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Livro Eletrônico

Resumo Reta Final I

Contabilidade Geral p/ CFC 2018.1 (Bacharel em Ciências Contábeis)

Professores: Gabriel Rabelo, Luciano Rosa

80961657200 - Allan Diego Pinheiro de Oliveira

RESUMO RETA FINAL EXAME CFC 2018.1 – PARTE 1 PROF. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO
RESUMO RETA FINAL EXAME CFC 2018.1 – PARTE 1
PROF. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO

RESUMO CONTABILIDADE GERAL: PARTE 1

RESUMO RETA FINAL EXAME CFC 2018.1 – PARTE 1 PROF. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO RESUMO

Ol·, meus amigos. Como est„o?

Hoje, estamos aqui para apresentar para vocÍs o nosso Resumo de Reta Final de Contabilidade Geral para Exame CFC 2018.1 Parte 1.

O que È isso? … um PDF voltado para aqueles que n„o tiveram tempo de estudar com antecedÍncia!

Ent„o, se esse È o seu caso, estas trÍs aulas de Resumos + Questıes Comentadas poder„o salvar na prova. Sim!

Mas È importante que sejam lidas com atenÁ„o e carinho.

Lembrando que estamos sempre ‡ disposiÁ„o no nosso fÛrum de d˙vidas!

Forte abraÁo.

Gabriel Rabelo Luciano Rosa

@contabilidadefacilitada

1

COME«ANDO

DefiniÁ„o formal de contabilidade: Contabilidade È a ciÍncia que estuda a pratica as funÁıes de orientaÁ„o, de controle e de

registro dos atos e fatos de uma administraÁ„o econÙmica (1 Congresso Brasileiro de Contabilidade/1924).

Se vocÍ È um grande investidor e quer empregar o seu capital em uma grande rede de supermercados brasileira, n„o vai querer esmiuÁar contrato a contrato, pegar todas as notas fiscais de venda, de compra, para saber como anda a sa˙de financeira daquela companhia, n„o È?

Pois ent„o, a contabilidade ir· te fornecer todas essas informaÁıes, de modo pr·tico, atravÈs das demonstraÁıes financeiras. A principal finalidade da contabilidade È fornecer informaÁıes aos seus usu·rios.

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(CONSULPLAN/TSE/Analista/Contabilidade/2012) A contabilidade foi definida no I Congresso Brasileiro de Contabilidade como: “a ciência

que estuda e pratica as funÁıes de orientaÁ„o, controle e registro relativo

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aos

atos

e

fatos

da

administração

econômica.”

São

objetivos

da

contabilidade, EXCETO:

 

a) Fornecer informaÁıes sobre a posiÁ„o patrimonial e financeira, o desempenho e as mudanÁas na posiÁ„o financeira da entidade. b Auxiliar o maior n˙mero de usu·rios em suas avaliaÁıes e tomadas de decis„o financeira. c) Apresentar os resultados da atuaÁ„o da administraÁ„o na gest„o da entidade quanto aos recursos que lhe foram confiados. d) Auxiliar os acionistas a avaliar a produtividade de cada funcion·rio da empresa e o desempenho dos gerentes.

Coment·rios:

 

A finalidade principal da ciÍncia cont·bil È prover os seus diversos usu·rios de informaÁıes sobre a situaÁ„o patrimonial e financeira da entidade.

… essencial a investidores, credores, fornecedores, governo e atÈ mesmo aos prÛprios administradores da entidade que tenham a plena convicÁ„o

de como anda a “saúde” da empresa gerenciada.

 

Diante dessas

informaÁıes, a ˙nica alternativa que apresenta uma

exceÁ„o aos objetivos da Contabilidade È a “D”, pois a avaliaÁ„o da

produtividade de cada funcion·rio e desempenho dos gerentes ser· feita

atravÈs de outros

indicadores. A Contabilidade pode atÈ subsidiar

informaÁıes que auxiliem essas avaliaÁıes, mas n„o est· entre seus objetivos.

GabaritoD

 

Existe uma tÈcnica cont·bil que re˙ne todos os documentos que contenham fatos cont·beis, lanÁando-os nos livros cont·beis respectivos, que dar„o suporte para a elaboraÁ„o e publicaÁ„o das demonstraÁıes cont·beis. Essa tÈcnica cont·bil È chamada de escrituraÁ„o 1 .

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(CONSULPLAN/TRE-MG/Contabilidade/2015) A contabilidade È uma ciÍncia social que tem por objeto o patrimÙnio das entidades. Para isso tem definido de forma clara sua finalidade e formas de escrituraÁ„o.

1 *Quatro s„o as tÈcnicas cont·beis existentes (que ser„o estudadas oportunamente): escrituraÁ„o, elaboraÁ„o das demonstraÁıes cont·beis, auditoria e an·lise de balanÁos.

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fornecimentos em uma entidade ou pequeno grupo, MAIOR ser· o interesse dos clientes em suas demonstraÁıes cont·beis.

  • I. A principal finalidade da contabilidade È fornecer informaÁıes sobre o

patrimÙnio, informaÁıes estas de ordem econÙmica e financeira para facilitar a tomadas de decisıes por parte dos seus usu·rios. II. Diversos s„o os tipos de usu·rios interessados nas informaÁıes contidas nas demonstraÁıes cont·beis das entidades. Um desses grupos È constituÌdo pelos clientes, cujo interesse È tanto menor quanto maior forem a sua dependÍncia e a concentraÁ„o nos fornecimentos de algumas poucas entidades. III. A escrituraÁ„o comeÁa pelo livro raz„o, no qual todos os registros s„o

efetuados mediante documentos que comprovem as ocorrÍncias dos fatos. IV. A escrituraÁ„o È uma das tÈcnicas utilizadas pela contabilidade que consiste em registrar, nos livros cont·beis, os acontecimentos que provocam ou que possam provocar modificaÁıes futuras do patrimÙnio.

Est„o corretas apenas as afirmativas

  • a) I e IV.

  • b) I e III.

  • c) II e III.

  • d) II e IV.

Coment·rios:

Vamos comentar cada item:

Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.

III. A escrituraÁ„o comeÁa pelo livro raz„o, no qual todos os registros s„o efetuados mediante documentos que comprovem as ocorrÍncias dos fatos.

a

dependÍncia

concentraÁ„o

a

e

dos

Errado, quanto maior for

II. Diversos s„o os tipos de usu·rios interessados nas informaÁıes contidas nas demonstraÁıes cont·beis das entidades. Um desses grupos È constituÌdo pelos clientes, cujo interesse È tanto menor quanto maior forem a sua dependÍncia e a concentraÁ„o nos fornecimentos de algumas poucas entidades.

representa com exatid„o

a principal finalidade da

Correto, porque contabilidade.

patrimÙnio, informaÁıes estas de ordem econÙmica e financeira para facilitar a tomadas de decisıes por parte dos seus usu·rios.

  • I. A principal finalidade da contabilidade È fornecer informaÁıes sobre o

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O livro raz„o È facultativo, principal (isto È, registram todos os fatos) e

sistem·tico (leva informaÁıes).

em

conta

principalmente a organizaÁ„o das

IV. A escrituraÁ„o È uma das tÈcnicas utilizadas pela contabilidade que consiste em registrar, nos livros cont·beis, os acontecimentos que provocam ou que possam provocar modificaÁıes futuras do patrimÙnio.

Correto, visto que cont·bil.

dessa tÈcnica

apresenta com clareza a definiÁ„o

GabaritoA

Errado, a escrituraÁ„o tem inicio no livro Di·rio, visto que nele ser„o lanÁadas, com individuaÁ„o, clareza e caracterizaÁ„o do documento respectivo, dia a dia, por escrita direta ou reproduÁ„o, todas as operaÁıes relativas ao exercÌcio da empresa.

  • 2 OBJETO DE ESTUDO DA CONTABILIDADE

O

objeto

de

estudo

da

contabilidade

È

o

patrimÙnio. Por

patrimÙnio, entenda o conjunto de bens, direitos e obrigaÁıes da

entidade.

PatrimÙnio Bens Direitos ObrigaÁıes
PatrimÙnio
Bens
Direitos
ObrigaÁıes
  • 3 RAZONETES

Na contabilidade, cada um dos componentes patrimoniais (capital social, caixa, bancos, estoques, investimentos, fornecedores, obrigaÁıes a pagar, emprÈstimos a pagar, entre outros) recebe o nome de conta.

Portanto, a partir de agora, falaremos conta caixa, conta capital social, conta bancos e assim por diante.

