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FOLHAS, FLORES E

FRUTOS
FOLHAS
 A folha é um órgão especialmente adaptado à
transpiração, gutação, respiração e fotossíntese.
 São classificadas quando à duração em perenes “ folhas
persistentes como a laranjeira” e caducas como a
macieira, nesses vegetais as folhas caem e deixam uma
cicatriz denominadas camada de abcisão.
 Uma folha completa possui: limbo, pecíolo, bainha e
estípulas.
Estrutura das folhas

 Limbo: porção laminar


com nervuras bem
visíveis, na extremidade
livre (ápice) e uma
extremidade presa ao
pecíolo (base). O limbo
pode ser dividido em
diversas partes, possui
aspecto de pequenas
folhas denominadas
folíolos, sendo no caso
chamadas de folhas
compostas.
Estrutura das folhas

 Pecíolo: é a região
cilíndrica e flexível
que sustenta as
folhas.
Estrutura das folhas

 Bainha: é a parque prende o pecíolo ao caule, basal.

Bainha
Estrutura das folhas

 Estípulas:
Duas
expansões
laterais
laminares
de cada
lado do
ponto de
inserção do
http://www.upm.es/sfs/E.U.I.T.%20Agricola/FicherosEstaticosImagenes/Departam
pecíolo. entos/Biologia/Hojas/Hoja118.jpg
Estrutura das folhas

 Algumas folhas podem ou


não apresentar todas as
partes características de
uma folha completa. As
mais comuns são:
 Pecioladas: folhas
que se inserem
diretamente ao caule,
não apresentando
bainha. Comuns nas
angiospermas
dicotiledôneas.
Estrutura das folhas
 Sésseis: São folhas
pouco comuns na
natureza. Não
possuem pecíolo nem
bainha e a inserção ao
caule é feita
diretamente pela base
da nervura central do
limbo. O exemplo mais
claro é a folha do
tabaco.
Estrutura das folhas

 Invaginantes: A
bainha envolve
diretamente o caule,
não apresentando
pecíolo.

 O caso mais clássico é


o da folha do milho.
Outras estruturas da folha

 As folhas podem ser


classificadas principalmente
pelas nervuras:
 Paralelinérvias: nervuras
paralelas típicas das
monocotiledôneas.

 Peninérvias: nervuras
ramificadas presentes
principalmente em
dicotiledôneas.
Adaptações das folhas:
 As adaptações
morfológicas especiais
das folhas permitem
que elas
desempenhem outras
funções além das que
já vimos.
 Algumas dessas
adaptações são:

 Cotilédones:
formações
embrionárias ricas
em reservas
nutritivas
Adaptações das folhas:
 Gavinhas: podem ser
folhas modificadas,
originadas pelo
alongamento do pecíolo e
da nervura central, servindo
para a fixação do vegetal.
 Podemos observá-las em
muitas plantas trepadeiras.

 Espinhos: são folhas que


reduziram a sua superfície
como proteção contra a
transpiração excessiva e
para proteção contra os
animais.
Adaptações das folhas:

 Brácteas: são folha existentes na base das flores.


Quando coloridas, atuam na atração de polinizadores.
 Ex: antúrio e bico-de-papagaio.
Adaptações das folhas:

 Catáfilos: São folhas reduzidas que protegem as


gemas caulinares. Em alguns casos como a cebola e
o alho, são bastante desenvolvidas e armazenam
substâncias nutritivas.
Adaptações das folhas:
 Insetívoras ou carnívoras: mostram diversas
adaptações para a captura de insetos. Possuem
diversos formatos aptos a capturar as possíveis presas.
 Folhas em forma de urna (Sarracenia sp).
 Folhas dotadas de cerdas ou tentáculos (Drosera sp).
ANATOMIA INTERNA DA
FOLHA
MESOFILO

 EPIDERME
 CUTÍCULA
 ESTÔMATOS
 PARÊNQUIMA PALICÁDICO E LACUNOSO
 tecidos vasculares
 xilema e floema
Folhas com Importância Farmacêutica:

