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Unidade I : Identificação de Riscos

Esta unidade tem como objetivos:

Identificação de Riscos;

Definições e terminologias;

Desenvolvimento da Gerencia de Riscos;

Prevenção técnica de acidentes químicos;

Inspeção de segurança.

1.1 – Introdução ao tema:

Vemos noticias de que empresas do mundo entram na era de análise de dados para
identificação de riscos, instituição governamental lança livro sobre mapeamento de áreas de
riscos de desastres naturais, questões ligadas a moedas estrangeiras solicitam estudos de
identificação e escalonamento de riscos, redes de computadores devem se proteger dos riscos,
temos até mesmo reportagens que tratam de modernização de mapeamento de riscos de
corrupção, entre outras notícias.

Os processos de identificação, mapeamento e monitoramento de riscos aparecem ligados às


mais diversas áreas. É de suma importância entender os processos que movem a organização.
Existem diversas técnicas no mercado que ensinam caminhos para a identificação de riscos,
porém deve-se ter em mente sempre que as organizações têm particularidades que devem ser
respeitadas, pois o plano de segurança requer um investimento que deverá mostrar um retorno
financeiro.

É muito interessante ler as notícias que aparecem todos os dias sobre esse assunto e
acompanhar artigos técnicos que comprovam a eficiência e eficácia da aplicação de
ferramentas.

Iniciaremos com estudo do tema com a leitura dos três textos abaixo:

1. Como o RH pode ajudar a reduzir o passivo trabalhista da empresa?:

Acesse: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/como-o-rh-pode-ajudar-a-reduzir-
o-passivo-trabalhista-da-empresa/115246/

2. Assaí Atacadista é obrigado a cumprir normas de saúde e segurança:

Acesse: http://oportaln10.com.br/assai-atacadista-e-obrigado-a-cumprir-normas-de-saude-e-
seguranca-55141/#ixzz4XLJ9jV7A

3. Conhecimentos para uma vida mais segura e saudável no campo:

Acesse: https://noticias.terra.com.br/dino/conhecimentos-para-uma-vida-mais-segura-e-
saudavel-no-campo,bf785c3c1f1f69c48d22ab0aa4860da14y69ca7c.html

No primeiro texto, temos a preocupação das empresas em mapear os riscos para minimizar
passivos trabalhistas; no segundo, vemos um caso judicial sobre as condições de trabalho de
colaboradores frente a riscos ocupacionais; e no terceiro, uma iniciativa de disponibilizar cursos
para o aprendizado no trabalho com defensivos agrícolas. Tais temas mostram a importância e
a preocupação da sociedade atual em identificar seus riscos e reduzir ou eliminar os acidentes
de trabalho.

Aula 1 – Definições e terminologia

Acidente de trabalho – Ocorrência com colaborador dentro da empresa;

Acidentes ampliados – Ocorrência de maior proporção que ultrapasse os muros da empresa;

Doenças profissionais – Causada pela exposição aos agentes presentes no local de trabalho;

Risco – condição de uma variável com condições que pode causar danos;

Dano – Resultado de um acidente de trabalho ou acidente ampliado;

Perigo – Exposição ao risco que pode levar ao dano;

Segurança – Condição para proteção contra determinado risco;

Probabilidade – Chance de ocorrer uma falha que pode levar a um acidente;

Ex: ambiente molhado que as pessoas que passam por ali podem escorregar. Risco:
escorregão. Perigo: a área molhada. Segurança: passar de vagar pela área, com calçados que
dificultem escorregar.

Confiabilidade – quantificação de uma probabilidade;

Causa – origem de um acidente que resulta danos;

Aula 2 – Desenvolvimento da gerência de riscos

Ciência que visa proteger recursos humanos, materiais e financeiros de uma organização.

Por que trabalhar com a gerência de riscos? Devido o crescimento dos riscos e para proteção
da empresa

Processos básicos:

Identificação dos riscos: quais são os riscos em que a empresa esta exposta?

