Sie sind auf Seite 1von 8

Modelo 1

Requerimento para Recurso de Multa de Trânsito Venho pedir o deferimento desta multa
imposta, pelo motivo de que não está em conforme com o Código de Trânsito
Brasileiro. A multa em questão refere-se a Transitar com o veículo com excesso de peso.

Venho alegar em minha defesa que houve um pequeno equívoco na interpretação do


Agente Fiscalizador, uma vez que as características do veículo são as seguintes: Conjunto com
6 eixos(cavalo mais carreta0,com 17 metros e 10 metros de comprimento, e assim sendo
este veículo é e está habilitado para 48,5 toneladas de peso bruto total(PBT).

No citado dia, hora e local, o veículo estava com 30,58 toneladas de carga e mais 16 toneladas
de tara do veículo, totalizando então 46,58 toneladas de peso bruto total (PBT). Portanto,
como podem observar e certificar, através da Nota Fiscal, etc...que o veículo, transitava
com 2 toneladas abaixo de sua capacidade máxima.

No citado dia, o funcionário da balança informou a mim, que havia mais ou menos___kilos de
excesso de peso entre eixos na carreta e que a multa seria aproximadamente de R$ .

Agora, para poder esclarecer este processo, vamos, por favor, atentar para a seguinte
conclusão:- Não confundir excesso entre eixos, que é a má distribuição da carga, com excesso
de peso na carreta, como está descrito na Notificação. Excesso de peso é diferente de
excesso entre eixos e assim sendo as penalidades são diferentes e outro
enquadramento. Aí se instala a confusão.

A multa sobre excesso entre eixos é uma multa de valor declarado, ao passo que a multa de
excesso de peso é cobrada pela UFIR, correspondendo à quantidade de peso excedido. Então
não posso pagar por erro de interpretação do Agente Fiscalizador.

Estou enviando anexo à este Requerimento, cópia do Informativo referente a Resolução


210/06 do Contran, que mostra exemplos de PBT nos eixos permitidos. E cópia da N.F.!

Diante de todo o exposto, venho reiterar o pedido de deferimento desta multa imposta
equivocadamente, porque acredito que não posso ser injustiçado por algo que não
aconteceu, quero dizer que não posso pagar por um valor alto, se não cometi este tipo de
infração.

Registro de antemão os mais sinceros agradecimentos e fico no aguardo ansioso de uma


resposta favorável!

Atenciosamente

___________
Modelo 2
Ilmos Srs., desta Digníssima Jarí, Dirijo-me aos Srs., devido estar inconformado e sentir-
me injustiçado com esta imposição de penalidade e a eventual cobrança dessa multa de
trânsito, venho com apoio no Art. 285 e 286 da Lei 9.503 de 23/09/1997 que instituiu o Código
de Trânsito Brasileiro e LV do Art. 5º da Constituição Federal de 1988, interpor recurso
para a devida apreciação dos Srs., com base nos fatos e no direito abaixo a seguir:

* Preliminarmente *

Venho alegar em minha defesa que discordo veementemente desta infração citada, pois
pairam várias dúvidas quanto à existência da infração, e equivocou-se e arvorou-se da
condição de Policial de Trânsito o Agente que lavrou esta infração, senão vejamos:

- (A)A presente Notificação está em frontal violação, com o que determina e estabelece o
Artigo 231, inciso V do Código de Trânsito Brasileiro;

(- B)Com a mais absoluta certeza na ocasião dos fatos, não foi efetivada a Medida
Administrativa, como estabelece a Lei;

(- C)Na Notificação da Multa em questão, existem dúvidas quanto as informações do Agente


que lavrou a multa;

(- D)Explícito está que não foi utilizado nenhum instrumento de medição para constatar e
comprovar o devido excesso de peso;

(- E) Acontece que o Código de Trânsito Brasileiro e a Resolução do Contran, nº 258 de


30 de Novembro de 2007, determina e estabelece que deverá ser efetuado o transbordo do
excesso de peso, que não se efetivou;

(-F) Portanto diante dessas considerações; pairam dúvidas gritantes; sobre o veículo estar
transitando com o referido excesso de peso.

Continuando a destacar sobre as dúvidas e irregularidades acima citadas, cumpre-me


esclarecer à esta Digníssima Junta, outros aspectos não menos relevantes sobre a
irregularidade, insubsistência e inconsistência da infração:

-A Resolução do Contran, nº 258 de 30/11/2007, em seu Artigo 6º, incisos I e II, determina e
estabelece que a carga excedente deverá ser remanejada ou ser efetuado o seu
transbordo e o veículo somente poderá prosseguir viagem, depois de sanada a
irregularidade.