 Abacateiro  As folhas tem ação diurética e


colagoga, sendo empregadas nas afecções
hepáticas e das vias urinarias e carminativa.
 Alcachofra  Colagogo, diurético, laxativo,
estimula a função antitóxica do fígado, diminui o
colesterol, indicado nas afecções do aparelho
hepático biliar e como coadjuvante nos regimes
de emagracimento.
 Aloe (Aloe Vera)  Laxativo, purgativo, filtro
solar e também é empregado em cosmetologia e
no tratamento de queimados.
 Beladona  Sedativo, antiespasmódico, asma,
tosses, reflexas, cólicas intestinais e renais.
 Boldo  Estimulante da função digestiva,
colagogo, diurético.
 Eucalipto  Balsâmico, expectorante,
antiparasitário e bacteriostático.
 Guaco  Balsâmico, expectorante,
antitussígeno, broncodilatador. Externamente no
tratamento de dermatites e micoses.
 Hamamelis  Adstringente, hemostático. Usado
no tratamento de varizes.
 Jaborandi  Evita a queda de cabelo.
 Malva  Emoliente, usado também nas
inflamações da boca e garganta.
 Maracuja  Sedativo, hipnótico, usado em
excitações nervosas.
 Sene  Laxativo, purgativo.
FLORES
Importância

 Reprodução sexual
 Classificação das plantas
 Industrial
 Medicinal
 Ornamental
 Cosmética
Partes constituintes:

 Pedúnculo floral:
haste que liga a flor
ao caule
(inflorescência:
pedicelo)

 Receptáculo floral: é
a parte dilatada do
pedúnculo, onde se
fixam os elementos
florais.
Pedúnculo
Partes Constituintes:
elementos florais

 Sépalas: maioria é
de cor verde;
localizada abaixo das
pétalas; relativamente
espessas.
 Proteção
 Conjunto: cálice
Partes Constituintes:
elementos florais

 Pétalas: são
coloridas, localizadas
logo abaixo das
partes sexuais, e de
textura delgada
 Atração de insetos e
pássaros
 Conjunto: corola
Aparato Sexual

 Gineceu: folhas
férteis modificadas
(carpelos ou pistilos)

 Apresenta: estigma,
estilete, ovário e
óvulo
Aparato Sexual

 Androceu: são folhas


férteis modificadas
chamadas
microesporófilos ou
estames

 Apresenta: filete,
anteras e sacos
polínicos
Verticilos Florais de PROTEÇÃO
 Cálice ( verticilo mais externo formado pelas sépalas ,
geralmente verdes´(envolve e protege o botão floral);

 Corola (formada pelas pétalas);

 PERIANTO: cálice e corola diferentes (DICO)

 PERIGÔNIO: Pétalas e sépalas iguais (tépalas) (MONO)


Classificação das flores em
relação ao tipo e posição do
gineceu:  Hipóginas: elementos
florais estão abaixo do
gineceu
 Períginas: elementos
florais estão ao mesmo
nível do gineceu
 Epíginas : elementos
florais estão acima do
gineceu.
Polinização pelo Vento
(anemofilia)

- corola ausente ou não vistosa


- pólen abundante e leve
- estigma plumoso
Polinização por insetos
(entomofilia)
Diurnos: pétalas
coloridas, muito
néctar
Noturnos: odor

Flor-cadáver
Quiroptofilia (morcego beija-flor)
• corola clara ou ausente e odorífera
• pólen pegajoso, pouco abundante
• muito néctar

Espécie de maracujá, campainha


flores abrem meia
Pequi (comestível) e balseiro (produz
noite paina)
Polinização pelas aves
(ornitofilia)

Pétalas coloridas, muito néctar.


Formação da Semente em Angiospermas

Óvulo

Gametófito
Feminino
Saco
embrionário
adalberto
Grão de Pólen

Gametófito
Masculino adalberto
FRUTO
FRUTO

 Órgão encontrado somente nas angiospermas, com a finalidade


protetora, mas acima de tudo, de dispersão das sementes. Portanto,
suas características estão adaptadas ao tipo de dispersor, assim
como, observado nas flores.

