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Dia 04 de agosto

DIREITO AMBIENTAL
Surgimento do Direito Ambiental
O Meio ambiente só recebeu a atenção mundial a partir do século passado, no Brasil na década de 80, com a
Lei 6938/81 (até hoje a mais importante em termos de proteção ambiental). Proteção ambiental tem se iniciado
atualmente, através de “pressão política”.

Aspectos dos três elementos que colaboraram para a degradação ambiental no decorrer do tempo:
1- Religião (católica): visão antropocêntrica. O homem como centro do universo. Pensava-se que o meio
ambiente era voltado para o uso exclusivo do homem.. Hoje a visão é biocentrista, ou seja, o meio
ambiente é o mais importante, tratando-se da coletividade e não de uso exclusivo do homem.
2- Regime capitalista: degradação ambiental em prol de acumulação de riquezas e bens de capital
3- População: cada vez maior o número populacional no planeta, principalmente, em decorrência de
avanços na ciência e expectativa de vida humana estar aumentando (saneamento básico, queimadas,
lixo, etc)
Definição de Meio Ambiente: é o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física,
química e biológica que permite a briga e rege a vida em todas as suas formas (lei 6938/81).

 Órgãos Regulamentadores do meio ambiente


 Sistemas Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA): Conjunto de órgãos, entidades, regras e
práticas da União, dos Estados, dos Municípios e de fundações instituídas pelo poder público.
 Conselho Nacional do Meio ambiente (CONAMA): Principal órgão de licenciamento
ambiental.
 Ministério do Meio Ambiente
 Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)
A competência para a proteção ambiental é comum as três esferas de poder (União, Estado, Município). A
Competência concorrente, entretanto na prática isso não ocorre.
 Principais Legislações de Tutelam o Meio Ambiente
 Lei 6938/81 – Política Nacional do Meio Ambiente; Lei7347/85 – Lei de Ação Civil Pública;
Art. 225 da CF; Lei 9605/98 – Lei de Crimes Ambientais; Lei 9433/97 – Política Nacional de
Recursos Hídricos; Lei 12.651/12 – Código Florestal

 Padrões Ambientais (art. 9º da Lei 6398/81). São os padrões de qualidade do ar, da água e da emissão
de sons.

 O CONAMA criou alguns órgãos que possuem essa competência. O CONAMA criou o
Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (PRONCOVE). Programa
de Controle de Qualidade do Ar (PRONAR): Essa tabela de qualidade do ar está disposta na
resolução do CONAMA nº 003/90.
O monitoramento da qualidade do ar é atribuição dos Estados, especificamente pelo Instituto Nacional
de Meteorologia, Normatização e Informatização Social (INMETRO), na sua fata o IBAMA responde.

 Água, competência do CONAMA resolução nº 20/86, aprovadas pelo INMETRO.


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 Emissão de Ruídos, competência do CONAMA. Resolução nº 001/90, fixados pela Associação


Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

 Selos de Qualidade Ambiental


 International Sdandartization Organization (ISO), com sede na Suíça e no Brasil quem
representa a ISO é a ABNT.
 Selos Verdes: instrumento necessário para elevar a qualidade dos produtos e serviços das
empresas em 01 país voltados para o meio ambiente. No Brasil, há a Lei 5066/73 que criou
alguns órgãos com essa função. O primeiro é o Sistema Nacional e Meteorologia e Qualidade
Industrial (SINMETRO). Conselho Nacional de Meteorologia e Qualidade (CONSMETRO).
E, por último o INMETRO.
 Internacional: ISSO e IEC
 Regional: Mercosul, Cen: Europa, COPANTE: Américas
 Nacional: ABNT: Brasil, AFNOR: França, ANSI: EUA, DIN: Alemanha, VISC: Japão, CAS: China

RESPONSABILIDADE CIVIL E ADMINISTRATIVA AO DANO AMBIENTAL


A responsabilidade civil e administrativa é SEMPRE objetiva. Só o nexo causal e o dano:

 Teoria do risco integral:


Todo aquele que utiliza de meios ambientais que ocasionam risco tem que arcar com os mesmos

 Teoria do risco administrativo:


Pessoa Jurídica de Direito Público. Além do nexo causal e o dano, deve estar configurado a omissão. Não se
pode falar sobre Responsabilidade Civil Ambiental, que se sabe é objetiva (nexo causal e dano), sem antes
refletir a respeito do princípio de direito ambiental do poluidor pagador, que impõe a responsabilidade civil
aos danos ambientais os seguintes aspectos: a) A responsabilidade civil objetiva, disposta no art. 14, §1º da
Lei 6938/81; b)Prioridade da reparação específica do dano ambiental; c) solidariedade para suportar os danos
causados ao meio ambiente.
Dia 05 de agosto
A responsabilidade objetiva, baseia-se na teoria do risco integral, na qual o agente que, por intermédio de sua
conduta, criou o risco de produzir dano, tem o dever de repará-lo, mesmo que não haja a presença de culpa.
(Art. 37 §6 da CF, CDC e art.927 do CC).