Analisar os riscos: quais as ações eu devo tomar a fim de evitar o dano

Avaliar os riscos: contas a fazer

Tratar riscos:

Processos de trabalho:

Prevenção:

Financiamento:
Programa de gerencia de riscos:

Ações de identificação e tratamento de riscos que a organização assume em suas atividades e


podem gerar eventos indesejados.

Atuação: Expor o risco e trabalhar este risco;

Inicio: Reunião de equipe multidisciplinar para discursão dos riscos e treinamento;

Ações esperadas:

Identificar riscos

Avaliar custo dos riscos

Incentivar atividades de prevenção

Registrar

Visitas e auditórias as áreas

Comunicação

Avaliação de dados

Relatórios

Expectativas (benefícios):

Preservação de bens e vidas

Fluxo produtivo e sobrevivência no mercado

Motivação

Produção e competitividade

Aula 3 – Prevenção técnica de acidentes químicos

Os maiores acidente ampliados que temos na história estão ligados à indústria química.

Grandes desastres mundiais:

1984 – Índia

1986 – Rússia (chenobil – usina nuclear –vazamento)

2010 – golfo do México


1984 – Cubatão (vazamento de gasolina num oleoduto da Petrobras – incêndio de
grandes proporções)

2000 – Rio de janeiro – bahia de guanabará

Três grupos devem ser trabalhados quando se falam em acidentes químicos:

Emissão

Explosão

Incêndio

Os 3 grupos são riscos

O que é importante conhecer neste caso:

Localização da fonte

Alcance dos efeitos indesejáveis

Atendimento emergencial:

Um fator importante para o atendimento emergencial é o conhecimento dos perigos


intrínsecos ás substâncias químicas.

P2R2 – Plano nacional de prevenção, preparação e resposta rápida a emergências ambientais


com produtos químicos perigosos.

Tem objetivo de prevenir a ocorrência de acidentes com produtos químicos perigosos e


aprimorar o sistema de prevenção e respostas a emergências químicas no País.
Comunicação e treinamento

Aula 4 – Inspeção de segurança

O Gerenciamento de riscos é uma entidade que esta ligada a:

Pessoas

Responsabilidade

Processos administrativos operacionais e de produção

Estrutura financeira

Identificação de riscos:

Checklists, questionários ou roteiro

Publicações especializadas, seguradoras

Importante fazer adaptação as necessidades

Inspeção de segurança ou inspeção de riscos:

Riscos comum:

Ordem e limpeza

Proteção de maquinas

Iluminação e parte elétrica

Ferramentas em mal uso

Pisos em mal estado

Equipamentos de incêndio
Programa de Inspeção

Frequência

Local

Responsáveis (por isso são importante os planos de ação)

Informações

Formulários

Diários

Semanais

Indicar irregularidades

Ser base para um Relatório de inspeção

Leitura obrigatória:

Caro(a) aluno(a),

A identificação de riscos tem se mostrado uma parceira importante no gerenciamento das


organizações. Perceba, na citação abaixo, a importância da identificação de riscos no
gerenciamento de projetos:

O gerenciamento de riscos em projetos tem ganhado cada vez mais importância nas
organizações. Este gerenciamento vem sendo realizado em projeto como um meio de garantir
o atendimento dos requisitos básicos de qualquer projeto, ou seja, o atendimento do escopo,
prazo, custo e qualidade especificados. Nas empresas os processos de gerenciamento de
riscos no geral estão em desenvolvimento visto que, na prática, a cultura de gerenciamento de
riscos nas empresas é relativamente nova nas organizações. Fonte: <https://goo.gl/eytSok>

A seguir, acesse o artigo completo e se aprofunde nesse tema:

A importância da identificação de Riscos no Gerenciamento de Projetos

Disponível em: https://goo.gl/eytSok

Fechamento de unidade:

