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Fundamentos de Máquinas,

Equipamentos e Instalações
ACIDENTES ENVOLVENDO MOVIMENTAÇÃO DE
CARGA
ACIDENTE COM GUINDASTE

• Acidente ocorrido na Movimentação de Carga em uma refinaria da


Shell em Antuérpia na Holanda.
• Em uma grande operação, tubos ventilados estavam sendo erguidos
por um Guindaste, utilizando-se uma bandeja de transporte de tubos.

• Durante a elevação, e enquanto a carga estava diretamente sobre a


cabine do operador, a bandeja desnivelou da horizontal e os tubos
deslizaram e mergulharam como setas cravando-se na cabine do
operador.

• Note que, durante a operação de içamento, os tubos não estavam


adequadamente presos à bandeja.
ACIDENTES ENVOLVENDO MOVIMENTAÇÃO DE
CARGA
ACIDENTE COM GUINDASTE

ANTES DEPOIS
ACIDENTES ENVOLVENDO MOVIMENTAÇÃO DE
CARGA

Acidente com guindaste na refinaria da Shell em Antuérpia - Holanda


ACIDENTES ENVOLVENDO MOVIMENTAÇÃO DE
CARGA

Acidente com guindaste na refinaria da Shell em Antuérpia - Holanda


ACIDENTES ENVOLVENDO MOVIMENTAÇÃO DE
CARGA

Acidente com guindaste na refinaria da Shell em Antuérpia - Holanda

 Este é um alerta para que se leve todos os içamentos a sério; do mais leve e
simples ao mais pesado e complexo.
 Trabalhos onde haja ventos fortes e/ou chuvas torrenciais não devem
realizados pois podem provocar a ruptura e/ou balanço da carga:
 As amarrações da carga devem prever a possibilidade da perda do centro de
gravidade, em virtude de balanço e má fixação da mesma.
 Felizmente o operador sofreu apenas pequenos arranhões em uma das pernas.
 A fixação e amarração apropriada das cargas, SALVA VIDAS !
1. Conceitos Gerais

Guindaste de Coluna Empilhadeira Empilhadeira de minério

É qualquer transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de


materiais que possam ser transportados de forma móvel, com auxílio de
equipamentos específicos e acessórios de guindar (estropos / cintas / anéis
tipo pêra / ganchos / manilhas).
2. Tipos de Equipamentos

GUINDASTE

É uma máquina usada para elevar, movimentar e


baixar materiais pesados.

Um guindaste é basicamente constituído de uma


torre equipada com cabos e roldanas e é
amplamente utilizado na construção civil, na
industria de equipamentos pesados e
especialmente no setor portuário.
2. Tipos de Equipamentos

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

É um guindaste sobre um chassi de um caminhão, dimensionados


para realizar trabalhos de elevação e transferências de materiais,
com princípios de funcionamento por braços articulados e
telescópicos atuados por cilindros hidráulicos.
2. Tipos de Equipamentos

ELEVADOR DE CARGA

É uma cabine para transporte vertical de materiais.


2. Tipos de Equipamentos

GRUA

Equipamento que permite a elevação vertical de cargas, por meio de um sistema


de guincho / guindaste.
2. Tipos de Equipamentos

PONTE ROLANTE

É um guindaste com uma ponte móvel que carrega um mecanismo de


elevação, fixo ou móvel, e movimenta-se sobre uma estrutura elevada com
pista fixa, sendo a ponte feita de vigas simples ou de vigas múltiplas, sobre as
quais corre um carro (trolley);
2. Tipos de Equipamentos

TALHA

Dispositivo destinado ao manuseio de cargas.

Existem três tipos de talhas a saber:

TALHA MANUAL DE CORRENTE TALHAS ELÉTRICAS TALHA MANUAL DE ALAVANCA


2. Tipos de Equipamentos

EMPILHADEIRA E RECUPERADORA DE MINÉRIO

Equipamento destinado ao transporte de materiais diversos, como graus,


minério, pelotas, entre outros.
2. Tipos de Equipamentos

MONOVIA

Sistema de transporte de cargas através de trilhos suspensos,


normalmente dotadas de sistema de talhas.
2. Tipos de Equipamentos

PÓRTICO

Máquina elevatória montada em plataforma ou estrutura, ou carris, que


permite movimentação de cargas.
2. Tipos de Equipamentos

EMPILHADEIRA E MANIPULADOR DE PNEUS FORA DE ESTRADA

Equipamentos destinados à movimentação


de pneus de grande porte.
4. Riscos por Equipamento

GUINDASTE

 Queda de Cargas
 Quebra do Cabo de Aço
 Desabamento da carga
 Batida contra
 Movimento inesperado
 Tombamento
 Desnivelamento devido a baixa resistência do solo;

ACIDENTE COM GUINDASTE


4. Riscos por Equipamento

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

 Capotamento lateral de caçambas provocado no descarregamento;


 Atropelamentos;

 Prensamentos;

 Colisões com outros;

 Capotamento

 Ser apanhado pela lança do munck;

 Colapso da haste do munck

 Queda da carga;

 Batida contra estrutura


4. Riscos por Equipamento

ELEVADOR DE CARGA

 Prensamento de mãos e dedos;

 Batida do elevador em pessoas;

 Descida desgovernada do elevador;

 Choque elétrico.
4. Riscos por Equipamento

GRUA

 Queda de Cargas
 Quebra do Cabo de Aço
 Desabamento da carga
 Batida contra
 Movimento inesperado
 Tombamento
 Desnivelamento devido a baixa resistência do solo;
4. Riscos por Equipamento

PONTE ROLANTE

 Queda de materiais sobre pessoas;

 Prensamento;

 Queda de equipamentos;

 Queda de nível diferente;

 Colisão (prédio, materiais empilhados, entre pontes).