 Nexo causal e dano – pessoa jurídica de direito privado e pessoa física. Nessa responsabilidade objetiva
não entra caso fortuito e nem força maior. A teoria do risco integral é extremista

Para o Estado se aplica a teoria do risco administrativo – Por essa teoria o Estado não será imputado pelas
seguintes exclusões:

Pela atividade de terceiros


Pela própria vitima ou
Força maior ou caso fortuito

AS FORMAS DE REPARAÇAO DO DANO AMBIENTAL


A reparação deve ser sempre integral (Principio da plena reparação do dano ambiental)
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Reparação visa o interesse publico violado – Direito difuso


Vigora o principio da ampla indenização

Não se aprecia subjetivamente a conduta do poluidor, mas a ocorrência do resultado prejudicial ao homem e
seu ambiente. Aspecto objetivo
A atividade poluidor, na realidade, acaba sendo apropriação dos direitos de outrem
Importante aspecto é fazer cessar a causa da poluição e não somente a indenização ocorrida

FORMAS DE REPARAÇAO
1- RESTAURAÇAO IN NATURA OU NATURAL QUE É A REPARAÇÃO ESPECIFICA
2- COMPENSAÇÃO
3- INDENIZAÇÃO
Podem ser aplicadas cumulativamente

REPARAÇÃO ESPECÍFICA
Trata-se da melhor forma de reparação ambiental
Consiste em restituir, dentro do possível, o estado anterior do meio ambiente a conduta danosa.
Um dos mecanismos é a lei da ação civil publica art. 3 da lei 7347/85 (prevê a reparação especifica e
compensação)

A reparação especifica é imperativa, só devendo ser substituída por outras formas se houver
fundamento aceitável, ou seja, a impossibilidade técnica de restauração ou sua absoluta inviabilidade (é
quando o dano foi auferido após algum tempo e já foi feito alguma coisa).

COMPENSAÇAO
Adoção alternativa da reparação especifica
A compensação depende de alguns requisitos:

1- Ser absolutamente necessária,


2- Não ser possível a reparação especifica
3- Constituir numa medida de equivalente importância ecológica (plantar árvores em outro local por
exemplo)
4- Que a medida seja adotada dentro do mesmo ecossistema onde ocorreu o dano ambiental (dentro da
mesma micro bacia)
5- Que sejam observados critérios técnicos
6- Que haja ciência por parte dos órgãos públicos
7- Que os órgãos públicos autorizem previamente as medidas

INDENIZAÇÃO
Forma clássica de reparação. Compensação financeira.
Também contemplado na lei 7347/85 no artigo 3
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Os valores da indenização devem ser destinados aos fundos especiais para a reparação dos danos com a
participação do MP e representantes da comunidade. A indenização é o pior meio de reparar o dano ambiental.
A indenização so deve ser utilizada em ultimo caso.
Dia 11 de agosto

DIFICULDADE DE VALORAÇAO DO DANO AMBIENTAL


O Direito ao meio ambiente ecológica mente equilibrado esta ligado a um direito fundamental de todos
(dignidade da pessoa humana) e se reporta a qualidade de vida que se configura como valor imaterial da
coletividade.

A dificuldade encontrada hoje na doutrina é a questão do dano sofrido pela coletividade no sentido de
dano ao meio ambiente e dano moral. A dificuldade de se reparar e se apurar o quantum debeatur referente a
lesão moral (extrapatrimonial).

Configurado o dano extrapatrimonial, este devera ser reparado, entretanto as pessoas que sofreram os
danos não serão ressarcidas provavelmente dos danos subjetivos, ou seja, danos morais.

Há Inexistência, no ordenamento jurídico de normas legais que versem sobre as formas especificas de
reparação do dano extrapatrimonial, individual ou coletivo.
A doutrina uma solução provisória para o impasse (artigos 944 ao 946 do CC).

Quando não há como aferir o dano causado deve o julgador utilizar-se, observadas as circunstancias
do caso concreto, do arbitramento (quando o ordenamento é omisso o juiz usa o arbitramento)

Compete ao poder judiciário efetivar o disposto na CF/88 e na legislação ordinária acerca do dano
extrapatrimonial ambiental.

ANALISE DO ARTIGO 225 DA CF/1988


Artigo 225 – (analise)
Ecologicamente equilibrado para todos significa incluir nacionais e estrangeiros residentes em nosso pais,
consoante com o artigo 5 da CF.

