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UNIVERSIDAD SIMÓN BOLÍVAR

COORDINACIÓN DE INGENIERÍA ELÉCTRICA

ANÁLISIS MODAL APLICADO A LA ESTABILIDAD DE VOLTAJE EN


SISTEMAS DE POTENCIA

POR

PEDRO V. QUINTANA C.

TUTOR PROF: JUAN F. BERMÚDEZ Q.

PROYECTO DE GRADO
PRESENTADO ANTE LA ILUSTRE UNIVERSIDAD SIMÓN BOLÍVAR
COMO REQUISITO PARCIAL PARA OPTAR AL TÍTULO DE
INGENIERO ELECTRICISTA

(TOMO I)

Sartenejas, Enero 2006


iv

ANÁLISIS MODAL APLICADO A LA ESTABILIDAD DE VOLTAJE EN


SISTEMAS DE POTENCIA

POR

PEDRO V. QUINTANA C.

RESUMEN

Se presentan cuatro métodos para evaluar la distancia de un sistema al colapso y

los nodos que contribuyen más en el fenómeno. El primero es el método de las curvas

P-V, que provee, mediante la capacidad de carga de un sistema, de un margen de

estabilidad. Luego se tiene al método de las curvas Q-V, que calcula la cantidad de

potencia reactiva necesaria para mantener un nodo a un voltaje especificado, dando pie

así otro margen de estabilidad. El método principal estudiado es el análisis modal, que

es una modificación del análisis de estabilidad modal ya conocido y que define un

nuevo margen de estabilidad, con el beneficio del ahorro de esfuerzo en identificar tanto

la distancia al colapso como las áreas involucradas. El último método se puede calcular

fácilmente a partir del análisis modal y son las sensitividades del voltaje respecto a la

potencia reactiva. Se probaron tres sistemas con los cuatro métodos.


v

ÍNDICE GENERAL

RESUMEN.......................................................................................................................iv
ÍNDICE GENERAL .........................................................................................................v
ÍNDICE DE FIGURAS.................................................................................................. ix
ÍNDICE DE TABLAS .................................................................................................. xiii
SÍMBOLOS Y ABREVIATURAS............................................................................... xvii
CAPÍTULO 1: INTRODUCCIÓN .................................................................................. 1
1.1 ANTECEDENTES ......................................................................................... 1
1.2 PLANTEAMIENTO ...................................................................................... 1
1.3 CONTENIDO GENERAL............................................................................. 2
CAPÍTULO 2: CONCEPTOS BÁSICOS [1], [2], [3], [4] ........................................... 3
2.1 DEFINICIÓN.................................................................................................. 3
2.2 COLAPSO DE VOLTAJE ............................................................................ 4
2.3 ESCALA DE TIEMPO [4] ............................................................................ 6
2.4 TEORÍA DE BIFURCACIÓN [3]. ............................................................... 6
2.5 CLASIFICACIÓN DE LAS BIFURCACIONES [3],[4] ............................ 7
CAPÍTULO 3: HERRAMIENTAS DE ANÁLISIS [1], [3], [4] .................................... 9
3.1 CURVAS P-V.................................................................................................. 9
3.2 CURVAS Q-V ............................................................................................. 11
3.3 ANÁLISIS MODAL Y SENSITIVIDAD [1], [2],[4] ................................. 14
3.3.1 MODOS DE ESTABILIDAD DE VOLTAJE .............................................. 16
3.3.2 FACTORES DE CONTRIBUCIÓN NODALES ......................................... 19
CAPÍTULO 4: CASOS ESTUDIADOS........................................................................ 21
4.1 SISTEMA DE PRUEBA DE 9 BARRAS [9] ............................................. 21
4.1.1 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL .............................................................. 22
4.1.2 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA.................................................................. 25
4.1.3 ANÁLISIS A DOBLE CARGA.................................................................... 27
4.1.4 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO.............................................. 29
4.1.5 GRÁFICAS P-V Y Q-V ................................................................................ 31
4.1.6 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 32
4.1.7 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 34
4.1.8 ANÁLISIS A DOBLE CARGA INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 34
4.1.9 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO INCLUYENDO
COMPENSADOR CAPACITIVO......................................................................... 35
vi

4.1.10 GRÁFICAS P-V Y Q-V INCLUYENDO COMPENSADOR


CAPACITIVO ........................................................................................................ 37
4.2 SISTEMA DE PRUEBA DEL IEEE DE 30 BARRAS [11]...................... 39
4.2.1 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL .............................................................. 39
4.2.2 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA.................................................................. 40
4.2.3 ANÁLISIS A DOBLE CARGA.................................................................... 41
4.2.4 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO.............................................. 42
4.2.5 GRÁFICAS P-V Y Q-V ................................................................................ 43
4.2.6 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 45
4.2.7 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 46
4.2.8 ANÁLISIS A DOBLE CARGA INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 47
4.2.9 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO INCLUYENDO .................. 48
COMPENSADOR CAPACITIVO......................................................................... 48
4.2.10 GRÁFICAS P-V Y Q-V INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 49
4.3 SISTEMA INTERCONECTADO NACIONAL DE 75 BARRAS [10] ... 50
4.3.1 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL .............................................................. 50
4.3.2 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA.................................................................. 52
4.3.3 ANÁLISIS A DOBLE CARGA.................................................................... 55
4.3.4 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO.............................................. 57
4.3.5 GRÁFICAS P-V Y Q-V ................................................................................ 59
4.3.6 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 60
4.3.7 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 62
4.3.8 ANÁLISIS A DOBLE CARGA INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 64
4.3.9 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO INCLUYENDO
COMPENSADOR CAPACITIVO......................................................................... 66
4.3.10 GRÁFICAS P-V Y Q-V INCLUYENDO COMPENSADOR
CAPACITIVO ........................................................................................................ 68
CAPÍTULO 5: ANÁLISIS DE LOS RESULTADOS .................................................. 69
CAPÍTULO 6: CONCLUSIONES ................................................................................ 82
CAPÍTULO 7: RECOMENDACIONES ...................................................................... 84
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 85
APÉNDICE A: FUNDAMENTO MATEMÁTICO DEL ANÁLISIS MODAL
APLICADO A LA ESTABILIDAD DE VOLTAJE [14] ............................................. 88
APÉNDICE B: FACTORES DE CONTRIBUCIÓN NODALES .............................. 91
APÉNDICE C: DATOS DEL SISTEMA DE 9 BARRAS [9] ..................................... 97
APÉNDICE D: DATOS DEL SISTEMA DE 30 BARRAS [11] ................................. 99
APÉNDICE E: DATOS DEL SIN REDUCIDO (75 BARRAS) [10]........................ 102
vii

APÉNDICE F: RESULTADOS COMPLETOS DEL ANÁLISIS MODAL PARA EL


SISTEMA DE 9 BARRAS........................................................................................... 106
F.1 CARGA NOMINAL ..................................................................................... 107
F.2 CARGA MÍNIMA ........................................................................................ 112
F.3 DOBLE CARGA........................................................................................... 116
F.4 CONDICIÓN DE COLAPSO ........................................................................ 122
APÉNDICE G: ECUACIONES Y RESULTADOS DE LAS SIMULACIONES
TRANSITORIAS EXTENDIDAS [6], [7], [8], [11] ................................................... 127
G.1 MOTIVACIÓN ............................................................................................ 127
G.2 ECUACIÓN DE OSCILACIÓN [6], [7], [11] ............................................. 128
G.2 MODELO DE LOS ENLACES DE FLUJO [6] .......................................... 128
G.3 MODELO DEL AVR (Regulador Automático de Voltaje) [11].................. 130
G.4 MODELO DEL GOBERNADOR [11] ........................................................ 132
G.5 SIMULACIONES ......................................................................................... 134
G.5.1 SISTEMA DE 9 BARRAS........................................................................ 135
G.5.1.1 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 5, A CARGA NOMINAL). ................................................ 136
G.5.1.2 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR, SIN GOBERNADOR. (FALLA
3φ EN EL NODO 5, A CARGA NOMINAL). ............................................... 138
G.5.1.3 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR. (FALLA
3φ EN EL NODO 5). ....................................................................................... 141
G.5.1.4 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 5 Y DESCONEXIÓN DE LA RAMA 5-7)...................... 143
G.5.1.5 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR, SIN GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 5 Y DESCONEXIÓN DE LA RAMA 5-7)...................... 145
G.5.1.6 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR CON GOBERNADOR
(FALLA 3φ EN EL NODO 5 Y DESCONEXIÓN DE LA RAMA 5-7). ..... 147
G.5.1.7 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN DE CARGA DE COLAPSO 2,375). . 149
G.5.1.8 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR
(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA DE
COLAPSO)....................................................................................................... 151
G.5.1.9 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN DE CARGA NOMINAL). ................. 153
G.5.1.10 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR
(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA
NOMINAL). ..................................................................................................... 155
G.5.1.11 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN DE CARGA DE COLAPSO 2,375). . 156
G.5.1.12 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN NOMINAL). ...................................... 158
G.5.1.13 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR
(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA DE
COLAPSO)....................................................................................................... 160
G.5.1.14 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR
(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA
NOMINAL). ..................................................................................................... 161
G.5.2 SISTEMA DE 30 BARRAS...................................................................... 163
viii

G.5.2.1 SISTEMA DE 30 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA


3φ EN EL NODO 30). ...................................................................................... 163
G.5.2.2 SISTEMA DE 30 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 30, DESCONEXIÓN DEL NEXO 30-29, A CARGA
NOMINAL). ..................................................................................................... 165
G.5.2.3 SISTEMA DE 30 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR (FALLA
3φ EN EL NODO 30). ..................................................................................... 166
G.5.2.4 SISTEMA DE 30 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR
(AUMENTO DE LA CARGA DEL NODO 30 EN 50 %, A CARGA
NOMINAL). ..................................................................................................... 168
G.5.3 SIN.............................................................................................................. 169
G.5.3.1 S.I.N., SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA 3φ EN EL NODO 58).
.......................................................................................................................... 169
G.5.3.2 S.I.N., SIN AVR y GOBERNADOR (FALLA 3φ EN EL NODO 58
CON DESCONEXIÓN DE A RAMA 58-31). ................................................ 171
G.5.3.3 S.I.N., SIN AVR y GOBERNADOR (CON AUMENTO DEL 50% EN
LA CARGA DEL NODO 58). ......................................................................... 172
G.6 CONCLUSIONES........................................................................................ 174
APÉNDICE H: ANÁLISIS MODALES DE LOS SISTEMAS DE 9 Y 30 BARRAS
AL DESCONECTAR RAMAS .................................................................................... 176
ix

ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 1: Curvas P-V a distintos factores de potencia (atraso y adelanto), para un


sistema radial simple .............................................................................................. 10
Figura 2: Curva Q-V para el sistema radial simple (Pr se mantuvo a 350 MW)........... 13
Figura 3: Diagrama unifilar del sistema de prueba de 9 barras. .................................... 22
Figura 4: Gráfica P-V del Sistema de 9 barras ............................................................. 31
Figura 5: Gráfica Q-V del Sistema de 9 barras. ............................................................ 32
Figura 6: Curva P-V del sistema de 9 barras a carga nominal incluyendo compensador
en la barra 5. ........................................................................................................... 37
Figura 7: Curva Q-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra
5. ............................................................................................................................. 38
Figura 8: Curvas P-V del sistema de 30 barras ............................................................. 43
Figura 9:Gráfica P-V de nodos seleccionados del sistema de 30 barras. ...................... 44
Figura 10 Gráfica Q-V de nodos seleccionados del sistema de 30 barras..................... 44
Figura 11 Curva P-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra
30. ........................................................................................................................... 49
Figura 12: Curva Q-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra
30. ........................................................................................................................... 50
Figura 13: Curvas P-V de todas las barras el SIN ......................................................... 59
Figura 14: Curvas P-V de nodos selectos del SIN (derivado de la gráfica anterior)..... 59
Figura 15: Curvas Q-V de algunas barras del SIN ........................................................ 60
Figura 16: Curva P-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra
58. ........................................................................................................................... 68
Figura 17: Curva Q-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra
58. ........................................................................................................................... 68
Figura 18: Curvas P-V mostrando los niveles de carga a los que se realizaron los
análisis modales y los perfiles de tensión de cada uno d los nodos del sistema..... 73
Figura 19: Curvas P-V del sistema de 30 barras, para nodos selectos (los diez nodos
con los factores de contribución más altos)............................................................ 74
Figura 20: P-V del SIN, para nodos selectos (los diez nodos con los factores de
contribución más altos)........................................................................................... 75
Figura 21: Localización de los nodos “débiles” del sistema de 9 barras, después de
haber realizado el análisis modal en cada condición de carga. .............................. 77
Figura 22: Localización de los nodos “débiles del sistema de 9 barras, después de haber
realizado el análisis modal en cada condición de carga. ........................................ 78
Figura 23: Localización de los nodos “débiles del sistema de 30 barras, después de
haber realizado el análisis modal en cada condición de carga. .............................. 78
Figura 24: Diagrama unifilar del SIN, mostrando las barras “débiles” del sistema...... 79
Figura 25: Mapa físico de Venezuela mostrando las áreas “débiles” del sistema.¡Error!
Marcador no definido.
Figura 26: Sistema de prueba para el Apéndice B......................................................... 91
Figura 27: Sistema de 9 barras. ..................................................................................... 97
Figura 28: Sistema de prueba IEEE de 30 barras. ......................................................... 99
Figura 29: Diagrama Unifilar del SIN [10] ................................................................. 105
Figura 30: Referencia del sistema y referencia dq0 de la máquina sincrónica............ 129
Figura 31: Diagrama fasorial de la máquina sincrónica durante un transitorio........... 130
Figura 32: Diagrama de bloques del AVR (en el dominio de S)................................. 131
Figura 33: Característica de velocidad en régimen permanente del gobernador......... 133
x

Figura 34: Diagrama de bloques del AGC (en el dominio de S)................................. 133
Figura 35: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 136
Figura 36: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 137
Figura 37: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 137
Figura 38: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 138
Figura 39: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 139
Figura 40: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 139
Figura 41: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 140
Figura 42: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 140
Figura 43: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 141
Figura 44: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 141
Figura 45: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 142
Figura 46: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 142
Figura 47: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 143
Figura 48: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 143
Figura 49: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 144
Figura 50: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 144
Figura 51: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 145
Figura 52: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 146
Figura 53: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 146
Figura 54: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 147
Figura 55: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 147
Figura 56: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 148
Figura 57: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 148
Figura 58: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 149
xi

Figura 59: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 150
Figura 60: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 150
Figura 61: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 151
Figura 62: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 152
Figura 63 Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 152
Figura 64: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 153
Figura 65: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 153
Figura 66: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 154
Figura 67: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 154
Figura 68: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 155
Figura 69: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 155
Figura 70: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 156
Figura 71: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 157
Figura 72: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 157
Figura 73: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 158
Figura 74: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 158
Figura 75: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 159
Figura 76: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 159
Figura 77: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 160
Figura 78: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 160
Figura 79: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 161
Figura 80: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 161
Figura 81: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 162
Figura 82: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 162
Figura 83: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 163
xii

Figura 84: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 164
Figura 85: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 164
Figura 86: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 165
Figura 87: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 165
Figura 88: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 166
Figura 89: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 166
Figura 90: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 167
Figura 91: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 167
Figura 92: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 168
Figura 93: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 168
Figura 94: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 169
Figura 95: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 169
Figura 96: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 170
Figura 97: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas ............................................................................................. 170
Figura 98: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para
las condiciones de simulación del sistema descritas. ........................................... 171
Figura 99: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 171
Figura 100: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 172
Figura 101: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas,
para las condiciones de simulación del sistema descritas..................................... 172
Figura 102: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de
simulación del sistema descritas........................................................................... 173
Figura 103: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas. ............................................................................................ 173
xiii

ÍNDICE DE TABLAS
Tabla I: Clasificación de los nodos del Sistema de prueba de 9 barras.......................... 22
Tabla II: Autovalores (AV) del sistema a carga nominal............................................... 23
Tabla III: Matriz de Autovectores derechos del sistema. ............................................... 23
Tabla IV: Matriz de autovectores izquierdos del sistema............................................... 23
Tabla V: Matriz de los factores de contribución nodal del sistema............................... 24
Tabla VI: Factores de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo...................... 24
Tabla VII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ............................... 25
Tabla VIII: Autovalores del sistema a carga mínima. .................................................... 25
Tabla IX: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba de 9 barras.............. 26
Tabla X: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba de 9 barras. .............. 26
Tabla XI: Matriz de factores de contribución del sistema de prueba. ............................ 26
Tabla XII: Factores de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo. ................... 26
Tabla XIII: Sensitividad Q-V de los nodos del sistema. ................................................ 27
Tabla XIV: Autovalores del sistema a doble carga. ....................................................... 27
Tabla XV: Matriz de autovectores derechos del sistema. .............................................. 27
Tabla XVI: Matriz de autovectores izquierdos del sistema de prueba. .......................... 28
Tabla XVII: Matriz de factores de contribución del sistema de prueba......................... 28
Tabla XVIII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 28
Tabla XIX: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema................................ 28
Tabla XX: Autovalores del sistema cerca de la condición de colapso.......................... 29
Tabla XXI: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba. ............................ 29
Tabla XXII: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba. ........................... 29
Tabla XXIII: Matriz de los factores de contribución del sistema de prueba.................. 30
Tabla XXIV: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 30
Tabla XXV: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ............................. 30
Tabla XXVI: Autovalores seleccionados del sistema incluyendo compensador en la
barra 5. .................................................................................................................... 33
Tabla XXVII: factores de contribución del sistema a carga nominal incluyendo
compensador en las barra 5. ................................................................................... 33
Tabla XXVIII Sensitividad del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la
barra 5. .................................................................................................................... 33
Tabla XXIX: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima incluyendo
compensador en la barra 5. ..................................................................................... 34
Tabla XXX: Factores de contribución del sistema a carga mínima incluyendo
compensador en la barra 5. ..................................................................................... 34
Tabla XXXI: Sensibilidad del sistema a carga mínima incluyendo compensador en la
barra 5. .................................................................................................................... 34
Tabla XXXII: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga incluyendo
compensador en la barra 5. ..................................................................................... 35
Tabla XXXIII: Factores de contribución del sistema a doble carga incluyendo
compensador en la barra 5-..................................................................................... 35
Tabla XXXIV: Sensibilidad del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 5. .................................................................................................................... 35
xiv

Tabla XXXV: Autovalores seleccionados del sistema en condición de colapso


incluyendo compensador en la barra 5. .................................................................. 36
Tabla XXXVI: Factores de contribución del sistema en condición de colapso
incluyendo compensador en las barra 5.................................................................. 36
Tabla XXXVII: Sensibilidad del sistema en condición de colapso incluyendo
compensador en la barra 5. ..................................................................................... 36
Tabla XXXVIII: Autovalores seleccionados del sistema a carga nominal. ................... 39
Tabla XXXIX: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 40
Tabla XL: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ................................ 40
Tabla XLI: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima. ............................. 40
Tabla XLII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 41
Tabla XLIII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ............................ 41
Tabla XLIV: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga. ............................. 41
Tabla XLV: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 42
Tabla XLVI: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ............................ 42
Tabla XLVII: Autovalores seleccionados del sistema cerca de la condición de colapso.
................................................................................................................................ 42
Tabla XLVIII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 43
Tabla XLIX: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ............................ 43
Tabla L: Autovalores seleccionados del sistema a carga nominal incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 45
Tabla LI: Factores de contribución del sistema a carga nominal incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 45
Tabla LII: Sensibilidad el sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra
30. ........................................................................................................................... 46
Tabla LIII: Autovalores seleccionados el sistema a carga mínima incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 46
Tabla LIV: Factores de contribución del sistema a carga mínima incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 46
Tabla LV: Sensibilidad del sistema a carga mínima incluyendo compensador en la barra
30. ........................................................................................................................... 46
Tabla LVI: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 47
Tabla LVII: Factores de contribución del sistema a doble carga incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 47
Tabla LVIII: Sensibilidad del sistema a doble carga incluyendo compensador en la barra
30. ........................................................................................................................... 48
Tabla LIX: Autovalores seleccionados del sistema en condición de colapso incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 48
Tabla LX: Factores de contribución del sistema en condición de colapso incluyendo
compensador en la barra 30. ................................................................................... 48
Tabla LXI: Sensibilidad el sistema en condición de colapso incluyendo compensador en
la barra 30. .............................................................................................................. 49
Tabla LXII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema............................... 51
Tabla LXIII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 51
xv

Tabla LXIV: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ............................ 52


Tabla LXV: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima. ........................... 53
Tabla LXVI: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 54
Tabla LXVII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema............................ 54
Tabla LXVIII: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga............................ 55
Tabla LXIX: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 56
Tabla LXX: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ............................. 56
Tabla LXXI: Autovalores seleccionados del sistema cerca de la condición de colapso.57
Tabla LXXII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por
nodo. ....................................................................................................................... 58
Tabla LXXIII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema. ......................... 58
Tabla LXXIV: Autovalores seleccionados del sistema a carga nominal incluyendo
compensador en la barra 58. ................................................................................... 61
Tabla LXXV: Factores de contribución del sistema a carga nominal incluyendo
compensador en la barra 58. ................................................................................... 62
Tabla LXXVI: Sensibilidad del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la
barra 58. .................................................................................................................. 62
Tabla LXXVII: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima incluyendo
compensador en barra 58........................................................................................ 63
Tabla LXXVIII: Factores de contribución del sistema a carga mínima incluyendo
compensador en la barra 58. ................................................................................... 63
Tabla LXXIX: Sensibilidad del sistema a carga mínima incluyendo compensador en
barra 58. .................................................................................................................. 64
Tabla LXXX: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga incluyendo
compensador en la barra 58. ................................................................................... 65
Tabla LXXXI: Factores de contribución del sistema a doble carga incluyendo
compensador en la barra 58. ................................................................................... 65
Tabla LXXXII: Sensibilidad del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 58. .................................................................................................................. 66
Tabla LXXXIII: Autovalores seleccionados del sistema en condición de colapso
incluyendo compensador en la barra 58. ................................................................ 66
Tabla LXXXIV: Factores de contribución del sistema en condición e colapso
incluyendo compensador en la barra 58. ................................................................ 67
Tabla LXXXV: Sensibilidad del sistema en condición de colapso incluyendo
compensador en la barra 58. ................................................................................... 67
Tabla LXXXVI: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva
condición de carga para el sistema de 9 barras....................................................... 69
Tabla LXXXVII]: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva
condición de carga para el sistema de 30 barras..................................................... 69
Tabla LXXXVIII Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva
condición de carga para el SIN............................................................................... 69
Tabla LXXXIX: Valores de carga para alcanzar el colapso de los sistemas de prueba. 71
Tabla XC : Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de
carga para el sistema de 9 barras, con compensadores capacitivos conectados. .... 71
Tabla XCI: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de
carga para el sistema de 30 barras, con compensadores capacitivos conectados. .. 71
Tabla XCII: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de
carga para el SIN, con compensadores capacitivos conectados. ............................ 72
xvi

Tabla XCIII: Variación de los autovalores para los distintos niveles de carga de los
sistemas de prueba, con compensadores capacitivos desconectados y conectados.72
Tabla XCIV: Clasificación por magnitud de los factores de contribución nodales para
cada uno de los nodos del sistema de 9 barras, para cada condición de carga. ...... 74
Tabla XCV: Clasificación por magnitud de los factores de contribución nodales para
cada uno de los nodos del sistema de 30 barras, para cada condición de carga. .... 75
Tabla XCVI Clasificación por magnitud de los factores de contribución nodales para
cada uno de los nodos del SIN, para cada condición de carga. .............................. 75
Tabla XCVII: Datos de los nodos del sistema de 9 barras ............................................. 98
Tabla XCVIII: Datos de las ramas del sistema de 9 barras ............................................ 98
Tabla XCIX: Datos de los nodos del sistema de 30 barras .......................................... 100
Tabla C Datos de las ramas del sistema de 30 barras................................................... 101
Tabla CI: Datos de los nodos del SIN .......................................................................... 102
Tabla CII: Datos de las ramas del SIN ......................................................................... 103
Tabla CIII: Nombre de las subestaciones del SIN y su número en la tabla de datos de
nodos (ver tabla CI) .............................................................................................. 104
Tabla CIV: Matriz de admitancias nodales del sistema de 9 barras............................. 106
Tabla CV: Matriz Jacobiana reducida para carga nominal........................................... 107
Tabla CVI: Matriz Jacobiana reducida por el método de Kron para carga nominal .... 109
Tabla CVII: Autovalores del sistema para carga nominal............................................ 109
Tabla CVIII: Matriz de autovectores derechos del sistema para carga nominal .......... 110
Tabla CIX: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para carga nominal .......... 111
Tabla CX Matriz Jacobiana reducida del sistema para carga mínima.......................... 112
Tabla CXI: Matriz Jacobiana reducida por el método de Kron para carga mínima. .... 114
Tabla CXII: Autovalores del sistema para carga mínima............................................. 114
Tabla CXIII: Matriz de autovectores derechos del sistema para carga mínima ........... 115
Tabla CXIV: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para carga mínima. ....... 116
Tabla CXV Matriz Jacobiana reducida del sistema para doble carga. ......................... 116
Tabla CXVI Matriz Jacobiana reducida por el método de Kron del sistema para doble
carga. .................................................................................................................... 119
Tabla CXVII: Autovalores del sistema para doble carga. ............................................ 119
Tabla CXVIII: Matriz de autovectores derechos del sistema para doble carga ........... 120
Tabla CXIX: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para doble carga............ 121
Tabla CXX: Matriz Jacobiana reducida del sistema para la condición de colapso...... 122
Tabla CXXI: matriz Jacobiana reducida por el método de Kron del sistema para la
condición de colapso. ........................................................................................... 124
Tabla CXXII: Autovalores del sistema para la condición de colapso.......................... 124
Tabla CXXIII Matriz de autovectores derechos del sistema para la condición de
colapso.................................................................................................................. 125
Tabla CXXIV: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para la condición de
colapso.................................................................................................................. 126
xvii

SÍMBOLOS Y ABREVIATURAS

∆P : Cambio incremental en la potencia J : Matriz jacobiana del problema de

activa del nodo. flujo de carga.

∆Q : Cambio incremental en la J R : Matriz jacobiana reducida del

inyección de potencia reactiva del nodo. problema de flujo de carga.

∆θ : Cambio incremental en la fase del J RK : Matriz jacobiana reducida a la

voltaje del nodo. que se ha aplicado el método de Kron.

∆V : Cambio incremental en la J Pθ : Matriz subjacobiana P-θ.

magnitud del voltaje del nodo.


J PV : Matriz subjacobiana P-V.
∆PR : Cambio incremental en la
J Qθ : Matriz subjacobiana Q-θ.
potencia activa del nodo (para el
J QV : Matriz subjacobiana Q-V.
jacobiano reducido).

∆QR : Cambio incremental en la J PVR : Matriz subjacobiana P-θ (para el

inyección de potencia reactiva en la jacobiano reducido).

barra(para el jacobiano reducido). J PVR : Matriz subjacobiana P-V (para el

∆θ R : Cambio incremental en la fase del jacobiano reducido).

voltaje del nodo (para el jacobiano J QθR : Matriz subjacobiana Q-θ (para el

reducido).
jacobiano reducido).
∆VR : Cambio incremental en la
J QVR : Matriz subjacobiana Q-V (para el
magnitud del voltaje del nodo (para el
jacobiano reducido).
jacobiano reducido).
T : Matriz de autovectores derechos.
xviii

T −1 : Matriz de autovectores izquierdos. X q : Reactancia sincrónica en el eje q.

−1
D : Matriz diagonal de autovectores. D :X q' Reactancia transitoria en el eje q.

Matriz inversa diagonal de autovectores Ra : Resistencia de armadura.

Pki : Factor de contribución. Td' 0 : Constante de tiempo transitoria a

C.S . : Condensador sincrónico. circuito abierto en el eje d.

PGi : Potencia activa generada en la Tq' 0 Constante de tiempo transitoria a

barra i. circuito abierto en el eje q.


QGi : Potencia reactiva generada en la V f : Voltaje de campo (voltaje de la

barra i. excitatriz).
Damp : Amortiguación de la máquina
E ' : Tensión interna transitoria del
sincrónica. generador.
H: Constante de inercia
E d' : Tensión interna transitoria en el eje
ω: Frecuencia/velocidad angular
directo (d)d.
[rad/seg.]
E q' : Tensión interna transitoria en el eje
f 0 : Frecuencia de la máquina (Hz.)
en cuadratura (q).
Pel : Potencia eléctrica demandad a la
E r' : Tensión interna transitoria en el eje
máquina sincrónica.
real.
Pmec : Potencia mecánica suministrada a
E m' : Tensión interna transitoria en el eje
la máquina sincrónica.
imaginario.
d
p : Símbolo que reemplaza a . AVR: (Automatic Voltage Regulator)
dt
Regulador automático de voltaje.

X d : Reactancia sincrónica en el eje d. Vref : Voltaje de referencia.

X d' : Reactancia transitoria en el eje d. K P : Ganancia proporcional.


xix

K I : Ganancia integral. TA : Constante de tiempo del

K D : Ganancia derivativa. amplificador.

Vp : Señal de voltaje controlada TE Constante de tiempo de la excitatriz.

(después de ser PID) V BORNE : Voltaje en bornes de la máquina

V p1 : Señal de voltaje integral. sincrónica.

AGC : (Automatic Generation Control)


V p 2 : Señal de voltaje integral.
control automático de generación.
V p 3 : Señal de voltaje derivativa.
G : Gobernador.
V R : Señal de voltaje amplificada.
R : Regulación.
VS : Señal de voltaje del sensor.
C : Señal de diferencia de frecuencia

K A : Ganancia del amplificador. angular regulada.

KE : Ganancia de tiempo de la

excitatriz.

Tg : Constante de tiempo del F .C. : Factor de contribución (o

gobernador. factores).

Tt : Constante de tiempo de la turbina.

SEP : Sistema Eléctrico de Potencia.

SIN : Sistema Interconectado Nacional.

C.N . : Carga nominal.

C.Mín : Carga mínima.

C.Máx : Doble carga.

C.Col . : Condición de colapso.

A.V . : Autovalor (autovalores).


1

CAPÍTULO 1: INTRODUCCIÓN

1.1 ANTECEDENTES

El problema de la estabilidad de voltaje en sistemas multimáquinas ha sido

tomado en cuenta sólo en fechas relativamente recientes. El interés en el estudio de este

problema surgió en la década de los setenta cuando sistemas enteros salieron de

operación en países desarrollados.

1.2 PLANTEAMIENTO

El problema de la estabilidad de voltaje se asocia a la incapacidad del Sistema

Eléctrico de Potencia (SEP) para suplir la potencia reactiva requerida con el objeto de

mantener los perfiles de tensión.

La naturaleza del fenómeno es intrínsecamente dinámica, por lo que las

simulaciones pueden tomar mucho tiempo. Por esta razón, es importante el desarrollo

de un método de análisis, que aunque aproximado, produzca resultados muy cercanos al

comportamiento del sistema con tiempos de simulación (o de cálculo) mucho menores a

los obtenidos en los estudios de estabilidad transitoria.

