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Biomassa para la produção de etanol, biodiesel y biogas

Ing. David Nestor Urquizo Valdivia PhD Biotecnologia

Facultad de Ing. Procesos, Escuela de Ing. Quimica, UNSA

Introduccion

La biomasa a través de la historia ha sido la única fuente de energía disponible, su combustión produce una gran liberación de energía en términos de eficiencia facilidad y utilización global.

La energía juega un papel importante en el desarrollo humano.

ENERGIA é a capacidade para realizar TRABALHO ENERGIA CINETICA ENERGIA POTENCIAL Energia do movimento Capacidade para
ENERGIA é a capacidade
para realizar TRABALHO
ENERGIA CINETICA
ENERGIA POTENCIAL
Energia do movimento
Capacidade para realizar
trabalho
Lembre-se, qualquer coisa em
movimento possue energia cinética
Lembre-se, qualquer coisa que
possue energia disponível
E = ½mv 2
Compostos Organicos C 6 H 12 O 6
Compostos
Organicos
C
6 H 12 O 6
Oxigenio

Oxigenio

O 2
O 2
O 2
Dioxido Agua Carbono 6CO 2 6H 2 0
Dioxido
Agua
Carbono
6CO 2
6H 2 0
Energia ATP e calor
Energia
ATP e
calor
Biomassa para la produção de etanol, biodiesel y biogas Ing. David Nestor Urquizo Valdivia PhD Biotecnologia
  • G = -686 kcal/mol

Energias

Estas energías puede ser renovable y no renovable, dentro de esta última, encontramos a los combustibles fósiles, tales como: el petróleo, carbón mineral y el gas natural, los cuales son recursos limitados.

Las actividades humanas en 70 a 80 % dependen de los combustibles fósiles ocasionando problemas al ambiente principalmente alteraciones generadas a los ecosistemas y a la población humana, generando emisiones masivas de gases tóxicos principalmente CO2.

Gas efecto estufa

El CO2 es un gas de efecto invernadero, responsable de los cambios climáticos con consecuencias catastróficas(>417 ppm)

Las nieves perpetuas están desapareciendo a ritmo acelerado tanto en el artico, antartica, asi como los nevados más altos del mundo.

Biomasa

Es cualquier material que haya sido producido a partir de un elemento vivo o recientemente un organismo vivo. Esto significa generalmente plantas, pero también incluye animales.

La bioenergía se centra principalmente en las fuentes vegetales de la biomasa.

Biomassa vegetal

Matéria orgânica renovável produzida pela conversão da energia solar em energia química durante a fotossíntese, principal- mente vegetais. Armazém de energia química disponível para a produção de biocombustíveis ou bioenergia. Biomassa tem uma eficiência de absorção de energia solar de ~1%. As celulas voltaicas tem uma eficiência ~ 10%.

Glicose → 6 H 2 O + 6 CO 2 C 6 H 12 O 6
Glicose
6 H 2 O + 6 CO 2
C 6 H 12 O 6 + 6 O 2

Água: 0,6 kg Dióxido: 1,4 kg Energia solar:17,6 MJ (Megajoules) Glicose: 1kg ~ 0,5 litro de gasolina Oxigênio: 1 kg

Conceito - Biomassa

Floresta Biomassa Cana/Milho Soja/Mamona Microalgas
Floresta
Biomassa
Cana/Milho
Soja/Mamona
Microalgas

Fonte:Nilton toledo

• Papel/Celulose • Gás Lenha • Lenha Térmica • Biocarvão • Etanol/Metanol • Etanol • Biodiesel
• Papel/Celulose
• Gás Lenha
• Lenha Térmica
• Biocarvão
• Etanol/Metanol
• Etanol
• Biodiesel

• Biocombustíveis

Características

Os biocombustíveis apresentam duas importantes vantagens:

seu uso permite reduzir a emissão de carbono para a atmosfera e, além disso,

a produção de biomassa é potencialmente favorecida, pela crescente disponibilidade de dióxido de carbono na atmosfera.