A expressão meio ambiente ecologicamente equilibrado versus desenvolvimento econômico (artigo170 inciso
VI da CF) trazem conciliar a problemática de conciliar um e outro, em que devera achar o meio termo em
suas aplicações em que um ira ate um ponto e a partir dai terá de ceder espaço a outro, através de um
planejamento continuo. Resumindo – deve se conciliar a Tutela do meio ambiente / desenvolvimento
sustentável .
A qualidade de vida esta implícita no artigo 5 da CF, pois se trata de um direito fundamental, de interesse
difuso, a ser alcançado pelo poder publico e pela coletividade e protegido e usufruído por todos, portanto todos
os cidadãos tem o direito e o dever de preservar os recursos naturais por meio de instrumentos colocados a
disposição pela CF e legislação infraconstitucional. Ex... MS, ACP.

Parágrafo do artigo 225


Verifica-se aqui que a CF incumbiu ao poder publico as tarefas abaixo elencadas. Tal regra deve ser combinada
com os deveres comuns fixados no artigo 23 inciso III, VI e VII da CF. Assim União, Estado, DF e municípios
devem realizar as tarefas descritas do § 1 (competência concorrente).
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O artigo 225§ 1, arrola as medidas e providencias que incumbem ao poder publico tomar para assegurar a
efetividade do direito reconhecido no caput, que são :

 Impedir práticas que coloquem em risco sua função ecológica;


 Provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade;
 Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado.
Como, por exemplo, o uso de animais silvestres (animais da nossa fauna) em comerciais de televisão ou
outdoor em lugares diferentes de seu habitat natural, isso fere o regramento constitucional com previsão
especifica infraconstitucional pois não contribui para a tutela do meio ambiente.

Inciso I (analise) – Conforme Jose Afonso da silva processos ecológicos essenciais são aqueles governados,
sustentados ou intensamente afetados pelos ecossistemas sendo indispensáveis a produção de alimentos, a
saúde e a outros aspectos da sobrevivência humana e do desenvolvimento sustentável.

Prover o manejo ecológico das espécies é um planejamento quanto as espécies da fauna e flora ameaçadas de
extinção, como por exemplo, transferindo-as de um local para o outro evitando sua extinção em determinado
ecossistema.
Inciso II (analise)

Diversidade ecológica ou biodiversidade é a variabilidade de organismos vivos de todas as origens,


compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os
complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre
espécies e de ecossistemas ( artigo 2 inciso III da lei 9985/2000).
Patrimônio genético, compreende todos os seres vivos habitantes da terra.
O inciso II foi regulamentado pela lei 8974/95, estabelecendo sobre técnicas de engenharia genética e da
liberação no meio ambiente de organismos geneticamente modificados autorizando o PODER
EXECUTIVO , a criar no âmbito da presidência da republica, a comissão técnica nacional de biossegurança.
Dia 12 de agosto

INCISO III (análise ) ... Esse inciso foi regulamentado pela lei 9985/2000 que instituiu o sistema nacional de
unidade de conservação da natureza. Os espaços territoriais ou microssistemas são denominados unidades de
conservação, são legalmente instituídos limites de conservação com determinados objetivos.

INCISO IV (análise) ... Se refere especificamente as licenças ambientais que serão estudadas ao longo do
curso.

INCISO V (analise)... Controlar a produção e comercialização é exercer uma fiscalização efetiva dos recursos
extraídos a natureza ate sua transformação em matéria prima para outras industrias ou para o consumo final.
Esse tipo de controle é feito por meio de auditorias, de modo preventivo.

Esse inciso encontra-se disciplinado pela lei 7802/89, que trata dos agrotóxicos, e pela lei 8974/95 que trata
da engenharia genética.

INCISO VI (analise)... Educação ambiental é entendido como as atitudes e valores sociais, culturais que
contribuem para a conservação da natureza que alguns os denominam de desenvolvimento sustentável. A lei
que institui a obrigatoriedade de educação ambiental em todos os níveis de ensino é a lei 9795/99 politica
nacional de educação ambiental
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INCISO VII (analise)... Legislação de proteção da fauna e flora ... Decreto lei 221 de 1967 (código de
pesca)... Lei 12651 /2012(código florestal)... lei 5197/67 (código de caça)...lei 9605/98 (crimes contra o meio
ambiente).
§2 – (analise) ... A exploração de minérios é executada pela pesquisa, lavra ou extração.

 Pesquisa é o ato ou efeito de investigar a jazida sob o ponto de vista econômico.


 Lavra é o ato de explorar a jazida industrialmente
 Extração é o ato de tira para fora os recursos minerais.
Esta regulamentado pelo decreto 227/67 (código de mineração)
§3 (analise)... Diz sobre a responsabilidade civil e administrativa objetiva do dano ambiental.
§4 (analise)... Com relação a tutela regulamentado pela lei 6938/81, 6902/81 e 7661/88

§5 (analise)... Terras devolutas são aquelas pertencentes ao poder publico não possuindo titulação, sendo
indisponíveis se houver proteção dos ecossistemas no seu interior, da mesma forma que as arrecadadas por
ações discriminatórias ( desapropriação)
§6 (analise) ... Tendo sido regulamentado pelas leis 6453/77... lei 4118/62...Decreto lei 1809/80... Decreto lei
2210/97 ... Decreto 8973/80... Decreto 9606/85.
Dia 18 de agosto

DIFERENÇA ENTRE PREVENÇAO E PRECAUÇAO


São dois princípios que norteiam as questões ambiental

O principio da prevenção visa prevenir danos quando as consequências da realização de determinado ato são
conhecidas (perigo concreto).
Ex... se cortar um barranco terá certeza absoluta que a terra ira cair caso não seja feito arrimo.

