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AFINAL O QUE

É A BASE?
BASE NACIONAL COMUM
CURRICULAR
• É um documento de caráter normativo que define o conjunto
orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que
todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e
modalidade da Educação Básica, de modo a que tenham
assegurados seus direitos de aprendizagem e
desenvolvimento em conformidade com o que preceitua o
Plano Nacional de Educação(PNE)

CONHECIMENTOS

OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM

HABILIDADES
Compreendendo o processo...
FUNDAMENTOS DA BNCC

1. A Constituição federal de 1988

• Artigo 205: “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família,


será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao
pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da
cidadania e sua qualificação para o trabalho”(BRASIL,1988);
• Artigo 210: “serão fixados conteúdos mínimos para o Ensino Fundamental,
de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores
culturais e artísticos, nacionais e regionais”(BRASIL, 1988);
MARCOS LEGAIS DA BNCC

2.A LDB 9.394/96


Artigo 9º , inciso IV afirma que cabe à União: “estabelecer, em
colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios,
competências e diretrizes, para a Educação Infantil, o Ensino
Fundamental e o Ensino Médio, que nortearão os currículos e seus
conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica
comum(BRASIL, 1996);
Bases Legais...
A LDBEN 9394/1996
Art. 22. A educação básica tem por finalidades
desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação
comum indispensável para o exercício da cidadania e
fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em
estudos posteriores.

Art. 26. Os currículos do Ensino Fundamental e Médio


devem ter uma base nacional comum, a ser
complementada, em cada sistema de ensino e
estabelecimento escolar, por uma parte diversificada,
exigida pelas características regionais e locais da
sociedade, da cultura, da economia e da clientela.
Assim, BNCC é ...uma exigência colocada para o sistema
educacional brasileiro, a partir da LDBEN, 9394/96,
Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (2009)
e PNE (2014);

...os conhecimentos, saberes e valores produzidos culturalmente,


expressos nas políticas públicas e que são gerados nas instituições
produtoras do conhecimento científico e tecnológico; no mundo do
trabalho; no desenvolvimento das linguagens; nas atividades desportivas e
corporais; na produção artística; nas formas diversas de exercício da
cidadania; nos movimentos sociais (Parecer CNE/CEB nº 07/2010, p. 31).

Tem a finalidade de orientar os sistemas na elaboração de suas propostas


curriculares, tem como fundamento o direito à aprendizagem e ao
desenvolvimento, em conformidade ao que preceituam o Plano Nacional de
Educação (PNE) e a Conferência Nacional de Educação (CONAE).
Competências e
Diretrizes
comuns
Noções Fundantes da
BNCC
Currículos
diversos

• Artigo 26 da LDB: retoma a relação do que é básico-


comum e o que é diverso: base comum e uma parte
diversificada(contextualização);
BNCC CURRÍCULO
É uma referência obrigatória, mas não Resulta de escolhas que devem levar em
é o currículo. Seu papel será consideração: o que ensinar, como ensinar e
justamente o de orientar a revisão e a porque este conhecimento deve ser
elaboração dos currículos nos estados ensinado.
e nos municípios.

Estabelece os objetivos que se espera Define como alcançar esses objetivos


que os estudantes venham a atingir

Base indica o destino aonde se quer O currículo traça o caminho.


chegar.

Um EXEMPLO PRÁTICO disso vem da disciplina de Ciências. Se a Base estabelecer que um dos
conteúdos for o conceito de cadeia alimentar, cada rede e cada escola terá liberdade para
escolher, entre outros aspectos, os ecossistemas que utilizará como referência ao tratar do
tema. Assim, uma rede de ensino da região Norte poderá abordar as cadeias alimentares em
ecossistemas da Amazônia; do Nordeste, na caatinga; do Centro-Oeste, no cerrado; do Sudeste,
na mata atlântica; do Sul, no pampa. E assim por diante.
3. O PNE (2014-2024) – Lei n0 13.005/2014

