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TENHO ESSE TRABALHO PRONTO

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Curso de Graduação em Serviço Social


Sociologia, Filosofia, Psicologia Social e Ética, 1º
Disciplina
s Flex/2ºReg
Política e Cidadania, Seminário Interdisciplinar II Semestre

Professores Wilson Sanches, Márcia Bastos, Mayra C. Frâncica dos Santos, Maria
Luzia
Mariano, Juliana Lima Arruda e Patrícia Campos.

PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO

Caros Alunos do Grupo:

Sejam bem vindos a este semestre!

Nessa produção textual vocês terão a oportunidade de desenvolver um


trabalho que os ajudará no aperfeiçoamento profissional. Além disso, vocês
irão adquirir novos conhecimentos além de expor os que já possuem, por meio da
atividade proposta.
A proposta de Produção Textual Interdisciplinar em Grupo (PTG) terá como
temática “Desigualdade Social no Brasil”. Escolhemos esta temática para possibilitar a
aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas desse
semestre.
Neste trabalho vocês desenvolverão a atitude de investigação
sistematizando conhecimentos baseados em critérios e padrões estudados ao longo
das aulas.
Acompanhem a seguir a proposta de trabalho, a contextualização e
todas as orientações para a execução da atividade.

A seguir apresentamos as orientações.

PROPOSTA DE
TRABALHO
Objetivos:Analisar como a desigualdade atinge os diferentes grupos da população
brasileira, procurando construir uma compreensão histórico-social dessa desigualdade.

Objetivos Específicos:

1 - Utilizar o referencial teórico e metodológico fornecido pela Sociologia para a


compreensão das contradições presentes na sociedade capitalista.

2 - Entender qual o significado da desigualdade social, compreender seu


processo de formação e sua relação com a dimensão subjetiva.
Curso de Graduação em Serviço Social
3 - Refletir a respeito dos conceitos de Estado de Bem-Estar Social, Social Democracia
e
Justiça Distributiva, a fim de perceber a importância a aplicabilidade no cotidiano.

CONTEXTUALIZAÇÃ
O

Pobreza cresce no Brasil pelo segundo ano consecutivo


A parcela de brasileiros abaixo econômicas do complicado quadro
da linha da pobreza aumentou pelo político, só piorou as coisas.
segundo ano consecutivo em 2016, Em dois anos, o Produto
após uma década de redução. Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu
Refletindo o impactodo desemprego e 7,2%. Com as empresas produzindo
da inflação na renda do trabalho, o menos, o desemprego disparou.
percentual, que já tinha subido de 8,4% Medida pelo IBGE, a taxa de
para 10% em 2015, atingiu 11,2% no desocupação de trabalhadores saltou
ano passado, pelos cálculos do Centro de 6,5% para 12% entre os últimos
de Políticas Sociais da Fundação
Getúlio Vargas (FGV Social).
A corrosão da renda do
trabalho, formal e informal, ajudou a
jogar na pobreza cerca de 5,9 milhões
de pessoas nesses dois anos. Esse
segmento, que era próximo de 16
milhões em fins de 2014, alcançou
cerca de 22 milhões, disse ao
Correio o economista Marcelo Neri,
presidente do FGV Social e ex-
presidente do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea).
Os números resultam de
projeções feitas a partir de dados
da Pesquisa Nacional por Amostra
de Domicílios Contínua (PnadC), do
Instituto Brasileiro de Economia e
Estatística (IBGE). Neri considerou
abaixo da linha da pobreza
brasileiros com renda familiar per
capita inferior a R$ 230,00 por mês, a
preços de
2016.
O aumento da pobreza desde
2015 foi reflexo da queda da
atividade da economia, em um cenário
de inflação ainda não domada. A inflação
por si só já corrói o valor real dos
salários. Ao provocar desemprego
por causa da retração de
investimentos e consumo, a
recessão, instalada em meio a
incertezas de empresas e
consumidores sobre consequências
trimestres de 2014 e de 2016. E
continuou piorando em 2017, chegando
a 13,7% no trimestre findo em março.

