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André Luis Razêra

R.A. 3250016 – 10° Semestre

MANUTENÇÃO PREDIAL

Itatiba

2007

André Luis Razêra

R.A. 3250016 – 10° Semestre

MANUTENÇÃO PREDIAL

Projeto de pesquisa visando o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso para obtenção do título de Engenheiro Civil

Itatiba

2007

RAZÊRA, André Luís. Manutenção Predial. Trabalho de Conclusão de Curso defendida e aprovada na Universidade de São Francisco em 22 de Novembro de 2007 pela banca examinadora constituída pelos professores

Prf. André Penteado Tramontin USF – orientador

Prf. Adilson Franco Penteado USF – examinador

Eng. Job Hebling Malpaga Hines – examinador

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO

8

2.

OBJETIVOS DO PROJETO

10

3.

CONCEITOS E DEFINIÇÕES

11

3.1

OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREDIAL

13

3.2

MODELOS DE TIPO DE MANUTENÇÃO

14

3.2.1

TIPOS DE MANUTENÇÃO

14

3.2.1

A) QUANTO ÀS FALHAS E ANOMALIAS EXISTENTES

15

3.2.1

B) QUANTO ÀS ATIVIDADES DO PLANO DE MANUTENÇÃO

16

3.2.1

C) QUANTO AO TIPO DE INTERVENÇÃO 21

3.3

COMO SE FAZ UMA INSPEÇÃO PREDIAL 22

3.4

O QUE SE DEVE INSPECIONAR E COMO

23

4.

MATERIAIS E METODOS 25

4.1

PAINEIS ELÉTRICOS 26

4.2

GERADORES

32

4.3

TRANSFORMADORES

37

5.

PLANEJAMENTO 39

5.1. CUSTO DA MANUTENÇÃO 39

43

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 44

6. CONCLUSÃO

LISTA DE FIGURAS

Figura 4.01 - Painel Elétrico

27

Figura 4.02 - Painel Elétrico

28

Figura 4.03 - Painel Elétrico

29

Figura 4.04 - Painel Elétrico

30

Figura 4.05 - Painel Elétrico

31

Figura 4.06 - Geradores de Energia

33

Figura 4.07 - Geradores de Energia

34

Figura 4.08 - Geradores de Energia

35

Figura 4.09 - Geradores de Energia

36

Figura 4.10 - Transformadores de Energia

38

Figura 4.11 - A Lei de SITTER

38

ANEXO 1 - Termografia

LISTA DE ANEXOS

ANEXO 2 - SPDA (Sistema de Preteção Contra Descarga Atmosférica)

ANEXO 3 - PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle)

ANEXO 4 - Analise Microbiológico do Ar

ANEXO 5 - Manutenção em Cabine Primária

ANEXO 6 - Analise de Potabilidade da Água

RAZÊRA, André Luís. Manutenção Predial. 2007. TCC (Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia Civil). Curso de Engenharia Civil da Universidade São Francisco, Itatiba.

RESUMO

Nos dias de hoje, a competição entre mercados nacionais e internacionais atingiu níveis extremos e com isso torna-se necessário o aumento continuo da produtividade. Desta forma equipamentos parados em momentos inoportunos, ou equipamentos trabalhando fora da eficiência máxima, podem significar perdas irrecuperáveis perante um concorrente externo, ou ate mesmo interno, como é o caso de empresas com mais de uma planta capaz de produzir produtos similares.

O objetivo deste trabalho é a implantação da manutenção predial nos galpões logístico. Este projeto tem como finalidade garantir que todas as manutenções sejam realizadas em perfeitas condições, com as melhores tecnologias encontradas no mercado.

devidas

manutenções necessárias sendo elas, preditiva, preventiva, detectiva ou ate mesmo as

corretiva.

O

projeto

implantado

garantirá

que

todas

as

instalações

receberão

as

Com a utilização da manutenção predial é possível analisar o fluxo de informações obtidas em relatórios executados nos períodos determinados. A manutenção feita sem critério de analise e estudo de históricos, bem como falta de atividades programadas, pode gerar custos elevado, podendo ocasionar substituições antecipadas de componentes.

Palavras-chaves:

MANUTENÇÕES

PREDITIVA,

PREVENTIVA,

DETECTIVA,

CORRETIVA.

ABSTRACT

Nowadays the competition among national and international markets reached extreme levels. The competition turns necessary the continuous increase of the productivity. This way stopped equipments in inopportune moments, or equipments working out of the maximum efficiency, can mean unrecoverable losses in relation to an external competitor, or even internal one, as it is the case of companies with more than a plant capable to produce similar products.

This study objective is the implementation of building maintenance in logistic hangars.

This project purposes guarantee all the maintenances to be accomplished in perfect conditions, with the best technologies in market.

The implanted project will guarantee that all the installations will receive the appropriated maintenances such as predictive, preventive, detective and even the corrective when needed.

Using the building maintenance is possible to analyze the abundance of information obtained in reports performed in determined periods. The maintenance done without analysis criteria and historic studies, such as absence of programmed activities, can create high expenses, and may cause component substitutions in advance.

Key-words:

CORRECTIVE.

MAINTENANCES,

PREDICTIVE,

PREVENTIVE,

DETECTIVE,

ANEXO 1

ANEXO 2

ANEXO 3

ANEXO 4

ANEXO 5

ANEXO 6

8

1.

INTRODUÇÃO

Inspeção Predial é o check-up da edificação. A boa qualidade de uma edificação, tal qual a do corpo humano, requer uma serie de procedimentos para ser atingido plenamente. O caminho desta busca de qualidade, em geral, se inicia com apuração das reais conformidades e não-conformidades, tanto para um prédio com para um ser humano, através do diagnostico obtido pelo check-up. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

A finalidade do check-up predial é determinar as “doenças”, ou melhor, as anomalias e falhas de uso, operação e manutenção que prejudiquem a qualidade do prédio. Esse conhecimento é fundamental para se planejar o “tratamento predial” representado pela manutenção visando adequar o prédio à qualidade pretendida e à garantia da durabilidade. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Os imóveis precisam estar sempre nas melhores condições de serem habitados, locados ou comercializados. Na Europa prédios com mais de 100 anos, funcionam perfeitamente, no Brasil completamente ao contrario prédios com 20 anos são considerados velhos e acabados. Em alguns países o imóvel pode permanecer na família por diversas gerações.

De acordo com IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (2005) as anomalias construtivas e descuidos com a manutenção predial são causadores de danos pessoais e materiais significativos, tanto aos usuários e proprietários das edificações, como a sociedade em geral, devido à deterioração urbana que favorece o crime, afasta o turismo e reduz a auto-estima dos cidadãos.

Os acidentes prediais decorrentes de falhas na construção ou na manutenção predial vêm causando mortes e prejuízos injustificáveis, principalmente com o envelhecimento e desvalorização de nossas edificações. Desabamentos, incêndios, quedas de marquises e fachadas, vazamentos, infiltrações e tantas outras mazelas provenientes dos descuidos com as edificações podem ser evitadas com medidas preventivas, simples, de longo prazo, através de um planejamento que se inicia com a inspeção predial, para a posterior implantação do plano de manutenção, que garante a boa performance do prédio, a segurança e conforto dos seus

9

usuários. (IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2005).

A forma de gerenciar os recursos das áreas de manutenção exige: conhecimentos técnicos sobre os equipamentos; conhecimentos de métodos de administração e conhecimentos de sistema de programação/ controle de serviços.

Atualmente a área de manutenção existe para que não haja manutenção, ou ainda, o trabalho da manutenção atual está sendo enobrecido e cada vez mais as equipes devem estar qualificadas e preparadas para evitar as quebras ou falhas e não mais para corrigi-las, porem para que uma empresa alcance sucesso na administração das áreas de manutenção é necessário que efetuemos uma manutenção profunda de mentalidade e postura. (Arcuri, Cabral e Kardek, 2002).

Ciente dos riscos e responsabilidades decorrentes da negligência com as condições técnicas das edificações, os proprietários, síndicos, gestores prediais e também as autoridades publicas não podem prescindir da obrigatoriedade da realização das Inspeções Prediais, periodicamente, visando à boa manutenção e consequentemente à segurança e proteção de nossa população. (IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2005).

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2. OBJETIVOS DO PROJETO

O objetivo deste projeto é implantar a manutenção predial no complexo logístico em Louveira onde é composto por quatro galpões de alto padrão, construídos no sistema built-to- suit, com as melhores tecnologias disponíveis para este segmento

Este projeto tem a finalidade de garantir que a manutenção predial funcione em perfeitas condições, com as melhores tecnologias, onde em hipótese alguma tenha impacto nas operações logísticas do complexo.

Através da manutenção preditiva, detectiva e preventiva com eficácia, reduzir a necessidade da realização da manutenção corretiva, gerando redução de custos para a empresa.