Reitera a necessidade de uma base comum curricular para o


Brasil, com foco na aprendizagem como estratégia para
fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e
modalidades (meta 7)
“ estabelecer e implantar, mediante a pactuação
interfederativa, diretrizes pedagógicas para a educação básica e
a base comum dos currículos, com direitos e objetivos de
aprendizagens e desenvolvimento dos alunos(as) para cada ano
do ensino fundamental e Médio, respeitadas as diversidades
regional, estadual e local”(BRASIL, 2014).
A BNCC E A CONSTRUÇÃO DO
SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO...
 No contexto da estrutura federativa  Direitos de
brasileira, fazem-se necessárias a aprendizagem e
regulamentação e a institucionalização de desenvolvimento
um regime de colaboração que efetive o sustentados em
projeto de educação nacional via Sistema princípios éticos,
Nacional de Educação ; políticos e estéticos
 Deverá instituir, em lei específica,  Garantia de qualidade
entendido como um conjunto unificado que em todas as etapas e
articula todas as dimensões da educação, no modalidades do ensino:
intuito de promover a equidade, com Educação Infantil;
qualidade, para toda a população do país. Ensino Fundamental I e
 A BNCC, ao propor uma referência II; e Ensino Médio.
nacional para a formulação de currículos,  Áreas: Linguagens,
constitui-se como unidade na diversidade, matemática, Ciências da
reorientando o trabalho das instituições Natureza, Ciências
educacionais e sistemas de ensino em humanas, e Ensino
direção a uma maior articulação. Religioso
Oportuno lembrar
que o conteúdo da
BNCC deve alinhar-se
com o
disposto pela CF/88 e
pela LDB.
•Espera-se que ela diminua as
desigualdades educacionais ao garantir
para todos os mesmos conhecimentos
essenciais.
• Para a construção da Base Nacional Comum Curricular,
considerou-se competência como sendo a mobilização de
conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver
demandas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do
mundo do trabalho. Isso significa que competência é aquilo
que permite aos estudantes desenvolverem plenamente cada
uma das habilidades e aprendizagens essenciais estipuladas
pela Base.

• Todas as competências indicam o que deve ser aprendido


pelos estudantes (o objetivo é identificado por verbos
infinitivos que iniciam as descrições), do mesmo modo que
especificam com que finalidade determinada competência
deverá ser desenvolvida, elucidando a sua importância.
AS COMPETÊNCIAS ARTICULAM:

CONHECIMENTOS PROCEDIMENTOS

HABILIDADES

ATITUDES VALORES

Os alunos desenvolvem habilidades


através dos conteúdos, exercitando
essas habilidades adquirem
competências.
A BASE DEFINE 10
COMPETÊNCIAS GERAIS

O conjunto de
competências
explicita o
compromisso da
educação brasileira
com a formação
humana integral e
com a construção
de uma sociedade
justa, democrática
e inclusiva.
COMPETÊNCIAS DO SÉCULO XXI NA BNCC
• A BNCC tem como objetivo garantir a formação integral
dos indivíduos por meio de desenvolvimento das
chamadas competências do século XXI.
• “As competências do século XXI dizem respeito a formar
cidadãos mais críticos, com capacidade de aprender a
aprender, de resolver problemas, de ter autonomia
para a tomada de decisões, cidadãos que sejam capazes
de trabalhar em equipe, respeitar o outro, o pluralismo
de ideias, que tenham a capacidade de argumentar e
defender seu ponto de vista. (…) A sociedade
contemporânea impõe um novo olhar a questões
centrais da educação, em especial: o que aprender, para
que aprender, como ensinar e como avaliar o
aprendizado.”
• Maria Helena Guimarães, Secretária Executiva do
Ministério da Educação.
A Base prevê que os estudantes
devem, ao longo da educação
básica, desenvolver competências
cognitivas e socioemocionais para
sua formação. São 10
as competências
gerais determinadas pela BNCC e
consideradas fundamentais para os
estudantes:
FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS
DA BNCC
• Conteúdos curriculares a serviço do desenvolvimento de
competência;
• Competência – conhecimento mobilizado, operado e aplicado
em situações que requerem aplica-lo para tomar decisões
pertinentes;
• No âmbito da BNCC, a noção de competência é utilizada no
sentido da mobilização e aplicação dos conhecimentos
escolares, entendidos de forma ampla(conceitos,
procedimentos, valores e atitudes);
• Assim ser competente significa ser capaz de ao se
defrontar com um problema, ativar e utilizar o conhecimento
construído.
1) Valorizar e utilizar os
conhecimentos historicamente construídos sobre o
mundo físico, social e cultural para entender e
explicar a realidade (fatos, informações, fenômenos
e processos linguísticos, culturais, sociais,
econômicos, científicos, tecnológicos e naturais),
colaborando para a construção de uma sociedade
solidária.

2) Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à


abordagem própria das ciências, incluindo a
investigação, a reflexão, a análise crítica, a
imaginação e a criatividade, para investigar causas,
elaborar e testar hipóteses, formular e resolver
problemas e inventar soluções com base nos
conhecimentos das diferentes áreas.
• 3) Desenvolver o senso estético para
reconhecer, valorizar e fruir as diversas
manifestações artísticas e culturais, das locais
às mundiais, e também para participar de
práticas diversificadas da produção artístico-
cultural.

• 4) Utilizar conhecimentos das linguagens


verbal (oral e escrita) e/ ou verbo-visual (como
Libras), corporal, multimodal, artística,
matemática, científica, tecnológica e digital
para expressar-se e partilhar informações,
experiências, ideias e sentimentos em
diferentes contextos e, com eles, produzir
sentidos que levem ao entendimento mútuo.

• 5) Utilizar tecnologias digitais de comunicação


e informação de forma crítica, significativa,
reflexiva e ética nas diversas práticas do
cotidiano (incluindo as escolares) ao se
comunicar, acessar e disseminar informações,
produzir conhecimentos e resolver problemas.
6) Valorizar a diversidade de saberes e vivências
culturais e apropriar-se de conhecimentos e
experiências que lhe possibilitem entender as
relações próprias do mundo do trabalho e fazer
escolhas alinhadas ao seu projeto de vida pessoal,
profissional e social, com liberdade, autonomia,
consciência crítica e responsabilidade.

7) Argumentar com base em fatos, dados e


informações confiáveis, para formular, negociar e
defender ideias, pontos de vista e decisões
comuns que respeitem e promovam os direitos
humanos e a consciência socioambiental em
âmbito local, regional e global, com
posicionamento ético em relação ao cuidado de si
mesmo, dos outros e do planeta.

8) Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde


física e emocional, reconhecendo suas emoções e
as dos outros, com autocrítica e capacidade para
lidar com elas e com a pressão do grupo.
9) Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução
de conflitos e a cooperação, fazendo-se
respeitar e promovendo o respeito ao outro,
com acolhimento e valorização
da diversidade de indivíduos e de grupos
sociais, seus saberes, identidades, culturas e
potencialidades, sem preconceitos de origem,
etnia, gênero, orientação sexual, idade,
habilidade/necessidade, convicção religiosa ou
de qualquer outra natureza, reconhecendo-se
como parte de uma coletividade com a qual
deve se comprometer.

10) Agir pessoal e coletivamente com


autonomia, responsabilidade, flexibilidade,
resiliência e determinação, tomando decisões,
com base nos conhecimentos construídos na
escola, segundo princípios éticosdemocráticos,
inclusivos, sustentáveis e solidários.
Essas competências
serviram
de referência
para estruturação
de toda a Base
da seguinte forma:
Eixos de formação...
Educação Infantil:
Direitos de CAMPOS DE EXPERIÊNCIA
aprendizagem e
desenvolvimento: O eu, o outro
Conviver e o nós

