrantes del grupo, ni para su forma de analizar la realidad
social. Las Américas son un lugar tendencialmente subestimados para el desarrollo del pensamiento socio teórico en general, y para el desarrollo de la Teoría crítica en particular. No se trata de
comprobar, que también aquí abajo se puede hacer algo, sino más bien de retomar el carácter original del proyecto de la Teoría crítica, desde la perspectiva amplia, crítica y serena que sólo la posición
del no involucrado en las redes de los poderes existentes puede realmente sostener.

Viernes, 20/07/2018 11:40 - 12:00


ID: 8358 / 13/18-5: 5
13/18. Teoría crítica desde las Américas
Temas: Filosofía y Pensamiento
Palabras clave: teoría crítica- pensamiento hegemónico- producción de conocimiento-pensamiento latinoamericana
“Epistemologías del sur: alternativas para pensar el conocimiento en contextos complejos.”
Cristina Inés Wheeler1, Diego Añaños2, Gustavo Silva3
1Universidad Nacional de Rosario, Argentina; 2Universidad Nacional de Rosario, Argentina; 3Universidad Nacional de Rosario, Argentina; sanurbano52@gmail.com
Resumen:
El pensamiento social de finales del Siglo XX y principios del XXI marca las dificultades para pensar una realidad cambiante, contradictoria y compleja. ¿Es posible pensar desde la teoría crítica tal como
lo plantean Habermas o Honneth la realidad latinoamericana? Si bien la teoría planteada desde un interés emancipatorio o la teoría del reconocimiento de Honneth , ponen la discusión en sintonía con la
capacidad de transformación de las teorías, la complejidad y opacidad de la realidad actual latinoamericana ya no puede ser pensada desde la Teoría Crítica.
En el pensamiento latinoamericano aparece una nueva manera de análisis que se caracteriza por considerar una necesaria toma de posición política respecto a la función del saber en sociedades que
han heredado una visión europeocéntrica y colonialista que les ha hecho confundir el nivel de interpretación y les ha impedido pensar las transformaciones necesarias para lograr una sociedad justa y
libre.
En este sentido encontramos varios autores que podemos agrupar como epistemólogos que plantean una crítica al pensamiento hegemónico y a las prácticas institucionalizadas en relación a la
producción de conocimiento. Entre ellos destacamos las figuras de Pablo González Casanova, Enrique Leff, Enrique Dussel, y Boaventura de Sousa Santos. Nos interesa en este trabajo resaltar algunas
de las propuestas del último de los autores mencionados a fin de reflexionar sobre la posibilidad de construir categorías que permitan conformar un pensamiento propio de la condición latinoamericana.

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