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13/08/2015

1 – Porque estudar Materiais?


Graduação em Engenharia Civil
Disciplinas dedutivas – Resistência dos materiais,
Disciplina: Materiais de Construção Civil 1
estática, teoria das estruturas, estruturas de
concreto, estruturas de madeira, etc
Módulo A Todas serão aplicadas em materiais
Limites
Introdução e conceituação da Vantagens
matéria Utilização

P ro f a : L o re n a C o s t a C a m p o s

Agosto - 2015 Materiais de construção civil 1 – Introdução e conceituação da matéria

1 – Porque estudar Materiais? 1 – Porque estudar Materiais?

Desenvolver maneiras de utilização econômica dos Escolha dos materiais:


materiais e das forças da natureza para benefício da Aparência
humanidade Durabilidade
Escolher o melhor material de acordo com cada Custo global
ocasião:
Determinar propriedades requeridas
Eleger o melhor material que apresentem essas propriedades
com menor custo
Custo global: aplicação e manutenção

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2 – Evolução histórica 2 – Evolução histórica

Homem primitivo 1850 – materiais mais utilizados:


Utilizava os materiais como encontrava na natureza Madeira
Logo começou a modelar e adaptar à sua necessidade Cerâmica
Época dos Grandes Descobrimentos: modelar materiais Ferro fundido e ferro forjado
encontrados na natureza
Século 19 – metais
Aumento da exigência do homem Século 20 – polímeros
Maior resistência
Materiais para fins específicos
Maior durabilidade
Melhor aparência

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2 – Evolução histórica 3 – Classificações

Exemplo do concreto Matéria: qualquer sólido, liquido ou gás que ocupa


Pedra lugar no espaço
Concreto Recursos Naturais:
Concreto Armado Renováveis: água, ar, solar, etc.
Concreto Protendido Não renovavéis:
Minerais energéticos: combustíveis fósseis
Minerais não energéticos: grande parte pode ser reciclada porém
não retorna às condições originais, Ex.: ferro, calcário, argilas, etc.

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3 – Classificações 3 – Classificações

Sólidos Materiais naturais:


Metais Utilizado in-natura com pouco ou nenhum beneficiamento
Cerâmicos Madeira, couro, diamante, borracha natural, etc
Polímeros Materiais desenvolvidos empiricamente:
Novos materiais Coletados, trabalhados e transformados segundo
Compósitos experimentação adquirida ao longo do tempo: ensaio-erro
Semicondutores Bronze, aço comum, ferro fundido, cerâmicas, vidro, cimento e
Biomateriais concreto.

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3 – Classificações 3 – Classificações

Materiais desenvolvidos com conhecimento específico: Materiais avançados:


Aplicação das descobertas do método ensaio-erro High-tech
Ligas metálicas, aços inoxidáveis, termoplásticos, termorígidos, Componentes eletrônicos, fibra ótica, etc.
etc.
Materiais projetados:
Partindo de uma necessidade específica das propriedades Materiais não convencionais
requeridas Fibras vegetais, bambu, terra crua, etc
Semicondutores, materiais para reatores nucleares, aços de
ultra-alta resistência, compósitos reforçados com fibras,
materiais para uso espacial, etc.

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4 – Controle de Qualidade 4 – Controle de Qualidade

CONTROLE DE RECEBIMENTO
A qualidade dos materiais pode ser controlada durante sua
produção ou após o produto pronto. CANTEIRO
Através de ensaios de laboratórios
CONTROLE DE PRODUÇÃO Em laboratórios os ensaios se dividem em:
INDÚSTRIA
inspeção visual
Ensaios gerais: físicos ou mecânicos;
lotes FÍSICOS
amostragem massa específica
ensaio de qualificação porosidade
decisão
permeabilidade
CANTEIRO
controle matéria prima
aderência
controle materiais dilatação termica
controle execução condutibilidade térmica e acústica
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4 – Controle de Qualidade 4 – Controle de Qualidade

MECÂNICOS Dinâmicos Ensaios especiais: metalográficos ou tecnológicos.


Estáticos flexão METALOGRÁFICOS
tração tração macrográfico
compressão compressão micrográfico
flexão Fadiga TECNOLÓGICOS
torção flexão dobramento
cisalhamento tração maleabilidade
desgaste compressão soldabilidade
compressão fusibilidade

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5 – Propriedades gerais dos corpos 5 – Propriedades gerais dos corpos

Propriedades gerais dos corpos Propriedades dos corpos sólidos


Extensão Dureza
Impenetrabilidade Tenacidade
Inércia Maleabilidade ou Plasticidade
Atração Ductibilidade
Porosidade Durabilidade
Divisibilidade Desgaste
Indestrutibilidade Elasticidade

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5 – Propriedades gerais dos corpos 5 – Propriedades gerais dos corpos

Esforços mecânicos
Compressão
Tração
Flexão
Torção
Cisalhamento

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5 – Propriedades gerais dos corpos 5 – Propriedades gerais dos corpos

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5 – Propriedades gerais dos corpos 5 – Propriedades gerais dos corpos

Resistência ao calor
Materiais refratários: temperaturas > 1580º C
Materiais dificilmente fundidos: 1300º - 1580º C
Materiais facilmente fundidos: < 1300º
Resistência mecânica mais importante
Dureza
Tenacidade
Resiliência

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5 – Propriedades gerais dos corpos 6 – Propriedades Mecânicas dos Materiais

Plasticidade ou maleabilidade Comportamento mecânico


Ductibilibilidade Relação entre a resposta ou deformação do material a
uma força aplicada
Fragilidade
Verificado por execução de experimentos
Durabilidade
Fatores intervenientes
Resistência à abrasão Natureza da carga aplicada
Elasticidade Duração da carga
Condições ambientais

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6 – Propriedades Mecânicas dos Materiais 6 – Propriedades Mecânicas dos Materiais

Deformação elástica:
Instantânea
Reversível
Variação de volume
Linear ou não linear
Material Elástico: a deformação produzida por uma
determinada força desaparece com sua remoção
Elástico linear: proporcionalidade entre tensão e
deformação elástica ocorre para a maioria dos materiais
(baixo nível de tensão)

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6 – Propriedades Mecânicas dos Materiais 6 – Propriedades Mecânicas dos Materiais

Deformação Plástica:
Ocorre acima de determinada carga
Instantânea
Irreversível
Sem mudança de volume

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