Glicose → 6 H 2 O + 6 CO 2 C 6 H 12 O 6
Tipos de Biomasa y Residuos urbanos • Biomasa Forestal • I Forestresidues.mil! residuos, árboles enteros, etc

Tipos de Biomasa y Residuos urbanos

• Biomasa Forestal

I Forestresidues.mil! residuos, árboles enteros, etc

• Biomasa agrícola

Gramíneas, paja de maíz, paja de trigo, cáscaras de cereales, orujo, etc

• Biomasa Acuática

Microalgas y macroalgas

Residuos urbanos

• Vertedero de residuos municipal

residuos sólidos urbanos (RSU), residuos derivado de combustible (RDF), etc.

• aguas residuales / lodos de depuración (biosólidos)

Considerándola en dos categorías tenemos a biomasa rural ampliamente distribuida laboras agrícolas y campos forestales e a segunda la biomasa urbana para mantener nuestras ciudades saludables

BIOCOMBUSTIBLES

Los biocombustibles presentan dos importantes ventajas:

su uso permite reducir la emisión de carbono a la atmósfera.

La producción de biomasa depende esencialmente de la energía solar y de la presencia de agua y dióxido de carbono (CO2).

6 H2O + 6 CO2→ C6H12O6 + 6 O2

La formación de 1 kg de azúcar corresponde a la fijación de alrededor de 17,6 MJ (megajoules) de energía solar, equivalente a cerca de medio litro de gasolina.

Producción de etanol de Biomasa

Producción de etanol de caña azúcar sacarosa Producción de etanol de maíz (almidón:

polímeros de glucosa) Producción de etanol de Biomasa vegetal (polímeros de celulosa)

2da geracion 1ra geracion
2da geracion
1ra geracion

Bioetanol caña azucar

2da geracion 1ra geracion Bioetanol caña azucar Bioetanol de amilaceas
2da geracion 1ra geracion Bioetanol caña azucar Bioetanol de amilaceas

Bioetanol de amilaceas

2da geracion 1ra geracion Bioetanol caña azucar Bioetanol de amilaceas

almidon

almidon Almidon Amilasas. • Degradan el almidón, en dextrinas y azucares. Se pueden dividir en: •
almidon Almidon Amilasas. • Degradan el almidón, en dextrinas y azucares. Se pueden dividir en: •

Almidon

almidon Almidon Amilasas. • Degradan el almidón, en dextrinas y azucares. Se pueden dividir en: •

Amilasas.

Degradan el almidón, en dextrinas y azucares. Se pueden dividir en:

α-amilasas (E.C. 3.2.1.1), Rompen al azar los enlaces en el interior del sustrato (endoamiladas); son conocidas como enzimas del almidón licuado, por que solubilizan la amilosay la amilopectina.

β-amilasas (E.C.3.2.1.2)

Hidrolizan ordenadamente enlaces α-1-4, del almidón en unidades de maltosa a partir de los extremos no reductores del sustrato (son exoamilasas). Es conocida como la enzima sacarificante.

Las β-amilasas están presentes en la mayoría de las plantas superiores (trigo, cebada,etc.), y están ausentes en los mamíferos.

La enzima hidroliza los enlaces α(1-4), invirtiendo la configuración del C 1 de la forma αa la forma β, por lo cual se denomina beta amilasa.

Su mayor actividad están a pH entre 4.5-7 y temperatura de 55 ºC.

Glucoamilasa (E.C.3.2.1.3)

Glucoamilasa(amiloglucosidasa) (E.C.3.2.1.3)

Estas enzimas rompen enlaces α(1,4), α(1,6), tambienhidrolizan enlaces α(1,3), y liberan unidades de β-D- glucosa a partir del extremo no reductor.

El producto de la acción de la glucoamilasasobre el almidón es glucosa, y pequeñas cantidades de oligosacáridos.

La máxima actividad está a pH 4 y 5.5, y temperaturas de 55- 65 ºC.

Se extraen de hongos Aspergillus y Rhizopus, y generalmente son inactivas sobre almidón nativo. (fuente: Arellano-Carbajal, et al)

Que é a lignocelulose?