Diante do Artigo acima mencionado, concluímos que o veículo não pode ter cometido a
infração, uma vez que o Agente Rodoviário não exigiu e não determinou o transbordo do
excesso de peso, descaracterizando cristalinamente o que estabelece o Código de Trânsito
Brasileiro e a Resolução do Contran.
Podemos afirmar que a infração inexiste, uma vez que não foi concluído o que determina a
Lei. Constituindo assim um ato irregular e com isso tornando a multa insubsistente e
inconsistente, conforme Artigo 281, inciso I, do Código de Trânsito Brasileiro.

Ilmos Srs., não menos relevante é o Artigo 10, da Resolução do Contran, 258, de
30/11/2007, que enfatiza o seguinte:

Artigo 10º- Resolução do Contran, 258- “Os equipamentos fixos ou portáteis utilizados
na pesagem de veículos devem ter seu modelo aprovado pelo INMETRO e Resoluão do
Contran, de acordo com a Legislação Metrológica em vigor”.

Dúvidas e perguntas?

1-Qual foi o equipamento utilizado para pesagem?

2-Qual a marca, espécie e modelo aprovado pelo INMETRO?

3-Como e de que maneira o Ilustre Agente pode precisar o excesso de peso?

4-Por que não foi utilizado nenhum aparelho para pesagem?

5-Onde consta na Notificação de Autuação o equipamento utilizado?

6-Por que não foi efetivada a Med. Administrativa.

(Retenção do veículo para transbordo do excesso de peso?).

Todas essas perguntas geram dúvidas quanto à veracidade e consistência da infração.

Além do mais, o Artigo 231, inciso V, do Código de Trânsito Brasileiro, estabelece:


”Transitar com o veículo, com excesso de peso, admitido percentual de tolerância, quando
aferido por equipamento, na forma a ser estabelecida pelo Contran:”

Baseado exclusivamente no Artigo em que se lavrou a multa fica a pergunta que como pode o
Agente de Trânsito ou Policial Rodoviário enquadrar o infrator neste Artigo, sem nenhum
instrumento de medição, visto e claro está que tal infração foi feita no “olhômetro”, sendo
que fica a critério e ao achismo, do Agente de Trânsito, se o veículo está ou não está
infringindo tais dispositivos, visto que não tem nenhumaprova material para tais autuações.

Sabemos, portanto, Ilmos Srs., que o CTB e o Contran, exigem prova material, em relação ao
excesso de peso, haja vista, que para a efetivação da infração, deverá esta, ser
comprovado por instrumento hábil de medição e ainda regulamentado pelo Contran e
INMETRO.

Como poderá o Agente comprovar que o veículo estava com excesso de peso, com 100, 500,
5000 kgs a mais, sem a devida comprovação material?

Ademais, cumpre-me salientar, diante destes fatos incontestáveis, solicito o entendimento


dos Ilmos Srs., visto que no moderno estado de direito; tanto no processo judiciário
quanto no processo administrativo; só se pode condenar alguém, se tiver calçado em
provas materiais, testemunhais ou documentais idôneas e não por basear-se em
conjecturas, suposições, ouvi dizer, achar, etc... Conforme é o caso desta penalidade.

Ilmos Srs., será realmente justo e legal o condutor ou a empresa ser punida ou autuada,
somente porque o Agente deduziu, presumiu, supôs, achou que eventualmente o veículo
estava com excesso de peso?

Não resta a menor dúvida de que os Agentes dispõem de fé pública, porém não podemos
afirmar com toda a convicção de que também não cometem erros ou equívocos.

Meu entendimento é no sentido de que quando se tratar de medidas, velocidades, pesos, não
podem e nem devem ficar ao critério do Agente de Trânsito, devendo este comprovar
suas alegações através de instrumentos de precisão que fundamente a ocorrência destas
infrações para que não haja margens de dúvidas e que ninguém seja multado
injustamente.

Além do mais, podemos dizer que por causa de 1, 5, 20, 100 kgs, a infração diferencia de
valores e que com isso poderia ser de outro valor e aí sim extinguiria qualquer
contradição a este respeito.

