Sie sind auf Seite 1von 13

Leia estas instruções :

C on fi ra s e os dad os con ti dos n a p arte i n fe rio r des ta ca pa es tão corre tos e , em segu ida , assine no
1
esp aço reserva do p ara isso .

Es te Cad erno con tém vinte e se te qu estões , se ndo 2 5 de múl ti pla escol ha e 2 discurs i vas , assim
2
d istri bu íd as: Discursi vas , C onh e cimen tos Espe cífi cos → 01 a 20 e Edu ca ção Pro fissio nal → 21 a 25 .
Se o C ade rn o co n ti ve r al guma impe rfe ição g rá fi ca que imp eça a le i tu ra , comuni qu e isso
3
ime dia tamen te ao Fis cal .

4 C ada ques tã o de mú l tip la esco lha , ap resen ta ap enas uma resp osta corre ta .

Os rascu nhos e as ma rca ções fe i tas nes te Cad erno n ão se rão co nside ra dos pa ra e fei to de
5
a va lia çã o .

In terpre ta r as qu estões fa z pa rte da a va lia çã o ; po rta n to , não adi an ta ped ir escl arecimen tos aos
6
Fis cais .

7 U tili ze qua lqu er espa ço em bran co d este Ca de rno pa ra rascunh os e nã o des ta qu e ne nhuma folh a .

Vo cê d ispõe de , no má ximo , q ua tro h oras pa ra resp ond er às ques tõ es de múl tipl a es col ha e
8
p re en che r as Fo lhas d e Res pos tas .
Use e xclusi vame n te cane ta esferog rá fi ca , con fe ccion ada em ma te ria l tra nspa ren te , de tin ta pre ta o u
9 a zu l .

10 O p re en chime n to d as Folh as de Respos tas é de sua in te ira responsa bil ida de .

R e ti ran do -se a ntes de dec or rer em dua s hora s do iníc io da pr ova , de vo l va , também , es te
11
C ade rn o ; caso con trá rio , po de rá l e vá-lo .

12 An tes d e re ti ra r-se definitivame nte da sa la , d e vol va a o Fiscal a Folh a de Respos tas .

As si nat ura do Can did ato :___________________________________________________


Q u e stõe s D i sc u r si v a s

ESTAS QU ESTÕES DEVER ÃO SER RESPOND ID AS N A FOLHA DE R ESPOSTAS D AS QU ESTÕES


D ISC UR SIVAS, MAN TEN D O O MEMOR IAL D E C ÁLCU L O, QU AND O FOR O C ASO.

Questã o 1

A o manus ear i nt ernament e o c omput ador para manut enç ão ou mont agem, é nec ess ário t er
c uidado c om desc argas elet rost átic as .

a) E x plique c omo as des c argas elet rost át ic as afet am o func ionament o de c irc uit os
elet rônic os do c omput ador.
b) Cit e os proc ediment os empregados para pr ot eger os circ uit os elet rônic os c ont ra
des c argas elet rost át ic as.

Questã o 2

Os proc es s adores at uais apres ent am algumas inovaç ões que beneficiam os us uários de
c omput ador. Como ex emplo podemos c it ar o des envol viment o de t ec nologias de menor
dimens ão, as modific aç ões na arquit et ura, a c onex ão diret a e o us o efic ient e da energia, e os
ex emplos de t ec nologias des envol vidas para os proc es s adores s erem mais rápidos e mais
int eligent es .
E st ão lis t adas abaix o c inc o t ec nologias de dest aque ut iliz adas pelos fabric ant es para os
proc ess adores at uais . E x plique a funç ão de c ada uma dess as t ec nologias:

a) Hyper-Threading.
b) HyperTrans port .
c) Quick P at h I nt erc onnect .
d) Cool'n'Quiet .
e) Turb o B oost.