4. Riscos por Equipamento

TALHA

 Queda de Cargas;
 Quebra da corrente;
 Desabamento da carga;
 Batida contra;
 Movimento inesperado;
 Prensamento de mãos e dedos;
 Desnivelamento devido a baixa resistência do solo.
4. Riscos por Equipamento

EMPILHADEIRA E RECUPERADORA DE MINÉRIO

 Ser apanhado pela correia transportadora;


 Queda de material;
 Incêndio;
 Queda do equipamento ou parte dele;
 Prensamento pelo equipamento ou parte dele.
4. Riscos por Equipamento

MONOVIA

 Queda de Cargas
 Quebra do Cabo de Aço
 Desabamento da carga
 Batida contra a estrutura da monovia
 Movimento inesperado
3. Riscos por Equipamentos

PÓRTICO

 Queda de Cargas
 Quebra do Cabo de Aço
 Desabamento da carga
 Batida contra
 Movimento inesperado
 Tombamento
 Desnivelamento devido a baixa resistência do solo;
4. Riscos por Equipamento

EMPILHADEIRA E MANIPULADOR DE PNEUS FORA DE ESTRADA

• Queda do pneu;
• Prensamento;
• Batido pelo equipamento;
• Visão deficiente;
• Atropelamento.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE

 Queda de Cargas – controle do peso da carga;


 Quebra do Cabo de Aço – plano de troca de cabo de aço;
 Desabamento da carga – checklist do equipamento;
 Batida contra – manter distância segura entre a carga;
 Movimento inesperado – uso de corda guia;
 Tombamento – patolamento adequado e plano de carga (abaixo de 8
toneladas) e plano de Rigger (acima de 8 toneladas);
 Movimento inesperado da carga - Garantir amarração da carga por pessoa
qualificada, controle de acesso a cabine;
 Eletrocução – distância adequada de fonte de energia elétrica. Seguir a regra
dos 3 metros.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE

Deve ser amarrada uma corda na ponta da carga tipo viga, tubos para facilitar o
posicionamento desta;

O peso da carga deve ser conhecido. Caso não possua a identificação do peso,
deve ser obtido através de manuais, desenhos etc...

É obrigatório o isolamento da área que se encontra no raio de ação do


guindaste;

Material recomendado para isolamento: Telas para isolamento.


5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE

PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE

Em caso de montagem, é obrigatório um plano de montagem / içamento a ser


anexado na Análise Preliminar de Tarefa (APT);
O RIGGER deve estar identificado com colete de sinalização e somente deste, o
operador deve receber informações;
Levantar a carga em alguns centímetros e verificar se a carga está firme e na
posição adequada. Se a carga inclinar, deve-se abaixá-la e reposicioná-la.

Possuir espelhos retrovisores externos, luz de marcha a ré, freio de


estacionamento, buzina, extintores de incêndio (adequado ao equipamento), cinto
de segurança de três pontos para todos os ocupantes do veículo;

Acionamento automático dos faróis em conjunto com a ignição;


5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE (Sinais com mãos)


5. Tipos de Controle por Riscos
GUINDASTE

1. IÇAR – Com o antebraço na vertical e o dedo indicador para cima, mova a mão
em pequenos círculos horizontais;
2. ABAIXAR – Com o braço esticado para baixo, dedo indicador apontando para
baixo, mova a mão em pequenos círculos horizontais;
3. LEVANTAR A LANÇA – Braço esticado, dedos fechados, o polegar apontando
para cima;
4. BAIXAR A LANÇA – Braço esticado, dedos fechados, polegar apontando para
baixo;
5. PARE – Braço esticado, palma da mão para baixo, mantendo esta posição firme;
6. PARADA DE EMERGÊNCIA – Braços esticados, palmas da mão para baixo,
mova as mãos rapidamente para a esquerda e direita;
7. DESLOCAMENTO – (Da máquina) Braço esticado para frente, mão aberta e
erguida, faça movimentos de empurrar na direção do deslocamento;
8. TRAVAR TUDO – Junte as duas mãos em frente do corpo;
5. Tipos de Controle por Riscos
GUINDASTE
9. MOVIMENTO LENTO – Use uma das mãos para dar o sinal do movimento
desejado e coloque a mão parada em frente da outra;
10. LEVANTAR A LANÇA/BAIXAR A CARGA – Com o braço esticado, polegar
para cima, flexione os dedos, (abrindo e fechando) enquanto durar o
movimento da carga;
11. BAIXAR A LANÇA/LEVANTAR A CARGA – Com o braço esticado, polegar
para baixo, abra e feche os dedos enquanto durar o movimento da carga;
12. GIRAR A LANÇA – Braço esticado, aponte com o dedo a direção do giro da
lança;
13. ESTENDER A LANÇA – Ambos os punhos em frente ao corpo, com o polegar
apontando para frente;
14. RECOLHER A LANÇA – Ambos os punhos em frente ao corpo, com um
polegar apontando para o outro;
15. APOIAR A CARGA E USAR OUTROS SINAIS
16. USE O GUINCHO PRINCIPAL – Coloque o punho na cabeça e use os outros
sinais;
5. Tipos de Controle por Riscos
GUINDASTE