Ent„o, meus amigos, toda vez que falarmos na movimentaÁ„o dessas

contas, precisaremos nos utilizar de

uma

coisa

muito

famosa

na

contabilidade. S„o os chamados razonetes. Eles tÍm a seguinte

estrutura:

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Conta X

Conta X

Eles tÍm a forma de um “T” mesmo. Então, as contas são movimentadas atravÈs dos razonetes. Os lanÁamentos s„o feitos dos dois lados dos razonetes. … como se fosse uma equaÁ„o matem·tica e, ao final, devemos compensar os saldos.

Conta X 1.200,00 1.000,00 300,00 500,00 Saldo
Conta X
1.200,00
1.000,00
300,00
500,00
Saldo

Pois bem! Vimos

que

o razonete

tem dois

lados.

A partir

de

agora,

queremos que vocÍs chamem o lado esquerdo do lado dos dÈbitos!

Queremos, tambÈm, que vocÍs chamem o lado direito de lado dos crÈditos!

Muito importante!

Lado do dÈbito

Lado do crÈdito

   
Conta X
Conta X

Agora, vamos para um outro ponto muito importante da contabilidade. Galera, a contabilidade È como uma equaÁ„o matem·tica. H· que existir igualdade entre os dois lados. O total dos dÈbitos sempre ter· que ser igual ao total dos crÈditos. Essa regra, em uma contabilidade regular, n„o comporta exceÁıes.

Ent„o, no nosso lanÁamento: entrou dinheiro no capital social e entrou dinheiro no caixa. Sabemos que esses montantes se equivalem. Nos razonetes, ficar· assim:

AplicaÁ„o (bem)

Origem (capital prÛprio)

Caixa

Capital social

 

250.000,00

250.000,00

   
AplicaÁ„o (bem) Origem (capital prÛprio) Caixa Capital social 250.000,00 250.000,00
AplicaÁ„o (bem) Origem (capital prÛprio) Caixa Capital social 250.000,00 250.000,00
AplicaÁ„o (bem) Origem (capital prÛprio) Caixa Capital social 250.000,00 250.000,00
AplicaÁ„o (bem) Origem (capital prÛprio) Caixa Capital social 250.000,00 250.000,00

*ObservaÁ„o: n„o se preocupe, por enquanto, em saber quais contas aumentam a dÈbito e crÈdito.

Vejam que os montantes s„o equivalentes. Temos R$ 250.000,00 de dÈbito (no caixa) e R$ 250.000,00 de crÈdito no capital social.

Mas, professores, nesse exemplo, o caixa aumentou, por que temos um dÈbito? Eis um outro ponto importantÌssimo da disciplina! Vamos l·!

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Tomem as seguintes notas:

DÈbito CrÈdito

DÈbito

CrÈdito

DÈbito CrÈdito
DÈbito CrÈdito

Ativo

Bens e direitos

DÈbito

CrÈdito

Passivo

ObrigaÁıes

Caixa, estoques Fornecedores

CrÈdito

DÈbito

     

PatrimÙnio LÌquido Receitas

Capital prÛprio "Ganhos"*

Capital social Venda de merc.

CrÈdito

-

Despesas

"Perdas"*

Desp. de sal·r.

DÈbito

 
O que s„o Conta Exemplo Aumenta Diminui
O que s„o Conta Exemplo Aumenta Diminui
O que s„o
Conta
Exemplo
Aumenta
Diminui
DÈbito CrÈdito Ativo Bens e direitos DÈbito CrÈdito Passivo ObrigaÁıes Caixa, estoques Fornecedores CrÈdito DÈbito PatrimÙnio
DÈbito CrÈdito Ativo Bens e direitos DÈbito CrÈdito Passivo ObrigaÁıes Caixa, estoques Fornecedores CrÈdito DÈbito PatrimÙnio

*Os itens receitas e despesas est„o assim gravados somente para fins did·ticos. Mais ‡ frente, ser„o conceituados pormenorizadamente.

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  • d) crÈdito, crÈdito e dÈbito.

  • e) crÈdito, crÈdito e crÈdito.

Coment·rios:

Podemos resumir o funcionamento dessas contas da seguinte maneira:

- ReceitaNatureza CredoraSaldo aumenta a crÈdito; - AtivoNatureza DevedoraSaldo aumenta a dÈbito; - PassivoNatureza CredoraSaldo aumenta a crÈdito;

GabaritoC

  • c) crÈdito, dÈbito e crÈdito.

(CONSULPLAN/CODERN/Contabilidade/2014) As contas do Ativo e de Despesas possuem natureza devedora, enquanto as contas do Passivo, PatrimÙnio LÌquido e Receitas possuem natureza credora.

Dessa forma, os saldos das contas de Receitas, Ativo e Passivo aumentam quando nelas s„o efetuados, respectivamente, lanÁamentos a

  • a) dÈbito, dÈbito e dÈbito.

  • b) dÈbito, crÈdito e dÈbito.

MÈtodo das partidas dobradas: o total dos dÈbitos sempre ter· de ser igual ao total dos crÈditos!

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INTRODU« O AOS ELEMENTOS PATRIMONIAIS

A contabilidade funciona basicamente assim:

Sociedade se forma

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S„o

praticados

fatos

que

alteram

o

patrimÙnio

(compras,

vendas, etc)

Esses fatos s„o escriturados em livros

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Elaboramos as

demonstraÁıes

cont·beis (um

"resumo" da

escrituraÁ„o)

Publicamos
Publicamos
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Se for o caso, elas s„o auditadas

Ent„o, depois da escrituraÁ„o, nÛs temos de elaborar as demonstraÁıes

cont·beis.

A

patrimonial.

principal demonstraÁ„o cont·bil È o balanÁo

O balanÁo patrimonial evidencia a situaÁ„o patrimonial e financeira da entidade. … como se tir·ssemos uma foto da companhia em determinado ponto. Ent„o, ao final do que chamamos de exercÌcio social, pegamos todos os saldos das contas cont·beis e colocamos nas diversas demonstraÁıes cont·beis.

Gravem: a principal demonstraÁ„o cont·bil È o balanÁo patrimonial!

O balanÁo

lÌquido!

patrimonial È dividido em ativo, passivo e patrimÙnio

Grupo

Origem ou aplicaÁ„o?

O que È?

Representa o capital prÛprio da entidade

Representa os bens e direitos da entidade

AplicaÁ„o de recursos

Ativo

Passivo

Origem de recursos

Representa as obrigaÁıes da entidade

PatrimÙnio lÌquido

Origem de recursos

Graficamente, para nÛs, para estudo da disciplina e resolver questıes faremos sempre algo do tipo:

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AplicaÁ„o

Ativo Passivo

Ativo

Passivo

AplicaÁ„o Ativo Passivo Origem Origem
AplicaÁ„o Ativo Passivo Origem Origem

Origem

 

Origem

Assim, o capital aplicado em bens e direitos pode vir de duas fontes b·sicas: capital prÛprio (quando vem do PL) e capital de terceiros (quando vem do passivo, das obrigaÁıes).

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(CONSULPLAN/Pref. Sta Maria Madalena/Contabilidade/2010) No BalanÁo Patrimonial, o lado do Ativo evidencia onde a empresa aplicou os recursos que obteve e tem ‡ sua disposiÁ„o.

O lado do Passivo evidencia:

  • a) As origens dos recursos que a empresa obteve e tem ‡ sua disposiÁ„o.

  • b) AplicaÁ„o dos recursos.

  • c) Receitas da empresa.

  • d) Despesas da empresa.

  • e) Clientes.

Coment·rios:

O balanÁo patrimonial È nossa principal demonstraÁ„o cont·bil. O lado esquerdo do balanÁo sempre deve ser igual ao lado direito. Esta È uma regra que, numa escrita cont·bil regular, n„o comporta exceÁ„o.

O ativo representa tudo aquilo que est· sendo empregado nas atividades da entidade; È chamado de È o capital total aplicado nas atividades.

O passivo representa a origem dos recursos obtidos pela empresa e que est„o ‡ sua disposiÁ„o. Esses recursos podem ser:

  • - prÛprios (PatrimÙnio LÌquido)

  • - de terceiros (Passivo ExigÌvel).

ATIVO
ATIVO
PASSIVO
PASSIVO

PASSIVO PATRIM‘NIO LÕQUIDO

LADO DIREITO

ATIVO

LADO ESQUERDO

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APLICA«’ES

ORIGENS

GabaritoA

Continuando ...

O total do ativo sempre ser· igual ao total do passivo + patrimÙnio lÌquido!

Na contabilidade, essa equaÁ„o recebe o nome de equaÁ„o fundamental da contabilidade.