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Manutenção de Equipamentos de Inf or mática 1


2 IFRN – Concurs o Público 2010 - Manutenç ão de Equipamentos de Inf or mátic a
Q u e stõe s d e M úl ti p la E sco l ha

MA N UT EN ÇÃ O DE EQUI PA MENT OS DE I N FOR MÁ TI CA

01. S obre uma font e A TX, afirma -s e que

I a t ens ão no fio “St and-by ” é 5V ;


II as t ens ões negat ivas de s aída s ão -12, 0V, -5, 0V e -3, 3V ;
III o fio c inz a c orres ponde à s aída “P ower Good”;
IV a font e A TX é uma font e linear ;
V o fio verde c orres ponde ao sinal “P ower On”;

E st ão c orret as as afirmat ivas :

A) I, IV e V . C) II e IV .
B) I, III e V . D) II e V.

02. Os s int omas abaix o s ão indic at ivos de defeit o no t ransist or S aíd a Horiz ont al em um monit or
TRC ( Tubo de Raios Cat ódic os ).

I A s t ens ões de s aída da font e de aliment aç ão es t ão abaix o do normal;


II A imagem que aparec e na t ela do monit or é um t raç o vert ic al branc o e brilhant e;
III Imagem c om purez a ruim;
IV Falt a de alt ura da t rama;
V Imagem c om falt a de uma das c ores primárias;

S obre os s int omas dados, é c orret o afirmar que


A) I e III s ão indic ativos de defeit o no t ransist or S aída Horiz ont al .
B) I, IV e V s ão indic ativos de defeit o no t ransist or S aída Horiz ont al .
C) III e V s ão indic ativos de defeit o no t ransist or S aída Horiz ont al .
D) I e II s ão indic at ivos de defeit o no t rans is t or S aída Horiz ont al .

03. A pres ent am -s e abaix o s int omas que podem s er c aus ados por defeit o na font e invers ora de
um monit or LCD.

I A s lâmpadas de iluminaç ão t ras eira não ac endem.


II Imagem s em foc o.
III Imagem c om linhas vert ic ais esc uras.
IV Imagem aparec e e em s eguida esc urec e.
V Tela ac es a, mas não há imagem.

Dos s int omas apres ent ados, es t ão c orret as :


A) I e III. B) II, III e V. C) I e IV. D) I e V.

04. E m relaç ão às impres s oras a las er, afirma -s e:

I o c orona primário t em a funç ão de aplic ar c argas elét ric as no c ilindro fot o -s ens ível.
II o raio las er t em a funç ão de aplic ar c argas elét ric as no papel.
III a unidade fus ora t em a funç ão de fix ar o t oner no papel.
IV a unidade fus ora é aliment ada pela font e de alt a t ens ão.
V impress ão c om uma ou mais faix as vert ic ais branc as é um s int oma de defeit o no
c orona de t rans ferência.
E st ão c orret as as afirmat ivas :
A) I, III e V .
B) I, III e IV.
C) II, IV e V.
D) I, II e V.

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Manutenção de Equipamentos de Inf or mática 3


05. A s afirmativas abaix o ex press am c aract eríst ic as das impress oras a jat o de t int a.

I A s impres s oras c om t ec nologia “ bubble jet ” geralment e t êm a c abeç a de impress ão


c ont ida no c art uc ho de impress ão.
II A s impress oras c om t ec nologia “piez o-elét ric a” formam o jat o de tint a a part ir do
aquec iment o e da evaporaç ão da tint a.
III Impres s ão c om linhas falt ando pode s er c aus ada por defeit o no c abo da c abeç a de
impress ão.
IV Impress ão com linhas pret as pode s er c aus ada p or defeit o na plac a de c irc uit o lógic o.
V Impres s ão int ermit ent e ou aus ent e pode s er c aus ada por pouc a t int a no c art uc ho.

E st ão c orret as as afirmat ivas :

A) II e III.
B) I, III, IV e V.
C) I e II.
D) II, IV e V.