17. USE O GUINCHO AUXILIAR – Ponha a mão no cotovelo e use os outros


sinais;
18. ACIONE UMA ESTEIRA – Travar a esteira no lado indicado pelo punho
erguido. Acione a esteira oposta na direção indicada pelo movimento circular
do outro punho, que gira verticalmente em frente ao corpo.
19. ACIONE AMBAS AS ESTEIRAS – Use os dois punhos em frente ao corpo,
fazendo um movimento circular, indicando a direção do movimento para frente
e para trás.
20. ACIONE UMA CAÇAMBA – Use as duas mãos em forma de concha, fazendo
movimentos uma em direção à outra, em frente ao corpo.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE

PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE

Deve ser amarrada uma corda na ponta da carga tipo viga, tubos para facilitar o
posicionamento desta;

O peso da carga deve ser conhecido. Caso não possua a identificação do peso,
deve ser obtido através de manuais, desenhos etc...

É obrigatório o isolamento da área que se encontra no raio de ação do


guindaste;

Material recomendado para isolamento: Telas para isolamento.


5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE

PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE

• Possuir tabela de carga na cabine de comando e as unidades de medida do


sistema de unidade;

• Proteção das partes rotativas do veiculo;

• Possuir sistema de travamento físico para evitar queda de cargas;

• Possuir inclinômetro;

• Sensor de sobrecarga;

• Chave de fim de curso e de alarme que indique o seu limite de curso;

• Monitorar a pressão das patolas com alarme sonoro.


5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE
PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE

I = L + C + FS I =( L + C) x 1,3
I = É o raio para instalação dos dispositivos
de isolamento e sinalização.

L = Comprimento máximo da lança


para a realização da tarefa;

C = Parte da carga que pode exceder


ao comprimento da lança;

FS = Fator de segurança = 30%


FS
C

I
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE
PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE

I = L + C + FS I =( L + C) x 1,3

Obs.:
Vista - planta
lança estendida na
horizontal;
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE
PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE
PATOLAMENTO

ERRADO
Nunca use armação de pranchas sob os extensores das
patolas. Isto mudaria o ponto de apoio do guindaste,
reduzindo perigosamente a estabilidade.

ERRADO
Armação instável das pranchas.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE
PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE
PATOLAMENTO

É recomendável que as pranchas sob as sapatas estejam


dispostas encostadas umas nas outras, formando uma
área pelo menos 03 vezes maior que a área de uma
sapata, cobrindo totalmente a área da mesma.

As pranchas devem ser niveladas, garantindo que se


mantenham perpendiculares ao eixo do cilindro da
sapata.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE
PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE

NIVELAMENTO

ERRADO
Rodas estão suportando a carga.

ERRADO
Extensores retráteis devem estar totalmente
estendidos.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE
PROCEDIMENTOS GERAIS - GUINDASTE

NIVELAMENTO

CERTO
Com exceção dos casos de levantamentos
“sobre pneus”, as operações devem ser
executadas como indicado, com as patolas
totalmente estendidas, eliminando todo
peso da máquina sobre os pneus.
5. Tipos de Controle por Riscos

ATENÇÃO!!!!!!

• Mantenha distância adequada para cada linha


de rede elétrica.

• Considere todas as linhas e equipamentos


elétricos como ligados até informação confiável.

• Ao executar trabalhos próximos de redes


energizadas aterre o guindaste.

• Estude previamente o trajeto sob linhas


energizadas, demarcando-o se possível.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

 Tombamento do munck provocado no


descarregamento – uso base adequada;

 Atropelamentos – treinamento do operador,


segregação de veículo e pedestres;

 Colisões com outros – verificar as regras de


circulação;

 Capotamento – controle de velocidade;

 Ser apanhado pela lança do munck – procedimento


de carga e descarga/isolamento;

 Quebra do haste do munck – controle do peso da


carga.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

 A tabela de cargas deverá estar na cabine de comando contendo as unidades


de medida;
 Gancho deverá possuir trava de segurança;
 Espelhos retrovisores externos, faróis, luz de marcha a ré, freio de
estacionamento, buzina em perfeitas condições de uso, extintor de incêndio,
cinto de segurança de três pontos para todos os ocupantes de veículos;
 Possuir luz refletiva em suas laterais;