O projeto em sua totalidade garantirá que as instalações num todo, receberá todas as manutenções necessárias.

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3. CONCEITOS E DEFINIÇÕES

A manutenção é atividade corriqueira na área industrial, porém o mesmo não ocorre

com as edificações. Apesar da recente evolução dos estudos dessas atividades no Brasil, a realidade revela improvisações e ausência de profissionalismo na maioria dos prédios brasileiros. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Com a aprovação pela ABNT da Norma NBR 5674 – Manutenção de Edificações – Procedimentos, em 1999, muito se tem discutido no meio técnico sobre manutenção predial, porém ainda há um longo percurso a ser trilhado para que os procedimentos venham a ser definitivamente implantados.

Com intuito de preservar e conservar as instalações com um todo pensando nas melhorias continua e custo benefícios.

A manutenção é definida pela NBR 5674, 1999, como sendo:

“Conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da edificação e de suas partes constituintes a fim de atender às necessidades e segurança dos seus usuários”.

Conjunto de atividades e recursos aplicados aos sistemas ou equipamentos, visando

garantir a consecução de sua função dentro de parâmetros de disponibilidade, de qualidade, de prazo, de custo e de vida útil adequados. (Mirshawka e Olmedo, 1993).

) (

As definições enunciadas revelam a importância da confiabilidade e disponibilidade que, segundo Lafraia, 2001, são:

Confiabilidade é a probabilidade de que um componente, equipamento ou sistema exercerá sua função sem falhas, por um período de tempo previsto, sob condições de operação especifica.

12

Disponibilidade é a probabilidade de que um componente que sofreu manutenção exerça sua função satisfatoriamente para um dado tempo t, ou, mais resumidamente, a probabilidade de que o sistema esteja em condições operacional no instante t.

Outras definições e conceitos relacionados às características da Manutenção:

necessidades dos usuários, desempenho, vida útil e durabilidade. Todos esses fatores estão relacionados à manutenção. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Desempenho: comportamento em uso de um edifício habitacional e dos sistemas que o compõem. (NBR 5674, 1999).

Vida Útil: intervalo de tempo ao longo do qual a edificação e suas partes constituintes atendam aos requisitos funcionais para os quais foram projetados, obedecidos ao plano de operação, uso e manutenção previsto. (NBR 5674, 1999).

Durabilidade: propriedade da edificação e de suas partes constituintes de conservarem a capacidade de atender os requisitos funcionais para os quais foram projetadas, quando expostas as condições normais de utilização ao longo da vida útil projetada. (NBR 14037,

1998).

De

acordo

durabilidade são:

com

Gomide,

Neto

e

Pujadas,

2006,

os

fatores

que

interferem

na

1. Matérias (resistência a agentes de degradação: materiais e uso, dimensão, cor e qualidade).

2. Projeto (tipo de fatores a que estão submetidos os elementos).

3. Condições de uso (menor ou maior manutenabilidade, nível de desempenho).

4. Manutenção (intensidade, periodicidade, se existir ou não exigências do usuário).

5. Atmosfera (variando conforme o clima, temperatura e nível de agressividade ambiental).

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3.1 Operação e Manutenção Predial

A Operação Predial é um dos “braços” da Manutenção e sua executora. Através da operação que se põem em pratica a estratégia e o plano de Manutenção como sistemas alem de servir como fonte de informações para reavaliações e analise. (Gomide, Neto e Pujadas,

2006).

Operação Predial

1. Controlar equipamentos e sistemas.

2. Executar os procedimentos existentes no plano de manutenção, incluindo as rondas.

3. Executar atividades de controle e proceder aos registros que serão analisados pala Manutenção

4. Analisar os dados e informações obtidas através das rondas e cumprimentos dos procedimentos de manutenção, apresentar “feedback” para a Manutenção.

5. Atender e/ou solicitar a programação de atividades, decorrentes de solicitações do usuário.

Segundo a NBR 5674, item 6.3, os padrões de operação do sistema de manutenção

devem ser orientados e definidos consoante o plano de manutenção, tal que os principais aspectos a serem analisados são:

i) Padrões de desempenho mínimo toleráveis pelo usuário e aceitáveis pelos fabricantes, em consonância com os projetos.

ii) Prazos aceitáveis entre a observação da falha e a conclusão do serviço correspondem, incluindo neste item a periodicidade das atividades de manutenção.

iii) Observância de normas técnicas e outras legislações; e

iv) Periodicidade de rondas preventivas das equipes de manutenção.

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3.2 Modelo de Tipos de Manutenção

Segue definição dos tipos de manutenção conforme Gomide, Neto e Pujadas (2006)

Preliminarmente, reforça-se que a Manutenção recupera e conserva a capacidade funcional de sistemas e elementos construtivos, sendo assim ela não tem como objetivo principal reformar ou alterar características de projetos, salvo questões de viabilidade.

A Manutenção recupera através de atividades ou serviços corretivos, preferencialmente

planejados, envolvendo aspecto de durabilidade, desempenho e vida útil. Esses aspectos já estão preestabelecidos em projeto.

A conservação de sistemas e elementos é feita pela manutenção com atividades ou

serviços preventivos e preditivos, que são definidos através de parâmetros de uso, funcionalidade, necessidade de disponibilidade e confiabilidade de sistemas, dentre outros.

3.2.1 Tipos de Manutenção

Importante entender que existem diversas formas de classificação dos tipos de Manutenção, mas, primeiramente, faz-se necessário uma analise vinculada à classificação com a viabilidade de execução do serviço. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Portanto a classificação da Manutenção pode ter diversos enfoques, não excluindo outros, quais sejam:

a) Quanto à viabilidade dos serviços de Manutenção.

b) Quanto às falhas e anomalias existentes.

c) Quanto à estratégia da manutenção adotada, ou seja, quais são as atividades que constituem o plano de manutenção.

15

e) Quanto à periodicidade de realização das atividades ou rotinas estabelecidas no plano de manutenção.

3.2.1.a) Quanto às Falhas e Anomalias Existentes

Falhas é incorrer em erro, relacionado ao desvio de uma previsão técnica, ou ainda liga à interrupção de um processo operacional. A falha esta relacionada a procedimentos e processos sem aderência ou executados equivocadamente. Portanto, falhas vinculam-se a problemas decorrentes de serviço de manutenção, Operação das edificações. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

As falhas podem ser classificadas, quanto a sua origem, em algumas etapas do processo do sistema de manutenção existente:

Falhas de planejamento: decorrentes de falhas de procedimentos e

especificações inadequadas do plano de manutenção, sem aderência a questão técnica, de uso, de operação, de exposição ambiental e, principalmente, de confiabilidade e disponibilidade das instalações consoante a estratégia da Manutenção. Além dos aspectos de concepção do plano, há falhas relacionadas às periodicidades de execução. Falhas de execução: provenientes de falhas causadas pela execução inadequada

de procedimentos e atividades de plano de manutenção, incluindo o uso inadequado dos materiais. Falhas operacionais: relativas aos procedimentos inadequados de registros, controles, rondas demais atividades pertinentes. Falhas gerenciais: decorrentes de falhas de controle de qualidade dos serviços de manutenção, bem como da falha de acompanhamento de custo da mesma.

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3.2.1.b) Quanto às Atividades do Plano de Manutenção

O plano de manutenção, genericamente, constitui um conjunto de informações e procedimentos (diretrizes) que orienta as atividades de manutenção e as rotinas de operação de sistemas, consoante uma estratégia. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Essa estratégia da manutenção é, basicamente, a ideologia do plano, ou seja, os aspectos teóricos que são considerados para que seja definida uma forma de materialização de objetivos, baseados em etapas de planejamentos. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Basicamente, portanto, segundo a definição da estratégia, o plano de manutenção poderá abordar:

1. Detalhamento de rotinas.

2. Detalhamento de procedimentos.

3. Periodicidade.

4. Parâmetros de fabricante quanto ao uso e inspeção rotineira de componentes.

5. Dados sobre eventuais falhas decorrentes de uso, operação ou deficiência nos procedimentos listados.

6. Observações quanto a procedimentos de urgência.

7. Periodicidade para o feedback e nível de suficiência das informações que serão coletadas e registradas.

8. Registro e histórico de atividades de manutenção.

9. Dados de referencia quanto ao custo médio de cada atividade do plano.

10. Outros, dependendo da estratégia de Manutenção implantada.

Observados os aspectos conceituais de estratégia e plano de manutenção, as atividades inerentes podem ser classificadas em: preditiva, preventiva, corretiva e detectiva. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Manutenção Predetiva: Consiste em intervir na máquina para mantê-la com desempenho aceitável apenas na iminência de uma falha, que é determinada através do

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monitoramento de algumas características do equipamento, tais com: temperaturas de operação, vibração, hora de funcionamento, etc.