El método utilizado es una variación análisis modal clásico, el cual provee de

índices que muestran la distancia relativa al colapso, los nodos involucrados en el

fenómeno y los impactos de las medidas correctivas tomadas. El método se basa en la

diagonalización de la matriz jacobiana reducida del problema de flujo de carga, que se

modifica por el método de Kron. El método permite obtener los autovalores y

autovectores izquierdo y derecho de una matriz que relacione directamente las

variaciones de voltaje con las variaciones de potencia reactiva.


2

Para validar estos resultados, se emplearon otros métodos, tales como las

gráficas P-V, Q-V, el análisis de sensitividad y un programa comercial de simulación de

SEP (NEPLAN). Por último, se realizaron simulaciones en el tiempo de tres sistemas

de prueba (Sistema de 9 barras, Sistema de Prueba de 30 Barras del IEEE y el SIN

reducido), para verificar el comportamiento de los voltajes y autovalores, ante

perturbaciones.

1.3 CONTENIDO GENERAL

En el capítulo 2 se presentan los conceptos básicos relacionados con la

estabilidad de voltaje. En primer lugar se establece una definición operacional del

fenómeno así como del colapso. Luego se trata el tema de las escalas de tiempo en las

que se puede observar el colapso. A continuación, se presenta el concepto de las

gráficas de bifurcación, que es una de las teorías más ampliamente empleadas en el

estudio de fenómenos de estabilidad cuando que se involucra al régimen dinámico. Para

finalizar con algunos comentarios aclaratorios.

El capítulo 3 se dedica a presentar los métodos más empleados en el estudio de

la estabilidad de voltaje: las gráficas P-V y Q-V. Luego se trata el método del análisis

modal y dado su relación, se unió al análisis de sensitividades Q-V, para finalizar con

algunos comentarios pertinentes.

El capítulo 4, por su parte, se dedica a mostrar los resultados más importantes

obtenidos a partir de la aplicación del análisis modal y de simulaciones de estabilidad

transitoria extendida. El capítulo 5 se dedica a analizar más en detalle los resultados

obtenidos.

Por último, los capítulos 6 y 7 se dedican a las conclusiones y recomendaciones a

las que llegó, en función de los resultados obtenidos.


3

CAPÍTULO 2: CONCEPTOS BÁSICOS [1], [2], [3], [4]

2.1 DEFINICIÓN

En la actualidad, existen grupos de especialistas pertenecientes al IEEE y al

CIGRE con el objetivo de unificar, actualizar y clasificar una serie de conceptos

relacionados a la estabilidad de sistemas de energía eléctrica. En base a lo anterior, no

existe todavía una definición formal y ampliamente aceptada de la estabilidad de

voltaje. Por ejemplo, una definición coherente con las áreas de control y sistemas no

lineales es [2]:

“La capacidad de un sistema de alcanzar niveles de tensión fijos, mayores que cero,

en todos sus nodos después de haber sufrido cualquier perturbación”.

Según la definición anterior, es posible encontrar un sistema cuyos niveles de

voltaje sean bajos desde el punto de vista operativo, pero estables –esto está de acuerdo

con la definición de estabilidad en sistemas no lineales-, ya que se considera estable si

alcanza un punto de equilibrio. Operacionalmente no es conveniente que los niveles de

tensión sean bajos.

Desde un punto de vista de vista más general, se puede decir que la estabilidad

de voltaje tiene que ver con la capacidad de un sistema de potencia para mantener todos

sus voltajes nodales mayores a cero y operacionalmente aceptables, tanto en

condiciones normales como después de ser sujeto a una perturbación. Cuando un

sistema de potencia ha perdido la estabilidad en los voltajes de sus nodos, se dice que ha

ocurrido un colapso de voltaje.


4

En realidad, el fenómeno de inestabilidad de los voltajes en los nodos de un

sistema de potencia (o colapso de voltaje, como también se le conoce) es muy complejo,

ya que engloba a muchos de los equipos que forman al sistema y, por tanto a las

variables que describen sus respectivos comportamientos.

El colapso ocurre en sistemas muy cargados que han sido objeto de una

perturbación, por lo que pueden presentar deficiencias en generación de potencia

reactiva. Aún más, se le asocia a la incapacidad de un sistema de potencia de satisfacer

la demanda de potencia reactiva; ésta incapacidad se debe a las limitaciones en la

generación o en su transporte de potencia reactiva. Cabe destacar que la naturaleza del

fenómeno de inestabilidad de voltaje en un sistema de potencia es fundamentalmente

dinámica.

2.2 COLAPSO DE VOLTAJE

El colapso de voltaje es tal vez el término que se repite con mayor frecuencia al

referirse al estudio de estabilidad de voltaje. Para explicarlo, es necesario hacer uso de

la definición de estabilidad ante una perturbación en un punto de operación dado [4]:

“Un punto de operación de un sistema de potencia es estable ante pequeñas

perturbaciones si, seguido a una pequeña perturbación, el sistema retorna a un punto

de operación idéntico o cercano a aquél existente antes de la perturbación.”

De este modo el punto de operación de un sistema de potencia es estable. Ahora

bien, supóngase como punto de partida que un sistema de potencia se encuentra

funcionando en un punto de operación estable, luego, ocurre una pequeña perturbación


5

que ocasiona un pequeño transitorio para estabilizarse en un nuevo punto de operación.

La perturbación se debe a cambios en el sistema y si estos cambios son graduales, es

posible obtener un registro de lo cambios ocurridos en los distintos puntos de operación

[4].

Puede suceder que a raíz de uno de estos pequeños y graduales cambios el

sistema pierda estabilidad. En el colapso de voltaje la estabilidad se pierde cuando un

pequeño incremento en la carga del sistema causa que “desaparezca” el punto de

operación. La situación anterior resulta en que el sistema de potencia atravesará por un

estado transitorio caracterizado por la caída dinámica en los voltajes de los nodos del

sistema [4].

Entre los cambios que pueden dar origen a un colapso de voltaje se tienen [1]:

• Incremento en la carga.

• Generadores, condensadores sincrónicos y SVS, que alcanzan sus límites

de generación reactiva.

• Acción de transformadores con cambiadores de toma.

• Dinámicas de recuperación de cargas.

• Salidas de operación de líneas de transmisión y de generadores.

El colapso de voltaje es un proceso complejo en el que se puede observar una

caída inicialmente lenta en los voltajes, para luego presentar una caída mucho más

rápida (pero también es posible que la caída en los voltajes sea abrupta). Las escalas de

tiempo en las que puede el colapso pueden variar desde los milisegundos a los

segundos (cuando la respuesta dinámica es rápida) hasta los minutos a incluso horas

(cuando la respuesta dinámica de los dispositivos es lenta) [4].


6

2.3 ESCALA DE TIEMPO [4]

La escala de tiempo en la que se puede verificar una pérdida de la estabilidad de

voltaje o colapso en un sistema de potencia puede variar desde los segundos hasta horas.

Esta variación en la escala de tiempo se debe principalmente a los distintos fenómenos

que pueden ocurrir [4]:

a. “Transitorios electromecánicos: se presentan generadores, reguladores,

máquinas de inducción y elementos del sistema que empleen

electrónica de potencia (SVS o Static Var Sistems). Se encuentran en

el rango de los segundos”.

b. “Dispositivos de switcheo discreto, como cambiadores de toma y

limitadores de excitación. Se encuentran en el rango de las decenas de

segundo”.

c. “Procesos de recuperación de carga, que pueden durar muchos

minutos”.

2.4 TEORÍA DE BIFURCACIÓN [3].

Debido a la naturaleza no lineal del colapso de voltaje, es necesario emplear

técnicas tales como la teoría de bifurcación, con el fin de estudiarlo y encontrar maneras

de evitarlo.

La bifurcación se refiere a cambios cualitativos en el sistema (como cuando se

pierde el equilibrio o se pasa de un estado de equilibrio a otro oscilatorio). De esta

manera, en la teoría de bifurcación se establece que se puede predecir cómo un sistema


7

pierde estabilidad (típicamente), variando lentamente sus datos, es decir, se quiere

estudiar el sistema en el límite de estabilidad.

Adicionalmente a los datos (que son cantidades del sistema que varían

lentamente, cambiando gradualmente las ecuaciones del sistema, como por ejemplo, el

cambio suave en la demanda reactiva en los nodos de un sistema), es necesaria la

presencia de variables de estado. Estas pueden ser las ya conocidas y usuales de

magnitud y el ángulo de fase de los voltajes nodales de un sistema u otros no tan

usuales, como los ángulos de fase y las corrientes en los devanados de un generador [3].

En los datos podrían ser incluidos los ajustes de control con el objeto de

observar cómo afectan al sistema éstos cambios. Las ecuaciones que describen al

sistema empleadas en la aplicación de ésta teoría pueden ser diferenciales, algebraicas-

diferenciales o algebraicas [4].

2.5 CLASIFICACIÓN DE LAS BIFURCACIONES [3],[4]

Entre los tipos de bifurcación que existen, es relevante mencionar sólo tres de
ellas:

• Bifurcaciones silla: son aquellas en las que desaparece el punto de

equilibrio a medida que los datos cambian lentamente. En especial es de

interés cuando desaparece el punto de equilibrio estable, con lo que el

estado del sistema cambia dinámicamente –lo que explica la caída

dinámica de los voltajes nodales durante el colapso-. Los datos de ajuste

de control se mantienen fijos [4].

• Bifurcación límite: son bifurcaciones que aparecen cuando se representan

los límites asociados con los diversos controladores del sistema. Al igual
8

que en las bifurcaciones silla, éste tipo de bifurcación resulta en la

desaparición del punto de equilibrio [4].

• Bifurcación Hopf: son típicas en sistemas de potencia y se las ha

asociado a varios tipos de oscilaciones, tales como las oscilaciones

electromecánicas. El punto de equilibrio pasa a ser oscilatoriamente

inestable, cuya consecuencia son ya sean oscilaciones estables u

oscilaciones transitorias crecientes [4].

Basándose en las características de los elementos de un sistema de potencia, es

posible identificar las principales causas de problemas en la estabilidad de voltaje [2],

[4]:

• “La carga en las líneas de transmisión es muy alta, con lo que se alcanza

o se está muy cerca del límite de transmisión de potencia reactiva por las

líneas”.

• “Las fuentes de voltaje se encuentran muy lejos de los centros de carga”.

• “El nivel de voltaje de las fuentes es muy bajo”.

• “Se ha alcanzado el límite de generación reactiva en los generadores”.

• “La compensación reactiva es muy baja”.

Cabe destacar que el problema de perfiles de voltaje nodales bajos se considera

como un problema distinto al de estabilidad de voltaje.


9

CAPÍTULO 3: HERRAMIENTAS DE ANÁLISIS [1], [3], [4]

Se estudiarán los cuatro métodos más usados en la actualidad para realizar el

estudio de estabilidad de voltaje.

3.1 CURVAS P-V

Estas curvas son el resultado de resolver repetidamente el problema de flujo de

carga, a medida que se incrementa discretamente la demanda ya sea en una de las cargas

del sistema o en todas las cargas del sistema. En general, al incrementar sólo una de las

cargas, cualquiera de las presentes en el sistema puede ser elegida, pero la práctica

generalizada al construir este tipo de curvas es la de variar todas las cargas del sistema

al mismo tiempo –a factor de potencia constante o no-. Las variables a graficar son los

voltajes en los nodos del sistema y la demanda de la carga, que se puede expresar en por

unidad o en por ciento.

Debido a que la magnitud del voltaje en cualquier nodo del sistema es una

variable de estado y la demanda en la carga es un dato, estas curvas son en realidad

diagramas de bifurcación –silla-, que se conocen también con el nombre de curvas de

“nariz”.

En la práctica son muy utilizadas ya que muestran el punto de colapso y la

máxima demanda que puede soportar antes que esto ocurra –es un índice de la

cargabilidad del sistema-. En la figura 1 se muestran distintas curvas P-V a distintos

factores de potencia tanto en adelanto como en atraso. En la “rodilla” de estas curvas se

encuentra el punto crítico o de bifurcación, ya que es la frontera entre las zonas de

operación estable (rama superior de la gráfica) y la zona inestable (rama inferior de la

gráfica). Es este punto crítico el que señala la máxima cargabilidad y donde el flujo de

carga deja de converger.


10

Caracteristicas P-V de un sistema radial simple a distintos f.p.


1.4

1.2
zona estable

1 0.9 ad.

0.95 ad.
0.8
1.0
Vcarga

0.95 atr. Puntos criticos


0.9 atr.
0.6

0.4
zona inestable

0.2

0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 1.8
Pcarga

Figura 1: Curvas P-V a distintos factores de potencia (atraso y adelanto), para un sistema radial
simple

Para entender la diferencia entre la zona de estabilidad de la zona de

inestabilidad es necesario analizar alguna de las curvas mostradas en la figura 1.

Tómese, por ejemplo, la curva con factor de potencia 1. En la rama superior se observa

que al aumentar la potencia demandada por la carga, el voltaje del nodo al que se

encuentra conectada, disminuye –efectivamente sucede en los sistemas reales-. Por su

parte para la rama inferior se observa que al aumentar la demanda de la carga, el voltaje

en el nodo aumenta, es contrario a lo que debe suceder. Es por estos comportamientos


11

que se puede distinguir entre las zonas de estabilidad e inestabilidad de voltaje en un

sistema.

Basado en este método existe un “margen” de estabilidad de voltaje, que se

define como el incremento en la carga desde el punto de operación de partida hasta el

punto crítico de estabilidad. Es importante destacar que se puede medir la cargabilidad

de tres maneras [4]:

1. Los MVA del sistema completo.

2. Los MVA de un solo nodo.

3. Si el incremento de la carga se efectúa a factor de potencia constante,

entonces se pueden utilizar sólo los MW ya sean del sistema

completo o de un solo nodo.

Para evitar confusiones a la hora de construir las curvas P-V, es importante tener

en cuenta lo siguiente [4]:

1. Siempre se deben identificar las variables de estado y los datos del

sistema.

2. No siempre las curvas de “nariz” son curvas de bifurcación, es decir,

el punto crítico no siempre se corresponde con un punto de

bifurcación silla. Por esta razón se debe tener cuidado que la

magnitud del voltaje en los nodos y sobre todo la potencia activa

demandada por las cargas del sistema, aparezcan en las ecuaciones de

flujo de carga como variables de estado y datos respectivamente.

3.2 CURVAS Q-V

Una manera alternativa de realizar el análisis de estabilidad de voltaje es

mediante el uso de las curvas Q-V. Bajo esta metodología, se busca la compensación
12

reactiva (hipotética) necesaria para mantener un nivel predeterminado de voltaje en una

barra.

El procedimiento para construir una curva Q-V es el siguiente [4]:

1. Se coloca un condensador sincrónico ficticio con capacidad para suplir

potencia reactiva infinita en el nodo de carga estudiado.

2. Se varía el voltaje del nodo en estudio, en pasos discretos, desde Vmín

hasta Vmáx, manteniendo constante la demanda de potencia activa.

3. Para cada uno de los voltajes, se resuelve un flujo de carga,

calculándose la inyección de potencia reactiva del condensador

sincrónico ficticio.

4. Se grafica la inyección de potencia reactiva del condensador contra el

voltaje.

Al igual que en el caso de las curvas P-V, se define un “margen de estabilidad”.

Este viene dado por la potencia reactiva absorbida por el compensador sincrónico,

mientras mayor sea esta potencia, mayor será el margen de estabilidad. En la figura 2 se

muestra una curva Q-V. El punto inferior de la curva es el punto crítico y a partir de este

punto hasta el nivel de cero potencia reactiva (no absorbe o inyecta potencia reactiva al

nodo en estudio) se mide el margen de estabilidad. Si el punto crítico sobrepasa el nivel

de cero potencia reactiva, el sistema es potencialmente inestable. Así mismo, este punto

crítico también sirve de frontera entre los estados estable e inestable (a la izquierda del

punto es inestable, a la derecha del punto es estable), pero se debe tener en cuenta que

en la rama estable también se puede presentar el fenómeno de inestabilidad, cuando la

variación de la potencia reactiva con respecto al voltaje sea muy alta (pendiente muy

grande) [4].
13

Caracteristica Q-V de un sistema radial simple (Pcarga = 350 MW)


1200

1000

800

600
Q iny ec tada en M V A r

400

200

margen de estabilidad

-200

zona instable zona estable

-400
0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6
Vcarga en pu

Figura 2: Curva Q-V para el sistema radial simple (Pr se mantuvo a 350 MW).

Los métodos presentados hasta el momento poseen ventajas y desventajas que

deben ser tomadas muy en cuenta a la hora de ser aplicadas en análisis de un sistema.

Las curvas P-V se basan en la solución del flujo de carga, por esta razón sólo es

posible calcular la rama superior (zona estable) de la curva. Para calcular la rama

inferior (zona inestable) es necesario hacer uso del flujo de carga continuado,

advirtiéndose que no es necesario su empleo (flujo de carga continuado), para calcular

los márgenes de estabilidad de voltaje.

Así mismo, las curvas P-V muestran cuánta carga puede soportar el sistema

antes de colapsar, lo que se constituye en una medida de la “seguridad de voltaje” o

margen de estabilidad del sistema.

Las curvas Q-V usualmente muestran las zonas de inestabilidad y estabilidad al

mismo tiempo, por lo que es difícil que tengan problemas de convergencia.


14

Adicionalmente, se obtienen aproximadamente los requerimientos de compensación

reactiva.

Pero, debido al método de las curvas Q-V requiere que se inyecte potencia

reactiva en un solo nodo a la vez y a las no linealidades de esta inyección, se van a

encontrar divergencias entre los valores calculados y los que se podrían medir en un

Sistema de Potencia. Se deberían calcular las curvas de todos los nodos del sistema para

obtener una “imagen” completa de los márgenes de estabilidad de voltaje de cada nodo

y el peor de ellos se convertirá en el margen de estabilidad del sistema.

3.3 ANÁLISIS MODAL Y SENSITIVIDAD [1], [2],[4]

Como ya se mencionó, la estabilidad de voltaje es un fenómeno dinámico y debe

ser estudiado empleando las técnicas respectivas. Sin embargo, el tiempo requerido para

realizar los cálculos y obtener resultados pueden ser relativamente grandes (en el orden

de minutos y horas). El análisis modal se clasifica como un análisis de estabilidad

dinámica y éste se puede comparar con la toma de una “fotografía instantánea” de las

condiciones del sistema en un momento de tiempo.

La principal ventaja del método consiste en que muestra –aunque sólo es una

muy buena aproximación debido a las linealizaciones que se realizan-, la sensitividad

del voltaje en todos los nodos del sistema (mientras no sean barra de referencia angular

o las barras de voltaje regulado) con respecto a la potencia reactiva demandada en cada

uno de dichos nodos. El tiempo de cálculo se ve reducido en gran medida.

Empleando la técnica de las curvas Q-V, el análisis se debe realizar barra por

barra y resolviendo de forma repetida el problema de flujo de carga. Así, es crítica la

selección tanto de los nodos como de su número, para obtener información

significativa. Para lograr una solución a ese problema, se puede emplear el análisis

modal, pues es posible identificar los nodos propensos a la inestabilidad.


15

Para ilustrar el método modal, las ecuaciones de flujo de carga se pueden

expresar de la siguiente forma [2]:

 ∆P   J Pθ J PV   ∆θ 
∆Q  =  J ⋅
J QV  ∆V 
(1)
   Qθ 

Donde:

∆P = Cambio incremental en la potencia activa del nodo.

∆Q = Cambio incremental en la inyección de potencia reactiva del nodo.

∆θ = Cambio incremental en la fase del voltaje del nodo.

∆V = Cambio incremental en la magnitud del voltaje del nodo.

Si se emplea el modelo del flujo de carga convencional, la matriz jacobiana es la

misma que se emplea cuando se resuelven las ecuaciones de flujo de carga por el

método de Newton-Raphson.

Luego, para resolver el problema de flujo de carga, se reducen las ecuaciones de

la forma ya conocida (eliminando las filas y las columnas correspondientes a la barra de

referencia angular y a las barras de voltaje regulado) y se obtiene [2]:

 ∆PR   J PθR J PVR   ∆θ R 


∆Q  =  J ⋅
J QVR  ∆V R 
(2)
 R   QθR   

Donde:

∆PR = Cambio incremental en la potencia activa del nodo.

∆QR = Cambio incremental en la inyección de potencia reactiva en la barra.

∆θ R = Cambio incremental en la fase del voltaje del nodo.

∆V R = Cambio incremental en la magnitud del voltaje del nodo.

La matriz jacobiana así obtenida se conoce como matriz jacobiana reducida.

La ecuación (2) puede ser reescrita (ver Apéndice A) como [2]:


16

 0   J PθR J PVR   ∆θ R 
∆Q  =  J ⋅
J QVR  ∆V R 
(3)
 R   QθR   

Al aplicar el método de reducción de Kron a (3), se obtiene (no se colocará en lo

sucesivo el subíndice R, ya que se supone que se está trabajando con las ecuaciones de

flujo de carga reducidas):

[ ]
∆Q = J QV − J Qθ J P−1θ J PV ⋅ ∆V (4)

en forma reducida:

∆Q = J RK ⋅ ∆V (5)

donde

J RK = J QV − J Qθ J P−θ1 J PV (6)

Para evitar confusiones, J es la matriz jacobiana del sistema, JR es la matriz

jacobiana reducida y JRK es la matriz jacobiana reducida por Kron del sistema. Esta

última matriz relaciona directamente la magnitud de los voltajes en los nodos y las

inyecciones de potencia reactiva en ellos (las ecuaciones (4), (5) y (6) son obtenidas en

el Apéndice A).

3.3.1 MODOS DE ESTABILIDAD DE VOLTAJE

Al diagonalizar la matriz jacobiana reducida por Kron, se obtiene [2]:

J RK = T ⋅ D ⋅ T −1 (7)

Donde:

T = matriz de autovectores derechos de JRK.

T-1 = matriz de autovectores izquierdos de JRK.


17

D = matriz diagonal del los autovalores de JRK.

Se puede rescribir (7) como:

−1
J RK = T ⋅ D −1 ⋅ T −1 (8)

La ecuación (5) se puede rescribir como:

−1
∆V = J RK ⋅ ∆Q (9)

Sustituyendo (8) en (9):

∆V = T ⋅ D −1 ⋅ T −1 ⋅ ∆Q (10)

Ti ⋅ Ti −1
∆V = ∑ ⋅ ∆Q (11)
λi

Donde Ti es la i-ésima columna de la matriz de autovectores derechos de J RK y

Ti −1 es la i-ésima fila de la matriz de autovectores izquierdos de J RK . Cada autovalor

λi , con sus correspondientes autovectores izquierdo y derecho definen el i-ésimo modo

del sistema [2].

Al estar normalizados los autovectores derecho e izquierdo –lo que es usual-,

presentan la peculiaridad que su suma es uno. Así, la i-ésima variación modal de voltaje

se puede escribir como [2]:

1
∆Vmi = ⋅ ∆Qmi (12)
λi

De lo anterior se desprende que al ser los elementos de Ti y Ti −1 menores a uno,

el factor que escala las variaciones de voltaje es el inverso del i-ésimo autovalor. Si λi

es igual a cero, al ocurrir cualquier variación en la potencia reactiva, la correspondiente

variación de voltaje será infinita, en cuyo caso se está en presencia del colapso de

voltaje [2].
18

Para entender la relación que guarda la ecuación (11) con la sensitividad Q-V,

supóngase que ∆Q es un vector cuyos elementos son todos cero, excepto por el k-

ésimo, que sea igual a ∆Q k . Al aplicar la condición anterior a (11) se obtiene [2]:

Ti ⋅ Tik−1
∆V = ∑ ⋅ ∆Qk (13)
i λi

Donde Tik-1 es el k-ésimo elemento del i-ésimo autovector izquierdo. Se puede

determinar que la sensitividad Q-V del nodo k es:

∆Vk T ⋅ T −1
= ∑ ki ik (14) (ver apéndice B)
∆Qk i λi

que se puede rescribir como:

∆V FCki
=∑ (15)
∆Qk i λi

Donde FCki es el factor de contribución nodal del i-ésimo modo y el k-ésimo

nodo.

Recuérdese que la localización tanto de la zona de inestabilidad como de

estabilidad en las curvas Q-V. En la zona de estabilidad, la pendiente de la curva es

positiva, por esto, un sistema es estable (desde el punto de vista de la estabilidad de

voltaje), cuando todos los autovalores del sistema sean positivos, e inestable cuando al

menos uno de ellos sea negativo o cero – la pendiente de la rama inestable de las curvas

Q-V es negativa-.

A consecuencia del efecto del autovalor y de la relación entre el análisis modal y

la sensitividad Q-V, el autovalor es una medida relativa de la distancia al colapso o

inestabilidad. Esta medida no es absoluta debido a la naturaleza no lineal del problema.

Cuando los autovalores estén cercanos a cero, pero positivos, el sistema será estable,

pero cercano a la inestabilidad. El sistema se alejará de la inestabilidad cuanto más

alejados de cero estén sus autovalores. Al aumentar la carga del sistema (ya sea
19

globalmente o en un nodo en especial), los autovalores se acercarán a cero y

eventualmente alguno se hará cero y luego negativo [2].

Se debe hacer mención de una característica importante de J RK . Si bien J R es

una matriz asimétrica, J RK es cuasi-simétrica –de hecho, puede ser considerada como

una matriz simétrica para efectos prácticos, ver apéndice C para demostración-. Lo

anterior deja de ser cierto cuando se introducen transformadores cambiadores de fase.

Al ser J RK simétrica, se calculan los autovalores y autovectores. Si J RK fuese

asimétrica, se deben calcular los valores y vectores singulares. Sólo afecta ésta parte de

los cálculos, ya que la aplicación de la teoría presentada no sufre mayores cambios.

También al mostrar simetría J RK , los autovalores tienen una parte real distinta de cero

y una parte imaginaria igual a cero –o en su defecto, tan cercana a cero como para ser

despreciada-.

3.3.2 FACTORES DE CONTRIBUCIÓN NODALES

La ecuación (14) puede escrita (expandiéndola), para el nodo k como [2]:

∆Vk Tk1 ⋅ T1−k 1 Tk 2 ⋅ T2−k1 Tki ⋅ Tik−1 Tkk ⋅ Tkk−1 Tkn ⋅ Tnk−1
= + +L+ +L+ +L+ (16)
∆QK λ1 λ2 λi λk λn

De (15) se observa que si bien en la sensitividad todos los modos influyen, es

notorio que no todos lo hacen de igual forma. Los autovalores indican la distancia

relativa al colapso y escalan cada uno de los términos relacionados con su respectivo

modo. La participación o contribución del i-ésimo modo a la sensitividad del k-ésimo

nodo se cuantifica por el término:

FC ki = Tki ⋅ Tik−1 (17)


20

Por medio de (16) es posible calcular la contribución a la inestabilidad de todos

los nodos estudiados para un modo específico o la contribución de todos los modos en

un nodo.

Los factores de contribución nodales (definidos por (16) y (17)) –llamados

también factores de participación-, determinan las áreas del sistema asociadas a cada

modo, es decir, es posible identificar los nodos que más contribuyen al colapso. Son

posibles dos escenarios [1]:

1. “Algunos nodos con factores de contribución altos y el resto cercanos a

cero, lo que indica un modo localizado. Un modo localizado ocurre

generalmente cuando se conecta una carga a una red robusta, a través de

una línea de transmisión larga”.

2. “Muchos nodos con factores de contribución pequeños pero similares y el

resto cercanos a cero, lo que indica un modo no localizado. Un modo no

localizado ocurre cuando se sobrecarga una región de un sistema y se ha

agotado el soporte de potencia reactiva”.


21

CAPÍTULO 4: CASOS ESTUDIADOS


Se estudiaron tres casos:

1. El sistema de prueba de 9 barras (Anderson-Fouad) [9].

2. El sistema de prueba del IEEE de 30 barras [11].

3. El sistema (simplificado) Interconectado Nacional de 75 barras [10].

Es importante hacer notar que en los análisis, siempre se menciona el punto de

operación en el que fueron realizados los cálculos. De esta manera, cuando se menciona

carga nominal, es la demanda que suple el sistema normalmente y es la que se encuentra

en los datos de nodos, la media carga es cuando la carga a la que se realiza el estudio es

0.5 veces la carga nominal, la doble carga es 2 veces la carga nominal. La carga de

colapso es la carga en la operación del sistema ya no es factible. Los datos de los

sistemas estudiados se encuentran en los apéndices C, D y E respectivamente. Además,

los análisis se realizaron primero sin tomar en cuenta la existencia de compensadores

capacitivos (se tomó Xc constante y su valor se eligió de manera tal que su efecto se

notase), luego fueron incluidos, siempre tomando en cuenta los puntos de operación

anteriormente descritos. Las rutinas para realizar los cálculos fueron programadas en

Matlab y se ejecutaron en un computador Pentium 4 de 3.0 GHz. y 1.0 GB de

memoria RAM.

4.1 SISTEMA DE PRUEBA DE 9 BARRAS [9]

Debido a que el sistema posee pocos nodos, se presentan los resultados de todos

ellos; en los sistemas restantes sólo se presentarán los resultados más importantes. En la

figura 3 se muestra el diagrama unifilar del sistema.


22

TRX 2 CARGA C
2 3
TRX 3
2 7 8 9 3

5 6

CARGA A CARGA B
4
TRX 1

Figura 3: Diagrama unifilar del sistema de prueba de 9 barras.

Tabla I: Clasificación de los nodos del Sistema de prueba de 9 barras.

Barra (#) Tipo


1 Ref. Angular
2 PV
3 PV
4 PQ
5 PQ
6 PQ
7 PQ
8 PQ
9 PQ

4.1.1 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL

El primer análisis efectuado al sistema de prueba se realizó a carga nominal.

Luego de realizar un flujo de carga, se calcularon los autovalores del sistema según se

describió en la sección 3.3 del capítulo anterior. En la tabla II se muestran los

autovalores del sistema. Las matrices jacobianas del sistema se muestran en el Apéndice
23

F. Es importante hacer notar que la tabla II será la única tabla que muestre la barra a la

que se asocia el autovalor; esto se debe a que los autovalores se utilizan para identificar

modos de operación del sistema y no se emplean para localizar nodos (barras) con

problemas de estabilidad (físicamente hablando, ya que matemáticamente se debe tener

un registro de los nodos y los modos para realizar los cálculos que sí conducen a la

identificación de los nodos críticos del sistema). Luego, en las tablas III y IV son

mostradas las matrices de autovectores derechos e izquierdos, respectivamente. En la

tabla V se presenta la matriz de factores de contribución nodal del sistema y en la tabla

VI se muestran ordenados y con sus barras asociadas.

Tabla II: Autovalores (AV) del sistema a carga nominal.

MODO AV BARRA
1 5.9573 7
2 12.94 8
3 14.9075 9
4 36.2943 6
5 46.6201 5
6 51.0829 4

Tabla III: Matriz de Autovectores derechos del sistema.