Diante do que foi mostrado, ouvido e lido nesta unidade, gostaria que vocês fizesse uma
reflexão sobre os temas estudados e o artigo Profissão perigo: percepção de risco à saúde
entre os catadores do Lixão do Jangurussu, cuja conclusão está descrita abaixo:

De maneira geral, os informantes entrevistados apresentaram opiniões distintas, caracterizadas


tanto pela preocupação quanto pela indisfarçável indiferença em relação aos riscos presentes
no espaço do lixão.
Alguns participantes tinham plena consciência da existência dos perigos naturais e artificiais
subjacentes ao seu ambiente ocupacional. Em contrapartida, outros não demonstraram bom
nível de informação sobre as possíveis consequências que a catação de lixo pode trazer à sua
saúde, não transparecendo, em seus discursos, preocupação com as possíveis adversidades e
os efeitos a curto e longo prazo que esta atividade possa lhes acarretar.

Foi possível vislumbrar postura fatalista, mais ou menos generalizada entre os informantes, a
de que "ninguém empata uma coisa ruim de acontecer", em face dos possíveis danos que
podem ocorrer, implicando na aceitação do perigo e da impossibilidade de mitigar os seus
efeitos.

Em razão de o lixo ser visto como fonte primária de sobrevivência e a saúde como uma
condição indispensável para o trabalho, constatamos, nos discursos dos catadores, a evidente
utilização de estratégias defensivas face aos riscos presentes em seu ambiente ocupacional.
As estratégias mais comuns foram a minimização, a negação, a dissimulação e compensação
dos danos que já sofreram, sofrem ou ainda poderão sofrer no ambiente do lixão. Verificamos,
também, que os conhecimentos que os informantes possuem dos riscos evidenciados, muitas
vezes, não guardam nenhuma relação com os seus agentes causadores. As informações sobre
os efeitos adversos decorrentes da catação do lixo são, sobretudo, oriundas da experiência
pessoal, da observação dos colegas de trabalho e dos relatos dos casos vivenciados por
amigos ou conhecidos, nos quais os eventos de adoecimento acarretaram sintomas graves.

Acima de tudo, observamos que este modo de trabalho vai aos poucos minando a segurança,
pela naturalização das ameaças existentes nesse contexto, pela banalização de falhas
minimizadas pelas estratégias de defesa. Aqueles que labutam na catação do lixo não
usufruem de direitos trabalhistas nem previdenciários, o que corrobora a afirmação destas
pessoas de que esta é uma atividade dura e humilhante, permanecendo ali somente por não
terem uma oportunidade laboral que condiga com a sua realidade social e econômica.

Os resultados apontam, portanto, para uma rotina extenuante no ambiente do lixão em


consonância com os achados de estudos nacionais sobre a temática e com a experiência de
pobreza que os sujeitos do estudo vivenciam em sua comunidade. Os dados revelaram uma
situação de extrema penúria, indicadora da necessidade de se desenvolverem ações
educacionais e sanitárias apropriadas ao perfil e aos comportamentos da população em
estudo, relacionadas aos riscos decorrentes da catação de lixo.

Fonte: <CAVALCANTE, Sylvia; FRANCO, Márcio Flavio Amorim. Profissão perigo: percepção
de risco à saúde entre os catadores do Lixão do Jangurussu. Rev. Mal-Estar Subj., Fortaleza ,
v. 7, n. 1, p. 211-231, mar. 2007 . Disponível em
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-
61482007000100012&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 08 dez. 2016.>

Ou seja, estamos expostos o tempo todo a riscos ocupacionais, ambientais e em nossa


realidade doméstica. Esperamos que a partir da nossa reflexão nesta unidade você comece a
identificar os riscos a que está exposto e trabalhar formas de reduzir, minimizar ou eliminar
esses.
Unidade II : Confiabilidade de Sistemas

Introdução:

Caro(a) aluno(a),

Iniciaremos o estudo do tema com a leitura dos três textos abaixo:

A pressão por melhores indicadores de produtividade, disponibilidade e confiabilidade nas


organizações tem aumentado a cada ano, tornando os diversos processos de trabalho aliados
neste sentido, pois todos participam diretamente ou indiretamente no sentido de proporcionar
melhores práticas de trabalho.