Espécie de manutenção onde os componentes de uma máquina são substituídos em períodos pré-programados, baseados em estudos e históricos de cada componente aproveitando ao máximo sua vida útil, e trocando-os antes de entrarem em colapso.

Eventualmente, podem-se incorporar atividades preditivas para o controle das atividades preventivas, como é o caso do uso de exames de termografia, técnica de inspeção “não destrutiva”, que tem como base a detecção da radiação infravermelha, que é emitida naturalmente pelos corpos com intensidade proporcional a temperatura, permitindo-nos medições de temperaturas, “sem contato físico” com equipamento a ser inspecionado. A análise temografica permite uma melhor programação, minimizando a mão-de-obra e recursos envolvidos, pois possibilita identificação de sobreaquecimento nas instalações, “sem a interrupção do processo produtivo”, conforme ANEXO1 e exames de aterramento elétricos

SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) que tem por finalidade proteger

a edificação e seus usuários contra as descargas de raios, que causam: sobretensões quando

atingem redes de energia elétrica e de telefonia; sobretensões quando atingem antenas coletivas e outras na cobertura; choques quando atingem estruturas metálicas diversas, como

telhas, rufos, etc. Alem de evitar o encaminhamento dos raios por outras partes das instalações elétricas que possam causar danos físicos e materiais aos usuários da edificação, conforme o ANEXO 2. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006) e (IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações

e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2005).

Manutenção Preventiva: Todo serviço de inspeção sistemática, ajustes, conservação e eliminação de defeitos, visando evitar falha; tem o caráter preventivo de intervir em maquinas

e equipamentos antes da ocorrência de uma falha. São intervenções realizadas

sistematicamente, a intervalos de tempos fixos, independente da condição do equipamento e,

portanto, não implicam na sua interrupção ou parada inesperada. A periodicidade das intervenções e estabelecida mediante ao estudo dos vários

elementos que intervêm no funcionamento do equipamento, visando detectar possíveis causas

de falhas e a respectivas medidas a serem adotadas para assegurar a máquina em condições

aceitáveis de funcionamento.

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Parâmetros de programação das manutenções preventivas podem ter origens nas informações dos fabricantes, históricos de manutenção e, ainda, na avaliação sistêmica das instalações, através de rotinas periódicas simples e de vistorias de Inspeção Predial abrangentes. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

A manutenção preventiva pode ser classificada em dois diferentes tipos, sendo:

Manutenção Preventiva por Tempo: Serviços preventivos preestabelecidos através de programação (preventiva sistemática, lubrificação, inspeção ou rotina) definida, pôr unidades calendário (dia, semana) ou pôr unidade não calendário (horas de funcionamento, quilômetros rodados etc.); Manutenção Preventiva por Estado: Serviços preventivos executados em função da condição operativa do equipamento (reparo de defeitos, preditiva, reforma / revisão geral etc.). (IBAPE, 2007).

Segue abaixo detalhamento do Escopo do Serviço para realização de Manutenção Preventiva:

Realizar manutenção preventiva, nos equipamentos de ar condicionado e ventilação, conforme descrição abaixo:

Mensal

- Verificar as condições de funcionamento dos dispositivos de controle e de segurança.

- Limpar ou trocar os filtros de ar, conforme o caso.

- Limpar o equipamento.

- Verificar a folga nas correias.

- Verificar e anotar pressões de trabalho.

- Verificar as vibrações do equipamento.

- Verificar o escoamento correto do dreno.

- Lubrificar os rolamentos do equipamento.

- Testar e verificar operação da válvula de expansão.

- Inspeção e limpeza do condensador.

- Inspeção e reaperto de terminais elétricos e troca de componentes se necessário.

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Semestral

-

Verificar os ajustes dos termostatos de controle.

 

-

Verificar alinhamento correto das polias e eixo.

-

Verificar a atuação da válvula de segurança.

-

Verificar a serpentina do evaporador.

 

-

Verificar as condições dos isolamentos dos dutos e gabinetes.

 

-

Lavar a serpentina do condensador com bomba sob pressão.

-

Verificar as juntas de vedação da tampa do condensador, trocar se necessário.

 

-

Executar a limpeza mecânica do condensador.

 

-

Verificar

a

existência

de

pontos

de

ferrugem

nas

caixas;

neste

caso,

lixar,

desengordurar e retocar com primer e tinta indicada pelo fabricante

- Inspeção e reapertos de terminais elétricos e troca de componentes se necessário.

Para que não haja focos freqüentes de gripes ou rinites alérgicas, deve-se verificar inicialmente a incidência direta de fluxo de ar sobre os componentes (condição de temperatura e distribuição) e também verificar a qualidade do ar condicionado na sala através de análise laboratorial específica, conforme previsto na portaria do Ministério da Saúde. Segundo o especificado pela portaria, os responsáveis por sistemas com capacidades acima de 5TRs ou 60000 BTUs (unidade de refrigeração) estão obrigados a ter um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC), conforme ANEXO 3, elaborados e acompanhados por um engenheiro responsável e também a executar, dentro de uma freqüência definida, as análises qualidade do ar interno (Microbiológica do Ar) através de laboratórios especializados, conforme ANEXO 4. (IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2005).

Com o emprego da manutenção preventiva, estima-se aumentar a vida útil das partes do edifício, suas instalações e seus componentes. Pode-se, também, reduzir o custo final dos serviços de manutenção, se estiver associado a aspecto de Manutenção Proativa ou a engenharia de manutenção.

Manutenção Detectiva: É a atividade que visa apurar a causa do problema e falhas para sua análise, auxiliando no plano de manutenção. É a engenharia de manutenção ou a manutenção proativa. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

20

Enquanto a manutenção preditiva é uma técnica de detecção e acompanhamento de falhas, a manutenção proativa, ou a engenharia de manutenção, se interresa em saber por que o defeito ou falha aconteceu e como eliminar sua causa. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

É a atuação efetuada em sistemas de proteção buscando detectar falhas ocultas ou não perceptíveis ao pessoal da operação ou manutenção. Tarefas executadas para verificar se um sistema de proteção ainda esta funcionando representa a Manutenção Detectiva.

Alguns tipos de aplicações:

Utilização de computadores digitais em instrumentos e controles de processo nos diversos tipos de plantas industriais;

Sistemas supervisores – Sistemas de aquisição de dados;

CLP – Controlador lógico programados;

SDCD – Sistemas digitais de controles distribuídos;

Sistema de check-lists automáticos em comandos de máquinas dotados de sistemas de segurança e comunicação com operador e mantenedores. ((IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2007).

Portanto a manutenção detectiva, resumidamente, visa apurar as causas básicas das falhas para fornecer “feedback” ao projeto e à própria Manutenção, no intuito de aprimoramento. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

Manutenção Corretiva: É a atividade que visa à reparação, caracterizada por serviços planejados ou não, a fim de corrigir falhas. Implica, necessariamente, a paralisação de um sistema. Pode consistir em uma intervenção de longo prazo ou não. (Gomide, Neto e Pujadas,

2006).

Classe: Importância do equipamento no processo ou serviço, se dividindo em:

21

Classe A – Equipamento cuja parada interrompe o processo (ou serviço), levando o faturamento cessante;

Classe B – Equipamento que participa do processo (ou serviço) e cuja parada não interrompe a produção durante algum tempo;

Classe C – Equipamento que não participa do processo (ou serviço). (IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2007).

Os custos de manutenção corretiva são elevados em relação às outras atividades de manutenção.

A correção de falhas ou problemas pode ter caráter de reparação ou de restauração.

3.2.1.c) Quanto ao Tipo de Intervenção

Quanto à manutenção é classificado quanto à intervenção realizada, esta poderá ser denominada de: conservação, reparação, restauração e modernização, onde:

Conservação: é a atividade rotineira, realizada diariamente ou com pequenos intervalos de tempo, relacionada com a operação e limpeza dos edifícios.

Reparação: é a atividade preventiva ou corretiva, antes de se atingir o nível de qualidade mínima aceitável.

Restauração: é a atividade corretiva, após se atingir nível inferior à qualidade mínima aceitável, ou seja, há perda significativa de performance, desempenho, podendo interferir na segurança do usuário.

Modernização: é a atividade preventiva e corretiva, visando que a recuperação de qualidade ultrapasse o nível inicialmente construído e projetado, fixando um novo patamar de qualidade e desempenho para a edificação e seus sistemas. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

22

3.3 Como se Faz Uma Inspeção Predial

De acordo com IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2005 a Inspeção Predial é uma vistoria que necessita de profissional especializado no assunto, com visão sistêmica da edificação, bem como conhecimento técnico sobre materiais, sistemas e funcionamento.

Lembrando que esta vistoria tem como produto final um laudo e que o mesmo deverá, obrigatoriamente, conter:

1.