 Possuir giroflex.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

TABELA DE CARGAS MUNCK


5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

PROCEDIMENTOS GERAIS-CAMINHÃO MUNCK

 Operar somente pessoal treinado e habilitado em operação com o guindaste


articulado (caminhão munck);
 Respeitar o limite de carga do caminhão munck;
 Para saber o peso da carga será verificado a etiqueta de peso ou a nota de
transporte da carga;
 Fazer o isolamento de área cobrindo toda a extensão de raio da lança do
caminhão munck. Uso de tela de proteção;
 Certificar-se de que no local onde será realizada a movimentação há espaço
suficiente para manuseio da carga.
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

PROCEDIMENTOS GERAIS-CAMINHÃO MUNCK


Segurança no trajeto
- Verificar interferências no trajeto;
- Trafegar com o guincho hidráulico posicionado corretamente;
- Fechar e travar devidamente as patolas;
- Todos materiais transportados deverão está bem amarrados;
- Todos os veículos não poderão operar sem alarme de ré.

Segurança na operação
- É proibido operar o Munck sem a trava de segurança do guincho;
- É expressamente proibido operar o guincho no mesmo lado da movimentação de
cargas;
- Somente pessoas devidamente treinadas e identificadas poderão sinalizar
(Rigging) para operadores;
5. Tipos de Controle por Riscos

GUINDASTE VEICULAR ARTICULADO

PROCEDIMENTOS GERAIS-CAMINHÃO MUNCK

Segurança na operação
- Manter distância no mínimo de 03 metros da rede elétrica, principalmente em
tempo chuvoso com descarga atmosférica;
-Ao carregar materiais, distribua a carga na carroceria por igual;
- Verificar a estabilidade do terreno, nunca patolar o Munck em bordas de
escavações e ou taludes;
- Abrir os dois telescópios para patolar. Usar madeira resistente para calçar as
patolas;
- Verificar a capacidade da carga x capacidade do Munck;
- Não operar o equipamento se houver vazamento no sistema hidráulico das
patolas e pistão.
5. Tipos de Controle por Riscos

ELEVADOR DE CARGA

O elevador de carga deve atender aos seguintes requisitos:

− dimensionado por profissional habilitado;


− estruturas devidamente aterradas;
− faces revestidas com tela de arame galvanizado (ou material equivalente);

− dotado de proteção e sinalização, de forma a proibir o transporte de


trabalhadores nos mesmos;
− provido de sistema de segurança: freio mecânico, sistema eletromecânico, trava
de segurança, interruptor de corrente

− indicação da capacidade de carga máxima visível a distância.


5. Tipos de Controle por Riscos

GRUA
 Queda de Cargas: garantir amarração da carga;
 Quebra do Cabo de Aço: fazer inspeção dos cabos;
 Desabamento da carga: garantir amarração da carga;
 Batida contra: manter grua com seu giro livre de outras estruturas;
 Movimento inesperado: usar corda guia;
 Possuir aterramento em sua estrutura, alarme sonoro e anemômetro;
 Instalação de sinalização de topo;
 Proteção de partes móveis do equipamento;
 Tabela de carga na cabine de comando com as unidades de medidas do país;
 Moitões com trava de segurança; Chave de fim-de-curso e de alarme que
indique seu limite de curso;
 Sistema de travamento físico
5. Tipos de Controle por Riscos

PONTE ROLANTE

 Instalar sensor de distância;


 Controle do peso da carga; possuir indicação da capacidade de carga máxima
a distância;
 Plano de carga e plano de troca de cabos;
 Fazer checklist do equipamento, amarração da carga, uso de estropos e cintas
adequados;
 Garantir amarração da carga por pessoa qualificada, uso de corda guia;
 Alerta sonoro da ponte em movimento;
 Dispositivo de desligamento geral em casos de emergências;
 Sensores de anticolisão para vãos com mais de uma ponte;
 Aterramento da estrutura;
5. Tipos de Controle por Riscos

PONTE ROLANTE

 Possuir guarda-corpo ou linha de vida em locais de acesso do trabalhador e


com risco de queda;
 Sistema de freio eletromecânico, eletromagnético ou eletro-hidráulico do sistema
de movimentação do gancho;
 Chaves limites de cabo frouxo, de fim-de-curso e de redução de velocidade para
os movimentos de translação;
 Sensor de sobrecarga e de velocidade mecânica;
 Sensor eletrônico de sobre velocidade individual dos tambores e de diferencial
de velocidade entre os tambores;
 Moitões providos de trava de segurança;

 Dispositivo para travamento das rodas nos trilhos para evitar descarrilamento;
 Sinalização indicando a movimentação de translação nos controles de
acionamento e no vão da ponte.
5. Tipos de Controle por Riscos

TALHA

PROCEDIMENTOS GERAIS- TALHAS

Devem ser usadas somente talhas em boas condições e devidamente


identificadas, testadas e aprovadas;
Quando for constatado um defeito, a talha manual ou elétrica deve ser
imediatamente isolada;
As talhas manuais ou elétricas devem ser mantidas sempre limpas e lubrificadas;

A talha manual tipo de corrente deve ser instalada e operada em posição


diretamente acima da carga e com os ganchos livres para girar;

A talha manual deve ser instalada em estrutura ou local de suspensão firmes,


seguros e previamente calculados, com estropo e olhais, nunca com cordas ou
materiais mais frágeis que a capacidade da talha;
5. Tipos de Controle por Riscos