Celulose e lignina juntos são chamados de lignocelulose.

A celulose é depositado nas paredes das células vegetais, juntamente com outros componentes - principalmente da lignina, hemicelulose e pectina.

As paredes celulares são complexas, mas algo semelhante nas propriedades de engenharia de concreto armado em que a celulose e a hemicelulose são os elementos estruturais (barras de reforço) e lignina e pectina são o cimento.

Os cientistas estão interessados na reducion da lignina em plantas de biocombustíveis, pois a lignina interfere com a

producion de etanol celulósico

Biomasa
Biomasa
• Estructura de la lignocelulosa Fuente: US DOE, 2006
• Estructura de la lignocelulosa Fuente: US DOE, 2006

Estructura de la lignocelulosa

Fuente: US DOE, 2006
Fuente: US DOE, 2006
• Estructura de la lignocelulosa Fuente: US DOE, 2006
O PRÉ-TRATAMENTO DA BIOmasa LIGNOCELULÓSICA • Tem por finalidades alterar ou remover a hemicelulose e/ou a

O PRÉ-TRATAMENTO DA BIOmasa LIGNOCELULÓSICA

Tem por finalidades alterar ou remover a hemicelulose e/ou a lignina, aumentar a área superficial e diminuir o grau de polimerizacion e a cristalinidade da celulose, o que acarreta em aumento da porosidade da matriz e aumento na digestibilidade enzimática e, consequentemente, no rendimento em açúcares fermentescíveis

Pré-tratamentos

A Hidrólise requer:

tratamento físico da matéria prima para aumentar a área específica; Tratamentos físico-quimicos para desbloquear o acesso à celulose.

O PRÉ-TRATAMENTO DA BIOmasa LIGNOCELULÓSICA • Tem por finalidades alterar ou remover a hemicelulose e/ou a

Prétratamentos

Físico Ácido concentrado Hidrólise Química Ácido diluído Hidrólise Enzimática TECNOLOGIA DHR Solvente orgânico
Físico
Ácido
concentrado
Hidrólise
Química
Ácido
diluído
Hidrólise
Enzimática
TECNOLOGIA
DHR
Solvente
orgânico
Hidrólise enzimática de celulose • Celulase = mistura de enzimas • Exoglucosidase Expectativa: forte redução dos
Hidrólise enzimática de celulose • Celulase = mistura de enzimas • Exoglucosidase Expectativa: forte redução dos
Hidrólise enzimática de celulose • Celulase = mistura de enzimas • Exoglucosidase Expectativa: forte redução dos

Hidrólise enzimática de celulose

• Celulase = mistura de enzimas • Exoglucosidase Expectativa: forte redução dos custos a longo prazo
Celulase = mistura de enzimas
Exoglucosidase
Expectativa: forte redução dos custos a longo prazo
Otimização através das novas ferramentas bioquímica /
genéticas
actinomycetos , exoglucosidase • Amido • VS • Celulose Fonte: 09/21 Transesterificacion Óleo Vegetal Metanol ou
actinomycetos , exoglucosidase
actinomycetos
, exoglucosidase
actinomycetos , exoglucosidase • Amido • VS • Celulose Fonte: 09/21 Transesterificacion Óleo Vegetal Metanol ou

Amido

VS

Celulose

Fonte:
Fonte:

09/21

Transesterificacion

Óleo Vegetal Metanol ou Etanol
Óleo Vegetal
Metanol
ou
Etanol
Biodiesel Reacion de Transesterificacion Glicerina Ácido Básico Catalisador Enzimático
Biodiesel
Reacion de
Transesterificacion
Glicerina
Ácido
Básico
Catalisador
Enzimático

Processo de trans-esterificacion

CH O CO C H CH OH CH OH OH CH O CO C H 17
CH
O
CO
C
H
CH OH
CH OH
OH
CH
O
CO
C
H
17
33
2
3
3
17
33
2
Triglicerídio
Metanol
Glicerina
CH
O
CO
C
H
+
CH OH
NAOH
CH OH
OH
+
CH
O
CO
C
H
17
33
3
3
17
33
(1 molécula)
(3 moléculas)
(1 molécula)
catalisador
CH
O
CO
C
H
CH OH
CH OH OH
CH
O
CO
C
H
17
33
17
33
2
3
2
3
Triglicerídio
Metanol
Glicerina
Metiléster
(1 molécula)
(3 moléculas)
(1 molécula)
(3 moléculas)