Quando nos envolvemos com os ativos relacionados aos processos produtivos, estamos a todo
o momento necessitando utilizá-los da melhor maneira possível, tendo nos indicadores já
mencionados um sinal de qual caminho estamos percorrendo para que possamos nos
alimentar de informações, com o objetivo de buscarmos práticas cada vez mais atualizadas no
sentido de obtermos resultados cada vez melhores.

Contribuindo para atingir as melhores práticas de trabalho, temos na metodologia de análise de


falhas um aliado extremamente importante, pois dessa maneira estaremos aplicando o que
denominamos Engenharia de Manutenção, na constante busca pela identificação da causa do
problema, determinando uma ação de bloqueio e a solução dos problemas que interferem
negativamente nos indicadores que medem o desempenho das áreas de processo.

Esse processo de trabalho tem como característica ser realizado através da utilização de
grupos multidisciplinares. Como um dos maiores motivadores em qualquer nível hierárquico
dentro de uma organização é o colaborador, trabalhar criativamente, com
autodesenvolvimento, envolvendo-se com o problema do ativo instalado, estamos aliando essa
metodologia com a chave natural do sucesso.

Fonte: < http://www.abraman.org.br/arquivos/192/192.pdf>

O desempenho das empresas em ambientes concorrenciais encontra-se cada vez mais


relacionado com a capacidade das empresas em produzir, armazenar e disseminar
conhecimento. Essa importância é intensificada quando o conhecimento é usado para a análise
de falhas, com o objetivo de evitar a ocorrência de problemas e aumentar a confiabilidade dos
sistemas. Dentro desse contexto, o presente trabalho apresenta a aplicação da Gestão do
Conhecimento para a análise de falhas em uma empresa distribuidora de energia elétrica. O
foco desse artigo é a apresentação de um modelo para mapeamento de falhas e de um
sistema de informação que operacionalize o método. Tal sistema auxilia na construção das
árvores de falhas, no armazenamento de documentos, fotos e descrições relacionadas para
cada árvore de falhas desenvolvida. Em suma, esse trabalho apresenta uma aplicação prática
da Gestão do Conhecimento que enseja uma metodologia nova e de uso comprovado.

Fonte: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65132006000100014>

Na indústria moderna, todos os indicadores de performance são medidos de tal forma a poder
identificar as perdas naturais do processo produtivo como um todo e, assim, constituir times de
melhoria capazes de atacar em sua causa raiz, eliminando-as.

Este trabalho apresenta os tipos de falhas existentes dentro de um processo produtivo e suas
prováveis causas, tendo o ciclo CAPDo e o Diagrama de Ishikawa como plataformas de
análise. O mesmo foi realizado em uma indústria de bebidas da região, especificamente em
uma linha de envase e que forneceu informações necessárias para montagem de gráficos de
pareto e fluxograma, ilustrando os percentuais de perda e o tratamento das falhas ocorridas no
equipamento que obteve maiores índices de paradas na produção no período analisado.
Contudo, o alicerce da melhoria contínua é a TPM (Total Productive Maintenance) que, além
de aprimorar e nivelar o conhecimento, as habilidades e as atitudes das pessoas, consegue
transformar a estrutura da empresa em termos materiais, ou seja, revitalizar máquinas,
equipamentos e ferramentas ao mesmo tempo em que reduz perdas de matéria prima e
produto.

Fonte: < http://www.admpg.com.br/revista2014_2/Artigos/6%20%20-%20Artigo_6.pdf>

A confiabilidade dos sistemas é um tema intimamente ligado à área de qualidade. Os estudos


seguem a temática de identificar possíveis erros e falhas do processo que possam ser causas
de perigos e danos ao colaborador.