EquaÁ„o fundamental da contabilidade Ativo = Passivo + PL

Ent„o,

se

temos um ativo total

no valor

de

R$

100,00 e

um

passivo

exigÌvel no valor de R$ 40,00. De quanto ser· o nosso PL? Isso! R$ 60,00.

Ativo = P + PL 100 = 40 + PL PL = 60,00.

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GabaritoE

Ativo Passivo = PatrimÙnio LÌquido

Para chegarmos ‡ alternativa exposta pela banca:

Ativo = Passivo + PatrimÙnio LÌquido

A equaÁ„o fundamental da Contabilidade È representada da seguinte maneira:

Coment·rios:

  • e) Ativo Passivo = PatrimÙnio LÌquido.

  • d) Ativo + PatrimÙnio LÌquido = Passivo.

  • b) Passivo + Receitas = Ativo.

  • a) Ativo + Passivo = PatrimÙnio LÌquido.

(CONSULPLAN/CESAN/Administrativo/2011) A EquaÁ„o B·sica da Contabilidade È representada da seguinte forma:

  • c) Passivo + Despesas = Ativo.

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5

FINALIDADE

DA

DEMONSTRA«’ES

CONTABILIDADE

E

USU£RIOS

DAS

A finalidade principal da ciÍncia cont·bil È fornecer a seus usu·rios informaÁıes sobre a situaÁ„o patrimonial e financeira da entidade.

Faz-se essencial a investidores, credores, fornecedores, governo e atÈ

mesmo aos prÛprios administradores da entidade que tenham a plena

convicção de como anda a “saúde” da empresa gerenciada.

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As demonstraÁıes cont·beis s„o preparadas e apresentadas para usu·rios externos em geral, tendo em vista suas finalidades distintas e necessidades diversas.

6

PATRIM‘NIO:

COMPONENTES

PATRIMONIAIS

PASSIVO E PATRIM‘NIO LÕQUIDO)

(ATIVO,

PatrimÙnio È o conjunto de bens, direitos e obrigaÁıes de uma entidade.

A partir deste momento, chamaremos o conjunto de bens e direito de ativo. Por seu turno, as obrigaÁıes ser„o chamadas de passivo.

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Ativo: bens e direitos Passivo: obrigaÁıes

Vamos fazer uma breve comparaÁ„o entre ativo, passivo, receita e

despesa, antes que faÁamos uma an·lise patrimoniais ...

de

cada

um

destes itens

  • - Ativos s„o os bens e direitos da empresa. Assim, quando a empresa compra uma m·quina para ser usada na produÁ„o, est· comprando um

Ativo.

  • - Receita decorre de ganhar dinheiro. Quando a empresa usa a m·quina

que È uma ativo para produzir produtos e vende esses produtos, est· ganhando receita.

  • - Passivos s„o as obrigaÁıes da empresa. Aquilo que ela tem que pagar.

Digamos que uma empresa compre uma m·quina para usar na produÁ„o e ir· pagar em 12 prestaÁıes mensais. A m·quina (j· vimos) È um ativo. A dÌvida com o fornecedor (as 12 prestaÁıes que a empresa tem que

pagar) È um Passivo.

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  • - Despesas s„o os gastos que a empresa incorre para conseguir ganhar as receitas. Assim, temos: despesas de sal·rios (pagamento aos

funcion·rios), despesa de administraÁ„o, despesa de aluguel, etc.

Essas explicaÁıes ficar„o mais claras ao longo do curso.

TambÈm È importante saber que:

  • - PatrimÙnio bruto ou patrimÙnio total: total do ativo.

  • - PatrimÙnio lÌquido: Ativo Passivo.

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Nessa demonstraÁ„o s„o evidenciadas apenas contas patrimoniais, a saber:

  • a) Ativo e Receitas.

  • b) Receitas e Despesas.

  • c) Ativo Passivo e PatrimÙnio LÌquido.

  • d) Ativo, Passivo, PatrimÙnio LÌquido, Receitas e Despesas.

Coment·rios:

BalanÁo Patrimonial È a principal demonstraÁ„o cont·bil e se destina a evidenciar, seja de forma qualitativa, seja de forma quantitativa, a posiÁ„o patrimonial e financeira da entidade.

Como parte dos relatÛrios cont·bilfinanceiros, as demonstraÁıes cont·beis s„o uma representaÁ„o estruturada da posiÁ„o patrimonial e financeira e do desempenho da entidade.

  • Ativo;

  • Passivo;

  • PatrimÙnio LÌquido.

As contas de resultado, despesas e receitas, s„o apresentadas apenas na DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio, que È uma demonstraÁ„o com car·ter din‚mico.

(CONSULPLAN/TRE-MG/Analista Contabilidade/2015) As demonstraÁıes cont·beis s„o mais comumente elaboradas segundo modelo baseado no custo histÛrico recuper·vel e no conceito da manutenÁ„o do capital financeiro nacional.

… correto afirmar que os componentes relacionados diretamente ‡ representaÁ„o estruturada da posiÁ„o patrimonial e financeira s„o apenas

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GabaritoC

  • 7 T…CNICAS CONT£BEIS

S„o quatro as tÈcnicas utilizadas na contabilidade: escrituraÁ„o, elaboraÁ„o das demonstraÁıes cont·beis, auditoria e an·lise das demonstraÁıes cont·beis.

  • d) OrÁamento.

  • e) EscrituraÁ„o.

Coment·rios:

S„o quatro as tÈcnicas utilizadas na contabilidade:

  • - escrituraÁ„o

  • - elaboraÁ„o das demonstraÁıes cont·beis

  • - auditoria

    • b) An·lise de balanÁos.

      • - an·lise das demonstraÁıes cont·beis.

A ˙nica opÁ„o que n„o est· entre essas quatro opÁıes È OrÁamento, que n„o È considerado uma tÈcnica cont·bil.

GabaritoD

  • c) ElaboraÁ„o das demonstraÁıes cont·beis.

(CONSULPLAN/Pref. Resende/2010) N O È considerada (o) como tÈcnica cont·bil:

  • a) Auditoria.

  • 8 CONCEITO DE ATIVO, PASSIVO E PL NO CPC 00:

Conceito de ativo CPC 00:

Ativo È um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que resultem futuros benefÌcios econÙmicos para a entidade.

Conceito de passivo CPC 00:

Passivo È uma obrigaÁ„o presente da entidade, derivada de eventos j· ocorridos, cuja liquidaÁ„o se espera que resulte em saÌda de recursos capazes de gerar benefÌcios econÙmicos.

Conceito de patrimÙnio lÌquido CPC 00

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PatrimÙnio LÌquido È o valor residual dos ativos da entidade depois de deduzidos todos os seus passivos.”

Resumindo:

Ativo

Recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que resultem futuros benefÌcios econÙmicos para a entidade.

Passivo

ObrigaÁ„o presente da entidade, derivada de eventos j· ocorridos, cuja liquidaÁ„o se espera que resulte em saÌda de recursos capazes de gerar benefÌcios econÙmicos.

PatrimÙnio LÌquido

Valor residual dos ativos da entidade depois de deduzidos todos os seus passivos

9 SITUA« O PATRIM‘NIO LÕQUIDA E EQUA« O FUNDAMENTAL DO
9
SITUA« O
PATRIM‘NIO
LÕQUIDA
E
EQUA« O
FUNDAMENTAL
DO

J· sabemos o que È um ativo (bens e direitos) e o que È um (obrigaÁıes). Agora, vejamos o seguinte exemplo ...

passivo

A empresa KLS tem as seguintes contas registradas em sua contabilidade:

Caixa

100,00

Duplicatas a receber

200,00

Estoques

50,00

Fornecedores

60,00.

EmprÈstimos a pagar

40,00.

Classificando, temos nesta situaÁ„o o seguinte:

Bens: caixa e estoques = 100 + 50. Direitos: duplicatas a receber = 200. ObrigaÁıes = fornecedores + emprÈstimos a pagar = 60 + 40 = 100.

A partir de agora, toda vez que falarmos em ativo e passivo, graficamente vocÍs ir„o esquematizar do seguinte modo:

Bens

Direitos

ObrigaÁıes
ObrigaÁıes
PASSIVO ATIVO
PASSIVO
ATIVO

No nosso exemplo, portanto, teremos:

ATIVO

PASSIVO

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  • RESUMO RETA FINAL EXAME CFC 2018.1 PARTE 1 PROF. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO

Caixa = 100

Estoques = 50

Dupl. a receber = 200

Fornecedores = 60,00

EmprÈstimos a pagar = 40,00

O ativo representa os bens e direitos que est„o aplicados nas atividades empresariais, o passivo representa o capital que devemos a terceiros, os capitais de terceiros que est„o empregados na nossa atividade.