06. Na manut enç ão de No-b reak s , o t éc nic o s e depara c om diferent es t ec nologias. Com relaç ão
às diferent es t ec nologias de No-b reak s, é c orret o afirmar que:

I o No-b reak c onhec ido c omo “s hort -break ” poss ui um ret ardo para realiz ar a t roc a da
rede elét ric a pela bat eria.
II o No-break c onhecido c omo “s hort -break ” apres ent a uma forma de onda s enoidal na
s aída.
III o No-b reak c onhec ido c omo “line-int erac tive” ut iliz a um c irc uit o invers or para gerar a
t ens ão de s aída.
IV o No-b reak c onhec ido c omo “line-int erac tive” ut iliz a uma c have de t rans ferênc i a para
realiz ar a t roc a da rede elét ric a pela bat eria.
V o No-b reak c onhecido c omo “on-line” pos s ui a funç ão de es t abiliz ar a t ens ão da rede
elét ric a.

A nalis ando as afirmat ivas dadas, est ão c orret as

A) I, III, IV e V. C) II, III e IV .


B) I, II e III. D) I, II, IV e V.

07. A pres ent am -s e abaix o fat ores que podem levar o c omput ador a apres ent ar t ela pret a c om um
ou mais beeps ao s er ligado.

I A us ênc ia do t ec lado.
II P roc ess ador inst alado s em vent oinha.
III Mau c ont at o nos módulos de memória RA M.
IV A rquivos c orrompidos .
V Memória RA M inc ompat ível c om plac a -mãe.

Dent re os fat ores list ados, est ão c orret os

A) III, IV e V.
B) II, III e IV .
C) II, III e V.
D) I, II e III.

4 IFRN – Concurs o Público 2010 - Manutenç ão de Equipamentos de Inf or mátic a


08. A pres ent am -s e abaix o fat ores que podem ex plic ar o t ravament o aleat ório em um c omput ador:

I mau c ont at o na plac a-mãe;


II aquec iment o exc es sivo do c omput ador;
III font e de aliment aç ão c om fus ível queimado;
IV inst abilidade na rede elét ric a;
V defeit o na memória RA M;
VI aus ênc ia do c abo do monit or;

Dent re os fat ores list ados, est ão c orret os

A) III, V e V I.
B) I, II, III e V.
C) I, II, IV e V.
D) II, IV e V I.

09. E m relaç ão aos c onflit os de hardware em c omput adores , afirma-s e:

I os c onflit os de memória oc orrem quando duas ou mais memórias oc upam os mesmos


endereç os ;
II os c onflitos de DMA oc orrem quando dois dispos itivos ut iliz am o mes mo canal de DMA;
III os dis pos it vos P nP (Plug-and-P lay) s ão menos s usc ept íveis a c onflit os de hardware
que os dis pos it ivos s em a t ec nologia P nP;
IV quando o gerenc iador de dis pos it ivos det ec t a c onflit o de hardware em algum
dis positivo, é most rado um “X” em vermelho s obre o dis pos it ivo;
V as int errupç ões no barrament o P CI podem s er c ompartilhadas por dois ou mais
dis positivos .

E st ão c orret as
A) III, IV e V.
B) I, III e IV.
C) I, II, III e V.
D) II e IV .

10. E m um c omput ador, o HD não apa rec e na det ec ç ão aut omátic a do S et up. Os fat ores abaix o
podem est ar relac ionados c om ess e defeit o.

I Defeit o fís ic o no HD.


II Defeit o no c abo de aliment aç ão do HD.
III Defeit o no c abo do monit o r.
IV Defeit o no c abo de dados do HD.
V Defeit o no c abo do t ec lado.
VI Defeit o na plac a-mãe.
V II HD s em format aç ão.
V III HD s em part ic ionament o

De t odos os fat ores apres ent ados, s ão res pons áveis por es s e defeit o

A) I, II, IV e V I.
B) I, II, IV , V II e V III.
C) I, II, IV e V.
D) III, V , V II e V III.

