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O CÂNTICO DE SALMOS SEM INSTRUMENTOS MUSICAIS

É fato que o cantar salmos sem utilização de instrumentos musicais era uma prática
entre as igrejas reformadas dos séculos XVI, XVII e boa parte do XVIII mas alguém
me dirá e o salmo 150?

Acontece que os salmos são escrituras proféticas e como tais usam muita linguagem
representativa, como o TEMPLO que representava a pessoa e a obra de Cristo:

-O sacerdote comia nos sábados 12 pães sem fermento( sombra de Cristo que no
descanso eterno aceita os eleitos, mas antes ELE o faz sem o pecado(fermento)

-O sacerdote queimava incenso diante dos santos dos santos


(sombra de cristo que intercede por nós diante de Deus)

-O candelabro que deveria ficar continuamente aceso


(representando o Espírito Santo que nos da luz para o entendimento)

-Os sacrifícios de animais( apontando para o sacrifício de Cristo)

-A forma ordinária que era usado os instrumentos, era durante os sacrifícios de


animais feito no altar do TEMPLO e somente levitas eram autorizados a tocá-los,
representando o seguinte: Nós que estávamos mortos como um instrumento,
incapazes de adorar a Deus, ganhamos vida por meio de Cristo, por isso ao final do
salmo 150 diz "tudo que tem vida louve ao Senhor" (ou seja, o que estava morto,
ganhou vida por meio da morte do Cordeiro de Deus )

O TEMPLO JUDEU era apenas uma SOMBRA da pessoa e da obra de Cristo

O significado de Salmo
Salmo significa um cântico cantado com a harpa, mas então porque os defensores da
salmodia exclusiva defendem a não utilização dos instrumentos musicais?

A resposta para essa pergunta é ao mesmo tempo simples e profunda.

Simples porque os instrumentos Musicais no Antigo Testamento foram ordenados por


Deus para serem usados de forma ordinária somente pelos Levitas, somente em
Jerusalém, somente no Templo e durante os sacrifícios de animais.

Profunda porque o Templo Judeu com suas cerimônias representavam a pessoa e a


obra de Cristo, no caso dos instrumentos musicais ao serem tocados pelos levitas
durante os sacrifícios representavam que aquilo que estava morto ganhou vida por
meio da morte do cordeiro de Deus, a saber Cristo.

Quando a igreja canta um salmo que pede perdão, o instrumento é quem louva a
Deus por meio de Cristo.

Quando a igreja canta um salmo de agradecimento a Deus por recompensá-la por sua
justiça, Cristo é quem está louvando a Deus usando o instrumento, pois nós somos
como uma harpa em suas mãos, sem ele não haveria como dar vida a nós mesmos.
Então o verdadeiro cantor dos Salmos é Cristo a harpa que ganhou vida somos nós...

Vejamos o testemunho dos Cristãos antigos

Primeiramente, vejamos 7 entre as muitas citações de alguns dos chamados "Pais da


Igreja", os cristãos das igrejas nos primeiros séculos, historiadores fielmente
escrevendo testemunhos oculares.

- JUSTINO MÁRTIR: "O simplesmente cantar não agrada crianças (os judeus), mas o
cantar acompanhados de instrumentos sem vida artificiais, de danças e de bater de
palmas, lhes agrada muito. Por isto, o uso deste tipo de instrumentos artificiais e de
outras coisas agradáveis a crianças foi removido das músicas das igrejas, e ficamos
com o puro e singelo cantar a capela". (Justino Mártir, no ano 139 depois de Cristo.
Mártir nasceu em 100 DC ).

- JUSTINO MÁRTIR: "O uso de música não foi recebido nas igrejas cristãs da maneira
que ela era entre os judeus, no estado infantil deles, mas somente foi aceito pelas
igrejas o uso do puro e desadornado cantar com os puros lábios, a capela." (Justino
Mártir, 139 AD).

- CLEMENTE DE ALEXANDRIA: "Ademais, Rei Davi, o Harpista de quem falamos


acima, nos incitou à verdade e para longe dos ídolos. Tão distante estava Davi de
cantar os louvores de demônios, que estes foram postos em fuga por ele, com a
verdadeira música; e quando Saul estava possesso, Davi o curou meramente por
tocar a harpa não é dito que Davi cantou!. Em contraste O Senhor como supremo
artífice formou no homem um o mais lindo instrumento, que respira com vida, criado
à Sua própria imagem. Seguramente Ele mesmo o Cristo é um instrumento de Deus,
totalmente harmônico, melodioso e santo, a sabedoria acima deste mundo, a Palavra
celestial" ... "Aquele que brotou de Davi e todavia era antes dele, o Verbo de Deus,
zombou e desprezou a lira e a cítara, aqueles instrumentos sem vida. Pelo poder do
Espírito Santo, Ele dispôs em harmoniosa ordem este grande mundo e, sim, o
pequeno mundo do homem também, corpo e alma juntos; e nestes instrumentos de
muitas vozes do universo, Ele o Cristo faz música para Deus, e canta com o
acompanhamento do instrumento humano, 'Porque vós sois minha harpa e meu órgão
de flautas e meu templo.' isto é uma aplicação de 2Co 6.16?. Clemente de Alexandria,
185 DC, "Readings" p. 62).