Classificação das anomalias quanto ou risco e grau de urgência;

2.

Lista de prioridades técnicas com orientações, de acordo com as anomalias constatadas, e;

3.

Classificação do estado de conservação da edificação.

A metodologia recomendada consiste em:

1. Determinar o nível e o tipo de inspeção predial, ou seja, classificar a inspeção predial quanto ao seu:

Nível 1, 2 ou 3, dependendo da complexidade dos sistemas construtivos da edificação, informando o numero de profissionais envolvidos, com as suas habilitações e especialidades, além de informar o que será vistoriado na edificação e que profundidade;

Tipo de imóvel: casa, edifícios sem elevadores, edifícios com elevadores, shopping center, igrejas estádios, galpões, etc.;

2. Verificar as documentações existentes, seguindo lista sugerida pela norma pertinente;

3. Fazer levantamentos de informações junto a administradores, proprietários e usuários;

23

envolvidas, além de características construtivas específicas das edificações;

5. Classificar e analisar as anomalias e problemas verificados, consoante critério do grau de urgência;

6. Indicar orientações técnicas pertinentes;

7. Classificar o estado de conservação geral da edificação, de acordo com as anomalias verificadas;

8. Elaborar laudos, de acordo com os tópicos mínimos relacionados na norma.

Pois

o

ANEXO

5

(Manutenção

em

Cabine

Primária),

contem

as

devidas

recomendações estipuladas conforme exigências do IBAPE/SP, 2005.

3.4 O Que Se Deve Inspecionar e Como

Deverá inspecionar a edificação como um todo, a principio, não cabendo levantamento de dados por amostragem ou vistoria parcial. Isso significa que, por exemplo, em caso de vistoria em instalações elétricas, todos os quadros elétricos deverão ser abertos e verificados de acordo com um check list.

Para vistorias em sistemas civis e hidráulicos, devem-se inspecionar todos os elementos visíveis e verificar as anomalias que indicam perdas de desempenho ou outros problemas em trechos não aparentes, como é o caso de manchas e infiltração de água junto a tubulações hidráulicas. Se esta tubulação for de ferro galvanizado e tiver mais de 15 anos, é provável que haja perda de desempenho já avançada, pois a vida útil prevista para este tipo de sistema, feito com este material, é em torno de 15 a 20 anos. (BAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, 2005).

Para garantirmos a qualidade da água através de análises de potabilidade da água conforme ANEXO 6 e exigido pela Portaria MS nº 1.469, de 29 de dezembro de 2000, para os fins a que se destina esta Norma, são adotadas as seguintes definições:

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I. Água potável, água para consumo humano cujos parâmetros microbiológicos, físicos, químicos e radioativos atendam ao padrão de potabilidade e que não ofereça riscos à saúde;

II. Sistema de abastecimento de água para consumo humano instalação composta por

conjunto de obras civis, materiais e equipamentos, destinada à produção e à distribuição canalizada de água potável para populações, sob a responsabilidade do poder público, mesmo que administrada em regime de concessão ou permissão; III. Solução alternativa de abastecimento de água para consumo humano toda modalidade de abastecimento coletivo de água distinta do sistema de abastecimento de

água, incluindo, entre outras, fonte, poço comunitário, distribuição por veículo transportador, instalações condominiais horizontais e verticais; IV. Controle da qualidade da água para consumo humano conjunto de atividades,

exercidas de forma contínua pelo(s) responsável(is) pela operação de sistema ou solução alternativa de abastecimento de água destinada a verificar se a água fornecida à população é potável, assegurando a manutenção desta condição;

V. Vigilância da qualidade da água para consumo humano conjunto de ações adotadas

continuamente pela autoridade de saúde pública para verificar se a água consumida pela população atende a esta Norma e para avaliar os riscos que os sistemas e as soluções alternativas de abastecimento de água representam para a saúde humana

25

4. MATERIAIS E METODOS

O projeto a ser implantado visa um complexo logístico em Louveira onde é composto por quatro galpões de alto padrão, construídos no sistema built-to-suit, suas etapas são divididas da seguinte forma:

Manutenção Preventiva Manutenção Preditiva Manutenção Detectiva Manutenção Corretiva

São contratadas empresas especializadas para determinadas função, para garantir que as devidas manutenções exigidas acima serão executadas das seguintes formas:

Manutenção Preventiva, Preditiva, Detectiva: Executada mensalmente pelas empresas contratadas, conforme escopo de serviço determinado pela contratada e aprovado pela contratante seguindo as determinações das normas vigentes.

Será entregue a contratada relação dos equipamentos conforme lista abaixo:

Manual técnico do equipamento; Certificado de garantia do equipamento; Projeto do equipamento; Projeto de instalação do equipamento; Projeto das áreas técnicas; Escopo das atividades a serem executadas ou inspecionadas; Testes e calibragem de equipamentos, etc.

Após entrega de todas as documentações necessárias para se executar as devidas manutenções, será cobrado da empresa o cronograma anual das manutenções para que a periodicidade das manutenções seja cumprida dentro dos prazos.

26

Segue abaixo relações de equipamentos e detalhamento de escopo dos serviços a serem executados, para garantir que sejam realizadas as devidas manutenções.

4.1 Painéis Elétricos

a) Semanal

1Inspeção visual

b) Mensal

1Verificar terminais 2Verificar existência de pontos de oxidação 3Reaperto geral 4Limpeza interna e externa 5Verificar identificação de circuitos 6Registrar corrente de circuitos

c) Semestral

1Verificar terminais 2Verificar existência de pontos de oxidação

3 Reaperto geral

4 Limpeza interna e externa

5 Verificar identificação de circuitos

6 Registrar corrente de circuitos

7 Verificar circuitos e componentes quanto ao aquecimento, relacionando os que apresentarem excesso, indicando capacidade do aquecimento de proteção, corrente medida a plena carga e bitola do condutor

8 Repetir manutenção trimestral

27

d) Anual

Efetuar termografia e outros indicadores preditivos, conforme mencionado antes; Verificar a existência de pontos de ferrugem nas carcaças dos equipamentos; neste caso, lixar, desengordurar e retocar com primer e tinta indicada pelo fabricante.

neste caso, lixar, desengordurar e retocar com primer e tinta indicada pelo fabricante. Figura 4.01 (Painel

Figura 4.01 (Painel Elétrico)

28

28 Figura 4.02 (Painel Elétrico) Painel elétrico de iluminação interna do armazém, com 8 circuitos que

Figura 4.02 (Painel Elétrico)

Painel elétrico de iluminação interna do armazém, com 8 circuitos que atende 25 luminárias por circuito, pois cada luminária contempla uma lâmpada e um reator de vapor metálico de 400W.

Este painel foi projetado com dois circuitos, onde um circuito e normal e o outro é de emergência, pois na falta de energia da concessionária ele será alimentado em 40% de sua carga pelo gerador.

29

29 Figura 4.03 (Painel Elétrico) O colaborador acima iniciou sua atividade de manutenção preventiva com a

Figura 4.03 (Painel Elétrico)

O colaborador acima iniciou sua atividade de manutenção preventiva com a limpeza interna do painel elétrico para remoção de poeira, conforme escopo mensal citado acima.

A área esta devidamente isolada com cones e o colaborador utilizando os devidos EPIs (Equipamentos de proteção individual) necessários para a atividade.

30

30 Figura 4.04 (Painel Elétrico) Continuado a manutenção com verificação e reapertos de terminais R, S

Figura 4.04 (Painel Elétrico)

Continuado a manutenção com verificação e reapertos de terminais R, S e T dos disjuntores e contatores.

31

31 Figura 4.05 (Painel Elétrico) Para finalizar a manutenção preventiva mensal deste painel elétrico, será

Figura 4.05 (Painel Elétrico)

Para finalizar a manutenção preventiva mensal deste painel elétrico, será executada leituras de correntes das fases R, S e T, e temperatura dos disjuntores, conforme recomendações do manual do proprietário descritas acima.

32

4.2

Geradores

a) Mensal

Motor Diesel:

Conferir aperto dos parafusos de fixação do coletor de escape ao bloco; Verificar nível do óleo lubrificante; Verificar possíveis obstruções da entrada; Verificar nível de água de arrefecimento; Verificar possíveis vazamentos; Verificar conexão de combustível; Checar sistema de pré-aquecimento / termostato; Limpar filtro de ar, se necessário trocar; Verificar estado / tensão das correias, se necessário trocar; Verificar estado dos mangotes, alinhamento e conferir braçadeiras; Verificar nível de óleo da bomba injetora e completar caso necessário; Verificar funcionamento do alternador.

Quadro de Comando:

Verificar conservação e limpeza; Verificar carregador de baterias; Analisar operações através de testes funcionais; Verificar aperto dos terminais de comando e componentes internos; Verificar intertravamento mecânico da chave de transferência.