Comparacion entre catalizadores

Processos

Vantagens

Desvantagens

Químicos

Simplicidade

Curto tempo de reacion

Dificuldade de separacion do catalisador

Alto rendimento

Impossibilidade da reutilizacion do catalisador

Obtencion de produtos com menor grau de pureza

Necessidade de tratamento de água após a transesterificacion

Enzimático

Facilidade da separacion do catalisador

 

Obtencion de produtos com maior grau de pureza Menor temperatura de reações Fácil recuperacion do glicerol Bons rendimentos e alta

Longo tempo de reacion Custo das enzimas

seletividade

Processo de trans-esterificacion CH O CO C H CH OH CH OH OH CH O CO

Metanol X Etanol

15/21

Metanol

Etanol

Álcool Tóxico

Cana-de-açúcar

Derivado de

100% Renovável

Petróleo

Venenoso

Maior Segurança na Manipulacion

Mais Barato

Maior

Disponibilidade

Potencial de produtividade

Culturas

Conteúdo médio

Produtividade media

Óleo ATG

Galões /Acre

Milho

 

18

Algodão

 

35

Soja

  • 22 %

48

Mostarda

  • 36 %

61

Girassol

  • 42 %

102

Canola

  • 40 %

127

Jatropa

 

202

Óleo palma

 

635

Alga

  • 10 g/m2/dia – 15 %

1.200

Alga

  • 10 g/m2/dia – 50 %

10.000

Potencial de produtividade Culturas Conteúdo médio Produtividade media Óleo ATG Galões /Acre Milho 18 Algodão 35

Algas

Potencial de produtividade Culturas Conteúdo médio Produtividade media Óleo ATG Galões /Acre Milho 18 Algodão 35

Microalgas

As Microalgas podem crescer em água salina que não e apropriada para agricultura ou consumo humano ou animal.

Os requerimentos para o seu crescimento são muito simples, primariamente dióxido de carbono (CO2) e água, entretanto a velocidade de crescimento pode ser acelerada por aeracion e adicion suficiente de nutrientes.

Microalgas

Também as algas podem ser utilizadas para o tratamento de

águas residuais, pela remocion contaminantes de NH4+, NO3-

, PO43- das águas residuais urbanas que seria uma fonte

excelente de nutrientes para as algas crescerem.

O cultivo de microalgas pode ser 50x mais produtivas do que

as culturas tradicionais agrícolas (soja) e utiliza sistemas de

cultura barata em áreas áridas de alta insolacion

inapropriadas para agricultura.

As microalgas demandam uma área muito pequena para o

seu cultivo e podem produzir uma quantidade de

biocombustível bem maior.

Vantagens

Crescimento rápido

Maior produtividade por hectare do que seus primos

terrestres

São recursos não-alimentares

Contrariamente a agricultura usa terras não produtivos

Pode utilizar água salina

Pode utilizar as emissões gasosas de CO2

Pode ser usado em conjunto com o tratamento de águas

residuais

Uma biorefinaria de algas poderá produzir óleos, proteínas e

carboidratos

No envolve destruicion de habitas naturais e é altamente

biodegradavel

Qual é o potencial

A producion de óleo de algas exige:

Terra (Litoral peruano, Semi-árido) Luz solar (19 Mj/m 2 .dia)

Água (disponible no litoral y nieves perpetuas)

CO 2 (385 ppm)

Macro e micro-nutrientes (NH 4 +, NO 3 -, PO 4 3-) (80 % da população peruana moram em zonas urbanas).

Microalgas • Também as algas podem ser utilizadas para o tratamento de águas residuais, pela remocion

Resíduos urbanos

Vertedero de residuos municipal

residuos sólidos urbanos (RSU), residuos derivado de combustible (RDF), etc.

