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Aula 00

AFO p/ TRTs - Analista e Técnico Judiciário - Área Contabilidade - Com videoaulas

Professores: Sérgio Mendes, Vinícius Nascimento


Administração Financeira e Orçamentária p/ TRTs
Analista e Técnico Judiciário - Área Contabilidade - Com videoaulas
Teoria e Questões Comentadas
Prof. Sérgio Mendes Aula 00

AULA 0 – PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO NA


CONSTITUIÇÃO FEDERAL: PPA, LDO E LOA

APRESENTAÇÃO E CRONOGRAMA
PREPARE-SE PARA OS TRIBUNAIS REGIONAIS DO TRABALHO!
É HORA DE REALIZAR O SEU SONHO!

Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais


(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a
legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.
Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e prejudicam os
professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe
adquirindo os cursos honestamente através do site Estratégia Concursos ;-)

Observação importante II: todo o conteúdo do edital estará de forma


completa nos arquivos de textos escritos, como sempre ocorreu em todos os
meus cursos no Estratégia Concursos. A ideia das videoaulas é possibilitar um
melhor aprendizado para aqueles estudantes que têm mais facilidade em
aprender com os vídeos e/ou querem ter mais uma opção para o aprendizado.

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO E CRONOGRAMA.............................................................. 1
1. PLANO PLURIANUAL NA CF/1988 ..........................................................13
2. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS NA CF/1988.................................20
3. LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL NA CF/1988 ...............................................26
MAIS QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES – TRIBUNAIS E MPs ............33
MEMENTO 0 ..........................................................................................74
LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA ......................................77
GABARITO........................................................................................... 100

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Administração Financeira e Orçamentária p/ TRTs
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Olá amigos! Como é bom estar aqui!

É com enorme satisfação que iniciamos este Curso Regular de


Administração Financeira e Orçamentária para Analista e Técnico
Judiciário – Área Contabilidade – de Tribunais Regionais do Trabalho -
Teoria e Questões Comentadas.

Novos desafios! Uma espetacular equipe de professores!


Tudo voltado para a sua almejada aprovação!

E já começo falando do nosso curso:


 Conteúdo atualizadíssimo de Administração Financeira e
Orçamentária/Orçamento Público;
 Teoria aliada a muita prática por meio de questões comentadas;
 Fórum de dúvidas;
 Resumos (mementos) ao final de cada aula;
 Curso voltado exclusivamente para os concursos de Tribunais.
 Ainda tem o meu blog: www.portaldoorcamento.com.br

Com esse enfoque eu, Sérgio Mendes, começo este curso e cada vez mais
motivado em transmitir conhecimentos a estudantes das mais diversas regiões
deste país! Sei que muitas vezes as aulas virtuais são as únicas formas de
acesso ao ensino de excelência que o aluno dispõe. Outros optam por este tão
efetivo método de ensino porque conhecem a capacidade do material
elaborado pelos Professores do Estratégia. Porém, mais importante ainda que
um professor motivado são estudantes motivados! O aluno é sempre o centro
do processo e é ele capaz de fazer a diferença. A razão de ser da existência do
professor é o aluno.

Voltando à aula demonstrativa, esta tem o intuito de apresentar ao estudante


como será a metodologia de nosso curso, bem como o conhecimento do perfil
do professor. Já adianto que gosto de elaborar as aulas buscando sempre a
aproximação com o aluno, para que você que está lendo consiga imaginar que
o professor está próximo, falando com você.

Vou começar com minha breve apresentação: sou Analista Legislativo da


Câmara dos Deputados, em Brasília-DF. Fui Técnico Legislativo do Senado
Federal, na área de Processo Legislativo, atuando no acompanhamento dos
trabalhos da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do
Congresso Nacional. Fui Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério
do Planejamento, Orçamento e Gestão, lotado na Secretaria de Orçamento
Federal (SOF), bem como instrutor da Escola Nacional de Administração
Pública (ENAP) e das Semanas de Administração Orçamentária, Financeira e de

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Contratações Públicas da Escola de Administração Fazendária (ESAF).


Especializei-me em Planejamento e Orçamento pela ENAP e sou pós-graduado
em Orçamento Público pelo Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas
da União (ISC/TCU). Fiz meu primeiro concurso público nacional aos 17 anos,
ingressando na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) e me
graduei pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), concluindo meu
bacharelado em Ciências Militares com ênfase em Intendência (Logística e
Administração). Sou servidor público desde 2001 e professor das disciplinas
Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Direito Financeiro e
Planejamento e Orçamento Governamental.

Fui aprovado e nomeado em grandes concursos das principais bancas


examinadoras: ESAF (Ministério do Planejamento - 2008), FGV (Senado
Federal - 2012) e CESPE (Câmara dos Deputados - 2012).

Mas também fui reprovado em outros grandes concursos, como ESAF (CGU –
2008), FGV (ICMS/RJ – 2008) e FCC (Câmara dos Deputados – 2007).

É essa ampla experiência em concursos que quero trazer para você.

Estude com o curso de um dos autores adotados pelas principais bancas


examinadoras! Veja a prova discursiva da ANTT sobre o tema Estágios da
Receita Pública (seu concurso pode até não ser do CESPE, mas ela é referência
para todas as bancas):

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O Professor Vinícius Nascimento será o responsável pelo nosso fórum de


dúvidas. Nosso objetivo é fazer um acompanhamento ainda mais próximo do
aluno. Enquanto me dedicarei às videoaulas e as aulas escritas, o fato de
termos um professor qualificado apenas para o fórum faz com que tenhamos a
possibilidade de haver um acompanhamento permanente, com respostas
elaboradas com rapidez e qualidade, o que é bem mais difícil quando o mesmo
professor atua em todas as frentes.

Passo a palavra ao Prof. Vinícius:

Meus amigos concurseiros de todo o Brasil, é com muito orgulho e satisfação


que faço minha apresentação!

Meu nome é Vinícius Nascimento, sou natural de Brasília/DF, mas atualmente


estou residindo na linda e quente capital de Roraima (para quem não conhece,
a cidade é planejada, com boa qualidade de vida e de uma riqueza cultural
ímpar, sem falar na possibilidade de curtir férias no Caribe, fazer a excursão
para o Monte Roraima, cachoeiras, trilhas e etc.).

Sou servidor administrativo da Polícia Federal, formado em Gestão Pública pela


Universidade do Sul de Santa Catarina, pós-graduando em Contabilidade
Pública e Planejamento e Orçamento Público, e graduando em Ciências
Contábeis pela Universidade Federal de Roraima.

Fui aprovado nos concursos da CAESB (2005), Escola de Sargento das Armas –
Exército Brasileiro (Turma de 2006/2007), Tribunal Regional do Trabalho 11ª
Região (2012), Ministério Público da União (2013), Tribunal de Justiça de

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Roraima, Universidade Federal de Roraima (2014) e Polícia Federal (2014). Fui


militar do Exército por quase 8 anos, quando então fui nomeado para a UFRR e
dois meses depois para a Polícia Federal.

Minha experiência como docente iniciou em 2012 em diversos cursos


preparatórios aqui na cidade de Boa Vista, alguns destes preparatórios
presentes em todo o país.

Foi com muito orgulho que aceitei a difícil, porém nobre missão de trabalhar
junto com o Prof. Sérgio Mendes na disciplina de AFO. Teremos um contato
mais próximo no fórum de dúvidas, o qual todos os dias estarei presente,
auxiliando vocês nessa disciplina que cada vez mais vem fazendo parte dos
editais de concurso público. É isso, espero vocês no nosso fórum!!!

É com você prof. Sérgio Mendes!

Quer estar bem preparado para o concurso de Tribunais?

Buscando ser o mais completo e objetivo possível, serão 17 aulas (0 a 16),


desenvolvidas da seguinte forma:

AULA CONTEÚDO

Aula 0 Planejamento e Orçamento na Constituição Federal: Plano


Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária
PDF + videoaula Anual.
Aula 1
Ciclo (ou Processo) Orçamentário.
PDF + videoaula
Aula 2
Princípios Orçamentários.
PDF + videoaula
Aula 3
Alterações Orçamentárias: Créditos orçamentárias e Adicionais.
PDF + videoaula

Aula 4 Orçamento Público: conceitos, histórico, características,


funções, natureza jurídica, aspectos, tipos e espécies. Normas
PDF + videoaula Gerais de Direito Financeiro.

Aula 5 Receita pública: classificações (orçamentárias e


extraorçamentárias, por natureza, por fontes, por identificador
PDF + videoaula de resultado primário e doutrinárias).
Aula 5 – Parte II
Dívida Ativa.
PDF + videoaula

Aula 6 Despesa pública: classificações (orçamentárias e


extraorçamentárias, por natureza, na Lei 4320/1964 e
PDF + videoaula doutrinárias).

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Aula 7 Despesa pública: classificações (por esfera, institucional,


PDF + videoaula funcional e programática).

Aula 8
Estágios da Receita e da Despesa.
PDF + videoaula
Aula 9 Restos a pagar. Despesas de exercícios anteriores. Suprimento
PDF + videoaula de fundos.

Aula 10 Programação Orçamentária e Financeira. Descentralização de


PDF + videoaula créditos e movimentação de recursos.

Aula 11 LRF Parte I: Introdução à LRF; Efeitos no Planejamento e no


PDF + videoaula Orçamento: PPA, LDO e LOA.

LRF Parte II: Efeitos no Processo Orçamentário: Previsão e


Aula 12 Reestimativa de Receitas; Publicação da LOA e Cumprimento de
Metas; Limitação de Empenho e Movimentação Financeira.
PDF + videoaula Renúncia de Receita; Geração de Despesa; Despesa Obrigatória
de Caráter Continuado; Transferências Voluntárias.
LRF Parte III: Restos a Pagar na LRF; Relatórios; Destinação de
Aula 13 Recursos Públicos para o Setor Privado; Gestão Fiscal e
PDF + videoaula Transparência; Escrituração, Consolidação e Prestação das
Contas; Gestão e Preservação do Patrimônio Público.
Aula 14
LRF Parte IV: Receita Corrente Líquida; Despesas com Pessoal.
PDF + videoaula

Aula 15 LRF Parte V: Dívida Pública; Operações de Créditos; Vedações;


Banco Central do Brasil; Garantia e Contragarantia; Regra de
PDF + videoaula Ouro.

Aula 16 Lei 10.180/2001: Sistemas de Planejamento e de Orçamento


Federal, de Administração Financeira Federal, de Contabilidade
PDF + videoaula Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal.

As aulas serão focadas exclusivamente no edital para Tribunais e tenho


certeza que com esforço e dedicação alcançará seu objetivo. Mesmo assim,
gostaria de dar uma recomendação: estude com afinco nossas aulas que nossa
matéria está caindo de forma impressionante nos concursos. Não será uma
matéria que você aproveitará só para essa batalha, pois te habilitará para
novos voos caso opte por outros horizontes que podem ser tão interessantes
em diversos concursos pelo Brasil.

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Proponho o seguinte.

No corpo do texto, utilizaremos as questões do CESPE


para a fixação do conteúdo, independentemente do
concurso.

No final de cada aula, sempre que houver questões


Questões que serão em números suficientes, colocarei dezenas de
abordadas no nosso questões comentadas apenas de Tribunais do
curso Judiciário, de Tribunais de Contas e de Ministérios
Públicos das mais diversas Organizadoras de
Concursos. Todas elas também serão comentadas.
Assim, quando você terminar a aula e for resolver as
questões, estará bem preparado.

Você estará “afiado” para a sua prova!

Agora eu que pergunto? Em que degrau você está?

Não tenho dúvidas que se está lendo esta aula, está no mínimo no degrau
“Como eu faço” ou no “Eu vou tentar fazer”. Repare que já é a metade da
escada! E talvez já seja a metade mais difícil!

Como motivação, separei algumas frases:

"A transformação pessoal requer substituição de velhos hábitos por novos."


(W.A Peterson)

"A única coisa que se coloca entre um homem e o que ele quer na vida é
normalmente meramente a vontade de tentar e a fé para acreditar que aquilo
é possível”. (Richard M. Devos)
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"Consulte não a seus medos mas a suas esperanças e sonhos. Pense não sobre
suas frustrações, mas sobre seu potencial não usado. Preocupe-se não com o
que você tentou e falhou, mas com aquilo que ainda é possível a você fazer."
(Papa João XXIII)

"Duas coisas que aprendi são que você é tão poderoso e forte quanto você se
permite ser, e que a parte mais difícil de qualquer empreendimento é dar o
primeiro passo, tomar a primeira decisão." (Robyn Davidson)

"Entusiasmo é a inspiração de qualquer coisa importante. Sem ele, nenhum


homem deve ser temido; e com ele, nenhum homem deve ser desprezado."
(Christian Nevell Bovee)

"Grandes resultados requerem grandes ambições." (Heráclito)

Conheça meus outros cursos atualmente no site!

Acesse:
http://www.estrategiaconcursos.com.br/cursosPorProfessor/sergio-mendes-3000/

Mas antes, vamos compreender o que nossa matéria estuda?

O estudo de Administração Financeira e Orçamentária (AFO)/Orçamento


Público está relacionado ao estudo do Direito Financeiro.

O Direito Financeiro é o ramo do Direito Público que disciplina a atividade


financeira do estado. Assim, abrange a receita pública (obtenção de recursos),
o crédito público (criação de recursos), o orçamento público (gestão de
recursos) e a despesa pública (dispêndio de recursos).

No estudo dos ramos do Direito, o Direito Financeiro pertence ao Direito


Público, sendo um ramo cientificamente autônomo em relação aos demais
ramos. A própria Constituição Federal, consoante o inciso I do art. 24,
assegura tal autonomia:
“Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre:
I – direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico;
II – orçamento;
(...).”

O estudo de AFO engloba o Direito Financeiro com um enfoque administrativo.


Dessa forma, pode-se definir a Administração Financeira e Orçamentária como
a disciplina que estuda a atividade financeira do estado e sua aplicação na
Administração Pública, bem como os atos que potencialmente poderão afetar o

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patrimônio do Estado. O estudo de AFO visa assegurar a execução das funções


do Estado, contribuindo para aprimorar o planejamento, a organização, a
direção, o controle e a tomada de decisões dos gestores públicos em cada uma
dessas fases.

Por ter sido Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério do


Planejamento e no Senado Federal ter atuado no acompanhamento dos
trabalhos da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do
Congresso Nacional, tentarei aliar a teoria a exemplos práticos, para facilitar a
compreensão do conteúdo. Mas saiba que de alguma forma todos nós já temos
uma noção intuitiva do que seja orçamento, chave de nossa matéria. Por
exemplo, sua renda familiar mensal (receita) deve ser igual ou superior aos
seus gastos no mesmo período (despesas). Caso isso não ocorra, você terá
que financiar seus gastos de outra forma, normalmente por meio de
empréstimos (operações de crédito), vendendo algum bem (alienação de bens)
ou utilizando suas possíveis economias (reservas).

A diferença é que o Orçamento Público segue diversas regras,


consubstanciadas na legislação que rege nossa matéria. Ao contrário da
administração de uma família, o gestor público não é o dono do que ele
administra, que pertence ao povo. Logo, apesar de existir uma parcela de
discricionariedade, ele fica limitado a seguir princípios e regras gerais para
elaborar instrumentos de planejamento e orçamento, realizar receitas e
executar despesas públicas, gerar endividamento, pagar pessoal, realizar
transferências etc.

Alguns conceitos de Orçamento público:

Segundo Aliomar Baleeiro, o orçamento público é o ato pelo qual o Poder


Executivo prevê e o Poder Legislativo autoriza, por certo período de tempo, a
execução das despesas destinadas ao funcionamento dos serviços públicos e
outros fins adotados pela política econômica ou geral do País, assim como a
arrecadação das receitas já criadas em lei.

Consoante Giacomoni, de acordo com o modelo de integração entre


planejamento e orçamento, o orçamento anual constitui-se em instrumento, de
curto prazo, que operacionaliza os programas setoriais e regionais de médio
prazo, os quais, por sua vez, cumprem o marco fixado pelos planos nacionais
em que estão definidos os grandes objetivos e metas, os projetos estratégicos
e as políticas básicas.

De acordo com Abrúcio e Loureiro, “o orçamento é um instrumento


fundamental de governo, seu principal documento de políticas públicas.
Através dele os governantes selecionam prioridades, decidindo como gastar os
recursos extraídos da sociedade e como distribuí-los entre diferentes grupos
sociais, conforme seu peso ou força política. Portanto, nas decisões

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orçamentárias os problemas centrais de uma ordem democrática como


representação e accountability estão presentes. (...) A Constituição de 1988
trouxe inegável avanço na estrutura institucional que organiza o processo
orçamentário brasileiro. Ela não só introduziu o processo de planejamento no
ciclo orçamentário, medida tecnicamente importante, mas, sobretudo, reforçou
o Poder Legislativo”.

Este é um dos volumes do Projeto de Lei


Orçamentária Anual, fotografado no
momento em que foi recebido no
Congresso Nacional.

Agora vamos estudar a matéria desta nossa aula inaugural!

Nesta aula estudaremos os instrumentos de planejamento e orçamento da


Constituição Federal. O Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) são as leis que
regulam o planejamento e o orçamento dos entes públicos federal, estaduais e
municipais. No âmbito de cada ente, essas leis constituem etapas distintas,
porém integradas, de forma que permitam um planejamento estrutural das
ações governamentais.

Na seção denominada “Dos Orçamentos” na Constituição Federal de 1988


(CF/1988) tem-se essa integração, por meio da definição dos instrumentos de
planejamento PPA, LDO e LOA, os quais são de iniciativa do Poder Executivo.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


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“Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:


I–o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais”.

A Constituição Federal de 1988 recuperou a figura do planejamento na


Administração Pública brasileira, com a integração entre plano e orçamento por
meio da criação do Plano Plurianual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias. O
PPA, assim como a LDO, é uma inovação da CF/1988. Antes do PPA e da
CF/1988, existiam outros instrumentos de planejamento estratégico, como o
Orçamento Plurianual de Investimentos (OPI), com três anos de duração, o
qual não se confunde com o PPA, que possui quatro anos de duração.

O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal


que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas
da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

A LDO surgiu almejando ser o elo entre o planejamento estratégico (PPA) e o


planejamento operacional (LOA). Sua relevância reside no fato de ter
conseguido diminuir a distância entre o plano estratégico e as LOAs, as quais
dificilmente conseguiam incorporar as diretrizes dos planejamentos
estratégicos existentes antes da CF/1988.

A LOA é um instrumento que expressa a alocação de recursos públicos, sendo


operacionalizada por meio de diversas ações. É o orçamento propriamente
dito.

Antes da atual Carta Magna, existiam outros


instrumentos de planejamento, mas eles não têm
relação com o Plano Plurianual. O PPA é inovação da
atual Constituição! O PPA substituiu os Orçamentos
Plurianuais de Investimentos, estendendo-lhes a vigência
em um exercício financeiro.

De acordo com o art. 166 da CF/1988, os projetos de lei relativos ao plano


plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos
adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na
forma do regimento comum. Ou seja, devem ser analisados e votados pelo
Parlamento.

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1) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Será


inconstitucional a lei de iniciativa da Câmara dos Deputados que
estabelecer as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro
subsequente.

Segundo o art. 165, I a III, da Constituição Federal de 1988:


Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I– o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais.

Assim, será inconstitucional a lei de iniciativa de outro Poder que estabelecer


as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro subsequente.
Resposta: Certa

2) (CESPE – Agente Administrativo - CADE – 2014) O papel


desempenhado pela lei de diretrizes orçamentárias é de fundamental
importância para a integração entre o plano plurianual e o orçamento
anual.