Aula 1 – Confiabilidade e Probabilidade

Confiabilidade – Probabilidade de um sistema funcionar satisfatoriamente por um período


especifico de tempo, sob determinadas condições de operação.

Medida de qualidade dependente do tempo

Possui características probabilísticas

Critério de sucesso deve ser considerado

Dependência temporal

Depende de condições de operação

Calculo: Não confiabilidade ou probabilidade de falha (Q) até tempo (t) é o comportamento de
R:

Q=1–R

Ex: se a probabilidade de falha de um processo é 10%, ou seja, Q=0,1, então a probabilidade de


não haver falha, ou confiabilidade é: R = 1 – 0,1 = 0,9 ou 90%

Fator humano e Erro humano

Fator humano não é controlado e está associado ao erro humano.


Falta de atenção: (erros humanos que estão associados a falta de atenção)

Errar cálculos que são feito de forma automática

Abrir duas portas que nunca poderiam estar abertas simultaneamente

Acionar tecla ou botão errado

Condições ergonômicas:

Comandos fora do padrão universal

Posição ergonômica do corpo

Sobrecarga de informações ou tarefas

Aptidões físicas:

Perda temporária de aptidão física por problemas emocionais

Pressão de tempo

Sobrecarga de trabalho

Informação

Avaliação errada de informações confusas

Falhas na comunicação verbal

Erro na comunicação em situação critica

Arquivo técnico desatualizado

É importante reconhecimento dos riscos em um processo para a identificação e correção dos


desvios antes que a falha ocorra, reduzindo-se a probabilidade de erro humano.
Aula3 – Falhas

Aula 4 – Calculo de Confiabilidade

Aula 5 – Cálculo de Riscos

Leitura Obrigatória:

Caro(a) aluno(a),

Perceba, na citação abaixo, a importância do processo de decisão e confiança:

Decisões complexas, onde os fatores levados em consideração não são inteiramente


conhecidos, colocam o decisor em um contexto de incerteza, abrindo margem para a
manifestação de critérios subjetivos de decisão. Assim, a confiança em quem endossa uma
determinada decisão pode mostrar-se um elemento importante na percepção do risco
envolvido na decisão e no comportamento do decisor. Alguns teóricos enfatizam que situações
de risco criam a necessidade de confiança, outros autores argumentam que o risco é um
resultado da confiança. É objetivo desta tese verificar a influência da confiança no grau de risco
percebido, na disposição em assumir o risco percebido e na manifestação individual de uma
decisão em um contexto complexo para seleção de alternativas. Assim, parte-se da relação
entre controle, intenção e comportamento estabelecida na Theory of planned Behavior (TPB) e
incorporam-se os construtos risco e confiança. Para verificação empírica, criou-se um jogo de
investimentos no mercado de ações para observar o comportamento decisório dos
participantes. No jogo, os 145 participantes qualificados foram submetidos a relatórios de três
diferentes autores (com currículos que inspiravam diferentes níveis de confiança), que
endossavam a compra de ações de três diferentes empresas. Ao longo das atividades, os
participantes eram submetidos a questionários (validados em um estudo piloto) para
mensuração (1) da sua propensão ao risco e à confiança, (2) do seu grau de confiança no
autor de cada relatório, (3) do risco percebido na compra da ação endossada no relatório e (4)
da intenção em comprar determinada ação. De modo a dar suporte à teoria da base, o
comportamento era medido a partir da efetiva decisão em comprar a ação de uma das três
empresas determinadas. Como resultado, verificou-se que a confiança tem papel importante na
formação do risco percebido somente para os indivíduos com baixa propensão ao risco. Por
meio da relação estreita entre confiança e o controle percebido pelo decisor sobre seu
comportamento, verificou-se empiricamente que a confiança pode atuar como substituta do
controle nas relações, e que o risco afeta diretamente o comportamento. Ao final, discute-se
sobre a aderência do modelo proposto ao comportamento verificado no jogo de investimentos e
sugerem-se alguns encaminhamentos a partir dos resultados encontrados.