- CLEMENTE DE ALEXANDRIA: "Deixai o órgão de flautas ou gaita para o pastor de


cabras, a flauta para os homens que temem os deuses-demônios e se enfeitiçam
usando-a na adoração dos seus ídolos. Tais instrumentos musicais têm que ser
expulsos de nossas festas sem a suas asas, pois são mais adequados para os animais
brutos e para aquela classe de homens que é menos capaz de raciocinar
espiritualmente. O Espírito, para purificar a liturgia divina de qualquer tal celebração
sem controles, canta no Salmo 150:
a 'Louvai-O com o som da trombeta' --> porque, de fato, ao som da trombeta os
mortos ressuscitarão;
b 'Louvai-O com a harpa' --> porque, de fato, a língua é a harpa do Senhor;
c 'e com o alaúde-saltério. Louvai-O' --> entendendo a boca como um alaúde-saltério
movido pelo Espírito, tal como o alaúde-saltério é movido pelo plectro a palheta, de
marfim ou de ouro;
d 'louvai-O com o tamborim e coral que responde em eco' --> isto é, a Igreja
esperando pela ressurreição do corpo na carne a pele, Igreja que é o coral, o corpo e
eco de Cristo;
e 'louvai-O com instrumentos de cordas e com órgão,' --> chamando nossos corpos
um órgão e seus tendões cordas, porque deles o corpo deriva seu movimento
coordenado e, quando tocado pelo Espírito, produz os maravilhosos, inigualáveis,
inimitáveis e insuplantáveis tons humanos;
f 'louvai-O com címbalos sonoros; louvai-O com címbalos altissonantes' --> címbalos
sonoros significam a língua da boca a qual, com os movimentos dos lábios címbalos
altisonantes, canta as palavras.
g Então Ele convoca a toda a humanidade 'Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor',
porque Ele reina sobre todo espírito que Ele tem feito. Na realidade, o homem é um
instrumento de arco uma inigualável harpa para a paz, mas estes outros
instrumentos, se alguém se focaliza demasiado neles, tornam-se instrumentos de
conflito, para inflamar as paixões. Os Etruscos, por exemplo, usam a trombeta para
guerra; os Arcadianos, a corneta; os Siquels, a flauta; os Cretenses, a lira; os
Lacedonianos, o tubo de órgão ou gaita; os Trácios, o clarim; os Egípcios, o tambor; e
os Árabes, o címbalo. Mas, quanto a nós, fazemos uso de somente um instrumento:
somente a Palavra cantada de paz pela qual adoramos Deus, não mais com as
anteriores harpa ou trombeta ou tambor ou flauta, as quais aqueles pagãos treinados
para a guerra usam." (Clemente de Alexandria, 190AD, "The instructor, Fathers of the
church", p. 130).

- EUSÉBIO: (admirável historiador, chamado "O Pai da História da Igreja"):


"Antigamente, no tempo em que aqueles da circuncisão estavam adorando com
símbolos e tipos, não era inapropriado elevar hinos a Deus acompanhados com o
saltério e a cítara, e fazê-lo nos dias de sábado... Hoje, porém nós os cristãos
oferecemos nossos hinos com um saltério vivo e uma cítara viva, e com cânticos
espirituais. As vozes dos cristãos, em uníssono, são mais aceitáveis a Deus do que
qualquer instrumento musical. É de acordo com isto que, em TODAS as igrejas de
Deus, unidas em alma e atitude, com um só pensar e em concordância de fé e
piedade, nós enviamos ao céu uma melodia em uníssono, com as PALAVRAS dos
Salmos sem instrumentos." (Eusébio, 260-340 DC).

- AGOSTINHO: "... instrumentos musicais não eram usados. A gaita, o tamborim, e a