-0.6337 0.6435 -0.0457 -0.358 -0.2622 0.0778


0.308 -0.1422 0.1894 -0.5468 -0.1636 0.7193
0.2539 -0.1828 -0.2218 -0.532 -0.4809 -0.5988
-0.4768 -0.524 -0.4956 -0.2873 0.3771 0.0991
0.3547 0.4372 -0.0905 -0.3772 0.6986 -0.1667
-0.2931 -0.2582 0.8118 -0.2549 0.2073 -0.2835

Tabla IV: Matriz de autovectores izquierdos del sistema

-0.6337 0.308 0.2539 -0.4768 0.3547 -0.2931


0.6435 -0.1422 -0.1828 -0.524 0.4372 -0.2582
-0.0457 0.1894 -0.2218 -0.4956 -0.0905 0.8118
-0.358 -0.5468 -0.532 -0.2873 -0.3772 -0.2549
-0.2622 -0.1636 -0.4809 0.3771 0.6986 0.2073
0.0778 0.7193 -0.5988 0.0991 -0.1667 -0.2835
24

Es importante destacar que las matrices de autovectores están ordenadas de la

siguiente forma: en la filas según la numeración normal de las barras de carga, en las

columnas según los modos asociados (matemáticamente) a los nodos. Este

ordenamiento también aplica para la matriz de los factores de participación nodal de la

tabla V.

Tabla V: Matriz de los factores de contribución nodal del sistema

0.4016 0.414 0.0021 0.1282 0.0687 0.0061


0.0949 0.0202 0.0359 0.299 0.0268 0.5173
0.0644 0.0334 0.0492 0.283 0.2312 0.3586
0.2274 0.2746 0.2456 0.0825 0.1422 0.0098
0.1258 0.1911 0.0082 0.1423 0.4881 0.0278
0.0859 0.0667 0.659 0.065 0.043 0.0804

Tabla VI: Factores de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

AUTOVALORES
5.9573 12.94 14.9075 36.2943 46.6201 51.0829
5 0.299 0.0268 0.5173 0.0359 0.0202 0.0949
6 0.283 0.2312 0.3586 0.0492 0.0334 0.0644
BARRAS

8 0.1423 0.4881 0.0278 0.0082 0.1911 0.1258


4 0.1282 0.0687 0.0061 0.0021 0.414 0.4016
7 0.0825 0.1422 0.0098 0.2456 0.2746 0.2274
9 0.065 0.043 0.0804 0.659 0.0667 0.0859

En la tabla VI se muestra la matriz de factores de participación nodales del

sistema, pero ordenada según el factor de participación más alto del modo con el

autovalor más pequeño. Se observa que la barra 5 es la que posee el factor de

contribución más alto, para el peor modo de operación (aquel cuya magnitud de

autovalor sea la menor de todas en el sistema). Téngase en cuenta el ordenamiento de

los nodos del sistema y compárese más adelante con las curvas P-V y Q-V, al final de

esta sección. Nótese que la sumatoria por filas o por columnas de la matriz de factores

de contribución nodales es siempre 1, esto debido a una propiedad de las matrices de


25

autovectores y a la forma en la que se calculan los factores de contribución (véase

Apéndice B). El tiempo de ejecución en el computador fue de 0.780 seg.

Finalmente se calcularon las sensitividades ∆V ∆Q de los nodos del sistema,

según la ecuación (9). Los nodos que presenten valores altos en la sensitividad son los

que presentarán problemas de estabilidad de voltaje, es decir, indica que cambios en ∆Q

influyen fuertemente a ∆V).

Tabla VII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
6 0,091
5 0,0907
8 0,0715
7 0,0434
4 0,0431

4.1.2 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA

Se realizó un nuevo análisis modal al sistema, pero al 50% de su carga nominal.

El tiempo de ejecución en el computador fue de 0.75 seg. En la tabla VIII se muestran

los autovalores del sistema. Nótese que el autovalor de menor magnitud (que define el

peor modo del sistema) aumentó con respecto al calculado para la condición de carga

nominal.

Tabla VIII: Autovalores del sistema a carga mínima.

MODO AV
1 6.1635
2 13.3173
3 15.4698
4 36.7112
5 47.1908
6 51.7864
26

Tabla IX: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba de 9 barras.

-0.6337 0.6435 -0.0457 -0.358 -0.2622 0.0778


0.308 -0.1422 0.1894 -0.5468 -0.1636 0.7193
0.2539 -0.1828 -0.2218 -0.532 -0.4809 -0.5988
-0.4768 -0.524 -0.4956 -0.2873 0.3771 0.0991
0.3547 0.4372 -0.0905 -0.3772 0.6986 -0.1667
-0.2931 -0.2582 0.8118 -0.2549 0.2073 -0.2835

Tabla X: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba de 9 barras.

-0.6337 0.308 0.2539 -0.4768 0.3547 -0.2931


0.6435 -0.1422 -0.1828 -0.524 0.4372 -0.2582
-0.0457 0.1894 -0.2218 -0.4956 -0.0905 0.8118
-0.358 -0.5468 -0.532 -0.2873 -0.3772 -0.2549
-0.2622 -0.1636 -0.4809 0.3771 0.6986 0.2073
0.0778 0.7193 -0.5988 0.0991 -0.1667 -0.2835

Tabla XI: Matriz de factores de contribución del sistema de prueba.

0.4016 0.414 0.0021 0.1282 0.0687 0.0061


0.0949 0.0202 0.0359 0.299 0.0268 0.5173
0.0644 0.0334 0.0492 0.283 0.2312 0.3586
0.2274 0.2746 0.2456 0.0825 0.1422 0.0098
0.1258 0.1911 0.0082 0.1423 0.4881 0.0278
0.0859 0.0667 0.659 0.065 0.043 0.0804

Tabla XII: Factores de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

AUTOVALORES
6.1635 13.3173 15.4698 36.7112 47.1908 51.7864
5 0.2951 0.026 0.5251 0.0382 0.0247 0.0958
6 0.2867 0.2329 0.3464 0.0512 0.0374 0.0627
BARRAS

8 0.139 0.4816 0.0286 0.0088 0.1834 0.136


4 0.1319 0.0718 0.0075 0.0022 0.4434 0.3798
7 0.0819 0.1441 0.0099 0.2443 0.2514 0.2382
9 0.0654 0.0437 0.0825 0.6553 0.0598 0.0875

Las barras identificadas en el caso anterior se mantienen.


27

Tabla XIII: Sensitividad Q-V de los nodos del sistema.

BARRA SENSITIVIDAD
6 0.0883
5 0.0867
8 0.0689
7 0.0426
4 0.0426
9 0.0405

4.1.3 ANÁLISIS A DOBLE CARGA

Se realizó de nuevo el análisis modal al sistema de 9 barras, pero en esta

oportunidad a doble carga, es decir, a 2 veces la carga nominal. El tiempo de ejecución

de computador fue de 0.8 seg. En la tabla XIV se presentan las magnitudes de los

autovalores del sistema. Obsérvese que la magnitud del autovalor correspondiente al

peor modo (y en general todos los autovalores) ha disminuido con respecto a los casos

precedentes.

Tabla XIV: Autovalores del sistema a doble carga.

MODO AV
1 4.2254
2 11.2518
3 12.4176
4 34.374
5 42.4061
6 47.0535

Tabla XV: Matriz de autovectores derechos del sistema.

0.4374 -0.7765 0.0569 0.3802 -0.2247 -0.0385


-0.2402 0.2165 -0.1635 0.5853 -0.1102 -0.6796
-0.1955 0.2519 0.185 0.5355 -0.4188 0.6583
0.6073 0.3942 0.5042 0.2601 0.3975 -0.0857
-0.4516 -0.3227 0.0814 0.3276 0.742 0.157
0.3742 0.1649 -0.8216 0.2263 0.231 0.2671
28

Tabla XVI: Matriz de autovectores izquierdos del sistema de prueba.

0.4374 -0.2402 -0.1955 0.6073 -0.4516 0.3742


-0.7765 0.2165 0.2519 0.3942 -0.3227 0.1649
0.0569 -0.1635 0.185 0.5042 0.0814 -0.8216
0.3802 0.5853 0.5355 0.2601 0.3276 0.2263
-0.2247 -0.1102 -0.4188 0.3975 0.742 0.231
-0.0385 -0.6796 0.6583 -0.0857 0.157 0.2671

Tabla XVII: Matriz de factores de contribución del sistema de prueba.

0.1913 0.603 0.0032 0.1445 0.0505 0.0015


0.0577 0.0469 0.0267 0.3425 0.0121 0.4618
0.0382 0.0634 0.0342 0.2867 0.1754 0.4334
0.3688 0.1554 0.2542 0.0676 0.158 0.0073
0.2039 0.1041 0.0066 0.1073 0.5506 0.0246
0.14 0.0272 0.675 0.0512 0.0534 0.0714

Tabla XVIII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

AUTOVALORES
4.2254 11.2518 12.4176 34.374 42.4061 47.0535
5 0.3425 0.0121 0.4618 0.0267 0.0469 0.0577
6 0.2867 0.1754 0.4334 0.0342 0.0634 0.0382
BARRAS

4 0.1445 0.0505 0.0015 0.0032 0.603 0.1913


8 0.1073 0.5506 0.0246 0.0066 0.1041 0.2039
7 0.0676 0.158 0.0073 0.2542 0.1554 0.3688
9 0.0512 0.0534 0.0714 0.675 0.0272 0.14

Nótese que en la tabla XZVIII, las barras que se habían identificado en análisis

anteriores se mantienen.

Tabla XIX: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA SENSITIVIDAD
5 0.1288
6 0.1186
8 0.0826
4 0.0576
7 0.048
9 0.0443
29

4.1.4 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO

Finalmente, se realizó el análisis modal al sistema en una condición de carga

cercana al colapso, es decir, para este caso, 2,375 veces la carga nominal. El tiempo de

ejecución del programa fue de 0,78 seg. Obsérvese que las magnitudes de los

autovalores disminuyeron con respecto a los valores obtenidos en los casos

precedentes, en especial la del modo1, que indica la ocurrencia inminente del colapso.

Tabla XX: Autovalores del sistema cerca de la condición de colapso.

MODO AV
1 0.0103
2 8.5097
3 9.2897
4 31.602
5 33.4808
6 42.7125

Tabla XXI: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba.

0.182 -0.8168 0.2526 0.453 -0.1427 0.0534


-0.1241 0.2454 -0.1822 0.6493 -0.1915 -0.5887
-0.099 0.3504 0.0471 0.5245 -0.0141 0.7726
0.6925 0.3041 0.4777 0.188 0.399 -0.1083
-0.5214 -0.1425 0.1002 0.1938 0.813 0.0411
0.4362 -0.1924 -0.814 0.1587 0.3501 0.2005

Tabla XXII: Matriz de autovectores derechos del sistema de prueba.

0.182 -0.1241 -0.099 0.6925 -0.5214 0.4362


-0.8168 0.2454 0.3504 0.3041 -0.1425 -0.1924
0.2526 -0.1822 0.0471 0.4777 0.1002 -0.814
0.453 0.6493 0.5245 0.188 0.1938 0.1587
-0.1427 -0.1915 -0.0141 0.399 0.813 0.3501
0.0534 -0.5887 0.7726 -0.1083 0.0411 0.2005
30

Tabla XXIII: Matriz de los factores de contribución del sistema de prueba.

0.0331 0.6672 0.0638 0.2052 0.0204 0.0028


0.0154 0.0602 0.0332 0.4216 0.0367 0.3466
0.0098 0.1228 0.0022 0.2752 0.0002 0.597
0.4796 0.0925 0.2282 0.0354 0.1592 0.0117
0.2719 0.0203 0.01 0.0375 0.661 0.0017
0.1902 0.037 0.6626 0.0252 0.1225 0.0402

Tabla XXIV: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

AUTOVALORES
0.0103 8.5097 9.2897 31.602 33.4808 42.7125
5 0.4216 0.3466 0.0367 0.0332 0.0602 0.0154
6 0.2752 0.597 0.0002 0.0022 0.1228 0.0098
BARRAS

4 0.2052 0.0028 0.0204 0.0638 0.6672 0.0331


8 0.0375 0.0017 0.661 0.01 0.0203 0.2719
7 0.0354 0.0117 0.1592 0.2282 0.0925 0.4796
9 0.0252 0.0402 0.1225 0.6626 0.037 0.1902

Tabla XXV: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA SENSITIVIDAD
5 45.3537
6 25.6901
4 19.0612
8 2.816
7 2.4875
9 1.5676

Es importante destacar que los valores de las sensitividades en cada condición

de carga indican aproximadamente el mismo orden que muestran los factores de

contribución nodales.
31

4.1.5 GRÁFICAS P-V Y Q-V

Luego de haber realizado los análisis modales en varias condiciones de carga, se

procedió a la formación de las curvas P-V y Q-V del sistema. La figura 4 corresponde a

la curva P-V y la figura 5, a la curva Q-V.

Gráfica P-V
1.05

0.95
Tension en barra (p.u.)

0.9

0.85

0.8
4
0.75 5
6
0.7 7
8
9
0.65
0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 1.8 2 2.2 2.4
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 4: Gráfica P-V del Sistema de 9 barras

Obsérvese que para las distintas condiciones de carga, los factores de

contribución del peor modo se corresponden con el perfil de tensiones mostrado en la

figura 4. De esta forma, para cada una de las condiciones de carga, el mayor de los

factores de contribución del peor modo de estabilidad, indica la barra con el perfil de

voltaje más bajo de todas las demás barras. Luego, al ordenar los factores de

contribución de mayor a menor, se verifica que este ordenamiento se corresponde con el

perfil de tensiones del sistema para ése nivel de carga (en la figura 4 son los valores de

potencia activa de 0,5, 1, 2 y 2,375). El tiempo de ejecución del programa de

construcción de la curva P-V fue de 10,7 seg.


32

Seguidamente, se procedió a construir las curvas Q-V para la condición de

carga nominal. Nótese en la figura 5 que no se verifica una correspondencia exacta de

las posiciones de las curvas con los valores obtenidos de los factores de contribución

nodales, aún cuando muestra las barras del sistema con el perfil más deprimido del

sistema, no indica el orden obtenido por los otros métodos. El tiempo de ejecución del

programa de construcción de la curva Q-V fue de 2.38 seg.

Gráfica V-Q
600

400
Potencia reactiva inyectada en la barra (p.u.)

200

-200

-400 4
5
6
-600 7
8
9
-800
0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 1.1 1.2 1.3
Voltaje [p.u.]

Figura 5: Gráfica Q-V del Sistema de 9 barras.

4.1.6 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Una de las aplicaciones del cálculo de los factores de contribución es la

localización de los nodos en los que es necesario apuntalar la generación de potencia


33

reactiva. Para colocar un compensador capacitivo en este sistema se eligió a la barra 5,

debido a que es la que presenta el factor de contribución más alto (para el peor modo),

en todos los análisis. En este caso se empleó un compensador capacitivo con una

reactancia de 0.5 pu. El tiempo de ejecución del programa fue de 0,8 seg. para la

conexión en barra 5.

Tabla XXVI: Autovalores seleccionados del sistema incluyendo compensador en la barra 5.

MODO AV
1 5.9774
2 13.6125
3 15.8873
4 37.6601
5 49.3555

Tabla XXVII: factores de contribución del sistema a carga nominal incluyendo compensador en las
barra 5.

AUTOVALOR
5.9774 13.6125 15.8873 37.6601 49.3555
5 0.3405 0.0415 0.5148 0.0446 0.0082
BARRAS

6 0.2571 0.2125 0.3674 0.0586 0.0184


8 0.1326 0.4911 0.0198 0.0139 0.239
7 0.0818 0.135 0.0136 0.2242 0.3762
9 0.0593 0.0475 0.0789 0.6579 0.0813

Tabla XXVIII Sensitividad del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 5.

BUS Sensitividad
5 0.0886
6 0.0866
8 0.069
4 0.0422
7 0.0421
34

4.1.7 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA INCLUYENDO COMPENSADOR


CAPACITIVO

El tiempo de ejecución de éste análisis fue de 0.72 seg.

Tabla XXIX: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima incluyendo compensador en la
barra 5.

MODO AV
1 6.1591
2 13.9761
3 16.3807
4 38.0827
5 50.0049

Tabla XXX: Factores de contribución del sistema a carga mínima incluyendo compensador en la
barra 5.

AUTOVALOR
6.1591 13.9761 16.3807 38.0827 50.0049
5 0.3392 0.0415 0.5134 0.0466 0.0105
BARRAS

6 0.2588 0.2101 0.3679 0.061 0.0206


8 0.1293 0.4874 0.0185 0.0144 0.2369
7 0.0812 0.137 0.0143 0.2243 0.3584
9 0.0593 0.049 0.08 0.6529 0.077

Tabla XXXI: Sensibilidad del sistema a carga mínima incluyendo compensador en la barra 5.

BUS Sensitividad
5 0.0857
6 0.0841
8 0.0666
4 0.0416
7 0.0414

4.1.8 ANÁLISIS A DOBLE CARGA INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

El tiempo de ejecución de éste análisis fue de 0.75 seg.


35

Tabla XXXII: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 5.

MODO AV
1 4.7383
2 12.17
3 13.9581
4 35.9783
5 46.1948

Tabla XXXIII: Factores de contribución del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 5-

AUTOVALOR
4.7383 12.17 13.9581 35.9783 46.1948
5 0.3616 0.0272 0.5036 0.0363 0.0231
BARRAS

6 0.2621 0.1859 0.3839 0.0456 0.0321


8 0.1151 0.5314 0.0245 0.0122 0.1858
7 0.0731 0.1439 0.0096 0.2291 0.3042
9 0.0519 0.0521 0.0744 0.6755 0.0623

Tabla XXXIV: Sensibilidad del sistema a doble carga incluyendo compensador en la barra 5.

BUS Sensitividad
5 0.1111
6 0.1049
8 0.078
4 0.0513
7 0.0458

4.1.9 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO INCLUYENDO

COMPENSADOR CAPACITIVO

La condición de colapso se verificó a 2.63 veces la carga nominal con el

compensador en la barra 5. El tiempo de ejecución de éste análisis fue de 1.72 seg.


36

Tabla XXXV: Autovalores seleccionados del sistema en condición de colapso incluyendo


compensador en la barra 5.

MODO AV
1 0.0047
2 9.0542
3 9.5499
4 32.3045
5 34.9867

Tabla XXXVI: Factores de contribución del sistema en condición de colapso incluyendo


compensador en las barra 5.

AUTOVALOR
0.0047 9.0542 9.5499 32.3045 34.9867
5 0.4254 0.2807 0.1697 0.0336 0.099
BARRAS

6 0.2717 0.5193 0.0446 0.008 0.1052


8 0.0389 0.1064 0.5348 0.0128 0.0307
7 0.0367 0.0855 0.0916 0.2256 0.0631
9 0.0248 0.0011 0.14 0.6949 0.002

Tabla XXXVII: Sensibilidad del sistema en condición de colapso incluyendo compensador en la


barra 5.

BUS Sensitividad
5 89.6273
6 61.4993
4 44.2368
8 7.1698
7 6.2622

Nótese que la magnitud del menor de los autovalores aumentó con respecto a los

valores obtenidos cuando al sistema no se le había conectado un compensador

capacitivo. Luego, el orden de los nodos indicados por los factores de contribución

nodales del sistema no varió con respecto al obtenido con el sistema ya descrito.
37

4.1.10 GRÁFICAS P-V Y Q-V INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Advierta que en la curva P-V de la figura 6, el perfil de voltaje de la barra 5

aumentó con respecto al mostrado en la figura 4 (en general todos los perfiles

aumentaron). Sin embargo, el orden en el que se presentaron los nodos indicados por los

factores de contribución no cambió con respecto a los encontrados cuando al sistema no

se le había conectado el compensador en la barra 5. el tiempo de ejecución del programa

de formación de la curva P-V fue de 9.91 seg.

Gráfica P-V
1.25
4
5
1.2
6
7
1.15 8
9
1.1
Tension en barra (p.u.)

1.05

0.95

0.9

0.85

0.8

0.75
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 6: Curva P-V del sistema de 9 barras a carga nominal incluyendo compensador en la barra
5.

En la figura 7 se muestra la curva Q-V del sistema con compensador. Obsérvese

que en este caso la curva correspondiente a la barra 5 se encuentra un poco por debajo a

como se le puede encontrar en la figura 5, es decir, el apoyo reactivo es notable. En este


38

gráfico tampoco se sigue el ordenamiento que se encontró con los factores de

contribución. El tiempo de ejecución fue de 2.38 seg.

Gráfica V-Q
600

400 5

6
Potencia reactiva inyectada en la barra (p.u.)

7
200
8

-200

-400

-600

-800
0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 1.1 1.2 1.3
Voltaje [p.u.]

Figura 7: Curva Q-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 5.
39

4.2 SISTEMA DE PRUEBA DEL IEEE DE 30 BARRAS

[11]

Para este sistema, se realizaron los mismos análisis del sistema de 9 barras.

Observe que los comportamientos de los autovalores y los factores de contribución

nodales serán muy parecidos a los del sistema anterior. El sistema colapso a 2,83 veces

la carga nominal.

4.2.1 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL

Tiempo de ejecución: 2.53 seg.

Tabla XXXVIII: Autovalores seleccionados del sistema a carga nominal.

MODO AV

1 0,4944

2 1,0078

3 1,7213

4 3,4765

5 3,9385

6 5,3312

7 6,057

8 7,3747

9 8,5224

10 10,9301
40

Tabla XXXIX: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

Autovalores
0.4944 1.0078 1.7213 3.4765 3.9385 5.3312 6.057 7.3747 8.5224 10.9301
30 0.2112 0.1139 0.1537 0.0024 0.0002 0.0502 0.4646 0.0004 0 0.0002
29 0.1923 0.0953 0.1106 0.0008 0 0.0011 0.4006 0.1748 0 0.001
26 0.1721 0.0042 0.6173 0.0382 0.002 0.0618 0.0036 0.0751 0 0.0027
25 0.1063 0.0014 0.0564 0.0058 0.0006 0.0777 0.0071 0.2786 0 0.0301
27 0.1042 0.0217 0.0011 0.001 0.0001 0.0357 0.032 0.2508 0.0001 0.0096
Barras

24 0.0398 0.0304 0.0031 0.0851 0.0053 0.1399 0.0131 0.0029 0.0004 0.0255
23 0.0242 0.0528 0.0001 0.0207 0.1963 0.1353 0.0301 0.098 0.1715 0.0252
22 0.0188 0.0475 0.0003 0.1002 0.0415 0.0032 0.003 0.0161 0.0702 0.0015
21 0.0174 0.0484 0.0006 0.0965 0.0485 0.0008 0.0022 0.0158 0.0739 0.0006
28 0.0025 0 0.0001 0.0006 0 0.0001 0.0015 0.0127 0.0012 0.1391

Tabla XL: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
26 0,7523
30 0,7146
29 0,641
25 0,3353
27 0,317
19 0,2466
18 0,2416
23 0,2379
20 0,2302
24 0,2127

4.2.2 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA

Tiempo de ejecución: 2.59 seg.

Tabla XLI: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima.

MODO A.V.
1 0,5297
2 1,0614
3 1,8159
4 3,6179
5 4,0696
6 5,5237
7 6,3275
8 7,638
9 8,7765
10 11,1429
41

Tabla XLII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

Autovalores
0,5297 1,0614 1,8159 3,6179 4,0696 5,5237 6,3275 7,638 8,7765 11,1429
30 0,2094 0,1109 0,1523 0,0022 0,0002 0,0448 0,4728 0,0008 0 0,0001
29 0,1934 0,0944 0,1117 0,0008 0 0,0004 0,3928 0,1813 0 0,0008
26 0,1716 0,0043 0,6173 0,0383 0,0019 0,0631 0,0046 0,0766 0 0,0029
25 0,1074 0,0015 0,0576 0,0054 0,0006 0,0756 0,0091 0,2747 0 0,0299
27 0,1062 0,022 0,0011 0,001 0,0001 0,0341 0,0352 0,2503 0,0002 0,007
Barras

24 0,0394 0,03 0,0033 0,0828 0,0051 0,1423 0,0115 0,0026 0,0005 0,0219
23 0,024 0,0529 0,0001 0,0191 0,1923 0,1431 0,0289 0,0948 0,1733 0,0244
22 0,0186 0,0474 0,0003 0,1014 0,0406 0,0038 0,0031 0,0161 0,0698 0,0018
21 0,0172 0,0482 0,0005 0,0978 0,0474 0,0011 0,0024 0,0158 0,0735 0,0009
28 0,0025 0 0,0001 0,0006 0 0,0001 0,0017 0,0135 0,0014 0,1384

Tabla XLIII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
26 0,7052
30 0,6684
29 0,6053
25 0,3179
27 0,3027
19 0,2344
18 0,2306
23 0,2267
20 0,2194
14 0,201

4.2.3 ANÁLISIS A DOBLE CARGA

Tiempo de ejecución: 2.77 seg.

Tabla XLIV: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga.

MODO A.V.
1 0,3824
2 0,8533
3 1,4561
4 3,0966
5 3,5863
6 4,7997
7 5,2847
8 7,8355
9 6,6233
10 10,1577
42

Tabla XLV: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

Autovalores
0,3824 0,8533 1,4561 3,0966 3,5863 4,7997 5,2847 7,8355 6,6233 10,1577
30 0,2215 0,1211 0,1521 0,0031 0,0003 0,0855 0,4159 0 0 0,0003
29 0,1923 0,0955 0,1026 0,0008 0 0,0105 0,4169 0 0,1546 0,0015
26 0,1692 0,0024 0,6227 0,0375 0,002 0,0593 0,0006 0 0,0693 0,0024
25 0,1022 0,0008 0,0542 0,0073 0,0009 0,0862 0,0011 0,0001 0,2841 0,0309
27 0,1003 0,0198 0,0009 0,0014 0,0002 0,0445 0,0197 0 0,2527 0,0168
Barras

24 0,04 0,0329 0,0023 0,0914 0,0062 0,1259 0,0242 0,0002 0,0046 0,0339
23 0,0242 0,0535 0,0003 0,0246 0,2077 0,1052 0,0395 0,1655 0,1092 0,0286
22 0,0188 0,0487 0,0006 0,0963 0,044 0,0017 0,0029 0,0708 0,0164 0,0008
21 0,0176 0,0497 0,001 0,0925 0,0518 0,0002 0,0019 0,0745 0,0159 0,0002
28 0,0025 0 0,0001 0,0006 0 0,0001 0,001 0,0009 0,0107 0,1348

Tabla XLVI: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
30 0,9161
29 0,7944
25 0,4054
27 0,3812
19 0,2883
18 0,2788
23 0,2765
20 0,2674
24 0,2595

4.2.4 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO

El sistema colapsó a 2,83 veces la carga nominal. Tiempo de ejecución: 3.28


seg.

Tabla XLVII: Autovalores seleccionados del sistema cerca de la condición de colapso.

8,5484
MODO 1A.V.
1 0,0034
2 0,5207
3 0,8872
4 3,0132
5 2,4615
6 3,9566
7 3,2778
8 5,0809
9 6,7262
43

Tabla XLVIII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

Autovalores
0,0034 0,5207 0,8872 3,0132 2,4615 3,9566 3,2778 5,0809 6,7262 8,5484
30 0,3631 0,0919 0,0737 0,0037 0,0082 0,004 0,4106 0,002 0 0,0006
29 0,2451 0,0493 0,0315 0,0013 0 0,0792 0,457 0,0825 0 0,003
27 0,1061 0,0021 0,0008 0,0015 0,0054 0,0393 0,0452 0,2471 0 0,0527
26 0,1054 0,0399 0,6483 0,003 0,0356 0,0411 0,0146 0,042 0 0,0025
25 0,0759 0,011 0,057 0,0032 0,0168 0,1081 0,0209 0,2267 0,0002 0,051
Barras

24 0,0235 0,0584 0 0,0088 0,1086 0,1187 0,0006 0,0314 0 0,0579


23 0,0118 0,0656 0,0057 0,2294 0,0319 0,0676 0,0014 0,1581 0,1533 0,0488
22 0,0091 0,0597 0,0068 0,0524 0,0845 0,0003 0,0006 0,0183 0,0702 0
21 0,0085 0,06 0,0079 0,0622 0,0798 0,0001 0,0007 0,0158 0,0734 0,0005
28 0,0033 0,0003 0,0001 0 0,0007 0 0,0003 0,0075 0,0005 0,1147

Tabla XLIX: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
30 111,2689
29 74,5387
26 33,3812
27 30,6719
25 22,1421
24 6,5993
23 3,1802
22 2,5336
21 2,3588
19 1,8749

4.2.5 GRÁFICAS P-V Y Q-V

Tiempo de ejecución: 57.95 seg.

Gráfica P-V
1.2
3
4
6
1.1
7
9
10
1 12
14
15
Tension en barra (p.u.)

16
0.9
17
18
19
0.8 20
21
22
23
0.7 24
25
26
27
0.6
28
29
30
0.5
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 8: Curvas P-V del sistema de 30 barras


44

Tiempo de ejecución: 57.94 seg.

Gráfica P-V
1.2

1.1

1
Tension en barra (p.u.)

0.9
30
29
0.8 28
27
26
0.7 25
24
0.6 23
22
21
0.5
0.5 1 1.5 2 2.5 3
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 9:Gráfica P-V de nodos seleccionados del sistema de 30 barras.

Tiempo de ejecución: 23.73 seg.

Gráfica V-Q
400

300
Potencia reactiva inyectada en la barra (p.u.)

200

100

0
21
22
-100
23
24
-200
25
26
-300
27
28
-400
29
30
-500
0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 1.1 1.2 1.3
Voltaje [p.u.]

Figura 10 Gráfica Q-V de nodos seleccionados del sistema de 30 barras.


45

4.2.6 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Para este sistema la barra con el factor de contribución más alto se identificó en la

barra 30. En este caso se conectó un compensador con una reactancia de 8 pu. Tiempo

de ejecución 2.63 seg.

Tabla L: Autovalores seleccionados del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la


barra 30.

MODO AV
1 0.4946
2 1.0191
3 1.7831
4 3.503
5 3.9596
6 5.404
7 6.4537
8 7.6306
9 8.5649
10 10.9719

Tabla LI: Factores de contribución del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la
barra 30.

AUTOVALOR
0.4946 1.0191 1.7831 3.503 3.9596 5.404 6.4537 7.6306 8.5649 10.9719
26 0.1662 0.0054 0.6103 0.0388 0.002 0.058 0.0085 0.0746 0 0.0027
27 0.1047 0.0232 0.0015 0.0008 0.0001 0.0264 0.0459 0.2326 0.0002 0.0069
25 0.1045 0.0019 0.0551 0.0049 0.0006 0.068 0.0187 0.2791 0 0.0281
24 0.0388 0.0291 0.0035 0.0832 0.0053 0.1493 0.0063 0.0009 0.0005 0.0235
BARRAS

23 0.0236 0.0516 0 0.0198 0.195 0.1527 0.0234 0.0836 0.1739 0.0237


22 0.0183 0.0464 0.0002 0.1009 0.0408 0.0044 0.003 0.0147 0.0698 0.0017
19 0.0174 0.117 0.0139 0.1818 0.0497 0.0055 0.0001 0.0012 0.0016 0.0006
21 0.0169 0.0474 0.0004 0.0974 0.0477 0.0014 0.0025 0.0148 0.0736 0.0008
20 0.0167 0.1059 0.0115 0.1084 0.0752 0.0029 0 0.0005 0 0.0004
28 0.0024 0 0.0001 0.0006 0 0 0.0024 0.0125 0.0013 0.1379
46

Tabla LII: Sensibilidad el sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 30.