TALHA

PROCEDIMENTOS GERAIS- TALHAS

O empregado nunca deverá suportar a carga na corrente da talha;


As talhas deverão possuir identificação de carga máxima visível a distância;

Estruturas devidamente aterradas;

Sinalização indicativa do movimento de translação nos controles de acionamento


e na estrutura;
Sistema de travamento físico para prevenir a queda livre da carga;

Chave limite de fim-de-curso para todos os movimentos;


5. Tipos de Controle por Riscos

EMPILHADEIRA E RECUPERADORA DE MINÉRIO

 Ser apanhado pela correia transportadora: uso de proteção de máquinas


e bloqueio;
 Queda de material: isolamento de área e acesso restrito;
 Incêndio: garantir manutenção preventiva e meio de combate;
 Queda do equipamento ou parte dele: manutenção preventiva;
 Prensamento pelo equipamento ou parte dele: isolamento de área e
acesso restrito;
5. Tipos de Controle por Riscos

MONOVIA

 Queda de Cargas: garantir amarração da carga;


 Quebra do Cabo de Aço: fazer inspeção dos cabos;
 Desabamento da carga: garantir amarração da carga;
 Batida contra a estrutura da monovia: manter a monovia com seu
translado livre da ação da carga.
5. Tipos de Controle por Riscos

PORTICO

 Queda de Cargas: garantir amarração da carga;


 Quebra do Cabo de Aço: fazer inspeção dos cabos;
 Desabamento da carga: garantir amarração da carga;
 Batida contra : manter pórtico com seu giro livre de outras estruturas;
 Movimento inesperado.
 Alerta sonoro de pórtico em movimento;
 Indicação da capacidade de carga máxima visível a distância;
 Sensor de sobrecarga mecânica;
 Estruturas devidamente aterradas.
5. Tipos de Controle por Riscos

EMPILHADEIRA E MANIPULADOR DE PNEUS FORA DE ESTRADA

 Queda do pneu: manter distância segura e manutenção do equipamento;


 Prensamento: não se posicionar no raio de ação do equipamento;
 Batido pelo equipamento: ficar fora do raio de ação do equipamento;
 Visão deficiente: observar com atenção o trajeto a ser efetuado;
 Sinalização através de luz giroscópica;
 Sensor de ausência do operador do banco da máquina;
 Limitador de inclinação;
 Limitador de velocidade ajustável;
 Espelhos retrovisores externos, faróis, luz e alarme de marcha a ré, freio
de estacionamento, buzina e extintores de incêndio e cinto de segurança de
três pontos.
6. Lista de Verificação de pré-operação

ITENS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA A SEREM VERIFICADOS POR


EQUIPAMENTO

Checklist de Guindaste

Checklist de Ponte Rolante

Checklist de Acessórios
6. Lista de Verificação de pré-operação

APLICAÇÃO DA LISTA DE VERIFICAÇÃO

 Preencher o checklist diariamente no início de cada turno de trabalho;


 Informar à supervisão as irregularidades encontradas no equipamento;
 O checklist deve ter assinatura da supervisão e ser revisado diariamente;
 Caso o mesmo operador continue trabalhando com o equipamento de guindar
em uma mudança de um turno para outro, é obrigatório realizar novamente o
Checklist;
 Os Checklist devem permanecer com o Equipamento de Guindar durante todo
o turno de trabalho, caso contrário, deve estar em local de fácil acesso;

NOTA: Ao término de cada mês, os Checklist preenchidos obrigatoriamente devem ser


encaminhados para supervisão, onde DEVEM ser analisados e arquivados por um período
de 3 meses.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

São equipamentos utilizados para


facilitar as operações de içamento,
movimentação e transporte de
cargas, normalmente fabricados em
cabo de aço.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

ESTRUTURA DO CABO DE AÇO


7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO - ESTROPO

1. Estado da alma do cabo:


 Verificar o rompimento da alma do cabo;
 Verificar se a alma do cabo visível em mais de duas
partes do estropo.

Nota: Nestes casos supracitados o estropo deverá ser sucateado imediatamente

ALMA SALTADA: TAMBÉM CAUSADA PELO ALÍVIO REPENTINO DE TENSÃO NO


CABO E PROVOCA UM DESEQUILÍBRIO DE TENSÃO ENTRE AS PERNAS DO CABO.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO - ESTROPO


2. Números de fios rompidos: ocorre por abrasão ou fadiga de flexão. Deve-se
anotar o nº da arames rompidos e a localização da ruptura em um passo ou em
um comprimento equivalente a seis vezes o diâmetro do cabo.

Passo do cabo: distância entre as passagens consecutivas de uma perna pela mesma
geratriz da perna
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO - ESTROPO


2. Números de fios rompidos:

Observar se as rupturas estão distribuídas uniformemente ou se estão


concentradas em uma ou duas pernas apenas, ou seja:

 Não devem ocorrer mais de que 05 fios rompidos aleatoriamente entre as


pernas ou,

 Não devem ocorrer mais do que 03 fios concentrados em uma única perna.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO - ESTROPO

3. Gaiolas de Passarinho: ocorre quando o cabo é submetido a


alívio de tensões repentinamente.