Aguas residuales / lodos de depuración (biosólidos)

Considerándola en dos categorías tenemos a biomasa rural ampliamente distribuida laboras agrícolas y campos forestales e a segunda la biomasa urbana para mantener nuestras ciudades saludables

Cantidad de RES

En España, cada ciudadano genera de media al día 1,5 kg de basura (RSU).

La parte orgánica de los residuos sólidos urbanos puede ser considerada como tal (del orden del 50%, dependiendo del tamaño y del nivel de vida de la población).

Organics Conversion in Anaerobic System

COMPLEX ORGANIC MATTERS Proteins Carbohydrates Lipids Amino Acids, Sugars Fatty Acids, Alcohols INTERMEDIARY PRODUCTS (C>2; Propionate,
COMPLEX ORGANIC MATTERS
Proteins
Carbohydrates
Lipids
Amino Acids, Sugars
Fatty Acids, Alcohols
INTERMEDIARY PRODUCTS
(C>2; Propionate, Butyrate etc)
Acetate
Hydrogen, Carbon dioxide
72
28
Methane
Carbon dioxide
acidogenesis
methanogenesis
acetogenesis
hydrolysis
Sistemas Anaeróbios X Sistemas Aeróbios Biogás (70 a 90%) CO 2 (40 a 50%) Reator Matéria
Sistemas Anaeróbios X Sistemas Aeróbios
Biogás
(70 a 90%)
CO 2
(40 a 50%)
Reator
Matéria
Anaeróbio
Orgânica
Efluente
(10 a 30%)
Lodo (5 a 15%)
(100% DQO)
Reator
Efluente (5 a 10%)
Aeróbio
Lodo (50 a 60%)
Aproveitamento Energético do Biogás?
Baixa Produção de Lodo! Reciclagem dos Biossólidos?
Atendimento à Legislação Ambiental?

BALANÇO MÁSSICO Biodegradação Aeróbia

LODO/LAMA 50% CALOR 50%
LODO/LAMA
50%
CALOR
50%

MATÉRIA

ORGÂNICA

+

O 2

Aeróbios

BALANÇO MÁSSICO Biodegradação Anaeróbia

MATÉRIA ORGÂNICA O 2
MATÉRIA
ORGÂNICA
O 2
LODO/LAMA 10% Anaeróbios METANO CH 4 90%
LODO/LAMA
10%
Anaeróbios
METANO
CH 4
90%
 

Biogás

Biogás

Mistura de 50-70% CH4 e 30-50% CO 2 com possíveis traços de H 2 S Energia calorífica: 25 MJ/m 3

Mistura de 50-70% CH4 e 30-50% CO 2 com possíveis traços de H 2 S Energia calorífica: 25 MJ/m 3

Proveniente da degradação da matéria orgânica em

Proveniente da degradação da matéria orgânica em

condição anóxica Efeito estufa do metano ( 21 x superior CO 2 )

condição anóxica Efeito estufa do metano ( 21 x superior CO 2 )

Também denominado Gás natural.

Também denominado Gás natural.

Disgestão Anaeróbia

Polimeros

(proteinas, polissaccarides) H Monomeros Acção conjunta de diversas populações microbianas = Sinergismo ou Sintrofia (Açucares, amino
(proteinas, polissaccarides)
H
Monomeros
Acção conjunta de
diversas populações
microbianas =
Sinergismo ou Sintrofia
(Açucares, amino ácidos, peptidos)
1
1
propionato
1
butirato
2
2
H 2 + CO 2
acetato
3
4
4
CH
+ CO
4
2
H
Enzimas Hidrolíticas
3
Bactérias Homoaceticas
1
Bactérias Fermentativas
4
Archeas Metanogênicos
2
Bactérias Acetogênicas Singroficas