BUS Sensitividad
26 0.7351
30 0.7012
29 0.6281
25 0.3319
27 0.3167
19 0.2455
18 0.2405
23 0.2363
20 0.2292
24 0.211

4.2.7 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Tiempo de ejecución: 2.58 seg.

Tabla LIII: Autovalores seleccionados el sistema a carga mínima incluyendo compensador en la


barra 30.

MODO AV
1 0.5287
2 1.0724
3 1.8778
4 3.644
5 4.0903
6 6.7347
7 5.5953
8 7.9037
9 8.8188
10 11.1835

Tabla LIV: Factores de contribución del sistema a carga mínima incluyendo compensador en la
barra 30.

AUTOVALOR
0.5287 1.0724 1.8778 3.644 4.0903 6.7347 5.5953 7.9037 8.8188 11.1835
24 0.0384 0.0289 0.0037 0.081 0.005 0.0056 0.1508 0.0007 0.0006 0.0204
23 0.0233 0.0517 0 0.0183 0.191 0.0232 0.1595 0.0801 0.176 0.0232
22 0.0181 0.0464 0.0001 0.1021 0.0399 0.0031 0.005 0.0147 0.0693 0.002
19 0.0171 0.1174 0.0137 0.1788 0.0516 0.0001 0.0048 0.0013 0.0015 0.0005
BARRAS

21 0.0167 0.0472 0.0003 0.0987 0.0466 0.0026 0.0017 0.0148 0.0731 0.0011
20 0.0165 0.1066 0.0113 0.1062 0.0772 0.0001 0.0025 0.0005 0 0.0004
18 0.0159 0.1061 0.0119 0.1691 0.0002 0 0.0033 0.0006 0.0047 0
17 0.0109 0.0468 0.0017 0.0744 0.0273 0.0022 0.0915 0.0014 0.0268 0.0011
15 0.0108 0.0493 0.0027 0.0054 0.1294 0.0001 0.001 0.0013 0.0001 0.0015
16 0.0076 0.0386 0.0021 0.0502 0.002 0.0145 0.2712 0.0348 0.2862 0.0129

Tabla LV: Sensibilidad del sistema a carga mínima incluyendo compensador en la barra 30.
47

BUS Sensitividad
26 0.6902
30 0.6583
29 0.5941
25 0.3149
27 0.3024
19 0.2335
18 0.2297
23 0.2253
20 0.2185
14 0.2004

4.2.8 ANÁLISIS A DOBLE CARGA INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Tiempo de ejecución: 2.75 seg.

Tabla LVI: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 30.

MODO AV
1 0.3891
2 0.8681
3 1.5215
4 3.1263
5 3.61
6 4.8866
7 5.6618
8 6.8633
9 7.882
10 10.2067

Tabla LVII: Factores de contribución del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 30.

AUTOVALOR
0.3891 0.8681 1.5215 3.1263 3.61 4.8866 5.6618 6.8633 7.882 10.2067
26 0.1645 0.0044 0.6133 0.0381 0.002 0.0554 0.005 0.0706 0 0.0023
25 0.101 0.0015 0.0526 0.0062 0.0008 0.0752 0.0112 0.2886 0 0.0279
27 0.1005 0.022 0.0013 0.001 0.0002 0.0314 0.0367 0.2382 0 0.0122
24 0.0396 0.0307 0.0028 0.0891 0.0061 0.1427 0.0098 0.0017 0.0002 0.0303
BARRAS

23 0.0239 0.0517 0.0001 0.0236 0.206 0.13 0.0258 0.095 0.1673 0.0261
22 0.0187 0.0472 0.0004 0.0972 0.0432 0.0029 0.0027 0.015 0.0706 0.001
19 0.0178 0.1152 0.015 0.1903 0.0443 0.0079 0 0.0011 0.0016 0.0006
21 0.0174 0.0482 0.0006 0.0936 0.0508 0.0007 0.0021 0.015 0.0744 0.0003
20 0.017 0.1038 0.0124 0.1147 0.0697 0.0044 0 0.0004 0 0.0003
28 0.0024 0 0.0001 0.0006 0 0 0.0018 0.0109 0.001 0.1344
48

Tabla LVIII: Sensibilidad del sistema a doble carga incluyendo compensador en la barra 30.

BUS Sensitividad
26 0.9006
30 0.8782
29 0.7669
25 0.3981
27 0.3772
19 0.2863
18 0.277
23 0.2739
20 0.2656
24 0.2562

4.2.9 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO INCLUYENDO

COMPENSADOR CAPACITIVO

Para el caso del sistema con el compensador en la barra 30, el colapso se alcanzó

a 2.915 veces la carga nominal. Tiempo de ejecución: 3.06 seg.

Tabla LIX: Autovalores seleccionados del sistema en condición de colapso incluyendo compensador
en la barra 30.

MODO AV
1 0.0075
2 0.5052
3 0.8838
4 2.4076
5 3.9288
6 3.4377
7 2.9592
8 5.0863
9 6.6195
10 8.3806

Tabla LX: Factores de contribución del sistema en condición de colapso incluyendo compensador
en la barra 30.

AUTOVALOR
0.0075 0.5052 0.8838 2.4076 3.9288 3.4377 2.9592 5.0863 6.6195 8.3806
30 0.3534 0.1035 0.0902 0.0072 0.017 0.4281 0.0017 0.0014 0 0.0005
29 0.2382 0.0574 0.0409 0.0002 0.1134 0.3933 0.0001 0.101 0 0.0027
26 0.1096 0.0245 0.6542 0.0344 0.0328 0.0195 0.0026 0.0452 0 0.0021
27 0.1051 0.0039 0.0003 0.0043 0.0235 0.0534 0.0009 0.2483 0 0.0391
BARRAS

25 0.0774 0.0068 0.0556 0.0151 0.0855 0.0333 0.0026 0.2473 0.0002 0.0416
24 0.0253 0.0549 0 0.1076 0.1223 0.0044 0.0092 0.0233 0 0.0493
23 0.013 0.0639 0.0042 0.0317 0.0761 0 0.2331 0.1472 0.1527 0.0431
22 0.0102 0.0589 0.0053 0.0849 0.0007 0.0006 0.0514 0.0177 0.0701 0
21 0.0095 0.0595 0.0062 0.0805 0 0.001 0.0611 0.0157 0.0733 0.0003
28 0.0033 0.0003 0.0001 0.0007 0 0.0004 0 0.0077 0.0005 0.1151
49

Tabla LXI: Sensibilidad el sistema en condición de colapso incluyendo compensador en la barra 30.

BUS Sensitividad
30 47.2311
29 33.1189
26 17.0237
27 14.3291
25 10.8329
24 3.5668
23 1.8493
22 1.4772
21 1.3919
19 1.2249

4.2.10 GRÁFICAS P-V Y Q-V INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Tiempo de ejecución: 59.08 seg.

Gráfica P-V
1.2

1.1

1
Tension en barra (p.u.)

30
0.9
29
28

0.8 27
26
25
0.7
24
23
22
0.6
21

0.5
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 11 Curva P-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 30.
50

Tiempo de ejecución: 23.77 seg.

Gráfica V-Q
400

300

200
Potencia reactiva inyectada en la barra (p.u.)

100

21
0
22
23
-100
24
25
-200
26
27
-300
28
29
-400
30

-500
0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 1.1 1.2 1.3
Voltaje [p.u.]

Figura 12: Curva Q-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 30.

4.3 SISTEMA INTERCONECTADO NACIONAL DE 75

BARRAS [10]

Para este sistema, se realizaron los mismos análisis realizados a los sistemas de 9 y 30

barras. Observe que los comportamientos de los autovalores y los factores de

contribución nodales serán muy parecidos a los del sistema anterior.

4.3.1 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL

Tiempo de ejecución: 6.52 seg.


51

Tabla LXII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

MODO AV
1 45,6646
2 46,1485
3 52,4447
4 82,1238
5 117,4628
6 131,5988
7 139,985
8 152,9231
9 166,8187
10 189,6732
11 193,3664
12 202,5746
13 249,7902
14 344,2865
15 265,4391
16 301,1035
17 276,072
18 443,2894
19 454,955
20 543,8658
21 637,9959
22 684,0018
23 729,8284
24 766,8849
25 839,4832

Tabla LXIII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

45,6646 46,1485 52,4447 82,1238 117,4628 131,5988 139,985 152,9231 166,8187 189,6732 193,3664
58 0,2142 0 0,4275 0,0109 0,0005 0,0066 0 0 0,0005 0 0
75 0,0152 0 0,0041 0,1071 0,0011 0,0384 0 0,0004 0,0102 0,17 0
74 0,0143 0 0,0038 0,0952 0,0009 0,0313 0 0,0003 0,0077 0,1217 0
73 0,0127 0 0,0033 0,0767 0,0006 0,0219 0 0,0002 0,0049 0,0714 0
72 0,0125 0 0,0038 0,0631 0,0003 0,0345 0 0,0102 0,0286 0,0873 0
69 0,0099 0 0,0039 0,0066 0 0,0017 0 0,0013 0,0081 0,0469 0
71 0,0091 0 0,0027 0,0342 0,0001 0,0115 0 0,0026 0,0062 0,0135 0
70 0,0084 0 0,0026 0,0353 0,0047 0,0121 0 0,0041 0,0124 0,0405 0
45 0,0053 0 0,0016 0,0069 0 0,0008 0 0,0005 0,003 0,0131 0
53 0,0052 0 0 0,0101 0,0041 0,1137 0 0,0133 0,0779 0,0087 0
Barras

54 0,0052 0 0 0,0101 0,0041 0,1148 0 0,0133 0,08 0,0089 0


68 0,0035 0 0,0003 0,0112 0,0015 0,0118 0 0,011 0,0221 0,0017 0
55 0,003 0 0 0,002 0,0003 0,0067 0 0 0,0009 0 0
57 0,002 0 0 0,0029 0,0018 0,0882 0 0,3626 0,0268 0 0
63 0,0015 0 0,0001 0,0077 0,0019 0,0207 0 0,035 0,1182 0,0337 0
59 0,0014 0 0,0001 0,007 0,0017 0,0179 0 0,0294 0,0977 0,0272 0
48 0,0013 0 0,0004 0,0094 0,0615 0,0003 0 0,0008 0,0037 0,0205 0
62 0,0013 0 0,0001 0,0066 0,0017 0,0185 0 0,0319 0,1088 0,0317 0
66 0,0011 0 0 0,0019 0,0015 0,0802 0 0,3848 0,0317 0,0001 0
61 0,0003 0 0 0,0018 0,0005 0,0052 0 0,0089 0,0304 0,0089 0
50 0,0003 0 0,0001 0,0072 0,8815 0,0346 0 0,0021 0,004 0,0086 0
60 0,0002 0 0 0,0006 0,0001 0,0007 0 0,0007 0,0015 0,0001 0
64 0,0001 0 0 0,0002 0 0,0002 0 0,0002 0,0005 0 0
49 0 0 0 0 0,0082 0,0004 0 0 0,0001 0,0003 0
47 0 0 0 0 0,0032 0,0001 0 0 0 0,0001 0
52

Tabla LXIV: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
35 0,0217
58 0,0137
56 0,0083
50 0,0081
21 0,0071
44 0,0062
15 0,0051
33 0,0049
72 0,0044
42 0,0044
66 0,0041
75 0,004
57 0,004
37 0,0039
48 0,0039
39 0,0038
30 0,0038
49 0,0037
36 0,0035
74 0,0034
70 0,0029
69 0,0025
38 0,0024
73 0,0022
63 0,0022

4.3.2 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA

Tiempo de ejecución: 6.39 seg.


53

Tabla LXV: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima.

MODO A.V.

1 46,9707

2 47,4168

3 54,6128

4 84,1969

5 118,7121

6 133,4654

7 139,985

8 154,5493

9 169,1189

10 207,3479

11 193,1023

12 193,3664

13 253,8456

14 267,2427

15 305,2408

16 280,7626

17 348,8375

18 452,7367

19 468,9022

20 550,9698

21 699,8161

22 650,143

23 743,5363

24 774,0556

25 844,7898
54

Tabla LXVI: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

46,9707 47,4168 54,6128 84,1969 118,7121 133,4654 139,985 154,5493 169,1189 207,3479 193,1023 193,3664
58 0 0,1908 0,4466 0,0116 0,0005 0,0068 0 0 0,0005 0 0 0
75 0 0,0161 0,0035 0,1061 0,0012 0,0384 0 0,0006 0,0087 0,0076 0,1716 0
74 0 0,0151 0,0033 0,0943 0,001 0,0313 0 0,0005 0,0066 0,0053 0,123 0
72 0 0,0131 0,0033 0,0612 0,0002 0,0335 0 0,0095 0,0277 0,0041 0,0862 0
73 0 0,0134 0,0029 0,076 0,0007 0,022 0 0,0003 0,0042 0,003 0,0722 0
69 0 0,0106 0,0035 0,0066 0 0,0018 0 0,0012 0,0079 0,0001 0,0493 0
71 0 0,0095 0,0023 0,0332 0,0001 0,0114 0 0,0026 0,0062 0,0005 0,0136 0
70 0 0,0085 0,0022 0,0334 0,0044 0,0117 0 0,0037 0,0117 0,0017 0,0394 0
45 0 0,0057 0,0014 0,0069 0 0,0008 0 0,0005 0,003 0,0003 0,0138 0
54 0 0,0055 0 0,0104 0,004 0,1158 0 0,0159 0,079 0,0017 0,0083 0
Barras

53 0 0,0055 0 0,0105 0,004 0,1146 0 0,0158 0,0768 0,0016 0,0081 0


68 0 0,0037 0,0002 0,0113 0,0015 0,0111 0 0,0104 0,023 0 0,0015 0
55 0 0,003 0,0001 0,002 0,0003 0,0067 0 0 0,0009 0,0001 0 0
57 0 0,0021 0 0,003 0,0018 0,0936 0 0,3626 0,0234 0,0001 0,0001 0
63 0 0,0016 0,0001 0,0077 0,0019 0,0193 0 0,0324 0,1225 0 0,0314 0
48 0 0,0013 0,0004 0,0088 0,0607 0,0003 0 0,0007 0,0035 0,0012 0,0199 0
59 0 0,0015 0,0001 0,0071 0,0016 0,0167 0 0,0272 0,1014 0 0,0253 0
62 0 0,0013 0,0001 0,0067 0,0016 0,0173 0 0,0294 0,1126 0 0,0295 0
66 0 0,0011 0 0,002 0,0015 0,0861 0 0,3883 0,028 0,0001 0,0001 0
61 0 0,0004 0 0,0018 0,0005 0,0048 0 0,0082 0,0315 0 0,0083 0
50 0 0,0003 0,0001 0,0069 0,8829 0,0289 0 0,0018 0,0034 0,0003 0,0076 0
60 0 0,0002 0 0,0006 0,0001 0,0007 0 0,0007 0,0015 0 0,0001 0
64 0 0,0001 0 0,0002 0 0,0002 0 0,0002 0,0005 0 0 0
49 0 0 0 0 0,0082 0,0003 0 0 0,0001 0 0,0003 0
47 0 0 0 0 0,0032 0,0001 0 0 0 0 0 0

Tabla LXVII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
35 0,0213
58 0,0131
50 0,008
56 0,008
21 0,0071
44 0,0059
15 0,0051
33 0,0048
72 0,0043
42 0,0043
66 0,004
57 0,0039
75 0,0039
48 0,0038
37 0,0038
30 0,0038
39 0,0037
49 0,0037
36 0,0034
74 0,0033
70 0,0029
69 0,0024
38 0,0023
63 0,0021
73 0,0021
55

4.3.3 ANÁLISIS A DOBLE CARGA

Tiempo de ejecución: 7.06 seg.

Tabla LXVIII: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga.

MODO A.V.

1 40,6576

2 44,3808

3 46,8545

4 76,0306

5 111,9873

6 139,985

7 126,2209

8 148,6009

9 160,5222

10 180,3965

11 193,3664

12 190,323

13 237,9512

14 264,6939

15 257,6252

16 289,9899

17 332,4275

18 415,9849

19 420,0243

20 522,8846

21 606,8036

22 643,8561

23 690,9561

24 750,1222

25 825,1841
56

Tabla LXIX: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

40,6576 44,3808 46,8545 76,0306 111,9873 139,985 126,2209 148,6009 160,5222 180,3965 193,3664 190,323
58 0,2682 0 0,3848 0,0099 0,0005 0 0,0061 0,0001 0,0005 0 0 0
56 0,1492 0 0,1946 0,003 0,0001 0 0,0004 0 0 0 0 0
75 0,0135 0 0,0054 0,1058 0,0014 0 0,0377 0 0,0163 0,166 0 0,0101
74 0,0128 0 0,0051 0,0943 0,0012 0 0,0305 0 0,0122 0,1186 0 0,007
72 0,0116 0 0,0052 0,0672 0,0004 0 0,0377 0,0125 0,0308 0,0848 0 0,0055
73 0,0114 0 0,0044 0,0762 0,0008 0 0,0213 0 0,0076 0,0693 0 0,004
70 0,0086 0 0,0038 0,0421 0,0061 0 0,0141 0,0057 0,0152 0,0447 0 0,0026
71 0,0085 0 0,0037 0,0366 0,0002 0 0,0122 0,0031 0,0063 0,0127 0 0,0007
69 0,0085 0 0,0047 0,0064 0 0 0,0016 0,0018 0,0085 0,0383 0 0
53 0,0049 0 0,0001 0,0092 0,0044 0 0,1106 0,0059 0,0813 0,0112 0 0,0024
Barras

45 0,0046 0 0,002 0,0067 0 0 0,0007 0,0007 0,0031 0,0107 0 0,0003


68 0,0034 0 0,0005 0,011 0,0019 0 0,014 0,0129 0,0188 0,0026 0 0
55 0,0029 0 0 0,002 0,0004 0 0,0067 0,0001 0,001 0 0 0
57 0,0019 0 0 0,0025 0,0018 0 0,0724 0,3573 0,043 0 0 0,0001
48 0,0015 0 0,0007 0,0125 0,0681 0 0,0002 0,0013 0,0051 0,0246 0 0,0019
63 0,0014 0 0,0002 0,0074 0,0024 0 0,0249 0,0438 0,1003 0,0424 0 0,0001
59 0,0013 0 0,0002 0,0068 0,0021 0 0,0215 0,0368 0,083 0,0343 0 0,0001
62 0,0012 0 0,0002 0,0064 0,0021 0 0,0224 0,0401 0,0927 0,0399 0 0,0001
66 0,0009 0 0 0,0016 0,0014 0 0,0639 0,3708 0,0489 0 0 0,0001
50 0,0004 0 0,0002 0,0094 0,8673 0 0,05 0,0035 0,0062 0,0126 0 0,0007
61 0,0003 0 0,0001 0,0018 0,0006 0 0,0062 0,0112 0,0259 0,0112 0 0
60 0,0002 0 0 0,0006 0,0001 0 0,0009 0,0008 0,0013 0,0002 0 0
64 0 0 0 0,0002 0 0 0,0003 0,0003 0,0004 0,0001 0 0
49 0 0 0 0,0001 0,0079 0 0,0006 0,0001 0,0001 0,0004 0 0
47 0 0 0 0 0,0032 0 0,0002 0 0 0,0001 0 0

Tabla LXX: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
35 0,0225
58 0,0155
56 0,0093
50 0,0085
21 0,0071
44 0,0068
33 0,0053
15 0,0051
42 0,0048
72 0,0048
37 0,0043
75 0,0043
39 0,0042
48 0,0042
66 0,0041
57 0,0041
30 0,004
49 0,0038
36 0,0038
74 0,0036
70 0,0033
69 0,0026
38 0,0025
73 0,0023
63 0,0022
57

4.3.4 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO

El sistema colapsó a 3.3812 veces la carga nominal. Tiempo de ejecución: 15.17

seg.

Tabla LXXI: Autovalores seleccionados del sistema cerca de la condición de colapso.

MODO A.V.

1 0,1011

2 28,0228

3 36,1984

4 41,6237

5 71,4673

6 104,404

7 123,3907

8 148,7184

9 139,7757

10 139,985

11 158,0087

12 193,3664

13 169,7414

14 210,8318

15 257,0949

16 259,7828

17 290,0568

18 328,0202

19 306,5764

20 451,2337

21 517,6132

22 560,343

23 540,4187

24 709,4827

25 752,3263
58

Tabla LXXII: Factores seleccionados de contribuciones nodales, por autovalor y por nodo.

0,1011 28,0228 36,1984 41,6237 71,4673 104,404 123,3907 148,7184 139,7757 139,985 158,0087 193,3664
70 0,2829 0,0062 0,0201 0 0,0002 0,0545 0,0566 0,004 0,005 0 0,0002 0
72 0,0527 0,0004 0,0005 0 0,0296 0,032 0 0,0098 0,0033 0 0,0016 0
71 0,051 0,0003 0,0003 0 0,0143 0,0101 0 0,0014 0,0006 0 0,0002 0
50 0,0508 0,0041 0,0222 0 0,228 0,2943 0,2116 0,0216 0,0211 0 0,0016 0
75 0,0243 0 0,0001 0 0,0883 0,0006 0,1496 0,0059 0,0186 0 0,0001 0
74 0,0242 0 0,0001 0 0,0774 0,0005 0,1162 0,0043 0,0138 0 0,0001 0
73 0,0238 0 0,0001 0 0,0607 0,0004 0,0758 0,0025 0,0085 0 0 0
58 0,0063 0,6196 0,0232 0 0,0068 0,0045 0,0017 0,0003 0,0001 0 0 0
69 0,0059 0,0002 0,0048 0 0,0046 0,0004 0,0003 0,0024 0,0004 0 0,0041 0
45 0,0055 0,0001 0,0012 0 0,0041 0,0001 0,0002 0,0009 0,0001 0 0,0003 0
Barras

56 0,0053 0,324 0,0103 0 0,0012 0,0001 0 0 0 0 0 0


68 0,0036 0,0004 0,0007 0 0,0174 0,0246 0,0004 0,0191 0,0113 0 0,0001 0
53 0,0028 0,0013 0,0007 0 0,0157 0,0649 0,0454 0,0788 0,0029 0 0,0014 0
54 0,0028 0,0013 0,0007 0 0,0155 0,0648 0,0459 0,0804 0,0028 0 0,0014 0
55 0,0026 0,0012 0,0003 0 0,0032 0,0052 0,0026 0,0007 0,0002 0 0 0
63 0,0011 0,0002 0,0003 0 0,0133 0,036 0,001 0,1172 0,0473 0 0,0006 0
59 0,0011 0,0002 0,0003 0 0,0121 0,0314 0,0008 0,0967 0,0395 0 0,0005 0
57 0,0009 0,0006 0,0002 0 0,0042 0,0222 0,0433 0,0612 0,3432 0 0 0
62 0,0009 0,0001 0,0003 0 0,0116 0,0322 0,0009 0,109 0,0436 0 0,0006 0
66 0,0003 0,0003 0,0001 0 0,0026 0,0172 0,0381 0,0656 0,344 0 0 0
61 0,0002 0 0,0001 0 0,0032 0,0089 0,0002 0,0303 0,0121 0 0,0002 0
60 0,0002 0 0 0 0,0011 0,0016 0 0,0014 0,0008 0 0 0
49 0,0001 0 0,0001 0 0,0013 0,0027 0,0025 0,0004 0,0003 0 0 0
47 0,0001 0 0,0001 0 0,0008 0,0011 0,0009 0,0001 0,0001 0 0 0
64 0,0001 0 0 0 0,0003 0,0005 0 0,0004 0,0003 0 0 0

Tabla LXXIII: Sensitividad Q-V de nodos seleccionados del sistema.

BARRA Sensitividad
70 2,8191
48 2,4483
50 0,7129
72 0,4669
71 0,4447
28 0,4253
27 0,4248
75 0,2158
74 0,2138
73 0,2084
43 0,1323
44 0,0878
37 0,0758
39 0,0757
42 0,0756
30 0,0728
69 0,0721
33 0,0707
32 0,0706
58 0,0651
45 0,0643
36 0,0614
12 0,0604
7 0,0597
56 0,0481
59

4.3.5 GRÁFICAS P-V Y Q-V

Tiempo de ejecución: 670.8 seg.

Gráfica P-V
1.05

0.95

Nodo 56
0.9
Tension en barra (p.u.)

Nodo 58
0.85

0.8

0.75
Nodo 70

0.7

0.65
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 13: Curvas P-V de todas las barras el SIN

Gráfica P-V
1
Nodo 69

Nodo 45
0.95 Nodo 53

Nodo 56
0.9 Nodo 71
Nodo 73

Nodo 72
Tension en barra (p.u.)

Nodo 74
0.85
Nodo 58
Nodo 75
0.8

0.75

Nodo 70

0.7

0.65
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 14: Curvas P-V de nodos selectos del SIN (derivado de la gráfica anterior)
60

Tiempo de ejecución: 215.19 seg.

4
x 10 Gráfica V-Q
5

3
Potencia reactiva inyectada en la barra (p.u.)

1 45
53
0
56
58
-1
69
70
-2
71

-3 72

73
-4 74

75
-5
0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 1.1 1.2 1.3
Voltaje [p.u.]

Figura 15: Curvas Q-V de algunas barras del SIN

4.3.6 ANÁLISIS A CARGA NOMINAL INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

. En este caso no era tan claro cuál de las barras poseía el mayor de los factores

de contribución, ya que en las corridas a carga nominal y máxima resultó ser la barra 58,

pero al alcanzar la condición de colapso, se encontró que la barra con el mayor factor de
61

contribución era la barra 70. A pesar de lo anterior, se eligió la barra 58 para conectar

un compensador con una reactancia de 0.58745 pu. Tiempo de ejecución: 6.44 seg.

Tabla LXXIV: Autovalores seleccionados del sistema a carga nominal incluyendo compensador en
la barra 58.

BARRA AV
59 45.7692
60 46.1485
58 52.7563
61 82.1649
68 117.4691
69 131.6734
74 139.985
70 152.9737
71 166.8738
72 202.6333
75 193.3664
73 189.7195
66 249.8403
64 265.4442
62 301.1831
63 276.1026
57 344.3643
55 443.6083
54 461.361
53 544.5157
50 638.1747
49 684.1935
48 730.0315
47 767.1415
45 839.5562
62

Tabla LXXV: Factores de contribución del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la
barra 58.

AUTOVALOR
45.7692 46.1485 52.7563 82.1649 117.4691 131.6734 139.985 152.9737 166.8738 202.6333 193.3664
58 0.2039 0 0.4469 0.0118 0.0005 0.007 0 0 0.0006 0 0
75 0.0155 0 0.0035 0.1071 0.0011 0.0383 0 0.0004 0.0103 0.0083 0
74 0.0146 0 0.0033 0.0952 0.0009 0.0312 0 0.0003 0.0078 0.0057 0
73 0.0129 0 0.0029 0.0767 0.0007 0.0218 0 0.0002 0.0049 0.0032 0
72 0.0128 0 0.0034 0.0632 0.0003 0.0345 0 0.0102 0.0286 0.0046 0
69 0.0102 0 0.0035 0.0066 0 0.0017 0 0.0013 0.0081 0.0001 0
71 0.0093 0 0.0023 0.0342 0.0001 0.0115 0 0.0027 0.0062 0.0006 0
70 0.0085 0 0.0023 0.0353 0.0047 0.0121 0 0.0041 0.0124 0.0019 0
45 0.0054 0 0.0014 0.0069 0 0.0007 0 0.0005 0.003 0.0003 0
53 0.0052 0 0 0.01 0.004 0.1137 0 0.0133 0.0781 0.0018 0
54 0.0052 0 0 0.01 0.004 0.1147 0 0.0133 0.0802 0.0018 0
BARRAS

68 0.0036 0 0.0002 0.0112 0.0015 0.0118 0 0.011 0.022 0 0


55 0.003 0 0.0001 0.002 0.0003 0.0067 0 0 0.0009 0 0
57 0.002 0 0 0.0028 0.0017 0.0882 0 0.3624 0.0269 0.0001 0
63 0.0015 0 0.0001 0.0077 0.0019 0.0208 0 0.0351 0.118 0 0
59 0.0014 0 0.0001 0.007 0.0017 0.0179 0 0.0295 0.0975 0 0
48 0.0014 0 0.0004 0.0094 0.0615 0.0003 0 0.0008 0.0037 0.0013 0
62 0.0013 0 0.0001 0.0066 0.0017 0.0186 0 0.032 0.1086 0 0
66 0.0011 0 0 0.0019 0.0014 0.0802 0 0.3846 0.0318 0.0001 0
61 0.0003 0 0 0.0018 0.0005 0.0052 0 0.0089 0.0304 0 0
50 0.0003 0 0.0001 0.0072 0.8818 0.0343 0 0.0021 0.0039 0.0004 0
60 0.0002 0 0 0.0006 0.0001 0.0007 0 0.0007 0.0014 0 0
64 0.0001 0 0 0.0002 0 0.0002 0 0.0002 0.0005 0 0
49 0 0 0 0 0.0082 0.0004 0 0 0.0001 0 0
47 0 0 0 0 0.0032 0.0001 0 0 0 0 0

Tabla LXXVI: Sensibilidad del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 58.

BUS Sensitividad
35 0.0217
58 0.0135
56 0.0082
50 0.0081
21 0.0071
44 0.0062
15 0.0051
33 0.0049
72 0.0044
42 0.0044
66 0.0041
75 0.004
57 0.004
37 0.0039
48 0.0039
39 0.0038
30 0.0038
49 0.0037
36 0.0035
74 0.0034
70 0.0029
69 0.0025
38 0.0024
73 0.0022
63 0.0022

4.3.7 ANÁLISIS A CARGA MÍNIMA INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Tiempo de ejecución: 2.94seg.


63

Tabla LXXVII: Autovalores seleccionados del sistema a carga mínima incluyendo compensador en
barra 58.

BARRA AV
68 46.9708
64 47.5061
59 54.9337
60 84.2394
66 118.7181
70 133.5432
74 139.985
71 154.6017
72 169.1741
69 207.4071
75 193.3664
73 193.1488
62 253.8952
58 305.3213
61 280.794
57 348.9163
63 267.2468
55 452.9922
54 475.4719
53 551.7447
50 650.3233
49 700.0091
48 743.7488
47 774.3154
45 844.8607

Tabla LXXVIII: Factores de contribución del sistema a carga mínima incluyendo compensador en
la barra 58.