Já o principio da precaução é utilizado quando não se conhece, ao certo, quais as consequências do ato
determinado. Ou seja, ele é imperativo quando a falta de certeza cientifica absoluta persiste. Esta falta de
certeza não pode ser escusa para a não adoção de medidas eficazes a fim de impedir a degradação. (prudência
e cautela, diante do risco ou perigo desconhecido)...
Exemplo. O raio pois não se sabe onde ele ira cair em local determinado.

URBANISMO E MEIO AMBIENTE – LEI DE USO E OCUPAÇAO DO SOLO (6766/79)


Para a instituição de zona urbana a que ser editada lei municipal.
A ocupação e o uso do solo urbano tem suas diretrizes gerais traçadas pela lei 6766/79.
O parcelamento do solo urbano poderá ser feito mediante loteamento ou desmembramento

1- Loteamento é o meio de urbanização (sempre tem ocupação urbana)...Ex...praça, escola


2- Desmembramento repartição de gleba (terra , porção de terra, sem atos de urbanização) (nem
sempre tem ocupação urbana)

O parcelamento do solo terá de obedecer as condições topográficas e ecológicas mínimas estabelecidas na


lei, com vista a impedir o loteamento em terrenos baixos, alagadiços, e sujeitos a inundações, em aterros mal
executados e sem observância das providencias sanitárias e urbanísticas indispensáveis.
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Vedado esta o parcelamento do solo em áreas de preservação ecológica ou naquelas onde a poluição impeça
as condições sanitárias suportáveis até sua correção.

Antes de aprovar o loteamento deverão ser levantados os padrões de qualidade e poluição do ar,
estabelecidos em normas federais, estaduais ou municipais, evitando-se prejuízos futuros para os
adquirentes dos lotes.

Cabe aos Estados definir , por decreto, as áreas de proteção especial, tais como as de proteção aos
mananciais ou ao patrimônio cultural, histórico, paisagístico e arqueológico.

A aprovação pelos municípios, de loteamento e desmembramento destas áreas dependera de exame e


anuência previa dos Estados.

O código nacional de saúde prevê a intervenção da autoridade sanitária para a aprovação de projetos de
loteamentos, mesmo em áreas comuns.

A área loteada terá de ser dotadas de equipamentos urbanos (abastecimento de agua, serviços de esgoto,
energia elétrica, pavimentação e rede de telefone) e comunitários ( educação, saúde, lazer, e similares).

A área mínima para cada lote terá de ser de 125 metros quadrados com frente mínima de 5 metros.

Dia 19 de agosto

Observação : a edificação de conjuntos habitacionais destinados a famílias de baixa renda por programas no
setor publico, poderá ter tais requisitos mínimos reduzidos.

Áreas destinadas ao sistema de circulação, a implantação de equipamento urbano, comunitário, espaços livres
de uso publico (escolas, posto de saúde) terão de ser reservados 35% de gleba, excetuando somente uma
hipótese dos loteamentos destinados ao uso industrial, com lotes de no mínimo, 15 mil metros quadrados,
deixando a livre escolha do município (opcional de 0 a 35%) o percentual a ser estabelecido (por lei).

Todas as alterações de uso no solo rural para fins urbanos dependerão de previa autorização do instituto
nacional de colonização nacional e reforma agraria (INCRA), além das demais autorizações exigíveis e
aprovação da prefeitura.

Os crimes da parcelamento do solo urbano estão previstos nos artigos 50 a 52 da lei 6766 /79.

A existência de uma ordem urbanística constitucional tem os seguintes princípios sua afirmação:

a- Principio da função social, ambiental da propriedade ;


b- Obrigatoriedade de planejamento;
c- Justa distribuição do ônus (ex. o IPTU de uma área nobre é superior ao IPTU de uma periferia).

A constituição não enuncia princípios do direito urbanístico, mas traz alguns instrumentos, são eles:

1- Plano diretor ( todo município tem que ter plano diretor)


2- Desapropriações;
3- O parcelamento e a edificação compulsória do solo urbano
4- IPTU progressivo no tempo
5- Usucapião especial.
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Dia 26 de agosto

ZONEAMENTO AMBIENTAL

O zoneamento ambiental é um dos instrumentos da PNA (política nacional do meio ambiente - Lei 6938/81/).
Pode ser urbano, ambiental ou industrial. O zoneamento urbano consiste no ordenamento de uso e ocupação
do solo por um conjunto de normas legais (Plano diretor do município), que regulam as edificações.