Brincar Espaços, tempos, Corpo, gestos


quantidade, e movimentos
Participar relações e
transformações
Explorar
Traços, sons,
Expressar Escuta, fala, cores e
linguagem e
Conhecer-se pensamento
imagens
•Foi homologada em dezembro de 2017 e
deve ser implementada em todas escolas do
país até 2020.
•A organização da Base ocorre por 6 direitos
de aprendizagem em 5 campos de
experiências, relacionados às 10
competências gerais da BNCC.
•Seus eixos estruturais são o brincar e o
interagir.
•É focada no desenvolvimento da oralidade e
da escrita.
Eixos de formação...
Ensino Fundamental - Áreas do
conhecimento:
Linguagens
Matemática
Ciências da Natureza
Ciências humanas
Ensino Religioso
•Assim como a Base da Educação Infantil, o
documento do Ensino Fundamental foi
homologado em dezembro de 2017 e a Base
deve ser implementada em todas escolas do
país até 2020.
•A alfabetização deve acontecer nos 2 primeiros
anos do Ensino Fundamental.
•No componente curricular de História, o
ensino deve seguir a cronologia de fatos e
acontecimentos.
•O ensino da Língua Inglesa se torna obrigatório
a partir do 6º ano.
BNCC - O QUE MUDA NA VIDA DO
PROFESSOR E DO GESTOR?

A BNCC determina o que os alunos tem direito de


aprender
*Atualizar os projetos
pedagógicos com base nas
novas diretrizes.
* Coordena a atualização do PPP da escola com
base na BNCC;
* Coordena a construção do currículo da escola a
partir da BNCC e da proposta curricular da rede;
* Auxilia no planejamento dos professores para
que eles possam colocar a base em prática.
BNCC E PROPOSTA CURRICULAR
DA REDE: articulando discursos e
práticas no exercício da gestão
escolar
Qual o caminho a ser trilhado
para implementação da BNCC
nas Escolas?
1. Estudo das referências curriculares;
2. (Re)elaboração curricular;
3. Formação continuada ;
4. Revisão do Projeto Politico Pedagógico.
DIRETRIZES
CURRICULARES
DO SISTEMA DE
ENSINO
ESTUDANTE
COM ALTO
NÍVEL DE
APRENDIZAGEM

BNCC
PLANO DE
AULA DO
PROFESSOR

PPP
E
CURRICULO
DA ESCOLA

O PERCURSO É ...
O que é a parte diversificada da BNCC?

• A BNCC é dividida entre a Base Comum e a parte


diversificada. O objetivo da segunda parte é
enriquecer e complementar a parte comum. A
ideia é inserir novos conteúdos aos currículos
que estejam de acordo com as competências
estabelecidas pela BNCC e também com a
realidade local de cada escola.
• É importante lembrar que a Base Comum deve
ser contemplada, em sua totalidade, nos
currículos escolares, enquanto a parte
diversificada pode corresponder a até 40% dos
conteúdos.
• Enquanto a Base comum traz definições pertinentes
a todos os estudantes e instituições de ensino do
país, a parte diversificada pode trazer aos currículos
das escolas conteúdos complementares, a serem
definidos pelas próprias redes, instituições e
sistemas de ensino.

• A parte diversificada complementa e enriquece a


Base comum, respeitando características regionais e
locais da sociedade. Isso não significa alterar aquilo
que já está previsto no documento da BNCC, e
sim inserir novos conteúdos integrados a ele, que
estejam de acordo com as competências já
estabelecidas.
Qual é o objetivo de ter uma parte diversificada no
currículo?

• O Brasil é um país extremamente diverso, com dimensões


continentais.
• A parte diversificada serve para que os profissionais da educação
tenham a oportunidade de adequar seus currículos e práticas à
realidade de sua instituição de ensino e do local onde está inserida.
Ela dá liberdade para que as Unidades Federativas, escolas e redes de
ensino público e de ensino privado apresentem em suas grades
temas de relevância social e cultural, contextualizados com a
realidade dos seus alunos e da comunidade escolar como um todo.

Em suma, o objetivo de ter uma parte diversificada nos currículos


locais é buscar formas de suprir as carências e necessidades das
escolas brasileiras, que experimentam os mais diferentes contextos.
A Base comum e a parte diversificada
correspondem a que porcentagem dos currículos
locais?