AUTOVALOR
46.9708 47.5061 54.9337 84.2394 118.7181 133.5432 139.985 154.6017 169.1741 207.4071 193.3664
58 0 0.1824 0.4635 0.0125 0.0005 0.0072 0 0 0.0006 0 0
75 0 0.0163 0.0031 0.1061 0.0012 0.0383 0 0.0006 0.0088 0.0076 0
74 0 0.0153 0.0029 0.0943 0.001 0.0313 0 0.0005 0.0066 0.0053 0
72 0 0.0133 0.003 0.0612 0.0002 0.0335 0 0.0096 0.0277 0.0041 0
73 0 0.0136 0.0025 0.076 0.0007 0.022 0 0.0003 0.0042 0.003 0
69 0 0.0108 0.0031 0.0066 0 0.0018 0 0.0012 0.0079 0.0001 0
71 0 0.0096 0.002 0.0332 0.0001 0.0114 0 0.0026 0.0061 0.0005 0
70 0 0.0086 0.0019 0.0334 0.0044 0.0117 0 0.0037 0.0117 0.0017 0
45 0 0.0058 0.0013 0.0069 0 0.0008 0 0.0005 0.003 0.0003 0
54 0 0.0055 0 0.0104 0.004 0.1157 0 0.0158 0.0792 0.0017 0
53 0 0.0055 0 0.0104 0.004 0.1145 0 0.0158 0.077 0.0016 0
BARRAS

68 0 0.0037 0.0002 0.0112 0.0015 0.0111 0 0.0104 0.023 0 0


55 0 0.003 0.0001 0.002 0.0003 0.0067 0 0 0.0009 0.0001 0
57 0 0.0021 0.0001 0.003 0.0017 0.0936 0 0.3625 0.0235 0.0001 0
63 0 0.0016 0.0001 0.0077 0.0019 0.0194 0 0.0325 0.1223 0 0
48 0 0.0013 0.0003 0.0088 0.0607 0.0003 0 0.0007 0.0035 0.0012 0
59 0 0.0015 0.0001 0.007 0.0016 0.0167 0 0.0273 0.1012 0 0
62 0 0.0013 0.0001 0.0067 0.0016 0.0173 0 0.0295 0.1125 0 0
66 0 0.0011 0 0.002 0.0015 0.0861 0 0.3882 0.0281 0.0001 0
50 0 0.0003 0.0001 0.007 0.8831 0.0286 0 0.0018 0.0034 0.0003 0
61 0 0.0004 0 0.0018 0.0005 0.0048 0 0.0082 0.0315 0 0
60 0 0.0002 0 0.0006 0.0001 0.0007 0 0.0007 0.0015 0 0
64 0 0.0001 0 0.0002 0 0.0002 0 0.0002 0.0005 0 0
49 0 0 0 0 0.0082 0.0003 0 0 0.0001 0 0
47 0 0 0 0 0.0032 0.0001 0 0 0 0 0
64

Tabla LXXIX: Sensibilidad del sistema a carga mínima incluyendo compensador en barra 58.

BUS Sensitividad
35 0.0213
58 0.0129
50 0.008
56 0.0079
21 0.0071
44 0.0059
15 0.0051
33 0.0048
72 0.0043
42 0.0043
66 0.004
57 0.0039
75 0.0039
48 0.0038
37 0.0038
30 0.0038
39 0.0037
49 0.0037
36 0.0034
74 0.0033
70 0.0029
69 0.0024
38 0.0023
63 0.0021
73 0.0021

4.3.8 ANÁLISIS A DOBLE CARGA INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Tiempo de ejecución: 6.88 seg.


65

Tabla LXXX: Autovalores seleccionados del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 58.

BARRA AV
58 40.8051
60 44.3808
59 47.1535
61 76.0715
68 111.9959
69 126.2903
74 139.985
70 148.6484
71 160.5791
72 180.4448
73 190.3839
75 193.3664
66 238.0034
62 290.071
63 264.7028
64 257.6595
57 332.5064
54 425.592
53 523.3651
55 416.8587
50 606.9861
48 691.1579
49 644.0544
47 750.369
45 825.2684

Tabla LXXXI: Factores de contribución del sistema a doble carga incluyendo compensador en la
barra 58.

autovalor
40.8051 44.3808 47.1535 76.0715 111.9959 126.2903 139.985 148.6484 160.5791 180.4448 190.3839
58 0.2537 0 0.4097 0.0107 0.0005 0.0065 0 0.0001 0.0006 0 0
75 0.014 0 0.0047 0.1058 0.0014 0.0376 0 0 0.0163 0.1659 0.0101
74 0.0132 0 0.0044 0.0943 0.0012 0.0305 0 0 0.0123 0.1186 0.007
72 0.012 0 0.0046 0.0672 0.0004 0.0377 0 0.0126 0.0308 0.0848 0.0055
73 0.0118 0 0.0039 0.0762 0.0008 0.0212 0 0 0.0077 0.0693 0.004
70 0.0089 0 0.0034 0.0421 0.0061 0.0141 0 0.0057 0.0151 0.0447 0.0026
69 0.0088 0 0.0042 0.0064 0 0.0016 0 0.0018 0.0085 0.0383 0
71 0.0088 0 0.0032 0.0366 0.0002 0.0122 0 0.0031 0.0063 0.0127 0.0007
53 0.0049 0 0 0.0092 0.0044 0.1106 0 0.0059 0.0815 0.0112 0.0024
54 0.0049 0 0 0.0091 0.0044 0.1113 0 0.0058 0.0835 0.0115 0.0024
45 0.0048 0 0.0018 0.0067 0 0.0007 0 0.0007 0.0031 0.0107 0.0003
68 0.0035 0 0.0004 0.011 0.0019 0.0141 0 0.013 0.0188 0.0026 0
barras

55 0.0029 0 0 0.002 0.0004 0.0067 0 0.0001 0.001 0 0


57 0.0019 0 0 0.0025 0.0017 0.0725 0 0.3571 0.043 0 0.0001
48 0.0016 0 0.0006 0.0125 0.0681 0.0002 0 0.0013 0.0051 0.0247 0.0019
63 0.0014 0 0.0002 0.0074 0.0024 0.025 0 0.0439 0.1001 0.0425 0.0001
59 0.0014 0 0.0002 0.0068 0.0021 0.0215 0 0.0368 0.0828 0.0343 0.0001
62 0.0012 0 0.0002 0.0064 0.0021 0.0224 0 0.0401 0.0925 0.0399 0.0001
66 0.001 0 0 0.0016 0.0014 0.0639 0 0.3706 0.049 0 0.0001
50 0.0004 0 0.0002 0.0094 0.8676 0.0496 0 0.0035 0.0061 0.0126 0.0007
61 0.0003 0 0 0.0018 0.0006 0.0062 0 0.0112 0.0258 0.0112 0
60 0.0002 0 0 0.0006 0.0001 0.0009 0 0.0008 0.0013 0.0002 0
64 0.0001 0 0 0.0002 0 0.0003 0 0.0003 0.0004 0.0001 0
49 0 0 0 0.0001 0.0079 0.0006 0 0.0001 0.0001 0.0004 0
47 0 0 0 0 0.0032 0.0002 0 0 0 0.0001 0
66

Tabla LXXXII: Sensibilidad del sistema a doble carga incluyendo compensador en la barra 58.

BUS Sensitividad
35 0.0225
58 0.0153
56 0.0092
50 0.0085
21 0.0071
44 0.0068
33 0.0053
15 0.0051
42 0.0048
72 0.0048
37 0.0043
75 0.0043
39 0.0042
48 0.0042
66 0.0041
57 0.0041
30 0.004
49 0.0038
36 0.0038
74 0.0036
70 0.0033
69 0.0026
38 0.0025
73 0.0023
63 0.0022

4.3.9 ANÁLISIS EN CONDICIÓN DE COLAPSO INCLUYENDO

COMPENSADOR CAPACITIVO

Con el compensador en la barra 58, el SIN alcanzó el colapso a

aproximadamente 3.3815 veces su carga nominal. Tiempo de ejecución: 14.75 seg.

Tabla LXXXIII: Autovalores seleccionados del sistema en condición de colapso incluyendo


compensador en la barra 58.

BARRA AV
56 0.3218
62 28.6213
63 36.2512
66 41.6178
64 71.5272
68 104.4586
70 123.461
71 158.0224
72 148.7609
75 139.985
69 169.8026
74 139.8112
73 193.3664
61 210.8697
57 306.6651
60 257.0916
58 290.161
59 259.8283
55 333.8633
53 451.494
50 517.7305
49 540.4667
48 560.5045
45 709.6577
44 752.4238
67

Tabla LXXXIV: Factores de contribución del sistema en condición e colapso incluyendo


compensador en la barra 58.

AUTOVALORES
0.3218 28.6213 36.2512 41.6178 71.5272 104.4586 123.461 158.0224 148.7609 139.985 169.8026
70 0.2818 0.0065 0.02 0 0.0002 0.0544 0.0567 0.0002 0.004 0 0.0023
48 0.2179 0.0095 0.0378 0 0.072 0.0059 0.0634 0.0027 0.0258 0 0.1649
72 0.0528 0.0004 0.0005 0 0.0295 0.0321 0 0.0016 0.0097 0 0.1831
71 0.0511 0.0003 0.0003 0 0.0142 0.0101 0 0.0002 0.0014 0 0.0159
50 0.0507 0.0044 0.022 0 0.229 0.2935 0.2112 0.0016 0.0216 0 0.0688
75 0.0244 0 0.0001 0 0.0882 0.0006 0.1496 0.0001 0.0059 0 0.0802
74 0.0243 0 0.0001 0 0.0773 0.0005 0.1162 0.0001 0.0043 0 0.0542
73 0.0239 0 0.0001 0 0.0606 0.0004 0.0757 0 0.0025 0 0.0295
44 0.0073 0.0051 0.2005 0 0.0244 0.0021 0.0003 0.2408 0.0012 0 0.0096
58 0.0065 0.6179 0.0279 0 0.0073 0.0048 0.0018 0 0.0004 0 0
69 0.006 0.0002 0.0047 0 0.0046 0.0004 0.0003 0.0041 0.0024 0 0.056
BARRAS

45 0.0055 0.0001 0.0012 0 0.0041 0.0001 0.0002 0.0003 0.0009 0 0.0157


56 0.0055 0.3207 0.0124 0 0.0013 0.0002 0 0 0 0 0
68 0.0036 0.0004 0.0006 0 0.0173 0.0247 0.0004 0.0001 0.019 0 0.0002
53 0.0029 0.0013 0.0006 0 0.0156 0.0649 0.0454 0.0014 0.079 0 0.0096
55 0.0026 0.0012 0.0003 0 0.0032 0.0052 0.0026 0 0.0007 0 0.0001
63 0.0011 0.0002 0.0003 0 0.0133 0.0361 0.001 0.0006 0.1171 0 0.0047
59 0.0011 0.0002 0.0003 0 0.0121 0.0315 0.0008 0.0005 0.0966 0 0.0038
57 0.001 0.0007 0.0002 0 0.0041 0.0221 0.0434 0 0.0612 0 0.0003
62 0.0009 0.0001 0.0002 0 0.0116 0.0323 0.0009 0.0006 0.1089 0 0.0044
66 0.0003 0.0003 0.0001 0 0.0026 0.0172 0.0382 0 0.0656 0 0.0004
61 0.0002 0 0.0001 0 0.0032 0.0089 0.0002 0.0002 0.0303 0 0.0012
60 0.0002 0 0 0 0.0011 0.0016 0 0 0.0014 0 0
49 0.0001 0 0.0001 0 0.0014 0.0027 0.0025 0 0.0004 0 0.002
64 0.0001 0 0 0 0.0003 0.0005 0 0 0.0004 0 0

Tabla LXXXV: Sensibilidad del sistema en condición de colapso incluyendo compensador en la


barra 58.

BUS Sensitividad
70 0.8851
48 0.7694
50 0.2302
72 0.1503
71 0.1405
28 0.1347
27 0.1342
75 0.0711
74 0.07
73 0.0672
43 0.0431
58 0.0363
44 0.034
42 0.0282
37 0.0278
39 0.0277
33 0.027
30 0.0259
69 0.0246
56 0.0244
35 0.024
32 0.0237
36 0.0226
45 0.0206
12 0.0194
68

4.3.10 GRÁFICAS P-V Y Q-V INCLUYENDO COMPENSADOR

CAPACITIVO

Tiempo de ejecución: 592.89 seg.

Gráfica P-V
1

0.95

0.9

75
Tens ion en barra (p.u.)

0.85 74
73

72
0.8 71
70
69
0.75
58

56
0.7 53
45

0.65
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 16: Curva P-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 58.

Tiempo de ejecución: 23.77 seg.

4
x 10 Gráfica V-Q
5

3
Potencia reactiva inyectada en la barra (p.u.)

45
1
53

0 56

58

-1 69

70
-2 71
72
-3
73
74
-4
75

-5
0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 1.1 1.2 1.3
Voltaje [p.u.]

Figura 17: Curva Q-V del sistema a carga nominal incluyendo compensador en la barra 58.
69

CAPÍTULO 5: ANÁLISIS DE LOS RESULTADOS


La gran cantidad de información obtenida a partir de los estudios realizados

plantea la necesidad de un análisis detallado y en su conjunto de los mismos.

Para el caso del sistema de prueba de 9 barras, sin compensadores conectados, es

notable el hecho de que al variar la condición de carga, la magnitud de los autovalores –

que definen los modos de inestabilidad del sistema-, no varían proporcionalmente como

se muestra en la tabla LXXXVI.

Tabla LXXXVI: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de carga
para el sistema de 9 barras

Condición de ∆ Valor
carga Valor [pu] Valor [%] [%] Autovalor ∆ A.V. ∆ A.V. [%]
Mínima 0.5 50 -50 6.1635 0.2062 4.8800
Nominal 1 100 0 5.9573 0 0
Máxima 2 200 100 4.2254 -1.7319 -40.9878
Colapso 2.375 237.5 137.5 0.0103 -5.9470 -140.7441

Este comportamiento también fue observado en los restantes sistemas de prueba,

tal como es mostrado en las tablas LXXXVII y LXXXVIII.

Tabla LXXXVII]: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de carga
para el sistema de 30 barras

Condición de ∆ Valor
carga Valor [pu] Valor [%] [%] Autovalor ∆ A.V. ∆ A.V. [%]
Mínima 0.5 50 -50 0.5297 0.0353 0.8354
Nominal 1 100 0 0.4944 0.0000 0.0000
Máxima 2 200 100 0.3824 -0.1120 -2.6506
Colapso 2.83 283 183 0.0034 -0.4910 -11.6202

Tabla LXXXVIII Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de carga
para el SIN.

Condición de carga Valor [pu] Valor [%] ∆ Valor [%] Autovalor ∆ A.V. ∆ A.V. [%]
Mínima 0.5 50 -50 46.9707 1.3061 30.9107
Nominal 1 100 0 45.6646 0.0000 0.0000
Máxima 2 200 100 40.6576 -5.0070 -118.4977
Colapso 3.3812 338.12 238.12 0.1011 -45.5635 -1078.3239
70

Otro comportamiento observable en todos los sistemas de prueba es que al

aumentar la carga del sistema (en este trabajo se realizó a factor de potencia constante),

todos sus autovalores disminuyeron en magnitud. Análogamente, al disminuir la carga

del sistema aumentaron las magnitudes de los autovalores, véanse las tablas LXXXVI,

LXXXVII y LXXXVIII. Esto tiene una importancia crucial ya que al afectar a las

magnitudes de los autovalores del sistema, es posible emplearlos como medida de la

distancia al colapso. Lo anterior necesita ser precisado. Al observar las gráficas P-V de

cualquiera de los sistemas (figuras 4, 9, y 14), es de notar que el colapso se alcanza

aproximadamente en el mismo nivel de carga que se obtiene en el análisis modal (las

diferencias se deben a errores de redondeo y a la magnitud del aumento en la carga). Por

otra parte, el autovalor de menor magnitud (cuyos valores son los mostrados en las

tablas LXXXVI, LXXXVII y LXXXVIII) disminuye a medida que aumenta el nivel de

carga, hasta que llega a un punto (nivel de carga de colapso) en el que se hace

prácticamente cero. Lo anterior indica que éste autovalor en especial presenta una

relación especial con el nivel de carga del sistema, ya que alcanza un valor específico

(cero) siempre que el sistema colapsa (lo que además concuerda con las relaciones de

las ecuaciones (12), (13) y (14)). Por tanto, en todos los sistemas estudiados el autovalor

con la menor magnitud sirvió como margen de estabilidad del sistema.

Sin embargo, el autovalor de menor magnitud de los sistemas estudiados varió

fuertemente de uno a otro. Al comparar los valores de carga en los que colapsó cada

sistema con sus respectivos márgenes de estabilidad, se observó que no es posible

comparar la estabilidad entre los tres sistemas. Por esta vía sólo fue posible comparar la

estabilidad con el mismo sistema a distintos niveles de carga, lo que indica que al usarse

los autovalores como márgenes de estabilidad sólo pueden ser considerados como

márgenes de estabilidad relativos al mismo sistema.


71

Para comparar la estabilidad de voltaje de los sistemas de prueba entre sí el

índice más efectivo es el nivel de carga –véase la tabla LXXXIX-.

Tabla LXXXIX: Valores de carga para alcanzar el colapso de los sistemas de prueba.

Condición de
Sistema Valor [pu] Valor [%]
carga
9 Barras colapso 2.375 237.5
30 Barras colapso 2.83 283
SIN colapso 3.3812 338.12

Al tomarse en cuenta la conexión de compensadores capacitivos en los sistemas

de prueba, el comportamiento que mostraron fue exactamente el mismo al que se

verificó cuando no existían compensadores conectados (véanse las tablas XC, XCI y

XCII). La diferencia radicó en que las magnitudes de los autovalores aumentaron en

todos los casos, con lo que se puede decir, se observó un aumento en los márgenes de

estabilidad de voltaje en cada uno de los sistemas –ver tabla XCIII-.

Tabla XC : Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de carga para
el sistema de 9 barras, con compensadores capacitivos conectados.

Condición de
carga Valor [pu] Valor [%] ∆ Valor [%] Autovalor ∆ A.V. ∆ A.V. [%]
Mínima 0.5 50 -50 6.1591 0.1817 4.3002
Nominal 1 100 0 5.9774 0.0000 0
Máxima 2 200 100 4.7383 -1.2391 -29.3250
Colapso 2.63 263 163 0.0047 -5.9727 -141.3523

Tabla XCI: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de carga para
el sistema de 30 barras, con compensadores capacitivos conectados.

Condición de
carga Valor [pu] Valor [%] ∆ Valor [%] Autovalor ∆ A.V. ∆ A.V. [%]
Mínima 0.5 50 -50 0.5287 0.0341 0.8070
Nominal 1 100 0 0.4946 0.0000 0
Máxima 2 200 100 0.3891 -0.1055 -2.4968
Colapso 2.915 291.5 191.5 0.0075 -0.4871 -11.5279
72

Tabla XCII: Variaciones del autovalor de menor magnitud, a la respectiva condición de carga para
el SIN, con compensadores capacitivos conectados.

Condición de
carga Valor [pu] Valor [%] ∆ Valor [%] Autovalor ∆ A.V. ∆ A.V. [%]
Mínima 0.5 50 -50 46.9708 1.2016 28.4375
Nominal 1 100 0 45.7692 0.0000 0
Máxima 2 200 100 40.8051 -4.9641 -117.4824
Colapso 3.3815 338.15 238.15 0.3218 -45.4474 -1075.5763

Tabla XCIII: Variación de los autovalores para los distintos niveles de carga de los sistemas de
prueba, con compensadores capacitivos desconectados y conectados.

Condición de Carga
Mínima Nominal Máxima
sin con sin con sin con
compensador compensador compensador compensador compensador compensador
Sistemas

9 Barras 6.1635 6.1591 5.9573 5.9774 4.2254 4.7383


30 Barras 0.5297 0.5287 0.4944 0.4946 0.3824 0.3891
SIN 46.9707 46.9708 45.6646 45.7692 40.6576 40.8051

Obsérvese que la compensación reactiva comienza a ser efectiva a partir del

nivel de carga nominal, es decir, para obtener los mejores resultados al momento de

mejorar los márgenes de estabilidad es necesario que el sistema opere a cierto nivel

carga. En el nivel de carga mínima se obtuvo que para los sistemas estudiados los

márgenes de estabilidad no mejoran apreciablemente (o mejoran muy poco), mientras

que los perfiles de tensión mejoran.

Para el caso del sistema de 9 barras sin compensadores capacitivos conectados

(y en general, en cualquier sistema), los factores de contribución nodales pueden ser

ordenados de mayor a menor, según su magnitud. Unido a esto, es posible asociar cada

uno de éstos factores, tanto física como matemáticamente, a cada nodo del sistema.

Así, es posible clasificar las barras del sistema según la magnitud de los factores de

contribución nodales para la condición de carga a la que se realizó el estudio.

En la tabla XCIV se muestra la clasificación de los nodos del sistema de 9

barras, según la magnitud del factor de contribución nodal (1 quiere decir que el factor
73

de contribución es el mayor y así sucesivamente hasta el 6 que es el menor de todos).Al

comparar éstos valores (ver tabla XCIV) con el diagrama P-V de la figura 18 se observó

que el nodo con el mayor factor de contribución, para el peor modo (autovalor de menor

magnitud y en todos los niveles de carga), coincide con la barra con el perfil de

tensiones más bajo. El nodo con el factor de contribución que le sigue coincide también

con el perfil de tensiones inmediato superior. En general, se observó que la coincidencia

de cada una de las barras (ordenadas según las magnitudes de los factores de

contribución nodales, del peor modo de inestabilidad) es casi completa con el diagrama

de la figura 18, tomado desde la barra con el perfil de tensiones más bajo hasta aquella

con el perfil más alto.

Gráfica P-V
1.05
Nodo 9
Carga Nominal
Nodo 7
1

Nodo 8
0.95 Nodo 5

Nodo 6

0.9
Tension en barra (p.u.)

Carga Mínima
Carga Máxima
0.85
4

5
0.8
6 Nodo 4
7
0.75 8

9
Carga de Colapso
0.7

0.65
0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 1.8 2 2.2 2.4
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 18: Curvas P-V mostrando los niveles de carga a los que se realizaron los análisis modales y
los perfiles de tensión de cada uno d los nodos del sistema.
74

Tabla XCIV: Clasificación por magnitud de los factores de contribución nodales para cada uno de
los nodos del sistema de 9 barras, para cada condición de carga.

Posición de la Barra del Sistema


1 2 3 4 5 6
Mínima 5 6 8 4 7 9
Condición
de Carga

Nominal 5 6 8 4 7 9
Máxima 5 6 4 8 7 9
Colapso 5 6 4 8 7 9

Lo anterior indica que existe relación entre la magnitud de los factores de

contribución nodales y los nodos con problemas de estabilidad de voltaje. En este punto

ésta relación debe ser comprobada en los sistemas restantes para probar su veracidad.

Tanto en el sistema de 30 barras como en el SIN se observó que la coincidencia

encontrada y descrita para el sistema de 9 barras no es tan completa, es decir, si bien

siempre se cumple que la barra con el factor de contribución más alto es aquella que

posee el perfil de tensiones más bajo del sistema, para el resto de las barras el perfil de

tensiones no se encentra el mismo orden que se observa en los respectivos diagramas P-

V (figuras 19 y 20, tablas XCV y XCI) esto podría significar que la teoría relativa a los

factores de contribución sería correcta.

Gráfica P-V
1.2

Nodo 21

1.1 Nodo 28 Nodo 22


Nodo 23
Nodo 25

1
Tension en barra (p.u.)

0.9

Nodo 30
Carga Mínima
0.8 Nodo 24
30
29 Carga Nominal
28
0.7 27
Nodo 29
26
25
Carga Máxima Nodo 26
24
0.6
23 Nodo 27
22
21 Carga de Colapso
0.5
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 19: Curvas P-V del sistema de 30 barras, para nodos selectos (los diez nodos con los
factores de contribución más altos).
75

Tabla XCV: Clasificación por magnitud de los factores de contribución nodales para cada uno de
los nodos del sistema de 30 barras, para cada condición de carga.

Posición de la Barra del Sistema


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Mínima 30 29 26 25 27 24 26 22 21 28
Nominal 30 29 26 25 27 24 23 22 21 28
Máxima 30 29 26 25 27 24 23 22 21 28
Colapso 30 29 27 26 25 24 23 22 21 28

Gráfica P-V
1
Carga Nominal Nodo 75
Nodo 72 Nodo 53

Nodo 69
0.95

Nodo 45
0.9
Nodo 73
Tension en barra (p.u.)

Carga Mínima
0.85 Carga Máxima

Nodo 74
0.8 75
74 Nodo 71
73
72
0.75 Nodo 58
71
70 Nodo 70
69
Nodo 56
0.7 58
56
53 Carga de Colapso
45
0.65
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5
Potencia Activa (p.u.) demandada por el sistema

Figura 20: P-V del SIN, para nodos selectos (los diez nodos con los factores de contribución más
altos).

Tabla XCVI Clasificación por magnitud de los factores de contribución nodales para cada uno de
los nodos del SIN, para cada condición de carga.

Posición de la Barra del Sistema


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Mínima 30 29 26 25 27 24 26 22 21 28
Nominal 30 29 26 25 27 24 23 22 21 28
Máxima 30 29 26 25 27 24 23 22 21 28
Colapso 30 29 27 26 25 24 23 22 21 28
76

Pero hay que tomar en cuenta dos hechos claves antes de emitir dicho juicio.

Primero hay que recordar el problema de perfiles de tensión bajos y la inestabilidad de

voltaje son considerados como problemas distintos, aún cuando es cierta la relación

existente entre la potencia reactiva y el voltaje. Segundo, en los sistemas de 30 barras y

SIN no se realizó el análisis modal teniendo en cuenta a todos los autovalores del

sistema (sin que ello signifique desmejora de los resultados obtenidos). La consecuencia

directa de lo anterior es que algunas barras no serán tomadas en cuenta, ya que aún

teniendo un factor de contribución elevado, en ningún momento se dejará de tomar en

cuenta la barra con el mayor de ellos, es decir, se considera como una barra que aporta

mucho a la inestabilidad del sistema. Esto se puede observar al realizar el análisis modal

del sistema de 9 barras, pero esta vez tomando en cuenta un número menor de

autovalores. Al tomar 5 autovalores, se deja de tomar en cuenta la barra 4, si se toman 4

autovalores se dejan de tomar en cuenta las barras 4, pero siempre se mantienen las

barras 5 y 6. De hecho, la barra 4 se encuentra conectada a través del transformador 1 a

la barra de referencia angular, que por definición es la barra del sistema que puede

aportar (idealmente ya que no se están tomando en cuenta los límites de generación en

ninguna máquina o condensador sincrónico, en ninguno de los sistemas estudiados),

cualquier cantidad demandada de potencia reactiva (y activa) por el sistema. Por esta

razón es difícil entender cómo la barra 4 pueda tener una contribución tan prominente

en el colapso del sistema.

Además existe otro indicio que señalaría a los factores de contribución nodales

como la mejor forma de identificar las barras con problemas de estabilidad de voltaje o

barras “débiles”. Obsérvese que al conectar los compensadores capacitivos a los

distintos sistemas en nodos determinados, en las gráficas P-V correspondientes (figuras

6, 11 y 16 ) el perfil de tensiones de dicho barra aumenta, como es de esperarse, pero los


77

factores de contribución nodales no modifican la clasificación que se había realizado

cuando el sistema no se había conectado el compensador (si la compensación reactiva

en una barra es demasiado fuerte, es posible que cambie). Sin embargo, es posible que

una o varias barras del sistema cambien de posición en la posición definida por los

factores de contribución nodales, es decir, siempre se encuentran en una misma zona,

sin tener en cuenta el nivel de carga al que se realice el estudio, como se puede apreciar

en las siguientes figuras, correspondientes a las barras “débiles” de los sistemas

considerados (sin compensadores capacitivos conectados).

En la figura 21 se muestra al sistema de 9 barras con los nodos identificados con

los factores de contribución nodales. Fueron tomados en cuenta todos los modos de

inestabilidad (6) del sistema.

TRX 2 CARGA C
2 3
TRX 3
2 7 8 9 3

5 6

CARGA A CARGA B
4
TRX 1

Figura 21: Localización de los nodos “débiles” del sistema de 9 barras, después de haber realizado
el análisis modal en cada condición de carga.

En la figura 22 se muestran los nodos identificados mediante los factores de

contribución, para el sistema de 9 barras, pero esta vez tomando en cuenta solamente a

los cinco peores modos de inestabilidad. Nótese que no se toma en cuenta a la barra 4
78

(véase el comentario de la página 77). Advierta que se identifican los mismos nodos

(excepto el 4) que en la figura 21.

TRX 2 CARGA C
2 3
TRX 3
2 7 8 9 3

5 6

CARGA A CARGA B
4
TRX 1

Figura 22: Localización de los nodos “débiles del sistema de 9 barras, después de haber realizado el
análisis modal en cada condición de carga.

En la figura 23 se muestra a los nodos identificados para el sistema de 30 barras.

Nótese que este resultado es válido para cualquiera de las condiciones de carga a las que

se realizaron los análisis modales.

2 1
G
G

14
3 13
C
4 15
12 30
16
5 7 6 10 23
18
C 20 19 27 29
17 21
22

25 28
24
9 11
C

8
C

26

Figura 23: Localización de los nodos “débiles del sistema de 30 barras, después de haber realizado
el análisis modal en cada condición de carga.
79

La figura 24, por su parte muestra los nodos identificados para el SIN.

PTA DE TACOA
PIEDRAS
BARRA 230KV BARRA 230KV BARRA 230KV CONVENT
TRINIDAD 230KV BOYACA O
BARRA
IGUANA BARRA 230KV BARRA 230KV BARRA 230KV
230KV 230KV
BARRA
230KV

PLANTA CENTRO
EL ISIRO

230
230KV
JUNQUITO

230
BARRA 230KV

230KV BARRA
PEONIAS PTA. 400KV
BARRA 230KV

EL PALMAS BARRA
RINCON 400KV

CANA PEDRERA
230 230KV
DE
AZUCAR PAPELON

230K

230K
230 MACARO 230KV

V
CUATRICENTENARIO

230K

230K
V

V
400KV SAN
230
DIEGO
400KV EL TABLAZO
230
BARRA 230KV

BARRA 230KV

BARRA
230KV
BARRA
CUESTECITA
230KV BARRA
COLOMBIA 400KV
EL TABLAZO II BARBACOA
BARRA ARAGUA

230KV
400KV BARRA 230KV
TIARA

230KV
BARRA 230KV
230KV

SECTOR
VALENCIA 230KV
PETROLEO
BARQUISIMETO
230KV 230KV

BARRA
230KV
230KV
INOS 230KV
230KV 230KV BARRA 230KV

BARRA
CABUDARE CAMATUY

230KV
230KV
230KV
230KV BARRA 400KV
BARBACOA II BARRA 230KV

230KV
CDAD
230KV CASANAY
230KV
LOSADA BARRA 400KV SANTA TERESA

230KV
BARRA 400KV 230KV
INO
BARRA
230KV
LAS MOROCHAS 230KV
S BARRA 400KV BARRA 400KV

BARRA
230KV

BARR
230KV EL INDIO

BARR 400K
230KV

V
230KV BARRA 400KV

400K
230KV

BARRA
400KV

V
230KV 400KV 400KV
LA HORQUETA

BARRA
400KV
400KV 400KV EL TIGRE I
YARACUY LA
BARRA
ARENOSA

BARRA
400KV
400KV 230KV
BARRA

BARRA
400KV
765KV 765KV
C 400KV 230KV BARRA
765KV

E
400KV
O.M.Z.
SAN GERONIMO BARRA
765KV 765KV 230KV CDAD BOLIVAR
765KV

765KV 400KV

765KV 230KV
LA 230KV GUAYANA A
CE

765KV
CANOA

BARR

BARR 400K
230KV

V
765KV

400K
BUENA VISTA

V
230KV
ACARIGUA II
230KV
765KV MALENA
EL 230KV 230KV
VIGIA II 765KV

230KV
765KV
230KV
765KV
230KV
GURI B 230KV BARRA 400KV
PLANTA PAEZ
230KV BARRA

BARRA
BARRA 400KV

400KV
400KV 230KV BARRA 400KV
GURI A
BARRA

BARRA
BARRA 400KV

400KV
400KV

N
SAN AGATON C

BARR400KV
BARR
A
230KV URIBANTE

400KV
A
230KV

BARRA 400KV MACAGUA II


BARRA 400KV

CALLAO
EL COROZO
II
230K
V

LAS
230K

BARRA 400KV
V

CLARITAS
BARRA 400KV

SAN MATEO
COLOMBIA 230KV LAS CLARITAS
230KV

230KV SANTA ELENA


230KV

230KV

BOA VISTA
230KV

BRAZIL

Figura 24: Diagrama unifilar del SIN, mostrando las barras “débiles” del sistema.