A LDO surgiu por meio da Constituição Federal de 1988, almejando ser o elo
entre o planejamento estratégico (Plano Plurianual, médio prazo, quatro anos)
e o planejamento operacional (Lei Orçamentária Anual, curto prazo, 1 ano).
Sua relevância reside no fato de ter conseguido diminuir a distância entre o
plano estratégico e as LOAs, as quais dificilmente conseguiam incorporar as
diretrizes dos planejamentos estratégicos existentes antes da CF/1988.
Resposta: Certa

3) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) A LDO


orienta a elaboração da LOA e auxilia na coerência entre o PPA e a
LOA.

A LDO surgiu almejando ser o elo entre o PPA e a LOA. Sua relevância reside
no fato de ter conseguido diminuir a distância entre o plano plurianual e as
LOAs, as quais dificilmente conseguiam incorporar as diretrizes dos
planejamentos estratégicos existentes antes da CF/1988.
Resposta: Certa

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1. PLANO PLURIANUAL NA CF/1988

1.1 Entendendo o Conceito

O Plano Plurianual – PPA é o instrumento de planejamento do Governo Federal


que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Retrata,
em visão macro, as intenções do gestor público para um período de quatro
anos, podendo ser revisado, durante sua vigência, por meio de inclusão,
exclusão ou alteração de programas.

Segundo o § 1º do art. 165 da CF/1988:


“§ 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma
regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada”.

O PPA deve ser elaborado de forma regionalizada. Um grande desafio do


planejamento é promover, de maneira integrada, oportunidades de
investimentos que sejam definidas a partir das realidades regionais e locais,
levando a um desenvolvimento mais equilibrado entre as diversas regiões do
País. O desenvolvimento do Brasil tem sido territorialmente desigual. As
diversas regiões brasileiras não possuem as mesmas condições para fazer
frente às transformações socioeconômicas em curso, especialmente aquelas
associadas ao processo de inserção do País na economia mundial. Tais
mudanças são estruturais e demandam um amplo horizonte de tempo e
perseverança para se concretizarem, motivo pelo qual devem ser tratadas na
perspectiva do planejamento de longo prazo. O papel do Plano Plurianual nesse
contexto é o de implementar o necessário elo entre o planejamento de longo
prazo e os orçamentos anuais. O planejamento de longo prazo encontra,
assim, nos sucessivos planos plurianuais (médio prazo), as condições para sua
materialização. Com isso, o planejamento constitui-se em instrumento de
coordenação e busca de sinergias entre as ações do Governo Federal e os
demais entes federados e entre a esfera pública e a iniciativa privada.

As diretrizes são normas gerais, amplas, estratégicas, que mostram o


caminho a ser seguido na gestão dos recursos pelos próximos quatros anos.

Os objetivos correspondem ao que será perseguido com maior ênfase pelo


Governo Federal no período do Plano para que, a longo prazo, a visão
estabelecida se concretize. O objetivo expressa o que deve ser feito, refletindo
as situações a serem alteradas pela implementação de um conjunto de
iniciativas, com desdobramento no território.

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As metas são medidas do alcance do objetivo, podendo ser de natureza


quantitativa ou qualitativa, a depender das especificidades de cada caso.
Quando qualitativa, a meta também deverá ser passível de avaliação. Cada
objetivo deverá ter uma ou mais metas associadas.

As despesas de capital são aquelas que contribuem, diretamente, para a


formação ou aquisição de um bem de capital, como, por exemplo, a
pavimentação de uma rodovia. O termo “e outras delas decorrentes” se
relaciona às despesas correntes que esta mesma despesa de capital irá gerar
após sua realização. Despesas correntes são as que não contribuem,
diretamente, para a formação ou aquisição de um bem de capital, como as
despesas com pessoal, encargos sociais, custeio, manutenção etc. Neste
mesmo exemplo, após a pavimentação da rodovia, ocorrerão diversos gastos
com sua manutenção, ou seja, gastos decorrentes da despesa de capital
pavimentação da rodovia. Assim, tanto a pavimentação da rodovia (despesa de
capital) quanto o custeio com sua manutenção (despesa corrente relacionada à
de capital) deverão estar previstos no Plano Plurianual.

Os programas de duração continuada são aqueles cuja duração se estenda


pelos exercícios financeiros seguintes. Se o programa é de duração continuada,
deve constar do PPA. Logo, as ações cuja execução esteja restrita a um único
exercício financeiro estão dispensadas de serem discriminadas no PPA do
Governo Federal, porque não se caracterizam como de duração continuada.

Quanto aos investimentos, determina o art. 167 da CF/1988:


“§ 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro
poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade”.

Atenção: investimento, na linguagem do dia a dia, refere-se normalmente a


uma aplicação ou aquisição que proporciona algum retorno financeiro.
Exemplo: ações na bolsa de valores. Na linguagem orçamentária,
portanto em todo o nosso conteúdo, é diferente: investimentos são
despesas com softwares e com o planejamento e a execução de obras,
inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização
destas últimas, e com a aquisição de instalações, equipamentos e material
permanente. Exemplo: construção de um prédio público.

Na esfera federal os prazos para o ciclo orçamentário estão no Ato das


Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) e estarão em vigor enquanto
não for editada a lei complementar prevista na CF/1988, a qual deve versar
sobre o tema.

Segundo o ADCT, a vigência do PPA é de quatro anos, iniciando-se no segundo


exercício financeiro do mandato do chefe do executivo e terminando no
primeiro exercício financeiro do mandato subsequente. Ele deve ser

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encaminhado do Executivo ao Legislativo até quatro meses antes do


encerramento do primeiro exercício, ou seja, até 31 de agosto. A devolução ao
Executivo deve ser feita até o encerramento do segundo período da sessão
legislativa (22 de dezembro) do exercício em que foi encaminhado.

O PPA é elaborado no primeiro ano de governo e entra


em vigor no segundo ano. A partir daí, tem sua vigência
até o final do primeiro ano do mandato seguinte. A ideia
é manter a continuidade dos programas. Repare que um
O PPA não se confunde chefe do executivo (presidente, por exemplo) pode
com o mandato do chefe governar durante todo o seu primeiro PPA, desde que
do Executivo. seja reeleito. Porém, como vimos, será o mesmo
governante em mandatos diferentes.

Em nosso estudo, a referência é a CF/1988, por isso sempre tratamos dos


instrumentos de planejamento e orçamento na esfera federal. No entanto,
assim como a União, cada estado, cada município e o Distrito Federal também
têm seus próprios PPAs, LDOs e LOAs.

Plano Plurianual

Estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas


(DOM) da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro


poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

Assim como a LDO, é inovação da CF/1988.

O programa é o instrumento de organização da ação governamental visando à


concretização dos objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores
estabelecidos no plano plurianual. No PPA 2012-2015, são divididos em
Programas Temáticos e de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado.

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PRINCIPAIS CONCEITOS

Programas temáticos: retratam no PPA a agenda de governo organizada pelos


Temas das Políticas Públicas e orienta a ação governamental. Sua abrangência deve
ser a necessária para representar os desafios e organizar a gestão, o
monitoramento, a avaliação, as transversalidades, as multissetorialidades e a
territorialidade. O programa temático se desdobra em objetivos e iniciativas.
 Objetivos: expressam o que deve ser feito, refletindo as situações a serem
alteradas pela implementação de um conjunto de iniciativas, com
desdobramento no território.
 Iniciativas: declaram as entregas à sociedade de bens e serviços,
resultantes da coordenação de ações orçamentárias e outras: ações
institucionais e normativas, bem como da pactuação entre entes federados,
entre Estado e sociedade e da integração de políticas públicas.

Programas de gestão, manutenção e serviços ao Estado: são instrumentos do


plano que classificam um conjunto de ações destinadas ao apoio, à gestão e à
manutenção da atuação governamental, bem como as ações não tratadas nos
programas temáticos por meio de suas iniciativas.

O PPA 2012-2015 terá como diretrizes (art. 4° da Lei 12.593/2012):


I - a garantia dos direitos humanos com redução das desigualdades sociais,
regionais, étnico-raciais e de gênero;
II - a ampliação da participação social;
III - a promoção da sustentabilidade ambiental;
IV - a valorização da diversidade cultural e da identidade nacional;
V - a excelência na gestão para garantir o provimento de bens e serviços à
sociedade;
VI - a garantia da soberania nacional;
VII - o aumento da eficiência dos gastos públicos;
VIII - o crescimento econômico sustentável; e
IX - o estímulo e a valorização da educação, da ciência e da tecnologia.

4) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) Uma obra cuja


execução esteja limitada a um exercício financeiro poderá ser iniciada
sem a sua prévia inclusão no plano plurianual.

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Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a
inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da CF/1988).
Logo, os investimentos cuja execução esteja restrita a um único exercício
financeiro estão dispensados de serem discriminadas no PPA.
Resposta: Certa

5) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) A norma


legal que institui o orçamento público anual deve definir, de forma
regionalizada, as despesas para custear os investimentos em
programas de duração continuada.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Errada

6) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013)


Considere que os Poderes Executivo e Judiciário tenham firmado
convênio para expandir a presença da justiça no interior do país, em
resposta ao aumento da criminalidade, ficando o Poder Executivo
responsável pela construção de novas edificações para o
funcionamento conjunto de órgãos do Poder Judiciário e da defensoria
pública. Nessa situação, apesar de o convênio ter sido firmado durante
a vigência de um PPA que não previa essas despesas, cuja duração
seria superior a um exercício financeiro, não é necessária a alteração
imediata do PPA, bastando a inclusão desse novo item de gasto na LOA
em vigência.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º,
da CF/1988).

Assim, no caso em tela, tem-se como opção não proceder à alteração imediata
do PPA, desde que haja a edição de lei específica autorizando a inclusão
no plano plurianual. Não basta incluir apenas na LOA, por se tratar de uma
despesa que ultrapassa um exercício financeiro.
Resposta: Errada

7) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013)


Dada a realização, no Brasil, de eventos como a Copa do Mundo da
FIFA Brasil 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, cogitou-se a imediata
necessidade de investimentos com execução superior a único exercício
financeiro. Assim, para que projetos relativos a esses eventos possam

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ser imediatamente iniciados, é suficiente a alteração da LOA vigente


mediante cláusula que preveja inclusão desses investimentos nas leis
orçamentárias posteriores.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º,
da CF/1988).

Assim, para que projetos relativos aos eventos mencionados possam ser
imediatamente iniciados, é necessária a alteração do PPA vigente ou de uma
lei que autorize a inclusão. Não basta incluir apenas na LOA, por se tratar
de uma despesa que ultrapassa um exercício financeiro.
Resposta: Errada

1.2 Planos e Programas Nacionais, Regionais e Setoriais

A Constituição Federal, em seu art. 165, determina que:


“§ 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta
Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional”.

O PPA é adotado como referência para os demais planos e programas


nacionais, regionais e setoriais previstos na Constituição Federal. A
regionalização prevista na CF/1988 considera, na formulação, na
apresentação, na implantação e na avaliação do Plano Plurianual, as diferenças
e desigualdades existentes no território brasileiro.

O significado de planos e programas nacionais, regionais e setoriais de


desenvolvimento não é o mesmo dos programas da estrutura programática,
(estudado em Classificações da Despesa Pública). Os programas nacionais,
regionais e setoriais muitas vezes têm duração superior ao PPA, porque são de
longo prazo, como o Plano Nacional de Educação (10 anos).

No âmbito municipal, há também um instrumento de planejamento


denominado de plano diretor. De acordo com o art. 40 do Estatuto das Cidades
(Lei 10.257/2001), o plano diretor, aprovado por lei municipal, é o
instrumento básico de política de desenvolvimento e expansão urbana e deve
englobar todo o território do município e ser revisto, pelo menos, a cada 10
anos. É parte integrante do processo de planejamento municipal, devendo o
plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento anual incorporar as
diretrizes e as prioridades nele contidas. Ou seja, no caso do plano diretor, ele
é referência para PPAs, LDOs e LOAs municipais.

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8) (CESPE – Analista – Finanças e Controle - MPU – 2015) De acordo


com a Constituição Federal, os planos e os programas nacionais,
regionais e setoriais devem ser elaborados em consonância com o
plano plurianual (PPA) e apreciados pelo Congresso Nacional. Devido à
sua relação com o PPA, os programas nacionais, regionais e setoriais
não podem ter duração superior a quatro anos.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
Entretanto, os programas nacionais, regionais e setoriais muitas vezes têm
duração superior ao PPA, porque são de longo prazo, como o Plano Nacional
de Educação (10 anos).
Resposta: Errada

9) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) Na CF, é


prevista, para áreas específicas, a elaboração de planos nacionais de
desenvolvimento, que, por sua importância, seguem uma dinâmica
própria, independentemente de adequação ao PPA.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
Resposta: Errada

10) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Conforme


determinação da CF, o plano plurianual deve ser elaborado em
consonância com os planos e programas nacionais, regionais e
setoriais. A explicação para essa vinculação reside no fato de que tais
planos e programas apresentam maior duração e são mais específicos.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
Resposta: Errada

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2. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS NA CF/1988

2.1 Entendendo o Conceito

A LDO também surgiu por meio da Constituição Federal de 1988, almejando


ser o elo entre o planejamento estratégico (Plano Plurianual) e o planejamento
operacional (Lei Orçamentária Anual). Sua relevância reside no fato de ter
conseguido diminuir a distância entre o plano estratégico e as LOAs, as quais
dificilmente conseguiam incorporar as diretrizes dos planejamentos
estratégicos existentes antes da CF/1988.

Segundo o § 2º do art. 165 da CF/1988:


“§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades
da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento”.

SEGUNDO A CF, A LDO:

Compreenderá as metas e prioridades da Administração Pública Federal.

Incluirá as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente.

Orientará a elaboração da LOA.

Disporá sobre as alterações na legislação tributária.

Estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

Parte da doutrina afirma que a vigência da LDO é de um ano. Todavia, a LDO


extrapola o exercício financeiro, uma vez que ela é aprovada até o
encerramento do primeiro período legislativo e orienta a elaboração da LOA no
segundo semestre, bem como estabelece regras orçamentárias a serem
executadas ao longo do exercício financeiro subsequente. Por exemplo, a
LDO elaborada em 2015 terá vigência já em 2015 para que oriente a
elaboração da LOA e também durante todo o ano de 2016, quando ocorrerá a
execução orçamentária.

O prazo para encaminhamento da LDO ao Legislativo é de oito meses e meio


antes do encerramento do exercício financeiro (15 de abril) e a devolução ao
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Executivo deve ser realizada até o encerramento do primeiro período da sessão


legislativa (17 de julho). A sessão legislativa não será interrompida sem a
aprovação da LDO.

Vimos que as diretrizes orçamentárias fixadas pela LDO têm diversos


objetivos, entre eles as metas e prioridades da Administração Pública.
A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades
da Administração Pública Federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

Vamos agora destrinchar esse parágrafo:

Definição das metas e prioridades da Administração Pública Federal: as


disposições que constarão do orçamento devem ser comparadas com as metas
e prioridades da Administração Pública. Assim, pode-se verificar se as metas e
prioridades podem ser concretizadas a partir da alocação de recursos na LOA.

Orientação à elaboração da lei orçamentária anual: reforça a ideia que a


LDO é um plano prévio à Lei Orçamentária, assim como o Plano Plurianual é
um plano prévio à LDO. É o termo mais genérico, pois inclui também as metas
e prioridades da Administração Pública, as alterações na legislação tributária e
a política de aplicação das agências oficiais de fomento.

Disposição sobre as alterações na legislação tributária: os tributos têm


diversas funções. A mais conhecida é a função fiscal, aquela voltada para
arrecadação. No entanto, outra importante função é a reguladora, em que o
governo interfere diretamente na economia por meio dos tributos,
incentivando ou desestimulando comportamentos para alcançar os objetivos do
Estado. Assim, verifica-se a importância das alterações na legislação tributária
e se justifica sua presença na LDO, pois permite a elaboração da LOA com as
estimativas mais precisas dos recursos e, ainda, informa aos agentes
econômicos as possíveis modificações, a fim de que não ocorram mudanças
bruscas fora de suas expectativas. A CF/1988 determina que a lei de diretrizes
orçamentárias considere as alterações na legislação tributária, mas a LDO não
pode criar, aumentar, suprimir, diminuir ou autorizar tributos, o que deve ser
feito por outras leis. Também não existe regra determinando que tais leis
sejam aprovadas antes da LDO.

Estabelecimento da política de aplicação das agências financeiras


oficiais de fomento: objetiva o controle dos gastos das agências que
fomentam o desenvolvimento do País. Sua presença na LDO justifica-se pela

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repercussão econômica que ocasionam. Exemplos: Banco Nacional de


Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB), Caixa
Econômica Federal (CEF), Banco da Amazônia (BASA), Agência de Fomento do
Paraná (AFPR) e Agência de Fomento do Estado do Amazonas (AFEAM).

Além dos dispositivos referentes à lei de diretrizes orçamentárias previstos na


CF/1988, a Lei de Responsabilidade Fiscal aumentou o rol de funções da LDO.
Entre elas, está a obrigação de que o anexo de metas fiscais e o anexo de
riscos fiscais integrem a LDO. Tais dispositivos serão vistos em momento
oportuno, sempre que previstos em edital.

2.2 Art. 169, § 1º, da CF/1988

O parágrafo primeiro do art. 169 poderia ser estudado tanto dentro do estudo
da LDO, quanto dentro do estudo da LOA. Vamos estudá-lo aqui mesmo no
tópico LDO:

Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites
estabelecidos em lei complementar.

A Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF decorre, dentre outros dispositivos


constitucionais, também do art. 169 da CF/1988, o qual dispõe que a despesa
com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios (ou seja, de todos os entes) não poderá exceder os limites
estabelecidos em lei complementar. Tal lei complementar é a própria LRF.

Assim, todos os entes estão sujeitos aos limites de despesas com pessoal
previstos em lei complementar.

§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração,


a criação de cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de
carreiras, bem como a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer
título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta,
inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só
poderão ser feitas:

Tal parágrafo pode ser resumido da seguinte forma: “os aumentos de despesas
com pessoal, independentemente da forma ou do órgão, só poderão ser
feitos:”.

I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às


projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes
orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de
economia mista.

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O inciso I determina que para aumentar as despesas com pessoal deve haver
dotação na LOA suficiente para atender as despesas já existentes e ainda aos
novos acréscimos. Isso deve ser prévio, ou seja, antes de efetivamente ser
colocado em prática o aumento.

O inciso II determina que para aumentar as despesas com pessoal deve haver
autorização específica na LDO. Entretanto, para apenas esse inciso II, há
uma ressalva: as empresas públicas e as sociedades de economia mista não
exigem autorização específica na LDO para aumentar suas despesas com
pessoal.

A ausência de dotação orçamentária


prévia em legislação específica não
autoriza a declaração de
inconstitucionalidade da lei,
STF sobre o art. 169, § 1º, da CF/1988 impedindo tão somente a sua
aplicação naquele exercício financeiro.

Explicando a decisão do STF, a lei que concede aumento (ou qualquer hipótese
do § 1º do art. 169 da CF/1988) subordinado à existência de dotação
orçamentária suficiente e de autorização específica na lei de diretrizes
orçamentárias não está sujeita à aferição de constitucionalidade por meio de
controle abstrato. Mesmo que estivesse sujeita ao crivo do controle abstrato, a
inobservância das restrições constitucionais relativas à autorização
orçamentária não induziria à inconstitucionalidade da lei, impedindo apenas a
sua execução no exercício financeiro respectivo. Exemplo: caso uma lei
conceda um aumento a servidores sem dotação suficiente na LOA ou sem
autorização na LDO, ela não será declarada inconstitucional. A única restrição é
que ela não poderá ser aplicada naquele exercício financeiro. Caso no exercício
seguinte exista dotação na LOA e autorização na LDO, a lei que concedeu o
aumento poderá ser aplicada.