Horror
A redução dos empregos
levou muita gente a aceitar
remuneração menor ou a ficar sem
salário. Assim,afetou a renda do
brasileiro e o nível de pobreza. No Brasil,
a renda do trabalho é determinante para
a entrada ou saída de famílias
das estatísticas de pobreza, lembra o
sociólogo Rafael Guerreiro Osório,
pesquisador do Ipea. “O que mais
importa é o desempenho do mercado
de trabalho”, disse ele, avaliando
que “os dados da Pnad Contínua estão
um horror” desde 2015.
Após cair 2% no último trimestre
de
2015, a renda habitual do
trabalho,
indicador do IBGE que
captura remuneração apenas de
pessoas ocupadas, seguiu em
declínio nos três primeiros trimestres
de 2016 (-3,2%, -4,2% e de -2,1%,
respectivamente), na comparação com
igual trimestre do ano anterior.
Quando se olha a renda
do trabalho pelos critérios do FGV
Social, a situação revela-se ainda
mais grave. A fundação considera os
desempregados em sua base de cálculo
e, portanto, que parte dos trabalhadores
ficou sem salário, com a consequente
piora da renda per capita das suas
famílias. Por isso, o indicador da FGV
detectou reduções mais fortes que
as observadas pelo IBGE na
mesma sequência de quatro trimestres:
-4,21% -
5,02% -6,03% e -5,17%. O dado do
FGV Social também leva em
consideração a renda informal, aspecto
importante entre os mais pobres, cujas
relações de trabalho são mais sujeitas à
informalidade.
As estatísticas do IBGE
sobre renda de pessoas ocupadas
certamente também foram afetadas
pelo desemprego,
Curso de Graduação em Serviço Social
pois o aumento de disponibilidade de 12
mão de obra tende a barateá-la. Mas o meses.
impacto fica mais evidente quando se A queda, em parte, foi
consideram, como faz o FGV Social, decorrência da própria recessão dos
os trabalhadores que ficaram sem últimos dois anos, que, ao ter inibido
salário por falta de emprego. demanda por consumo, desestimulou
Embora em ritmo mais lento, reajustes de preços. A inflação
o indicador do FGV Social seguiu em também caiu por causa da política
declínio inclusive quando a renda
habitual do trabalho parou de cair.
Enquanto o dado do IBGE mostrou
estabilidade, a renda do trabalho
considerada nas contas de Marcelo Neri
caiu 2,83% no último trimestre de 2016 e
1,6% nos primeiros três meses de 2017.
Como disparou em 2016 e
ainda está alta, a taxa de desemprego
neste início de 2017 está influenciando
a renda do trabalho até mais do que
influenciou nas comparações de 2015
com 2016. Segundo Neri, o
desemprego respondeu por nada
menos que 80% da variação negativa
de
1,6% detectada na renda no
primeiro trimestre de 2017.
Mais comportada atualmente,
a inflação deixou de ser fator
preponderante em 2017, contribuindo
para desacelerar a trajetória de
redução da renda real do trabalho.
Neri informa que, no seu momento de
queda anual mais acentuada (-6,03% no
segundo trimestre de 2016) o indicador
do FGV Social chegou a ter 73% de
sua variação negativa explicada pela
inflação. No fim daquele trimestre, a
variação em 12 meses do Índice
Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), do IBGE, chegou a
8,84%.

Corrosão
A inflação corrói o poder de
compra dos salários. Daí a importância
das políticas macroeconômicas para
manter relativa estabilidade de preços.
Medida pelo IPCA, a inflação anual
bateu em preocupantes
10,67% em 2015. Em 2016, caiu para
6,29
%, mas ainda ficou acima da meta
do
governo (4,5%). Em 2017, recuou
bem, encerrando maio em 3,6% na
medição em
monetária do Banco Central, que,
embora já tenha retomado o processo de
redução da taxa básica de juros, ainda a
mantém em patamar elevado. A
chamada Taxa Selic influencia custos
de financiamentos e empréstimos e
juros de aplicações financeiras. Isso
interfere nas decisões de consumo.
Embora em ritmo mais lento
graças à queda da inflação, a renda
do trabalho mais afetada pelo
desemprego continuou perdendo valor
real mesmo quando o nível de atividade
econômica deu, recentemente, sinal de
que o Brasil pode estar saindo da
recessão.
Em relação a igual período
de
2016, o PIB brasileiro se retraiu (- 0,4%)
no primeiro trimestre de 2017. Mas
teve aumento real de 1 % em relação
aos três meses anteriores,
interrompendo um ciclo de quedas que
já durava oito trimestres. Ainda assim,
por causa da elevada taxa de
desocupação, a renda do trabalho
medida pelo FGV Social teve perda real
de 1,6%. O sinal, ainda fraco, de
redução do desemprego só veio em
abril, quando a taxa, apurada pelo
IBGE, baixou de 13,7% para 13,6%.
A retomada econômica
sem aumento de emprego se
explica pela composição do
crescimento do PIB. Pelo lado da
demanda, a alta da atividade
econômica foi puxada pelo
comércio exterior e não pelo consumo
do mercado interno. Não por acaso,
pelo lado da produção, o que se
destacou foi o agronegócio, que puxa
exportações.