harpa são aqui neste mundo tão intimamente associados com os sensuais cultos
pagãos, como também com as orgias desenfreadas e com as performances imorais
dos circos e teatros, que é fácil entender os justificados preconceitos contra o uso
deles os instrumentos na adoração." (Agostinho 354 D.C., descrevendo o cantar na
igreja de Alexandria, sob Atanásio).
- CRISÓSTOMO: "Davi antigamente cantava canções, hoje nós também cantamos
hinos. Ele tinha uma lira com cordas sem vida, a igreja tem uma lira com cordas
vivas. Nossas línguas são as cordas da lira, tendo um som realmente diferente mas
muito mais de acordo com a devoção. Aqui não há necessidade de cítara, ou de
cordas esticadas, ou de plectro palhetinha de ouro ou marfim, para tanger cordas, ou
de arte, ou de nenhum instrumento; mas, se você quiser, você mesmo pode se tornar
uma cítara, mortificando os membros da carne e fazendo uma completa harmonia
entre a mente e o corpo. Porque, quando a carne não mais cobiça contra o Espírito,
mas tem se submetido às suas ordens e tem sido profundamente levada no caminho
melhor e mais admirável, então você criará uma melodia espiritual." (Crisóstomo,
"Exposition of Psalms 41", escrito em 381-398 DC, Source Readings in Music History,
ed. O. Strunk, W. W. Norton and Co.: New York, 1950, pg. 70. Crisóstomo viveu em
347-407 DC).

Vejamos, agora, em ordem cronológica, algumas citações entre as muitas dúzias,


talvez centenas, que temos disponíveis, dos mais respeitados eruditos e historiadores
cristãos, sobre a música no culto a Deus.

- AQUINAS: "Nossa igreja isto é, o cristianismo, da origem até este nosso século XIII
de modo algum usa instrumentos musicais (tais como harpas e saltérios) para louvar
a Deus, para que não pareça ou ocorra que ela judaizou-se." (Thomas Aquinas, 1225-
1274 DC, Bingham's Antiquities, Vol. 3, pág. 137).

- ERASMO: "Temos recentemente trazido para dentro das nossas igrejas certa música
teatral e de ópera; um tal confuso e desordenado conflito de algumas palavras
palavras lutando contra sons de instrumentos e contra palavras diferentes como eu
dificilmente penso que existiu mesmo em qualquer dos teatros dos pagãos Gregos ou
Romanos. As igrejas catedrais católicas estrondam com o barulho das trombetas, dos
órgãos gaitas de fole e dulcímeros; e as vozes humanas da congregação lutam para
se fazer ouvir por debaixo deles. Os homens correm para as igrejas como se fossem
para os teatros, para terem seus ouvidos excitados. E, com esta finalidade,
fabricantes de órgãos são contratados com grandes salários, e muitos rapazes
desperdiçam todo o seu tempo aprendendo estes tons zoantes." (Erasmo, 1466-1536
DC, Commentary on 1Co 14:19).

- LUTERO: "O órgão (!) na adoração é a insígnia o emblema simbólico de Baal. ... Os
Católicos Romanos o tomaram emprestado dos judeus." (Martinho Lutero, Mcclintock
& Strong's Encyclopedia Volume VI, pág. 762).

- CALVINO: "Instrumentos musicais celebrando os louvores a Deus seriam não mais


adequados do que o queimar de incenso, o acender de candeeiros, e a restauração de
outras sombras da Lei. Os Papistas, portanto, têm imbecilmente tomado isto
emprestado, como também muitas outras coisas, dos judeus. Homens que são
afeiçoados à pompa externa podem se deleitar naquela barulheira; mas a simplicidade
que Deus nos recomenda pelos apóstolos é muito mais agradável a Ele. Paulo nos
permite abençoar Deus na reunião pública dos santos, somente em uma língua
conhecida (1Co 14:16). Que iremos então dizer do canto de coros que enche os
ouvidos com nada mais que um som vazio vazio porque é atrapalhado pela zoeira dos
instrumentos?" (João Calvino, Commentary on Psalms 33)

- WESLEY: "Não tenho nenhuma objeção ao uso de instrumentos de música em nossa


adoração, uma vez que eles não sejam vistos nem ouvidos." (João Wesley, fundador
do Metodismo, citado em Adam Clarke's Commentary, Vol. 4, p. 685)

- FULLER: "A história da igreja durante os três primeiros séculos fornece muitos
exemplos de cristãos primitivos se enlevando em cantar, mas (que eu possa me
lembrar) nenhuma menção é feita de instrumentos. (Se minha memória não me
engana), este uso de instrumentos originou-se na Idade das Trevas, o apogeu do
Papado, quando quase que toda outra superstição foi introduzida. Hoje, instrumentos
são mais usados onde o menor dos respeitos é dado à simplicidade primitiva." (André
Fuller, batista, "Complete works of Andre Fuller", Vol 3, P. 520, 1843).