11) (CESPE –Analista Técnico-Administrativo - SUFRAMA – 2014) A


vigência das diretrizes orçamentárias é restrita ao exercício financeiro
correspondente à lei orçamentária anual a que elas se refiram.

Parte da doutrina afirma que a vigência da LDO é de um ano. Todavia, a LDO


extrapola o exercício financeiro, uma vez que ela é aprovada até o
encerramento do primeiro período legislativo e orienta a elaboração da LOA no
segundo semestre, bem como estabelece regras orçamentárias a serem
executadas ao longo do exercício financeiro subsequente. Por exemplo, a LDO
elaborada em 2013 terá vigência já em 2013 para que oriente a elaboração da

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LOA e também durante todo o ano de 2014, quando ocorrerá a execução


orçamentária.
Resposta: Errada

12) (CESPE – Analista Administrativo – ANTAQ – 2014) A existência de


dotação orçamentária prévia para se atender às projeções de despesa
de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes é condição necessária e
suficiente para a contratação de pessoal pelos órgãos e entidades da
administração pública direta.

A existência de dotação orçamentária prévia para se atender às projeções de


despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes é condição necessária
para a contratação de pessoal pelos órgãos e entidades da administração
pública direta (art. 169, § 1º, I, da CF/1988).
Entretanto, não é suficiente, pois ainda é necessária autorização específica
na lei de diretrizes orçamentárias. Apenas as empresas públicas e as
sociedades de economia mista estão dispensadas da autorização na LDO (art.
169, § 1º, II, da CF/1988).
Resposta: Errada

13) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) A lei de


diretrizes orçamentárias, instrumento de planejamento da atividade
financeira para o exercício financeiro subsequente, objetiva dispor
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecer a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Resposta: Certa

14) (CESPE – Analista – Serviços Técnicos e Administrativos– TCDF –


2014) A aprovação de ato de empresa pública que, em decorrência da
alteração da estrutura de carreiras de seu quadro de pessoal, resulte
em aumento de despesas depende de autorização específica para tal
na lei de diretrizes orçamentárias.

No art. 169 da CF/1988:


§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a
criação de cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras,
bem como a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos
órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações
instituídas e mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas:

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(...)
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias,
ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.

Resposta: Errada

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3. LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL NA CF/1988

A Lei Orçamentária Anual é o instrumento pelo qual o Poder Público prevê a


arrecadação de receitas e fixa a realização de despesas para o período de um
ano. A LOA é o orçamento por excelência ou o orçamento propriamente dito.

Os recursos são escassos e as necessidades da sociedade são ilimitadas.


Logo, são necessárias escolhas no momento da elaboração dos instrumentos
de planejamento e orçamento e naturalmente alguns setores serão mais
beneficiados, de acordo com as ideias dominantes dos governantes daquele
momento. Entretanto, as despesas executadas pelos diversos órgãos públicos
não podem ser desviadas do que está autorizado na LOA, tampouco podem
conflitar com o interesse público.

A LOA deve conter apenas matérias atinentes à previsão das receitas e à


fixação das despesas, sendo liberadas, em caráter de exceção, as autorizações
para créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação
de receita orçamentária. Trata-se do princípio orçamentário constitucional da
exclusividade.

A finalidade da LOA é a concretização dos objetivos e metas estabelecidos no


PPA. É o cumprimento ano a ano das etapas do PPA, em consonância com o
que foi estabelecido na LDO. Portanto, orientada pelas diretrizes, objetivos e
metas do PPA, compreende as ações a serem executadas, seguindo as metas e
prioridades estabelecidas na LDO.

Quanto à vigência, a Lei Orçamentária Anual federal, conhecida ainda como


Orçamento Geral da União (OGU), também segue o ADCT. O projeto da Lei
Orçamentária anual deverá ser encaminhado ao Legislativo quatro meses antes
do término do exercício financeiro (31 de agosto), e devolvido ao executivo até
o encerramento da sessão legislativa (22 de dezembro) do exercício de sua
elaboração.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimento das empresas (ou investimentos das estatais):
“§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e
entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público;
II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público”.

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Cabe ressaltar que, até a década de 1980, o que havia era um convívio
simultâneo com três orçamentos distintos: o orçamento fiscal, o orçamento
monetário e o orçamento das estatais. Não ocorria nenhuma consolidação
entre eles.

O orçamento fiscal era sempre equilibrado e era aprovado pelo Legislativo. O


orçamento monetário e o das empresas estatais eram deficitários, sem
controle e, além do mais, não eram votados. Como o déficit público e os
subsídios mais importantes estavam no orçamento monetário, o Legislativo
encontrava-se, praticamente, alijado das decisões mais relevantes em relação
à política fiscal e monetária do País. O orçamento monetário era elaborado
pelo Banco Central e aprovado pelo executivo por decreto, sem o Congresso.

Pela CF/1988, a LOA compreende o orçamento


fiscal, da seguridade social e de investimentos
das estatais. Não existe mais o orçamento
monetário, tampouco orçamentos paralelos.

O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo


regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções,
anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e
creditícia (art. 165, § 6º, da CF/1988).

Segundo o § 7º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional.

O Orçamento da Seguridade Social não tem a função de reduzir


desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.

A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa


dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos
relativos à saúde, à previdência e à assistência social.

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Orçamento da Seguridade social = saúde,


previdência e assistência social.

A Educação faz parte do Orçamento Fiscal!

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas


sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros
agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua
promoção, proteção e recuperação. Quanto à previdência social, fundada na
ideia de solidariedade social, deve ser organizada sob a forma de um regime
geral, sendo este de caráter contributivo e filiação obrigatória. Já a
assistência social apresenta característica de universalidade, visto que será
prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à
seguridade social.

Segundo o art. 195 da CF/1988, a proposta de orçamento da seguridade social


será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde,
previdência social e assistência social, tendo em vista as metas e prioridades
estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada área a
gestão de seus recursos.
No entanto, as receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios
destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, não
integrando o orçamento da União.

O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem


receitas e despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência,
assistência e saúde) e não apenas àqueles diretamente relacionados à seguridade
social, como os hospitais que atendem ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Por exemplo, o Ministério do Planejamento possui despesas de assistência médica
relativa aos seus servidores e essa despesa faz parte do orçamento da
seguridade social.

A CF/1988 veda o início de programas ou projetos não incluídos na LOA.


Também veda a utilização, sem autorização legislativa específica, de
recursos do orçamento fiscal e da seguridade social para suprir necessidade ou
cobrir déficit de empresas, fundações e fundos, inclusive daqueles que
compõem os próprios orçamentos fiscal, de investimentos das estatais e da
seguridade social. Ainda, proíbe a consignação de crédito com finalidade
imprecisa ou com dotação ilimitada.

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15) (CESPE – Auditor – FUB - 2015) A lei orçamentária anual é


composta dos orçamentos: fiscal, seguridade social e investimento das
estatais.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimento das empresas (ou investimentos das estatais).
Resposta: Certa

16) (CESPE – Administrador – FUB - 2015) O processo orçamentário


brasileiro é direcionado principalmente por três leis distintas: o plano
plurianual com maior vigência, a lei de diretrizes orçamentárias em
conjunto com o anexo de metas e riscos fiscais e, por fim, a lei
orçamentária anual, na qual se incluem o orçamento fiscal, o de
seguridade social e o de investimentos das empresas.

O processo orçamentário brasileiro é direcionado principalmente por três leis


distintas: PPA, LDO e LOA. O plano plurianual tem maior vigência, a qual é de
quatro anos; a lei de diretrizes orçamentárias em conjunto com o anexo de
metas e riscos fiscais conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal e,
por fim, a lei orçamentária anual, na qual se incluem o orçamento fiscal, o de
seguridade social e o de investimentos das empresas.
Resposta: Certa

17) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) A função de


reduzir desigualdades inter-regionais, atribuída aos orçamentos,
orienta a elaboração do orçamento da seguridade social no sentido de
destinar proporcionalmente maiores números e valores de benefícios
previdenciários para as regiões mais pobres do país.

Segundo o § 7º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional. Assim, o orçamento da seguridade social não tem tal função.
Resposta: Errada

18) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Ações e


serviços públicos de saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde
(SUS), são financiados pelas três esferas da administração e integram
uma rede regionalizada e hierarquizada, razões pelas quais seus
recursos e aplicações estão englobados no orçamento da seguridade
social, no âmbito da União.

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Segundo o art. 195 da CF/1988, a proposta de orçamento da seguridade social


será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde,
previdência social e assistência social, tendo em vista as metas e prioridades
estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada área a
gestão de seus recursos.
No entanto, as receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios
destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, não
integrando o orçamento da União.
Resposta: Errada

A Lei Orçamentária Anual na Lei 4320/1964

Há vários dispositivos sobre a LOA na Lei 4.320/1964.

De acordo com o art. 2º, que explicita vários princípios orçamentários, a Lei do
Orçamento conterá a discriminação da receita e da despesa de forma a
evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do
Governo, obedecidos os princípios de unidade, universalidade e anualidade.

Deve integrar a LOA, obrigatoriamente, segundo os §§ 1º e 2º também do


art. 2º da referida Lei:
_ Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo.
_ Quadro demonstrativo da receita e da despesa segundo as categorias
econômicas;
_ Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação.
_ Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração.

Acompanharão a Lei de Orçamento:


_ Quadros demonstrativos da receita e planos de aplicação dos fundos
especiais.
_ Quadros demonstrativos da despesa.
_ Quadro demonstrativo do programa anual de trabalho do Governo, em
termos de realização de obras e de prestação de serviços.

De acordo com o art. 4º, a Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas


próprias dos órgãos do Governo e da administração centralizada, ou que, por
intermédio deles se devam realizar, observado o disposto no art. 2º.

Complementando o tema, segundo o art. 22, a proposta orçamentária que o


Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo nos prazos estabelecidos
nas Constituições e nas leis orgânicas dos municípios, compor-se-á:
_ Mensagem: conterá exposição circunstanciada da situação econômico-
-financeira, documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante,
saldos de créditos especiais, restos a pagar e outros compromissos financeiros

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exigíveis; exposição e justificação da política econômico-financeira do


Governo; justificação da receita e despesa, particularmente no tocante ao
orçamento de capital.
_ Projeto de Lei de Orçamento.
_ Tabelas explicativas sobre receitas e despesas de vários anos, em colunas
distintas e para fins de comparação.
_Especificação dos programas especiais de trabalho custeados por dotações
globais, em termos de metas visadas, decompostas em estimativa do custo
das obras a realizar e dos serviços a prestar, acompanhadas de justificação
econômica, financeira, social e administrativa.

Constará da proposta orçamentária, para cada unidade administrativa,


descrição sucinta de suas principais finalidades, com indicação da respectiva
legislação.

Os arts. 23 a 26 tratam das previsões plurienais. As receitas e despesas de


capital serão objeto de um Quadro de Recursos e de Aplicação de Capital,
aprovado por decreto do Poder Executivo, abrangendo, no mínimo um triênio.
O referido quadro será anualmente reajustado, acrescentando-se-lhe as
previsões de mais um ano, de modo a assegurar a projeção contínua dos
períodos.

O Quadro de Recursos e de Aplicação de Capital abrangerá:


_ As despesas e, como couber, também as receitas previstas em planos
especiais aprovados em lei e destinados a atender a regiões ou a setores da
Administração ou da economia.
_ As despesas à conta de fundos especiais e, como couber, as receitas que os
constituam.
_ Em anexos, as despesas de capital das entidades referidas no Título X desta
lei, com indicação das respectivas receitas, para as quais forem previstas
transferências de capital.

Os programas constantes do citado Quadro, sempre que possível, serão


correlacionados a metas objetivas em termos de realização de obras e de
prestação de serviços. Consideram-se metas os resultados que se pretende
obter com a realização de cada programa.

A proposta orçamentária conterá o programa anual atualizado dos


investimentos, as inversões financeiras e as transferências previstos no Quadro
de Recursos e de Aplicação de Capital.

19) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados –


2014) Entre as partes que compõem a lei orçamentária anual (LOA),

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está o sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções de


governo.

Deve integrar a LOA, obrigatoriamente, segundo os §§ 1º e 2º do art. 2º da


Lei 4320/1964:
_ Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo.
_ Quadro demonstrativo da receita e da despesa segundo as categorias
econômicas;
_ Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação.
_ Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração.

Resposta: Certa

20) (CESPE – Administrador – Polícia Federal – 2014) Os quadros que


contêm os planos de aplicação dos fundos especiais não integram a lei
orçamentária anual.

Acompanharão a Lei de Orçamento:


_ Quadros demonstrativos da receita e planos de aplicação dos fundos
especiais.
_ Quadros demonstrativos da despesa.
_ Quadro demonstrativo do programa anual de trabalho do Governo, em
termos de realização de obras e de prestação de serviços.

Os quadros mencionados devem apenas acompanhar a LOA, sem, no entanto,


integrá-la.
Resposta: Certa

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MAIS QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES –


TRIBUNAIS DO JUDICIÁRIO, TRIBUNAIS DE CONTAS
E MINISTÉRIOS PÚBLICOS

21) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – CNJ - 2013)


Considerando que João seja responsável pela elaboração da proposta
orçamentária de um tribunal federal, que irá compor o projeto de lei
orçamentária anual (LOA) para 2014. Se o tribunal pretende inserir na
LOA uma despesa com benefício médico destinado aos servidores,
João deverá classificá-la como constante no orçamento da seguridade
social.

A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa


dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos
relativos à saúde, à previdência e à assistência social.
O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem
receitas e despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência,
assistência e saúde) e não apenas àqueles diretamente relacionados à
seguridade social, como os hospitais que atendem ao Sistema Único de Saúde
(SUS).
Assim, o tribunal federal possui despesas de assistência médica relativa aos
seus servidores e essa despesa faz parte do orçamento da seguridade social.
Resposta: Certa

22) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/10 – 2013)


Em virtude das fortes diferenças regionais existentes no país, a CF
impôs a regionalização do PPA com base na divisão tradicional das
cinco regiões brasileiras.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).

Entretanto, a CF/1988 não determina que deva se adotada a tradicional


divisão em cinco regiões (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul).
Resposta: Errada

23) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCE/ES – 2012) Suponha


que determinado governo estadual desenvolva, sem a inclusão de
despesas de capital, um programa permanente destinado a conceder
incentivos a permanência dos alunos nos cursos de ensino médio ate a
sua conclusão. Nesse caso, para que o programa seja colocado em
pratica, não será necessária a sua previsão no plano plurianual.

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Os programas de duração continuada são aqueles cuja duração se estenda


pelos exercícios financeiros seguintes. Se o programa é de duração continuada,
deve constar do PPA.
Resposta: Errada

24) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCDF – 2012)


Considerando os mecanismos básicos de atuação do Estado nas
finanças públicas, julgue o seguinte item.
Um projeto de construção de barragens para prevenir desastres
naturais não incluído no plano plurianual não poderá ser executado,
ainda que sua execução restrinja-se a um exercício financeiro.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a
inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da CF/1988).

Logo, um projeto de construção de barragens para prevenir desastres naturais


(que é um investimento) não incluído no plano plurianual poderá ser
executado, desde que sua execução restrinja-se a um exercício financeiro.
Resposta: Errada

25) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) O orçamento


público, que mantém interação com a LDO e o PPA, pode ser
considerado instrumento de planejamento das ações de governo.

O PPA, a LDO e a LOA são instrumentos de planejamento e orçamento


previstos na Constituição Federal de 1988.
Resposta: Certa

26) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A


LDO federal compreende o orçamento das empresas estatais nas quais
a União detém a maioria do capital social com direito a voto.

A LOA federal compreende o orçamento das empresas estatais nas quais a


União detém a maioria do capital social com direito a voto.
Resposta: Errada

27) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) Os


planos e programas regionais e setoriais previstos na Constituição
Federal são elaborados em consonância com a LDO.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
Resposta: Errada

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28) (CESPE – Analista Administrativo – MPU – 2010) Para que se atinja


o equilíbrio distributivo e se reduzam as possíveis desigualdades inter-
regionais, o orçamento fiscal deve ser compatível com o plano
plurianual.

Segundo o § 7.º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional. Apenas o Orçamento da Seguridade Social não tem a função
de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.
Resposta: Certa

29) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) À LDO, que


contempla o período de quatro anos de mandato político, tal como a lei
que institui o PPA, cabe, de acordo com a CF, orientar a elaboração da
LOA.

Nenhum dos instrumentos de planejamento e orçamento tem a mesma


duração de um mandato político. O que mais se aproxima é o PPA, porém a
sua vigência não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é
elaborado no primeiro ano de governo e entrará em vigor no segundo ano. A
partir daí, terá sua vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte.
Resposta: Errada

30) (CESPE – Analista Judiciário – Administração - TRE/BA – 2010) O


TRE/BA recebe dotações de recursos unicamente do orçamento fiscal,
não podendo executar despesas que são do orçamento da seguridade
social, pois não é órgão ou entidade das áreas de saúde, previdência
social nem de assistência social.

O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem


receitas e despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência,
assistência e saúde) e não apenas àqueles diretamente relacionados à
seguridade social, como os hospitais que atendem ao Sistema Único de Saúde
(SUS). Por exemplo, o TRE/BA possui despesas de assistência médica relativa
aos seus servidores e essa despesa faz parte do orçamento da seguridade
social.
Resposta: Errada

31) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) A


fim de reduzir as desigualdades socioeconômicas entre as cinco
regiões geográficas brasileiras, o PPA deve ser apresentado de forma
regionalizada, necessariamente segundo o padrão tradicional de
divisão regional: Sul, Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

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A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).

Entretanto, a CF/1988 não determina que deva ser adotada necessariamente


a tradicional divisão em cinco regiões (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste
e Sul).
Resposta: Errada

32) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Embora deva ser


compatível com o PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
contém matérias que, por sua própria natureza, não devem constar do
PPA.

A LDO não é uma cópia anual do PPA. Apesar da necessidade de


compatibilidade, cada instrumento tem a sua função. Por exemplo, a LDO deve
dispor sobre alterações na legislação tributária e não há essa determinação
para o PPA.
Resposta: Certa

33) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) A


elaboração do orçamento compreende o estabelecimento de plano de
médio prazo (quatro anos) ou PPA; lei orientadora ou lei de diretrizes
orçamentárias (LDO); e orçamento propriamente dito ou LOA.

O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo (quatro anos) do


Governo Federal que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os
objetivos e as metas da Administração Pública Federal para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada.
A LDO surgiu almejando ser o elo entre o planejamento estratégico (PPA) e o
planejamento operacional (LOA).
A LOA é um instrumento que expressa a alocação de recursos públicos, sendo
operacionalizada por meio de diversas ações. É o orçamento propriamente
dito.
Resposta: Certa

34) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A lei


de diretrizes orçamentárias (LDO) compreende as metas e prioridades
da administração pública federal para as despesas correntes,
excluindo-se as despesas de capital.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária

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anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a


política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, §
2º, da CF/1988).
Resposta: Errada

35) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - TRE/MS –


2013) O orçamento anual constitui princípio orientador para a
elaboração das diretrizes orçamentárias.

As diretrizes orçamentárias constituem princípios orientadores para a


elaboração do orçamento anual.
Resposta: Errada

36) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) O PPA


é adotado como referência para a elaboração dos demais planos
previstos na Constituição Federal, a fim de garantir a coerência do
planejamento orçamentário.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
O PPA é adotado como referência para os demais planos e programas
nacionais, regionais e setoriais previstos na CF/1988. A regionalização prevista
na CF/1988 considera, na formulação, na apresentação, na implantação e na
avaliação do Plano Plurianual, as diferenças e desigualdades existentes no
território brasileiro.
Resposta: Certa

37) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A


LDO tem a função constitucional de reduzir desigualdades inter-
regionais.