4. Ondulação/Nós e Dobras: Ocorre quando o eixo de um cabo assume a forma


de uma hélice determinado por desgaste prematuro e arames partidos.
Trata-se de deslizamento de uma ou mais pernas devido à fixação imprópria ou
devido a rompimento da alma.

5. Alongamento: Caso o comprimento de do estropo medido entre dois pontos de


apoio dos olhais, tenha ultrapassado 02% de seu comprimento original, o
estropo deve ser sucatado.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO - ESTROPO

6. Corrosão: ocorre pelo ataque direto aos fios por fluidos corrosivos como
sejam, águas ácidas nas minas, como também o ataque pela ferrugem

7. Amassamentos: ocasionado pelo enrolamento desordenado no tambor.

NOTA: Não é permitida a utilização de estropos sem identificação de controle e


TAG. Caso observe-se a falta de uma das identificações, o estropo deve ser
bloqueado com etiqueta de Alerta e enviado a ferramentaria da área.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

Dimensões aproximadas Cargas a serem levantadas ( em quilos )


Diâmetro do olhal ( em mm ) Simples em ângulo
do cabo
Com Sapa -
NORMAL
polegada tilhas Vertical
B C B C Vertical Choker duplo 30° 45° 60°
1/4 100 50 41 22 525 390 1050 910 740 525
5/16 130 65 47 27 815 610 1630 1415 1155 815
3/8 160 80 54 28 1170 875 2340 2030 1655 1170
1/2 210 105 70 38 2060 1545 4120 3580 2920 2060
5/8 270 135 90 44 3200 2400 6400 5565 4535 3200
3/4 320 160 105 51 4580 3435 9160 7965 6495 4580
7/8 380 190 123 57 6190 4640 12380 10765 8790 6190
1 430 215 135 63 8030 6020 16060 13965 11390 8030
1.1/4 540 270 155 73 12420 9315 24840 21600 17615 12420
1.1/2 650 325 185 89 17700 13275 35400 30780 25106 17700
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ESTROPO

USO DE GRAMPOS PARA AMARRAÇÃO


7. Tipos de acessórios e suas inspeções

MANILHA

Acessório para movimentação ou fixação de carga, formado por duas


partes facilmente desmontáveis, consistindo em corpo e pino.

MANILHAS RETAS MANILHAS CURVAS


7. Tipos de acessórios e suas inspeções

MANILHA

ITENS DE INSPEÇÃO DAS MANILHAS

 Indícios de corrosão;
 Trinca;
 Deformação/Desalinhamento da ponta em relação ao corpo;
 Abertura do gancho exceda 10% do valor original da tabela do fabricante;
 Dimensão do gancho exceda 10% do valor original da tabela;
 Trava de segurança;
 Existência de TAG;
 Indicação de carga máxima admissível permitida para trabalho.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

MANILHA
EXEMPLO DE TABELA DO FABRICANTE

MANILHA DE CARGA
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ANÉIS E GANCHOS

Anéis:
Acessórios para movimentação ou fixação de carga.

ITENS DE INSPEÇÃO DOS ANÉIS:

 Indícios de corrosão;
 Trinca, redução do diâmetro;
 Existência de TAG;
 Indicação de carga máxima admissível permitida para trabalho.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

ANÉIS E GANCHOS

Ganchos:
É um dispositivo que auxilia içamento de locomoção
de peça.

O gancho deverá, obrigatoriamente, possuir a trava


de segurança.

ITENS DE NSPEÇÃO DOS GANCHOS:


 Indícios de corrosão;
 Trinca;
 Deformação/Desalinhamento da ponta do gancho em relação ao corpo;
 Abertura do gancho exceda 10% do valor original da tabela do fabricante;
 Dimensão do gancho exceda 10% do valor original da tabela;
 Trava de segurança;
 Existência de TAG;
 Indicação de carga máxima admissível permitida para trabalho.
7. Tipos de acessórios e suas inspeções

CORRENTES

ITENS DE INSPEÇÃO DAS CORRENTES:


Deve examinar os elos quanto a desgaste, deformação e corrosão,
se necessário a corrente deve ser substituída;
Deve examinar o alongamento da corrente. Quando ultrapassar de
10% do seu comprimento original a corrente deve ser substituída.

e. CINTAS

São equipamentos utilizados para facilitar as operações de içamento,


movimentação e transporte de cargas.

QUEDA DE LANCHA
7. Tipos de acessórios e suas inspeções
CINTAS
EXEMPLOS DE AVARIAS:

NÓ E PERFURAÇÃO CORTE POR FACES AGUDAS

AVARIA POR CORTE OU TENSÃO RUPTURA OU TENSÃO

AVARIA POR ALTA TEMPERATURA


AVARIA POR ÁCIDO
7. Tipos de acessórios e suas inspeções
CINTAS

ITENS DE INSPEÇÃO DAS CINTAS:


 Falta da etiqueta ou etiqueta está ilegível
 Deterioração com corte transversal superior a 10%.
 Deterioração causada por ácidos.
 Deterioração do olhal
 Deterioração por solda e respingos
 Deterioração por temperatura
 Deterioração visível por produtos químicos;
 Rupturas ou cortes em mais de 10% de sua superfície;
 Danos nas costuras;
 Deformações por calor;
7. Tipos de acessórios e suas inspeções
GABARITOS
ITENS DE INSPEÇÃO DOS GABARITOS:

 Indícios de corrosão;
 Desgastes, deformidade;
 Existência de TAG.