Por isso, contabilmente, diz-se que o ativo representa a aplicaÁ„o de recursos na entidade.

J· o passivo representa uma origem. Estes recursos que os terceiros empregam nas atividades da empresa s„o chamados de capital de terceiros (gravem este nome, pois cai corriqueiramente em concursos).

Pois bem. Mas, imaginem conosco. Quando o sÛcio vai constituir as atividades empresariais ele emprega somente capitais de terceiros ou tambÈm entrega capitais prÛprios (pertencentes a ele - sÛcio) ‡s atividades. Ora, entrega capital prÛprio. Na contabilidade, este capital prÛprio È chamado de situaÁ„o lÌquida.

No exemplo que demos, temos o seguinte:

Fornecedores = 60,00

PASSIVO

EmprÈstimos a pagar = 40,00

Total = 100

Total = 350

a receber = 200

Dupl.

Estoques = 50

Fornecedores = 60,00 PASSIVO EmprÈstimos a pagar = 40,00 Total = 100 Total = 350 a
Caixa = 100 ATIVO
Caixa = 100
ATIVO

Vejam que no ativo temos um total

de

R$ 350,00, enquanto que

no

passivo tem apenas R$ 100,00. O que podemos inferir? Os R$ 250,00

faltantes representam a chamada situaÁ„o lÌquida ou patrimÙnio lÌquido (capital prÛprio) da empresa. Portanto, fica assim:

PASSIVO

Fornecedores = 60,00

EmprÈstimos a pagar = 40,00

SituaÁ„o LÌquida = 250

Total = 350

Estoques = 50

a receber = 200

Dupl.

Total = 350

Estoques = 50 a receber = 200 Dupl. Total = 350
PASSIVO Fornecedores = 60,00 EmprÈstimos a pagar = 40,00 SituaÁ„o LÌquida = 250 Total = 350
ATIVO Caixa = 100
ATIVO
Caixa = 100

E como fizemos para achar o valor da situaÁ„o lÌquida?! Ainda que sem perceber, utilizamo-nos de uma equaÁ„o algÈbrica b·sica: a equaÁ„o fundamental b·sica da contabilidade.

EQUA« O FUND. DA CONTAB. ATIVO = PASSIVO + SITUA« O LÕQUIDA

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R ESUMO R ETA F INAL E XAME CFC 2018.1 – P ARTE 1 P ROF

(CONSULPLAN/COFEN/Contabilidade/2011) A diferenÁa entre Ativo (bens e direitos) e Passivo (obrigaÁıes) denomina se:

  • a) BalanÁo Patrimonial.

b)

  • c) SituaÁ„o LÌquida Positiva.

  • d) SituaÁ„o LÌquida Negativa.

  • e) Resultado do ExercÌcio

Coment·rios:

Pela equaÁ„o fundamental da Contabilidade, a diferenÁa entre Ativo e Passivo È chamada de PatrimÙnio LÌquido ou SituaÁ„o LÌquida.

GabaritoB

SituaÁ„o LÌquida.

Portanto, amigos. Fica assim. O quadro que estamos montando para demonstrar o ativo e passivo passar· agora a ser chamado de balanÁo patrimonial, sendo esta a nossa principal demonstraÁ„o cont·bil.

O lado esquerdo do balanÁo patrimonial sempre deve ser igual ao lado

direito. Esta

È

uma regra

comporta exceÁ„o.

que, numa

escrita

cont·bil regular, n„o

O ativo representa tudo aquilo que est· sendo empregado nas atividades da entidade. Assim, se temos um veÌculo de R$ 10.000,00, dinheiro no valor de R$ 50.000,00 e investimentos em outra companhia no valor de R$ 20.000,00, nosso ativo È de R$ 80.000,00. Este È o capital total aplicado nas atividades.

Este valor possui uma origem. E que origem È esta?! Essa origem pode ser tanto de capital prÛprio, empregado pelos sÛcios, como de terceiros, quando a empresa obtÈm, por exemplo, por um financiamento.

Dizemos, assim, que

o

lado

do

ativo

È

o

lado

da aplicaÁ„o de

recursos. J· o lado

do

passivo e do

PL

È

o

lado

da origem de

recursos.

BALAN«O PATRIMONIAL

PATRIM‘NIO LÕQUIDO APLICA« O DE RECURSOS PASSIVO ATIVO LADO DIREITO LADO ESQUERDO
PATRIM‘NIO LÕQUIDO
APLICA« O DE RECURSOS
PASSIVO
ATIVO
LADO DIREITO
LADO ESQUERDO

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ORIGEM DE RECURSOS 10 TIPOS DE SITUA« O LÕQUIDA EXISTENTES A situaÁ„o lÌquida representa o quanto
ORIGEM DE RECURSOS
10 TIPOS DE SITUA« O LÕQUIDA EXISTENTES
A
situaÁ„o
lÌquida
representa
o
quanto
os
sÛcios
empregam
de
patrimÙnio ‡ sociedade, com
recursos prÛprios.
Todavia, È
praxe
que
a
express„o situaÁ„o
lÌquida seja entendida
tambÈm como patrimÙnio

lÌquido (embora o patrimÙnio lÌquido seja uma das espÈcies do gÍnero situaÁ„o lÌquida). Mas, para nÛs, se a quest„o disser situaÁ„o lÌquida ou

patrimÙnio lÌquido, trataremos de maneira igual: vamos achar o capita prÛprio!

Vejamos os tipos de situaÁıes lÌquidas patrimoniais existentes.

1- Ativo maior do que passivo

BALAN«O PATRIMONIAL

PASSIVO

ATIVO

TOTAL 2.000 ? SL Direitos 1.000 ObrigaÁıes 500 Bens 1.000 TOTAL 2.000
TOTAL 2.000
?
SL
Direitos 1.000
ObrigaÁıes 500
Bens 1.000
TOTAL 2.000

SituaÁ„o lÌquida = Ativo Passivo = 2.000 500 = 1.500.

Neste tipo de situaÁ„o, temos:

Ativo > Passivo exigÌvel SituaÁ„o lÌquida > 0

2 Ativo menor do que passivo.

BALAN«O PATRIMONIAL

ATIVO

PASSIVO

Bens 1.000

ObrigaÁıes 2.500

Direitos 1.000

SL

?

TOTAL 2.000

TOTAL 2.000

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Esta é a situação líquida em que se “deve mais do que se tem”.

Essa parte do Passivo para o qual n„o temos recursos suficientes para pagar È denominada passivo a descoberto. Essa quest„o È recorrente em concursos!

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Gravem! Passivo a descoberto ocorre quando o passivo exigÌvel È maior que o ativo. Nesse caso, temos o que alguns autores chamam de patrimÙnio lÌquido negativo, mas o nome tecnicamente mais correto È passivo a descoberto.

Neste tipo de situaÁ„o, temos:

Ativo < Passivo PatrimÙnio LÌquido < 0

  • 3 Ativo igual ao passivo

Nesta situaÁ„o o ativo È igual ao passivo exigÌvel, n„o havendo que se falar em resÌduo para os propriet·rios no caso de dissoluÁ„o da empresa, isto È, n„o existe capital prÛprio. O total dos bens e direitos È igual aos valores das obrigaÁıes dos propriet·rios.

ATIVO

PASSIVO

BALAN«O PATRIMONIAL

   

Bens 1.000

 

Direitos 1.000

ObrigaÁıes 2.000 SL ???

TOTAL 2.000

TOTAL 2.000

A situaÁ„o lÌquida neste caso È nula.

  • 4 Ativo igual ‡ situaÁ„o lÌquida

Este

È

o

caso tÌpico

da constituiÁ„o

da sociedade. Quando um sÛcio

emprega R$ 100,00 de capital nas atividades (e este È o ˙nico fato

cont·bil existente), teremos:

BALAN«O PATRIMONIAL

ATIVO

PASSIVO

Bens 100 PL 100 TOTAL 100 TOTAL 100
Bens 100
PL 100
TOTAL 100
TOTAL 100

Esta È a situaÁ„o tÌpica da constituiÁ„o da empresa. O ativo È igual ao patrimÙnio lÌquido.

Algumas consequÍncias lÛgicas:

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De tudo o que expusemos atÈ o momento, podemos tomar algumas conclusıes. S„o elas:

O ativo pode ser maior ou igual a zero. O ativo n„o poder·, jamais, ser negativo. N„o podemos ter, por exemplo, um veÌculo que valha R$ - 100,00, ou caixa no montante de R$ - 30,00.