Geral:

Inspeção Visual; Verificar nível de água; Verificar o nível de óleo; Verificar o nível de óleo do combustível;

33

Verificar possíveis vazamentos; Inspeção Visual do quadro Elétrico; Realizar teste de funcionamento (mínimo de 20 minutos); Realizar limpeza do equipamento e sala; Verificar o nível de água das baterias (completar se necessário); Realizar o teste de lâmpadas sinalizadoras (bomba e quadro elétrico); Verificar o funcionamento da bomba; Verificar nível de combustível.

o funcionamento da bomba; Verificar nível de combustível. Figura 4.06 (Geradores de Energia) Acima temos uma

Figura 4.06 (Geradores de Energia)

Acima temos uma área técnica de geradores, onde possue dois geradores um de 160 KVA e o outro de 440 KVA, pois o gerador de 160 KVA alimenta somente baterias das transpalheteiras elétricas (Equipamento para transporte de materiais dentro do armazém movido a eletricidade) e o gerador de 440KVA que tem a responsabilidade de alimentar toda a rede estabilizada 127V e 40% da iluminação do armazém.

34

34 Figura 4.07 (Geradores de Energia) O colaborador acima iniciou sua atividade de manutenção preventiva mensal

Figura 4.07 (Geradores de Energia)

O colaborador acima iniciou sua atividade de manutenção preventiva mensal no equipamento gerador, com verificação do módulo de comando do painel elétrico (USCA) para checagem de todos os parâmetros para ser executada a partida do motor com plena carga, conforme escopo mensal citado acima.

35

35 Figura 4.08 (Geradores de Energia) Na seqüência será verificado nível de óle o, verificar sistema

Figura 4.08 (Geradores de Energia)

Na seqüência será verificado nível de óleo, verificar sistema de pré- aquecimento e termostatos, executar limpeza do filtro de ar, verificar o estado e tensão das correias, verificar nível de água destilada das baterias e se possíveis vazamentos na carcaça.

36

36 Figura 4.09 (Geradores de Energia) O colaborador irá fazer a ultima verificação do nível de

Figura 4.09 (Geradores de Energia)

O colaborador irá fazer a ultima verificação do nível de aditivo do radiador para iniciar a partida do motor.

Após estes procedimentos o equipamento será ligado e ficará em funcionamento aproximadamente vinte minutos para coletarem de todas as informações necessárias conforme recomendações do fabricante e mencionadas acima.

Este equipamento não poderá apresentar falhas, pois recebera as devidas manutenções cabíveis e necessárias para que tenha plena condição para assumir uma futura emergência.

37

4.3

Transformadores

Modelo: Transformador 380/220/127V Quantidade: 2 unidade Marca: Trafomil Instaladora: Turner/Temon

a)

Trimestral

1

Verificar a existência de terminais oxidados;

2

Limpeza do equipamento (desenergizar antes do início);

3

Limpar e reapertar terminais;

4

Verificar a existência de pontos de ferrugem nas carcaças dos equipamentos; neste caso, lixar, desengordurar e retocar com primer e tinta indicada pelo fabricante.

b)

Semestral

Limpar e reapertar terminais.

Conforme os procedimentos descritos acima, também serão executados nos seguintes equipamentos:

Geradores;

Moto-Bombas;

Sistema de Ar Condicionado;

Sistema de Alarme de incêndio;

No-Break;

Sistemas Hidráulicos;

Sistema de Para Raios;

Sistemas de Detecção de Gases;

Subestações;

Cabine Primaria;

38

A Manutenção Corretiva será executada perante um diagnostico que não comprove a falta das manutenções mencionadas acima, pois é o objetivo do estudo.

mencionadas acima, pois é o objetivo do estudo. Figura 4.10 (Transformadores de Energia) Esta é uma

Figura 4.10 (Transformadores de Energia)

Esta é uma área técnica de Transformadores de Energia, onde estão instalados dois transformadores da marca Siemens com potencia de 1250 KVA, tipo Geafol, pois são encarregados de transformarem os 13800 V fornecidos pela concessionária para 380/220/127 V.

39

5.

PLANEJAMENTO

O planejamento dos serviços de manutenção é a elaboração de uma previsão detalhada

dos métodos de trabalho, ferramentas e equipamentos necessários, condições especiais de

acesso, cronograma de realização e duração dos serviços de manutenção, consoante definição da norma de manutenção de edificações – NBR 5674/99 ABNT.

O item 10 da referida norma estabelece que o planejamento deve ser definido em planos

de curto, médio e longo prazo de maneira a:

a) Coordenar os serviços de manutenção para reduzir a necessidades de sucessivas intervenções;

b) Minimizar a interferência dos serviços de manutenção no uso da edificação e a interferência dos usuários sobre a execução dos serviços de manutenção;

c) Otimizar o aproveitamento de recursos humanos financeiros e equipamentos.

O tipo de planejamento predial, representado pela previsão detalhadas dos métodos de

trabalho a ser implantados na edificação, depende do objetivo pretendido, verba disponível e

de informações para ser corretamente elaborados. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

O objetivo pretendido depende, principalmente, da finalidade da edificação e do nível

de qualidade necessário para a manutenção. Edificações que contêm ambientes críticos, tais como hospitais UTI, data center (CPD) e outras especialidades que requer funcionamento ininterrupto, exigem manutenção de qualidade máxima, 100% de disponibilidade e 100% de confiabilidade de suas instalações, gerando custos mais elevados com atividades preventivas. Imóveis comerciais como os shoppings centers também exige alguns cuidados especiais, destacando-se o funcionamento das instalações elétricas e, principalmente, do sistema de ar condicionado, como prioridade, a exigir objetivo de manutenção especifico. Quanto aos imóveis residenciais, é mais fácil a manutenção, principalmente daqueles de baixo padrão construtivo, destacando-se a simplicidade da limpeza como atividade principal da manutenção. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

40

5.1 CUSTOS DA MANUTENÇÃO

Conforme definições de Gomide, Neto e Pujadas, 2006, os custos de manutenção devem ser acompanhados pelos gestores, observada a manutenção enquanto investimento patrimonial, a fim de justificar os valores despendidos com atividades do plano e a estratégia geral da manutenção adotada.

Algumas das justificativas encontradas para a viabilidade dos investimentos com a manutenção podem estar relacionadas a:

Minimizar os desgastes naturais, proporcionando aumento da vida útil e recuperação de níveis de desempenho dos sistemas, considerando os níveis de segurança, conforto e confiabilidade das instalações.

Evitar deteriorações precoces das instalações devido à falta de recursos para se proceder à correta manutenção, quanto esta não foi definida dentro de uma política empresarial.

A Falta de uma política empresarial para a manutenção de ativos (imóveis)

reflete em aumento de custo com manutenção corretiva, impactos indesejáveis em fluxos de caixa, desvalorizações imobiliárias, aumento de vacância em empreendimentos comerciais, além de perdas de vantagem competitiva do bem

no mercado imobiliário.

Controlar a proporcionalidade dos custos destinados a manutenção preventiva em relação à corretiva, observando os dados de retorno do investimento. Esse controle poderá impactar, também, na revisão do próprio plano de manutenção implantado. Este poderá apresentar procedimentos inadequados em relação ao quanto tem retorno no tocante a: acréscimo de vida útil, recuperação de desempenho, conforto, confiabilidade e segurança.

Reduzir custos ou despesas de uma maneira geral.

41

Como ilustração do item anterior citado, vale lembrar que determinados equipamentos e sistemas têm uma vida útil de projeto em torno de 10 a 15 anos, exemplo dos sistemas de impermeabilização, equipamentos de ar condicionados, dentre outros. Caso esses sistemas tenham recebidos atividades de manutenção e investimentos coerentes com seu uso e confiabilidade durante suas vidas úteis, as mesmas poderão “ganhar” sobrevidas de mais 5 anos, aproximadamente, mantidos os padrões mínimos de desempenho e segurança.

No entanto, haverá maior investimento sobre o sistema, a fim de recuperar de maneira significativa seu desempenho, resgatando sua vida útil e atendendo as expectativas dos usuários.

A lei de Sitter interpreta a evolução progressiva de custos de manutenções, aplicadas às suas atividades, considerando os custos relativos ao tipo de intervenção; segue gráfico ilustrativo:

Custo

relativo da

intervenção

segue gráfico ilustrativo: Custo relativo da intervenção 140 120 100 80 60 40 20 0 t1

140

120

100

80

60

40

20

0

t1

t2

t3

t4

ProjetoExecução Manutenção Prevantiva Manutenção Corretiva

ExecuçãoProjeto Manutenção Prevantiva Manutenção Corretiva

Manutenção PrevantivaProjeto Execução Manutenção Corretiva

Manutenção CorretivaProjeto Execução Manutenção Prevantiva

Período de tempo

Figura 5.11 (Fonte: CEB – COMITÊ EURO-INTERNACIONAL DU BÉTON, apud HELENE,

1992)

Segundo SITTER, que pode ser entendida e adaptada à manutenção em geral, colaborador do CEB e formulador dessa lei de custos, adiar uma intervenção significativa

42

aumentar os custos diretos em uma razão de progressão geométrica de 5(cinco). Conforme demonstra o gráfico acima:

Se em t2 o custo de intervenção é igual a $5,00, em t3 será $25,00, em t4 será $125,00 e assim por diante na razão de cinco. (Gomide, Neto e Pujadas, 2006).

