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Universidade Federal do Maranhão

Aluno: Igor Carvalho Costa

Resenha do livro de Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a mídia

Professor: Silvio Rogério

Texto: Agir ético dentro e fora das assessorias de imprensa – Carlos Chagas

Em relação ao texto do Carlos Chagas. Percebo, o começo como uma parte bem relevante, pois, na
introdução é onde ele nos instiga a conhecer e entender a ciência da ética em uma história de
nascimento das outras ciências como a astronomia e a astrologia. Logo após, ele faz menção a ética
na reflexão que o camponês faz no início do texto, no momento que olha para as estrelas e imagina
imagens de animais ao liga-las. E, nessa mesma busca o autor continua a refletir nessa linha sobre
o surgimento das ciências que ajudaram a se formar comportamentos. Onde, dentro desses
comportamentos, se questiona as diferentes posições de dois personagens, citando o exemplo do
cinema. Situações corriqueiras bem comuns do cotidiano de alguns grupos sociais foram
demarcadas para entender, a questão da ETICA. O texto problematiza em vários pontos, um deles
é em como usamos a ética que nos é passada desde pequenos e como a moral pode estar envolvida
em casos que as vezes eticamente você até que não esteja certo, porém esse problema acaba caindo
no campo da MORAL, irmã bem nova da ética como autor fala. A busca por ela as vezes é
complicado em alguns campos das ciências sociais como o direito por exemplo. Complicado né!
Entender isso, logo, o direito que é tão certinho. Algumas partes que ele expõe ideias de estudiosos
renomados da história para conseguir explicar como a ética funciona em diferentes campos da
ideologia que foram criadas de uns tempos para cá. E como ela interfere no campo da comunicação.
E esse embate que jornalismo têm com a assessoria de empresa quando pomos em cheque a ética
nessas duas funções bem contrarias. Nesse impasse, consigo entender de forma separativa a
funcionalidade desses dois mundos, porém é muito complicado ser as duas coisas ao mesmo tempo
por vários motivos que o assessor mais propício vai atender somente uma forma ou de outra os
interesses do cliente, e jamais revelar seus podres para os medias, e dando visibilidade para
melhorar sempre sua imagem perante a sociedade.
E aí, que estar a eliminação ética jornalística, pois, quando ele começa a trabalhar como assessor
de imprensa, mesmo ele sendo formado em jornalismo. Ele entrega sua carteira de trabalho e entra
no mundo de interesses particulares. Mas, você poderia fazer essa pergunta o jornalismo quando
vai fazer uma matéria também não há interesses da empresa naquele trabalho? Sim, claro, porém
nesses casos há uma aproximação no que é de interesse público em cima de um ponto de vista de
vários personagens sociais. Já, o assessor de imprensa do político nunca vai falar mal do cliente
dele e sim, embora ele esteja sendo acusado, sempre terá formas de guiá-lo, através da retórica,
para que pelo menos amenize o peso dessa acusação. A finalização desse texto faltou mais
questionamentos no trabalho mais profundo na problemática do agir ético, pois realmente é difícil
carregar essa cruz, principalmente quando você é jornalista. Será que o trabalho que assessor fez
durante esses anos sujou um pouco a imagem do jornalismo, ou foi o contrário?

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