O mesmo vale para o passivo, que pode ser maior ou igual a zero, mas n„o negativo. N„o h· possibilidade de ter obrigaÁ„o de R$ - 1.000,00 com terceiros.

O patrimÙnio lÌquido (situaÁ„o lÌquida), por seu turno, pode ser positivo, negativo ou nulo.

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Coment·rios:

  • - SituaÁ„o LÌquida NulaAtivo - Passivo = 0

  • - SituaÁ„o LÌquida Superavit·riaAtivo Passivo > 0

Os tipos de situaÁıes lÌquidas existentes s„o:

A situaÁ„o lÌquida representa o quanto os sÛcios empregam de patrimÙnio ‡ sociedade, com recursos prÛprios; tambÈm È conhecida como PatrimÙnio LÌquido.

  • e) SituaÁ„o LÌquida Inexistente

  • d) SituaÁ„o LÌquida Passiva.

  • c) SituaÁ„o LÌquida Nula.

  • b) SituaÁ„o LÌquida Ativa de R$600,00.

  • a) SituaÁ„o LÌquida Superavit·ria.

    • - SituaÁ„o LÌquida Deficit·ria Ativo Passivo<0

Caixa

Caixa

R$ 200,00

MÛveis e UtensÌlios

R$ 300,00

VeÌculos

R$

30,00

Duplicatas a receber

R$

70,00

Duplicatas a pagar

R$ 170,00

Sal·rios a pagar

R$

30,00

30,00

(CONSULPLAN/Prefeitura Londrina/Contabilidade/2010) O BalanÁo Patrimonial da Empresa Novos Talentos em 31/12/2010 era o seguinte:

Assinale a situaÁ„o lÌquida dessa empresa nesse momento:

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Agora È calcular o lÌquida:

GabaritoA

Portanto, a situaÁ„o lÌquida È superavit·ria, igual a R$ 400.

  • - SituaÁ„o LÌquida=600-200=400

  • - Passivo=170+30=200

  • - Ativo=200+300+30+70= 600

valor do Ativo e Passivo, para obtermos a situaÁ„o

11 APROFUNDANDO:

PRINCIPAIS

(ASPECTOS INICIAIS)

CONTAS

UTILIZADAS

6

Contas a receber de clientes Caixa Dinheiro em poder da empresa Conta corrente Banco Clientes Duplicatas
Contas a receber de clientes
Caixa
Dinheiro em poder da empresa
Conta corrente
Banco
Clientes
Duplicatas a receber
Contas a receber
Valores a receber de vendas realizadas
Outras contas a receber
Mercadorias
Estoque de mercadorias para venda
Bens pertencentes ‡ empresa
Bens pertencentes ‡ empresa
Bens pertencentes ‡ empresa
Bens pertencentes ‡ empresa
M·quinas
VeÌculos
ImÛveis
MÛveis
 

Capital integralizado pelos sÛcios

Capital Social Reservas de Lucro

Reserva Legal, de ContingÍncia, Estatut·ria, etc.

   

Reservas de Capital Contas de Resultado (receitas e despesas)

£gio na emiss„o de aÁıes Ver relaÁ„o abaixo.

PATRIM‘NIO LÕQUIDO

Fornecedores

Valores a pagar para fornecedores

Duplicatas a pagar

Valores a pagar de compras realizadas

Contas a pagar

Outros valores a pagar

   

Impostos a recolher EmprÈstimos

Impostos (IR, ICMS, etc) a recolher EmprÈstimos a pagar

PASSIVO
PASSIVO
Conta DescriÁ„o sum·ria
Conta
DescriÁ„o sum·ria
ATIVO
ATIVO

Dica:

Todas

LÌquido.

as

contas

de

reserva

pertencem

ao

PatrimÙnio

As contas de Resultado tambÈm pertencem ao PatrimÙnio LÌquido.

Contas de Resultado

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Receitas:

Receita de Vendas Receitas Financeiras Receitas de aluguel Receitas de comiss„o Receitas de serviÁos

Custos:

Custo das mercadorias vendidas Custo dos produtos vendidos Custo dos serviÁos prestados

Despesas

2

Despesas Administrativas Sal·rios e ordenados DepreciaÁ„o Despesas de Frete Despesas de Aluguel

12 LAN«AMENTOS CONT£BEIS

  • 12.1 CONTAS LAN«ADAS A D…BITO E A CR…DITO

J· dissemos que:

- As contas do ativo e as de despesa tÍm natureza devedora - As contas do passivo, do PL e as de receita tÍm natureza credora.

Com base no mÈtodo das partidas dobradas, algumas conclusıes podem ser tomadas:

1) A soma dos dÈbitos È sempre igual ‡ soma dos crÈditos. 2) Um ou mais dÈbitos numa ou mais contas deve corresponder a um ou mais crÈditos de valor equivalente em uma ou mais contas. 3) O total do ativo ser· sempre igual · soma do passivo exigÌvel com o patrimÙnio lÌquido.

  • 12.2 ELEMENTOS ESSENCIAIS DE UM LAN«AMENTO

… essencial que conste em um lanÁamento:

Elementos essenciais do lanÁamento

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1) Local (pode ser suprimido, considerando-se feito no local do estabelecimento) e data; 2) Conta debitada; 3) Conta creditada; 4) HistÛrico; 5) Valor.

13 F”RMULAS DO LAN«AMENTO

Os lanÁamentos podem ser de:

  • 13.1 1™ F”RMULA

Envolve uma conta a dÈbito e uma conta a crÈdito.

3

  • 13.2 2™ F”RMULA

Envolve uma conta a dÈbito e duas ou mais a crÈdito.

  • 13.3 3™ F”RMULA

Envolve duas ou mais contas a dÈbito e uma conta a crÈdito.

  • 13.4 4™ F”RMULA

Envolve duas ou mais contas a dÈbito e duas ou mais contas a crÈdito.

Macete

LanÁamento

1a fÛrmula

DÈbito

CrÈdito

  • 1 1

  • 1 2

  • 2 1

  • 2 2

2a fÛrmula 3a fÛrmula 4a fÛrmula
2a fÛrmula
3a fÛrmula
4a fÛrmula

… sÛ ver a seq¸Íncia de n˙meros e teremos: 11, 12, 21, 22. Em ordem crescente.

Observando: onde est· escrito 2, deve ser entendido como 2 ou mais.

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(CONSULPLAN/Pref. Natividade/Contabilidade/2015) Na teoria fundamental da contabilidade, o lanÁamento dos fatos cont·beis na escrituraÁ„o obedece ao critÈrio das partidas dobradas, utilizando as 4

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fÛrmulas. Diante do exposto, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1.Uma conta debitada e diversas contas creditadas. 2.Diversas contas debitadas e diversas contas creditadas.

3.Uma conta debitada e uma conta creditada.

4.

Diversas contas debitadas e uma creditada.

()1™ fÛrmula. () 2™ fÛrmula. () 3™ fÛrmula. () 4™ fÛrmula.

A sequÍncia est· correta em

 

9

  • a) 2, 1, 3, 4.

  • b) 2, 4, 1, 3.

  • c) 1, 3, 2, 4.

  • d) 3, 1, 4, 2.

Coment·rios:

Os lanÁamentos cont·beis podem ser:

  • - 1™ FÛrmula: Envolve uma conta a dÈbito e uma conta a crÈdito

  • - 2™ FÛrmula: Envolve uma conta a dÈbito e duas ou mais a crÈdito.

  • - 3™ FÛrmula: Envolve duas ou mais contas a dÈbito e uma conta a crÈdito.

  • - 4™ FÛrmula: Envolve duas ou mais contas a dÈbito e duas ou mais contas a crÈdito.

Agora faremos a associaÁ„o:

1.Uma conta debitada e diversas contas creditadas. (2™ FÛrmula) 2.Diversas contas debitadas e diversas contas creditadas. (4™FÛrmula) 3.Uma conta debitada e uma conta creditada. (1™ FÛrmula)

4.

Diversas contas debitadas e uma creditada (3™ FÛrmula)

GabaritoB

14 TIPOS DE FATOS CONT£BEIS

Dissemos que fatos cont·beis s„o aqueles que tÍm por escopo promover alteraÁ„o no patrimÙnio (conjunto de bens, direitos e obrigaÁıes) de uma entidade.

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J· os atos cont·beis s„o atos relevantes que n„o alteram o patrimÙnio da entidade, tal como a contrataÁ„o de empregados, o simples fato de se conceder fianÁa a um terceiro ou avalizar um cheque.