43

6.

CONCLUSÃO

A manutenção tem como objetivo garantir o melhor desempenho possível da edificação para atender às necessidades dos usuários, com confiabilidade e disponibilidade, ao menor custo possível.

Os serviços periódicos da programação de manutenção contemplam necessidades imediatas e de curto prazo, tais como tratar o jardim (regar, adubar e dedetizar), lubrificar equipamentos dos portões e bombas, limpar quadros elétricos e eletrônicos dos equipamentos, e outros, exigindo manutenção desde o inicio, para o bom desempenho da edificação. A improvisação da manutenção no inicio do funcionamento do prédio, sob a alegação de que o mesmo está na garantia, não se justifica tecnicamente, além de constituir infrações a norma técnica NBR 5674/99, sujeitando o condomínio a perder a garantia.

qualquer

empreendimento, um plano de manutenção adequada e, de preferência, usando como ferramenta as manutenções prediais.

É

de

suma

importância

que

exista,

desde

o

inicio

da

operação

de

Ciente dos riscos e responsabilidades decorrentes da negligencia com as condições técnicas das edificações, os proprietários, síndicos, gestores prediais e também as autoridades publicas não podem prescindir da obrigatoriedade da realização das manutenções prediais, periodicamente, visando à boa manutenção e consequentemente à segurança e proteção de nossa população.

Portanto, como o ditado popular diz “não deixa para amanhã o que pode ser feito hoje” é uma verdade técnica, aplicável à boa manutenção.

44

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, São Paulo. NBR 14037 – Manual de Operação, uso e manutenção das edificações – Conteúdo e recomendações para elaboração e apresentação, 1998.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, São Paulo. NBR 13971 – Sistema de Refrigeração, Condicionamento de Ar e Ventilação – Manutenção Programada, 1986.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, São Paulo. NBR 5674 – Manutenção de Edificações – Procedimentos, 1999.

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Brasileira. Resolução 176 – Orientação Técnica Elaborada por Grupo Técnico Assessor sobre Padrões Referenciais de Qualidade do Ar em Ambiente Climatizados Artificialmente de Uso Público e Coletivo, 2000.

GOMIDE, Tito Lívio Ferreira; PUJADAS, Flávia Zoéga Andreatta; NETO, Jerônimo Cabral

Pereira Fagundes. Técnicas de Inspeção e Manutenção Predial. São Paulo: Editora Pini,

2006.

IBPE/SP, INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO. A importância da Gestão da Manutenção na Administração Predial. São Paulo, 2007.

IBPE/SP, INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO. Gestão da Operação & Manutenção Predial. São Paulo, 2007.

IBPE/SP, INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO. Planos de Operação & Manutenção Predial. São Paulo, 2007.

45

IBPE/SP, INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO. Chek-up Predial: Guia da Boa Manutenção. São Paulo: Editora Universitária de Direito, 2005.

KARDEC, Alan; ARCURI, Rogério; CABRAL, Nelson. Gestão Estratégica e Avaliação do Desempenho. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.

LAFRAIA, João Ricardo Barusso. Manual de Confiabilidade, Mantenabilidade e Disponibilidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.

SABESP – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Portaria do Ministério da Saúde nº 1.469. Norma da Qualidade da Água para Consumo Humano. São Paulo de 29 de dezembro de 2000.

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

São Paulo, 03 de Março de 2006

EMPRESA:

ÁLAMO ENGENHARIA S/A

SETOR:

COMPRAS E SUPRIMENTOS

AT.:

SR. ANDRÉ RODRIGUES

ENDEREÇO:

RUA AVANHANDAVA Nº 536 - BELA VISTA - SÃO PAULO - SP CEP: 01306-000

FONE:

11. 3255-4499

Apresentamos em anexo, nosso relatório de INSPEÇÕES TERMOGRÁFICAS.

Nele consta informações de alta valia

para as manutenções preditiva e preventiva de sua planta elétrica.

Estamos sempre abertos a receber opiniões técnicas, visando a melhora de nossos serviços e procurando

executar um atendimento diferenciado.

Atenciosamente.

AW SERVICE LTDA

AW SERVICE LTDA

São Paulo - SP

Telefone: 11 3655.4854

Fax: 11 3605.3078

E-mail : awservice@terra.com.br Site : www.awservice.com.br

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TERMOGRAFIA

O presente trabalho tem por objetivo a realização de INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA nas instalações elétricas da EXEL DO BRASIL - UNIDADE DE LOUVEIRA - SP.

Podemos definir a Termografia como sendo uma técnica de inspeção, “NÃO DESTRUTIVA”, que tem como base a detecção

da radiação infravermelha, que é emitida naturalmente pelos corpos com intensidade proporcional a sua temperatura, permitindo-nos efetuar medições de temperaturas, “SEM CONTATO FÍSICO” com os equipamentos à serem inspecionados.

A análise termográfica permite uma melhor programação, minimizando a mão-de-obra e recursos envolvidos, pois possibilita

identificação de sobreaquecimentos nas instalações, "SEM A INTERRUPÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO".

Os problemas encontrados estão registrados individualmente em folhas de inspeção. Cada folha de inspeção é composta por:

1 - Identificação da empresa, data, descrição e localização do equipamento, bem como, informações de temperatura, variáveis envolvidas para os cálculos de sobreaquecimento e resultados apresentados separadamente.

O item "classificação", encontrado no final de cada folha de inspeção é de fundamental importância para a intervenção da

manutenção nos pontos onde foram detectados problemas.

Os critérios de classificação adotados são:

a) NORMAL:

Equipamento com sobreaquecimento normal, verificá-lo na próxima inspeção.

b) OBSERVAÇÃO, SUSPEITA DE FALHA:

Manter o equipamento em observação.

c)

INTERVENÇÃO PROGRAMADA, FALHA PROVÁVEL:

O

equipamento deverá sofrer intervenção programada.

d)

INTERVENÇÃO IMEDIATA, FALHA CERTA:

O

equipamento deverá sofrer intervenção imediata.

e)

CRÍTICO, FALHA IMINENTE:

O

equipamento deverá sofrer intervenção também imediata.

2 - Imagem termográfica com escala de cores que nos possibilita obter não só a maior temperatura, como também o mapeamento térmico total do equipamento em questão.

3 - Foto digital colorida para total identificação e localização do equipamento.

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TERMOGRAFIA

TERMOGRAFIA

Aplicações da Termografia Aplicações industriais Sistemas Elétricos Critérios Fixo de Classificação

Com a implantação da técnica de inspeção radiométrica ou termográfica em redes e sistemas elétricos é necessário a adoção de um critério para classificação dos componentes elétricos aquecidos, de acordo com sua gravidade e urgência na intervenção.

Analisando os critérios apresentados na literatura técnica verificamos que os mesmos são do tipo “Fixo”, ou seja, consideram uma seqüência de ações, de acordo com uma escala de valores de aquecimento pré-determinada em relação ao Aquecimento Corrigido ( AC ). Tais critérios não levam em consideração o tipo de componente inspecionado ( e sua máxima temperatura de operação ) ou a influência da temperatura ambiente.

Como exemplo, apresentamos abaixo o critério chamado “tradicional” ( foi o primeiro a ser adotado, em meados da década de 60), para componentes externos de alta tensão e o proposto pela norma norte-americana MIL-STB-2194(SH) Infrared Thermal Survey Procedure for Electrical Equipament.

Critério Tradicional (utilizado p/ alta tensão)

Aquecimento

Diagnóstico

30ºC <= Ac

Falha Iminente

20ºC <= Ac < 30ºC

Falha certa

10ºC <= Ac < 20ºC

Falha provável

Ac < 10ºC

Suspeita de falha

Norma norte-americana ( MIL - STB-2194 (SH))

Aquecimento

Diagnóstico

70ºC <= Ac

Falha Iminente

40ºC <= Ac < 70ºC

Falha certa

25ºC <= Ac < 40ºC

Falha provável

10ºC <= Ac < 25ºC

Suspeita de falha

Ac < 10ºC

Normal

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TERMOGRAFIA

Aplicações Industriais Sistemas Elétricos Critério Flexível de Classificação Critério Utilizado pela "AW SERVICE"

O critério Flexível de classificação de Aquecimentos Elétricos (CFCA) foi desenvolvido em 1982, após pesquisas em trabalhos

realizados por empresas norte-americana, inglesas e francesas. A principal vantagem desse critério é levar em consideração as características operacionais dos diversos componentes e as condições de temperatura ambiente no momento da medição.