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Manutenção de Equipamentos de Inf or mática 5


11. Manut enç ão prevent iva é um c onjunt o de c uidados que devem s er t omados c om um
equipament o, vis ando pre venir vá rios t ipos de defeit os e minimiz ar c us t os c om as pos s íveis
manut enç ões c orret ivas . E nt re os c uidados rec omendados para o bom func ionament o dos
c omput adores, est ão:

A) faz er format aç ões periódic as , a c ada t rimest re, para limpar a unidade de disc o e melhorar
o des empenho do sis t ema operac ional.
B) faz er b ack ups, us ar programas ant i -vírus , us ar um est abiliz ador de volt agem e efet uar
limpez as anuais c om s pray limpador de c ont at os.
C) s empre que s e aus ent ar, des ligar o c omput ador para aument ar a vida út il dos
c omponent es elet rônic os.
D) lavar a plac a-mãe do c omput ador, t odos os dias , c om água e s abão para ret irar melhor a
poeira das fres t as dos slots e es paç os ent re c omponent es .

12. A s afirmativas abaix o apres ent am uma anális e c omparativa ent re as unidades de dis c o
magnét ic a HD (Hard Dis k ) e as unidades SS D (S olid St at e Drive).

I E m um HD magnét ic o os dados s ão gravados em s et ores de 512 b yt es , que não


podem s er s implesment e regravad os . É nec ess ário faz er a des fragment aç ão do disc o.
Já nos S S Ds, os endereç os s ão organiz ados em páginas de 4 K B , agrupadas em
bloc os de 512 KB , que podem s er apagados e s obresc rit os de maneira independent e.
II Um dos grandes problemas dos SS Ds é relat ivo à longe vidade, em relaç ão à t ax a de
regra vaç ão, diferent e dos plat t ers de um HD, que podem s er regra va dos alguns
milhões de vez es . As c élulas de memória Flas h t êm uma vi da út il es t imada em
100. 000 regravaç ões no c as o dos c hips S LC.
III A pes ar de os S S Ds apres ent arem exc elent es t ax as de leit ura e gravaç ão em s et ores
aleat órios, os HDs magnét ic os t êm um des empenho melhor por ofe rec erem t empos de
ac ess o muit o mais baix os.
IV A grande des vant agem dos S S Ds, diferent e dos HD magnét ic os, é que eles não
podem s er part ic ionados e format ados c om padrões diferent es , o que dific ult a a
populariz aç ão dess as unidades .
V Um pont o import ant e a favor dos S S Ds , na c omparaç ão c om os HDs m agnét ic os, é o
us o de c ont roladores mais int eligent es, que ut iliz am b uf f ers de dados relat ivament e
grandes . Iss o permit e que as operaç ões s ejam organiz adas e agrupadas de maneira
mais eficient es e muit as operaç ões s ejam c ac headas .

E st ão c orret as as afirm at ivas :


A) I e IV . C) I e V.
B) II e V . D) II, III e IV .

13. E m um dos modos de operaç ão do s is t ema RA ID ( Redundant A rray of I nexpens ive Disk s ),
t rabalha-s e ut iliz ando um s ist ema de paridade para aument ar a c onfiabilidade, dividindo os
arquivos em fragment os de t amanho c onfigurá vel e, para c ada grupo de fragment os , é
gerado um fragment o adic ional c ont endo c ódigos de paridade es palhados ent re os disc os. A
opç ão c orret a que repres ent a o sist ema RA ID desc rit o ant eriorment e é:

A) RA ID 10. C) RA ID 0.
B) RA ID 5. D) RA ID 1.

14. E m not eb ook s que utiliz am t elas LCD c om lâmpadas de c at odo frio, a funç ão do FL invert er é

A) t rans formar o s inal digit al rec ebido pela plac a de vídeo em pont os luminos os na t ela
formando a imagem.
B) mudar a polaridade da l âmpada de c at odo frio afim de melhorar o des empenho em
imagens dinâmic as.
C) c ont rolar os níveis de t ens ão dos t rans ist ores para c ont rolar a t onalidade de c ada pont o .
D) t rans formar os 5 volt s fornecidos pela plac a -mãe em 1300 volt s us ados pelas lâmpadas
de c at odo frio.