•A Base comum deve ser contemplada em sua


totalidade nos currículos estaduais,
municipais e das instituições de ensino. A
parte diversificada, por sua vez, pode
corresponder a até 40% dos currículos locais.
Dentro desta margem, cabe aos profissionais
da educação a definição dos conteúdos que
são relevantes para a realidade em que estão
inseridos.
A BNCC e a
alfabetização em
sala de aula
Continuidade, de progressão da aprendizagem, de ligação
direta entre a Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino
Fundamental, quando deve-se aprofundar as experiências
com a linguagem oral e escrita já iniciadas na família e na
Educação Infantil.
Essa abordagem contribui para diminuir essa lacuna entre
ciclos. Precisamos ter uma visão mais integral do processo
de aprendizagem e para isso é necessário compreender que
as etapas estão interligadas, e cada uma contribui na
progressão da outra;

O processo de alfabetização nos dois primeiros anos, segundo


a Base, deve ser o foco da ação pedagógica no componente
de Língua Portuguesa: "...aprender a ler e escrever oferece aos
estudantes algo novo e surpreendente: amplia suas
possibilidades de construir conhecimentos nos diferentes
componentes, por sua inserção na cultura letrada, e de
participar com maior autonomia e protagonismo na vida
social." (pág. 61);
• Na BNCC, assim como era nos Parâmetros Curriculares Nacionais, o texto é o
ponto central para definição dos conteúdos, habilidades e objetivos,
considerado a partir de seu pertencimento a um gênero discursivo que circula
em diferentes esferas/campos sociais de atividade/comunicação/uso da
linguagem.
• Ao componente Língua Portuguesa cabe proporcionar aos estudantes
experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a
possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais
permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens.
Para garantir essa ampliação dos letramentos, é preciso criar oportunidades em
que os alunos possam se expressar, utilizando-se das práticas de linguagem em
situações reais, que realmente façam parte da vida em sociedade, em nossa
cultura letrada, com o devido cuidado para nos libertamos desse vício de querer
escolarizar a vida;

• A BNCC destaca também o letramento digital, pois as novas práticas de


linguagem contemporâneas abrem um leque de novas possiblidades de acesso e
produção. Nossas crianças, adolescentes e jovens acessam a internet e são, ao
mesmo tempo, consumidores e produtores de conteúdo. Além de discutir as
questões éticas nesse novo campo, é preciso explorá-lo para alfabetizar nossos
alunos. Prova disso é a ampliação dos gêneros textuais a serem trabalhados, dos
já consagrados pela escola (notícia, entrevista, artigo de opinião, charge, tirinha,
crônica, etc) para os digitais, como os infográficos.
Segundo a Base, no processo de
alfabetização, é preciso que os
estudantes conheçam o
alfabeto e a mecânica da
escrita/leitura – processos que
visam a que alguém (se) torne
alfabetizado.
Para compreender esse processo de alfabetização,
veja abaixo as capacidades e habilidades envolvidas:

• Compreender diferenças entre escrita e outras formas


gráficas (outros sistemas de representação);
• Dominar as convenções gráficas (letras maiúsculas e
minúsculas, cursiva e script);
• Conhecer o alfabeto;
• Compreender a natureza alfabética do nosso sistema de
escrita;
• Dominar as relações entre grafemas e fonemas;
• Saber decodificar palavras e textos escritos;
• Saber ler, reconhecendo globalmente as palavras;
• Ampliar a sacada do olhar para porções maiores de texto
que meras palavras, desenvolvendo assim fluência e rapidez
de leitura.
Algumas
questões
para
exercitar
1. (Ano: 2017/Banca: IBFC) As Diretrizes Curriculares
Nacionais (DCNEB) são normas __________ para a Educação
Básica do Brasil que orientam o planejamento ___________
das escolas e dos sistemas de ensino. As DCNEB foram
concebidas e fixadas pelo ________________.