Desigualdade
Marcelo Neri destaca ainda
que houve aumento da desigualdade de
renda em 2015 e 2016. “O Índice de Gini
(quanto mais alto, maior a
desigualdade), que vinha caindo desde
2001, subiu forte nos últimos dois anos”.
Ele ponderou, por outro lado, que o
percentual de brasileiros abaixo da
linha da pobreza já foi muito maior do
que os 11,2% observados em 2016. Em
2004, era de 25%. Proporcionado,
entre outros fatores, pelo crescimento
da economia em anos anteriores, o
avanço social ficou longe de ser
revertido.
Curso de Graduação em Serviço Social
IZAGUIRRE, Mônica. Correio Brasiliense. Disponível
em:
<https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2017/06/25/internas_econo mia,604736/
pobreza-cresce-no-brasil-pelo-segundo-ano-consecutivo.shtml> Acesso em: 13 jul. 2018.

ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO


TRABALHO

A proposta da atividade é a construção de um texto análise sobre as


relações de desigualdade no Brasil nos diferentes grupos sociais.
A produção textual interdisciplinar deverá conter: Introdução,
Desenvolvimento,
Considerações Finais e Referências Bibliográficas, além dos elementos pré e pós
textuais. Ao final, o trabalho terá a seguinte estrutura:

ESTRUTURA DO TRABALHO:

1. INTRODUÇÃO:Na introdução o grupo deverá apresentar brevemente seu trabalho, o


tema e seus objetivos.
Observação: É importante trazer informações que esclareçam a intenção do trabalho.
Cabe
a vocês perceberem quais dados são relevantes para expor o problema e convidar o
leitor a conhecer o seu trabalho.

2. DESENVOLVIMENTO: O grupo deverá realizar as etapas (2.1, 2.2, 2.3 e 2.4) de


acordo com as orientações abaixo (ao final consta indicações bibliográficas para
ajuda-los na confecção desse item).

Etapa 2.1 – A contradição em


processo.

A sociedade capitalista se caracteriza pelo aumento significativo da produção


em escala, ou seja, se produz muito mais do que em qualquer outro modo de
produção. A produção aumenta a ponto de não se falar mais em crise de escassez,
mas sim em crise de superprodução. Por que a superprodução é uma crise dentro do
capitalismo? Karl Marx, no livro “Manuscritos filosóficos econômicos de 1848”,
afirmou que quanto mais a produção capitalista aumenta, mais miserável se
torna o trabalhador. Levando em conta os pressupostos de Marx e o artigo
presente neste trabalho, faça uma discussão crítica sobre as razões para que a maior
produtividade das empresas implique na maior pobreza da classe trabalhadora e como
esta lógica está presente no artigo citado acima.
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Para ajudá-los nessa discussão sugiro a leitura do seguinte artigo: “
Trabalho alienado na contemporaneidade: a submissão das necessidades humanas ás
necessidades da reprodução do capital”
disponível em:
<http://www.ts.ucr.ac.cr/binarios/congresos/reg/slets/slets-019-224.pdf>.

Etapa 2.2 – A origem das desigualdades, segundo J.J.Rousseau.