Segundo o § 7º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional.
Resposta: Errada

38) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) O PPA contempla o


planejamento para quatro anos de governo, iniciando-se no segundo
ano de mandato presidencial e terminando no primeiro ano de
mandato do chefe do Poder Executivo subsequente.

O PPA não se confunde com o mandato do chefe do Executivo. O PPA é


elaborado no primeiro ano de governo e entrará em vigor no segundo ano. A

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partir daí, terá sua vigência até o final do primeiro ano do mandato seguinte. A
ideia é manter a continuidade dos Programas.
Resposta: Certa

39) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) A LOA federal


compreenderá o orçamento fiscal das empresas estatais nas quais a
União detenha a maioria do capital social com direito a voto.

A questão cita “orçamento fiscal das empresas estatais”, o qual não existe. Os
orçamentos que compõem a LOA são: fiscal, seguridade social e investimento
das estatais.
Resposta: Errada

40) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Na lei que instituir o


PPA constarão despesas de capital e outras delas decorrentes.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Certa

41) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) O PPA é o


instrumento que expressa o planejamento do governo federal para um
período de quatro anos. Por sua complexidade, o PPA restringe-se à
esfera federal, não contemplando desdobramentos a níveis estadual
nem municipal.

Assim como a União, cada estado, cada município e o Distrito Federal também
têm seus próprios PPAs, LDOs e LOAs.
Resposta: Errada

42) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Os planos e


programas nacionais, regionais e setoriais, previstos na CF, devem ser
elaborados em consonância com a LDO e apreciados pelo MPU.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional.
Resposta: Errada

43) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) De acordo com a


Constituição Federal de 1988 (CF), a LDO disporá sobre as alterações
na legislação tributária e orientará a elaboração do Plano Plurianual
(PPA).

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A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Resposta: Errada

44) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – CNJ - 2013)


Considerando que João seja responsável pela elaboração da proposta
orçamentária de um tribunal federal, que irá compor o projeto de lei
orçamentária anual (LOA) para 2014. Com vistas a assegurar a
execução do orçamento proposto, após o envio da proposta
orçamentária destinada a compor a lei orçamentária para 2014, o
tribunal deverá inserir todas as metas e prioridades no projeto de lei
de diretrizes orçamentárias para 2014.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Assim, o tribunal deverá inserir todas as metas e prioridades no projeto de lei
de diretrizes orçamentárias para 2014. Entretanto, a LDO é um instrumento
prévio à LOA.
Logo, não será após o envio da proposta orçamentária que as metas e
prioridades serão inseridas no projeto da LDO.
Resposta: Errada

45) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) Caso a


União tenha concedido subsídios às empresas instaladas em uma
região cujo desenvolvimento econômico seja foco de atenção do país,
será necessário que, no projeto de LOA, conste o demonstrativo
regionalizado com os efeitos dessa política sobre as receitas e as
despesas.

O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo


regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções,
anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e
creditícia (art. 165, § 6º, da CF/1988).
Resposta: Certa

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46) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A


LDO trata das alterações da legislação tributária com impacto nas
receitas previstas.

A LDO dispõe sobre as alterações na legislação tributária, permitindo a


elaboração da LOA com as estimativas mais precisas dos recursos e, ainda,
informa aos agentes econômicos as possíveis modificações, a fim de que não
ocorram mudanças bruscas fora de suas expectativas.
Resposta: Certa

47) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – CNJ - 2013) O


orçamento fiscal e o de investimento, compatibilizados com o Plano
Plurianual, têm entre suas funções a redução de desigualdades inter-
regionais, segundo critério populacional.

Segundo o § 7º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional.
Resposta: Certa

48) (FGV - Analista Judiciário – Apoio Judiciário e Administrativo –


TJ/GO – 2014) A Constituição previu que a realização da despesa
pública será precedida pela apreciação de três leis orçamentárias, das
quais o Plano Plurianual (PPA) é a mais estratégica. O PPA foi
concebido para ser um instrumento de planejamento estratégico na
medida em que:
a) dispensa as metas e objetivos da Administração Pública Federal de
aprovação pelo Congresso Nacional;
b) estabelece um acordo político para além do mandato presidencial,
que vai orientar a formulação das leis orçamentárias e os planos
setoriais e regionais;
c) dificulta a execução das políticas públicas por parte dos órgãos da
Administração Pública Federal;
d) estabelece um prazo-limite de noventa dias para que todas as
verbas sejam executadas por parte dos órgãos da Administração
Pública Federal;
e) constrói um compromisso político entre os Poderes Executivo e
Judiciário.

a) Errada. O PPA dispõe sobre as metas e objetivos da Administração Pública


Federal e é aprovação pelo Congresso Nacional.

b) Correta. O PPA orienta a formulação das leis orçamentárias e os planos


setoriais e regionais. Segundo o ADCT, a vigência do PPA é de quatro anos,
iniciando-se no segundo exercício financeiro do mandato do chefe do executivo

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e terminando no primeiro exercício financeiro do mandato subsequente. A ideia


é manter a continuidade dos programas. Assim, pode-se dizer que o PPA
estabelece um acordo político para além do mandato presidencial.

c) e d) Erradas. O PPA não dificulta a execução de políticas públicas,


tampouco estabelece prazo para a execução de despesas.

e) Errada. O PPA não constrói um compromisso político entre os Poderes


Executivo e Judiciário.

Resposta: Letra B

49) (FGV – Analista Judiciário - Administração – TJ/AM – 2012) Os


instrumentos de planejamento utilizados na administração pública são
definidos como: Plano Plurianual (PPA); Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO); Lei de Orçamento Anual (LOA).

A esse respeito, leia o fragmento a seguir.


“A lei _____ compreenderá _____ e prioridades da administração
pública federal, incluindo as _____ de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação _____ e estabelecerá
a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.”.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do


fragmento acima.
(A) de diretrizes orçamentárias - as metas – despesas – tributária
(B) de orçamento Anual - as metas – receitas – orçamentária
(C) do Plano Plurianual - as metas – despesas – orçamentária
(D) diretrizes orçamentárias - as metas – receitas– orçamentária
(E) diretrizes orçamentárias - as metas – despesas – tributária

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, §
2º, da CF/1988).
Resposta: Letra A

50) (FGV – Auditor Substituto de Conselheiro – TCM/PA - 2008)


Assinale a alternativa que indique corretamente a lei que estabelece as
metas e prioridades da administração, incluindo as despesas de capital
para o exercício subsequente, bem como dispõe sobre as alterações na
legislação tributária.
(A) Lei Orçamentária Anual

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(B) Lei de Crédito Adicional


(C) Lei Específica de Alteração do PPA
(D) Lei de Diretrizes Orçamentárias
(E) Lei do Plano Plurianual de Investimentos

Segundo o § 2.o do art. 165 da CF/1988:


§ 2.º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e
prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.
Resposta: Letra D

51) (FCC – Analista – Contabilidade – CNMP - 2015) Anualmente, cada


ente da federação envia ao respectivo Poder Legislativo, projeto de lei
orçamentária anual. Nos termos da Constituição Federal, entre outros,
compõe a lei orçamentária anual:
(A) o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades
e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem
como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público.
(B) o orçamento fiscal da administração direta da União, seus fundos e
órgãos, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(C) os planos e programas nacionais, regionais e setoriais elaborados
em consonância com o plano plurianual e a lei de diretrizes
orçamentárias.
(D) o orçamento de investimento das empresas estatais
independentes em que a União, direta ou indiretamente, participe do
capital social.
(E) a programação financeira e o cronograma de execução mensal de
desembolso da administração direta e indireta, e dos fundos e
fundações instituídas e mantidas pelo poder público.

a) Correta. A LOA compreenderá o orçamento da seguridade social,


abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração
direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo
Poder Público (art. 165 § 5º III, da C.F/1988).

b) Errada. O orçamento fiscal referente aos Poderes da União seus fundos,


órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público (art. 165 § 5º I, da C.F/1988).

c) Errada. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais serão


elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo
Congresso Nacional (art. 165 § 4º, da C.F/ 1988). Não será em consonância
com a LDO.

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d) Errada. O orçamento de investimento das empresas em que a União, direta


ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto
(art.165 II, da C.F/1988).

e) Errada. O cronograma de execução mensal de desembolso não compõe a


LOA e a referência que se faz a ele não está no texto constitucional e sim
na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Resposta: Letra A

52) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB -


2015) O instrumento de planejamento pelo qual devem ser previstos
os objetivos, diretrizes e metas da Administração pública para as
despesas relativas aos programas de duração continuada é o
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) Lei Orçamentária Anual.
(D) Plano Diretor.
(E) Anexo de Riscos Fiscais.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Letra A

53) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Administração - MPTC/SC


– 2014) Analise o texto abaixo:
_______________ estabelece para um período de médio prazo as
diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública federal
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as
relativas aos programas de duração continuada.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
a) O Plano Plurianual
b) A Constituição Federal de 1988
c) A Lei de Diretrizes Orçamentárias
d) A Lei do Médio Prazo Orçamentário
e) A Lei de Diretrizes e Bases Financeiras

O Plano Plurianual estabelece para um período de médio prazo as diretrizes,


os objetivos e as metas da administração pública federal para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada.
Resposta: Letra A

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54) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Administração - MPTC/SC


– 2014) Analise o texto abaixo:
____________________compreende as metas e prioridades da
administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orienta a elaboração da lei orça-
mentária anual, dispõe sobre as alterações na legislação tributária e
estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
a) O Plano Plurianual
b) A Lei Orçamentária Ampla
c) A Lei do Médio Prazo Orçamentário
d) A Lei de Diretrizes e Bases Financeiras
e) A Lei de Diretrizes Orçamentárias

A Lei de Diretrizes Orçamentárias compreende as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orienta a elaboração da lei orçamentária anual, dispõe
sobre as alterações na legislação tributária e estabelece a política de aplicação
das agências financeiras oficiais de fomento.
Resposta: Letra E

55) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Administração - MPTC/SC


– 2014) A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) consiste em um
elemento fundamental do Orçamento Público, é anual, e deverá:
1. orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual.
2. estabelecer a política de distribuição dos recursos financeiros aos
Bancos Nacionais.
3. dispor sobre as alterações na legislação tributária.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.


a) É correta apenas a afirmativa 1.
b) É correta apenas a afirmativa 3.
c) São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
d) São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
e) São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual (item
1) disporá sobre as alterações na legislação tributária (item 3) e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (divergindo
do item 2).

Logo, são corretas apenas as afirmativas 1 e 3.


Resposta: Letra D

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56) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Direito - MPTC/SC – 2014)


Analise as afirmativas abaixo de acordo com a Lei nº 4320, de 1964.
1. Quadro demonstrativo da Receita e Despesa segundo as Categorias
Econômicas
2. Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação
3. Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração
4. Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do
Governo

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.


a) São corretas apenas as afirmativas 1 e 4.
b) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
c) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
d) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
e) São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.

Deve integrar a LOA, obrigatoriamente, segundo os §§ 1º e 2º também do art.


2º da Lei 4320/1964:
_ Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo.
_ Quadro demonstrativo da receita e da despesa segundo as categorias
econômicas;
_ Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação.
_ Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração.

Logo, são corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.


Resposta: Letra E

57) (FUNCAB – Técnico em Contabilidade - MPE/RO -2012) Sobre o


Plano Plurianual, pode-se afirmar que estabelece:
a) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de
capital, alterações da legislação tributária, assim como para as
despesas de programas de duração continuada, de forma
regionalizada, elaborada no primeiro exercício do mandato, para os
quatro exercícios seguintes.
b) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de
capital e outras dela decorrentes, assim como para as de programas de
duração continuada, de forma unificada, para os quatro exercícios do
mandato.
c) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de
capital e outras dela decorrentes, assim como normas para
transferências de recursos para entidades públicas e privadas, de
forma unificada, elaborada no primeiro exercício do mandato, para os
quatro exercícios seguintes.
d) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de
capital e outras dela decorrentes, assim como para as de programas de

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duração continuada, de forma regionalizada, elaborada no primeiro


exercício do mandato, para os quatro exercícios seguintes.
e) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de
capital e outras dela decorrentes, normas para transferências de
recursos para entidades públicas e privadas, as destinações para a
seguridade, anualizadas e regionalizadas, assim como alinhadas às
premissas e objetivos econômicos da política nacional, para os quatro
exercícios do mandato.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988). Segundo o ADCT, a vigência
do PPA é de quatro anos, iniciando-se no segundo exercício financeiro do
mandato do chefe do executivo e terminando no primeiro exercício financeiro
do mandato subsequente.
Resposta: Letra D

58) (FUNCAB – Técnico em Contabilidade - MPE/RO -2012) No que se


refere às políticas de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento, com base no texto constitucional, pode-se afirmar que:
a) constam no Plano Plurianual.
b) influenciam na elaboração do orçamento, mas não constam nas Leis
Orçamentárias.
c) são estabelecidas no PPA.
d) não envolvem o PPA ou a LDO, mas afetam a execução
orçamentária.
e) são estabelecidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Resposta: Letra E

59) (VUNESP – Analista Judiciário - Economia – TJ/PA – 2014)


Segundo a Constituição Federal, nenhum investimento, cuja execução
ultrapasse um exercício financeiro, poderá ser iniciado sem prévia
inclusão no(a) ______________ , ou sem lei que autorize a inclusão,
sob pena de crime de responsabilidade. A lacuna da frase será
corretamente preenchida por:
(A) Lei de Diretrizes Orçamentárias
(B) Orçamento Anual
(C) Plano de Ação Governamental

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(D) Plano de Aceleração do Crescimento


(E) Plano Plurianual

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize
a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da
CF/1988).
Resposta: Letra E

60) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO –


2015) De acordo com a Constituição Federal, a atribuição para
I. estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas
da administração pública federal para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração
continuada, bem como
II. fixar as metas e prioridades da administração pública federal,
incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, orientar a elaboração da lei orçamentária anual, dispor
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecer a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento
São, respectivamente, da
(A) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(B) I. Lei que estabelece Orçamento Anual e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(C) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.
(E) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da
administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).

Resposta: Letra C

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61) (FCC – Auditor –TCE/SP - 2013) Consoante artigo 165 da


Constituição Federal há três leis orçamentárias, todas de iniciativa do
Executivo: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Sobre elas, é correto afirmar:
(A) O Plano Plurianual (PPA), cuja lei instituidora vigora durante um
triênio, estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e
metas da administração pública para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração
continuada.
(B) São anuais as Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o
Orçamento Anual (LOA). O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO) deve ser encaminhado ao Poder Legislativo até oito meses e
meio antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para
sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa.
(C) A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tem natureza de lei
complementar e compreende as metas e prioridades da Administração
pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente; orienta a elaboração da lei orçamentária anual; dispõe
sobre as alterações na legislação tributária e estabelece a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
(D) A vigência da Lei Orçamentária Anual (LOA) não coincide com o
exercício financeiro. Já a da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
coincide.
(E) O projeto do Plano Plurianual (PPA) deve ser encaminhado
ao Poder Legislativo até oito meses antes do encerramento do
primeiro exercício financeiro do mandato do Chefe do Poder Executivo
e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa.

a) Errada. O Plano Plurianual (PPA), cuja lei instituidora vigora durante um


quadriênio, estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e
metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

b) Correta. São anuais as Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o


Orçamento Anual (LOA). O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
deve ser encaminhado ao Poder Legislativo até oito meses e meio antes do
encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o
encerramento do primeiro período da sessão legislativa. Já o projeto da Lei
Orçamentária anual deverá ser encaminhado ao Legislativo quatro meses antes
do término do exercício financeiro e devolvido ao executivo até o encerramento
da sessão legislativa do exercício de sua elaboração.

c) Errada. Cabe às leis ordinárias a instituição dos instrumentos PPA, LDO e


LOA.

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d) Errada. A vigência da LOA coincide com o exercício financeiro. A vigência


da LDO é controversa, porque é fato que ela se refere a um exercício
financeiro, mas parte da doutrina entende que a vigência comporta um período
maior. Mas o item já está errado devido a afirmação sobre a LOA.

e) Errada. O projeto do Plano Plurianual (PPA) deve ser encaminhado ao Poder


Legislativo até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício
financeiro do mandato do Chefe do Poder Executivo e devolvido para sanção
até o encerramento da sessão legislativa.

Resposta: Letra B

62) (FCC – Analista – Contabilidade –MPE/RN - 2012) As diretrizes,


objetivos e metas da administração pública para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas
de duração continuada serão estabelecidas na Lei
(A) de Diretrizes Orçamentárias com vigência anual.
(B) Orçamentária Anual.
(C) do Plano Plurianual que terá vigência durante o mandato do
governante.
(D) de Orçamento e Investimento, cuja execução ultrapasse um
exercício financeiro.
(E) do Plano Plurianual com vigência de quatro anos.

O Plano Plurianual é o instrumento de planejamento do Governo Federal que


estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Retrata,
em visão macro, as intenções do gestor público para um período de quatro
anos.
Resposta: Letra E

63) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRF/2 - 2012) É o


plano de médio prazo, por meio do qual procura-se ordenar as ações
do governo que levem ao atingimento dos objetivos e metas fixados
para um período de quatro anos, ao nível do governo federal, estadual
e municipal:
(A) de orçamento anual.
(B) de Diretrizes Orçamentárias.
(C) plurianual.
(D) de Responsabilidade Fiscal.
(E) de Orçamento Fiscal.

O Plano Plurianual é o instrumento de planejamento do Governo Federal que


estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas

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decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Retrata,


em visão macro, as intenções do gestor público para um período de quatro
anos.
Em nosso estudo, a referência é a CF/1988, por isso sempre tratamos dos
instrumentos de planejamento e orçamento na esfera federal. No entanto,
assim como a União, cada estado, cada município e o Distrito Federal também
têm seus próprios PPAs, LDOs e LOAs.
Resposta: Letra C

64) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa -TRT/6 - 2012) Em


relação ao Plano Plurianual, considere:
I. Lei que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e
metas da administração pública federal para as despesas correntes e
outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração
continuada.
II. Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício
financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Plano Plurianual,
ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade.
III. Lei que dispõe sobre o Plano Plurianual estabelece as normas
relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos
programas financiados com recursos dos orçamentos e das operações
de créditos para as despesas de capital.
IV. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos
nesta Constituição serão elaborados em consonância com o Plano
Plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional.
Está correto o que se afirma apenas em
(A) II e III.
(B) III e IV.
(C) II e IV.
(D) I e III.
(E) I e II.

I) Errada. O PPA é a lei que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes,


objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada.

II) Correta. Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício


financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem
lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, §
1º, da CF/1988).

III) Errada. O PPA não tem tal atribuição. No estudo da LRF, sempre que
previsto em edital, é visto que é a LDO que estabelece as normas relativas ao

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controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com


recursos dos orçamentos.

IV) Correta. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos


nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).

Logo, está correto o que se afirma apenas em II e IV.


Resposta: Letra C

65) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa -TRF/2 - 2012) O


orçamento fiscal refere-se
(A) ao PPA − Plano Plurianual, à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à
Lei de Orçamentos Anuais.
(B) aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, exceto seus
fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta inclusive
fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(C) ao orçamento de investimento das empresas em que o Estado,
direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com
direito a voto.
(D) ao orçamento de seguridade social, exceto as entidades e órgãos a
ela vinculados, da administração direta ou indireta.
(E) aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, seus fundos,
órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive
fundações instituídas e mantidas pelo poder público.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimento das empresas (ou investimentos das estatais):
“§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos,
órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;
II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público”.