 Urbano – lei 6766/79


Esta atividade visa separar as atividades poluidoras ou incômodas de outras áreas, ora proibindo a sua
instalação, ora estabelecendo regras para a sua implantação e exercício, bem como os níveis máximos de
poluição em cada área (aferição feita pelo PROCOVI).
A matéria é regida pela lei 6803/80, que classifica as zonas em:

1- Zona de uso estritamente industrial


2- Zona de uso predominantemente industrial e
3- Zona de uso diversificado.

A aprovação da delimitação, classificação e implantação dessas zonas é de competência dos Estados


(governos estaduais) assim como a sua fiscalização. O zoneamento ambiental consiste em instituir zonas de
preservação destinadas à melhoria ou recuperação da qualidade ambiental.
Foi instituído pela lei 6938/81, artigo 9, inciso II, e pela CF, artigo 225, §1 inciso III.
Seu objetivo é a criação de áreas especiais para proteger o meio ambiente. O sistema nacional de
unidade de conservação (SNUC), foi criado pela Lei 9875/00, que estabelece normas para criação,
implantação e a gestão das unidades de conservação.
A lei define unidade de conservação como o espaço territorial e seus recursos ambientais incluindo as
águas jurisdicionais com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo poder público, como
objetivo de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias
adequadas de proteção.
Uma unidade de conservação pode ser de uso direto e indireto:
 De uso direto – é aquele que envolve coleta e uso comercial ou não, dos recursos naturais
 De uso indireto: é aquele que não envolve consumo, coleta, dano ou destruição dos recursos
naturais.
O SNUC (sistema nacional de unidade de conservação) é constituído por áreas federais, estaduais e
municipais e podem ser unidades de proteção integral ou unidades de uso sustentável. Devem ser cadastradas
pela Ministério do meio ambiente e recursos naturais renováveis.
Grupo das unidades de proteção integral: (são de uso indireto )
1- Estação ecológica
2- Reserva biológica
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4- Monumento natural
5- Refugio de vida silvestre

(para efeitos legais são consideradas zona rural)

Grupo das unidades de uso sustentável: (são de uso direto)

1- Áreas de proteção ambiental


2- Área de relevante interesse ecológico
3- Floresta nacional
4- Reserva extrativista
5- Reserva da fauna
6- Reserva de desenvolvimento sustentável
7- Reserva particular do patrimônio natural

As unidades de conservação podem ser geridas por organizações da sociedade civil de interesse publico com
objetivos afins aos da unidade, mediante instrumento a ser firmado com o órgão responsável pela gestão.

MATERIA PARA SEGUNDA ETAPA

LICENCIAMENTO AMBIENTAL E ESTUDO PRÉVIO DE IMPACTO AMBIENTAL

Licenciamento ambiental é o complexo de etapas que compõem o processo administrativo, o qual


objetiva a concessão de licença ambiental.

O artigo, inciso I e II da resolução Conama 237/97 definiu o licenciamento ambiental.

O licenciamento ambiental é dividido em três etapas:

1- Licença prévia (LP);


2- Licença de instalação (LI);
3- Licença de operação (LO).

Durante essas fases será elaborado o estudo prévio de impacto ambiental (EIA) e o seu respectivo
relatório de impacto ambiental (RIMA).

O estudo de impacto ambiental é plenamente técnico/linguagem rebuscada de difícil compreensão.


Já o relatório de impacto de meio ambiente deve ter uma linguagem acessível para que o sujeito
mediano entenda o que está dizendo.

Como determina o artigo 9 inciso IV da PNNA, o licenciamento ambiental é um instrumento de caráter


preventivo de tutela do meio ambiente.

É possível a outorga de licença ambiental ainda que o estudo prévio de impacto ambiental seja
desfavorável (artigo 170 inciso V e 225 da CF, ao aludirem a existência do desenvolvimento sustentável,
a fim de permitir um equilíbrio entre a proteção ao meio ambiente e a livre concorrência, norteadores
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do desenvolvimento econômico). Mesmo que o relatório do impacto do ambiente seja desfavorável, pode
ser concedido as respectivas licenças (do EIA/RIMA), pois o Estado visa o bem comum.
O EIA/RIMA nem sempre é obrigatório, porque a CF condiciona a existência desse instrumento às obras
e atividades potencialmente causadoras de significativa degradação ambiental (artigo 225, §1º, Inciso IV da
CF).

A existência de um EIA (Estudo do Impacto Ambiental)/RIMA (Relatório de Impacto Ambiental)


favorável condiciona a autoridade a outorga da licença ambiental. Temos nessa hipótese o único caso
de uma licença ambiental vinculada.
Sendo a EIA/RIMA favorável, não tem como o órgão público negar a expedição da licença. É o único
caso de outorga vinculada.