GARRAS
ITENS DE INSPEÇÃO DAS MANILHAS

 Indícios de corrosão; trinca;


 Deformação/Desalinhamento da ponta do garra em relação ao corpo;
 Abertura do gancho exceda 10% do valor original da tabela do
fabricante;
 Dimensão do gancho exceda 10% do valor original da tabela;
 Trava de segurança;
 Existência de TAG;
 Indicação de carga máxima admissível permitida para trabalho.
8. Regras de guindar, movimentar e transportar de acordo com o
equipamento.

A operação de máquinas e equipamentos só


pode ser feita por empregado qualificado e
identificado por crachá.

Em todo o equipamento será indicado, em


lugar visível, a carga máxima de trabalho
permitida.

Na operação de máquinas e equipamentos


com tecnologia diferente da que o operador
estava habituado a usar, deve ser feito novo
treinamento, de modo a qualificá-lo à
utilização dos mesmos.
8. Regras de guindar, movimentar e transportar de acordo com o
equipamento.

Devem ser tomadas precauções especiais quando da movimentação de


máquinas e equipamentos próximos a redes elétricas.

As máquinas não devem ser operadas em posição que comprometa sua


estabilidade, exemplo: próximo a borda de escavações;

As pilhas de materiais, a granel ou embalados, devem ter forma e altura que


garantam a sua estabilidade e facilitem o seu manuseio;

Avaliação prévia do tipo de trabalho, equipamento a ser usado, local e


condições temporais;

Tubos, vergalhões, perfis, barras, pranchas e outros materiais de grande


comprimento ou dimensão devem ser arrumados em camadas, com
espaçadores e peças de retenção, separados de acordo com o tipo de material
e a bitola das peças.
9. Regras de condução, circulação e sinalização da unidade

 Quando o equipamento para guindar não estiver na lista de


determinada empresa, ao transportar ou em movimentações
de ,devem sofrer uma avaliação de riscos para orientar e
determinar os requisitos aplicáveis.

 Durante a condução dos equipamentos de elevação de cargas deve ser


avaliado a necessidade da presença de batedores para garantir a segurança
das vias;

 Para circulação de grandes equipamentos deverá haver planejamento junto


com as áreas operacionais, para avaliar interferências no processo produtivo;

 Os equipamentos de movimentação devem possuir sinalização refletiva e de


controle velocidade para melhorar a visibilidade e segurança;
10. Medidas de controle

 Controle Médico e Saúde Ocupacional (Exames ocupacionais)


 Treinamentos de Segurança (Capacitação – ambientação e específicos);

 Empregado treinado e qualificado para operar o equipamento;

 Elaboração e implementação de documentação de segurança (plano de


carga/plano de rigging; plano de troca de cabos; análise de risco da tarefa);
 Liberação para tarefas através de Análise de Risco da Tarefa e Permissão de
Trabalho;
 Estabelecer e cumprir as regras de guindar, transportar e movimentar cargas,
assim como regras para condução, circulação e sinalização;
 Preenchimento de checklist específico do equipamento e acessório;
 Realizar manutenção preventiva, preditiva e corretiva em máquinas e
equipamentos.
10. Medidas de controle

Plano de Manutenção

 As inspeções anuais dos equipamentos de movimentação de carga serão


realizadas por empresas especializadas com emissão de laudo técnico.
 A indicação da realização das inspeções em acessórios de guindar deve ser
de fácil visualização.
 Os acessórios de equipamentos de içamento devem ser testados
periodicamente de acordo com especificação da área de engenharia ou do
fabricante para a verificação da integridade.
 Os acessórios (estropos, manilhas, anéis, ganchos, correntes, cintas,
gabaritos e garras) que apresentarem não-conformidade devem ser
inutilizados definitivamente.
 As causas de falhas que possam comprometer a saúde e segurança das
pessoas devem ser formalmente analisadas e tratadas.
10. Medidas de controle

Plano de Manutenção

É proibido executar manutenção em equipamento de


movimentação de carga enquanto o mesmo não estiver
devidamente desligado e bloqueado.

NOTA:
 Em eventuais situações com atividades de manutenção com equipamentos
parcial ou totalmente energizados, será necessário procedimento específico e
APT (Análise Preliminar da Tarefa) para medidas de controle e mitigação.

 Todos os equipamentos de Movimentação de Cargas devem ser testados ao


retornarem da manutenção e formalmente liberados com os respectivos
registros.
11. Riscos associados e seus controles

CARGA X CAPACIDADE DO EQUIPAMENTO

Quando não é levado em consideração este item


pode ocorrer acidentes através da ruptura da lança,
queda do equipamento, instabilidade do
equipamento.

