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Ministério da Educação

Universidade Tecnológica Federal do Paraná


Gerência de Ensino e Pesquisa
Departamento Acadêmico de Construção Civil
Curso de Engenharia Civil

MADEIRAS
Deterioração
2
5
/
Defeitos provocados por agentes de deterioração
0
2
/ Mofo e manchas (azulamento):
1
3

O mofo e outras classes de microrganismos não afetam a

resistência da madeira pois se alimentam dos conteúdos das


cavidades celulares e não das paredes das células.

São incapazes de atacar a madeira quando a porcentagem de umidade


está abaixo do ponto de saturação das fibras (conteúdo de umidade
variável, próximo a 25%).
2
5
/
Defeitos provocados por agentes de deterioração
0
2
/
1
3

Mofo e manchas (azulamento)


2
5
/
Defeitos provocados por agentes de deterioração
0
2 Fungos destruidores:
/
1 Grupo de organismos que mudam as propriedades físicas e químicas das
3
paredes das células ou das cavidades celulares.

Quase todos atacam a madeira a partir do corte da árvore, logo que a


mesma tenha caído.

Existem fungos que atacam as árvores vivas, cuja condição física tenha sido
debilitada por feridas ou ataque de insetos.

Afetam a resistência da madeira e produzem a decomposição da madeira.

São dois os tipos de fungos que podem destruir as células:

•Fungos de podridão branca (fibrosa).

•Fungos de podridão parda (cúbica).


2
5
/ Fungos de podridão branca
0
2
/ A madeira apresenta-se mais clara e mais macia que a uma madeira sadia.
1
3
A única diferença entre a podridão parda e a podridão branca é que a
podridão parda provoca uma diminuição nas características mecânicas da
madeira mais rapidamente que a podridão branca, mas as quedas na
densidade ao final do processo são maiores na podridão branca.
2
5
/ Fungos de podridão parda
0
2
/
1
A madeira apresenta-se, ligeiramente escurecida, passando a uma
3
coloração escura.

O apodrecimento pode ocorrer em proporções profundas.

Sua densidade diminui e sua resistência ao impacto é rapidamente


afetada.
2
5 Apodrecimento produzido por fungos de podridão parda
/
0
2
/
1
3
Insetos
Os principais tipos de insetos são os cupins, brocas e carunchos.

* Cupins

Constroem sua residência no solo e fazem galerias até o local onde está a
madeira que utilizam como alimento.

Os cupins possuem em seu aparelho digestivo alguns protozoários que


digerem a madeira.

Eles a atacam internamente mas não perfuram para fora.

Geralmente só se percebe que a madeira foi atacada quando a peça se


quebra por falta de resistência ou pelo aparecimento dos seus
excrementos.

Eles preferem locais escuros e sem movimento.


Degradação da madeira - cupins

Os cupins são insetos sociais, vivendo em grandes colônias.

Apresentam um sistema de castas altamente desenvolvido e numa colônia


pode-se encontrar indivíduos alados e indivíduos ápteros.

Ciclo

Os cupins perdem as asas, caem no solo, juntam-se em pares e iniciam a


busca em alguma parte do ambiente humano para a construção de um
novo ninho;

Já estabelecidos, copulam e a fêmea realiza a primeira postura.


Degradação da madeira - cupins

Iniciam a demonstração do fantástico potencial de organização social.

Os indivíduos são morfologicamente diferenciados em operários,


soldados, reis e rainhas, que irão desenvolver funções específicas.

Os operários são os indivíduos encarregados da construção e da


manutenção do ninho e das galerias;

Os soldados são os indivíduos cuja única função é realizar a proteção


do ninho e de todos os demais membros da colônia.

O Rei e a Rainha são os mais importantes membros da colônia. Suas


únicas funções são o acasalamento e a postura de ovos, podem viver
por 25 anos.
Degradação da madeira - cupins

Ordem Isoptera: cupins ou térmitas


Soldado: sem asas, sem olhos,
e grandes mandíbulas para
defender a colônia
Degradação da madeira - cupins

Ordem Isoptera – cupins ou térmitas Soldados (3 superiores) e


operários (2 inferiores)

Adulto, sem asas, sem olhos e grandes


mandíbulas

Soldados
Degradação da madeira - cupins
Alado – reprodutor – machos e fêmeas

Rainha fisiogástrica – fêmea que foi alada,


reprodutora, com o abdome muito
desenvolvido, enorme, funciona como uma
máquina produtora de ovos; não se
movimenta, sendo alimentada e cuidada pelos
operários que estão ao seu redor, dentro da
câmara nupcial
Degradação da madeira - cupins

OVOS OPERÁRIO

SOLDADO
CUPIM ALADO

SUBSTITUTO

RAINHA
Degradação da madeira - cupins

Os cupins têm os mais variados hábitos de vida. Alimentam-se de exúvias


e fezes de outros indivíduos, de indivíduos mortos e de substâncias
vegetais (madeira e derivados).