Resposta: Letra E

66) (FCC – Analista – Contabilidade –MPE/RN - 2012) A Constituição


Federal de 1988 estabelece que a Lei Orçamentária Anual
compreenderá três tipos de orçamentos:

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(A) Orçamento das receitas e despesas, de Investimento em obras e


instalações, em compatibilidade com o Plano Plurianual, e da
Previdência Social.
(B) Orçamento da Administração Direta e Indireta, de Investimento
em obras e instalações, em compatibilidade com a Lei de Diretrizes
Orçamentárias, e da Previdência Social.
(C) Orçamento fiscal, de Investimento das Empresas Estatais, e da
Seguridade Social.
(D) Orçamento Corrente e de Capital, Investimento das Empresas
Estatais e da Seguridade Social.
(E) Orçamento de Investimento, de Custeio e Transferências Correntes
e de Capital.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimento das empresas (ou investimentos das estatais).
Resposta: Letra C

67) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade -TRT/6 - 2012) A lei


orçamentária anual compreenderá três tipos de orçamentos: fiscal, de
investimento e o da seguridade social. Está em conformidade com o
disposto no artigo 165 da Constituição Federal:
(A) orçamento de investimento das empresas em que a União, direta
ou indiretamente, detenha a minoria do capital social com direito a
voto.
(B) orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e
órgãos a ela vinculados, apenas da administração direta, bem como os
fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.
(C) orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos,
órgãos e entidades apenas da administração indireta, inclusive
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
(D) orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos,
órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
(E) orçamento da seguridade social, referente aos Poderes da União,
abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, bem como
os fundos, empresas estatais e fundações instituídos e mantidos pelo
Poder Público.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimento das empresas (ou investimentos das estatais):
“§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos,
órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

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II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou


indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público”.

Resposta: Letra D

68) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 24ª – 2011) Por


força do disposto na Constituição Federal, a lei orçamentária anual
(A) compreenderá metas e prioridades da Administração Pública
Federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro.
(B) compreenderá o orçamento fiscal, apenas.
(C) compreenderá o orçamento fiscal, o de investimentos das
empresas estatais e o da seguridade social.
(D) disporá sobre as alterações na legislação tributária.
(E) compreenderá e estabelecerá a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.

De acordo com a CF/1988, a LOA compreenderá o orçamento fiscal, o de


investimentos das empresas estatais e o da seguridade social.
Resposta: Letra C

69) (FCC – Assessor - MPE/RS – 2008) Com relação ao orçamento


fiscal, no âmbito da Lei Orçamentária Anual (LOA), assinale a
alternativa correta.
(A) Inclui os poderes da União, os órgãos e entidades, fundos,
autarquias e fundações instituídas e mantidas pela União, além das
empresas públicas e sociedades de economia mista em que a União,
direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com
direito a voto e que recebam desta quaisquer recursos que não sejam
provenientes de participação acionária, pagamento de serviços
prestados e transferências para aplicação em programas de
financiamento.
(B) Inclui os poderes da União, os órgãos e entidades a quem compete
executar ações nas áreas de saúde, previdência e assistência social,
quer sejam da administração direta ou indireta, bem como seus fundos
e fundações instituídas e mantidas pelo poder público, além das
empresas públicas e sociedades de economia mista em que a União,
direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com
direito a voto.
(C) Inclui todos os órgãos e entidades, fundos, autarquias e fundações
instituídas e mantidas pela União, além das empresas públicas e
sociedades de economia mista em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

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(D) Inclui os poderes da União, os órgãos e entidades, fundos,


autarquias e fundações instituídas e mantidas pela União, incluindo os
órgãos e entidades a quem compete executar ações nas áreas de
saúde, previdência e assistência social, bem como seus fundos e
fundações instituídas e mantidas pelo poder público e as empresas
públicas e sociedades de economia mista em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.
(E) Inclui os poderes da União, as empresas públicas e sociedades de
economia mista em que a União, direta ou indiretamente, detenha a
maioria do capital social com direito a voto e que recebam desta
quaisquer recursos que não sejam provenientes de participação
acionária, pagamento de serviços prestados e transferências para
aplicação em programas de financiamento.

Nossa questão (dificílima, por sinal) pede a opção correta em relação ao


Orçamento Fiscal:

a) Correta. A alternativa cita que compõe o orçamento fiscal as empresas


públicas e sociedades de economia mista controladas que recebem
recursos não provenientes de: participação acionária, pagamento de serviços
prestados e transferências para aplicação em programas de financiamento. Se
recebem recursos e não são provenientes de tais fontes, então os recursos que
irão receber são os destinados a pagamento de despesas com pessoal e/ou de
custeio em geral e/ou de capital. Assim, está configurado o conceito de
empresa estatal dependente que está inserido no Orçamento Fiscal.

b) c) d) Erradas. Essas alternativas afirmam que compõem o orçamento fiscal


as empresas públicas e sociedades de economia mista em que a União, direta
ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto. Tal
afirmação, sem ressalvas, está errada, porque caracteriza a composição do
Orçamento de Investimentos das Estatais.

e) Errada. Está incompleta. Faltam os órgãos e entidades, fundos, autarquias e


fundações instituídas e mantidas pela União.

Resposta: Letra A

70) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRT 4ª – 2011) Com


relação ao Orçamento Público no Brasil, considere as afirmativas
abaixo.
I. A Lei Orçamentária Anual inclui o orçamento fiscal, o orçamento da
seguridade social e o orçamento de investimento das empresas
estatais, direta ou indiretamente, controladas pela União.
II. A lei dos orçamentos anuais é o instrumento utilizado para a
consequente materialização do conjunto de ações e objetivos que
foram planejados visando ao atendimento e bem-estar da coletividade.

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III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades plurianuais da administração pública.
IV. A Lei de Diretrizes Orçamentárias tem a finalidade de nortear a
elaboração dos orçamentos anuais de forma a adequá-los às diretrizes,
objetivos e metas da administração pública, estabelecidos no Plano
Plurianual.
V. O Plano Plurianual é um plano de médio prazo, através do qual
procura-se ordenar as ações do governo que levem à realização dos
objetivos e metas fixadas para um período de quatro anos.
Estão corretas SOMENTE
(A) II, III e IV.
(B) I e V.
(C) I, II, IV e V.
(D) I e III.
(E) II, III, IV e V.

I) Correto. A Lei Orçamentária Anual inclui o orçamento fiscal, o orçamento da


seguridade social e o orçamento de investimento das empresas estatais.

II) Correto. A finalidade da LOA é a concretização dos objetivos e metas


estabelecidos no PPA. É materialização do conjunto de ações e objetivos que
foram planejados visando ao atendimento e bem-estar da coletividade. É o
orçamento por excelência ou o orçamento propriamente dito.

III) Errado. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.

IV) Correto. Orientada pelas diretrizes, objetivos e metas do PPA, a LOA


compreende as ações a serem executadas, seguindo as metas e prioridades
estabelecidas na LDO.

V) Correto. O Plano Plurianual é o instrumento de planejamento de médio


prazo do Governo Federal que estabelece, de forma regionalizada, as
diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública Federal para as
despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada. Retrata, em visão macro, as intenções do
gestor público para um período de quatro anos.

Logo, estão corretos os itens I, II, IV e V.


Resposta: Letra C

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71) (FCC – Auditor Substituto de Conselheiro - TCE/RO – 2010)


Considere as afirmações a seguir, relativas ao processo de
planejamento e orçamento previsto na Constituição de 1988 e
regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar
nº 101/2000):
I. O Plano Plurianual de Investimentos deverá estabelecer as
diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública federal
para as despesas de capital de forma centralizada.
II. A Lei Orçamentária Anual disporá sobre as alterações na legislação
tributária a viger durante o exercício a que se referir.
III. A Lei das Diretrizes Orçamentárias tem, entre suas atribuições, a
de estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais
de fomento.
IV. O Plano Plurianual tem a vigência de quatro anos, iniciando-se no
segundo ano do mandato do Chefe do Poder Executivo e terminando
no primeiro ano do mandato de seu sucessor.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) II e III.
(D) II e IV.
(E) III e IV.

I) Errado. O Plano Plurianual é o instrumento de planejamento do Governo


Federal que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e
metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

II) Errado. A LDO disporá sobre as alterações na legislação tributária.

III) Correto. A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal , incluindo as
despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientará a
elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação
tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais
de fomento.

IV) Correto. A vigência do PPA é de quatro anos, iniciando-se no segundo


exercício financeiro do mandato do chefe do executivo e terminando no
primeiro exercício financeiro do mandato subsequente.

Logo, está correto o que se afirma apenas em III e IV.


Resposta: Letra E

72) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 4ª – 2011) Com


relação às características do Orçamento Público de acordo com a
Constituição Federal, considere as afirmativas abaixo:

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I. A Lei Orçamentária Anual é composta de três orçamentos diferentes:


fiscal, da seguridade social e de investimentos das estatais.
II. O orçamento da seguridade social corresponde à ação do governo
em três setores: saúde, previdência e assistência social.
III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prioriza as metas do PPA
e orienta a elaboração do Orçamento Geral da União que terá validade
para o ano seguinte.
IV. A finalidade do PPA é a de estabelecer objetivos e metas que
comprometam o Poder Executivo e o Poder Legislativo a dar
continuidade aos programas na distribuição dos recursos.
V. Com base na LDO, o Poder Executivo elabora o Plano Plurianual
(PPA) para os quatro anos seguintes, com a participação dos
Ministérios (órgãos setoriais) e das unidades orçamentárias dos
Poderes Legislativo e Judiciário.
Estão corretas SOMENTE:
(A) I, II, III e V.
(B) II, III e V.
(C) I, III e IV.
(D) II, IV e V.
(E) I, II, III, IV.

I) Correto. A Lei Orçamentária Anual compreende o orçamento fiscal, o


orçamento de investimentos das empresas estatais e o orçamento da
seguridade social.

II) Correto. O orçamento da seguridade social compreende as funções saúde,


previdência e assistência social.

III) Correto. Orientada pelas diretrizes, objetivos e metas do PPA, a LOA


compreende as ações a serem executadas, seguindo as metas e prioridades
estabelecidas na LDO.

IV) Correto. O PPA é elaborado no primeiro ano de governo e entrará em vigor


no segundo ano. A partir daí, terá sua vigência até o final do primeiro ano do
mandato seguinte. A ideia é manter a continuidade dos Programas, com
comprometimento de todos os Poderes.

V) Errado. Com base no PPA, o Poder Executivo elabora a LDO com a


participação dos demais Poderes e órgãos.

Logo, os itens I, II, III e IV estão corretos.


Resposta: Letra E

73) (FCC – Analista Judiciário - Contabilidade – TRF 1ª – 2011) O


instrumento constitucional de planejamento que estabelecerá, de
forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da Administração

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Pública para as despesas de capital, e outras delas decorrentes, e para


os programas de duração continuada, denomina-se
(A) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(B) Lei Orçamentária Anual.
(C) Orçamento Fiscal.
(D) Orçamento de Investimento.
(E) Plano Plurianual.

O Plano Plurianual é o instrumento de planejamento do Governo Federal


que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
Resposta: Letra E

74) (FCC – Analista Judiciário - Contabilidade – TRF 1ª – 2011) Lei de


iniciativa do Poder Executivo que compreenderá, dentre outras, as
metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas
de capital para o exercício financeiro subsequente, denomina-se
(A) Plano Plurianual.
(B) Orçamentária Anual.
(C) Programação de Investimentos.
(D) Diretrizes Orçamentárias.
(E) Orçamento de Custeio e Capital.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
Resposta: Letra D

75) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRE/RN – 2011) De


acordo com a Constituição Federal de 1988, as peças que compõem o
Orçamento Geral da União são:
(A) os Orçamentos Fiscal, da Seguridade Social e de Investimento das
Empresas Estatais Federais.
(B) os Orçamentos Monetário, Fiscal e Social, além do Plano Plurianual
(PPA).
(C) o Orçamento Fiscal, o Plano Plurianual e a Lei Orçamentária Anual.
(D) a Lei de Diretrizes Orçamentárias e os Orçamentos Fiscal e de
Investimento das Empresas Estatais Federais.
(E) a Lei Orçamentária Anual e o Orçamento Fiscal.

Pela CF/1988, a LOA compreende o orçamento fiscal, da seguridade social e de


investimentos das estatais.
Resposta: Letra A

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76) (FCC – Técnico de Controle Externo - TCM/PA – 2010) Sobre


orçamento, é correto afirmar que
(A) o demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e
despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e
benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia é objeto do
plano plurianual.
(B) as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente são
objeto do plano plurianual.
(C) a orientação da elaboração da lei orçamentária anual é objeto da
lei de diretrizes orçamentárias.
(D) as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal
para as despesas relativas aos programas de duração continuada são
previstas na lei de diretrizes orçamentárias.
(E) o objeto do plano plurianual vem definido na Lei Complementar n°
101/00 − Lei de Responsabilidade Fiscal.

a) Errada. O demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e


despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios
de natureza financeira, tributária e creditícia é objeto da LOA.

b) Errada. As despesas de capital para o exercício financeiro subsequente são


objeto da LDO.

c) Correta. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.

d) Errada. As diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal


para as despesas relativas aos programas de duração continuada são previstas
no PPA.

e) Errada. O objeto do plano plurianual vem definido na CF/1988.

Resposta: Letra C

77) (FCC – Procurador de Contas – TCE/AL – 2008) Quando a lei


estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
administração pública federal para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração
continuada, está instituindo
(A) a lei orçamentária anual.
(B) as diretrizes orçamentárias.

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(C) o orçamento da seguridade social.


(D) o orçamento das empresas estatais.
(E) o plano plurianual.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada.
Resposta: Letra E

78) (FCC – ACE/TI - TCE/AM – 2008) Sobre as finanças públicas


disciplinadas na Constituição Federal, considere:
I. A Lei Orçamentária Anual (LOA) é um instrumento intermediário
entre o Plano Plurianual (PPA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO).
II. As diretrizes, objetivos e metas da administração pública para
investimentos que ultrapassem um ano devem ser estabelecidos no
PPA.
III. As metas e as prioridades da administração pública para um
período de um ano devem ser estabelecidas na LOA.
IV. A política econômico-financeira e o plano de trabalho do governo
para um período de um ano devem ser estabelecidos na LDO.
Está correto o que consta APENAS em
(A) I.
(B) I e II.
(C) II.
(D) II, III e IV.
(E) III e IV.

I) Errado. A LDO é um instrumento intermediário entre o PPA e a LOA.

II) Correto. O Plano Plurianual é o instrumento de planejamento do Governo


Federal que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e
metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá
ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a
inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

III) Errado. As metas e as prioridades da administração pública para um


período de um ano devem ser estabelecidas na LDO.

IV) Errado. A política econômico-financeira e o plano de trabalho do governo


para um período de um ano devem ser estabelecidos na LOA.

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Logo, apenas o item II está correto.


Resposta: Letra C

79) (FCC – Assistente de CE- TCE/AM – 2008) A lei orçamentária anual


deve compreender o orçamento
(A) do Poder Executivo, somente.
(B) dos Poderes Executivo e Judiciário, somente.
(C) dos órgãos e entidades da administração direta e indireta, exceto o
orçamento da Seguridade Social.
(D) dos órgãos e entidades da administração direta e indireta, exceto o
orçamento das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
(E) de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

a) b) Erradas. O Poder Executivo consolida a LOA, mas ela compreende o


Orçamento de todos os Poderes e do Ministério Público.

c) Errada. O orçamento da Seguridade Social abrange todas as entidades e


órgãos a ela vinculados, tanto da Administração Direta como da Administração
Indireta.

d) Errada. A LOA também compreende os fundos e fundações instituídos pelo


Poder Público.

e) Correta. O orçamento de investimentos compreende as empresas que a


União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito
a voto.

Resposta: Letra E

80) (FCC - Analista Judiciário – Apoio Especializado - TRT- 18° Região-


2008) A Constituição Federal, no capítulo das Finanças Públicas e na
seção dos orçamentos, prevê que leis de iniciativa do Poder Executivo
estabelecerão:
I. o plano plurianual;
II. as diretrizes orçamentárias;
III. os orçamentos anuais.
É correto o que consta em
(A) II e III, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) I, II e III.
(D) I e II, apenas.
(E) III, apenas.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


“Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:

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I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais”.

Logo, é correto o que consta em I, II e III.


Resposta: Letra C

81) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRT 24ª – 2011)


Instrumento de planejamento utilizado no setor público no qual devem
ser estabelecidas, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e
as metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital
e outras delas decorrentes. Trata-se de
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei Orçamentária Anual.
(C) Orçamento Plurianual.
(D) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(E) Plano Diretor.

O Plano Plurianual é o instrumento de planejamento de médio prazo do


Governo Federal que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os
objetivos e as metas da Administração Pública Federal para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada.
Resposta: Letra A

82) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRT 24ª – 2011) As


metas e prioridades da Administração Pública, incluindo as despesas
de capital para o exercício subsequente, são definidas
(A) no Plano Plurianual.
(B) na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) no Orçamento Fiscal.
(D) no Plano de Investimento.
(E) no Orçamento de Investimentos.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
Resposta: Letra B

83) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 22ª – 2010) O


instrumento que compreende as metas e prioridades da administração
pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orienta a elaboração da lei orçamentária
anual, dispõe sobre as alterações na legislação tributária e estabelece

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a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento,


denomina-se
(A) Parceria Público-Privada.
(B) Plano Plurianual.
(C) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) Lei de Responsabilidade Fiscal.
(E) Fundo de Participação.

Segundo o § 2º do art. 165 da CF/1988:


“§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e
prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento”.
Resposta: Letra C

84) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 22ª – 2010) A Lei


Orçamentária Anual compreende o
(A) orçamento fiscal, as diretrizes orçamentárias e o orçamento de
investimento das empresas.
(B) plano plurianual, o orçamento fiscal e o orçamento de investimento
das empresas.
(C) plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento fiscal.
(D) orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e as diretrizes
orçamentárias.
(E) orçamento fiscal, o orçamento de investimento das empresas e o
orçamento da seguridade social.

A Lei Orçamentária Anual compreenderá o orçamento fiscal, o orçamento de


investimentos das empresas estatais e o orçamento da seguridade social.
Resposta: Letra E

85) (FCC – Analista Judiciário - Contabilidade – TRT 4ª – 2011) O


orçamento da seguridade social compreende SOMENTE as despesas
(A) correntes da previdência social, assistência social e saúde.
(B) nas funções previdência social, saúde e educação.
(C) nas funções previdência básica, saúde e assistência social.
(D) correntes da saúde e previdência básica e de capital da assistência
social.
(E) nas funções previdência social, assistência social e saúde.

O orçamento da seguridade social compreende somente as despesas nas


funções previdência social, assistência social e saúde.
Resposta: Letra E

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86) (FCC - Agente Administrativo – MPE/RS – 2010) A lei que


compreende as metas e prioridades da administração pública federal,
incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, é
(A) a Lei de Improbidade Administrativa.
(B) o Plano Plurianual.
(C) a Lei Orçamentária anual.
(D) a Lei de Responsabilidade Fiscal.
(E) a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
Resposta: Letra E

87) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRF 1ª – 2011) A Lei


Orçamentária Anual - LOA
(A) compreende apenas o orçamento fiscal referente aos Poderes da
União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e
indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(B) exclui o orçamento da seguridade social, que abrange órgãos da
administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações
instituídos e mantidos pelo poder público.
(C) não pode conter dispositivo que autorize a abertura de créditos
suplementares ou a contratação de operações de crédito.
(D) compreende também o orçamento de investimento das empresas
em que a União detenha a totalidade do capital social com direito a
voto.
(E) discrimina os recursos orçamentários e financeiros para o a
realização das metas e prioridades estabelecidas pela Lei de Diretrizes
Orçamentárias.

a) b) Erradas. A LOA compreende o orçamento fiscal, da seguridade social


e de investimento das estatais.

c) Errada. A LOA pode conter dispositivo que autorize a abertura de créditos


suplementares ou a contratação de operações de crédito. São as exceções ao
princípio da exclusividade.

d) Errada. A LOA compreende também o orçamento de investimento das


empresas em que a União detenha a maioria do capital social com direito a
voto.