Se a defesa do meio ambiente é limitadora da livre iniciativa (artigo 170 inciso VI da CF e


inexistem danos a ele, não haverá razão para que o empreendimento não seja desenvolvido).
Se o EIA/RIMA mostra-se desfavorável, totalmente ou em parte, caberá a administração,
segundo critério de conveniência e oportunidade, avaliar a concessão ou não do licenciamento
ambiental.
Pode ser puramente uma decisão beneficiando um grupo econômico ou político. Se a sociedade não
participar corre o risco de ser prejudicada.
 Observação: nesses casos, na verdade, se leva em consideração questão econômica e
política.
A concessão deverá ser fundamentada, atacando cada um dos pontos que se mostraram
impactantes ao meio ambiente.

ETAPAS DO LICENCIAMENTO

O licenciamento ambiental é feito em três etapas distintas:

a) Outorga da licença prévia;


b) Outorga da licença de instalação;
c) Outorga da licença de operação.
Ressaltando-se que entre uma etapa e outra se podem fazer necessário o EIA/RIMA e audiência pública.

LICENÇA PRÉVIA
A licença previa vem enunciada no artigo 8 inciso I da resolução 237/97 do Conama como aquela
concedida na fase preliminar do planejamento da atividade ou empreendimento, aprovando sua localização e
concepção, atestando a viabilidade ambiental estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem
atendidos na próximas fases de implementação.
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O CONAMA irá observar todo os pontos e elencar uma série de requisitos que deverá ser obedecido para
passar para próxima fase. Ex: construção: proibido janela na divisa; 3 metros de recuo de frente. Se eu não
cumpro, meu estabelecimento não pode prosseguir.

 Observação: a licença prévia tem prazo de validade de até 05 anos, conforme artigo 18, inciso
I da mesma resolução. Se não cumprir o prazo tem que começar do zero.

LICENÇA DE INSTALAÇÃO

A licença de instalação obrigatoriamente precedida pela licença prévia é aquela que autoriza a
instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos, programas
e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes, do qual constitui
motivo determinante conforme artigo 8 inciso II da mesma resolução.

 Observação: a licença de instalação concede o prazo de até 06 anos para instalar os


equipamentos a partir da concessão da licença conforme artigo 18 inciso II da mesma resolução . Se não
realizar a instalação no prazo começa do zero tendo que solicitar nova licença previa.

LICENÇA DE OPERAÇAO
A licença de operação também chamada de licença de funcionamento sucede a de instalação e tem por
finalidade autorizar a operação da atividade ou do empreendimento, após a verificação do efetivo
cumprimento do que consta nas licenças anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes
determinados para operação (artigo 8, inciso III) da mesma resolução.
 Observação: Essa licença não tem prazo mas terá fiscalização de tempos em tempos para
verificar se estão sendo cumpridos os padrões determinados.

ESTUDO PRÉVIO DE IMPACTO AMBIENTAL

A sua essência é preventiva e pode compor uma das etapas do licenciamento ambiental.
A resolução do Conama 1/86 tratou do tema, exemplificando situações em que o EIA se faz
necessário, tornando-o obrigatório nas hipóteses descritas no artigo 2 da resolução, por considerá-las
significativamente impactantes ao meio ambiente. A resolução 01/86 traz, em seu artigo 5º, as diretrizes gerais
do EIA. O conteúdo mínimo a ser desenvolvido pelo EIA/RIMA está no artigo 6 da resolução e o artigo 8 diz
que o proponente do projeto deve arcar com as custas do EIA/RIMA.
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RIMA – RELATORIO DE IMPACTO AMBIENTA

A existência de um relatório de impacto ambiental tem por finalidade tornar compreensível para o
publico o conteúdo do EIA, porquanto este é elaborado segundo critérios técnicos.

Assim, em respeito ao principio da informação ambiental, o RIMA deve ser claro e acessível,
retratando fielmente o conteúdo do estudo, de modo compreensível e menos técnico.

A CF tratou de forma expressa o estudo prévio do impacto ambiental no seu artigo 225, § 1, inciso IV.
Infelizmente a CF passou a admitir a existência de atividades impactantes que nao se sujeitam ao EIA/RIMA,
porquanto o estudo somente será destinado a aquelas atividades ou obras potencialmente causadoras de
significativa degradação do meio ambiente. É um conceito jurídico indeterminado, dificultando a tarefa do
operador da norma. A Constituição estabeleceu uma presunção de que toda obra ou atividade é
significativamente impactante ao meio ambiente, cabendo, aquele que possui o projeto demonstrar o contrário,
não se sujeitando, desta feita, a incidência e execução do EIA/RIMA.

A lei que se refere o texto constitucional é a lei 6938/81, que, por sua vez, cria o conselho nacional do
meio ambiente – CONAMA e no artigo 8 inciso II determina ser competência deste, quando julgar necessário,
a realização dos estudos das alternativas e das possíveis consequências ambientais de projetos públicos ou
privados.