Acesse o artigo no link abaixo para se aprofundar no tema:

http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/30136/000780151.pdf?sequence=1

Fechamento da unidade:
Diante do que foi mostrado, ouvido e lido nesta unidade, gostaríamos que você fizesse uma
reflexão sobre os temas estudados e o tema confiança, descrito abaixo:

Vamos imaginar que você tenha um projeto que está encarregado de realizar e coordenar.
Digamos que lhe falta autoconfiança e você prevê que não será capaz de corresponder às
expectativas. O que é que acha que vai acontecer em seguida?

Muito provavelmente essa falta de autocrença influenciará os pensamentos e as ações que


você terá, conscientemente ou não. Quando você está constantemente pensando num
resultado negativo, isso leva a direcionar o seu foco de atenção para fora da zona do processo
necessário para alcançar um resultado desejável. Isso acaba levando a uma autorrealização de
profecias negativas. Ou seja, quando um resultado indesejável acontece, porque você julgava
não conseguir alcançá-lo, ele acontece exatamente porque você agiu de acordo com aquilo
que antecipou vir a acontecer (não ser capaz de realizar algo com sucesso).

Dessa forma, a sua crença negativa em si é reforçada e você continuará a ter uma baixa
autoconfiança.

Por outro lado, se você é uma pessoa autoconfiante (se não for imagine ser), tente colocar-se
exatamente no mesmo cenário, ok? O que você acha que vai acontecer? As possibilidades
serão certamente muito mais positivas e favoráveis. Quando você tem uma elevada certeza de
um sucesso iminente, fará tudo o que é necessário para que isso aconteça. Se você não tem
as habilidades, você vai arranjar forma de as adquirir. Se você não tem o conhecimento, você
vai aprender.

Se algo completamente sem precedentes acontece, colocando-o à prova, de alguma forma a


sua confiança acionará as partes do seu cérebro que lhe permitirão encontrar uma solução.
Acionará ainda um conjunto de redes neuronais especializadas em encontrar soluções para os
problemas, é como que uma inclinação mental (tendência) para o sucesso que, posteriormente,
reforça a sua autoestima e autoconfiança, levando-o à obtenção de mais sucessos. Mesmo
que você tenha começado a partir do mesmo ponto que os outros, se tiver uma autoconfiança
bem desenvolvida, isso permitirá que possa chegar muito mais além do que alguém que não
tem.

Assim, ter uma autoconfiança elevada e bem solidificada é claramente um trunfo para todos
nós. Não só promoverá um estado físico e psicológico melhores e mais positivos, como
também irá nos preparar para conseguir o que pretende. Ter autoconfiança permite que você
destemidamente e conscienciosamente persiga os seus sonhos. Uma elevada autoconfiança
irá capacitá-lo para a conquista dos seus desafios, não importa o quanto possam parecer
insuperáveis para si. Munido de uma elevada autoconfiança, aquilo que se propõe irá parecer-
lhe mais razoável de alcançar, promovendo a crença numa vida melhor e mais satisfatória.

No entanto, muitas pessoas têm uma baixa autoconfiança devido a acontecimentos passados.
Sobretudo porque enraizaram o hábito de se colocarem num estado de espírito de
incapacidade, lamuria e autopena. Essa falta de autoconfiança as coloca num ciclo infinito de
pensamento da desgraça (inclinação mental autodepreciativa), que conduz a uma
incapacidade de gerar cursos de ação promotores de caminhos para a solução. Esses
acontecimentos negativos reforçam-se a si mesmo, fazendo crescer uma espiral negativa de
autocrença incapacitante.

Fonte: http://www.escolapsicologia.com/estrategias-extraordinarias-para-melhorar-a-auto-
confianca/

A confiabilidade no processo traz motivação aos colaboradores, pois esses acreditam que
haverá produtividade, competitividade e segurança em suas ações.