 Os frutos são considerados também órgãos reprodutores. São


originados após a fecundação, a partir do ovário floral. Qualquer
órgão semelhante, desenvolvido a partir de qualquer outra parte
floral será denominado de PSEUDOFRUTO.
CARACTERIZAÇÃO
MACROSCÓPICA
 A identificação de uma droga constituída de fruto
é feita através de caracterização macro e
microscópica
 PERICARPO: epicarpo, mesocarpo e
endocarpo
 PLACENTA: local onde se inserem as sementes
Partes de um fruto:
epicarpo (1), endocarpo (2) e mesocarpo (3)

3
CLASSIFICAÇÃO DOS FRUTOS SIMPLES:

BAGA - contém várias sementes

CARNOSOS

DRUPA - contém só uma semente


FRUTOS
INDEISCENTES
(não se abrem quando maduros)
SECOS

DEISCENTES
(se abrem quando maduros)
FRUTOS CARNOSOS DO TIPO BAGA:
FRUTOS CARNOSOS DO TIPO DRUPA:
FRUTOS SECOS INDEISCENTES:

Sâmara - Tipuana
Cariopse ou grão -
Milho
Frutos simples secos
deiscentes
PSEUDOFRUTOS: Órgãos originados a partir
de outra parte floral que não seja o ovário

Pedúnculo floral Receptáculo floral

Pseudofruto
composto
SEMENTE:
- Óvulo fecundado
- Partes:
*Tegumento
*Amêndoa: formada por:
Embrião – produto da fecundação da oosfera.
Cotilédones – folhas embrionárias, originadas do zigoto
Albúmen ou endosperma – tecido de reserva
ABSORÇÃO E
TRANSPORTE

FISIOLOGIA VEGETAL
Fisiologia Vegetal

 É um ramo da botânica
que estuda as funções
dos vários órgãos que
uma planta apresenta.

 Absorção de transporte
de seiva bruta:
 A entrada de água
ocorrem principalmente
pela zona pilífera.
 A água entra por osmose
e os minerais por
transporte ativo.
Transporte de seiva bruta
 1 –A água por osmose
chega move-se através
das células vivas até o
xilema, assim como os
minerais (transporte
ativo).

 2 – Através dos pelos


absorventes a água
movimenta-se por entre
as paredes das células
epidérmicas e corcicais
até à endoderme, onde
é barrada pelas estrias
de Caspary). Os
minerais fluem até à
endoderme
Transporte de seiva bruta

 A seqüência do caminho
percorrido pela seiva
bruta até o xilema é:

 Pelos absorventes
 Epiderme
 Córtex
 Endoderme
 Periciclo.
Transporte de seiva bruta

 Para que as plantas


desenvolvam
normalmente há
necessidade de:
 Macronutrientes:
(precisam em maior
quantidade) - nitrogênio,
fósforo, potássio, cálcio,
enxofre, magnésio.
 Micronutrientes: (menor
quantidade) – ferro, cloro,
cobre, boro, zinco,
manganês e o molibdênio.
Transporte de Seivas nos Vegetais

 Nas plantas vasculares existem tecidos


especializados na condução de substâncias
úteis ao vegetal:

 Lenho ou xilema: transporte de seiva bruta.

 Líber ou floema: conduz a seiva elaborada


produzida na fotossíntese.
Transporte de substâncias:

 Ocorre que o xilema é


apenas um tubo
condutor, que nada pode
fazer para que a água
possa chegar à uma
altura de 100m por
exemplo.
 Existem dois mecanismos
para explicar o transporte
da seiva bruta das raízes
até a folha:
 Pressão positiva da
raiz
 Teoria da Tensão-
Coesão
TEORIA DA TENSÃO COESÃO
 A transpiração põe em movimento este
transporte.

 A perda de água traduz-se num déficit que


cria uma força de tensão que se propaga
ao xilema e deste às células da raiz,
promovendo a absorção de água ao nível
da raiz.

 As moléculas de água, por ação de forças


de coesão, unem-se por pontes de
hidrogênio, facilitando a sua ascensão em
coluna no xilema.
 Por ação de forças de adesão,
estabelecem-se ligações entre as paredes
do xilema e as moléculas de água, que
também facilitam a ascensão da coluna de
água.

 A coluna contínua em que a água ascende


nos vasos xilémicos é denominada corrente
de transpiração.
Resumindo

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