EQUIPE MULTIDISCIPLINAR
O EIA/RIMA deve ser realizado por uma equipe técnica multidisciplinar que contara com profissionais
das mais diferentes áreas, como geólogos, físicos, biólogos, entre outros, que avaliarão os impactos ambientais
positivos e negativos do empreendimento pretendido (artigo 11 da resolução 237/97 do CONAMA).

Deve se ressaltar que a sistemática da responsabilidade objetiva, como norteadora para averiguação do
dever de reparar os danos ambientais, exige de todos os envolvidos, em especial a equipe multidisciplinar, um
trabalho imparcial.

RAIAS -RELATORIO DE AUSENCIA DE IMPACTO AMBIENTAL


A CF estabeleceu a presunção de que toda atividade é causadora de impactação ao meio ambiente, de
forma a caber ao proponente do projeto, dentro do início do procedimento de licenciamento, trazer o RAIAS
a apreciação do órgão público licenciador (CONAMA).

O RAIAS deverá conter informações de técnicos habilitados que justifiquem a desobrigação de se fazer
o estudo prévio de impacto ambiental. Assim, de certa forma concisa, o RAIAS deverá possuir o conteúdo
mínimo do EIA, traçado pela resolução do CONAMA.

RESPONSABILIDADE CIVIL
Se não houver o EIA/RIMA estando o órgão público convencido do RAIAS: o poder público será
responsável na medida em que existe nexo causal entre seu ato e o dano ocorrido, isto é, ele concorreu
para a pratica do resultado danoso.
OBS: O proponente apresenta o RAIAS demonstrando que não vai haver a impactação ao meio ambiente. O
poder público convencido, concede a licença prévia, com base nesse RAIAS. Se houver posteriormente
impactação a responsabilidade do poder pública será objetiva, ou seja, responderá na medida em que existe
nexo causal entre seu ato e o dano ocorrido, ou ainda, que dizer que ele concorreu para a prática do resultado.
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Se houve o EIA/RIMA, e este foi favorável totalmente, tendo sido concedida a licença, inexiste a
responsabilidade do Estado, pois a licença neste caso tratou-se de mero ato vinculado.

 Observação: se o EIA/RIMA for dado como favorável e os danos ambientais ocorridos


pressupuserem o desacerto da equipe multidisciplinar, de forma a existirem resultados técnicos
comprometedores, a equipe deverá responder solidária e objetivamente pelos danos causados ao
meio ambiente, juntamente com o proponente do projeto.

Dia 07 de outubro
Deve ser ressaltado que, caso o parecer da equipe tenha sido favorável, mas o dano surgido por conta de
outro aspecto, inexistirá nexo de causalidade entre as situações previstas e qualificadas pela equipe e a lesão
ambiental.

Se houve o EIA/RIMA e este foi desfavorável (no todo ou em parte), tendo sido concedida a licença : a
responsabilidade solidaria do Estado, porquanto resta configurado o nexo de causalidade entre seu ato de
concessão da licença e o dano causado ao meio ambiente.

Se houve o EIA/RIMA, e este foi desfavorável, não tendo sido concedida a licença: inexiste como regra a
responsabilidade do Estado, exceto se restar provado que ele se quedou inerte, e, por conta de sua omissão,
o dano ambiental ocorreu.( nesse caso se aplica a teoria do risco administrativo)

COMPETENCIA PARA O LICENCIAMENTO


Conforme resolução 237/97 as licenças ambientais deverão ser expedidas:

1- Pelo IBAMA - artigo 4


2- Pelos órgãos estaduais e do distrito federal - artigo 5
3- Pelo órgão municipal – artigo 6

AUDIENCIA PUBLICA
Audiência publica poderá ou nao acontecer, nao tendo cunho obrigatório.
Ocorrera quando:
a- Quando o órgão competente para concessão da licença julgar necessário;
b- Quando 50 ou mais cidadãos requererem ao órgão ambiental sua realização;
c- Quando o MP solicitar sua realização.

Caso não seja realizada a audiência publica, tendo havido requerido de algum dos legitimados, a licença
concedida será invalida.

Com o proposito de facilitar participação da sociedade, a audiência deverá ser marcada e realizada em local
acessível.
Os aspectos procedimentais da audiência publica são regidos pelas resoluções 1/86 e 9/87 do CONAMA.
A audiência tem por objetivo expor as informações do RIMA e através disso recolher criticas e sugestões com
relação a instalação da atividade local.
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Com isso permitisse a participação popular

COMPETÊNCIA EM MATERIA AMBIENTAL


Aplica-se o princípio da predominância dos interesses, de modo que a União caberão as matérias de interesse
nacional, aos Estados as de interesse regional, enquanto aos municípios tocarão as competências legislativas
de interesse local.