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Os fatos cont·beis s„o divididos hoje em trÍs grupos:

1) Modificativos; 2) Permutativos; 3) Mistos.

4

  • 14.1 FATO PERMUTATIVO OU QUALITATIVO

Como o prÛprio nome j· diz, os fatos permutativos alteram o patrimÙnio somente em aspectos qualitativos.

Os fatos permutativos configuram apenas trocas, permutas, entre bens do ativo e passivo exigÌvel, sem que haja alteraÁ„o no valor total do patrimÙnio lÌquido e contas de resultado.

1) Permuta entre elementos do ativo 2) Permuta entre elementos do passivo 3) Permuta entre elementos do ativo e passivo 4) Permuta entre elementos do patrimÙnio lÌquido

  • 14.2 FATO MODIFICATIVO OU QUANTITATIVO

Os fatos modificativos s„o aqueles que tÍm o cond„o de alterar, para mais ou para menos, o patrimÙnio lÌquido. A doutrina tambÈm os denomina como fatos quantitativos.

Enquanto os fatos permutativos envolvem apenas contas patrimoniais, os fatos modificativos envolvem tambÈm conta de resultados (receitas e despesas).

Assim, frise-se, o fato modificativo provoca aumento ou reduÁ„o do ativo ou passivo e, concomitantemente, modificaÁ„o na situaÁ„o lÌquida. Necessariamente haver· uma conta de receita ou despesa.

Os fatos modificativos podem ser:

1) Modificativo aumentativo

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… aquele que provoca aumento da situaÁ„o lÌquida mediante aumento do ativo ou diminuiÁ„o do passivo. Amigos, quando falamos de situaÁ„o lÌquida e apresentamos contas de resultado (apuradas na DRE), lembrem- se de que o resultado do exercÌcio (lucro ou prejuÌzo) integra o capital prÛprio.

AtenÁ„o! As diversas bancas consideram que a integralizaÁ„o de capital social È fato modificativo aumentativo. Todavia, o CESPE diverge neste ponto, considerando o fato como permutativo.

2) Modificativo diminutivo

O fato modificativo diminutivo È aquele que tem o cond„o de reduzir a situaÁ„o lÌquida da empresa. Essa reduÁ„o se d·, geralmente, pelo aumento do passivo ou pela reduÁ„o do ativo.

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Fatos cont·beis s„o aqueles que tÍm por escopo promover alteraÁ„o no patrimÙnio (conjunto de bens, direitos e obrigaÁıes) de uma entidade.

  • c) Fatos permutativos.

  • d) Fatos modificativos aumentativos.

  • e) Fatos mistos.

Coment·rios:

  • a) Fatos modificativos.

Os fatos modificativos s„o aqueles que tÍm o cond„o de alterar, para mais ou para menos, o patrimÙnio lÌquido. A doutrina tambÈm os denomina como fatos quantitativos.

GabaritoA

  • b) Atos administrativos.

(CONSULPLAN/Pref. Sta Maria/Contabilidade/2010) Os eventos que ocorrem no dia a dia das empresas, provocando modificaÁıes entre os elementos do Ativo, do Passivo ou entre ambos ao mesmo tempo, interferindo no PatrimÙnio LÌquido, denominam se:

14.3 FATO MISTO

Fato misto È o que envolve, ao mesmo tempo, um fato permutativo e um fato modificativo. Acarreta, portanto, alteraÁıes no ativo e PL, no passivo e no PL ou no ativo, passivo e PL.

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1) Fato misto aumentativo

… quando

o

fato

misto

tem

o

cond„o

de

aumentar a

situaÁ„o lÌquida

patrimonial.

 

2) Fato misto diminutivo

 

… quando

o

fato

misto

tem

o

cond„o

de

diminuir a

situaÁ„o

lÌquida

patrimonial.

 

Fatos

que

sempre

s„o

considerados fatos mistos:

pagamento/recebimento de duplicatas/tÌtulos/clientes com juros ou desconto.

==62394==
==62394==
  • c) modificativo diminutivo.

  • b) misto diminutivo.

(CONSULPLAN/TRE-MG/Contabilidade/2015) Os atos administrativos s„o os que n„o provocam alteraÁıes nos elementos do patrimÙnio ou do resultado, portanto, n„o s„o de interesse da contabilidade.

Os fatos administrativos s„o os que provocam alteraÁıes nos elementos do patrimÙnio ou do resultado, portanto, interessam ‡ contabilidade.

“Uma empresa pagou, em atraso, uma obrigação tributária. A mesma já

estava registrada em seu Passivo. O pagamento teve que ser realizado

acrescentando os respectivos acréscimos legais. ”

Essa operaÁ„o caracterizase como um fato cont·bil

  • a) permutativo.

  • d) compensativo aumentativo

Coment·rios:

O pagamento de uma obrigaÁ„o tribut·ria com acrÈscimos pode ser representado pelo seguinte lanÁamento:

  • D - ObrigaÁ„o Tribut·ria a pagar

  • D - Despesas financeiras

  • C - Bancos

Esse lanÁamento representa um fato cont·bil misto, pois envolve, ao mesmo tempo, um fato permutativo e um fato modificativo. Acarreta, portanto, alteraÁıes no ativo, passivo e PL.

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Como houve a diminuiÁ„o da situaÁ„o lÌquida, estamos diante de um fato misto diminutivo.

GabaritoB

  • 15 RETIFICA« O DE LAN«AMENTO CONT£BIL

RetificaÁ„o de lanÁamento È o processo tÈcnico de correÁ„o de registro realizado com erro na escrituraÁ„o cont·bil da entidade e pode ser feito por meio de:

  • a) estorno;

  • b) transferÍncia; e

  • c) complementaÁ„o.

RetificaÁ„o do lanÁamento

Estorno

LanÁamento inverso, anulando totalmente

TransferÍncia

TransposiÁ„o para a conta adequada

ComplementaÁ„o

 

Ressalva

Complementa (aumentando ou reduzindo) CorreÁ„o antes do tÈrmino do lanÁamento

  • 16 ITG 2000 ESCRITURA« O

falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos cont·beis.

  • e) com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua

emendas; e

  • d) com ausÍncia de espaÁos em branco, entrelinhas, borrıes, rasuras ou

  • c) em ordem cronolÛgica de dia, mÍs e ano;

  • b) em forma cont·bil;

  • a) em idioma e em moeda corrente nacionais;

5. A escrituraÁ„o cont·bil deve ser executada:

  • 17 LIVROS CONT£BEIS E FISCAIS

17.1 LIVRO DI£RIO

Este livro est· regulado pelo CÛdigo Civil, que prescreve:

Art. 1.179. O empres·rio e a sociedade empres·ria s„o obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou n„o, com base na escrituraÁ„o uniforme de seus livros, em correspondÍncia com a documentaÁ„o respectiva, e a levantar anualmente o balanÁo patrimonial e o de resultado econÙmico.

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Art. 1.180. AlÈm dos demais livros exigidos por lei, È indispens·vel o di·rio, que pode ser substituÌdo por fichas no caso de escrituraÁ„o mecanizada ou eletrÙnica.

de

Par·grafo ˙nico.

uso

o

A adoÁ„o

fichas n„o dispensa

de

apropriado para o lanÁamento do balanÁo patrimonial e do de resultado

econÙmico.

livro

O livro di·rio È um livro que contÈm o registro de todo e cada lanÁamento em ordem cronolÛgica, fato que nos permite compreender a seq¸Íncia de acontecimentos ocorridos na empresa. Ele È obrigatÛrio para a quase que totalidade dos empres·rios (ressalva-se o pequeno empres·rio previsto na LC 123/2006).

O livro di·rio possui algumas formalidades, extrÌnsecas e intrÌnsecas, vamos vÍ-las:

Formalidades do livro di·rio

ExtrÌnsecas (Finalidade: dificultar adulteraÁ„o):

  • - Deve ser encadernado;

  • - As folhas devem ser numeradas;

  • - Deve ser autenticado

pela Junta

Comercial do Estado (empresas

  • - A escrituraÁ„o deve ser feita em lÌngua e moeda nacionais.

  • - N„o deve haver rasuras, borrıes, sinais, linhas em branco, entrelinhas, folhas em branco, etc; e

  • - Seguir uma ordem cronolÛgica;

IntrÌnsecas (Finalidade: resguardar a fidedignidade dos fatos ocorridos em relaÁ„o aos fatos registrados):

  • - Deve haver termo de abertura e termo de encerramento.

mercantis) ou pelo Registro Civil de Pessoas JurÌdicas (empresas civis); e

Resumindo, o di·rio È:

  • - ObrigatÛrio (exigido pelo CÛdigo Civil);

  • - Principal (registra todos os fatos cont·beis);

  • - Comum (para todas as empresas);

  • - CronolÛgico (fatos cont·beis registrados em ordem cronolÛgica).