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e) Correta. A LOA discrimina os recursos orçamentários e financeiros


considerando as disposições da LDO.

Resposta: Letra E

88) (FCC – Assessor - MPE/RS – 2008) Assinale a alternativa que


define corretamente uma das mudanças introduzidas no processo
orçamentário pela Constituição Federal de 1988.
(A) Recuperou a figura do planejamento na administração pública
brasileira, mediante a integração entre plano e orçamento por meio da
criação do Plano Plurianual (PPA) e da Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO).
(B) Concluiu o processo de modernização orçamentária, criando, além
do Orçamento Monetário, o Orçamento Fiscal e o Orçamento da
Seguridade Social.
(C) Restaurou a prerrogativa do Congresso Nacional de iniciativa de
proposição de lei em matéria orçamentária ao longo de todo o ciclo
orçamentário.
(D) Unificou o processo orçamentário, desde a definição de diretrizes
para o exercício financeiro subseqüente no PPA, até a aprovação da Lei
Orçamentária Anual (LOA).
(E) Eliminou a multiplicidade de peças orçamentárias, unificando-as no
Orçamento Fiscal.

a) Correta. A Constituição Federal de 1988 recuperou a figura do planejamento


na administração pública brasileira, com a integração entre plano e orçamento
por meio da criação do Plano Plurianual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias.

b) Errada. O orçamento monetário foi extinto.

c) Errada. A prerrogativa é apenas do Executivo para proposição de lei em


matéria orçamentária.

d) Errada. Não houve unificação do ciclo orçamentário no PPA e na LOA.


Temos ainda a LDO e diversos instrumentos infralegais.

e) Errada. Há, além do Orçamento Fiscal, os Orçamentos da Seguridade


Social e de Investimento das Estatais.

Resposta: Letra A

89) (FCC – Assessor - MPE/RS – 2008) Considere as afirmações em


relação ao Orçamento Público no Brasil.
I. A Lei Orçamentária Anual compreenderá o orçamento fiscal, o
orçamento de investimento das empresas em que o Estado, direta ou

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indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto e


o orçamento da seguridade social.
II. A Lei de Diretrizes Orçamentárias tem a finalidade de nortear a
elaboração dos orçamentos anuais de forma a adequá-los às diretrizes,
objetivos e metas da administração pública, estabelecidos no plano
plurianual.
III. O Plano Plurianual é um plano de médio prazo, através do qual
procura-se ordenar as ações do governo que levem à realização dos
objetivos e metas fixadas para um período de cinco anos.
IV. A Lei dos Orçamentos Anuais é o instrumento utilizado para a
conseqüente materialização do conjunto de ações e objetivos que
foram planejados visando ao atendimento e bem-estar da coletividade.
V. A Lei de Diretrizes Orçamentárias compreenderá as metas e
prioridades da administração pública.
São verdadeiras APENAS as afirmações
(A) II e IV.
(B) I, II, IV e V.
(C) II e III.
(D) I, IV e V.
(E) I, II e III.

I) Correto. Segundo o §5º do art. 165 da CF/1988, a LOA compreenderá:


 O orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos
e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público;
 O orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
 O orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e
órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como
os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

II) Correto. A LDO é o elo entre o Plano Plurianual e a Lei Orçamentária Anual.

III) Errado. O Plano Plurianual é um plano de médio prazo, através do qual


procura-se ordenar as ações do governo que levem à realização dos objetivos
e metas fixadas para um período de quatro anos.

IV) Correto. A Lei dos Orçamentos Anuais é o orçamento propriamente dito,


logo a LOA é a materialização por meio de ações dos programas que foram
previstos no PPA, visando ao atendimento e bem-estar da coletividade.

V) Correto. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e

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estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de


fomento.

Logo, são verdadeiras apenas as afirmações I, II, IV e V.


Resposta: Letra B

90) (FCC - Analista de Controle Externo – Orçamento e Finanças -


TCE/AP – 2012) Conforme o artigo 165 da Constituição Federal "a lei
[...] estabelecerá, de forma regionalizada, [...] objetivos e metas da
administração pública federal para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração
continuada", cujos princípios básicos devem incluir a identificação
clara dos objetivos e das prioridades do governo, garantia de
transparência e gestão orientada para resultados. No ciclo
orçamentário tal lei será a:
a) de Diretrizes Orçamentárias.
b) do Orçamento Anual.
c) do Plano Plurianual.
d) do Plano de Desenvolvimento Nacional.
e) do Plano de Aceleração do Crescimento.

Segundo o § 1º do art. 165 da CF/1988:


"§ 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma
regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada".
Resposta: Letra C

91) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/1ª Região – 2011)


Consoante Lei Complementar no 101/2000, a dotação para
investimento com duração superior a um exercício financeiro somente
será consignada na Lei Orçamentária desde que:
a) esteja prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou nos créditos
suplementares e especiais.
b) esteja prevista no Plano Plurianual ou em lei que autorize a sua
inclusão.
c) conste no programa de governo, classificada em despesa de capital,
e esteja prevista no Plano Plurianual e na Lei de Diretrizes
Orçamentárias.
d) conste no Orçamento de Investimento e esteja classificada em
despesa de Capital.
e) esteja prevista no Plano Plurianual e classificada em despesa de
capital, com recursos financeiros suficientes para sua execução.

A lei orçamentária não consignará dotação para investimento com duração


superior a um exercício financeiro que não esteja previsto no plano

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plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão, conforme disposto no §


1° do art. 167 da Constituição.
As demais alternativas não fazem sentido nenhum.
Resposta: Letra B

92) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRT/11 - 2012) Com


relação à Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, considere as
afirmativas a seguir:
I. Uma das funções básicas da LDO é estabelecer a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
II. Na LDO são definidas prioridades na forma de programas e ações,
os quais terão precedência na alocação dos recursos no projeto e na
Lei Orçamentária Anual e na sua execução, não se constituindo,
todavia, em limite à programação da despesa.
III. A LDO não pode dispor sobre alterações na legislação tributária.
IV. A LDO estabelece diretrizes, objetivos e metas da administração
pública para programas de duração continuada, sendo componente
básico de planejamento estratégico governamental.
V. A LDO deve orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual, bem
como sua execução.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I, II e III e IV.
(B) I, II e V.
(C) I, III e IV.
(D) II, III, IV e V.
(E) II, III e V.

I) Correto. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.

II) Correto. Na LDO são definidas as metas e prioridades. Como são


prioridades, terão precedência na alocação dos recursos no projeto e na Lei
Orçamentária Anual e na sua execução. Entretanto, não se constituem em
limite à programação da despesa, ou seja, a programação na elaboração da
LOA permanece “livre”, desde que respeitadas as prioridades.

III) Errado. A LDO disporá sobre alterações na legislação tributária.

IV) Errado. O PPA estabelece diretrizes, objetivos e metas da administração


pública para programas de duração continuada, sendo componente básico de
planejamento estratégico governamental.

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V) Correto. É literal o dispositivo constitucional que determina que a LDO deva


orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual. Porém, observando todas as
normas constitucionais e da Lei de Responsabilidade Fiscal, podemos concluir
que as normas da LDO influem diretamente na execução orçamentária.

Logo, está correto o que se afirma apenas em I, II e V.


Resposta: Letra B

93) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRE/PR - 2012) A lei


que instituir o Plano Plurianual:
(A) compreenderá as metas e prioridades da administração, incluindo
as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente e
disporá sobre as alterações na legislação tributária.
(B) conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da
programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes no
anexo de Metas Fiscais.
(C) estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e
metas da administração para as despesas de capital e outras dela
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
(D) poderá autorizar a realização de operação de crédito para
pagamento de despesas com pessoal.
(E) compreenderá o orçamento da seguridade social, abrangendo
todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta
ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos
pelo Poder Público.

a) Errada. A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração,


incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente e
disporá sobre as alterações na legislação tributária.

b) Errada. O PPA não tem tal atribuição. No estudo da LRF, sempre que
previsto em edital, é visto que é a LOA que conterá, em anexo, demonstrativo
da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas
constantes no anexo de Metas Fiscais da LDO.

c) Correta. O PPA estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes,


objetivos e metas da administração para as despesas de capital e outras dela
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

d) Errada. O PPA não tem o condão de autorizar a realização de operação de


crédito.

e) Errada. A LOA compreenderá o orçamento da seguridade social,


abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração
direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo
Poder Público.

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Resposta: Letra C

94) (FCC – Analista – Administração –MPE/RN - 2012) A proposta


orçamentária, nos termos da Lei Federal no 4.320/1964, será
encaminhada ao Poder Legislativo
(A) pelo Sistema de Controle Interno do Poder Executivo até quatro
meses antes do encerramento do exercício financeiro.
(B) pelo Órgão de Assessoramento e Planejamento Orçamentário do
Poder Executivo até quatro meses antes do encerramento do exercício
financeiro.
(C) pelo Poder Executivo, nos prazos estabelecidos na respectiva
Constituição ou na Lei Orgânica do Município.
(D) por qualquer um dos Poderes nos prazos estabelecidos no âmbito
de cada ente da federação.
(E) pela Administração Direta compreendendo demais órgãos da
administração, até quatro meses antes do encerramento do exercício
financeiro.

De acordo com o art. 22, caput, da Lei 4320/1964, a proposta orçamentária


que o Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo nos prazos
estabelecidos nas Constituições e nas Leis Orgânicas dos Municípios,
compor-se-á (...).
Resposta: Letra C

95) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/15 - 2013) Nos


termos da Lei nº 4.320/64, classificam-se como investimentos as
dotações para o planejamento e execução de obras, como as
destinadas à construções de fóruns para o TRT da 15ª Região. No caso,
é vedado consignar dotação para investimento com duração superior a
um exercício financeiro que não esteja previsto
(A) na Lei Orçamentária Anual ou em lei que autorize a sua inclusão.
(B) na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou em lei que autorize a sua
inclusão.
(C) no Plano Plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão.
(D) no Anexo de Metas Fiscais ou em lei que autorize a sua inclusão.
(E) no Anexo de Riscos Fiscais ou em lei que autorize a sua inclusão.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º,
da CF/1988).
Resposta: Letra C

96) (FCC – Auditor Público Externo – Todos os Cargos - TCE/RS -


2014) De acordo com o artigo 2º, parágrafo primeiro da Lei nº

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4.320/1964, integrarão à Lei de Orçamento o Sumário Geral da Receita


e da Despesa, respectivamente, por
(A) Fonte e Vinculação de Despesa.
(B) Fonte e Funções de Governo.
(C) Categoria Econômica e Programa de Governo.
(D) Destinação de Recurso e Ações de Governo.
(E) Categoria Econômica e Subfunção de Governo.

Deve integrar a LOA, obrigatoriamente, segundo os §§ 1º e 2º também do art.


2º da referida Lei:
_ Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo.
_ Quadro demonstrativo da receita e da despesa segundo as categorias
econômicas;
_ Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação.
_ Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração.

Resposta: Letra B

97) (FCC – Auditor Público Externo – Contabilidade - TCE/RS - 2014)


Cabe à Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO estabelecer
(A) normas de gestão financeira e patrimonial.
(B) metas e prioridades para a Administração Pública Federal.
(C) diretrizes, objetivos e metas para a Administração Pública Federal.
(D) diretrizes e metas para elaboração do PPA.
(E) normas para instituição e funcionamento de fundos.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, §
2º, da CF/1988).
Resposta: Letra B

98) (FCC – Auditor Público Externo – Todos os Cargos - TCE/RS -


2014) O demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e
despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e
benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia deve
acompanhar
(A) o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.
(B) o Balanço Orçamentário.
(C) a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) o Plano Plurianual.
(E) o Projeto de Lei Orçamentária Anual.

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O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo


regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções,
anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e
creditícia (art. 165, § 6º, da CF/1988).
Resposta: Letra E

99) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa –TRT/12- 2013) A Lei


de Diretrizes Orçamentárias, nos termos do que prevê o § 2º do art.
165 da Constituição Federal brasileira,
(A) compreenderá as despesas de capital para os três exercícios
subsequentes.
(B) não poderá dispor sobre as alterações na legislação tributária.
(C) excluirá as despesas de capital das metas da administração pública
federal.
(D) orientará a elaboração do plano plurianual.
(E) estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras
oficiais de fomento.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política
de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, §
2º, da CF/1988).

Analisando as alternativas:

a) Errada. A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração


pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente.

b) Errada. A LDO disporá sobre as alterações na legislação tributária.

c) Errada. A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração


pública federal, incluindo as despesas de capital.

d) Errada. A LDO orientará a elaboração da lei orçamentária anual.

e) Correta. A LDO estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras


oficiais de fomento.

Resposta: Letra E

100) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade –TRT/12- 2013) Nos


termos da Constituição Federal de 1988, é instrumento de

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planejamento que tem, entre suas funções, a de reduzir desigualdades


inter-regionais, segundo o critério populacional,
(A) o Fundo de Participação dos Municípios.
(B) o Orçamento da Seguridade Social.
(C) o Orçamento Fiscal dos Órgãos e Entidades da Administração
Direta e Indireta.
(D) o Plano Diretor.
(E) a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Segundo o § 7º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional.

O orçamento da seguridade social não tem a função de reduzir desigualdades


inter-regionais, segundo critério populacional.

Resposta: Letra C

E aqui terminamos nossa aula demonstrativa.

Segue ao final de cada aula o “memento do concurseiro”. O memento é


apenas um lembrete dos principais pontos do conteúdo abordado.
Logo, é uma diretriz para o estudante, porém recomendo que você o
complemente de acordo com suas necessidades, por meio do “Complemento
do aluno” e não deixe de constantemente consultar o conteúdo da aula. Não
se prenda apenas ao memento.

Segue, também, a lista de questões comentadas e os seus respectivos


gabaritos.

Na próxima aula trataremos do Ciclo ou Processo Orçamentário.

Espero você lá!

Forte abraço!

Sérgio Mendes

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MEMENTO 0

PPA

Estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas (DOM) da


administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e
para as relativas aos programas de duração continuada.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser


iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão,
sob pena de crime de responsabilidade.

Assim como a LDO, é inovação da CF/1988.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição


serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso
Nacional.

LDO

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das
agências financeiras oficiais de fomento.

A CF/1988 determina que a lei de diretrizes orçamentárias considere as alterações na


legislação tributária, mas a LDO não pode criar, aumentar, suprimir, diminuir ou
autorizar tributos, o que deve ser feito por outras leis. Também não existe regra
determinando que tais leis sejam aprovadas antes da LDO.

Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei
complementar.
§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de
cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a
admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da
administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder
público, só poderão ser feitas:
I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções
de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas
as empresas públicas e as sociedades de economia mista.

LOA

A lei orçamentária anual compreenderá:


I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e
entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público;
II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou

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indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;


III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a
ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações
instituídos e mantidos pelo Poder Público.

Os orçamentos fiscais e de investimentos das estatais, compatibilizados com o plano


plurianual, terão entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais,
segundo critério populacional.

O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do


efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões,
subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia (art. 165, § 6º, da
CF/1988).

É vedada a utilização, sem autorização legislativa específica, de recursos dos


orçamentos fiscal e da seguridade social para suprir necessidade ou cobrir déficit de
empresas, fundações e fundos, inclusive daqueles que compõem os próprios
orçamentos fiscal, de investimentos das estatais e da seguridade social.

A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos


Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à
saúde, à previdência e à assistência social.

O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos que possuem receitas


e despesas públicas relacionadas à seguridade social (previdência, assistência e
saúde) e não apenas àqueles diretamente relacionados à seguridade social, como os
hospitais que atendem ao Sistema Único de Saúde (SUS).

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LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA

1) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Será


inconstitucional a lei de iniciativa da Câmara dos Deputados que estabelecer as
diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro subsequente.

2) (CESPE – Agente Administrativo - CADE – 2014) O papel desempenhado


pela lei de diretrizes orçamentárias é de fundamental importância para a
integração entre o plano plurianual e o orçamento anual.

3) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) A LDO orienta a


elaboração da LOA e auxilia na coerência entre o PPA e a LOA.

4) (CESPE – Agente Administrativo – MDIC – 2014) Uma obra cuja execução


esteja limitada a um exercício financeiro poderá ser iniciada sem a sua prévia
inclusão no plano plurianual.

5) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) A norma legal que


institui o orçamento público anual deve definir, de forma regionalizada, as
despesas para custear os investimentos em programas de duração continuada.

6) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) Considere que


os Poderes Executivo e Judiciário tenham firmado convênio para expandir a
presença da justiça no interior do país, em resposta ao aumento da
criminalidade, ficando o Poder Executivo responsável pela construção de novas
edificações para o funcionamento conjunto de órgãos do Poder Judiciário e da
defensoria pública. Nessa situação, apesar de o convênio ter sido firmado
durante a vigência de um PPA que não previa essas despesas, cuja duração
seria superior a um exercício financeiro, não é necessária a alteração imediata
do PPA, bastando a inclusão desse novo item de gasto na LOA em vigência.

7) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) Dada a


realização, no Brasil, de eventos como a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 e
dos Jogos Olímpicos de 2016, cogitou-se a imediata necessidade de
investimentos com execução superior a único exercício financeiro. Assim, para
que projetos relativos a esses eventos possam ser imediatamente iniciados, é
suficiente a alteração da LOA vigente mediante cláusula que preveja inclusão
desses investimentos nas leis orçamentárias posteriores.

8) (CESPE – Analista – Finanças e Controle - MPU – 2015) De acordo com a


Constituição Federal, os planos e os programas nacionais, regionais e setoriais
devem ser elaborados em consonância com o plano plurianual (PPA) e
apreciados pelo Congresso Nacional. Devido à sua relação com o PPA, os
programas nacionais, regionais e setoriais não podem ter duração superior a
quatro anos.

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9) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) Na CF, é prevista,


para áreas específicas, a elaboração de planos nacionais de desenvolvimento,
que, por sua importância, seguem uma dinâmica própria, independentemente
de adequação ao PPA.

10) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Conforme


determinação da CF, o plano plurianual deve ser elaborado em consonância
com os planos e programas nacionais, regionais e setoriais. A explicação para
essa vinculação reside no fato de que tais planos e programas apresentam
maior duração e são mais específicos.

11) (CESPE –Analista Técnico-Administrativo - SUFRAMA – 2014) A vigência


das diretrizes orçamentárias é restrita ao exercício financeiro correspondente à
lei orçamentária anual a que elas se refiram.

12) (CESPE – Analista Administrativo – ANTAQ – 2014) A existência de


dotação orçamentária prévia para se atender às projeções de despesa de
pessoal e aos acréscimos dela decorrentes é condição necessária e suficiente
para a contratação de pessoal pelos órgãos e entidades da administração
pública direta.

13) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) A lei de diretrizes


orçamentárias, instrumento de planejamento da atividade financeira para o
exercício financeiro subsequente, objetiva dispor sobre as alterações na
legislação tributária e estabelecer a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.

14) (CESPE – Analista – Serviços Técnicos e Administrativos– TCDF – 2014) A


aprovação de ato de empresa pública que, em decorrência da alteração da
estrutura de carreiras de seu quadro de pessoal, resulte em aumento de
despesas depende de autorização específica para tal na lei de diretrizes
orçamentárias.

15) (CESPE – Auditor – FUB - 2015) A lei orçamentária anual é composta dos
orçamentos: fiscal, seguridade social e investimento das estatais.

16) (CESPE – Administrador – FUB - 2015) O processo orçamentário brasileiro


é direcionado principalmente por três leis distintas: o plano plurianual com
maior vigência, a lei de diretrizes orçamentárias em conjunto com o anexo de
metas e riscos fiscais e, por fim, a lei orçamentária anual, na qual se incluem o
orçamento fiscal, o de seguridade social e o de investimentos das empresas.

17) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) A função de reduzir


desigualdades inter-regionais, atribuída aos orçamentos, orienta a elaboração
do orçamento da seguridade social no sentido de destinar proporcionalmente

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maiores números e valores de benefícios previdenciários para as regiões mais


pobres do país.

18) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Ações e serviços


públicos de saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), são
financiados pelas três esferas da administração e integram uma rede
regionalizada e hierarquizada, razões pelas quais seus recursos e aplicações
estão englobados no orçamento da seguridade social, no âmbito da União.

19) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014)


Entre as partes que compõem a lei orçamentária anual (LOA), está o sumário
geral da receita por fontes e da despesa por funções de governo.

20) (CESPE – Administrador – Polícia Federal – 2014) Os quadros que contêm


os planos de aplicação dos fundos especiais não integram a lei orçamentária
anual.

21) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – CNJ - 2013) Considerando que


João seja responsável pela elaboração da proposta orçamentária de um
tribunal federal, que irá compor o projeto de lei orçamentária anual (LOA) para
2014. Se o tribunal pretende inserir na LOA uma despesa com benefício
médico destinado aos servidores, João deverá classificá-la como constante no
orçamento da seguridade social.

22) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/10 – 2013) Em virtude


das fortes diferenças regionais existentes no país, a CF impôs a regionalização
do PPA com base na divisão tradicional das cinco regiões brasileiras.

23) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCE/ES – 2012) Suponha que


determinado governo estadual desenvolva, sem a inclusão de despesas de
capital, um programa permanente destinado a conceder incentivos a
permanência dos alunos nos cursos de ensino médio ate a sua conclusão.
Nesse caso, para que o programa seja colocado em pratica, não será
necessária a sua previsão no plano plurianual.

24) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCDF – 2012) Considerando os


mecanismos básicos de atuação do Estado nas finanças públicas, julgue o
seguinte item.
Um projeto de construção de barragens para prevenir desastres naturais não
incluído no plano plurianual não poderá ser executado, ainda que sua execução
restrinja-se a um exercício financeiro.

25) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) O orçamento público, que


mantém interação com a LDO e o PPA, pode ser considerado instrumento de
planejamento das ações de governo.

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26) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A LDO


federal compreende o orçamento das empresas estatais nas quais a União
detém a maioria do capital social com direito a voto.

27) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) Os planos e


programas regionais e setoriais previstos na Constituição Federal são
elaborados em consonância com a LDO.

28) (CESPE – Analista Administrativo – MPU – 2010) Para que se atinja o


equilíbrio distributivo e se reduzam as possíveis desigualdades inter-regionais,
o orçamento fiscal deve ser compatível com o plano plurianual.

29) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) À LDO, que contempla o


período de quatro anos de mandato político, tal como a lei que institui o PPA,
cabe, de acordo com a CF, orientar a elaboração da LOA.

30) (CESPE – Analista Judiciário – Administração - TRE/BA – 2010) O TRE/BA


recebe dotações de recursos unicamente do orçamento fiscal, não podendo
executar despesas que são do orçamento da seguridade social, pois não é
órgão ou entidade das áreas de saúde, previdência social nem de assistência
social.

31) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) A fim de


reduzir as desigualdades socioeconômicas entre as cinco regiões geográficas
brasileiras, o PPA deve ser apresentado de forma regionalizada,
necessariamente segundo o padrão tradicional de divisão regional: Sul,
Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

32) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Embora deva ser


compatível com o PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) contém
matérias que, por sua própria natureza, não devem constar do PPA.

33) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) A elaboração


do orçamento compreende o estabelecimento de plano de médio prazo (quatro
anos) ou PPA; lei orientadora ou lei de diretrizes orçamentárias (LDO); e
orçamento propriamente dito ou LOA.

34) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A lei de


diretrizes orçamentárias (LDO) compreende as metas e prioridades da
administração pública federal para as despesas correntes, excluindo-se as
despesas de capital.

35) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - TRE/MS – 2013) O


orçamento anual constitui princípio orientador para a elaboração das diretrizes
orçamentárias.

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36) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) O PPA é


adotado como referência para a elaboração dos demais planos previstos na
Constituição Federal, a fim de garantir a coerência do planejamento
orçamentário.

37) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A LDO tem a


função constitucional de reduzir desigualdades inter-regionais.

38) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) O PPA contempla o


planejamento para quatro anos de governo, iniciando-se no segundo ano de
mandato presidencial e terminando no primeiro ano de mandato do chefe do
Poder Executivo subsequente.

39) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) A LOA federal


compreenderá o orçamento fiscal das empresas estatais nas quais a União
detenha a maioria do capital social com direito a voto.

40) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Na lei que instituir o PPA
constarão despesas de capital e outras delas decorrentes.

41) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) O PPA é o instrumento que


expressa o planejamento do governo federal para um período de quatro anos.
Por sua complexidade, o PPA restringe-se à esfera federal, não contemplando
desdobramentos a níveis estadual nem municipal.

42) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) Os planos e programas


nacionais, regionais e setoriais, previstos na CF, devem ser elaborados em
consonância com a LDO e apreciados pelo MPU.

43) (CESPE - Analista de Orçamento - MPU - 2010) De acordo com a


Constituição Federal de 1988 (CF), a LDO disporá sobre as alterações na
legislação tributária e orientará a elaboração do Plano Plurianual (PPA).

44) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – CNJ - 2013) Considerando que


João seja responsável pela elaboração da proposta orçamentária de um
tribunal federal, que irá compor o projeto de lei orçamentária anual (LOA) para
2014. Com vistas a assegurar a execução do orçamento proposto, após o envio
da proposta orçamentária destinada a compor a lei orçamentária para 2014, o
tribunal deverá inserir todas as metas e prioridades no projeto de lei de
diretrizes orçamentárias para 2014.

45) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) Caso a União


tenha concedido subsídios às empresas instaladas em uma região cujo
desenvolvimento econômico seja foco de atenção do país, será necessário que,

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no projeto de LOA, conste o demonstrativo regionalizado com os efeitos dessa


política sobre as receitas e as despesas.

46) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A LDO trata


das alterações da legislação tributária com impacto nas receitas previstas.

47) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – CNJ - 2013) O orçamento


fiscal e o de investimento, compatibilizados com o Plano Plurianual, têm entre
suas funções a redução de desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional.

48) (FGV - Analista Judiciário – Apoio Judiciário e Administrativo – TJ/GO –


2014) A Constituição previu que a realização da despesa pública será
precedida pela apreciação de três leis orçamentárias, das quais o Plano
Plurianual (PPA) é a mais estratégica. O PPA foi concebido para ser um
instrumento de planejamento estratégico na medida em que:
a) dispensa as metas e objetivos da Administração Pública Federal de
aprovação pelo Congresso Nacional;
b) estabelece um acordo político para além do mandato presidencial, que vai
orientar a formulação das leis orçamentárias e os planos setoriais e regionais;
c) dificulta a execução das políticas públicas por parte dos órgãos da
Administração Pública Federal;
d) estabelece um prazo-limite de noventa dias para que todas as verbas sejam
executadas por parte dos órgãos da Administração Pública Federal;
e) constrói um compromisso político entre os Poderes Executivo e Judiciário.

49) (FGV – Analista Judiciário - Administração – TJ/AM – 2012) Os


instrumentos de planejamento utilizados na administração pública são
definidos como: Plano Plurianual (PPA); Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO);
Lei de Orçamento Anual (LOA).

A esse respeito, leia o fragmento a seguir.


“A lei _____ compreenderá _____ e prioridades da administração pública
federal, incluindo as _____ de capital para o exercício financeiro subsequente,
orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações
na legislação _____ e estabelecerá a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.”.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do fragmento


acima.
(A) de diretrizes orçamentárias - as metas – despesas – tributária
(B) de orçamento Anual - as metas – receitas – orçamentária
(C) do Plano Plurianual - as metas – despesas – orçamentária
(D) diretrizes orçamentárias - as metas – receitas– orçamentária
(E) diretrizes orçamentárias - as metas – despesas – tributária

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50) (FGV – Auditor Substituto de Conselheiro – TCM/PA - 2008) Assinale a


alternativa que indique corretamente a lei que estabelece as metas e
prioridades da administração, incluindo as despesas de capital para o exercício
subsequente, bem como dispõe sobre as alterações na legislação tributária.
(A) Lei Orçamentária Anual
(B) Lei de Crédito Adicional
(C) Lei Específica de Alteração do PPA
(D) Lei de Diretrizes Orçamentárias
(E) Lei do Plano Plurianual de Investimentos

51) (FCC – Analista – Contabilidade – CNMP - 2015) Anualmente, cada ente da


federação envia ao respectivo Poder Legislativo, projeto de lei orçamentária
anual. Nos termos da Constituição Federal, entre outros, compõe a lei
orçamentária anual:
(A) o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo poder público.
(B) o orçamento fiscal da administração direta da União, seus fundos e órgãos,
inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(C) os planos e programas nacionais, regionais e setoriais elaborados em
consonância com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias.
(D) o orçamento de investimento das empresas estatais independentes em que
a União, direta ou indiretamente, participe do capital social.
(E) a programação financeira e o cronograma de execução mensal de
desembolso da administração direta e indireta, e dos fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo poder público.

52) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB - 2015) O


instrumento de planejamento pelo qual devem ser previstos os objetivos,
diretrizes e metas da Administração pública para as despesas relativas aos
programas de duração continuada é o
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) Lei Orçamentária Anual.
(D) Plano Diretor.
(E) Anexo de Riscos Fiscais.

53) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Administração - MPTC/SC – 2014)


Analise o texto abaixo:
_______________ estabelece para um período de médio prazo as diretrizes,
os objetivos e as metas da administração pública federal para as despesas de
capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
a) O Plano Plurianual
b) A Constituição Federal de 1988

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c) A Lei de Diretrizes Orçamentárias


d) A Lei do Médio Prazo Orçamentário
e) A Lei de Diretrizes e Bases Financeiras

54) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Administração - MPTC/SC – 2014)


Analise o texto abaixo:
____________________compreende as metas e prioridades da administração
pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, orienta a elaboração da lei orçamentária anual, dispõe sobre as
alterações na legislação tributária e estabelece a política de aplicação das
agências financeiras oficiais de fomento.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
a) O Plano Plurianual
b) A Lei Orçamentária Ampla
c) A Lei do Médio Prazo Orçamentário
d) A Lei de Diretrizes e Bases Financeiras
e) A Lei de Diretrizes Orçamentárias

55) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Administração - MPTC/SC – 2014)


A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) consiste em um elemento
fundamental do Orçamento Público, é anual, e deverá:
1. orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual.
2. estabelecer a política de distribuição dos recursos financeiros aos Bancos
Nacionais.
3. dispor sobre as alterações na legislação tributária.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.


a) É correta apenas a afirmativa 1.
b) É correta apenas a afirmativa 3.
c) São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
d) São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
e) São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.

56) (FEPESE – Analista de Contas Públicas - Direito - MPTC/SC – 2014) Analise


as afirmativas abaixo de acordo com a Lei nº 4320, de 1964.
1. Quadro demonstrativo da Receita e Despesa segundo as Categorias
Econômicas
2. Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação
3. Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração
4. Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.


a) São corretas apenas as afirmativas 1 e 4.
b) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
c) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
d) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.

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e) São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.

57) (FUNCAB – Técnico em Contabilidade - MPE/RO -2012) Sobre o Plano


Plurianual, pode-se afirmar que estabelece:
a) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de capital,
alterações da legislação tributária, assim como para as despesas de programas
de duração continuada, de forma regionalizada, elaborada no primeiro
exercício do mandato, para os quatro exercícios seguintes.
b) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de capital e
outras dela decorrentes, assim como para as de programas de duração
continuada, de forma unificada, para os quatro exercícios do mandato.
c) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de capital e
outras dela decorrentes, assim como normas para transferências de recursos
para entidades públicas e privadas, de forma unificada, elaborada no primeiro
exercício do mandato, para os quatro exercícios seguintes.
d) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de capital e
outras dela decorrentes, assim como para as de programas de duração
continuada, de forma regionalizada, elaborada no primeiro exercício do
mandato, para os quatro exercícios seguintes.
e) diretrizes, objetivos e metas da administração para as despesas de capital e
outras dela decorrentes, normas para transferências de recursos para
entidades públicas e privadas, as destinações para a seguridade, anualizadas e
regionalizadas, assim como alinhadas às premissas e objetivos econômicos da
política nacional, para os quatro exercícios do mandato.

58) (FUNCAB – Técnico em Contabilidade - MPE/RO -2012) No que se refere às


políticas de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento, com base
no texto constitucional, pode-se afirmar que:
a) constam no Plano Plurianual.
b) influenciam na elaboração do orçamento, mas não constam nas Leis
Orçamentárias.
c) são estabelecidas no PPA.
d) não envolvem o PPA ou a LDO, mas afetam a execução orçamentária.
e) são estabelecidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.

59) (VUNESP – Analista Judiciário - Economia – TJ/PA – 2014) Segundo a


Constituição Federal, nenhum investimento, cuja execução ultrapasse um
exercício financeiro, poderá ser iniciado sem prévia inclusão no(a)
______________ , ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade. A lacuna da frase será corretamente preenchida por:
(A) Lei de Diretrizes Orçamentárias
(B) Orçamento Anual
(C) Plano de Ação Governamental
(D) Plano de Aceleração do Crescimento
(E) Plano Plurianual

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60) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO – 2015) De


acordo com a Constituição Federal, a atribuição para
I. estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada, bem
como
II. fixar as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as
despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientar a
elaboração da lei orçamentária anual, dispor sobre as alterações na legislação
tributária e estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais
de fomento
São, respectivamente, da
(A) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(B) I. Lei que estabelece Orçamento Anual e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(C) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.
(E) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.

61) (FCC – Auditor –TCE/SP - 2013) Consoante artigo 165 da Constituição


Federal há três leis orçamentárias, todas de iniciativa do Executivo: o Plano
Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária
Anual (LOA). Sobre elas, é correto afirmar:
(A) O Plano Plurianual (PPA), cuja lei instituidora vigora durante um triênio,
estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
administração pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes e
para as relativas aos programas de duração continuada.
(B) São anuais as Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o Orçamento Anual
(LOA). O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deve ser
encaminhado ao Poder Legislativo até oito meses e meio antes do
encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o
encerramento do primeiro período da sessão legislativa.
(C) A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tem natureza de lei complementar
e compreende as metas e prioridades da Administração pública, incluindo as
despesas de capital para o exercício financeiro subsequente; orienta a
elaboração da lei orçamentária anual; dispõe sobre as alterações na legislação
tributária e estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais
de fomento.
(D) A vigência da Lei Orçamentária Anual (LOA) não coincide com o exercício
financeiro. Já a da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) coincide.
(E) O projeto do Plano Plurianual (PPA) deve ser encaminhado

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ao Poder Legislativo até oito meses antes do encerramento do primeiro


exercício financeiro do mandato do Chefe do Poder Executivo e devolvido para
sanção até o encerramento da sessão legislativa.

62) (FCC – Analista – Contabilidade –MPE/RN - 2012) As diretrizes, objetivos e


metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada serão
estabelecidas na Lei
(A) de Diretrizes Orçamentárias com vigência anual.
(B) Orçamentária Anual.
(C) do Plano Plurianual que terá vigência durante o mandato do governante.
(D) de Orçamento e Investimento, cuja execução ultrapasse um exercício
financeiro.
(E) do Plano Plurianual com vigência de quatro anos.

63) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRF/2 - 2012) É o plano de


médio prazo, por meio do qual procura-se ordenar as ações do governo que
levem ao atingimento dos objetivos e metas fixados para um período de quatro
anos, ao nível do governo federal, estadual e municipal:
(A) de orçamento anual.
(B) de Diretrizes Orçamentárias.
(C) plurianual.
(D) de Responsabilidade Fiscal.
(E) de Orçamento Fiscal.

64) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa -TRT/6 - 2012) Em relação ao


Plano Plurianual, considere:
I. Lei que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas
da administração pública federal para as despesas correntes e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
II. Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro
poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Plano Plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.
III. Lei que dispõe sobre o Plano Plurianual estabelece as normas relativas ao
controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com
recursos dos orçamentos e das operações de créditos para as despesas de
capital.
IV. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta
Constituição serão elaborados em consonância com o Plano Plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional.
Está correto o que se afirma apenas em
(A) II e III.
(B) III e IV.
(C) II e IV.
(D) I e III.
(E) I e II.

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65) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa -TRF/2 - 2012) O orçamento


fiscal refere-se
(A) ao PPA − Plano Plurianual, à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei de
Orçamentos Anuais.
(B) aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, exceto seus fundos, órgãos
e entidades da administração direta e indireta inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo poder público.
(C) ao orçamento de investimento das empresas em que o Estado, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.
(D) ao orçamento de seguridade social, exceto as entidades e órgãos a ela
vinculados, da administração direta ou indireta.
(E) aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, seus fundos, órgãos e
entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo poder público.

66) (FCC – Analista – Contabilidade –MPE/RN - 2012) A Constituição Federal


de 1988 estabelece que a Lei Orçamentária Anual compreenderá três tipos de
orçamentos:
(A) Orçamento das receitas e despesas, de Investimento em obras e
instalações, em compatibilidade com o Plano Plurianual, e da Previdência
Social.
(B) Orçamento da Administração Direta e Indireta, de Investimento em obras e
instalações, em compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, e da
Previdência Social.
(C) Orçamento fiscal, de Investimento das Empresas Estatais, e da Seguridade
Social.
(D) Orçamento Corrente e de Capital, Investimento das Empresas Estatais e da
Seguridade Social.
(E) Orçamento de Investimento, de Custeio e Transferências Correntes e de
Capital.

67) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade -TRT/6 - 2012) A lei


orçamentária anual compreenderá três tipos de orçamentos: fiscal, de
investimento e o da seguridade social. Está em conformidade com o disposto
no artigo 165 da Constituição Federal:
(A) orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a minoria do capital social com direito a voto.
(B) orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a
ela vinculados, apenas da administração direta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.
(C) orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e
entidades apenas da administração indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público.

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(D) orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e
entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público.
(E) orçamento da seguridade social, referente aos Poderes da União,
abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, bem como os
fundos, empresas estatais e fundações instituídos e mantidos pelo Poder
Público.

68) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 24ª – 2011) Por força do
disposto na Constituição Federal, a lei orçamentária anual
(A) compreenderá metas e prioridades da Administração Pública Federal,
incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro.
(B) compreenderá o orçamento fiscal, apenas.
(C) compreenderá o orçamento fiscal, o de investimentos das empresas
estatais e o da seguridade social.
(D) disporá sobre as alterações na legislação tributária.
(E) compreenderá e estabelecerá a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.

69) (FCC – Assessor - MPE/RS – 2008) Com relação ao orçamento fiscal, no


âmbito da Lei Orçamentária Anual (LOA), assinale a alternativa correta.
(A) Inclui os poderes da União, os órgãos e entidades, fundos, autarquias e
fundações instituídas e mantidas pela União, além das empresas públicas e
sociedades de economia mista em que a União, direta ou indiretamente,
detenha a maioria do capital social com direito a voto e que recebam desta
quaisquer recursos que não sejam provenientes de participação acionária,
pagamento de serviços prestados e transferências para aplicação em
programas de financiamento.
(B) Inclui os poderes da União, os órgãos e entidades a quem compete
executar ações nas áreas de saúde, previdência e assistência social, quer
sejam da administração direta ou indireta, bem como seus fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo poder público, além das empresas públicas e
sociedades de economia mista em que a União, direta ou indiretamente,
detenha a maioria do capital social com direito a voto.
(C) Inclui todos os órgãos e entidades, fundos, autarquias e fundações
instituídas e mantidas pela União, além das empresas públicas e sociedades de
economia mista em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria
do capital social com direito a voto.
(D) Inclui os poderes da União, os órgãos e entidades, fundos, autarquias e
fundações instituídas e mantidas pela União, incluindo os órgãos e entidades a
quem compete executar ações nas áreas de saúde, previdência e assistência
social, bem como seus fundos e fundações instituídas e mantidas pelo poder
público e as empresas públicas e sociedades de economia mista em que a
União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito
a voto.