En este punto es importante hacer notar que a partir de las figuras 21, 22, 23 y

24, sólo se demuestra que existen zonas con problemas de estabilidad que se mantienen

al cambiar las condiciones de carga. En ningún momento demuestra que las zonas

“débiles” del sistema estén confinadas a un lugar geográfico (ya que son diagramas

unifilares que no necesariamente guardan relación con la ubicación geográfica de las

barras del sistema que representan). Para ello es necesario tener información del

sistema, ya no desde el punto eléctrico, sino desde el punto de vista de la ubicación

geográfica de las subestaciones. Esta información es muy difícil de obtener para los

casos de 9 barras y 30 barras, pero se pudo obtener para el SIN, en la tabla CIII se

muestran los nombres de las subestaciones y su correspondiente número según la tabla


80

de CI, necesaria para la realización de los cálculos. La figura 25 (siguiente página y

tomada de (13)) muestra un mapa de Venezuela en el que se observan los nodos

identificados en la figura 24. Nótese la cercanía geográfica de los nodos.

Lo anteriormente expuesto muestra que con los factores de contribución nodales

es posible localizar no sólo las barras “débiles” del sistema, sino que también estas

barras están localizadas en puntos geográficos muy concretos y que siguen un patrón el

cual puede ser observado en un mapa físico.

En los nodos con los factores de contribución más altos es donde el efecto de los

compensadores capacitivos es más fuerte, lo cual puede ser observado en el aumento

en la magnitud de los autovalores (mayores márgenes de estabilidad).

En cuanto a los diagramas Q-V se observó que éstos muestran resultados

similares a los factores de contribución, siempre que se tome en cuenta que presenta la

ubicación de las áreas débiles y no una clasificación por nodo. A pesar de ello son

mucho más confiables para la identificación de áreas “débiles” de los sistemas que las

gráficas P-V, que por su parte son mucho mejores para evaluar la distancia al colapso y

para la comparación entre distintos sistemas.

Finalmente, las sensitividades se mostraron totalmente inadecuadas para

establecer los márgenes de estabilidad, además, como índices se mostraron bastante

pobre a la hora de identificar las áreas débiles del sistema.


81

Punta de Piedras
Cuatricentenario
Trinidad
El Rincón El Tablazo Casanay
Barbacoa
El Indio
Barquisimeto Yaracuy

Casanay

Mapa físico de Venezuela mostrando las área “débiles” del SIN


82

CAPÍTULO 6: CONCLUSIONES
Basado en los estudios realizados en los sistemas de prueba se puede concluir:

1. Los autovalores poseen un comportamiento típico para todos los

sistemas: aumenta su magnitud al disminuir el nivel de carga y

disminuye su magnitud al aumentar el nivel de carga.

2. Los autovalores constituyen un índice al colapso de cualquier sistema,

constituyéndose en un margen de estabilidad de voltaje.

3. Los autovalores no pueden ser utilizados para identificar los nodos

“débiles” del sistema y por tanto tampoco para identificar las áreas

“débiles” del sistema.

4. Si bien los autovalores indican un forma margen de estabilidad de

voltaje, éste es relativo al sistema que se estudia.

5. Para realizar comparaciones de la estabilidad entre distintos sistemas, es

conveniente utilizar el nivel de carga de la condición de colapso.

6. El análisis modal al ser comparado en los tiempos de ejecución con el

resto de los métodos empleados (curvas P-V, curvas Q-V), para los

sistemas estudiados en este trabajo, es el que consume menos tiempo

computacional.

7. Debido a la anterior conclusión y a los resultados obtenidos en el

Apéndice G, es posible que se pueda emplear el análisis modal en línea.

8. Los factores de contribución nodales permiten identificar los nodos y el

área (o áreas) “débiles” del sistema.

9. Los nodos con los factores de contribución más altos del sistema son los

candidatos más fuertes para requerir compensación reactiva, teniendo en

cuenta únicamente el problema de la estabilidad de voltaje de un sistema.


83

10. La suma ya sea por filas o por columnas de la matriz de factores de

contribución nodales completos es siempre 1.

11. Si las magnitudes de los autovalores no sufren cambios bruscos de una

condición de carga a otra, los factores de contribución tampoco lo harán.

12. El análisis modal es un método que es aconsejable emplear para obtener

una panorámica rápida de la situación de un sistema, en cuanto a

estabilidad de voltaje.
84

CAPÍTULO 7: RECOMENDACIONES

Se recomienda fuertemente la profundización en los siguientes aspectos:

1. Continuación del estudio modal, ya que es posible expandir lo presentado en

este trabajo y abarcar a los nexos (mediante los factores de contribución de

nexos o ramas) y a las máquinas sincrónicas (para determinar cuáles son los

generadores que tienen mayor impacto en la estabilidad del sistema, mediante

los factores de contribución de máquinas). Esto permitiría además de identificar

las zonas “débiles” o con problemas de estabilidad de voltaje del sistema,

identificar los nexos en los cuales una perturbación (una falla de cualquier tipo,

por ejemplo) afectará la estabilidad e identificar las unidades generadores que en

un eventual colapso podrían ayudar a restablecer la buena operación del sistema

(en algunos no será posible restablecer un sistema).

2. Estudio en régimen dinámico, haciendo énfasis en los fenómenos que ocurren

durante la falla o perturbación.

3. Aplicación de métodos computacionales para ser usados en el estudio de

estabilidad de voltaje en sistemas multimáquinas y multinodos. Específicamente

el método referido es conocido como flujo de carga continuado, que puede ser

utilizado en otras herramientas a las presentadas en este trabajo, tales como: el

índice de desempeño de segundo orden, el índice de proximidad a la

inestabilidad de voltaje y márgenes de carga.


85

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
(1) Kundur, P

“Power Systems”

McGraw-Hill. 1994

(2) Gómez Expósito, Antonio

“Análisis y Operación de Sistemas de Energía Eléctrica”

McGraw-Hill. 2002

(3) Kundur, P

“Voltaje Stability Evaluation Using Modal Analysis”

IEEE trans. PWRS7. Vol 4. Nov. 1992.

(4) IEEE/PES Power System Stability Subcommittee

“Voltage Stability Assessment: concepts, practices and tools”

IEEE/PES Special Publication, Final document, Agosto 2002

(5) Taylor, C.; Chowdhury, B.

“Voltage Stability: Q-V Power Flow Simulation Versus Dynamic Simulation”

IEEE trans. PWRS15. Vol 4. Nov 2000

(6) Arrillaga, J.; Arnold, C. P.

“Computer Análisis of Power Systems”

Jhon Wiley & Sons. 1990


86

(7) Stagg, G.; El-Abiad, A. H.

“Computer Methods in Power System Analysis”

McGraw-Hill. 1968

(8) Bermúdez, J. F.

“Conceptualización del Racionamiento por frecuencia”

Indene-Funindes-USB. Mayo 2003

(9) Anderson, P.M.; Fouad, A.A.

“Power System Control and Stability”

IEEE Press. 1994.

(10) Gómez M., Suzette K.

“Simulación Digital para Determinar el Efecto de la Variación de Tensión y de la

Frecuencia Sobre el Comportamiento del Sistema Eléctrico Venezolano. Tesis de

Grado”

UNIMET 2004.

(11) Saadat, Hadi

“Power System Análisis”

Mc-Graw-Hill. 1999.

(12) Grossman, Stanley

“Álgebra Lineal con Aplicaciones”

Mc-Graw-Hill. 1991.
87

(13) http://www.a-venezuela.com/mapas/map/html/relieve.html

(14) Bermúdez, Juan F.

“Apuntes Sobre la Estabilidad de Voltaje”

U.S.B. . 2005
88

APÉNDICE A: FUNDAMENTO MATEMÁTICO DEL


ANÁLISIS MODAL APLICADO A LA ESTABILIDAD DE
VOLTAJE [14]

La relación diferencial que rige la solución del flujo de carga es:

∆P = J Pθ ⋅ ∆θ + J PV ⋅ ∆V (18)

∆Q = J Qθ ⋅∆θ + J QV ⋅ ∆V (19)

∆Pi = Pneto
especificado
− Pneto
calculado
(20)

∆Qi = Qneto
especificado
− Qneto
calculado
(21)

Donde ∆θ representa las variaciones en los ángulos de fase de las barras

(exceptuando la barra de referencia angular) y ∆V representa las variaciones de las

tensiones nodales (exceptuando la barra de referencia angular y las barras de voltaje

controlado).

∆X = [∆θ ∆V ] representa entonces variaciones en las Variables de Estados


t

del Sistema de Potencia. Matricialmente hablando, la relación planteada se corresponde

a:

 ∆θ 
∆X =   (22)
∆V 

 ∆P 
∆S =   (23)
∆Q 

 J Pθ J PV 
∆J =  (24)
 J Qθ J QV 

∆S = J ⋅ ∆X (25)

En la solución de flujo de carga, se busca una X tal que anule al vector ∆S ,

partiendo de un X 0 conocido y de un vector de variables de control dado (voltaje de las


89

barras de generación y generación activa de éstas, exceptuando la generación activa de

la barra de referencia angular).

Si la demanda aumenta diferencialmente en un nodo (a factor de potencia

constante, por mencionar un caso común), todas las variables de estado van a sufrir

cambios diferenciales, manteniendo las variables de control inalteradas. Físicamente, la

barra de referencia angular o barra de compensación (“Slack”) se ajustará

automáticamente para absorber las diferencias en demanda y en pérdidas (activas y

reactivas).Ciertamente, en la realidad, se espera que en la nueva solución de flujo de

carga, en caso de que la demanda de un nodo se incremente, las tensiones nodales

dependientes (barras de carga) en su totalidad se deprimirán, no necesariamente en el

mismo grado.

El principio de desacople implica que un cambio en ∆P se manifestará

fundamentalmente en ∆θ , en tanto que un cambio en ∆Q se manifestará esencialmente

en ∆V . Ahora bien, aumentar la generación activa sólo lo pueden hacer los

turbogeneradores acoplados al sistema y se supone que al subir la carga activa (aunque

sea en un nodo), su efecto se manifestará inexorablemente a través del mecanismo del

AGC, logrando un nuevo equilibrio en el ente Pθ. El flujo de carga DC es un buen

ejemplo de éste fenómeno.

El mundo reactivo es un tanto más complicado, porque no sólo los generadores

sincrónicos pueden generar Q, pudiendo hacerlo también los motores sincrónicos, los

compensadores sincrónicos y los compensadores estáticos.

Es plausible entonces plantearse la situación de cuál será el cambio en V al

producirse un cambio en Q , de manera explícita, incorporando explícitamente los

cambios en P y en Q . A su vez, se debe pensar que la demanda no puede cambiar sólo


90

en P y no en Q, sino que ambas cambian acompasadamente, por la ligazón implícita en

el factor de potencia.

Sin embargo, desde el punto de vista teórico, puede plantearse que ante un

cambio en la demanda de un nodo, el sistema responda adecuadamente y se ajusten en

la potencia activa para ubicarse en una nueva solución de P y en Q. Una nueva solución

para la potencia activaimplica que ∆P se hará cero, con un ∆θ finito. De aceptarse esta

hipótesis, es posible buscar una relación matemática entre las variaciones en ∆Q y la

variaciones en ∆V . Matemáticamente:

∆P = J Pθ ⋅ ∆θ + J PV ⋅ ∆V = 0 (26)

∆Q = J Qθ ⋅∆θ + J QV ⋅ ∆V (27)

de donde

−1
∆θ = − J Pθ ⋅ J PV ⋅ ∆V (28)

y por ende

−1
∆Q = − J Qθ ⋅J Pθ ⋅ J PV ⋅ ∆V + J QV ⋅ ∆V (29)

o lo que es lo mismo

∆Q = M ⋅ ∆V (30)

−1
M = J QV − J Qθ ⋅J Pθ ⋅ J PV (31)

M = J RK (32)

−1
Si la matriz J Pθ existe (como en efecto existe, al considerar la barra de

referencia angular), la matriz J RK adquiere un significado especial, pues dá una

relación lineal (alrededor de un punto de solución explícito) entre ∆Q y ∆V ,

asumiendo que los cambios en P se satisfagan y que los correspondientes cambios en

∆θ se manifiesten.
91

APÉNDICE B: FACTORES DE CONTRIBUCIÓN


NODALES

Para clarificar lo que sucede con las ecuaciones del análisis modal, es

conveniente examinar detenidamente el sistema mostrado en la figura 26. A partir de

este ejemplo muy simple, se puede generalizar y comprender lo que sucede con sistemas

de mayor tamaño.

REFERENCIA
ANGULAR PV

1 2

4 3

1 2

CARGA A CARGA B

Figura 25: Sistema de prueba para el Apéndice B.

Para el sistema de figura 27 el vector de variables de estado será:

 ∆θ1 
 ∆θ 
 2
X =  ∆θ 3  (33)
∆V 
 1
∆V2 

Por su parte, el vector ∆S será:


92

 ∆P1 
 ∆P 
 2
∆S =  ∆P3  (34)
∆Q 
 1
∆Q2 

El sistema de ecuaciones necesario para resolver el flujo de carga será (ya que se

eliminaron las filas y columnas correspondientes a la barra de referencia angular ya la

magnitud de tensión en las barras PV):

∆S = J R ⋅ X (35)

 ∆P1   ∆θ1 
 ∆P  ∆θ 
 2  2
 ∆P3  = J R ⋅  ∆θ 3  (36)
∆Q  ∆V 
 1  1
∆Q2  ∆V2 

Aplicando la reducción de Kron (según se vió en el Apéndice A):

 ∆Q1   ∆V 
∆Q  = J RK ⋅  1  (37)
 2 ∆V2 

Al diagonalizar J RK de la expresión anterior, se obtiene:

J RK = T ⋅ D ⋅ T −1 (38)

Donde:

T : Matriz de autovectores derechos del sistema.

D : Matriz diagonal de autovalores del sistema.

T −1 : Matriz de autovectores izquierdos del sistema.


93

Debe destacarse que se ha mantenido hasta el momento en el presente trabajo la

notación encontrada en los textos de álgebra lineal de T −1 para la matriz de autovectores

izquierdos del sistema, pero hay que advertir que matemáticamente, para el caso de la

matriz J RK , esta notación puede resultar confusa. Lo anterior se explica ya que la

matriz jacobiana reducida por el método de Kron es una matriz cuasi-simétrica (para

efectos prácticos puede ser tomada como una matriz simétrica). Esta característica de la

matriz J RK se traduce en que la matriz de autovectores izquierdos es, en realidad, el

resultado de trasponer a la matriz de autovectores derechos (la matriz de autovectores

izquierdos es una matriz ortogonal, para más detalles refiérase a (12) páginas 303 y

441), de esta forma, (38) puede escribirse como:

J RK = T ⋅ D ⋅ T t (39)

Pero se seguirá respetando la notación de la ecuación (38). Así, (39) puede

escribirse como:

 ∆Q1  −1 
∆V1 
∆Q  = T ⋅ D ⋅ T ⋅ ∆V  (40)
 2  2

Luego

 ∆V1  −1 −1 
∆Q1 
∆V  = T ⋅ D ⋅ T ⋅ ∆Q  (41)
 2  2

Supóngase que:

λ 0
D= 1 (42)
0 λ 2 

a b 
T =  (43)
c d 
94

Y por lo antes mencionado

a c 
T −1 =   (44)
b d 

De esta manera, (41) puede ser reescrita como:

 ∆V1  a b  1 λ1 0  a c   ∆Q1 
∆V  =  c d  ⋅  0 1 λ  ⋅ b d  ⋅ ∆Q  (45)
 2    2    2

Realizando la multiplicación de D −1 ⋅ T −1 :

 ∆V1  a b   a λ1 c λ1   ∆Q1 
∆V  =  c d  ⋅ b λ ⋅
d λ 2  ∆Q2 
(46)
 2    2

Multiplicando las primeras dos matrices del miembro derecho:

 a2 b2 ac bd 
+ +
 ∆V1   λ1 λ 2 λ1 λ 2   ∆Q1 
∆V  =  ac bd ⋅
c 2 d 2  ∆Q2 
(47)
 2  + +
λ λ1 λ 2 
 1 λ2

Obsérvese que la expresión anterior puede ser presentada de la siguiente forma:

 a  b  
   [a c ] d  [b d ]
 ∆V1    c     ⋅  ∆Q1  (48)
∆V  =  λ1
+
λ2  ∆Q2 
 2
 
 

De esta manera queda demostrada la veracidad tanto de ecuación (11) como de

la aseveración que le sigue (Sección 3.4.1, página 17). Pero se puede expandir aún más

la ecuación (48):
95

 ∆V1  1 a 2 ac   ∆Q1  1  b 2 bd   ∆Q1 


∆V  = λ ⋅  ⋅ + ⋅ ⋅  (49)
 2 1  ac c 2  ∆Q2  λ 2 bd d 2  ∆Q2 

en la ecuación (49), si se hace , ∆Q2 = 0 , se obtiene:

a2 b2
∆V1 = ⋅ ∆Q1 + ⋅ ∆Q1 (50)
λ1 λ2

ac bd
∆V2 = ⋅ ∆Q1 + ⋅ ∆Q1 (51)
λ1 λ2

Se debe tener en cuenta que físicamente, un cambio en ∆Q1 se afectará a todas

las tensiones del sistema, pero el impacto será mayor en el nodo en el que se efectuó el

cambio en la generación de reactivos. De manera que la ecuación (50) representa el

mayor impacto en las tensiones del sistema y la relación adquiere mayor importancia.

(50) se puede reescribir como:

a2 b2 
∆V1 =  +  ⋅ ∆Q1 (52)
 λ1 λ 2 

Donde:

a2 : Factor de contribución del modo de inestabilidad 1 al voltaje de la barra 1.

λ1 : Autovalor del modo de inestabilidad 1.

b2 : Factor de contribución del modo de inestabilidad 2 al voltaje de la barra 1.

λ2 : Autovalor del modo de inestabilidad 2


96

Análogamente, si se hace ∆Q1 = 0 , la ecuación (49) queda como:

ac bd
∆V1 = ⋅ ∆Q2 + ⋅ ∆Q2 (53)
λ1 λ2

c2 d2
∆V2 = ⋅ ∆Q2 + ⋅ ∆Q2 (54)
λ1 λ2

En este caso el impacto de ∆Q2 será mayor en ∆V2 que en ∆V1 , de manera que

la ecuación que toma mayor importancia es (54), que puede ser reescrita como:

c2 d 2 
∆V2 =  +  ⋅ ∆Q1 (55)
 λ1 λ 2 

Donde:

c2 : Factor de contribución del modo de inestabilidad 1 al voltaje de la barra 2.

λ1 : Autovalor del modo de inestabilidad 1.

d 2 : Factor de contribución del modo de inestabilidad 2 al voltaje de la barra 2.

λ2 : Autovalor del modo de inestabilidad 2.

Esta es la manera en la que deben ser entendidos los factores de contribución

nodales.
97

APÉNDICE C: DATOS DEL SISTEMA DE 9 BARRAS


[9]

TRX 2 CARGA C

2 3
TRX 3
2 7 8 9 3

5 6

CARGA A CARGA B
4
TRX 1

Figura 26: Sistema de 9 barras.

Tabla XCVII
Barra (#) Tipo
1 Ref. Angular
2 PV
3 PV
4 PQ
5 PQ
6 PQ
7 PQ
8 PQ
9 PQ
98

Tabla XCVIII: Datos de los nodos del sistema de 9 barras

# BARRA TIPO |V| Pgen Qgen Pdem Qdem


1 1 1,04 0 0 0 0
2 2 1,025 1,63 0 0 0
3 2 1,025 0,85 0 0 0
4 3 1 0 0 0 0
5 3 1 0 0 1,25 0,5
6 3 1 0 0 0,9 0,3
7 3 1 0 0 0 0
8 3 1 0 0 1 0,35
9 3 1 0 0 0 0

Tabla XCIX: Datos de las ramas del sistema de 9 barras

Nodo Nodo
# RAMA emisor receptor R X BTOTAL
1 1 4 0 0,0576 0
2 2 7 0 0,0625 0
3 3 9 0 0,0586 0
4 4 5 0,01 0,085 0,176
5 4 6 0,017 0,092 0,158
6 5 7 0,032 0,161 0,306
7 6 9 0,039 0,17 0,358
8 7 8 0,0085 0,072 0,149
9 8 9 0,0119 0,1008 0,209
99

APÉNDICE D: DATOS DEL SISTEMA DE 30 BARRAS [11]

2 1
G
G

14
3 13
C
4 15
12 30
16
5 7 6 10 23
18
C 20 19 27 29
17 21 22

25 28
24
9 11
C

8
C

26

Figura 27: Sistema de prueba IEEE de 30 barras.

Barra (#) Tipo


1 Ref. Angular
2 PV
3 PQ
4 PQ
5 PV
6 PQ
7 PQ
8 PV
9 PQ
10 PQ
11 PV
12 PQ
13 PV
14 PQ
15 PQ
16 PQ
17 PQ
18 PQ
19 PQ
20 PQ
21 PQ
22 PQ
23 PQ
24 PQ
25 PQ
26 PQ
27 PQ
28 PQ
29 PQ
30 PQ
100

Tabla C: Datos de los nodos del sistema de 30 barras

# BARRA TIPO |V| Pgen Qgen Pdem Qdem


1 1 1,06 0 0 0 0
2 2 1,043 0,4 0 0,217 0,127
3 3 1 0 0 0,024 0,012
4 3 1,06 0 0 0,076 0,016
5 2 1,01 0 0 0,942 0,19
6 3 1 0 0 0 0
7 3 1 0 0 0,228 0,109
8 2 1,01 0 0 0,3 0,3
9 3 1 0 0 0 0
10 3 1 0 0 0,058 0,02
11 2 1,082 0 0 0 0
12 3 1 0 0 0,112 0,075
13 2 1,071 0 0 0 0
14 3 1 0 0 0,062 0,016
15 3 1 0 0 0,082 0,025
16 3 1 0 0 0,035 0,018
17 3 1 0 0 0,09 0,058
18 3 1 0 0 0,032 0,009
19 3 1 0 0 0,095 0,034
20 3 1 0 0 0,022 0,007
21 3 1 0 0 0,175 0,112
22 3 1 0 0 0 0
23 3 1 0 0 0,032 0,016
24 3 1 0 0 0,087 0,067
25 3 1 0 0 0 0
26 3 1 0 0 0,035 0,023
27 3 1 0 0 0 0
28 3 1 0 0 0 0
29 3 1 0 0 0,024 0,009
30 3 1 0 0 0,106 0,019
101

Tabla CI Datos de las ramas del sistema de 30 barras.

Nodo Nodo
# RAMA emisor receptor R X BTOTAL
1 1 2 0,0192 0,0575 0,0528
2 1 3 0,0452 0,1852 0,0408
3 2 4 0,057 0,1737 0,0368
4 3 4 0,0132 0,0379 0,0084
5 2 5 0,0472 0,1983 0,0418
6 2 6 0,0581 0,1763 0,0374
7 4 6 0,0119 0,0414 0,009
8 5 7 0,046 0,116 0,0204
9 6 7 0,0267 0,082 0,017
10 6 8 0,012 0,042 0,009
11 6 9 0 0,208 0
12 6 10 0 0,556 0
13 9 11 0 0,208 0
14 9 10 0 0,11 0
15 4 12 0 0,256 0
16 12 13 0 0,14 0
17 12 14 0,1231 0,2559 0
18 12 15 0,0662 0,1304 0
19 12 16 0,0945 0,1987 0
20 14 15 0,221 0,1997 0
21 16 17 0,0824 0,1923 0
22 15 18 0,1073 0,2185 0
23 18 19 0,0639 0,1292 0
24 19 20 0,034 0,068 0
25 10 20 0,0936 0,209 0
26 10 17 0,0324 0,0845 0
27 10 21 0,0348 0,0749 0
28 10 22 0,0727 0,1499 0
29 21 22 0,0116 0,0236 0
30 15 23 0,1 0,202 0
31 22 24 0,115 0,179 0
32 23 24 0,132 0,27 0
33 24 25 0,1885 0,3292 0
34 25 26 0,2544 0,38 0
35 25 27 0,1093 0,2087 0
36 28 27 0 0,396 0
37 27 29 0,2198 0,4153 0
38 27 30 0,3202 0,6027 0
39 29 30 0,2399 0,4533 0
40 8 28 0,0636 0,2 0,0428
41 6 28 0,0169 0,0599 0,13
102

APÉNDICE E: DATOS DEL SIN REDUCIDO (75 BARRAS)


[10]

Tabla CII: Datos de los nodos del SIN

# BARRA TIPO |V| Pgen Qgen Pdem Qdem


1 1 1 34,16 0 0 0
2 3 1,03 0 0 0 0
3 3 1,03 0 0 0 0
4 3 1,01 0 0 0 0
5 3 1,03 0 0 0 0
6 3 1,02 0 0 0 0
7 3 1,03 0 0 0 0
8 3 0,97 0 0 0 0
9 3 1,05 0 0 0 0
10 3 1,06 0 0 0 0
11 2 1,001 10.50 0 0 0 0
12 3 1,04 0 0 0 0
13 3 1,05 0 0 0 0
14 3 1,03 0 0 0 0
15 3 0,96 0 0 0 0
16 3 0,98 0 0 0 0
17 2 1 14.20 0 0 0
18 3 1,03 0 0 0 0
19 3 1,02 0 0 0 0 0
20 3 1,03 0 0 0 0
21 3 1,08 0 0 0 0
22 2 1,003 10.00 0 0 0
23 3 0,99 0 0 0 0
24 3 1,04 0 0 0 0
25 3 0,97 0 0 0 0
26 3 1,01 0 0 0 0
27 3 1,05 0 0 0 0
28 3 1,05 0 0 0 0
29 3 1,02 0 0 0 0
30 3 1,05 0 0 3,474 0,48
31 3 1,03 0 0 7,668 2,46
32 3 1,03 0 0 4,698 1,2
33 3 1,02 0 0 2,106 0,65
34 3 1,03 0 0 2,862 0,74
35 3 0,94 0 0 1,188 0,66
36 3 1,04 0 0 2,952 0,45
37 3 1,06 0 0 0 0
38 3 1,03 0 0 1,62 0,38
39 3 1,06 0 0 3,222 0,53
40 3 1,06 0 0 0 0
41 2 1,001 0 0 5,778 2,75
42 3 1,03 0 0 5,022 1,76
43 3 1,04 0 0 1,638 0,43
44 3 1,03 0 0 5,202 2,06
45 3 1,06 0 0 0 0
46 2 0,97 1,14 0 1,512 0,53
47 3 0,96 0 0 0,864 0,19
48 3 0,95 0 0 2,448 0,73
49 3 0,94 0 0 2,286 0,58
50 3 0,95 0 0 0,954 0,14
51 2 0,99 1,43 0 0 0
52 2 0,99 0 0 0 0
53 3 1,03 0 0 5,67 1,17
54 3 1,03 0 0 0 0
55 3 1,06 0 0 1,728 0,55
56 3 0,96 0 0 2,916 0,69
57 3 1,02 0 0 2,142 0,62
58 3 0,96 0 0 1,98 0,62
59 3 1,02 0 0 0,72 0,72
60 3 1 0 0 6.318 2,37 0
61 3 1,02 0 0 3,762 1,45
62 3 1,04 0 0 2,268 1,13
63 3 1,02 0 0 3,924 0,85
64 3 1 0 0 3,744 1,09
65 2 0,97 7,29 0 3,978 0,81
66 3 1,02 0 0 1,062 0,81
67 2 1 2,8 0 0 0
68 3 1,03 0 0 5,94 1,59
69 3 1,02 0 0 3,87 1,66
70 3 1,03 0 0 3,708 0,55
71 3 1,07 0 0 3,708 1,25
72 3 1,06 0 0 1,458 0,49
103