Alguns cupins vivem subterraneamente, em condições úmidas e outros,


em condições secas, acima do solo.

A formas subterrâneas vivem normalmente em madeira enterrada no solo


ou em contato com ele. Podem invadir madeira distante do solo, porém,
necessitam manter uma ligação com o mesmo, para obter umidade.
Degradação da madeira - cupins
Degradação da madeira - cupins

Vídeos interessantes sobre cupins

https://www.youtube.com/watch?v=WfA6wYHsAIM

https://www.youtube.com/watch?v=H1Ywg7PY_WA

https://globoplay.globo.com/v/5013196/
Insetos - brocas e carunchos

São nomes genéricos dados a uma grande quantidade de larvas e insetos


adultos que atacam a madeira verde ou seca.

No Brasil ocorre a espécie


Lyctus brunneus, conhecido
como caruncho e no exterior
como “powder post beetle”.
Insetos - brocas e carunchos
2
5 Insetos
/
0 Furos de larva: Furos provocadas por larvas ou insetos.
2
/
1
3

PFEIL, Walter. Estruturas de


madeira. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1989.
MADEIRAS
Secagem
2
5 Secagem de madeira
/
0 Com forte presença no mercado brasileiro, a madeira serrada verde
2
/ apresenta aproximadamente 70% de umidade.
1
3
Secagem de madeira
A secagem da madeira visa a redução do teor de umidade.

Os objetivos da secagem são:

• Reduzir a movimentação dimensional. As contrações e


encolhimentos que acompanham a secagem ocorrem antes da
madeira ser utilizada.

• Inibir os ataques de fungos apodrecedores e manchadores, os


bolores e a maioria dos insetos que atacam a madeira.
Secagem de madeira
A secagem da madeira visa à redução do teor de umidade.

Os objetivos da secagem são:

• Melhorar a trabalhabilidade.

• A resistência da união feita com pregos e parafusos é maior em


madeiras seca do que em madeira verde;

• A secagem melhora a maioria das propriedades mecânicas da


madeira, tais como resistência à flexão, dureza, etc...
2
5
/ Secagem de madeira • Estufas com ventilação forçada
0
2 (temperatura e umidade
/
1 controladas)
Ao ar livre
3
2
5
/
Secagem de madeira – ao ar livre
0
2 Requisitada no mercado nacional e para exportação. A madeira seca no pátio
/ da fábrica de 45 a 60 dias após o corte, atingindo no máximo 35% de
1 umidade.
3
2
5
/
Secagem de madeira – ao ar livre
0
2
/ A secagem ao ar deve ser realizada em locais abertos, empilhando as
1 tábuas espaçadas entre si de modo a permitir que o ar circule entre as
3
peças e diminua sua umidade.

A secagem ao ar é comumente utilizada em empresas para realização da


pré-secagem de modo a otimizar o tempo de secagem em estufa.

O ponto mais importante da secagem ao ar está na montagem da pilha


de madeira que deve ser realizada com seguintes cuidados: isolamento
do solo, alinhamento das peças e cobertura adequada.
2
5 Secagem de madeira – ao ar livre
/
0
2 O principal objetivo da secagem das madeiras ao ar livre é evaporar a maior
/
1 quantidade possível de água utilizando as forças da natureza.
3
2
5 Secagem de madeira – ao ar livre
/
0
2 O empilhamento plano com separadores. Neste tipo de pilha cada camada
/
1 de peças de madeira é separada da outra por tabiques.
3
Cada camada suporta o peso das outras colocadas sobre ela,
restringindo assim, o empenamento.
2
5
/ Secagem de madeira – em estufa
0
2
/ As vantagens da secagem em estufa são:
1
3 • Menor tempo do processo

• Maior controle e obtenção de teores de umidade mais baixos

Desvantagens:

• O maior custo de implantação desse sistema e de operação do


equipamento
2
5 Secagem de madeira – em estufa
/
0 A secagem em estufa é utilizada por diversas empresas da área de
2 movelaria, painéis, esquadrias, pisos etc.
/
1 Esse tipo de secagem é composto por 3 fases distintas:
3

Aquecimento: é quando ocorre o aquecimento gradativo da temperatura em


condições de elevada umidade do ar.

Secagem propriamente dita: é a etapa em que a madeira irá perder água.


Nessa fase, ocorre a elevação lenta da temperatura e diminuição gradativa da
umidade do ar dentro da estufa. É necessário o monitoramento para melhor
controle da secagem visando a adequação ao programa previamente
estabelecido, determinado pelas características da madeira que influenciam na
secagem.