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(E) Inclui os poderes da União, as empresas públicas e sociedades de


economia mista em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria
do capital social com direito a voto e que recebam desta quaisquer recursos
que não sejam provenientes de participação acionária, pagamento de serviços
prestados e transferências para aplicação em programas de financiamento.

70) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRT 4ª – 2011) Com relação


ao Orçamento Público no Brasil, considere as afirmativas abaixo.
I. A Lei Orçamentária Anual inclui o orçamento fiscal, o orçamento da
seguridade social e o orçamento de investimento das empresas estatais, direta
ou indiretamente, controladas pela União.
II. A lei dos orçamentos anuais é o instrumento utilizado para a consequente
materialização do conjunto de ações e objetivos que foram planejados visando
ao atendimento e bem-estar da coletividade.
III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias compreenderá as metas e prioridades
plurianuais da administração pública.
IV. A Lei de Diretrizes Orçamentárias tem a finalidade de nortear a elaboração
dos orçamentos anuais de forma a adequá-los às diretrizes, objetivos e metas
da administração pública, estabelecidos no Plano Plurianual.
V. O Plano Plurianual é um plano de médio prazo, através do qual procura-se
ordenar as ações do governo que levem à realização dos objetivos e metas
fixadas para um período de quatro anos.
Estão corretas SOMENTE
(A) II, III e IV.
(B) I e V.
(C) I, II, IV e V.
(D) I e III.
(E) II, III, IV e V.

71) (FCC – Auditor Substituto de Conselheiro - TCE/RO – 2010) Considere as


afirmações a seguir, relativas ao processo de planejamento e orçamento
previsto na Constituição de 1988 e regulamentado pela Lei de
Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000):
I. O Plano Plurianual de Investimentos deverá estabelecer as diretrizes, os
objetivos e as metas da administração pública federal para as despesas de
capital de forma centralizada.
II. A Lei Orçamentária Anual disporá sobre as alterações na legislação
tributária a viger durante o exercício a que se referir.
III. A Lei das Diretrizes Orçamentárias tem, entre suas atribuições, a de
estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
IV. O Plano Plurianual tem a vigência de quatro anos, iniciando-se no segundo
ano do mandato do Chefe do Poder Executivo e terminando no primeiro ano do
mandato de seu sucessor.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I e II.
(B) I e III.

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(C) II e III.
(D) II e IV.
(E) III e IV.

72) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 4ª – 2011) Com relação


às características do Orçamento Público de acordo com a Constituição Federal,
considere as afirmativas abaixo:
I. A Lei Orçamentária Anual é composta de três orçamentos diferentes: fiscal,
da seguridade social e de investimentos das estatais.
II. O orçamento da seguridade social corresponde à ação do governo em três
setores: saúde, previdência e assistência social.
III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prioriza as metas do PPA e orienta
a elaboração do Orçamento Geral da União que terá validade para o ano
seguinte.
IV. A finalidade do PPA é a de estabelecer objetivos e metas que
comprometam o Poder Executivo e o Poder Legislativo a dar continuidade aos
programas na distribuição dos recursos.
V. Com base na LDO, o Poder Executivo elabora o Plano Plurianual (PPA) para
os quatro anos seguintes, com a participação dos Ministérios (órgãos setoriais)
e das unidades orçamentárias dos Poderes Legislativo e Judiciário.
Estão corretas SOMENTE:
(A) I, II, III e V.
(B) II, III e V.
(C) I, III e IV.
(D) II, IV e V.
(E) I, II, III, IV.

73) (FCC – Analista Judiciário - Contabilidade – TRF 1ª – 2011) O instrumento


constitucional de planejamento que estabelecerá, de forma regionalizada, as
diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública para as despesas de
capital, e outras delas decorrentes, e para os programas de duração
continuada, denomina-se
(A) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(B) Lei Orçamentária Anual.
(C) Orçamento Fiscal.
(D) Orçamento de Investimento.
(E) Plano Plurianual.

74) (FCC – Analista Judiciário - Contabilidade – TRF 1ª – 2011) Lei de iniciativa


do Poder Executivo que compreenderá, dentre outras, as metas e prioridades
da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, denomina-se
(A) Plano Plurianual.
(B) Orçamentária Anual.
(C) Programação de Investimentos.
(D) Diretrizes Orçamentárias.

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(E) Orçamento de Custeio e Capital.

75) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRE/RN – 2011) De acordo


com a Constituição Federal de 1988, as peças que compõem o Orçamento
Geral da União são:
(A) os Orçamentos Fiscal, da Seguridade Social e de Investimento das
Empresas Estatais Federais.
(B) os Orçamentos Monetário, Fiscal e Social, além do Plano Plurianual (PPA).
(C) o Orçamento Fiscal, o Plano Plurianual e a Lei Orçamentária Anual.
(D) a Lei de Diretrizes Orçamentárias e os Orçamentos Fiscal e de
Investimento das Empresas Estatais Federais.
(E) a Lei Orçamentária Anual e o Orçamento Fiscal.

76) (FCC – Técnico de Controle Externo - TCM/PA – 2010) Sobre orçamento, é


correto afirmar que
(A) o demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas,
decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza
financeira, tributária e creditícia é objeto do plano plurianual.
(B) as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente são objeto
do plano plurianual.
(C) a orientação da elaboração da lei orçamentária anual é objeto da lei de
diretrizes orçamentárias.
(D) as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as
despesas relativas aos programas de duração continuada são previstas na lei
de diretrizes orçamentárias.
(E) o objeto do plano plurianual vem definido na Lei Complementar n° 101/00
− Lei de Responsabilidade Fiscal.

77) (FCC – Procurador de Contas – TCE/AL – 2008) Quando a lei estabelece,


de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração
pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para
as relativas aos programas de duração continuada, está instituindo
(A) a lei orçamentária anual.
(B) as diretrizes orçamentárias.
(C) o orçamento da seguridade social.
(D) o orçamento das empresas estatais.
(E) o plano plurianual.

78) (FCC – ACE/TI - TCE/AM – 2008) Sobre as finanças públicas disciplinadas


na Constituição Federal, considere:
I. A Lei Orçamentária Anual (LOA) é um instrumento intermediário entre o
Plano Plurianual (PPA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
II. As diretrizes, objetivos e metas da administração pública para
investimentos que ultrapassem um ano devem ser estabelecidos no PPA.
III. As metas e as prioridades da administração pública para um período de um
ano devem ser estabelecidas na LOA.

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IV. A política econômico-financeira e o plano de trabalho do governo para um


período de um ano devem ser estabelecidos na LDO.
Está correto o que consta APENAS em
(A) I.
(B) I e II.
(C) II.
(D) II, III e IV.
(E) III e IV.

79) (FCC – Assistente de CE- TCE/AM – 2008) A lei orçamentária anual deve
compreender o orçamento
(A) do Poder Executivo, somente.
(B) dos Poderes Executivo e Judiciário, somente.
(C) dos órgãos e entidades da administração direta e indireta, exceto o
orçamento da Seguridade Social.
(D) dos órgãos e entidades da administração direta e indireta, exceto o
orçamento das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
(E) de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente,
detenha a maioria do capital social com direito a voto.

80) (FCC - Analista Judiciário – Apoio Especializado - TRT- 18° Região-2008) A


Constituição Federal, no capítulo das Finanças Públicas e na seção dos
orçamentos, prevê que leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I. o plano plurianual;
II. as diretrizes orçamentárias;
III. os orçamentos anuais.
É correto o que consta em
(A) II e III, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) I, II e III.
(D) I e II, apenas.
(E) III, apenas.

81) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRT 24ª – 2011) Instrumento


de planejamento utilizado no setor público no qual devem ser estabelecidas, de
forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da Administração
Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes. Trata-
se de
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei Orçamentária Anual.
(C) Orçamento Plurianual.
(D) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(E) Plano Diretor.

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82) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRT 24ª – 2011) As metas e


prioridades da Administração Pública, incluindo as despesas de capital para o
exercício subsequente, são definidas
(A) no Plano Plurianual.
(B) na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) no Orçamento Fiscal.
(D) no Plano de Investimento.
(E) no Orçamento de Investimentos.

83) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 22ª – 2010) O


instrumento que compreende as metas e prioridades da administração pública
federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, orienta a elaboração da lei orçamentária anual, dispõe sobre as
alterações na legislação tributária e estabelece a política de aplicação das
agências financeiras oficiais de fomento, denomina-se
(A) Parceria Público-Privada.
(B) Plano Plurianual.
(C) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) Lei de Responsabilidade Fiscal.
(E) Fundo de Participação.

84) (FCC – Técnico Judiciário - Administrativa – TRT 22ª – 2010) A Lei


Orçamentária Anual compreende o
(A) orçamento fiscal, as diretrizes orçamentárias e o orçamento de
investimento das empresas.
(B) plano plurianual, o orçamento fiscal e o orçamento de investimento das
empresas.
(C) plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento fiscal.
(D) orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e as diretrizes
orçamentárias.
(E) orçamento fiscal, o orçamento de investimento das empresas e o
orçamento da seguridade social.

85) (FCC – Analista Judiciário - Contabilidade – TRT 4ª – 2011) O orçamento


da seguridade social compreende SOMENTE as despesas
(A) correntes da previdência social, assistência social e saúde.
(B) nas funções previdência social, saúde e educação.
(C) nas funções previdência básica, saúde e assistência social.
(D) correntes da saúde e previdência básica e de capital da assistência social.
(E) nas funções previdência social, assistência social e saúde.

86) (FCC - Agente Administrativo – MPE/RS – 2010) A lei que compreende as


metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de
capital para o exercício financeiro subsequente, é
(A) a Lei de Improbidade Administrativa.
(B) o Plano Plurianual.

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(C) a Lei Orçamentária anual.


(D) a Lei de Responsabilidade Fiscal.
(E) a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

87) (FCC – Analista Judiciário - Administrativa – TRF 1ª – 2011) A Lei


Orçamentária Anual - LOA
(A) compreende apenas o orçamento fiscal referente aos Poderes da União,
seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive
fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(B) exclui o orçamento da seguridade social, que abrange órgãos da
administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e
mantidos pelo poder público.
(C) não pode conter dispositivo que autorize a abertura de créditos
suplementares ou a contratação de operações de crédito.
(D) compreende também o orçamento de investimento das empresas em que
a União detenha a totalidade do capital social com direito a voto.
(E) discrimina os recursos orçamentários e financeiros para o a realização das
metas e prioridades estabelecidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.

88) (FCC – Assessor - MPE/RS – 2008) Assinale a alternativa que define


corretamente uma das mudanças introduzidas no processo orçamentário pela
Constituição Federal de 1988.
(A) Recuperou a figura do planejamento na administração pública brasileira,
mediante a integração entre plano e orçamento por meio da criação do Plano
Plurianual (PPA) e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
(B) Concluiu o processo de modernização orçamentária, criando, além do
Orçamento Monetário, o Orçamento Fiscal e o Orçamento da Seguridade
Social.
(C) Restaurou a prerrogativa do Congresso Nacional de iniciativa de proposição
de lei em matéria orçamentária ao longo de todo o ciclo orçamentário.
(D) Unificou o processo orçamentário, desde a definição de diretrizes para o
exercício financeiro subseqüente no PPA, até a aprovação da Lei Orçamentária
Anual (LOA).
(E) Eliminou a multiplicidade de peças orçamentárias, unificando-as no
Orçamento Fiscal.

89) (FCC – Assessor - MPE/RS – 2008) Considere as afirmações em relação ao


Orçamento Público no Brasil.
I. A Lei Orçamentária Anual compreenderá o orçamento fiscal, o orçamento de
investimento das empresas em que o Estado, direta ou indiretamente, detenha
a maioria do capital social com direito a voto e o orçamento da seguridade
social.
II. A Lei de Diretrizes Orçamentárias tem a finalidade de nortear a elaboração
dos orçamentos anuais de forma a adequá-los às diretrizes, objetivos e metas
da administração pública, estabelecidos no plano plurianual.

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III. O Plano Plurianual é um plano de médio prazo, através do qual procura-se


ordenar as ações do governo que levem à realização dos objetivos e metas
fixadas para um período de cinco anos.
IV. A Lei dos Orçamentos Anuais é o instrumento utilizado para a conseqüente
materialização do conjunto de ações e objetivos que foram planejados visando
ao atendimento e bem-estar da coletividade.
V. A Lei de Diretrizes Orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da
administração pública.
São verdadeiras APENAS as afirmações
(A) II e IV.
(B) I, II, IV e V.
(C) II e III.
(D) I, IV e V.
(E) I, II e III.

90) (FCC - Analista de Controle Externo – Orçamento e Finanças - TCE/AP –


2012) Conforme o artigo 165 da Constituição Federal "a lei [...] estabelecerá,
de forma regionalizada, [...] objetivos e metas da administração pública
federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as
relativas aos programas de duração continuada", cujos princípios básicos
devem incluir a identificação clara dos objetivos e das prioridades do governo,
garantia de transparência e gestão orientada para resultados. No ciclo
orçamentário tal lei será a:
a) de Diretrizes Orçamentárias.
b) do Orçamento Anual.
c) do Plano Plurianual.
d) do Plano de Desenvolvimento Nacional.
e) do Plano de Aceleração do Crescimento.

91) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/1ª Região – 2011) Consoante


Lei Complementar no 101/2000, a dotação para investimento com duração
superior a um exercício financeiro somente será consignada na Lei
Orçamentária desde que:
a) esteja prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou nos créditos
suplementares e especiais.
b) esteja prevista no Plano Plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão.
c) conste no programa de governo, classificada em despesa de capital, e esteja
prevista no Plano Plurianual e na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
d) conste no Orçamento de Investimento e esteja classificada em despesa de
Capital.
e) esteja prevista no Plano Plurianual e classificada em despesa de capital, com
recursos financeiros suficientes para sua execução.

92) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRT/11 - 2012) Com relação à


Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, considere as afirmativas a seguir:

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I. Uma das funções básicas da LDO é estabelecer a política de aplicação das


agências financeiras oficiais de fomento.
II. Na LDO são definidas prioridades na forma de programas
e ações, os quais terão precedência na alocação dos recursos no projeto e na
Lei Orçamentária Anual e na sua execução, não se constituindo, todavia, em
limite à programação da despesa.
III. A LDO não pode dispor sobre alterações na legislação tributária.
IV. A LDO estabelece diretrizes, objetivos e metas da administração pública
para programas de duração continuada, sendo componente básico de
planejamento estratégico governamental.
V. A LDO deve orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual, bem como
sua execução.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I, II e III e IV.
(B) I, II e V.
(C) I, III e IV.
(D) II, III, IV e V.
(E) II, III e V.

93) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRE/PR - 2012) A lei que


instituir o Plano Plurianual:
(A) compreenderá as metas e prioridades da administração, incluindo as
despesas de capital para o exercício financeiro subsequente e disporá sobre as
alterações na legislação tributária.
(B) conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos
orçamentos com os objetivos e metas constantes no anexo de Metas Fiscais.
(C) estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
administração para as despesas de capital e outras dela decorrentes e para as
relativas aos programas de duração continuada.
(D) poderá autorizar a realização de operação de crédito para pagamento de
despesas com pessoal.
(E) compreenderá o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as
entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem
como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

94) (FCC – Analista – Administração –MPE/RN - 2012) A proposta


orçamentária, nos termos da Lei Federal no 4.320/1964, será encaminhada ao
Poder Legislativo
(A) pelo Sistema de Controle Interno do Poder Executivo até quatro meses
antes do encerramento do exercício financeiro.
(B) pelo Órgão de Assessoramento e Planejamento Orçamentário do Poder
Executivo até quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro.
(C) pelo Poder Executivo, nos prazos estabelecidos na respectiva Constituição
ou na Lei Orgânica do Município.
(D) por qualquer um dos Poderes nos prazos estabelecidos no âmbito de cada
ente da federação.

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(E) pela Administração Direta compreendendo demais órgãos da


administração, até quatro meses antes do encerramento do exercício
financeiro.

95) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/15 - 2013) Nos termos


da Lei nº 4.320/64, classificam-se como investimentos as dotações para o
planejamento e execução de obras, como as destinadas à construções de
fóruns para o TRT da 15ª Região. No caso, é vedado consignar dotação para
investimento com duração superior a um exercício financeiro que não esteja
previsto
(A) na Lei Orçamentária Anual ou em lei que autorize a sua inclusão.
(B) na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou em lei que autorize a sua inclusão.
(C) no Plano Plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão.
(D) no Anexo de Metas Fiscais ou em lei que autorize a sua inclusão.
(E) no Anexo de Riscos Fiscais ou em lei que autorize a sua inclusão.

96) (FCC – Auditor Público Externo – Todos os Cargos - TCE/RS - 2014) De


acordo com o artigo 2º, parágrafo primeiro da Lei nº 4.320/1964, integrarão à
Lei de Orçamento o Sumário Geral da Receita e da Despesa, respectivamente,
por
(A) Fonte e Vinculação de Despesa.
(B) Fonte e Funções de Governo.
(C) Categoria Econômica e Programa de Governo.
(D) Destinação de Recurso e Ações de Governo.
(E) Categoria Econômica e Subfunção de Governo.

97) (FCC – Auditor Público Externo – Contabilidade - TCE/RS - 2014) Cabe à


Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO estabelecer
(A) normas de gestão financeira e patrimonial.
(B) metas e prioridades para a Administração Pública Federal.
(C) diretrizes, objetivos e metas para a Administração Pública Federal.
(D) diretrizes e metas para elaboração do PPA.
(E) normas para instituição e funcionamento de fundos.

98) (FCC – Auditor Público Externo – Todos os Cargos - TCE/RS - 2014) O


demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas,
decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza
financeira, tributária e creditícia deve acompanhar
(A) o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.
(B) o Balanço Orçamentário.
(C) a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) o Plano Plurianual.
(E) o Projeto de Lei Orçamentária Anual.

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99) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa –TRT/12- 2013) A Lei de


Diretrizes Orçamentárias, nos termos do que prevê o § 2º do art. 165 da
Constituição Federal brasileira,
(A) compreenderá as despesas de capital para os três exercícios subsequentes.
(B) não poderá dispor sobre as alterações na legislação tributária.
(C) excluirá as despesas de capital das metas da administração pública federal.
(D) orientará a elaboração do plano plurianual.
(E) estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.

100) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade –TRT/12- 2013) Nos termos da


Constituição Federal de 1988, é instrumento de planejamento que tem, entre
suas funções, a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo o critério
populacional,
(A) o Fundo de Participação dos Municípios.
(B) o Orçamento da Seguridade Social.
(C) o Orçamento Fiscal dos Órgãos e Entidades da Administração Direta e
Indireta.
(D) o Plano Diretor.
(E) a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

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GABARITO

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
C C C C E E E E E E
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
E E C E C C E E C C
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
C E E E C E E C E E
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
E C C E E C E C E C
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50
E E E E C C C B A D
51 52 53 54 55 56 57 58 59 60
A A A E D E D E E C
61 62 63 64 65 66 67 68 69 70
B E C C E C D C A C
71 72 73 74 75 76 77 78 79 80
E E E D A C E C E C
81 82 83 84 85 86 87 88 89 90
A B C E E E E A B C
91 92 93 94 95 96 97 98 99 100
B B C C C B B E E C

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