São notórios e explícitos Ilmos Srs., que grande maioria dos Auto de Infrações lavrados pelo
Órgão Executivo de Trânsito, não preenchem os requisitos exigidos pelos Art. 280 e 281 do
Código de Trânsito Brasileiro, demonstrando assim que as imposições de penalidade das
multas de trânsito têm sido elaboradas e realizadas em frontal violação a Lei, fato este que
em meu ponto de vista, somos injustiçados constantemente e deve ser observada por
esta Digna Junta Julgadora, já que a análise de consistência do Auto de Infração realizada
pela Autoridade competente tem demonstrado incoerência e superficialidade.

Informo também a esta Digna Jarí, uma vez que os requisitos a serem constado nos Auto
de Infração, não são e não estão corretamente preenchidos pelo Órgão de Trânsito e
invalidando eventualmente qualquer pretensão punitiva por parte da Administração, pois
as adoções de medidas Administrativas devem pautar-se pela obediência e aos princípios
de Direito administrativo. (Ser exemplar).

O primeiro deles é o “Princípio da Legalidade”, que impõe a subordinação da Autoridade


Administrativa de Trânsito ou de seu Agente a Lei. Como poderá exigir do cidadão que
se cumpra a Lei se o próprio Poder Público não o cumpre?

Segundo Hely Lopes Meirelles (em lição invocada por Celso Antônio Bandeira de Melo,
in Curso de Direito Administrativo, Malheiros Editores, 4ª edição, pg. 25), “A eficácia e
validade de toda atividade administrativa estão condicionadas ao atendimento da Lei. Na
Administração Pública, não há liberdade pessoal. Enquanto na administração particular é
licito fazer tudo o que a Lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido fazer o
que a Lei autoriza.”

Portanto respeitáveis Julgadores, o Auto de Infração in casu (independentemente de outras


argumentações que possam vir à tona e menos ainda quanto ao mérito da infração) por
si só traz vícios insanáveis no tocante as formalidades exigidas por Lei, logo conforme a
ilustre afirmação do sempre atual jurista acima mencionado a Administração Pública não
cumpriu com a determinação legal, contrariando assim o princípio constitucional da
legalidade, fato este odioso, pois vai a desencontro com a base Mestra de um Estado
Democrático de Direito, qual seja a igualdade de direitos e deveres. Sendo assim, compete
a esta respeitável Junta Julgadora afastar tamanha injustiça dando o deferimento ao
presente recurso.

Por fim e na ordem em que foi exposto; tenho; sem equívoco a liberdade de afirmar que
não se justifica o órgão de trânsito emitir uma Notificação de Infração sem cumprir o que
determina e estabelece os Artigos acima relacionados e com isso obrigando o
proprietário do veículo indevidamente notificado, a desnecessariamente, insurgir-se contra a
penalidade aplicada contra uma notificação irregular, insubsistente e inconsistente.

Convém ainda salientar, Srs. Julgadores, que se tornou explícito a ausência da analise da
consistência do Auto de Infração por parte da Autoridade de Trânsito, porém preceitua o
artigo 281 do C.T.B. no inciso I que: “Se o Auto de Infração (elaborados pelos agentes de
trânsito) for considerado inconsistente ou irregular, o mesmo deverá ser arquivado e seu
registro ser julgado insubsistente”.

Todavia acredito que o bom senso e a justiça irão prevalecer nesta respeitável Jarí,
contudo se isso não ocorrer, com certeza deverá o egrégio Conselho Superior, restabelecer
a justiça, pois compete a todos fazer com que faça vigorar rigorosamente o que determina
a Legislação de Trânsito, sob pena de estarmos então incentivando a Ditadura Branca e a
inviabilidade do atual Código, pois as formalidades não podem ser exigíveis apenas aos
cidadãos e sim a todos aqueles que estão envolvidos no trânsito.

Dos Fatos e do direito.

Da falta de competência (ato nulo): Os atos administrativos são revestidos de presunção


de legitimidade.

Através desta presunção o Estado realiza o Poder de Império sob a coletividade. Entretanto
a fim de compensar esta superioridade do ente público em relação aos particulares, é
necessário que estes atos administrativos seja rigorosamente legais. A liberalidade da Polícia
Rodoviária Federal traduziu-se, no presente caso, em arbitrariedade, que não pode ser
admitida mesmo que a intenção seja a melhor possível.

Diante de todo o histórico relatado requer-se o deferimento do presente recurso,


combinado com o cancelamento da multa indevidamente imposta, e consequentemente a
extinção da pontuação que esta multa pode ter gerado.