Digestão Anaeróbia de Resíduos Sólidos Orgânicos

Sulfato Redutoras - BRS

SO 4 = H 2 S Hidrogênio 4 % 24% Substancias Organicas 76% Ácidos CO 2
SO 4 =
H 2 S
Hidrogênio
4 %
24%
Substancias
Organicas
76%
Ácidos
CO
2
Orgânicos
Metano
(CH 4 )
Complexas
(Polimeros)
52%
20%
Acetato
CO 2
Fases I e II
Fase III
Fase IV
Hidrólise e Acidogénese
Acetogénese
Metanogênese
Balanço (DQO) Particulados Complexos Digestão Anaeróbia e Metanogênese (IV) (DQO=100) I- Desintegração Carboidratos Proteinas Lipidios Inertes
Balanço (DQO)
Particulados
Complexos
Digestão Anaeróbia e
Metanogênese (IV)
(DQO=100)
I- Desintegração
Carboidratos
Proteinas
Lipidios
Inertes
(30)
(30)
(30)
(10)
I - Hidrólise
Monosacarídeos
Amino-Acidos
Acidos Gordos
(31,5)
(30,0)
(28,5)
II - Acidogênese
Acidos voláteis
(28,8)
III - Acetogênese
Hidrogênio
Acetato
(26,8)
(63,2)
Metano
IV - Metanogênese
(90)

METANOGÊNESE

Archeas Acetoclásticas CH 3 COOH CO 2 + H 2 Archeas Autotróficas CH 4 + CO
Archeas
Acetoclásticas
CH 3 COOH
CO 2 + H 2
Archeas
Autotróficas
CH 4 + CO 2
CH 4
Disgestão Anaeróbia Polimeros (proteinas, polissaccarides) H Monomeros Acção conjunta de diversas populações microbianas = Sinergismo ou

Substrato: Acetato (Methanosaeta)

Disgestão Anaeróbia Polimeros (proteinas, polissaccarides) H Monomeros Acção conjunta de diversas populações microbianas = Sinergismo ou

Substrato: Sacarose (cultura mista)

Upflow anaerobic sludge blanket (UASB) e

anaerobic fixed film (AFF) são tipos de reatores freqüentemente

empregados para tratamento anaeróbio de águas residuárias com

baixos teores de sólidos sedimentáveis (Jhung e Choi, 1994).

AFF são reatores no qual o esgoto é forçado a atravessar um leito

de material inerte, formado por pequenas peças, em geral

pequenos seguimentos ocos de plástico rígido, cuja finalidade é

multiplicar a superfície de contato do líquido com a biomassa

desenvolvida e aderida às paredes.

Os UASB são reatores de manta de lodo no qual o esgoto, em seu

movimento ascendente no reator, atravessa uma camada de lodo

biológico biodegradador. Hidraulicamente diferem dos AFF por

não funcionarem com recirculação.

UASB -

Upflow anaerobic sludge blanket (UASB) e anaerobic fixed film (AFF) são tipos de reatores freqüentemente empregados
Upflow anaerobic sludge blanket (UASB) e anaerobic fixed film (AFF) são tipos de reatores freqüentemente empregados

Anaerobic Fixed Film

Upflow anaerobic sludge blanket (UASB) e anaerobic fixed film (AFF) são tipos de reatores freqüentemente empregados

3 dias Tempo de Retenção Hidraulica (HRT).

  • 77 % Redução de Odor

Sistema Fechado

  • 80 % CH4 :20% CO2 .

Upflow anaerobic sludge blanket (UASB) e anaerobic fixed film (AFF) são tipos de reatores freqüentemente empregados
FONTE: www.uasb.org/discover/agsb.htm Muchas gracias Contact: labagroindustrias @gmail.com
FONTE: www.uasb.org/discover/agsb.htm Muchas gracias Contact: labagroindustrias @gmail.com

FONTE: www.uasb.org/discover/agsb.htm

Muchas gracias

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Contact: labagroindustrias @gmail.com

FONTE: www.uasb.org/discover/agsb.htm Muchas gracias Contact: labagroindustrias @gmail.com