6 IFRN – Concurs o Público 2010 - Manutenç ão de Equipamentos de Inf or mátic a


15. A lat ênc ia especific ada nas memórias DDR2 é dada at ravés de uma s érie de números que
indic am a quant idade de puls os de clock que a memória demora para faz er uma det erminada
operaç ão. Em um módulo de memória DDR2, c om a es pecific aç ão de t emporiz aç ão de
memória dada pela s equência 5 -5-5-15, a operaç ão indic ada pelo s egundo número da s érie é:

A) t empo demorado ent re um c omando t er s ido enviado para a memória e ela c omeç ar a
res ponder.
B) t empo demorado ent re a at ivaç ão da linha ( RA S ) e a c oluna (CA S ) onde o dado est á
armaz enado na mat riz.
C) o quant o a memória t em que es perar at é que o próx imo ac es s o à memória poss a s er
iniciado.
D) t empo demorado ent re des at ivar o ac es s o a uma linha de dados e inic iar o ac ess o a out ra
linha de dados .

16. E xist em diferent es padrões de font es de aliment aç ão para P Cs . Es s es padrões definem não
apenas o t amanho fís ic o mas t ambém o tipo de c onect ores. S obre o padrão mais c omum
at ualment e o A TX12V 2.x , é c orret o afirmar que

A) é poss ível em c ada via de 12V a font e t rans port ar mais de 50 A.


B) o c onect or de aliment aç ão da plac a -mãe pass ou a s er um modelo de 20 pinos , c om
t ens ões de + 5 V, + 12 V, -5 V e -12 V.
C) ut iliz a no vas t ens ões de + 3, 3 V e + 15V SB (t ens ão de s t andb y) c om um menor c onec t or de
aliment aç ão de apenas 12 pinos.
D) o c onec t or de aliment aç ão da plac a -mãe pas s ou a s er um modelo de 24 pinos e int roduz iu
o c onec t or de aliment aç ão aux iliar P CI Ex press.


17. A s afirmativas abaix o est ão relacionadas ao proc ess ador At om da família Int el .

I O A t om é um proc ess ador de baix o c ons umo da Int el que diss ipa pouc o c alor
(menos de 3 W ), s endo volt ado para os merc ados de s ervidores de alt o des empenho.
II Compat ibilidade t ot al c om o c onjunt o de inst ruç ões x 86, o que s ignific a que ele pode
rodar diret ament e programas e s ist emas operacionais para P Cs.
III A lt ís sima diss ipaç ão t érmic a faz endo c om que o proc es s ador t rabalhe c om baix as
t emperat uras, melhorando, c onsideravelment e, o des empenho em s ist ema de alta
performac e.
IV P ara permit ir uma maior efic iência energ ét ic a, o A t om t em um pipeline de 12 es t ágios,
que é mais longo do que o dos at uais proc es s adores Core 2. Cons equent ement e, a
produç ão de c alor é melhor dist ribuída, em vez de t er pouc as unidades c onc ent rando
o c alor em um únic o pont o.
V P oss ui Tec nologia Hyper-Threading, Tec nologia de V irt ualiz aç ão, Conjunt o de
inst ruç ões S S E 3 e Caminho de dados int erno de 128 bits (“Digit al Media B oost ”).

E st ão c orret as as afirmat ivas :


A) II e III.
B) I e IV.
C) III e IV .
D) II e V.

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Manutenção de Equipamentos de Inf or mática 7


18. A nalis e as afirmat ivas abaix o ac erc a do sist ema de arquivo E XT3 ( E xt ended File S ys t em ).
E ss e s is t ema t em c omo principal c aract eríst ic a o us o do rec urs o journaling no qual o s is t ema
de arquivos mant ém um journal (diário) das alt eraç ões realiz adas.

