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lerea vate ft Caririro Trezr TIPOS DE EXPERIENCIAS MUSICAIS. OS QUATRO PRINCIPAIS METODOS DE MUSICOTERAPLA tans OS © ena em um process erperet en jak eas, tip abn ose propion ee aplica- {ets terapeaics. Asin, porexenno ouvir eae ceriospoteniais se ee eptueas ou dire daquls ingen eanalogn. Ins impovs tt poles pipes a lqulas de execu. so de uma composigae 1 Portanta, dating tet como a musicoterapi opera énecessério. Compreendes cada tipo deexperiéneia musical O propésito deste capitulo & Hester defini as viras formas com que improvisagio, a re-criagig, SREHELHHSELELESEEESFITIELECECEEEES 122 Demewo wustcoreraria Isso tem gorado urna confusio contiderével e uma discussdo sobie éorigent de cadamétodo, a partir de quem oles teriam se originado, o sabres tn ‘as, que téonica pertence a quem: Embora nio seja ébvio nem haja uma finiea forma correta ce defini cada um dessestermos, cles ealmente pre ‘sam ser diferenciados. Assim, aescolha dos termos e das definig6es propos. tasaqui pode serrelativamentsarbitriria, O mais importante & que eles se- jun diferenciados e larficades. Para compreendermos as diferengas ti zarsimos a improvisapo como um exemplo paraadiseussto. ‘Um método € aqui definido como um tipo particular de experién- cia musical utilizada para a avaliagio dingnéstica o tratamento efow ava liapao. Como existem quatro tipos de experi€ncias musicais (improvi- sar, re-criar, compor ¢ ouvir misica), eles so considerados os quatro mélodos do masicoterapia, © como hii multas diferentéa folmaa de cestruturar essas quatro experiéncias, cada métoda tem muitas variagdes. Assim, as vatias formas de engajar cliente no fizer-misica improvise ‘da recaem sob a categoria dos métodos de “improvisagko”, as vafias for- smas de engajaro clicnte em reproduzir misica recavin na categoria dos métodos de “ro-criagao”, as vérins formas de ongajar 0 cliente om com- por so chaniadas de métodos de “coinposigio” © as varias formas de engajai o cliente em experiéncias de ouvir misica sao chamadas dé mé- todos “receptivos". Para engajar o cliente nossas experigncias musicais, oterapcuta util- za vivios procedimentos, Uin procedinento é ume seqiéncia organizada de ‘operas intoragdes que o terapeuta ufliza para leyar clieteatravés de ‘uma experiacia mysical completa. Como tas, os procedimentos sto os t- jolos da construglo de uma sesso de musicoterapia; sto as varias coisas «que um terapeuta faz para organizar eimplementar 0 método. Por exemplo, se o método 6 improvisagdo ea variago é um “grupo instiumental, 0 tera- puta pode utilizar os seguintes procedinentos em seqiéneia pare realizar a sesso: 1) os clientes escolhem os instrumentos; 2) o grupo experimenta os insteamentos ivemente; 3) o terapevta apresenta uma regra pars focar ou Fegra cstrutural para improvisagao; 4) 0 grupo improvisa de acordo com aquela estrutura; 5) 0 Grupo discute a improvisaglo; ¢ 6) os mest passos ‘io repetidos até 0 final dasessto, Em cada um desses passos dos procedimentos, oterapeutapode usar diversas técnicas. Uma'técnica é uma operagdo ou interagho qué oterapenta ~ peridnein nivediata do cliente: Potato, nia 6 Caviruin 13 — Twos oe exronincias Musicals. 125 liza para provocar uma reago imediata do cente ou para moxtelar a ex- 6 in OpERAGAO HON uma parfe do procedimento, enquanto que 0 procedimenty pod ser visto como ma série de téenicas. Em nosso exemplo da impravisagio, torapen- ta pode utilizar vitias téenicas musicals quand 0 grupo est nip ovisando junto, como “dar a base”, “dar o ritmo’, “ineorporar” e ass por diante {Brustia, 1987). De Forma andloge, quando o grupo discute a improvisayio, © 0 terapeuta pode usar varias téenieas verbais como “indagagio” © “espelhaniento”. Quando um terapeuta comega a descavolyer wma aborlagem siste- rica enapregande um ou mais dos quatro principais métodos de uma for- ‘ma particular, sopuindo