A desigualdade social é um problema que afeta grande parte dos


países, principalmente os classificados como terceiro mundo. Decorrente,
essencialmente, da má distribuição de renda, as consequências da desigualdade
social no Brasil são observadas na favelização, pobreza, desemprego, desnutrição,
marginalização, violência.
A despeito de o Brasil estar entre os dez países do mundo com o PIB mais alto, é
o
oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo.
Estudiosos propõem soluções para o problema, dentre eles: aliar democracia com
eficiência econômica e justiça social.
Segundo relatório de ONU as principais causas da desigualdade social são:
Falta de acesso à educação de qualidade; política fiscal injusta; baixos salários;
dificuldade de acesso aos serviços básicos: saúde, transporte público e
saneamento básico. O conceito de desigualdade social compreende diversos tipos
de desigualdades, como o que oportunidade, escolaridade, renda (econômico), gênero,
étnica, etc.
Diante disso, comente sobre a origem da desigualdade, segundo
J.J.Rousseau. Oriente-se e fundamente o comentário com o texto abaixo:
Acesse o link: <file:///C:/Users/marcia.almeida/Downloads/523-1677-1-PB.pdf>.

Etapa 2.3 – Psicologia Social: A Dimensão Subjetiva da Desigualdade


Social

Sabe-se que a desigualdade social faz parte da sociedade brasileira


tendo sido construída historicamente desde o tempo da colonização (CAMPOS et al.,
2004; MEDEIROS,
2005)
.
A questão da desigualdade social, por estar tão presente na realidade
brasileira, tornou-se tema de alta relevância para as áreas da educação e da psicologia
na tentativa de compreender a distinção da sociedade em camadas ricas e pobres,
para tanto, fazem uso da análise de seus determinantes e do processo de construção
histórica.
Assim, quando se analisa a desigualdade social a partir do seu referencial
sócio-
histórico, percebe-se que este é constituído tanto pela dimensão objetiva (que
corresponde à divisão de classes em nossa sociedade), quanto pela subjetiva (que
são as significações
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produzidas pelos sujeitos que vivem essa desigualdade e que não se constituem em
meras consequências, mas sim, em sua condição).
Diante disto, tem-se que a subjetividade do homem, ou seja, tudo aquilo
que
determina seu modo de pensar, agir, trabalhar, não é algo predeterminado, mas sim,
uma produção psíquica singular que é construída de forma permanente em sua vida
diária.
Sendo assim, comente sobre a dimensão subjetiva da desigualdade social.
Para se embasar, utilize os seguintes textos de apoio:

MELSERT, A.L.M.; BOCK, A.M.B. Dimensão subjetiva da desigualdade


social: estudo de projetos de futuro de jovens ricos e pobres. Educ. Pesqui.,
São Paulo, v. 41, n. 3, p. 773-790, jul./set. 2015. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/ep/v41n3/1517-
9702-ep-41-3-0773.pdf. Acesso em: 16 de jul de 2018.
NASCIMENTO, L.S.; SARUBBI, M.R.M.; SOUZA, P.P. A dimensão
subjetiva da desigualdade social: um estudo sobre a dimensão subjetiva
da vivência da desigualdade social na cidade de São Paulo. TransForm. Psico
(Online), v.2, n.1. São Paulo, 2009.
Disponível em:
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2176-
106X2009000100002. Acesso em: 16 de jul de
2018.

Etapa 2.2 – Alternativas sociais para a promoção da


cidadania.

Comofoi possível perceber a partir da leitura do texto base e também das


discussões propostas, as desigualdades sociais são cada vez mais perceptíveis
na sociedade. É necessário que se pense em alternativas para a solução de tais
problemas que são de ordem social e política.

Nesse sentido é possível que se pense na social democracia como uma


alternativa, já que se trata de um capitalismo reformado, com melhor distribuição de
renda e serviços públicos. A socialdemocracia defende os princípios de um Estado
que assuma o papel de agente da promoção e defesa social e que organize também a
economia. Com base nessas questões, faça uma discussão procurando responder o
seguinte:
O Estado tem responsabilidade quando se pensa no aumento dos índices
de desemprego e pobreza?
De que forma esse quadro pode ser alterado?

Elabore sua resposta com base nos conceitos de Socialdemocracia, Estado de Bem-
Estar Social que estão presentes na Unidade 4 do Livro Didático da disciplina de Ética,
Política e Cidadania. Utilize também como base o
seguinte artigo:
Curso de Graduação em Serviço Social
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/conversasecontroversias/article/view/68
72/5
010

3. CONCLUSÃO (CONSIDERAÇÕES FINAIS): Nas considerações finais, o grupo


deverá destacar como os objetivos descritos na introdução foram atingidos e qual a
contribuição que
esse trabalho proporcionou para o seu crescimento profissional e acadêmico.