I P oss ui o modo de operaç ão ordered, no qual o journal é at ualiz ado dent ro de um


t empo predet erminado pelo us uário.
II P oss ui o modo writ eb ack , no qual o journal armaz ena apenas informaç ões referent es
à est rut ura do s ist ema de arquivos e não em relaç ão aos arquivos propriament e dit os,
e é gravado de forma mais oc asional, aproveit ando os moment os de inatividade.
III P oss ui o modo journal. Nele, o journal armaz ena não apenas informaç ões s obre as
alt eraç ões mas t ambém uma c ópia de s eguranç a de t odos os arquivos modific ados,
que ainda não foram gravados no disc o.
IV O E XT3 ut iliz a endereç os de 32 bit s e bloc os de at é 8 K B. Tant o o t amanho máx imo
da part iç ão quant o o t amanho máx imo dos arquivos s ão det erminados pelo t ipo da
unidade de disc o a s er format ada.

E st ão c orret as as afirmat ivas :

A) III e V .
B) I e IV.
C) II e III.
D) IV e V.

19. E m relaç ão ao novo padrão do barrament o s erial - US B 3. 0, é c orret o afirmar que

A) a t ax a de t rans ferência t eóric a aument ou de 12 megabit s do US B 2. 0, pas s ando a s er 480


megabits no padrão US B 3. 0.
B) em s ubst it uiç ão ao s is t ema de enumeraç ão us ado no US B 2. 0, o novo padrão US B 3. 0
inc lui um sist ema de int errupç ões que mant ém a port a ativa, c onst ant ement e,
pergunt ando s e o dis pos it ivo t em algo a t rans mit ir.
C) ut iliz a um par de c abos de fibra ópt ic a c omple ment ando os dois pares de fios de c obre,
elevando a t ax a de t rans ferênc ia, s em quebrar a c ompat ibilidade c om dis pos it ivos ant igos .
D) o fornec iment o elét ric o das port as s alt ou de 500 mA (2. 5 wat ts ) para 900 mA (4. 5 wat ts ),
o que permit irá que mais dis positivos s ejam aliment ados at ravés da port a USB .

20. S obre o rec urs o c hamado NCQ ( Native Command Queuing), pres ent e na es pecific aç ão S erial
A TA II projet ado para melhorar o des empenho dos disc os rígidos, é c orret o afirmar que

A) o disc o rígido pega uma s érie de c omandos de leit ura de pont os dis t ant es e os reordena,
de forma que ele c ons iga ler o máximo de dados do disc o rígido c om apenas uma rot aç ão
do disc o.
B) é um rec urs o que aument a a veloc idade de rot aç ão do dis c o rígido, de forma que ele
c onsiga ler mais dados em menos t empo.
C) s ão c omandos para leit ura e es c rit as dinâmic as us ados pelo sis t ema operacional para
c riar b uf f er virt ual do dis c o rígido, aument ando o des empenho da unidade de disc o.
D) é uma fila de c omandos pres ent e no c ont rolador da unidade q ue pode s er ac es s ada pelo
s is t ema operac ional para faz er um c ont role int eligent e dos pedidos de int errupç ão, dando
prioridade para os dados mais requisit ados no moment o.

8 IFRN – Concurs o Público 2010 - Manutenç ão de Equipamentos de Inf or mátic a


EDUCA ÇÃ O PR OFI SSI ON AL

21. A Rede Federal de E duc aç ão P rofiss ional, C ient ífic a e Tec nológic a, inst it uída pela Lei nº
11. 892/ 2008, é formada por um c onjunt o de ins t it uiç ões de nat urez a jurídic a de aut arquia,
det ent oras de aut onomia adminis t rat iva, pat rimonial, financ eira, didát ic o -pedagógic a e
disc iplinar. A ess e res peit o, a nalis e as afirmativas abaix o.