Uniformização e condicionamento: nessa última fase, o objetivo é


homogeneizar a umidade dentro e entre as peças.
2
5
/ Secagem de madeira – em estufa
0
2 Para a realização da secagem da madeira deve-se considerar os diversos
/ fatores que influenciam no processo:
1
3
Fatores ligados as características da madeira:
• a espécie
• o tipo de corte
• a espessura da peça
• o teor de umidade inicial
• a relação cerne / alburno
Fatores do processo de secagem:
• a temperatura
• a umidade relativa do ar
• e a velocidade de circulação do ar
2
5 Secagem de madeira – em estufa
/
0
2 Alguns modelos utilizam sistemas de pulverização de água ou névoa que
/
ajudam a tratar a madeira. Outros utilizam ventiladores de direção para
1
3 ajudar a secar a madeira, movendo o ar mais rapidamente.

Alguns tipos de estufas utilizam energias renováveis, como a solar.


2
5 Secagem de madeira – em estufa
/
0
2 Muito requisitada tanto para o mercado nacional quanto para exportação,
/
1 a madeira serrada e seca em estufa apresenta entre 10% e 12% de
3
umidade.
2
5
/ Secagem de madeira – em estufa
0
2
/
1
3
2
5
/
Secagem de madeira
0
2
/
1
3

Uma investigação feita pelo grupo ambientalista Greenpeace aponta que


fornos irregulares produzem o carvão com madeira da floresta amazônica.
2
5
/ Armazenamento da madeira
0
2 Por ser um produto natural a madeira sofre modificações com as condições
/
1 de armazenamento, temperatura e variação climática.
3
Desde o desdobro até o seu uso final, percorre vários estágios de
processamento e transporte:

Descarga do material recebido;

Gradear (empilhar) da forma adequada para secagem no pátio;

Após secagem, remoção do pátio de


secagem para os galpões de estoque, para
armazenamento correto da madeira,
evitando que o material sofra alteração na
qualidade atingida após a secagem.
2
5
/ Defeitos de secagem
0
2
/ Provocados pela retratibilidade do material na perda de umidade.
1
3 • Rachadura: abertura de grande extensão no topo da peça.

• Fendas: pequenas aberturas no topo da peça.

• Fendilhado: pequenas aberturas ao longo da peça.


2
5
/ Defeitos de secagem
0
2
/ Provocados pela retratibilidade do material na perda de umidade.
1
3 • Abaulamento (encurvamento): empenamento no sentido da largura
da peça.

• Arqueamento (encanoamento) : empenamento no sentido do


comprimento da peça.

• Curvatura longitudinal (arqueamento): ligeiro empenamento


longitudinal.

• Curvatura lateral (torcimento) : ligeiro empenamento transversal.


2
5
/
0
2
/
1
3
2
5
/
0
2
/
1
3
MADEIRAS

Preservação
Preservação: Histórico

• Arca de Noé: talvez a primeira tentativa consciente de preservação.

• Fenícios; cartaginenses e gregos; romanos; egípcios; Alexandre, o


Grande; Vasco da Gama; entre outros.

Fonte: joiasdavida.com
Preservação: Histórico
 Início de 1800: primeiros sucessos na preservação de madeiras,
devido ao crescente desenvolvimento científico e industrial.

 1831: Jean Robert Bréant: patente do processo precursor dos


tratamentos encontrados hoje em dia.

Fonte: tokdehistoria.wordpress.com
Preservação: Histórico
No Brasil:

1587 – documento de um senhor de engenho;

1854 – primeira ferrovia;

1865 – introdução do eucalipto;

1889 – Gabinete de Resistência de Materiais;

1902/1904 – Estação Francisco Bernardino;

Década de 70 - ensino de preservação de madeiras em universidades.


2
5
/ Preservação: Histórico no Paraná
0
2
/
1 Em 1963, foi realizado o “Inventário do Pinheiro no Paraná” pela
3
Comissão de Estudos dos Recursos Naturais Renováveis do Estado do
Paraná.

Em 1963 a área total de florestas no Paraná era de cerca de 6.500.000 m²

O estudo concluiu que, a continuar o ritmo de corte anual, a reserva de


madeira estaria liquidada em 15 anos a contar do ano de 1963.
2
5
/
0
2
/
1
3
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/ Condições para que ocorra a degradação:
1
3
• Presença de oxigênio;

• Alto volume de alburno;

• Temperatura entre 20º C e 30º C;

• Umidade alta - acima de 25%;

• Contato com terra, água ou concreto úmido.


2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/ Tipos de preservantes:
1
3
Preservantes oleosos – creosoto, derivados do alcatrão de
hulha.

Preservantes oleossolúveis – são dissolvidos em solvente


orgânico – Pentaclorofenol (PCP).