17.2 LIVRO RAZ O

O livro raz„o È facultativo, principal (isto È, registram todos os fatos) e

sistem·tico (leva informaÁıes).

em

conta

principalmente

a

organizaÁ„o das

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Segundo a legislaÁ„o do IR, os contribuintes sujeitos ‡ apuraÁ„o do lucro real devem escriturar o livro raz„o.

18 DEMONSTRA«’ES CONT£BEIS OBRIGAT”RIAS PELA LEI DAS SOCIEDADES POR A«’ES

As demonstraÁıes cont·beis s„o diferentes conforme estejamos frente a um ou outro tipo societ·rio.

COMPANHIA

ABERTA

FECHADA
FECHADA

DEMONSTRA« O CONT£BIL

PrejuÌzos

BalanÁo Patrimonial

DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio

Lucros

DemonstraÁ„o do Valor Adicionado

DemonstraÁ„o dos Fluxos de Caixa

Acumulados

DemonstraÁ„o

de

ou

  • X X

  • X X

X

X

  • X PL > 2 MI

X
X

19 DEMONSTRA«’ES CONT£BEIS OBRIGAT”RIAS SEGUNDO O CPC 26 APRESENTA« O DAS DEMONSTRA«’ES CONT£BEIS

  • (c) demonstraÁ„o das mutaÁıes do patrimÙnio lÌquido do perÌodo;

  • (d) demonstraÁ„o dos fluxos de caixa do perÌodo;

  • (e) notas explicativas, compreendendo um resumo das polÌticas cont·beis

significativas e outras informaÁıes elucidativas;

(ea) informaÁıes comparativas com o perÌodo anterior, conforme especificado nos itens 38 e 38A; (IncluÌda pela Revis„o CPC 03)

  • (f) balanÁo patrimonial do inÌcio do perÌodo mais antigo,

comparativamente apresentado, quando a entidade aplicar uma polÌtica cont·bil retrospectivamente ou proceder ‡ reapresentaÁ„o retrospectiva de itens das demonstraÁıes cont·beis, ou quando proceder ‡ reclassificaÁ„o de itens de suas demonstraÁıes cont·beis de acordo com os itens 40A a 40D; e (Alterada pela Revis„o CPC 03) (f1) demonstraÁ„o do valor adicionado do perÌodo, conforme

Pronunciamento TÈcnico CPC 09, se exigido legalmente ou por algum Ûrg„o regulador ou mesmo se apresentada voluntariamente. (Alterada pela Revis„o CPC 03)

Conjunto completo de demonstraÁıes cont·beis

10. O conjunto completo de demonstraÁıes cont·beis inclui:

  • (a) balanÁo patrimonial ao final do perÌodo;

(b1) demonstraÁ„o do resultado do perÌodo; (b2) demonstraÁ„o do resultado abrangente do perÌodo;

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a) BalanÁo Patrimonial, DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio, DemonstraÁ„o das MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido, DemonstraÁ„o das Origens e AplicaÁ„o de Recursos e DemonstraÁ„o do Valor Adicionado. b) BalanÁo Patrimonial, DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio, DemonstraÁ„o das MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido, DemonstraÁ„o das Origens e AplicaÁ„o de Recursos. c) BalanÁo Patrimonial, DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio, DemonstraÁ„o de Lucros e PrejuÌzos Acumulados, DemonstraÁ„o das Origens e AplicaÁ„o de Recursos e DemonstraÁ„o de Fluxos de Caixa. d) BalanÁo Patrimonial, DemonstraÁ„o de Lucros ou PrejuÌzos Acumulados, DemonstraÁ„o da Gest„o de Caixa e MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido. e) BalanÁo Patrimonial, DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio, DemonstraÁ„o das MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido, DemonstraÁ„o de Fluxos de Caixa e DemonstraÁ„o do Valor Adicionado.

Os demonstrativos cont·beis obrigatÛrios para as empresas brasileiras s„o

(CONSULPLAN/Pref. Uberl‚ndia/Contador/2012) No ambiente empresarial e dos negÛcios, as empresas realizam diversas operaÁıes no intuito de manter ativa as operaÁıes da organizaÁ„o. Os demonstrativos s„o modelos sintÈticos que procuram exprimir a realidade da empresa em determinado momento e se tornam, portanto, uma aproximaÁ„o da situaÁ„o empresarial, um retrato de sua configuraÁ„o, um extrato de sua composiÁ„o e resultado.

Gabarito E.

20 BALAN«O PATRIMONIAL

BalanÁo Patrimonial È a principal demonstraÁ„o cont·bil e se destina a evidenciar, seja de forma qualitativa, seja de forma quantitativa, a posiÁ„o patrimonial e financeira da entidade.

21 REGRAS

SOBRE

A

ELABORA« O

E

DEMONSTRA«’ES CONT£BEIS

PUBLICA« O

DAS

O exercÌcio social ter· duraÁ„o de 1 (um) ano e a data do tÈrmino ser· fixada no estatuto (LSA, art. 175). Na constituiÁ„o da companhia e nos casos de alteraÁ„o estatut·ria o exercÌcio social poder· ter duraÁ„o diversa (LSA, art. 175, par·grafo ˙nico).

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Segundo o artigo 176, par·grafo primeiro, as demonstraÁıes de cada exercÌcio ser„o publicadas com a indicaÁ„o dos valores correspondentes das demonstraÁıes do exercÌcio anterior.

Ainda, de acordo com o artigo 176:

ß 2 Nas demonstraÁıes, as contas semelhantes poder„o ser agrupadas; os pequenos saldos poder„o ser agregados, desde que indicada a sua natureza e n„o ultrapassem 0,1 (um dÈcimo) do valor do respectivo grupo de contas; mas È vedada a utilizaÁ„o de designaÁıes genÈricas, como "diversas contas" ou "contas-correntes".

A finalidade de

tal

dispositivo

È

de facilitar o entendimento das

demonstraÁıes cont·beis, evitando que o excesso de detalhes prejudique

o entendimento.

Imagine vocÍ

se

uma empresa que

tem uma faturamento

de

R$

100

bilhıes ano tem de apresentar em min˙cias cada item que tem em

almoxarifado. Seria invi·vel, n„o È mesmo?

Deste modo, se temos as contas aplicaÁ„o em certificado banc·rio e aplicaÁ„o em fundo de renda fixa, podemos agrupar tudo em uma ˙nica conta chamada aplicaÁıes financeiras.

As demonstraÁıes financeiras ser„o assinadas pelos administradores e por contabilistas legalmente habilitados (LSA, art. 177, ß4 ). Vejam que este inciso estabelece que as demonstraÁıes financeiras s„o assinadas por contabilista legalmente habilitado (e n„o contador). A express„o contabilista abrange tanto o tÈcnico em contabilidade, como o bacharel em ciÍncias cont·beis.

As companhias abertas, que s„o aquelas que negociam seus tÌtulos no Mercado de Valores Mobili·rios (n„o È somente a Bolsa de Valores, mas sim a Bolsa e o Mercado de Balc„o):

- Devem ser auditadas por auditores independentes, isto È, auditores registrados na CVM, sem vÌnculo com a empresa, que v„o dizer se as demonstraÁıes cont·beis est„o ou n„o em conformidade com a legislaÁ„o cont·bil vigente. - Devem seguir o que diz as normas da Comiss„o de Valores Mobili·rios CVM.

Cias Abertas
Cias Abertas
Normas da CVM
Normas da CVM
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DemonstraÁıes Cont·beis
DemonstraÁıes
Cont·beis
Auditoria Independente
Auditoria
Independente

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22 ESTRUTURA DO BALAN«O PATRIMONIAL

Antes de comeÁarmos a falar efetivamente sobre cada um dos grupos

patrimoniais, È interessante que vocÍs saibam que assim se balanÁo patrimonial:

divide o

Circulante

Passivo Circulante

N„o Circulante

Passivo N„o Circulante

PatrimÙnio LÌquido

ATIVO PASSIVO
ATIVO
PASSIVO
Circulante Passivo Circulante N„o Circulante Passivo N„o Circulante PatrimÙnio LÌquido ATIVO PASSIVO
Circulante Passivo Circulante N„o Circulante Passivo N„o Circulante PatrimÙnio LÌquido ATIVO PASSIVO
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  • e) Ajustes de AvaliaÁ„o Patrimonial e Ativo Permanente

existir os seguintes

(CONSULPLAN/Pref. Cantagalo/Contador/2013) As alteraÁıes inseridas nos arts. 178, 180 e 182 da Lei n 6.404/1976 pela Lei n 11.638/2007 e, posteriormente, pela Lei n 11.941/76, disponibilizaram a adoÁ„o de uma nova estrutura para o BalanÁo Patrimonial.

patrimonial,

Art. 299-B. O saldo existente no resultado de exercÌcio futuro em 31 de dezembro de 2008 dever· ser reclassificado para o passivo n„o circulante em conta representativa de receita diferida. (IncluÌdo pela Lei n 11.941, de 2009)

Segundo a Lei 6.404/76:

O subgrupo resultado de exercÌcios futuros foi extinto pela MP n 449 de 2008, convertida na Lei n 11.941/09.