I A educ aç ão profissional, previst a pelo art. 39 da Lei 9. 394/ 1996 e regida pelas diret riz es
definidas pelo Cons elho Nacional de E duc aç ão, é desenvolvida por meio de c urs os e
programas de formaç ão c ontinuada de t rabalhadores , de educ aç ão profis sional t éc nic a de
nível médio e de educ aç ão profiss ional t ecnológica de graduaç ão e de pós -graduaç ão.
II A ofert a de c urs os e programas para a educ aç ão profis sional obs erva duas premis s as
bás ic as: a es t rut uraç ão em eix os merc adológic os, c ons iderando os divers os s et ores da
ec onomia loc al e regional, e a art ic ulaç ão c om as áreas profis sionais, em funç ão da
empregabilidade e do empreendedoris mo.
III Os Ins tit ut os Federais s ão ins tit uiç ões de educ aç ão s uperior, bás ic a e profiss ional,
pluric urric ulares e mult ic ampi, es pecializ ados na ofert a de educ aç ão profissional e
t ec nológic a nas diferent es modalidades de ens ino, c om bas e na c onjugaç ão de
c onhec iment os t éc nic os e t ec nológic os c om as s uas prátic as pedagógic as .
IV Uma das finalidades dos In s t it ut os Federais é qualific ar -s e c omo c ent ro d e re fer ênc ia
no apoio à of ert a do ens ino de c iênc ias nas ins t it uiç ões públic as de ens ino,
oferec en do c apac it aç ão t éc nic a e at ualiz aç ão pedagógic a aos doc ent es das redes
públic as de ensino.
V E m s e t rat ando da art ic ulaç ão dos c urs os t éc nic os de ní vel médio e o ens ino médio,
es t ão previs t as , legalment e, as s eguint es formas de ofert as es pec ífic as para o
des envol viment o des s a art ic ulaç ão: divers ific ada, int egrada, c onc omit ant e, unific ada e
s ubs equent e.

A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.

A) III, IV e V. B) I, II e IV . C) II, III e V. D) I, III e IV.

22. A legis laç ão educ ac ional que es t abelec e as orient aç ões c urric ulares para a educ aç ão
profis s ional permit iu, ent re out ras medidas, a c riaç ão do P rograma de Int egraç ão da E duc aç ão
P rofiss ional ao E ns ino Médio na modalidade E duc aç ão de Jovens e A dult os – P ROE JA , c omo
uma polít ic a de inc lus ão.
Cons iderando as diret riz es nac ionais vigent es, julgue, s e fals os (c om F) ou verdadeiros (c om
V), os fundament os polític o -pedagógic os apres ent ados abaix o, nort eadores da organiz aç ão
c urric ular para o c umpriment o des s a polític a.

( ) A int egraç ão c urric ular, vis ando a qualific aç ão s oc ial e profiss ional artic ulada à
elevaç ão da es c olaridade, c onst ruída a part ir de um proc es s o democ rátic o e
part icipativo de disc uss ão c olet iva.
( ) A es c ola formadora de s ujeit os, art ic ulada a um projet o c oletivo de emanc ipaç ão
humana.
( ) A valoriz aç ão de proc ediment os t éc nic os, vis ando a formaç ão para o merc ado d e
t rabalho.
( ) A c ompreens ão e a c ons ideraç ão dos t empos e dos es paç os de formaç ão dos
s ujeit os da aprendiz agem.
( ) A es c ola vinc ulada à realidade dos s ujeit os.
( ) A ges t ão democ rát ic a, em c ooperaç ão c om os projet os de governo.
( ) O t rabalho c omo princ ípio educ ativo.

A ss inale a opç ão em que a s equênc ia est á c orret a.

A) V, V, F, V, V, F e V. C) F, V, V, F, F, V e V.
B) F, V, F, V, V, F e V. . D) V, F, V, V, V, V e F.

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Manutenção de Equipamentos de Inf or mática 9


23. A educ aç ão profiss ional t em uma dimens ão s ocial int ríns ec a que e xt rapola a s imples
preparaç ão para uma oc upaç ão es pec ífic a no mundo do t rabalho. Nes s e s entido, t orna -s e
impresc indível a implement aç ão do c urríc ulo int egrado. Est e último t raduz -s e,
fundament alment e, num proc es s o de