soqdéncias de procedimentost apoiando-se em eer tas Konioas, um modelo esti sendo desenvotvid, Um modela & wna abor= ddagom abrangente do avalingao diagnéstca,tratamento ¢avaling:0 que i lui prinepios teéricos, indicagdes ¢ contra-indicapses clnicas, «bjetivos, orientagdes © especificagies metodolagicas © utilizaglo de certas sequin cis de procedimentos e técnicas, Sito exemplos de modelos do ristodo de itmprovisago om musicoterapia: a "Mussicoterapia Criativa", 0 modelo de- senvolvido por Nordéffe Robbins (1977) ea "Musicoterapia Anita" © modelo desenvolvido por Mary Priestley (1994). Deve-se abservwr que win ‘modelo & muito mais abrangente do quo um método. Na realidad, um me: delo é una especificago de como um método podeserutilizado, yeralmen- te com certs clientelss, Tambérm deve ser observao que hA somes ualya métodos em musicoterapia e que esses métodos variam infinitanvente com relagdo aos procedimentas ¢ técnicas, dependondo do modelo. Além dis $0, um método nio estabeloce nentiuma orientagao feética em particular, enquanto que um modelo sempre se renietea nmadeterminada ovientageo (Um terapeuta pode utilizar a improvisagio com diversas orienta- 60s tedricas, mas assim que a improvisagao é implementada de ums for~ ima particilar, segundo qualquer principio, uma orieintagio tobrica ost implicada, Resumindd: umm método é um tipo particular de experiéncia musical. cm que o cliente se engaja com propésiros terapéuticos; umma variaglo é a forma particular com que ossa experiéncia musical éestruturads;-um proce- dimento é tudo aquilo que o terapeuta tom que fazer para engajaro elite nessa experiéncia; uma téonica 6 uma etapa de qualquer procedimiento que EXPERIENCIAS DE IMPROVISACAO Definisio € Utilizagag Nas experiéncias de improvisaga, © cliente fiz miisica tocando on said Hiando uma melodia, um ritme 'ma.cane80.ou'una pega musi, etic improviso,O cliente pode improvice, Sozinho, em dueto ou em um Se re sine tuto terapeut, ex outros clita, Seventualmente membros {i fala. O cliente pode utilizar {Walquetnicio musical dentro de sua e4Pacidide (por exemple, vo2, song corpora, percusto, instrumentes de se i s0pr0 teclado, entre cuts) terapenta ajuda o cliente dando isin Orme © Lazondo as densonstragdes nevessiras, oferecendo uma {déia on estrutun musical om quire ‘mprovisasto se bascar, tocanda on stem 2 Ut scompanhamenta qe estimae, ou Cliente, ow apresentanda uma idéia o-musical {fem nn assunto, uma histéria) eo cline ara q improvisagao, Dentre 0s objetives das expr incluidos os seguintes: ¥Enciasde.improvisagio podem estar ° Estabelecer un canal de Sev unicaetondo-verbalouma ponte pura * comunicagao verbal ' 1 pwr emt ato-expreasi ed formagto de identidade + Expliraros vrios an Cure 1) Twos se soenveis seus, 395 ~~ *Dessivolvara eatividade, a iberdade de expressto, a espon dade e-capacidade lidica + Estimulare desenvolver og ‘Sentidos: idades perceptivas © cognitivas ane Muitos segmentos da tte manifesta necessidadesterapeuticns tibiae rs teste as criangasobsosivo-compulsin até adultos com d tirbios dé personalidade nareisig Adolescentes agressivos; de o dos; ¢ de eriangas com retardos sicas a criangas sém deficignciag, Variagoes siutcumental Nao-referencal: © client improvise Com instrumen- Bron Sti tm qualquer ouira efréecia quemee sons ou a misice, Em outras palayas, o cliente improvisa Imiisiea por ela em si, sem tentar {arela tepreseatar ou desrever qualgnes coisa nfo-musical. Hé trés ‘ublipos: sole, duet e grupo, e cada um deleg aprosenta diferentes tipos ‘ de desatios musicas, ‘nstrmental Refrencial: O clint innprovga om instrumentos ma Sials para rata sonoramente algo ‘lo-musical (por exemplo, uin sent ila lt ssunto, nage, pessoa evento, experiénciaet.). Os subtipos aida un deles tom implicagdes ‘elacionaidas wo-eferencialé perebida e projetada mucie Sons corpora percussivos (comp. cluem solo, dueto e grupo,