Tabla CIII: Datos de las ramas del SIN

# RAMA Nodo emisor Nodo receptor R X BTOTAL


1 1 4 0.00010275 0.00029779 1.29115688
2 1 17 0 1.69E-05 0
3 2 7 2.7533E-05 0.00071839 0.35134818
4 2 31 0 2.56E-05 0
5 3 2 0.00001455 0.00037673 0.18101983
6 3 40 0 2.56E-05 0
7 4 6 0.0001511 0.00043791 1.89875347
8 5 3 2.0146E-05 0.00052549 0.25316085
9 6 2 6.0438E-05 0.00157692 0.77124843
10 6 3 4.7231E-05 0.00123201 0.59353482
11 6 5 0.00004074 0.0010549 0.50686456
12 6 24 0 1.70E-05 0
13 7 12 0 1.69E-05 0
14 8 34 0 7.06E-05 0
15 9 12 0.00001995 0.00048089 0.00768233
16 9 31 0 6.67E-05 0
17 10 9 0.0001411 0.00177389 0.04649055
18 10 40 0 7.06E-05 0
19 11 9 0.0003984 0.00055651 0.13126831
20 11 12 0.00028012 0.00352181 0.09229874
21 11 41 0 7.06E-05 0
22 12 27 0.0020543 0.00040289 0.06570578
23 12 45 0 6.88E-05 0
24 14 29 0.0003154 0.00370119 0.10596089
25 14 24 2.0267E-05 5.9776E-05 0.28957743
26 14 55 0 6.67E-05 0
27 14 20 0.0001162 0.0013465 0.03800071
28 16 23 6.5777E-05 0.000654 0.02543182
29 17 20 0.0002739 0.00317381 0.08957309
30 17 23 0.00017057 0.0017175 0.06378313
31 17 14 0.00077605 0.00228781 0.25172828
32 17 67 0 6.67E-05 0
33 18 16 0.0002822 0.00071059 0.10562914
34 18 22 0.0001909 0.00192281 0.07145867
35 19 29 0.000083 0.00096174 0.02715392
36 22 16 0.00011205 0.00028214 0.04194026
37 22 21 0.00061835 0.00716509 0.20238014
38 22 26 0.0000581 0.0005852 0.02174786
39 22 13 0.00031125 2.23E-05 0.10187054
40 23 15 0.00038803 0.00449637 0.12675949
41 24 19 0.00034653 0.00401533 0.11336877
42 24 25 0.0007055 0.00207979 0.22884869
43 25 68 0 7.59E-05 0
44 25 8 2.2825E-05 0.00028697 0.0075206
45 26 17 0.00015355 0.00154661 0.05747607
46 27 71 0 6.97E-05 0
47 27 28 0.00023966 0.00036334 0.08570893
48 29 54 0 7.06E-05 0
49 31 39 0.0012311 0.00737432 0.01410211
50 31 40 0.00047571 0.00284949 0.00544903
51 32 69 0.00039516 0.00206569 0.00592668
52 32 45 0.00037996 0.00197019 0.00564959
53 33 36 0.00048635 0.00284312 0.00600924
54 34 38 0.00022038 0.00132139 0.00263939
55 34 40 0.0014226 0.00852113 0.01629506
56 34 43 0.00072649 0.00435161 0.0083217
57 39 32 0.0020412 0.01223902 0.02444599
58 39 37 1.5198E-05 9.10E-05 0.00017409
59 39 42 0.00062314 0.0032203 0.00926984
60 39 44 0.00035716 0.00213939 0.00409111
61 40 36 0.00068393 0.00399799 0.00845063
62 41 35 0.0034957 0.02096108 0.04186863
63 42 33 0.00063834 0.00375702 0.00788741
64 42 36 0.0011247 0.00657473 0.01389702
65 43 40 0.00072649 0.00435161 0.0083217
66 45 30 0.0024318 0.0031524 0.03615797
67 45 70 0.0079032 0.01239509 0.09008957
68 47 51 0.00018542 0.00110051 0.00225622
69 47 52 0.00018542 0.00110051 0.00225622
70 48 70 0.0017478 0.01087016 0.01993001
71 48 46 0.0009879 0.00586334 0.01202112
72 48 50 0.0041036 0.02435589 0.04993247
73 49 47 0.0020822 0.00308959 0.02533682
74 50 47 0.0017478 0.01037404 0.02126795
75 53 54 0.00010639 0.00015653 0.00131461
76 53 68 0.0077816 0.01213911 0.08874748
77 55 53 0.0043164 0.00673382 0.0492275
78 55 56 0.0049547 0.00729025 0.06121959
79 56 58 0.0033133 0.00487525 0.04093747
80 57 55 0.0038179 0.00595608 0.04354247
81 59 68 0.00044684 0.0026032 0.00555949
82 59 63 0.000088 0.00051799 0.00038385
83 60 68 0.00058058 0.00355929 0.00686652
84 61 62 0.00066873 0.00395238 0.00819013
85 61 59 0.00031917 0.00197381 0.00375981
86 62 59 0.00060794 0.00088544 0.00757601
87 64 60 0.00015806 0.00092638 0.00189321
88 65 64 0.00065657 0.00096201 0.00786404
89 65 60 0.00032069 0.0018735 0.00392146
90 65 61 0.00021278 0.00124701 0.00254861
91 66 57 0.002067 0.00322452 0.02357401
92 66 67 0.0010274 0.00641111 0.01171802
93 68 31 0.0015198 0.00911338 0.01820302
94 68 34 4.7115E-05 0.00028199 0.00053902
95 69 45 0.00069457 0.00360159 0.01032805
96 70 71 0.0020366 0.00294472 0.02461903
97 73 75 0.00028877 0.00178151 0.00551613
98 71 73 0.00056994 0.0027817 0.07956775
99 71 72 0.00059274 0.00305951 0.06878203
100 73 74 0.00019211 0.00118481 0.00791229
101 73 43 0.00018238 0.00112358 0.0021012
104

Tabla CIV: Nombre de las subestaciones del SIN y su número en la tabla de datos de nodos (ver
tabla CI)

Nivel de
Nombre S/E # NODO
voltaje (kV)
Guri 1 765
La Arenosa 2 765
La Horqueta 3 765
Malena 4 765
O.M.Z. 5 765
San Gerónimo 6 765
Yaracuy 7 765
Diego Losada 8 400
La Arenosa 9 400
La Horqueta 10 400
Planta Centro 11 400
Yaracuy 12 400
El Callao II 13 400
El Tigre 14 400
Furrial 15 400
Guayana B 16 400
Guri A 17 400
Guri B 18 400
Jose 19 400
La Canoa 20 400
Las claritas 21 400
Macagua II 22 400
Palital 23 400
San Gerónimo 24 400
Santa Teresa 25 400
Caruachi 26 400
El Tablazo II 27 400
Cuatricentenario 28 400
Barbacoa II 29 400
Acarigua II 30 230
Aragua 31 230
Cabudare 32 230
Caña de Azúcar 33 230
Diego Losada 34 230
El Isiro 35 230
El Macaro 36 230
Inos Arenosa 37 230
Inos Camatuy 38 230
La Arenosa 39 230
La Horqueta 40 230
Planta Centro 41 230
San Diego 42 230
Tiara 43 230
Valencia 44 230
Yaracuy 45 230
Planta Páez 46 230
Uribante 47 230
Buena Vista 48 230
El Corozo 49 230
El Vigía II 50 230
San Agatón I 51 230
San Agatón II 52 230
Barbacoa 53 230
Barbacoa II 54 230
El Tigre 55 230
El Indio 56 230
C. Bolívar 57 230
Casanay 58 230
Papelón 59 230
Convento 60 230
Junquito 61 230
O.M.Z. 62 230
Pedrera 63 230
Boyacá 64 230
Tacoa 65 230
Guayana 66 230
Guri 67 230
Santa Teresa 68 230
Barquisimeto 69 230
Las Morochas 70 230
El tablazo 71 230
Punta de Piedras 72 230
Cuatricentenario 73 230
Trinidad 74 230
El Rincón 75 230
Figura 28: Diagrama Unifilar del SIN [10]
BARRA 230KV
230K
V BARRA 230KV
230K
V
230KV
230KV
BARRA
230KV
BARRA
230KV
230KV
230KV
765KV
765KV
BARRA 230KV 230K
400KV V
BARRA 230KV 230K
400KV V
230
230
230K
V
BARRA 230K
400KV V
BARRA
765KV 400KV
765KV
BARRA
230KV
BARRA
230KV
BARR
A
BARR 400K
A V
400K
V
BARR
A
BARR 400K
A V
400K
V
BARR
BARRA
A
400KV
BARR400KV
BARRA
A
400KV
400KV
105
106

APÉNDICE F: RESULTADOS COMPLETOS DEL


ANÁLISIS MODAL PARA EL SISTEMA DE 9 BARRAS

Tabla CV: Matriz de admitancias nodales del sistema de 9 barras.

POSICIÓN Y
(1,1) 0 -17.3611i
(4,1) 0 +17.3611i
(2,2) 0 -16.0000i
(7,2) 0 +16.0000i
(3,3) 0 -17.0648i
(9,3) 0 +17.0648i
(1,4) 0 +17.3611i
(4,4) 3.3074 -39.3089i
-1.3652
(5,4) +11.6041i
-1.9422
(6,4) +10.5107i
-1.3652
(4,5) +11.6041i
(5,5) 2.5528 -17.3382i
-1.1876 +
(7,5) 5.9751i
-1.9422
(4,6) +10.5107i
(6,6) 3.2242 -15.8409i
-1.2820 +
(9,6) 5.5882i
(2,7) 0 +16.0000i
-1.1876 +
(5,7) 5.9751i
(7,7) 2.8047 -35.4456i
-1.6171
(8,7) +13.6980i
-1.6171
(7,8) +13.6980i
(8,8) 2.7722 -23.3032i
-1.1551 +
(9,8) 9.7843i
(3,9) 0 +17.0648i
-1.2820 +
(6,9) 5.5882i
-1.1551 +
(8,9) 9.7843i
(9,9) 2.4371 -32.1539i
107

F.1 CARGA NOMINAL

Tabla CVI: Matriz Jacobiana reducida para carga nominal

POSICIÓN VALOR
(1,1) 16,7435
(6,1) -16,7435
(12,1) 1,63
(2,2) 18,0374
(8,2) -18,0374
(14,2) 0,85
(3,3) 41,3625
(4,3) -11,8026
(5,3) -10,8628
(9,3) -3,4802
(10,3) 1,7601
(11,3) 2,297
(3,4) -11,8888
(4,4) 17,6871
(6,4) -6,2099
(9,4) 1,0271
(10,4) -3,7805
(12,4) 0,3834
(3,5) -10,9664
(5,5) 16,5444
(8,5) -5,9457
(9,5) 1,7366
(11,5) -4,2063
(14,5) 0,7581
(1,6) -16,7435
(4,6) -5,8845
(6,6) 37,296
(7,6) -14,1667
(10,6) 2,0205
(12,6) -2,9511
(13,6) 2,4279
(6,7) -14,3426
(7,7) 24,3994
(8,7) -10,285
(12,7) 0,9377
(13,7) -3,861
(14,7) 0,9892
(2,8) -18,0374
(5,8) -5,6816
(7,8) -10,2326
(8,8) 34,2681
(11,8) 1,9093
(13,8) 1,433
(14,8) -2,5973
(3,9) 3,3927
(4,9) -1,7158
(5,9) -2,2393
(9,9) 40,3226
(10,9) -11,5058
(11,9) -10,5897
(3,10 -1,0316
108

(4,10) 1,2862
(6,10) -0,3851
(9,10) -11,941
(10,10) 16,7603
(12,10) -6,2371
(3,11) -1,7149
(5,11) 2,3762
(8,11) -0,7487
(9,11) -10,8293
(11,11) 15,7451
(14,11) -5,8714
(1,12) 1,5891
(4,12) -1,9697
(6,12) 2,877
(7,12) -2,3669
(10,12) -5,7367
(12,12) 36,359
(13,12) -13,8108
(6,13) -0,9231
(7,13) 1,8319
(8,13) -0,9737
(12,13) -14,1184
(13,13) 23,3288
(14,13) -10,1242
(2,14) 0,8234
(5,14) -1,8495
(7,14) -1,3881
(8,14) 2,5159
(11,14) -5,5035
(13,14) -9,912
(14,14) 33,1941
109

Tabla CVII: Matriz Jacobiana reducida por el método de Kron para carga nominal

POSICIÓN VALOR
(1,1) 40,8005
(2,1) -11,7448
(3,1) -11,0741
(4,1) 0,0003
(5,1) -0,0028
(6,1) 0,0029
(1,2) -12,0268
(2,2) 17,0274
(3,2) -0,0029
(4,2) -6,2608
(5,2) -0,0008
(6,2) 0,0008
(1,3) -11,0935
(2,3) -0,0075
(3,3) 16,3416
(4,3) -0,0001
(5,3) 0,0013
(6,3) -5,9681
(1,4) -0,0169
(2,4) -6,3653
(3,4) -0,0296
(4,4) 36,4897
(5,4) -14,2242
(6,4) 0,0078
(1,5) 0,007
(2,5) -0,0036
(3,5) 0,0082
(4,5) -14,1788
(5,5) 23,6146
(6,5) -10,22
(1,6) 0,019
(2,6) -0,0534
(3,6) -6,0918
(4,6) -0,0011
(5,6) -10,0974
(6,6) 33,5284

Tabla CVIII: Autovalores del sistema para carga nominal

POSICIÓN VALOR
1 51,0829
2 46,6201
3 36,2943
4 5,9573
5 12,94
6 14,9075
110

Tabla CIX: Matriz de autovectores derechos del sistema para carga nominal

POSICIÓN VALOR
(1,1) -0,358
(2,1) -0,5468
(3,1) -0,532
(4,1) -0,2873
(5,1) -0,3772
(6,1) -0,2549
(1,2) -0,2622
(2,2) -0,1636
(3,2) -0,4809
(4,2) 0,3771
(5,2) 0,6986
(6,2) 0,2073
(1,3) 0,0778
(2,3) 0,7193
(3,3) -0,5988
(4,3) 0,0991
(5,3) -0,1667
(6,3) -0,2835
(1,4) -0,0457
(2,4) 0,1894
(3,4) -0,2218
(4,4) -0,4956
(5,4) -0,0905
(6,4) 0,8118
(1,5) 0,6435
(2,5) -0,1422
(3,5) -0,1828
(4,5) -0,524
(5,5) 0,4372
(6,5) -0,2582
111

Tabla CX: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para carga nominal

POSICIÓN VALOR
(1,1) -0,358
(2,1) -0,2622
(3,1) 0,0778
(4,1) -0,0457
(5,1) 0,6435
(1,2) -0,5468
(2,2) -0,1636
(3,2) 0,7193
(4,2) 0,1894
(5,2) -0,1422
(1,3) -0,532
(2,3) -0,4809
(3,3) -0,5988
(4,3) -0,2218
(5,3) -0,1828
(1,4) -0,2873
(2,4) 0,3771
(3,4) 0,0991
(4,4) -0,4956
(5,4) -0,524
(1,5) -0,3772
(2,5) 0,6986
(3,5) -0,1667
(4,5) -0,0905
(5,5) 0,4372
(1,6) -0,2549
(2,6) 0,2073
(3,6) -0,2835
(4,6) 0,8118
(5,6) -0,2582
112

F.2 CARGA MÍNIMA

Tabla CXI Matriz Jacobiana reducida del sistema para carga mínima.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 16,9521
(6,1) -16,9521
(12,1) 1,63
(2,2) 18,218
(8,2) -18,218
(14,2) 0,85
(3,3) 41,9124
(4,3) -12,2698
(5,3) -11,2698
(9,3) -3,5264
(10,3) 0,9657
(11,3) 1,6863
(3,4) -12,1589
(4,4) 18,2935
(6,4) -6,4514
(9,4) 1,9083
(10,4) -3,2816
(12,4) 0,1636
(3,5) -11,1282
(5,5) 17,0363
(8,5) -6,1491
(9,5) 2,4524
(11,5) -3,887
(14,5) 0,5329
(1,6) -16,9521
(4,6) -6,0236
(6,6) 38,2224
(7,6) -14,6981
(10,6) 2,316
(12,6) -3,0244
(13,6) 2,2538
(6,7) -14,8189
(7,7) 25,2912
(8,7) -10,5892
(12,7) 1,2309
(13,7) -3,4879
(14,7) 1,2666
(2,8) -18,218
(5,8) -5,7665
(7,8) -10,5931
(8,8) 34,9563
(11,8) 2,2006
(13,8) 1,2341
(14,8) -2,6495
(3,9) 3,4152
(4,9) -0,9352
(5,9) -1,6331
(9,9) 40,5898
(10,9) -11,8826
(11,9) -10,9142
(3,10) -1,8706
113

(4,10) 1,9915
(6,10) -0,1603
(9,10) -11,919
(10,10) 17,4423
(12,10) -6,3241
(3,11) -2,3753
(5,11) 2,893
(8,11) -0,5162
(9,11) -10,7783
(11,11) 16,21
(14,11) -5,9557
(1,12) 1,5697
(4,12) -2,2302
(6,12) 2,9125
(7,12) -2,1704
(10,12) -5,8007
(12,12) 36,8078
(13,12) -14,1542
(6,13) -1,1856
(7,13) 2,3964
(8,13) -1,22
(12,13) -14,274
(13,13) 24,0242
(14,13) -10,1999
(2,14) 0,8152
(5,14) -2,1106
(7,14) -1,1836
(8,14) 2,5411
(11,14) -5,5305
(13,14) -10,1596
(14,14) 33,5258
114

Tabla CXII: Matriz Jacobiana reducida por el método de Kron para carga mínima.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 41,0452
(2,1) -11,9254
(3,1) -11,1818
(4,1) 0,0062
(5,1) -0,0039
(6,1) -0,0035
(1,2) -12,2146
(2,2) 17,701
(3,2) -0,0425
(4,2) -6,3168
(5,2) -0,0072
(6,2) -0,0064
(1,3) -11,2911
(2,3) -0,0583
(3,3) 16,7992
(4,3) -0,0118
(5,3) 0,0075
(6,3) -5,9938
(1,4) -0,0003
(2,4) -6,5411
(3,4) -0,0681
(4,4) 36,915
(5,4) -14,4985
(6,4) -0,0103
(1,5) 0,0031
(2,5) -0,0158
(3,5) 0,0119
(4,5) -14,3757
(5,5) 24,3487
(6,5) -10,344
(1,6) 0,04
(2,6) -0,1056
(3,6) -6,2393
(4,6) -0,0213
(5,6) -10,2839
(6,6) 33,8297

Tabla CXIII: Autovalores del sistema para carga mínima

POSICIÓN VALOR
1 51,7864
2 47,1908
3 36,7112
4 6,1635
5 13,3173
6 15,4698
115

Tabla CXIV: Matriz de autovectores derechos del sistema para carga mínima

POSICIÓN VALOR
(1,1) -0,3632
(2,1) -0,5432
(3,1) -0,5354
(4,1) -0,2862
(5,1) -0,3728
(6,1) -0,2557
(1,2) -0,2679
(2,2) -0,1611
(3,2) -0,4826
(4,2) 0,3796
(5,2) 0,6939
(6,2) 0,209
(1,3) 0,0867
(2,3) 0,7246
(3,3) -0,5885
(4,3) 0,0994
(5,3) -0,1693
(6,3) -0,2872
(1,4) -0,0464
(2,4) 0,1954
(3,4) -0,2264
(4,4) -0,4943
(5,4) -0,0939
(6,4) 0,8095
(1,5) 0,6659
(2,5) -0,157
(3,5) -0,1933
(4,5) -0,5014
(5,5) 0,4282
(6,5) -0,2445
116

Tabla CXV: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para carga mínima.

POSICIÓN VALOR

(1,1) -0,3632
(2,1) -0,2679
(3,1) 0,0867
(4,1) -0,0464
(5,1) 0,6659
(1,2) -0,5432
(2,2) -0,1611
(3,2) 0,7246
(4,2) 0,1954
(5,2) -0,157
(1,3) -0,5354
(2,3) -0,4826
(3,3) -0,5885
(4,3) -0,2264
(5,3) -0,1933
(1,4) -0,2862
(2,4) 0,3796
(3,4) 0,0994
(4,4) -0,4943
(5,4) -0,5014
(1,5) -0,3728
(2,5) 0,6939
(3,5) -0,1693
(4,5) -0,0939
(5,5) 0,4282
(1,6) -0,2557
(2,6) 0,209
(3,6) -0,2872
(4,6) 0,8095
(5,6) -0,2445

F.3 DOBLE CARGA

Tabla CXVI Matriz Jacobiana reducida del sistema para doble carga.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 15,9068
(6,1) -15,9068
(12,1) 1,63
(2,2) 17,2815
(8,2) -17,2815
(14,2) 0,85
(3,3) 35,5251
(4,3) -9,1369
117

(5,3) -8,5876
(9,3) -2,989
(10,3) 3,1849
(11,3) 3,3132
(3,4) -9,6266
(4,4) 14,1574
(6,4) -5,1178
(9,4) -0,9775
(10,4) -4,4372
(12,4) 0,7628
(3,5) -9,2046
(5,5) 13,5988
(8,5) -5,0037
(9,5) -0,0255
(11,5) -4,4457
(14,5) 1,165
(1,6) -15,9068
(4,6) -5,0205
(6,6) 33,6958
(7,6) -12,3866
(10,6) 1,2523
(12,6) -2,6663
(13,6) 2,6847
(6,7) -12,6713
(7,7) 21,3977
(8,7) -9,1773
(12,7) 0,2735
(13,7) -4,4623
(14,7) 0,3697
(2,8) -17,2815
(5,8) -5,0111
(7,8) -9,0111
(8,8) 31,4625
(11,8) 1,1325
(13,8) 1,7775
(14,8) -2,3847
(3,9) 3,1442
(4,9) -3,3502
(5,9) -3,4852
(9,9) 37,3691
(10,9) -9,6112
(11,9) -9,0334
(3,10) 1,1221
(4,10) -0,646
(6,10) -0,8756
(9,10) -11,0507
(10,10) 13,9559
(12,10) -5,8749
(3,11) 0,0281
(5,11) 0,9336
(8,11) -1,2861
(9,11) -10,1611
118

(11,11) 13,6873
(14,11) -5,5237
(1,12) 1,6718
(4,12) -1,2844
(6,12) 2,7346
(7,12) -2,7535
(10,12) -5,1492
(12,12) 34,5597
(13,12) -12,7042
(6,13) -0,2902
(7,13) 0,4905
(8,13) -0,3923
(12,13) -13,4452
(13,13) 21,2191
(14,13) -9,7378
(2,14) 0,8593
(5,14) -1,1449
(7,14) -1,797
(8,14) 2,4108
(11,14) -5,0659
(13,14) -9,1096
(14,14) 31,8063
119

Tabla CXVII Matriz Jacobiana reducida por el método de Kron del sistema para doble carga.
POSICIÓN VALOR
(1,1) 36,0104
(2,1) -10,7838
(3,1) -10,3703
(4,1) -0,0062
(5,1) -0,0009
(6,1) 0,0093
(1,2) -11,2836
(2,2) 13,6861
(3,2) -0,0664
(4,2) -5,9522
(5,2) 0,0079
(6,2) -0,0799
(1,3) -10,2809
(2,3) -0,036
(3,3) 13,9007
(4,3) -0,0472
(5,3) -0,0071
(6,3) -5,7521
(1,4) 0,0849
(2,4) -5,4566
(3,4) 0,0234
(4,4) 34,6673
(5,4) -13,3038
(6,4) 0,0282
(1,5) -0,0539
(2,5) -0,0069
(3,5) -0,0177
(4,5) -13,4606
(5,5) 21,3201
(6,5) -9,7749
(1,6) 0,0913
(2,6) 0,0149
(3,6) -5,3015
(4,6) 0,0195
(5,6) -9,4611
(6,6) 32,1438

Tabla CXVIII: Autovalores del sistema para doble carga.

POSICIÓN VALOR
1
2 47,0535
3 42,4061
4 34,374
5 4,2254
6 11,2518
12,4176
120

Tabla CXIX: Matriz de autovectores derechos del sistema para doble carga

POSICIÓN VALOR
(1,1) 0,3802
(2,1) 0,5853
(3,1) 0,5355
(4,1) 0,2601
(5,1) 0,3276
(6,1) 0,2263
(1,2) -0,2247
(2,2) -0,1102
(3,2) -0,4188
(4,2) 0,3975
(5,2) 0,742
(6,2) 0,231
(1,3) -0,0385
(2,3) -0,6796
(3,3) 0,6583
(4,3) -0,0857
(5,3) 0,157
(6,3) 0,2671
(1,4) 0,0569
(2,4) -0,1635
(3,4) 0,185
(4,4) 0,5042
(5,4) 0,0814
(6,4) -0,8216
(1,5) -0,7765
(2,5) 0,2165
(3,5) 0,2519
(4,5) 0,3942
(5,5) -0,3227
(6,5) 0,1649
121

Tabla CXX: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para doble carga.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 0,3802
(2,1) -0,2247
(3,1) -0,0385
(4,1) 0,0569
(5,1) -0,7765
(1,2) 0,5853
(2,2) -0,1102
(3,2) -0,6796
(4,2) -0,1635
(5,2) 0,2165
(1,3) 0,5355
(2,3) -0,4188
(3,3) 0,6583
(4,3) 0,185
(5,3) 0,2519
(1,4) 0,2601
(2,4) 0,3975
(3,4) -0,0857
(4,4) 0,5042
(5,4) 0,3942
(1,5) 0,3276
(2,5) 0,742
(3,5) 0,157
(4,5) 0,0814
(5,5) -0,3227
(1,6) 0,2263
(2,6) 0,231
(3,6) 0,2671
(4,6) -0,8216
(5,6) 0,1649
122

F.4 CONDICIÓN DE COLAPSO

Tabla CXXI: Matriz Jacobiana reducida del sistema para la condición de colapso.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 14,8094
(6,1) -14,8094
(12,1) 1,6301
(2,2) 16,2813
(8,2) -16,2813
(14,2) 0,8502
(3,3) 25,6841
(4,3) -5,2964
(5,3) -5,3679
(9,3) -2,1609
(10,3) 3,4368
(11,3) 3,3892
(3,4) -5,9494
(4,4) 8,9347
(6,4) -3,6185
(9,4) -2,1137
(10,4) -4,1082
(12,4) 0,7709
(3,5) -6,2246
(5,5) 9,2639
(8,5) -3,7194
(9,5) -1,2471
(11,5) -3,8777
(14,5) 1,2586
(1,6) -14,8094
(4,6) -3,6383
(6,6) 29,2534
(7,6) -10,5078
(10,6) 0,6715
(12,6) -2,3147
(13,6) 2,6048
(6,7) -10,8255
(7,7) 18,2254
(8,7) -7,9338
(12,7) -0,0863
(13,7) -4,444
(14,7) 0,0085
(2,8) -16,2813
(5,8) -3,896
(7,8) -7,7176
(8,8) 27,9345
(11,8) 0,4885
(13,8) 1,8392
(14,8) -2,1172
(3,9) 2,6736
123

(4,9) -4,2517
(5,9) -4,1928
(9,9) 31,7756
(10,9) -6,5522
(11,9) -6,6407
(3,10 3,1619
(4,10 -2,7324
(6,10 -1,1532
(9,10 -8,8997
(10,10 9,8157
(12,10 -5,4129
(3,11 1,6973
(5,11 -0,5395
(8,11 -1,7129
(9,11 -8,4716
(11,11 10,6703
(14,11 -5,0621
(1,12 1,7943
(4,12 -0,7391
(6,12 2,5481
(7,12 -2,8673
(10,12 -4,0049
(12,12 32,2012
(13,12 -11,5666
(6,13 0,0999
(7,13 -0,3537
(8,13 -0,0098
(12,13 -12,5301
(13,13 19,1707
(14,13 -9,1831
(2,14 0,9121
(5,14 -0,5241
(7,14 -1,9733
(8,14 2,2717
(11,14 -4,1799
(13,14 -8,28
(14,14 29,9701
124

Tabla CXXII: matriz Jacobiana reducida por el método de Kron del sistema para la condición de
colapso.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 26,2606
(2,1) -9,3023
(3,1) -9,2979
(4,1) 0,0042
(5,1) 0,0002
(6,1) -0,0064
(1,2) -10,8329
(2,2) 7,933
(3,2) -0,4856
(4,2) -5,4556
(5,2) 0,0085
(6,2) -0,309
(1,3) -9,5235
(2,3) -0,3643
(3,3) 9,8345
(4,3) -0,1725
(5,3) -0,0073
(6,3) -5,379
(1,4) 0,5383
(2,4) -3,9318
(3,4) 0,1083
(4,4) 32,2307
(5,4) -12,2792
(6,4) 0,0689
(1,5) -0,219
(2,5) -0,0615
(3,5) -0,0755
(4,5) -12,56
(5,5) 19,0842
(6,5) -9,2311
(1,6) 0,5044
(2,6) 0,0744
(3,6) -3,9828
(4,6) 0,0352
(5,6) -8,7488
(6,6) 30,2619

Tabla CXXIII: Autovalores del sistema para la condición de colapso.

POSICIÓN VALOR
1 42,7125
2 33,4808
3 31,602
4 0,0103
5 9,2897
6 8,5097
125

Tabla CXXIV Matriz de autovectores derechos del sistema para la condición de colapso.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 0,453
(2,1) 0,6493
(3,1) 0,5245
(4,1) 0,188
(5,1) 0,1938
(6,1) 0,1587
(1,2) 0,0534
(2,2) -0,5887
(3,2) 0,7726
(4,2) -0,1083
(5,2) 0,0411
(6,2) 0,2005
(1,3) -0,1427
(2,3) -0,1915
(3,3) -0,0141
(4,3) 0,399
(5,3) 0,813
(6,3) 0,3501
(1,4) 0,2526
(2,4) -0,1822
(3,4) 0,0471
(4,4) 0,4777
(5,4) 0,1002
(6,4) -0,814
(1,5) -0,8168
(2,5) 0,2454
(3,5) 0,3504
(4,5) 0,3041
(5,5) -0,1425
(6,5) -0,1924
126

Tabla CXXV: Matriz de autovectores izquierdos del sistema para la condición de colapso.

POSICIÓN VALOR
(1,1) 0,453
(2,1) 0,0534
(3,1) -0,1427
(4,1) 0,2526
(5,1) -0,8168
(1,2) 0,6493
(2,2) -0,5887
(3,2) -0,1915
(4,2) -0,1822
(5,2) 0,2454
(1,3) 0,5245
(2,3) 0,7726
(3,3) -0,0141
(4,3) 0,0471
(5,3) 0,3504
(1,4) 0,188
(2,4) -0,1083
(3,4) 0,399
(4,4) 0,4777
(5,4) 0,3041
(1,5) 0,1938
(2,5) 0,0411
(3,5) 0,813
(4,5) 0,1002
(5,5) -0,1425
(1,6) 0,1587
(2,6) 0,2005
(3,6) 0,3501
(4,6) -0,814
(5,6) -0,1924
127

APÉNDICE G: ECUACIONES Y RESULTADOS DE LAS


SIMULACIONES TRANSITORIAS EXTENDIDAS [6], [7],
[8], [11]

G.1 MOTIVACIÓN

A pesar de que eje central del presente trabajo es el análisis modal aplicado a la

estabilidad de voltaje de sistemas de potencia (multimáquina y multinodo), se consideró

pertinente realizar, aún cuando fuese de una manera muy simple, la simulación en el

tiempo de un sistema de potencia, con la finalidad de observar lo que sucede, después

de ocurrida una perturbación, con los índices ya estudiados de la estabilidad de voltaje

(autovalores). Adicionalmente, se está verificando la condición de estabilidad por

ángulo de los sistemas simulados.

El fenómeno de estabilidad de voltaje de un sistema es fundamentalmente de

naturaleza dinámica, es decir, depende de las dinámicas de los equipos que conforman

al sistema, por tanto, para estudiarlo es necesario emplear las técnicas correspondientes.

Una de ellas es la de la estabilidad transitoria, que analiza los efectos de grandes

perturbaciones del sistema, tales como fallas, fallas seguidas de la desconexión de una

línea de transmisión, cambios bruscos en alguna ( o algunas) de las cargas del sistema,

conexión o desconexión de compensadores estáticos.