Hidrossolúveis – são dissolvidos na água – Arseniato de


cobre cromatado (CCA).
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2 Os preservantes de madeira podem ser compostos puros ou misturas
/ existindo grande variação no custo, na eficiência e no modo de usar.
1
3

O preservante ideal é aquele que consegue permanecer na madeira, é


tóxico aos fungos e insetos, mas que não é prejudicial aos homens e
animais.

Preservantes mais utilizados:


• Oleossolúveis - Para o tratamento de madeira a ser usada em contato
direto com o solo, os mais importantes são o creosoto e o pentaclorofenol.

• Hidrossolúveis - São constituídos pela associação de vários sais: sulfato


de cobre, bicromato de potássio ou sódio, sulfato de zinco, ácido crômico,
ácido arsênico, ácido bórico e outros compostos.
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2 Existe outro processo de tratamento da madeira sem a utilização de
/
1 produtos químicos, mas o mesmo não é utilizado no Brasil em escala
3
industrial.

Esse sistema, conhecido como termorretificação, utiliza o calor e


consiste em expor a madeira a temperaturas elevadas (120 a 200º C), porém
que não provoquem degradação dos componentes químicos fundamentais.

Em alguns estudos realizados foi comprovado que a termorretificação


diminui tanto o ataque de fungos quanto a variação dimensional da madeira,
porém possui como consequência a alteração da cor da madeira que se
torna mais escura.
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/
1
3

Diferenciação na cor da madeira de eucalipto termorretificado.


2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/ Características dos produtos preservantes:
1
3 Eficientes – tóxicos ao organismo xilófago;

• Eficácia comprovada com dados de campo;

• Permanência – propriedades físicas e químicas satisfatórias;

• Custo – disponível no mercado com custo compatível;

• Segurança – não prejudicial aos operadores;

• Não alterar as características da madeira;

• Não inflamável;

• Não ter cheiro persistente.


2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/ Processos de preservação:
1
3

• Com pressão – autoclave.

• Sem pressão

• banho quente/frio,

• substituição da seiva,

• impregnação superficial.
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/
1
3

Carregamento de autoclave para tratamento por pressão,


em usina de preservação de madeiras.
Tratamento preservativo pelo método
prático da substituição de seiva.
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2 Autoclave:
/
1 Método mais efetivo. Consiste em um cilindro de alta pressão no qual a
3
madeira é introduzida e depois os produtos químicos preservantes são
injetados a pressões consideravelmente maiores que a pressão atmosférica.

1) Introduz-se a madeira depois de seca

2) Faz-se um vácuo para extrair o ar do cilindro e das cavidades celulares da


madeira.

3) Injeta-se o produto preservante.

4) Aplica-se pressão até a saturação da madeira.

5) Retira-se o produto excedente.

6) Novo vácuo para extrair o produto da superfície.


2
5
/ Preservação das madeiras - AUTOCLAVE
0
2
/
1 1- A madeira seca é descascada. Logo
3
após é feito o carregamento no Autoclave.
(Madeira seca com apenas 30% de
umidade).

2- É dada uma pressão a vácuo com a


finalidade de abrir a raiz da fibra da
madeira a ser tratada, para facilitar a
absorção total do material ativo.
2
5
/ Preservação das madeiras - AUTOCLAVE
0
2
/
1
3 3- Ainda sobre pressão, é transferido o produto

ativo no Autoclave.

4- Logo após é dada uma pressão de 18 kgf/cm2


durante 1 hora. Sob alta pressão, o produto
químico é absorvido pela madeira até a
saturação.
2
5
/ Preservação das madeiras - AUTOCLAVE
0
2
/
1
3
5 - Vácuo final. A solução restante é
transferida de volta ao tanque.

6 - Secagem. Com um rápido vácuo


extrai o excesso de produto que
fica na superfície da madeira.
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/
1
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2
5
/ Preservação das madeiras
0
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/
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/ Preservação das madeiras
0
2
/
1
3

http://www.duronmadeiras.com.br
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/
Banho quente/frio:
1
3

Madeira seca e sem casca.

Aquecer o produto preservante a 100º C e fazer a imersão total da


peça por 24 h.

A seguir coloca-se rapidamente a madeira no banho frio, com


duração de 4 h.
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
Substituição da seiva:
/
1
3
• Peças roliças e sem casca.

• Máximo 24 h após o corte.

• Princípio da capilaridade.

• As peças são colocadas verticalmente com suas bases


mergulhadas na solução preservante.

• Conforme a seiva evapora pela parte superior da peça, ocorre uma


impregnação, por absorção capilar, do produto preservante.
2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/
1
3

Parte mais grossa da madeira voltada para baixo


2
5
/ Preservação das madeiras
0
2
/
1 Impregnação superficial:
3

Madeiras secas destinadas a ambientes cobertos e fracas variações


higroscópicas.

Consiste em uma pintura superficial ou imersão das peças em


produtos preservantes.

2 a 3 mm de penetração.
MADEIRAS
Deterioração,
preservação e secagem