MATÉRIA PARA TERCEIRA ETAPA


Dia 04 de novembro

ENGENHARIA GENETICA E LEI DE BIOSSEGURANÇA


É a ciência que estuda o patrimônio genético e a biodiversidade existente no meio ambiente,
consubstanciada no exercício da atividade de produção e manipulação de moléculas de ADN/ARN
recombinante (artigo 3 inciso IV da lei 11105/2005).
O material genético contem informações dos caracteres hereditários transmissíveis a descendência.

Essa manipulação de genes de diferentes espécies realizada em laboratório pode dar origem a novas
espécies de animais e vegetais, no primeiro caso mais produtivas e no segundo, mais resistentes as pragas.

CONTROLE LEGAL

 Constituição Federal artigo 225


 Biossegurança: decreto 4680/2003 e lei 11105 de 2005
 Biodiversidade: decreto 2519/98, decreto 4339 /2002, decreto 4703/2003 e o decreto 4459/2005
Dia 10 de novembro

BIODIVERSIDADE, BIOPIRATARIA, BIOTECNOLOGIA, BIOSSEGURANÇA, BIOÉTICA E


BIODIREITO
BIODIVERSIDADE OU DIVERSIDADE BIOLÓGICA
É constituída por grande numero de microorganismos conhecidas e desconhecidas existente na
biosfera.
Sua importância para a humanidade ainda é desconhecida. Foi com essa visão que o legislador
constituinte resolveu protege-la constitucionalmente (artigo 225, §1 inciso II, IV e V da CF).
Exemplo de biodiversidade:
Castanha do Pará o único animal que consegue romper a casca da espécie de coco é a cotia. A Arpia (ave)
usa essa arvore para chocar. A flor da castanha do Pará somente uma espécie de abelha consegue polinizar.
A cotia enterra as castanhas e esquece onde enterrou e então nascera novas arvores. Quando chove a espécie
de coco ajunta agua e um sapinho bota ovos dentro da espécie de coco. ( Esse é um complexo de
biodiversidade, biota)
Os OGM ( organismos geneticamente modificados): O procedimento pretende suprir atividades de
genes ou transferi-los de uma espécie para outra. Essa transferência permite substituir, acrescentar ou retirar
um comando químico ou gene de uma cadeia genética para obter o organismo geneticamente modificado.
A ideia da OGM é pegar uma planta resistente as pragas e outra mais fraca e se transferir genes da
mais forte para a mais fraca para torna-la mais resistente e produtiva. A preocupação que traz os OGM é o
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escape dele para natureza e esse organismo dizimar as plantas naturais porque os OGM não são híbridos e
cruzam entre si.
Exemplo: a braquiária poderá invadir um campo de grama e tomar conta de toda produção rapidamente
Intenção dos OGM
1- Tornar os organismos mais produtivos e resistentes
Preocupação com OGM
1- Seu escape para natureza, de forma que os OGM dizimem os organismos naturais
Dia 11 de novembro
BIOPIRATARIA
Transferência dessa riqueza (biodiversidade) encontrada na natureza para outros países com a
finalidade de fabricação de medicamentos sem o pagamento de royalties ao país onde se descobriu a
matéria prima do citado produto.
Questões de patentes: Lei 9610/98
Observação : Nao existe proteção internacional para a questao da biopirataria
No Brasil existem cerca de 60.000 espécies de plantas, que correspondem a 20% de toda flora
conhecida mundialmente. A ainda cerca de 300 espécies de fitoterápicos catalogados na Amazônia.
A Alemanha, a França e Itália movimentam no mercado 50 bilhoes de dólares anuais com
medicamentos provenientes de plantas de florestas tropicais.
Um em cada 4 produtos comercializados nas farmácias são fabricados com material proveniente de
plantas de florestas tropicais.
BIOTECNOLOGIA
Especificamente o desenvolvimento dos transgênicos, tornando-os mais resistentes aos herbicidas e
mais produtivos, beneficiando os setores da pecuária , agricultura, industrias químicas e farmacêuticas.
Manipulação desses organismos poderá ocasionar sérios danos ao meio ambiene:
1- Predomínio de uma determinada espécie sobre a outra prejudicando a biodiversidade existente

BIOETICA
É o estudo da moralidade da conduta dos responsáveis por essas pesquisas dentro das ciências, e
objetiva analisar a licitude de seus atos (Lei 11105 de 2005/artigo 6 inciso III)
Dia 17 de novembro
BIOSSEGURANÇA
É o conjunto de normas legais e regulamentares que estabelecem critérios e técnicas para a manipulação
genética, no sentido de evitar danos ao meio ambiente e a saúde humana.
Os órgãos responsáveis que cuidam disso
1- Comissão nacional de biossegurança (CNBS)
2- Comissão técnica nacional de biossegurança (CTNBIO)
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3- Comissão interna de biossegurança (CIBIO)


BIODIREITO
É a ciência jurídica que estuda normas jurídicas aplicáveis a bioética e a biogenética, tendo a vida como objeto
principal, não podendo a verdade cientifica sobrepor-se a ética e ao direito.