Requer-se também o benefício do efeito suspensivo “ex officio” caso este recurso não seja
julgado em até 30 dias da data de seu protocolo conforme, determina o Art. 285, inciso III do
C.T.B.

Requer-se ainda e, com fundamente dos artigos da Lei supra citados, tais como: o artigo 5º,
II LV da constituição federal de 1988, o artigo 166 do Código Civil Brasileiro, os artigos
do Código de Trânsito Brasileiro e as determinações previstas pelo Contran e acima de tudo
no bom senso e moralidade desta respeitada Jarí, reitero que seja julgado procedente o
presente pedido. Até porque, cada erro acima mencionado, por si só, já dão o respaldo
legal para o cancelamento do citado e viciado Auto de Infração in casu por uma questão
de coerência, bom senso e acima de tudo de tão almejada justiça.

Atenciosamente

______________________
Modelo 3
Venho até a esta Jarí, para respeitosamente, contestar sobre esta multa imposta, pelo motivo
de que não está em conformidade, com o CTB e Resolução do Contran.

Eu conduzia o veículo (caminhão), transportando a devida carga, como demonstrava a Nota


Fiscal em meu poder, para uma Empresa de renome que prima pela exigência, quanto à
segurança do veículo, da situação do motorista, quanto aos itens de segurança e bem como a
carga que transporta.

Pois bem. O veiculo transitava pela citada Rodovia, quando foi parado pelo Agente de Trânsito
do DER, que pediu para vistoriar o caminhão. Depois de verificar os pneus, equipamentos de
segurança, carteira de habilitação, etc...,Solicitou a nota fiscal do transporte (carga), conferiu o
peso constado na nota e comparou no “olhômetro”, chegando a conclusão que havia excesso
de peso e conseqüentemente fui informado que seria autuado por excesso de peso.

Inconformado que fiquei alertei ao Agente, que ele estava equivocado, pois não havia
efetuado a pesagem do veículo com a carga, como determina e estabelece o CTB e Resolução
do Contran.

Pois bem, próximo ao local (poucos kms), havia balança em funcionamento e não foi
determinado que o caminhão passasse sobre a balança e, portanto não foi aferido o peso pelo
equipamento, sendo que o Agente autuou com base no peso constado na nota e por
presunção; isto é; ele presumiu que havia excesso de peso e, além disso, também não
determinou e não se efetivou o transbordo da carga excedente, e que seria uma prova
incontestável de que havia excesso de peso.

Por esse motivo relatado, entende-se que esta autuação está em frontal violação com o CTB e
Resolução do Contran. Senão vejamos:

Artigo 231, CTB:

IV-com suas dimensões ou de sua carga superiores aos limites estabelecidos legalmente ou
pela sinalização, sem autorização:

Infração – Grave

Penalidade – Multa

Méd. Adm. – Retenção do veículo

V – com excesso de peso, admitido percentual de tolerância quando aferido por equipamento,
na forma estabelecida pelo Contran:

Infração – Média

Penalidade – Multa acrescida, etc..., Etc...

Med. Adm. – Retenção do veículo e transbordo da carga excedente.


Portanto diante do que está acima relatado, devemos chegar às seguintes conclusões:

A) Se não houve aferição, como o Agente poderia calcular e determinar o seu peso e o excesso
de peso?

B) E se em verdade, o que houve foi eventual erro na expedição da nota ou mesmo houve
algum procedimento tributário de lançamento à maior? Isso não caberia ao Agente de Trânsito
fiscalizar, mas sim o que era pertinente à autuação; ou seja; verificando o excesso de carga
através da balança e autuando.

C) E se realmente estivesse com excesso de peso, deveria determinar o transbordo da carga


excedida.

D) Por outro lado, o CTB estabelece que o Agente de Trânsito não poderá autuar por
“presunção”, pois está ao contrário da Lei.

E) E além do mais não existe Meia penalização!

Finalizando, sobre o caso em questão, quero registrar que foi uma autuação inconsistente,
dado pelo motivo de cerceamento do condutor, uma vez, que tinha o direito ao uso da balança
para averiguação exata do peso.

Peço o deferimento desta multa imposta e consequentemente a extinção dos pontos que a
mesma pode ter gerado.

De antemão, meus sinceros agradecimentos, pela atenção que dispensaram à este assunto.

Atenciosamente

_________________________