Medidas de prevenção é fazer uma análise de risco


antes de iniciar qualquer operação, se fazendo
conhecer o peso da carga. Caso não possua a
identificação do peso, deve ser obtido através de
IÇAMENTO DE ONIBUS
manuais, desenhos, etc.
11. Riscos associados e seus controles

MOVIMENTAÇÃO DE CARGA DE GEOMETRIA COMPLEXA

RISCOS ASSOCIADOS:
 Quebra da lança do guindaste;
 Queda da carga;
 Batida da carga contra pessoas e estruturas;
QUEDA DE GRUA
 Prensamento e esmagamento de pessoas;
 Influência de ventos fortes e chuvas.
CONTROLES:.
 Avaliar previamente as condições: chuva, ventos fortes, centro de
equilíbrio da carga, forma de amarração da carga; ângulo da carga, altura de
elevação, etc;
 Usar corda guia para evitar o risco de prensamento/esmagamento;
 Fazer isolamento de área.
11. Riscos associados e seus controles

OPERAÇÃO SIMULTÂNEA COM DOIS OU MAIS EQUIPAMENTOS

RISCOS ASSOCIADOS:
 Queda da carga;
 Queda do equipamento;
MOVIMENTAÇÃO DE TANQUE
 Acidente pessoal;
 Falhas na comunicação;
 Influência de ventos fortes e chuvas.

CONTROLES: MOVIMENTAÇÃO DE UM
TRANSFORMADOR
 Conhecer e seguir o plano de rigging;
 Fazer isolamento de área;
 Estabelecer a melhor forma de comunicação, assim como identificar o
empregado responsável pela comunicação através de sinais para o operador.
11. Riscos associados e seus controles

OPERAÇÕES PORTUÁRIAS

 Queda de guindaste;
 Queda da carga sobre a embarcação;
 Queda de pessoas;
 Prensamento e esmagamento de pessoas;
 Influência de ventos fortes, chuvas e a
própria correnteza.

OPERAÇÕES PORTUÁRIAS
11. Riscos associados e seus controles

OPERAÇÕES EM BALSA

RISCOS ASSOCIADOS:
 Queda de guindaste;
 Queda da carga sobre a balsa e mar;
 Queda de pessoas;
 Prensamento e esmaga-mento de pessoas;
 Influência de ventos fortes, chuvas e a própria correnteza.
12. Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging

FINALIDADE

O PLANO DE RIGGING é uma ferramenta


fundamental para realizar movimentação de
peças/equipamentos com total segurança e
reduzindo ao mínimo os riscos que podem
ocorrer durante a operação.
12. Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging

FINALIDADE

DEVE SER ELABORADO SEMPRE ANTES DAS SEGUINTES CONDIÇÕES:

 Peso igual ou maior a 8 (oito) toneladas seja movimentado.


 Operação onde o total da carga exceda 75% da capacidade do equipamento;
 Operação onde dois ou mais equipamentos içam a carga ao mesmo tempo –
içamento simultâneo;
 Operação com translação do guindaste, utilizando o arraste para mudar a
carga de localização;
 Operação próxima a redes elétricas de baixa, média ou alta tensão;
 Içamento de carga de geometria complexa;
 Operações portuárias;
 Içamentos em balsas.

IÇAMENTO DE UMA
DRAGA NAUFRAGADA
12. Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging

INFORMAÇÕES GERADAS

OS PLANOS DE RIGGING DEVEM POSSUIR NO MÍNIMO:


 Projeto com desenhos da movimentação da carga;
 Detalhes sobre a carga (peso, forma, altura e tamanho);
 Comprimento da lança do guindaste;
 Abertura total da lança;
 Detalhes sobre o contra-peso do guindaste;
 Velocidade do vento;
 Raio e ângulo de trabalho do guindaste;
 Peso dos acessórios;
 Forma de patolamento do guindaste;
 Peso do moitão e cabos;
 Cálculos referentes à elevação de carga;
 Tabela dos estropos que serão utilizados;
 Tabela das cintas que serão utilizadas;
 Tabela das manilhas que serão utilizadas ou outros acessórios;
 Tabela de carga do guindaste que será utilizado;
 Descritivo das atividades.
12. Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging

INFORMAÇÕES GERADAS

EXEMPLO DE PLANO DE RIGGING


12. Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging

INFORMAÇÕES GERADAS

EXEMPLO DE PLANO DE RIGGING


12. Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging

INFORMAÇÕES GERADAS

EXEMPLO DE PLANO DE RIGGING


12. Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging

O operador do equipamento de movimentação de carga deve:

 Preencher uma lista de verificação das condições de segurança do


Equipamento de Movimentação de Carga, antes de iniciar sua jornada de
trabalho (check-list);

 Emitir sinal sonoro de advertência sempre que for iniciada a operação


(incluindo troca de turno, pós abastecimento ou manutenção) e para avisos
de presença em situações de risco;

 Utilizar o equipamento somente em atividades para as quais o mesmo foi


projetado.
Causas de Acidentes

Cuidados gerais - operação

Auto-confiança:
Uma das maiores causas de incidentes na
movimentação de carga

Improvisação:
Uso de acessórios improvisados ou mau
conservados
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste
Acidente com Guindaste