- SPURGEON: "Louvai ao Senhor com a harpa. Israel estava na escola primária e


usava coisas infantis para ajudá-la a aprender; mas nestes dias quando Jesus nos dá
sólido e maduro alimento espiritual, pode-se fazer melodia sem instrumentos mesmo
os de corda e de sopro. Não temos necessidade deles. Eles impediriam ao invés de
ajudar nosso louvor. Cantai a Ele. Esta é a mais doce e melhor música. Nenhum
instrumento é como a voz humana." (Comentário sobre Salmo 42:4). "Davi parece ter
tido uma recordação particularmente terna do cantar simples dos peregrinos, e
seguramente esta é a mais deliciosa parte da adoração e que chega mais próximo da
adoração no céu. Que degradação suplantar o cantar inteligível de toda a congregação
pela beleza teatral de um quarteto não estamos certos se Spurgeon se refere a
cantores ou rabecas, foles, e gaita de fole! Tanto podemos inutilmente orar
mecanicamente como inutilmente louvar por maquinários instrumentos e
equipamentos." (Charles H. Spurgeon, Commentary on Psalm 42. Spurgeon pregou
para 20.000 pessoas cada domingo, por 20 anos, no Tabernáculo Batista
Metropolitano, em Londres, antes do uso da eletricidade e microfones, e jamais foram
instrumentos de música mecânicos usados nos cultos. Quando lhe perguntaram a
razão, citou 1Co 14:15 "Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei
com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o
entendimento" e então declarou: "Eu tão cedo oraria a Deus com maquinário quanto
cantaria a Deus com maquinário."

- FINNEY: "Os cristãos iniciais recusaram a ter nada a ver com instrumentos musicais,
os quais sabiam que eles poderiam ter herdado do antigo mundo pagão." (Teodoro
Finney, A History of Music, 1947, p. 43)

- LANG: "Todas as nossas fontes livros lidam amplamente com a música vocal na
igreja, mas se resguardam de mencionar quaisquer outras manifestações da arte
musical na igreja. ... O desenvolvimento da música Ocidental foi decisivamente
influenciado pela exclusão de instrumentos musicais da igreja cristã inicial." - Paul
Henry Lang, Music In Western Civilization, pp. 53,54.

- LEICHTENTRITT: "No entanto, na Igreja Cristã inicial, só o cantar era permitido, não
o tocar de instrumentos." - Hugo, Music, History And Ideas, p. 34

- NAUMAN: "Não pode haver nenhuma dúvida de que, originalmente, em todos os


locais, a música do culto a Deus foi inteiramente de natureza vocal." - Emil Nauman,
The History Of Music, Vol. 1, p. 177

- RITTER: "Não temos conhecimento real do caráter exato da música que formava
uma parte da devoção religiosa das primeiras congregações cristãs. No entanto,
sabemos que ela foi puramente vocal." - Dr. Frederick Louis Ritter, History Of Music
From The Christian Era To The Present Time, p. 28

- COLEMAN: "Tanto os judeus nos seus cultos no templo, como os gregos em sua
adoração aos ídolos, tinham o costume de cantar com o acompanhamento de
instrumentos musicais. Os convertidos ao cristianismo têm que ter sido familiares com
este modo de cantar ... Mas é geralmente admitido que os primeiros cristãos não
empregavam nenhum instrumento musical nos seus cultos." -- Lyman Coleman
(Presbiteriano), The Apostolic And Primitive Church, pp. 368-369.
Talvez lhe pareça estranho que a música fosse inteiramente vocal na igreja inicial,
quando instrumentos musicais eram tão comuns na adoração dos judeus e dos
gentios. Mas não quando você relembrar que a adoração no Novo Testamento devia
ser espiritual em sua ênfase.

- ROMA: "... os primeiros crentes eram de uma fibra demasiadamente espiritual para
substituírem a voz humana por instrumentos sem vida, ou mesmo para usar aqueles
instrumentos como acompanhantes da voz humana." -- Catholic Encyclopedia

- CAVARNOS: "Na igreja bizantina, a execução de música por instrumentos, ou


mesmo o acompanhamento de cânticos sacros por instrumentos, era proibida pelos
Pais os líderes religiosos do Oriente as regiões ao redor e incluíndo a Grécia, como
sendo incompatíveis com o caráter espiritual, solene e puro da religião de Cristo." --
Constantine Cavarnos Grego Ortodoxo, Bysantine Sacred Music

- CLARKE: "A música, como uma ciência, eu estimo e admiro: mas os instrumentos de
música na casa de Deus, eu abomino e aborreço. Eles são o abusar da música o
transgredir da música de louvor a Deus; e eu aqui registro meu protesto contra todas
tais corruções na adoração do Autor do Cristianismo." - ADAM CLARKE (comentarista
Metodista).

Conclusão
Por que estes homens objetam tão fortemente contra instrumentos musicais na
adoração da igreja? Porque têm compreendido, apropriadamente, que:

1. Tais instrumentos eram uma extrapolação indevida, trazida da adoração judaica;


2. Como tal, os usos de tais instrumentos, nos cultos estavam em desarmonia com a
natureza ESPIRITUAL da adoração do NT; e
3. Os usos de tais instrumentos, nos cultos se encaixavam bem na Lei Antiga com
suas "SOMBRAS", não com a VERDADEIRA adoração do NT.