ORIENTAÇÕES PARA FORMATAÇÃO DO


TRABALHO

- O trabalho deverá ter no mínimo 7 e no máximo 20 páginas, além dos elementos


pré e pós textuais como capa, folha de rosto, sumário, referências bibliográficas, etc.

- Para o desenvolvimento do trabalho, a equipe deverá consultar e se fundamentar nas


tele aulas, web aulas, no livro texto de cada disciplina do semestre, nas bibliografias
sugeridas pelos professores, bem como, contar com a orientação dos tutores
eletrônicos no fórum de discussões que ocorrem na Sala do Tutor.

- O trabalho deve ser realizado de acordo com as normas da ABNT. Acesse a


Biblioteca
Digital, clique em “Padronização” e escolha as opções “Trabalhos
acadêmicos –
Apresentação” e “Modelo para elaboração de Trabalho
Acadêmico”.

- Somente serão aceitos trabalhos feitos no editor de texto WORD.

Importante: serão consideradas as habilidades de escrita através da coesão,


coerência, objetividade e clareza das informações redigidas, além da capacidade
do grupo para organizar as ideias num só texto com começo (introdução), meio
(desenvolvimento) e fim (conclusão ou considerações finais).

- O trabalho deve ser postado no portfólio, na pasta


específica.

- Lembre-se que seu tutor eletrônico está à disposição na sala do tutor, para
orientações.
ATENÇÃO ao para o prazo de envio da
atividade.

- A formaçãodos grupos é de responsabilidade dos alunos; no entanto, solicitamos que


sigam as orientações abaixo e as instruções que serão passadas pelo tutor de sala
sobre a formação dos grupos e sobre a apresentação da atividade:
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Demais orientações para envio da atividade:

a) Ao formar o grupo, um aluno deverá ficar responsável para cadastrar o


grupo no portfólio, ou seja, para indicar os nomes dos demais membros do
grupo;
b) Somente após cadastrar o grupo, o trabalho deverá ser enviado.
c) Apenas um aluno cadastra o grupo e envia todo o trabalho realizado pelo seu
grupo. d) A capa do trabalho deverá conter os nomes de todos os alunos do
grupo.

- É de responsabilidade de todos os alunos que compõem o grupo o acompanhamento


e a criação do grupo no ambiente virtual de aprendizagem, bem como a inserção da
atividade dentro do prazo previsto em cronograma.

- Os grupos deverão apresentar seus trabalhos em dias a serem definidos pelo


polo, no horário da aula atividade da disciplina Seminário. Seguem as orientações para
a apresentação dos trabalhos:

ORIENTAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS

Regras Gerais
Os trabalhos deverão ser apresentados por todos os grupos;
As apresentações acontecerão no período das Aulas Atividades da disciplina
de
Seminários conforme especificado no cronograma;
Os tutores de sala são responsáveis por organizar os grupos e inserir as
avaliações nas fichas de apresentação no sistema;
Tempo de apresentação: cada grupo terá no mínimo 10 e no máximo 15 minutos
para apresentar os trabalhos;
Todos os alunos deverão participar da apresentação dos trabalhos e serão
avaliados individualmente pelo tutor de sala.

Estrutura da Apresentação
A estrutura da apresentação deverá seguir a ordem de acordo com as instruções
a
seguir:
Apresentação
Slide 1 - Nome do Curso / Semestre / Nome dos integrantes da equipe /
Polo - Ano/Semestre (ex: Londrina - 2017/2)
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Slide 2 - Objetivos do Trabalho

Introdução - 1 a 2 Slides
Objetivos e aspectos solicitados no item "Introdução"

Desenvolvimento - 3 a 6 Slides
Aspectos abordados no item “Desenvolvimento”

Conclusão - 1 a 2 Slides
Considerações Finais

Bibliografia – 1 Slide

Orientações Gerais para a elaboração dos Slides


Os slides deverão ser elaborados com fonte ARIAL com tamanho no mínimo 20;
Cuidado para não sobrecarregar os slides com informações. Prefira indicar os
pontos a serem desenvolvidos por cada integrante da equipe. Lembrem-se:
domínio do conteúdo é essencial para uma boa apresentação.

Observação
O seu tutor à distância estará à disposição para orientações.

Bom trabalho a
todos! Equipe de
professores.