A) art ic ulaç ão e c ont ex t ualiz aç ão das prát ic as educ at ivas c om as ex periênc ias dos doc ent es,
orient ado por uma pos t ura pluridisc iplinar relevant e para a c ons t ruç ão do c onhec iment o .
B) s ocializ aç ão e difus ão de c onhec iment os c ient ífic os nec ess ários à formaç ão propedêut ic a,
c om bas e em c onc eit os e habilidades c onst ruídos por meio de at ividades ac adêmic as .
C) art ic ulaç ão e diálogo c onst ant e c om a realidade, em obs ervânc ia às c arac t eríst ic as do
c onhec iment o (c ient ífic as, his t óric as , ec onômic as e s ocioc ult urais ), dos s ujeit os e do
meio em que o proc es s o s e des envol ve.
D) uniformiz aç ão das prát ic as pedagógic as , definida nos c rit érios de s eleç ão e organiz aç ão
de c ont eúdos e de proc ediment os avaliat ivos , a fim de as s egurar o s uc es s o nos
res ult ados da aprendiz agem.

24. A aprendiz agem é ex plic ada por diferent es t eorias c ognitivas , t endo c omo referênc ia os
pres s upost os da P sic ologia E volut iva e da P sic ologia da A prendiz agem. A part ir dess e
referenc ial, relac ione c ada abordagem t eóric a apres ent ada na primeira c oluna ao s eu
res pect ivo proc es s o de des envolvim ent o da aprendiz agem humana ex plic it ado na s egunda
c oluna.
1 - B ehavioris mo a( )O des envolviment o c ognitivo é pos sibilit ado pela
int eraç ão do s ujeit o c om o out ro e c om o grupo
s ocial, t endo c omo fat or princ ipal a linguagem,
num proc es s o de amadurecime nt o das funç ões
ment ais s uperiores.
2 - S óc io-hist óric a b( )O proc ess o de aprendiz agem humana oc orre por
meio do desenvol viment o de es trut uras c ognitivas,
que s e modificam por meio da adaptaç ão,
envolvendo a ass imilaç ão e a ac omodaç ão, mediada
pela equilibraç ão dos es quemas cognit ivos.
3 - Int eligências c( )A aprendiz agem ac ont ec e pelo c ondic ionament o do
múltiplas c omport ament o, por meio do proc ess o de
es t ímulo-res post a, dependendo das variá veis que
s e originam no ambient e.
4 - E pist emologia d ( )P ara que oc orra o des envolviment o da
genét ic a aprendiz agem humana, é prec is o ident ific ar as
c apac idades c ognitivas mais evident es do
indivíduo, c om o objet ivo de ex plorá -las e
des envol vê-las .

A ss inale a alt ernat iva c uja relaç ão da primeira c oluna c om a s egunda est á c orret a.

A) 1a; 2b; 3c; 4d. C) 1b; 2c; 3a; 4d.


B) 1c ; 2a; 3d; 4b. D) 1d; 2b; 3c; 4a.

25. O educ ador precis a ut iliz ar divers as es t rat égias didát ic o -pedagógic as que favoreç am o
des envol viment o da aprendiz agem. Uma delas é es timular, no alu no, a met ac ogniç ão, um
proc ess o que diz res peit o ao des envol viment o da c apacidade de

A) aprender a aprender, por meio da aut orregulaç ão, da t omada de c ons c iênc ia e do c ont role
da própria aprendiz agem, c onhec endo os erros e os s uc es s os .
B) repres ent aç ão da realidade, c omo s uport e para aprender s emelhanç as e diferenç as ent re
vá rios modelos c ognit vos , poss ibilit ando ex por, c ont ras t ar, c ons t ruir e redesc rever os
próprios modelos e os dos out ros.
C) as similaç ão dos c ont eúdos, por meio da anális e de s it uaç ões problemas , c onsiderando o
mét odo dialétic o do pens ament o.
D) aprender c ont eúdos c onc eit uais, proc ediment ais e at it udinais, motivada po r c ent ros de
int eress es , em que a aquis iç ão do c onheciment o s e dá para além da c ooperaç ão, da t roc a
e do diálogo.

10 IFRN – Concurs o Público 2010 - Manutenç ão de Equipamentos de Inf or mátic a


IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Manutenção de Equipamentos de Inf or mática 11