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I.

AS PIORES HERESIAS DA IGREJA CATÓLICA ROMANA E AS


RESPOSTAS BÍBLICAS A CADA UMA DELAS

A história nos mostra que a Igreja Católica Romana é uma ramificação do


Cristianismo, mas “A Igreja Católica menciona o ano 33 d.C. como a data da sua fundação.”
(OLIVEIRA, 2016, p. 11) isto, por que “toda ramificação do Cristianismo costuma ligar a sua
origem à igreja fundada por Jesus Cristo.” (OLIVEIRA, 2016, p. 11). No entanto, a verdade é
que “a igreja Católica nasceu somente em 325 d.C com o Concílio de Niceia, promovido por
Constantino.” (MELO, p. 2) e “Ela recebeu este nome somente em 381 com o imperador
Teodósio” (MELO, p. 2).

Também é importante sabermos o que significa a palavra igreja, Russel Norman


Champlin diz que “O vocábulo grego ekklesia significa, basicamente, os chamados para fora,
dando a entender um grupo distinto, selecionado e tirado para fora de algo.” (2002, p. 212).
Vemos assim que a igreja fundada por Jesus não é um edifício, mas sim um povo.

1.1 Pedro o fundamento da Igreja

Segundo Raimundo de Oliveira “A Igreja Católica Romana considera o apóstolo


Pedro como a pedra fundamental sobre a qual Cristo edificou a sua Igreja.” (2016, p. 16).
Utilizando a passagem em que Jesus em uma conversa com seus discípulos disse, “Pois
também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do
inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16.18), a Igreja Católica erroneamente diz que
Pedro é o fundamento da Igreja, mas isso não é verdade, pois Jesus quando disse essas
palavras estava se referindo a afirmação de Pedro de que Jesus é “o Cristo, o Filho do Deus
vivo.” (Mateus 16.16). Jesus estava dizendo que sobre ele o Cristo, o Filho do Deus vivo a
sua Igreja iria ser edificada. O apóstolo Paulo diz que “ninguém pode pôr outro fundamento,
além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.” (1 Cor 3.11). Jesus e não Pedro é o
fundamento da Igreja.

1.2 Purgatório

Segundo Esequias Soares “A doutrina do purgatório foi aprovada em 1439, no


Concílio de Florença, confirmada definitivamente no Concílio de Trento (1549-1563), mas já
existia desde 1070.” (2003, p. 167). Raimundo de Oliveira diz que o Purgatório era um lugar,
“para onde eram enviadas as almas daqueles que não eram tão maus, a ponto de merecerem o
inferno, mas também, não eram tão bons, a ponto de merecerem o céu.” (2016, p. 20). Ele
ainda explica que “o Purgatório, além de ser um lugar de purificação, é também um lugar
onde a alma cumpre pena” (2016, p. 21). Esse ensinamento claramente se descobre pela
Bíblia que é um ensinamento falso, poderia até dizer que é uma “doutrina de demônios” (1
Tm 4.1). Uma pessoa vive iludida pensando que se não for boa suficiente para ir ao céu vai
passar pelo Purgatório, purificar seus pecados e depois vai para o céu, quando na verdade não
é assim. A Bíblia ensina claramente que só há dois caminhos um de consolo e outro de
tormento (Lc 16.25b). E que “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois
disso, o juízo,”. O apóstolo Paulo ele claramente fala sobre os dois únicos destinos que há que
são: “a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em fazer o bem, procuram glória, e
honra, e incorrupção; mas indignação e ira aos que são contenciosos e desobedientes à
verdade e obedientes à iniquidade;” (Rm 2.7,8). O Purgatório não existe é um ensinamento
errôneo inventado por homens.
1.3 Tradição e a Bíblia
No compêndio do Vaticano II, lê-se o seguinte: “Não é através da Escritura
apenas que a Igreja deriva sua certeza a respeito de tudo que foi revelado. Por isso ambas
(Escritura e Tradição) devem ser aceitas e veneradas com igual sentido de piedade e
reverência” (apud OLIVEIRA, 2016, p. 26). No Terceiro Catecismo de Doutrina Cristã diz:
“As verdades que Deus revelou acham-se na Sagrada Escritura e na tradição” (Apud ICP,
2001, p. 22). Jesus nos alerta sobre o risco de poder deixar de fazer a vontade de Deus por
causa da tradição e diz “E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus.”
(Mt 15.6). Jesus chega a dizer que “Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são
mandamentos de homens.” (Mc 7.7). Percebemos assim que é possível por meio da
observação de tradições, deixar de fazer a vontade de Deus e acabar perdendo a comunhão
com Deus. E isso afeta diretamente na nossa salvação. Certa vez Pedro e João disseram
“Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus;”. É melhor fazer a
vontade de Deus do que a de homens sem duvida. Portanto a Tradição não é superior nem
igual à Escritura ela é inferior.
REFERÊNCIAS
CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de bíblia teologia e filosofia, Vol.
03, H – L. Hagnos. 2002.

MELO, Édino. 100 respostas bíblicas para o Católicismo. São Paulo: Editora
Ferramenta.

OLIVEIRA, Raimundo de. Seitas e heresias: Um sinal do fim dos tempos. 23°
Ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2006.

Série Apologética, Volume I. São Paulo: ICP – Instituição Cristão de pesquisa,


2001.

SOARES, Esequias. Manual de apologética cristã: Defendendo os


fundamentos da autêntica fé bíblica. 2° Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.