Após obter-se Temperatura Corrigida ( Tc ) calcula-se o Aquecimento Corrigido ( Ac ), definido com a diferença entre

a Temperatura Corrigida ( Tc ) e a Temperatura Ambiente

( Ta ).

Ac = Tc - Ta

Onde:

Ac = Aquecimento Corrigido Tc = Temperatura Corrigida Ta = Temperatura Ambiente

A classificação dos aquecimentos corrigidos através de sua comparação com o Máximo Aquecimento Admissível ( MAA ).

Onde:

MAA = Máximo Aquecimento Admissível

MTA = Máxima Temperatura Admissível para o componente

Ta

= Temperatura Ambiente ou temperatura média local

Os valores de Máxima Temperatura Admissível ( MTA ) podem ser obtidos à partir das especificações técnicas dos componentes junto aos fabricantes. Caso não se saiba de antemão a MTA a ser considerada, recomenda-se a fixação de 90ºC como referência para conexões e componentes metálicos e de 70ºC para cabos isolados.

A seguir são apresentados alguns valores para a MTA baseados em normas ABNT, tabelas de fabricantes e referências da IEC ( International Electrical Commission ) .

ITEM

MTA (ºC )

Fios encapados ( depende da sua classe de isolação)

70 a 100

Régua de bornes

70

Conectores de alta tensão (= 500 v)

90

Cabos isolados até 15 KV

70

Conexões mediante parafusos

90

Conexões e barramentos de baixa tensão

90

Fusíveis (corpo)

100

Transformadores á óleo - ponto mais quente

80

Transformadores á óleo – óleo

65

Conexões de linha de transmissão aérea

115

Conexões recoberta de prata ou níquel

115

 

Classe de isolação 105°C

65

Classe de isolação 130°C

90

Transformadores á seco ponto mais aquecido

Classe de isolação 155°C

115

Classe de isolação 180°C

140

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TERMOGRAFIA

A partir dos dados acima pode-se classificar o aquecimento medido. O critério é chamado Flexível, porque estabelece uma graduação de criticidade que se entende desde a temperatura ambiente até a máxima temperatura admissível, como pode ser visto na tabela abaixo:

Critério Flexível de Classificação de Aquecimentos Elétricos

Comparação AC versus MAA

Diagnóstico

Classificação

1,2 MAA <= Ac

Falha iminente

Crítico

0,9 MAA <= Ac < 1,2 MAA

Falha certa

Intervenção Imediata

0,6 MAA <= Ac < 0,9 MAA

Falha provável

Intervenção Programada

0,3 MAA <= Ac < 0,6 MAA

Suspeita de falha

Observação

AC < 0,3 MAA

Normal

Normal

Onde :

MAA : Máximo Aquecimento Admissível

Ac

: Aquecimento Corrigido

Entende-se por intervenção não apenas a troca do componente, como também sua limpeza e/ou reaperto. A observação envolve a verificação periódica da evolução térmica de um componente que a prior não apresenta aquecimento que justifique uma ação sobre ele.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

As informações adicionais sobre as temperaturas e cargas, relacionadas nas folhas de inspeção são interpretada da seguinte forma:

1

- Temperatura do Componente

É

a temperatura máxima encontrada no momento da medição

4

- Temperatura Máxima Admissível

É

a temperatura máxima de operação do componente inspecionado, recomendado pelo fabricante

5

- Temperatura Ambiente

É

a temperatura ao redor do objeto inspecionado

5

- Temperatura Corrigida

É

o resultado da correção de temperatura para a condição de carga nominal do equipamento

6

- Carga Medida

É

a corrente em Ampéres medida no momento da inspeção

7

- Carga Nominal

É

a corrente em Ampéres nominal do equipamento inspecionado

8

- Emissividade

É uma medida da habilidade de um objeto absorver, transmitir e emitir energia infravermelha, esse número pode variar de 0,0 até 1,0.

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TERMOGRAFIA

ROTEIRO DE INSPEÇÕES

ITEM

ÁREAS

LOCALIZAÇÃO

OCORRÊNCIAS

1

MANUTENÇÃO

QDFL-REFEITÓRIO MOTORISTAS QF-EXPEDIÇÃO QDL-108 NE

 

2

EXPEDIÇÃO

3

DOCA - 104

4

FUMÓDROMO - 02

QDAB-02

5

ARMAZÉM - 1 D

QF-BOMBAS ESGOTO QDL-1D NE INFORMÁTICA QDL-2D NE EQUIPAMENTOS DE MÉDIA TENSÃO TRANSFORMADOR SIEMENS QGBT-N/E QF-BOMBAS QF-BOMBAS DE INCÊNDIO QF-VESTIÁRIO FEM. QF-VESTIÁRIO MASC QDF-PACKING CENTER QF-BOMBAS DE ESGOTO QDL-1C NE QDF DESCARACTERIZAÇÃO QDFL-PACKING QDFL-PACKING QFC-ETE P3 QF-EXAUSTORES QDL-115 NE QDL-107 NE QDL-106 NE QF-BOMBAS DE INCÊNDIO QC-BOMBAS DE INCÊNDIO QF-BOMBA DE RECALQUE QF-PRESSURIZAÇÃO QDL-105 NE QDL-114 NE QDL-103 NE QDL-102 NE

6

ARMAZÉM - 1 D

7

ARMAZÉM - 1 D

8

ARMAZÉM - 1 D

9

SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA - 1 D

10

SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA - 1 D

11

SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA - 1 D

1

12

CASA DE BOMBAS - 1 D

13

CASA DE BOMBAS - 1 D

14

VESTIÁRIO FEMININO - PACKING

15

VESTIÁRIO MASCULINO - PACKING

16

PACKING - CENTER

17

ARMAZÉM - 1 C

18

DESCARACTERIZAÇÃO

19

DESCARACTERIZAÇÃO

20

ESCRITÓRIO PACKING

21

ESCRITÓRIO PACKING

22

ETE - P3

1

23

DOCA - 030

24

DOCA - 029

25

DOCA - 029

26

DOCA - 024

27

CASA DE BOMBAS

Parado

28

CASA DE BOMBAS

Parado

29

CASA DE BOMBAS

Parado

30

CASA DE BOMBAS

Parado

31

DOCA - 018

2

32

DOCA - 013

1

33

DOCA - 008

1

34

MAQUILA

35

BAUKO

QE-EX-06

36

ENTRADA DO ARMAZÉM

QDL-101 NE QGBT-N/E QD-117 (QRT-BATERIAS) QFC-EXAUSTÃO EQUIPAMENTOS DE MÉDIA TENSÃO TRANSFORMADOR SIEMENS 1250 KVA

37

SALA DE GERADORES

1

38

SALA DE GERADORES

1

39

SALA DE GERADORES

40

SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA - 1 A

41

SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA - 1 A

42

SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA - 1 A

QE-VI-01

43

CABINE DE MEDIÇÃO

CELA DE MEDIÇÃO ''CPFL'' CELA DO DISJUNTOR GERAL ''ALSTON'' CELA DAS MUFLAS ''ARMAZÉM - 1 A'' CELA DAS MUFLAS ''ARMAZÉM - 1 D'' PAINEL DE COMANDO ''CABINE DE MEDIÇÃO 220 V'' QDL-110 NE

1

44

CABINE DE MEDIÇÃO

1

45

CABINE DE MEDIÇÃO

46

CABINE DE MEDIÇÃO

47

CABINE DE MEDIÇÃO

48

PORTARIA - P 2

1

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

ROTEIRO DE INSPEÇÕES

ITEM

ÁREAS

LOCALIZAÇÃO

OCORRÊNCIAS

49

ÁREA TÉCNICA - REFEITÓRIO

QF-111 N

 

50

ÁREA TÉCNICA - REFEITÓRIO

QF-CA.1/6

51

ÁREA TÉCNICA - REFEITÓRIO

QE-VI-02

52

COZINHA

QFC-COIFAS QUADRO DE ALIMENTAÇÃO ''NO BREAK''

53

ÁREA TÉCNICA - GESSY

54

ÁREA TÉCNICA - GESSY

QE-FX-03

1

55

ÁREA TÉCNICA - GESSY

QF-01-ESC.