  • - Diferido

  • - Resultado de ExercÌcios Futuros.

Das opÁıes apresentadas, os grupos que deixaram de existir foram:

Coment·rios:

estrutura

de

  • d) Reserva Legal e Resultado de ExercÌcios Futuros.

  • c) Ajustes Acumulados de Convers„o e Diferido.

  • b) Diferido e Resultado de ExercÌcios Futuros.

  • a) IntangÌvel e AÁıes em Tesouraria.

subgrupos:

deixaram

Na

nova

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reestruturaÁ„o

efetivamente,

para

contribuir„o, de um exercÌcio

aumento

do

configurem t„o-

social

e

que n„o

resultado de mais

somente uma reduÁ„o de custos ou acrÈscimo na eficiÍncia operacional; (RedaÁ„o dada pela Lei n 11.638,de 2007).

Segundo o CPC 13 AdoÁ„o inicial da Lei 11.638/2007 e 11.941/2009 (item 20), os saldos porventura existentes deste grupo patrimonial devem ser alocados a outro grupo no balanÁo patrimonial.

N„o havendo essa possibilidade, ficam no ativo diferido atÈ sua completa amortizaÁ„o ou, alternativamente, podem ser baixados ‡ conta de lucros ou prejuÌzos acumulados, do patrimÙnio lÌquido.

GabaritoB

V

o

os

gastos

de

e

prÈ-operacionais

despesas

as

diferido:

no

que

Por sua vez, segundo a redaÁ„o anterior da Lei 6.404/76, o diferido era subgrupo do ativo, nos seguintes termos:

23 ATIVO
23
ATIVO

No ativo, as contas ser„o dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, nos seguintes grupos:

I ativo circulante; e II ativo n„o circulante, composto por ativo realiz·vel a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangÌvel.

  • 24 ATIVO CIRCULANTE

Ativo circulante

Disponibilidades Direitos realiz·veis no curso do exercÌcio social subsequente AplicaÁıes de recursos em despesas do exercÌcio seguinte

24.1 DESPESAS ANTECIPADAS

As aplicaÁıes de recursos em despesas do exercÌcio seguinte (tambÈm chamadas despesas antecipadas) s„o despesas que foram pagas pela empresa com antecedÍncia e ainda n„o foram para o resultado pelo regime de competÍncia.

Pelo regime de competÍncia, se vocÍ efetua um pagamento de 12 meses de um contrato de seguro ou de aluguel, ent„o ter· direito a utilizar o seguro ou o imÛvel alugado. Todavia, a despesa somente deve ser incorrida mÍs a mÍs. Mas, professores, se eu desembolsei de uma vez, o que vou fazer?

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Ficar· reconhecido como um direito, no ativo, atÈ que o prazo v· se esvaindo, gradativamente. Vejamos!

Por exemplo, se a sociedade alfa paga uma despesa de seguro, em 01.12.2010, que se refere ao exercÌcio de 2011, no valor de R$ 1.200,00, registrar· o fato como despesa antecipada, do seguinte modo:

  • D Seguros a vencer

  • C Caixa

1.200,00 (+ Ativo Circulante)

1.200,00 (- Ativo Circulante)

Seguros a vencer (AC)

Caixa (AC)
Caixa (AC)
Caixa (AC)
Caixa (AC)

1.200,00

1.200,00

   
Seguros a vencer (AC) Caixa (AC) 1.200,00 1.200,00

Assim, j· em 2011, mÍs a mÍs, no perÌodo a que se referir a parcela do seguro, iremos lanÁar:

  • D Despesas de seguros

  • C Seguros a vencer

100,00 (- Resultado = Despesa)

100,00 (- Ativo)

1.200,00 1.100,00
1.200,00
1.100,00

Seguros a vencer (AC)

Despesa de seguros

100,00

100,00

Despesa de seguros 100,00 100,00
Despesa de seguros 100,00 100,00
Despesa de seguros 100,00 100,00
Despesa de seguros 100,00 100,00

Mas por que, professor, lanÁa

como seguro

a vencer

e

n„o como

despesa?! Tudo em homenagem ao j· estudado princÌpio da competÍncia.

AtenÁ„o! Quantos aos seguros, vocÍ tem que se habituar aos seguintes termos:

- PrÍmio de seguros: despesa na DRE. Valor pago para que vocÍ possa utilizar o seguro durante o ano. - PrÍmio de seguros a apropriar ou seguros a vencer: fica no ativo circulante ou no ativo n„o circulante realiz·vel a longo prazo, dependendo do prazo. … o valor que ser· transferido para o resultado, gradativamente, conforma vamos utilizando o serviÁo.

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Pessoal, atentem-se!

- Se a despesa ainda n„o ocorreu e n„o foi paga, n„o ir· aparecer na contabilidade. - A despesa j· incorrida e ainda n„o paga aparece como passivo (despesa a pagar).

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  • - A despesa j· paga e ainda n„o incorrida aparece como ativo (despesa

paga antecipadamente).

  • - E a despesa j· incorrida e j· paga aparece apenas na demonstraÁ„o do

resultado, como despesa.

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(CONSULPLAN/MAPA/Contador/2014) Determinados gastos s„o realizados no perÌodo corrente, mas beneficiam o exercÌcio seguinte ou o subperÌodo de tal exercÌcio, como, por exemplo, os prÍmios de seguros pagos antecipadamente.

Tais gastos s„o denominados Despesas do ExercÌcio Seguinte ou Despesas Antecipadas.

As Despesas do ExercÌcio Seguinte s„o classificadas no

Ativo Circulante.

b)

a)

GabaritoA

I - no ativo circulante: as disponibilidades, os direitos realiz·veis no curso do exercÌcio social subsequente e as aplicaÁıes de recursos em despesas do exercÌcio seguinte;

Art. 179. As contas ser„o classificadas do seguinte modo:

Segundo a Lei 6.404:

As aplicaÁıes de recursos em despesas do exercÌcio seguinte (tambÈm chamadas despesas antecipadas) s„o despesas que foram pagas pela empresa com antecedÍncia e ainda n„o foram para o resultado pelo regime de competÍncia.

Coment·rios:

  • d) Despesas Administrativas.

  • c) Ativo N„o Circulante.

Despesas Gerais.

25 ATIVO N O CIRCULANTE

O ativo n„o circulante È composto por:

  • 1 ativo n„o circulante realiz·vel a longo prazo;

  • 2 investimentos;

  • 3 imobilizado;

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4

INTANGÕVEL.

Ativo n„o circulante
Ativo n„o circulante
RLP
RLP
Investimentos
Investimentos
Imobilizado
Imobilizado
IntangÌvel
IntangÌvel
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Coment·rios:

(CONSULPLAN/CREA RJ/Contador/2011) Com o advento da Lei n . 11638/2007, houve alteraÁıes na classificaÁ„o dos grupos e subgrupos das contas patrimoniais. O ativo n„o circulante passou a ser composto por:

Segundo o art.178, ß 1 , II, da lei 6404/76, temos que:

- Ativo n„o circulante, composto por

realiz·vel a longo

ativo

prazo,

investimentos, imobilizado e intangÌvel. (IncluÌdo pela Lei n 11.941, de

2009)

Em suma:

a) Disponibilidades, Clientes, Estoques e Despesas do ExercÌcio Seguinte. b) Disponibilidades, Clientes, Outros CrÈditos, Tributos a recuperar, Investimentos. c) Ativo Realiz·vel a Longo Prazo, Investimentos, Imobilizados e Diferido. d) Ativo Realiz·vel a Longo Prazo, Investimentos, Imobilizado e IntangÌvel. e) Disponibilidades, Estoques, Realiz·vel a Longo Prazo e Permanente.

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no ativo