En este tipo de análisis, conocido como estabilidad transitoria clásica,

normalmente se toman en cuenta algunos pocos ciclos (hasta 1 o 2 segundos después de

suceder la perturbación), ya que no se toman en cuenta los efectos de los enlaces de

flujo en los generadores, reguladores automáticos de voltaje y gobernadores (se podrían

tomar en cuenta también los efectos de dispositivos tales como los limitadores de

sobrecorrientes, FACTS, protecciones, etc.), es decir, no se toman en cuenta aquellos

dispositivos cuyas dinámicas son mas o menos lentas. Con el fin de realizar una
128

simulación más realista, los efectos de estos dispositivos deben ser tomados en cuenta,

sobre todo si se quiere realizar un estudio del comportamiento del sistema desde el

punto de vista de la estabilidad de voltaje y, por tanto, se debe extender el lapso de

tiempo de simulación o estudio. Luego de realizada la simulación se efectúa un análisis

modal, para observar cómo se comportan (en una primera instancia) los autovalores del

sistema y comprobar así si ante una perturbación estos se modifican o varían de alguna

forma. A continuación se presentan las ecuaciones utilizadas

G.2 ECUACIÓN DE OSCILACIÓN [6], [7], [11]

La ecuación de oscilación, expresada en términos de la frecuencia f0, en por

unidad y con el ángulo de torque δ en radianes eléctricos es [9]:

 H   d 2δ 
  ⋅  2  = Pmec − Pe − Damp ⋅ ∆ω (56)
 π ⋅ f0   dt 

G.2 MODELO DE LOS ENLACES DE FLUJO [6]

La ecuación anterior no toma en cuenta los cambios que se verifican en los

enlaces de flujo de la máquina. Cuando ocurren cambios en las condiciones del sistema,

es posible que éstos sean tan rápidos que no se puedan reflejar en el comportamiento de

la máquina. Para ello es necesario modificar un poco el modelo de estabilidad transitoria

clásica de un voltaje detrás de una reactancia (una impedancia, si no se desprecia la

resistencia de armadura) de la siguiente forma:


r
• La fuente de voltaje E ' se mantiene, pero ahora se deben tomar en

cuenta los ejes directo y en cuadratura, así, se deben emplear las

siguientes ecuaciones:

E q' − Vq = Ra ⋅ I q − X d' ⋅ I d (57)

E d' − Vd = Ra ⋅ I d − X q' ⋅ I q (58)


129

De esta forma, el voltaje E’ se considera como la suma vectorial de E q' y E d'

• Se debe tener en cuenta el cambio referencial al pasar desde la referencia

del sistema al sistema dq0 y viceversa, mediante las siguientes

ecuaciones:

 E r'  cos δ − senδ   E q' 


 ' = ⋅   (59)
 E m   senδ cos δ   E d' 

 E q'   cos δ senδ   E r' 


 '= ⋅   (60)
 E d  − senδ cos δ   E m' 

En la figura 29 se muestra el voltaje E’ en ambas referencias

eje imaginario del sistema (red)


eje directo

Vm V

Vd eje en cuadratura

Vq

Vr eje real del sistema (red)

Figura 29: Referencia del sistema y referencia dq0 de la máquina sincrónica.

• Es necesario que los enlaces de flujo cambien con el tiempo, para ello

se usan las siguientes ecuaciones diferenciales (se usa p para denotar

d
):
dt
130

pE = '
Ef − E q
=
( )
V f − X d − X d' I d − E q'
(61)
q ' '
T d0 Td0

− Ed − (X q − X q )I q − Ed
' '

pEd' = = (62)
Tq' 0 Td' 0

En la figura 30 se muestra el diagrama fasorial de una máquina sincrónica


durante un transitorio.

E Iq Xq
Ed eje en cuadratura
Vf
E'q Eq

E'
eje directo Iq Id X'd
Iq X'q
Id Xd

φ V
IRa
E'd I δ
Id

eje sincrónico

Figura 30: Diagrama fasorial de la máquina sincrónica durante un transitorio.

G.3 MODELO DEL AVR (Regulador Automático de Voltaje) [11]

La principal fuente de potencia reactiva de un sistema es la máquina sincrónica.

Otras de las fuentes son los capacitares, los reactores y más recientemente los FACTS

(sin tomar en cuenta otros dispositivos que sólo controlan el flujo de Q en el sistema).

La potencia reactiva de las máquinas sincrónicas se controla por medio de la

excitatriz. De este modo, al aumentar la demanda de Q en una máquina, el voltaje en los

bornes disminuye. La función del AVR es la mantener el voltaje en los bornes de la

máquina constante a un determinado nivel, manipulando la excitatriz y por ende

controlando la generación de potencia reactiva del sistema.


131

El modelo empleado en este trabajo es uno muy sencillo, en el que no se toma

en cuenta el efecto de la saturación; el esquema del AVR se muestra en la figura 31. Al

comparar el AVR con un lazo estabilización y con el PID, se decidió a utilizar este

último debido a que el error en estado estacionario resultó mucho menor que con un

estabilizador de ganancia unitaria y mucho mas sencillo de modelar que con otro cuya

función de transferencia no es unitaria.

PID

Ki Vp2
S

+
Vref + Ve Vp1 + Vp Ka . Vr Ke . Vf Vbornes
Kp Ecuaciones del Modelo de
Enlaces de Flujo de la Máquina
1 + TaS 1 + TeS Sincrónica

- +
Vs Amplificador Excitatriz Generador
Vp3
KdS
Vs Ks .
1 + TsS Vbornes
Sensor

Figura 31: Diagrama de bloques del AVR (en el dominio de S).

De acuerdo al esquema del AVR considerado, las ecuaciones diferenciales y

algebraicas que rigen el comportamiento de este dispositivo son presentadas a

continuación.

Para la señal de error:

Ve = Vref − VS (63)

Para el controlador PID:

V p1 = Ve ⋅ K P (64)

pV p 2 = Ve ⋅ K I (65)
132

V p 3 = ( pVe ) ⋅ K D (66)

V p = V p1 + V p 2 + V p 3 (67)

Para el amplificador:

K A ⋅ Ve − V R
pV R = (68)
TA

Para la excitatriz:

K E ⋅ VR − V f
pV f = (69)
TE

Para el sensor (lazo de realimentación):

K S ⋅ VBORNE − VS
pVS = (70)
TS

G.4 MODELO DEL GOBERNADOR [11]

Con el gobernador se controla la potencia mecánica que hace girar el rotor del

generador, para ser convertida en potencia eléctrica. Cuan do la potencia activa de un

sistema es incrementada, P demanda al generador excede a la Pmec de la turbina.

Instantáneamente este déficit de potencia se suple con la energía cinética del rotor de la

máquina, pero a medida que transcurre el tiempo, la velocidad de la turbina decrece y

eventualmente también lo hará la frecuencia del generador.

Para operar apropiadamente (de manera estable), se diseñan los gobernadores de

tal forma que se permita que la velocidad caiga a medida que se aumenta la carga de la

máquina. En la figura 33 se muestra la característica en régimen permanente del

gobernador
133

1.06
Cambiador de velocidad ajustado para
w=1.0 a P =0.625 pu
1.04

1.02
ω [rad/seg] Cambiador de velocidad ajustado para
w=1.0 a P =1.0 pu
1.00
R=∆ω/∆P ∆ω
0.98
∆P

0.96 0.50 0.75 1.00 1.25


0.25
P [pu]
.

Figura 32: Característica de velocidad en régimen permanente del gobernador.

El esquema que representa al control automático de generación (de una forma

muy sencilla) se muestra en la figura 33. Las ecuaciones diferenciales que simulan el

comportamiento del AGC son presentadas a continuación

..
∆Pel (s)

-
∆Pref ∆Perr ∆Pv ∆Pmec + ∆P ∆ω (s)
- 1 . 1 . Ecuación de Oscilación de la

1 + TgS 1 + TtS Máquina Sincrónica

- Masa rotante y
C (s) Gobernador Turbina carga

C (s) 1 .
R Vbornes

Ki
S

Figura 33: Diagrama de bloques del AGC (en el dominio de S).

Para la señal de error:


134

∆Pe = −∆Pref − C (71)

Para el gobernador:

Perr − Pv
p ∆ PV = (72)
TG

Para la turbina:

∆PV − ∆Pm
p∆Pm = (73)
TT

Para el integrador:

p (∆Pref ) = K I ⋅ ∆ω (74)

Para la regulación:

∆ω
C= (75)
R

G.5 SIMULACIONES

Se realizaron las simulaciones de los sistemas de prueba ya estudiados en este

trabajo, bajo dos tipos fundamentales de perturbaciones: falla trifásica, falla trifásica

seguida de la desconexión de una línea de transmisión. Adicionalmente, se tomó en

cuenta la condición de carga a la que se aplicó la perturbación. Un tercer tipo de

perturbación pudo ser añadida (de hecho el programa encargado de realizar las

simulaciones puede manejarlas).

Al aplicar una perturbación de las ya descritas a un sistema, se monitorearon

algunas variables del sistema, que fueron:

• Los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas conectadas a las

barras PV (con respecto a la barra de referencia angular).


135

• Las tensiones de todas las barras del sistema.

• La frecuencia de todas las máquinas.

• La magnitud de los autovalores del sistema al instante de finalizar la

simulación.

. Adicionalmente, las simulaciones se realizaron tomando en cuenta:

• El sistema sin algún tipo de control (sin monitoreo de tensiones del

sistema).

• El sistema sin algún tipo de control (monitoreando los voltajes del

sistema)

• El sistema sin algún tipo de control (monitoreando los voltajes del

sistema y tomando en cuenta los enlaces de flujo de las máquinas

sincrónicas del sistema).

• El sistema con AVR.

• El sistema con AVR y gobernador.

Todas las simulaciones, a menos que se indique lo contrario, fueron realizadas a

carga nominal. Finalmente, el sistema de 9 barras fue el más estudiado de los tres

sistemas de prueba.

G.5.1 SISTEMA DE 9 BARRAS

Para este sistema se realizaron las simulaciones tomando en cuenta tanto los

dispositivos que podían entrar en juego, como la condición de carga y el tipo de

perturbación aplicada. Luego, se realizó un estudio del comportamiento de los

autovalores durante el período de simulación (excepto, el intervalo de tiempo en el que

se aplicó la perturbación, es decir, durante la perturbación), para comprobar la

factibilidad de emplear el análisis modal en línea.


136

Es conveniente recordar que para éste sistema, la magnitud del autovalor a carga

nominal fue de 5.9573. En general, no se tomó en cuenta a los factores de contribución

nodales debido al deseo de mantener lo más sencillo posible el análisis en el tiempo

(aún cuando esto puede ser manejado por el programa) y así poder iniciar el

entendimiento, más en profundidad y en un primer intento, del fenómeno de estabilidad

de voltaje en los Sistemas de Potencia. En todos las casos simulados, se presentará el

tiempo de ejecución y si el sistema es estable por voltaje.

G.5.1.1 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5, A CARGA NOMINAL).

Inicialmente, se aplicó una falla trifásica en el nodo cinco, la cual fue despejada

a los 0.083 segundos a carga nominal.

Tiempo de ejecución: 2,88 segundos. En la figura 35 se muestra el

comportamiento en el tiempo de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas,

tomadas en relación al ángulo de torque de la máquina conectada a la barra de

referencia angular. Nótese que luego de 3 segundos retoman sus valores iniciales.

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


24

22

20

18
Delta, grados

16

14

12

10

8
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 34: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
137

Los perfiles de tensión en el tiempo para los nodos del sistema son mostrados en

la figura 36 y las frecuencias de las máquinas en la figura 37.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

1
Voltajes en p.u.

0.8 1

3
0.6
4

0.4 6
7
8
0.2 9

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 35: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.25
1
2
3
60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 36: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.
138

En la gráfica XXXVIII se muestra el comportamiento del autovalor de menor

magnitud del sistema, así es posible monitorear la distancia al colapso del sistema

durante la simulación.

Comportamiento de los Autovalores

5.97
5.965
5.96
5.955
Autovalores

5.95
5.945
5.94
5.935
5.93
5.925
5.92
5.915
1

5
8
10

12
13

14

15
1

5
4
08

0.

0.
0.

0.

0.
0.

Tiempo [seg.]

Figura 37: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Obsérvese que los autovalores oscilan luego de despejada la falla trifásica y

luego retoman su valor inicial de 5.9573. El sistema nunca estuvo en peligro de

colapsar.

G.5.1.2 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR, SIN GOBERNADOR.

(FALLA 3φ EN EL NODO 5, A CARGA NOMINAL).

Tiempo de ejecución: 3,03 segundos. En la figura 39 se muestra el

comportamiento en el tiempo de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas,

tomadas en relación al ángulo de torque de la máquina conectada a la barra de

referencia angular. Nótese que luego de 10 segundos retoman sus valores iniciales
139

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


24

22

20

18

Delta, grados 16

14

12

10

8
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 38: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

1
Voltajes en p.u.

0.8
1
2

0.6 3
4
5
0.4
6
7
8
0.2
9

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 39: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
140

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.25
1
2
3
60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 40: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Comportamiento de los A.V.

6
5.95
5.9
Autovalores

5.85
5.8
5.75
5.7
5.65
5.6
1

8
10

12

13

14

15
1

5
4
08

0.

0.

0.

0.

0.
0.

tiempo [seg]

Figura 41: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

El sistema se mantuvo estable, sólo se puede mencionar la oscilación de la


141

magnitud del autovalor.

G.5.1.3 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR.

(FALLA 3φ EN EL NODO 5).

Tiempo de ejecución: 8,36 segundos.

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


22
1-2
1-3
20

18

16
Delta, grados

14

12

10

8
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 42: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4
1
2
3
1.2
4
5
6
1 7
8
9
Voltajes en p.u.

0.8

0.6

0.4

0.2

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 43: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
142

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.3
1
2
60.25 3

60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95

59.9
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 44: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Comportamiento de los autovalores en el tiempo (Sistema


de 9 barras , falla trifásica)

6.05
6
5.95
Autovalores

5.9
5.85
5.8
5.75
5.7
5.65
5.6
1

2
3

4
5

.9

.9
1

2
3

4
5

13
14

15
4
0.

0.
0.

0.
0.

5.
08

10

15
0.

Tiempo [seg]

Figura 45: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

A pesar de las oscilaciones en la magnitud del autovalor, éste regresó a su valor


143

original, por lo que el sistema se mantuvo estable.

G.5.1.4 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5 Y DESCONEXIÓN DE LA RAMA 5-7).

Tiempo de ejecución: 1,55 segundos

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


40

35

30
Delta, grados

25

20

15

10
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 46: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

1
Voltajes en p.u.

0.8 1

3
0.6
4

0.4 6
7

8
0.2
9

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 47: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
144

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.25
1
2
3
60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 48: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Comportamiento de los autovalores

4.32
4.3
4.28
4.26
Autovalores

4.24
4.22
4.2
4.18
4.16
4.14
1

8
10

12

13

14

15
1

5
4
08

0.

0.

0.

0.

0.
0.

Tiempo [seg.]

Figura 49: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
145

Obsérvese que éste caso, al variar el sistema (al desconectar la rama 5-7), la

magnitud del autovalor disminuyó, pero luego se estabilizó, por lo que el sistema se

mantuvo estable.

G.5.1.5 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR, SIN GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5 Y DESCONEXIÓN DE LA RAMA 5-7).

Tiempo de ejecución: 1,58 segundos

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


40

35

30
Delta, grados

25

20

15

10
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 50: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
146

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

Voltajes en p.u.

0.8
1

0.6 3
4

5
0.4
6
7

8
0.2
9

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 51: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.25
1
2
3
60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 52: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.
147

Comportamiento de los A.V.

4.5
4.4
4.3
Autovalores 4.2
4.1
4
3.9
3.8

8
10

12

13

14

15
1

5
4
08

0.

0.

0.

0.

0.
0.

tiempo [seg]

Figura 53: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Como era de esperarse, la magnitud del autovalor disminuyó, pero el sistema se

mantuvo estable.

G.5.1.6 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR CON GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5 Y DESCONEXIÓN DE LA RAMA 5-7).

Tiempo de ejecución: 8,50 segundos.

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


40
1-2
1-3

35

30
Delta, grados

25

20

15

10
0 2 4 6 8 10 12 14 16
t, seg

Figura 54: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
148

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4
1
2
3
1.2
4
5
6
1 7
8
9
Voltajes en p.u.

0.8

0.6

0.4

0.2

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16
t, seg

Figura 55: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.3
1
2
60.25 3

60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95

59.9
0 2 4 6 8 10 12 14 16
t, seg

Figura 56: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.
149

Comortamiento de los A.V.

4.45
4.4
4.35
4.3
Autovalores

4.25
4.2
4.15
4.1
4.05
4
1

8
10

12

13

14

15
1

5
4
08

0.

0.

0.

0.

0.
0.

Tiempo [seg.]

Figura 57: Comportamiento de los Autovalores luego de aplicada la perturbación, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Obsérvese que a carga nominal no es probable que el sistema colapse con las

perturbaciones que se le aplicaron al sistema. En todas las simulaciones el sistema

conservó su estabilidad por ángulo sin problemas. Sin embargo, si la perturbación

aplicada es un aumento de carga muy grande o la condición de carga aumenta, el

sistema tendrá más oportunidad de colapsar, tal como se observará en las siguientes

simulaciones.

G.5.1.7 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN DE CARGA DE

COLAPSO 2,375).

Tiempo de ejecución: 1,9 segundos.


150

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-45

-50

-55
Delta, grados

-60

-65

-70
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 58: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

1
Voltajes en p.u.

0.8

2
0.6
3
4
0.4 5

6
7
0.2
8

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 59: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
151

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.4
1
2
60.35 3

60.3

60.25
Frecuencia, Hz

60.2

60.15

60.1

60.05

60
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 60: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Según el análisis modal realizado a, bajo las condiciones descritas, el sistema

colapsó (autovalor negativo a los 1.084 segundos). El sistema es estable por ángulo.

G.5.1.8 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA DE

COLAPSO).

Tiempo de ejecución: 1,7 segundos.


152

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-10

-15

-20

Delta, grados -25

-30

-35

-40

-45

-50

-55
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 61: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


2
1
2
1.8
3
4
5
1.6
6
7
1.4 8
9
Voltajes en p.u.

1.2

0.8

0.6

0.4

0.2
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 62 Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
153

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.6
1
2
3
60.4

60.2

Frecuencia, Hz
60

59.8

59.6

59.4

59.2
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 63: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Según el análisis modal, el autovalor alcanzó un valor negativo, por lo que el

sistema es inestable.

G.5.1.9 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN DE CARGA NOMINAL).

Tiempo de ejecución: 1,6 segundos.

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


24

22

20

18
Delta, grados

16

14

12

10

8
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 64: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
154

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

1
Voltajes en p.u.

0.8
2

3
0.6 4

6
0.4
7

0.2 9

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 65: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.25
1
2
3
60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 66: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Para esta simulación el autovalor de menor magnitud retomó el valor de 5,9573

(valor antes de la perturbación)


155

G.5.1.10 SISTEMA DE 9 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA

NOMINAL).

Tiempo de ejecución: 1,58 segundos.

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


18

17

16

15
Delta, grados

14

13

12

11

10

9
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 67: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.5
1
2
1.4
3
4
5
1.3
6
7
1.2 8
9
Voltajes en p.u.

1.1

0.9

0.8

0.7

0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 68: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
156

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.04
1
2
3
60.02

60
Frecuencia, Hz

59.98

59.96

59.94

59.92
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 69: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Al realizar el análisis modal el autovalor tomó el valor de 2.7360, lo cual

significa una disminución (lo que era de esperarse por el tipo de perturbación aplicada),

pero el sistema se mantuvo estable

G.5.1.11 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN DE CARGA DE

COLAPSO 2,375).

Tiempo de ejecución: 1,8 segundos.


157

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-45

-50

-55
Delta, grados

-60

-65

-70
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 70: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4
1
2
3
1.2
4
5
6
1 7
8
9
Voltajes en p.u.

0.8

0.6

0.4

0.2

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 71: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
158

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.35
1
60.3 2
3

60.25

60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95

59.9

59.85
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 72: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

El sistema colapsó. Tiempo de ejecución:

G.5.1.12 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 5 EN CONDICIÓN NOMINAL).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


22

20

18

16
Delta, grados

14

12

10

8
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 73: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
159

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4
1
2
3
1.2
4
5
6
1 7
8
9
Voltajes en p.u.

0.8

0.6

0.4

0.2

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 74: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.3
1
2
60.25 3

60.2

60.15
Frecuencia, Hz

60.1

60.05

60

59.95

59.9
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 75: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

El tiempo de ejecución fue de 7,03 segundos. El autovalor se mantuvo en

5,9573, por lo que el sistema no abandonó la estabilidad de voltaje.


160

G.5.1.13 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR

(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA DE

COLAPSO).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-20

-30

-40

-50
Delta, grados

-60

-70

-80

-90

-100
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 76: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


2
1
2
1.8
3
4
5
1.6
6
7
1.4 8
9
Voltajes en p.u.

1.2

0.8

0.6

0.4

0.2
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 77: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
161

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.6
1
2
3
60.4

60.2

Frecuencia, Hz
60

59.8

59.6

59.4

59.2
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 78: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Tiempo de ejecución: 8,39 segundos.

Sistema inestable, autovalor negativo en un principio y luego se hace muy


cercano a cero.

G.5.1.14 SISTEMA DE 9 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR

(AUMENTO DE 50% EN LA CARGA DEL NODO 5, A CARGA

NOMINAL).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


20

18

16
Delta, grados

14

12

10

8
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 79: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
162

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.5
1
2
1.4
3
4
1.3 5
6
1.2 7
8
9
1.1
Voltajes en p.u.

0.9

0.8

0.7

0.6

0.5
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 80: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.08
1
2
60.06
3

60.04

60.02
Frecuencia, Hz

60

59.98

59.96

59.94

59.92

59.9
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 81: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Autovalor: 5,9576
163

Tiempo de ejecución: 4,38 segundos

En las anteriores simulaciones, se pudo comprobar que un sistema puede

mantener su estabilidad por ángulo y colapsar. Además el colapso es cada vez más

factible a medida que se alcanza el nivel de carga de colapso (específico de cada

sistema). La magnitud del autovalor empleado como margen oscilará al aplicar una

perturbación a un sistema, pero siempre se estabilizará en un valor menor al que poseía

antes de ser perturbado, con lo que se garantizaría la estabilidad de voltaje siempre y

cuando el autovalor sea mayor a cero.

En las siguientes páginas se realizarán algunas simulaciones en los sistemas de

30 barras y SIN.

G.5.2 SISTEMA DE 30 BARRAS

G.5.2.1 SISTEMA DE 30 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 30).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-35

-40
Delta, grados

-45

-50
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 82: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
164

1
Voltajes en los nodos durante la simulacion 2
1.4
3
4
5
1.2 6
7
8
9
1
10
11
12
13
Voltajes en p.u.

0.8
14
15
16
0.6 17
18
19
20
0.4
21
22
23
0.2 24
25
26
27
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 28
18
t, seg 29
30

Figura 83: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.01
1
2
3
4
60.005 5
6

60
Frecuencia, Hz

59.995

59.99

59.985
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 84: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación
del sistema descritas.

Tiempo de ejecución: 5,34

Sistema estable, autovalor: 0.4944


165

G.5.2.2 SISTEMA DE 30 BARRAS SIN AVR NI GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 30, DESCONEXIÓN DEL NEXO 30-29, A

CARGA NOMINAL).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-35

-40
Delta, grados

-45

-50
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 85: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

1
Voltajes en los nodos durante la simulacion 2
1.4
3
4
5
1.2 6
7
8
9
1 10
11
12
13
Voltajes en p.u.

0.8
14
15
16
0.6 17
18
19
20
0.4
21
22
23
0.2 24
25
26
27
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 28
t, seg 29
30

Figura 86: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
166

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.01
1
2
3
4
60.005 5
6

60
Frecuencia, Hz

59.995

59.99

59.985
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 87: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.
Tiempo de ejecución:3 ,34

Sistema estable, autovalor: 0.4884

G.5.2.3 SISTEMA DE 30 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR

(FALLA 3φ EN EL NODO 30).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-34

-36

-38

-40

-42
Delta, grados

-44

-46

-48

-50

-52

-54
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
t, seg

Figura 88: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
167

1
Voltajes en los nodos durante la simulacion 2
1.4 3
4
5
6
1.2
7
8
9
1 10
11
12
13
Voltajes en p.u.

0.8 14
15
16
17
0.6
18
19
20
0.4 21
22
23
24
0.2
25
26
27
0 28
0 5 10 15 20 25 30 35 40 4529
t, seg 30

Figura 89: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.025
1
2
60.02 3
4
5
60.015 6

60.01
Frecuencia, Hz

60.005

60

59.995

59.99

59.985
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
t, seg

Figura 90: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Tiempo de ejecución: 8,27

Sistema estable, autovalor: 0.4944


168

G.5.2.4 SISTEMA DE 30 BARRAS CON AVR Y GOBERNADOR

(AUMENTO DE LA CARGA DEL NODO 30 EN 50 %, A CARGA

NOMINAL).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-34

-36

-38

-40

-42
Delta, grados

-44

-46

-48

-50

-52

-54
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 91: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

1
Voltajes en los nodos durante la simulacion 2
1.6 3
4
5
1.5 6
7
8
1.4 9
10
11
1.3 12
13
Voltajes en p.u.

14
1.2 15
16
17
18
1.1
19
20
21
1
22
23
24
0.9 25
26
27
0.8 28
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
29
t, seg
30

Figura 92: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
169

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.2
1
2
60.15 3
4
5
60.1 6

60.05

Frecuencia, Hz
60

59.95

59.9

59.85

59.8
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
t, seg

Figura 93: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Tiempo de ejecución: 6,28

Sistema estable, autovalor: 0.4633

G.5.3 SIN

G.5.3.1 S.I.N., SIN AVR NI GOBERNADOR (FALLA 3φ EN EL NODO

58).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.082segs.)


-70

-75

-80

-85
Delta, grados

-90

-95

-100

-105

-110
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 94: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
170

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

1
Voltajes en p.u.

0.8

0.6

0.4

0.2

0
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 95: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.004
1
2
3
60.003 4
5
6
7
60.002 8
9
10
Frecuencia, Hz

60.001

60

59.999

59.998
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 96: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas

Tiempo de ejecución: 11,09

No se pudo obtener el valor del autovalor, pero es mayor a cero, por lo que el

sistema es estable.
171

G.5.3.2 S.I.N., SIN AVR y GOBERNADOR (FALLA 3φ EN EL NODO

58 CON DESCONEXIÓN DE A RAMA 58-31).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


-70

-75

-80

-85
Delta, grados

-90

-95

-100

-105

-110
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 97: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.

Voltajes en los nodos durante la simulacion


1.4

1.2

1
Voltajes en p.u.

0.8

0.6

0.4

0.2

0
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 98: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.
172

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


60.004
1
2
3
60.003 4
5
6
7
60.002 8
9
10
Frecuencia, Hz

60.001

60

59.999

59.998
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 99: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Tiempo de ejecución: 17,09

No se pudo obtener el valor del autovalor, pero es mayor a cero, por lo que el

sistema es estable.

G.5.3.3 S.I.N., SIN AVR y GOBERNADOR (CON AUMENTO DEL

50% EN LA CARGA DEL NODO 58).

Diferencia en el angulo de fase (falla despejada a los 0.083segs.)


5000

4000

3000
Delta, grados

2000

1000

-1000
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 100: Comportamiento de los ángulos de torque de las máquinas sincrónicas, para las
condiciones de simulación del sistema descritas.
173

Voltajes en los nodos durante la simulacion


50

45

40

35

30

Voltajes en p.u. 25

20

15

10

0
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 101: Perfil de tensión de todos los nodos del sistema, para las condiciones de simulación del
sistema descritas.

Frecuencia en los Generadores durante la simulacion


70
1
2
60
3
4
5
50
6
7
40 8
9
10
Frecuencia, Hz

30

20

10

-10

-20
0 2 4 6 8 10 12 14
t, seg

Figura 102: Frecuencia de las máquinas del sistema, para las condiciones de simulación del sistema
descritas.

Tiempo de ejecución: 24,25 segundos.

No se pudo obtener el valor del autovalor, pero es mayor a cero, por lo que el

sistema es estable.
174

G.6 CONCLUSIONES

No se estimó conveniente realizar un análisis de los resultados como se realizó

para el análisis modal, ya que al realizar una simulación en el tiempo de un sistema de

potencia, si bien se obtienen tablas de datos, éstas son tan difíciles de interpretar que la

mejor forma de hacerlo es mediante el uso de gráficas y éstas son, en los casos que

atañen a éste trabajo, muy claras. La finalidad de las simulaciones, como ya se

mencionó era la comparar la estabilidad por ángulo y la estabilidad de voltaje de un

sistema, así como observar el comportamiento del sistema después de aplicada una

perturbación (frecuencia y tensiones fundamentalmente, aunque para trabajos

posteriores no se excluye la posibilidad de que aumenten).

En base a los resultados obtenidos se puede concluir:

• Un sistema puede mantener su estabilidad por ángulos y haber colapsado

por voltaje, lo que indica que es necesario una método para estimar si se

ha alcanzado o no dicha condición (en este caso, el análisis modal).

• Los perfiles de tensión no son un indicador fiable de si se ha alcanzado el

colapso o no.

• La frecuencia y los ángulos de torque no pueden ser utilizados para

determinar la estabilidad de voltaje de un sistema.

• El análisis modal se presentó como un método efectivo para determinar

la ocurrencia o no del colapso de tensiones e un sistema.

• Es factible el empleo del análisis modal para el monitoreo en línea de

sistemas de potencia

• Un sistema aumenta las posibilidades de colapsar a medida que su carga

aumenta, amenos que se aumente también la generación.


175

• Si bien es posible que los dispositivos que regulan el flujo y la

generación de la potencia reactiva en los sistemas, ante un fenómeno de

colapso severo la única acción posible a tomar es la disminuir la carga

del sistema.
176

APÉNDICE H: ANÁLISIS MODALES DE LOS SISTEMAS

DE 9 Y 30 BARRAS AL DESCONECTAR RAMAS

Se realizó el análisis modal a los sistemas de 9 y 30 barras, pero desconectando

una rama a la vez. Con este tipo de perturbación se calcularon los autovalores para

observar el estado del sistema. Se tomaron en cuenta los distintos niveles de carga ya

descritos en este trabajo. Los resultados obtenidos para el sistema de 9 barras son

mostrados en las tablas

Tabla CXXVI: Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga mínimo.

Rama desconectada (AV)


5--7 4.6897
4--5 3.7045
7--8 5.1087
6--9 4.7198
4--6 3.9498
8--9 5.373

Tabla CXXVII: Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga nominal.

Rama desconectada (AV)


5--7 4.415
4--5 2.4577
7--8 4.6141
6--9 4.5548
4--6 3.3192
8--9 5.0642

Tabla CXXVIII: Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga máximo.

Rama desconectada (AV)


5--7 colapsó
4--5 colapsó
7--8 -
6--9 2.2528
4--6 colapsó
8--9 2.4989
177

Tabla CXXIX: : Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga en
colapso.

Rama desconectada (AV)


5--7 colapsó
4--5 colapsó
7--8 colapsó
6--9 colapsó
4--6 colapsó
8--9 colapsó

El efecto de las perturbaciones aplicadas es notable. En todos los casos la

magnitud del autovalor disminuyó de manera apreciable (obsérvense la tablas ).

Se realizaron los mismos cálculos para el sistema de 30 barras y los resultados

son mostrados en las tablas

Tabla CXXX: Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga mínimo.

Rama desconectada (AV)


27--30 0.445
27--29 0.3966
25--27 0.5269
29--30 0.5264
25--26 colapsó
24--25 0.3568
8--28 0.5133

Tabla CXXXI: Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga nominal.

Rama desconectada (AV)


27--30 0.3951
27--29 0.3545
25--27 0.4825
29--30 0.4884
25--26 colapsó
24--25 0.3331
8--28 0.4773
178

Tabla CXXXII: Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga máximo.

Rama desconectada (AV)


27--30 colapsó
27--29 0.1484
25--27 0.3495
29--30 0.3491
25--26 colapsó
24--25 0.2523
8--28 0.3596

Tabla CXXXIII: Análisis modal desconectando distintas ramas del sistema. Nivel de carga en
colapso.
Rama desconectada (AV)
27--30 colapsó
27--29 colapsó
25--27 colapsó
29--30 colapsó
25--26 colapsó
24--25 colapsó
8--28 0.0123

En este caso también se observó un comportamiento similar al mostrado por el

sistema de 9 barras