56

ÁREA TÉCNICA - GESSY

QG-EE QDL-109 NE QDL-119 NE QF-AR COND.-118 N QDL-113 (CHUVEIRO) QDL-112 (REFEITÓRIO / COZINHA)

 

1

57

ÁREA TÉCNICA - GESSY

58

ÁREA TÉCNICA - GESSY

59

ÁREA TÉCNICA - GESSY

60

ÁREA TÉCNICA - SALA DE OPERAÇÕES

61

ÁREA TÉCNICA - SALA DE OPERAÇÕES

62

VESTIÁRIO MASCULINO

QE-EX-01

63

CORREDOR AMBULATÓRIO

QE-EX-02

64

CORREDOR AMBULATÓRIO

QE-EX-07

65

CUSTOMER

QEE2

66

CPD - GESSY

QEE-CPD2

67

CPD - EXEL

QEE-CPD1

68

ADM - EXEL

QEE1

69

ALMOXARIFADO - HIMES

QDL-112 NE QDL-114 NE QEE-ESCRITÓRIO QF - CHAVE GERAL QF - BOMBAS

 

70

TPM

71

TPM

72

ETE - P 1

73

ETE - P 1

1

 

TOTAL DE OCORRÊNCIAS EM:

01 / MARÇO / 2006

14

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

CERTIFICADO DE AFERIÇÃO

AW SERVICE LTDA T E R M O G R A F I A CERTIFICADO DE

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

CERTIFICADO DE AFERIÇÃO

AW SERVICE LTDA T E R M O G R A F I A CERTIFICADO DE

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA - 1D

LOCALIZAÇÃO :

QGBT - N/E

TERMOGRAMA N° :

1

COMPONENTE AQUECIDO :

DISJUNTOR ''QDL-1C.NE''

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

59,8 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

229,9 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

32,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

90,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

102,0 A

CARGA NOMINAL :

200,0 A

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

   

OBSERVAÇÃO, SUSPEITA DE FALHA

 
 

0,479310345

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO : CONEXÕES INTERNAS DO DISJUNTOR, FASES "VERDE'' E ''AMARELA''.

 
 

RECOMENDAÇÃO : EXAMINAR CONTATOS E CONEXÕES INTERNAS DO DISJUNTOR, LIMPAR E REAPERTAR.

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : ETE -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : ETE -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : ETE -

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

ETE - P 3

LOCALIZAÇÃO :

QFC - ETE-P3

TERMOGRAMA N° :

2

COMPONENTE AQUECIDO :

CONTATOR ''1C1'' / RELÉ TÉRMICO "1F7"

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

79,0 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

187,0 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

33,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

80,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

3,9 A

CARGA NOMINAL :

6,0 A

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

   

INTERVENÇÃO IMEDIATA, FALHA CERTA

 

0,978723404

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO :

CONEXÃO DE SAÍDA DO CONTATOR PARA O RELÉ TÉRMICO, NAS TRÊS FASES.

 

RECOMENDAÇÃO :

LIMPAR E REAPERTAR AS CONEXÕES.

 

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

DOCA - 018

LOCALIZAÇÃO :

QDL - 105.NE

TERMOGRAMA N° :

3

COMPONENTE AQUECIDO :

DISJUNTOR "GERAL BARRAMENTO-B"

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

64,0 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

433,7 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

31,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

70,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

24,2 A

CARGA NOMINAL :

63,0 A

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

 

INTERVENÇÃO PROGRAMADA, FALHA PROVÁVEL

 

0,846153846

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO :

TERMINAL DE ENTRADA DO DISJUNTOR, FASE ''AZUL''

 
 

RECOMENDAÇÃO : SUBSTITUIR O DISJUNTOR E O TERMINAL DO CABO DE ENTRADA.

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

DOCA - 018

LOCALIZAÇÃO :

QDL - 105.NE

TERMOGRAMA N° :

4

COMPONENTE AQUECIDO :

BORNEIRA

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

60,0 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

524,2 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

31,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

70,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

10,2 A

CARGA NOMINAL :

30,0 A

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

 

INTERVENÇÃO PROGRAMADA, FALHA PROVÁVEL

 

0,743589744

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO :

TERMINAIS DOS CABOS DE SAÍDA DA BORNEIRA, ''S-2'' e ''T-2''.

 
 

RECOMENDAÇÃO : SUBSTITUIR OS TERMINAIS DOS CABOS, LIMPAR E REAPERTAR CONEXÕES.

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

DOCA - 013

LOCALIZAÇÃO :

QDL - 104.NE

TERMOGRAMA N° :

5

COMPONENTE AQUECIDO :

DISJUNTOR "GERAL BARRAMENTO-B"

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

66,5 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

267,7 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

30,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

70,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

31,4 A

CARGA NOMINAL :

63,0 A

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

   

INTERVENÇÃO IMEDIATA, FALHA CERTA

 

0,9125

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO :

TERMINAL DE ENTRADA DO DISJUNTOR, FASE ''AZUL''

 
 

RECOMENDAÇÃO :

SUBSTITUIR O DISJUNTOR E O TERMINAL DO CABO DE ENTRADA.

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : DOCA -

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

DOCA - 008

LOCALIZAÇÃO :

QDL - 103.NE

TERMOGRAMA N° :

6

COMPONENTE AQUECIDO :

DISJUNTOR "GERAL BARRAMENTO-A"

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

87,0 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

0,0 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

30,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

70,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

CARGA NOMINAL :

32,0 A

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

   

CRÍTICO, FALHA IMINENTE

 
 

1,425

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO :

TERMINAL DO CABO DE SAÍDA DO DISJUNTOR , FASE ''T''

 

Nota: Esta conexão está critica, gerando faíscas ao se tocar no cabo indicado.

 
 

RECOMENDAÇÃO : SUBSTITUIR O TERMINAL DO CABO DE SAÍDA, EXAMINAR OS TERMINAIS DE SAÍDA DO

 

DISJUNTOR, SUBSTITUIR O DISJUNTOR SE NECESSÁRIO.

 

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : PORTARIA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : PORTARIA -
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : PORTARIA -

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

PORTARIA - P 2

LOCALIZAÇÃO :

QDL - 110.NE

TERMOGRAMA N° :

7

COMPONENTE AQUECIDO :

DISJUNTOR ''10.1-ILUMINAÇÃO''

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

89,0 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

356,0 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

25,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

80,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

16,0 A

CARGA NOMINAL :

32,0 A

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

   

INTERVENÇÃO IMEDIATA, FALHA CERTA

 
 

1,163636364

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO :

CONEXÃO DO BARRAMENTO DE ENTRADA NO DISJUNTOR, FASE ''T''.

 

Nota: Esta conexão está critica, gerando faíscas ao se tocar no terminal do

disjuntor.

 
 

RECOMENDAÇÃO : EXAMINAR O BARRAMENTO DE ENTRADA E OS TERMINAIS DO DISJUNTOR, SUBSTITUIR

 

O CONJUNTO CASO NECESSÁRIO, LIMPAR E REAPERTAR DEMAIS CONEXÕES, MELHORAR

A ORGANIZAÇÃO INTERNA DA FIAÇÃO DO PAINEL.

 

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : CABINE DE
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : CABINE DE
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : CABINE DE

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :

LOUVEIRA - SP

ÁREA :

CABINE DE MEDIÇÃO

LOCALIZAÇÃO :

CELA DE MEDIÇÃO ''CPFL''

TERMOGRAMA N° :

8

COMPONENTE AQUECIDO :

TRANSFORMADORES DE CORRENTE

DATA :

1/3/2006

colar aqui colar aqui
colar aqui
colar aqui
 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

TEMPERATURA COMPONENTE :

55,0 °C

TEMPERATURA CORRIGIDA :

0,0 °C

TEMPERATURA AMBIENTE :

30,0 °C

TEMPERATURA MÁXIMA ADMIS. :

90,0 °C

 

CARGA MEDIDA :

CARGA NOMINAL :

 

VELOCIDADE DO VENTO :

0,0 m/s

DISTÂNCIA DO OBJETO :

1,0 m

 

EMISSIVIDADE :

.80

CLASSIFICAÇÃO DO PROBLEMA :

   

OBSERVAÇÃO, SUSPEITA DE FALHA

 

0,416666667

LOCALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO :

CORPO DO TRANSFORMADOR DE CORRENTE, FASES ''AMARELA'' E ''VERDE''.

 

RECOMENDAÇÃO : COMUNICAR O FATO PARA A ''CPFL'', EXECUTAR TESTES ELÉTRICOS, SUBSTITUIR OS

 

TRANSFORMADORES.

 

Manutenção realizada por:

Observações:

 

Data :

/

/

 

AW SERVICE LTDA - São Paulo - SP - Fone: 11 3655.4854 - Fax: 11 3605.3078

AW SERVICE LTDA

TERMOGRAFIA

EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : CABINE DE
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : CABINE DE
EMPRESA : EXEL DO BRASIL UNIDADE FABRIL : LOUVEIRA - SP ÁREA : CABINE DE

EMPRESA :

EXEL DO BRASIL

UNIDADE FABRIL :