I - Hidrólise

Enzimas extracelulares produzida pela biomassa do lodo

Provavelmente etapa limitante do processo

Superfície de ataque do substrato

Processos Físicos: Calor, Ultrasons, Microondas

Processos Químicos: ácidos e alcalis

HIDRÓLISE

O material orgânico particulado >> em compostos dissolvidos de menor peso molecular. O processo requer a interferência das chamadas exo-enzimas excretadas pelas bactérias fermentativas. As proteínas degradam-se através de (poli)peptidas para formarem aminoácidos; Os hidratos de carbono transformam-se em açúcares solúveis (mono e dissacáridos) Lipídos são convertidos em ácidos gordos de cadeia longa (AGCL) de C (C15 a C17) e glicerina. Em particular, a taxa de conversão de lipídos abaixo de 20º C torna-se muito baixa

Acidogénese

Bactérias anaeróbias facultativas e anaeróbias estritas

60 a 70% da biomassa de um digestor anaeróbio, com Y x/S =

0,15 g SV. g -1 DQO

Taxas de crescimento lento: 5 a 15 dias -1

Não é etapa limitante

Os compostos dissolvidos, gerados no processo de hidrólise ou liquefação, são absorvidos nas células das bactérias fermentativas e, após a acidogênese, excretadas como substâncias orgânicas simples como ácidos gordos voláteis (AGV), álcoois, ácido lático e compostos minerais (CO2, H2, NH3, H2S, etc.).

A fermentação acidogênica é realizada por um grupo diversificado de bactérias, das quais a maioria sendo facultativas, torna-se importante nos sistemas de tratamento anaeróbio de esgoto, porque o oxigénio dissolvido eventualmente presente poderia se tornar uma substância tóxica.

Acetogénese

Geração anaeróbia de hidrogênio e acetato

Necessitam da remoção do hidrogênio (lei de ação de

massas) para tornar-se favoráveis.

CH 3 CH 2 COOH + 3H 2 0

CH 3 COO- + 3H 2 + HCO 3 - + H +

∆G + 74 kJ

HCO3 - + 4H2 + H+

CH 4 + 3 H 2 0

∆G - 136 kJ

4CH 3 CH 2 COOH + 3H 2 0

4CH 3 COO- + 3H 2 + HCO 3 - + H +

+ 3CH 3

∆G - 102 kJ

A acetogénese é a conversão dos produtos da acidogénese em compostos que formam os substratos para a produção de metano: acetato, hidrogénio e dióxido de carbono. Uma fracção de aproximadamente 70 % da DQO originalmente presente converte-se em ácido acético, enquanto o restante da capacidade de doação de electrões é concentrado no hidrogénio formado. Dependendo do estado de oxidação do material orgânico a ser digerido, a formação de ácido acético pode ser acompanhada pelo surgimento de dióxido de carbono ou hidrogénio

Metanogênese

Constitui o passo controlante do processo de degradação anaeróbia de substratos solúveis

Microrganismos (Arqueas) anaeróbios estritos (Eh<-250 mV)

Número limitado de substratos: acetato, H 2 /CO 2 , metanol, formato e metilaminas.

70% do metano provém do acetato

São autofluorescentes a 420 nm (intensidade variável com a espécie) 2 generos acetotróficos:

Methanosaeta: exclusivamente acetotrófico, filamentosa, Ks=0.46 mM, td=3 a 9 dias.

Methanosarcina: muito versátil metabolicamente, cresce em agregados de cocos, Ks=3-5 mM, td=24 horas

A metanogénese, em geral, é o passo que limita a velocidade do processo de digestão como um todo, embora a temperaturas abaixo dos 20ºC a hidrólise possa se tornar também limitante (Gujer e Zehnder, 1983). Metano é produzido pelas bactérias acetotróficas a partir da redução de ácido acético ou pelas bactérias hidrogenotróficas a partir da redução de dióxido de carbono. Tem-se as seguintes reações catabólicas:

(a) metanogênese acetotrófica: CH3COOH >> CH4 + CO2 (b) metanogênese hidrogenotrófica: 4H2 + CO2 >>CH4 + 2H2O

As bactérias que produzem metano a partir de hidrogénio crescem mais rapidamente que aquelas que usam ácido acético, de modo que as metanogênicas acetotróficas geralmente limitam a taxa de transformação de material orgânico complexo presente no efluente para biogás.