Assinale a alternativa que completa correta e


respectivamente as lacunas.

a) Consultivas; Curricular; Ministério da Educação


b) Restritivas; Econômico; Conselho Regional de Educação
c) Obrigatórias; Curricular; Conselho Nacional de Educação
d) Ilustrativas; Orçamentário; Ministério da Educação
e) Orientadoras; Curricular; Conselho Estadual de Educação
2. (Ano: 2016/Banca: CS-UFG) A Base Nacional
Comum Curricular, que está sendo discutida pela
sociedade na atualidade, faz referência
a) a um conjunto de normas disciplinares que
devem guiar as escolas municipais.
b) às diretrizes relativas ao que deve ser ensinado
aos professores nos programas de formação
continuada.
c) ao conjunto de conhecimentos essenciais a que
todo estudante brasileiro deve ter acesso.
d) ao comportamento que deve ser assumido
pelos professores nas escolas brasileiras.
3. Lei nº. 9394/96 define que a organização do currículo
da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino
Médio deve ter uma Base Nacional Comum e outra parte
diversificada.
No que tange a parte diversificada:
a) Será constituída exclusivamente de projetos
pedagógicos que possam complementar a base comum.
b) Deve atender características regionais e locais da
sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
c) Dará prioridade ao ensino de uma Língua estrangeira.
(DA LÍNGUA INGLESA)
d) Será facultativo o ensino do conteúdo música no
componente curricular arte. (OBRIGATÓRIO)
e) O ensino de educação física será um componente
curricular nas séries iniciais do ensino fundamental. (SÉRIES
FINAIS)
4. Qual das seguintes alternativas expressa uma definição acerca da
atual política de construção de uma Base Nacional Comum Curricular
(BNCC) que vem sendo encaminhada pelo Ministério da Educação?

a) A criação de uma Base Nacional Comum Curricular tem o objetivo de


garantir aos estudantes o direito de aprender um conjunto fundamental
de conhecimentos e habilidades comuns – de norte a sul, nas escolas
públicas e privadas, urbanas e rurais de todo o país. Dessa forma,
espera-se reduzir as desigualdades educacionais existentes no Brasil,
nivelando e, o mais importante, elevando a qualidade do ensino.
b) Trata-se de uma proposta de organização da educação básica, já que
a mesma não conta com nenhuma diretriz ou parâmetro curricular
nacional que oriente os professores e que garanta que os alunos das
diferentes regiões do país tenham acesso aos mesmos conhecimentos.
(VÁRIAS DIRETRIZES NORTEIAM A EDUCAÇÃO BÁSICA)
c) Trata-se de uma proposta de reformulação da educação básica em
todo o país, que consiste em padronizar 60% dos conteúdos a serem
lecionados, a qual beneficiará, em grande medida, os grupos
empresariais responsáveis pela confecção de materiais didáticos a
serem distribuídos às escolas de todo o país.
d) Não se trata de uma padronização dos conteúdos da educação
básica, pois a Base Comum refere-se apenas a 60% dos conteúdos a
serem trabalhados, deixando os sistemas de ensino livres para
escolher os demais 40%
e) Trata-se de uma política que garante maior autonomia aos
docentes sobre os conteúdos a serem lecionados, uma vez que
define previamente a maior parte dos conteúdos de cada área de
ensino e estes devem somente aplicá-los em suas aulas.
5. (Ano: 2016/Banca: CESGRANRIO) As Diretrizes Curriculares
Nacionais, tal como o inscrito no documento Diretrizes
Curriculares Nacionais da Educação Básica do Ministério da
Educação, são diretrizes que estabelecem a base nacional comum
da Educação, definindo orientações sobre:

a) organização, articulação, desenvolvimento e avaliação das


propostas pedagógicas de todas as redes de ensino brasileiras.
b) organização, articulação e avaliação dos programas de expansão
da escolarização das redes públicas de ensino brasileiras. (PRIVADAS
TAMBÉM)
c) organização, atualização, acompanhamento e a avaliação do
desempenho docente de todas as redes de ensino brasileiras.
d) organização, atualização, reestruturação e a avaliação da rede
privada de ensino brasileira.(TODA EDUCAÇÃO BRASILEIRA)
e)organização, avaliação e acompanhamento do desempenho
acadêmico-profissional dos egressos das redes públicas de ensino.
¨6 – (FCC - 2012 – TJ/PE - Analista Judiciário - Pedagogo ) De acordo com a LDB
(Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), os Currículos dos Ensinos
Fundamental e Médio devem ser compostos por:

a) estratégias e metodologias descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, que


determinam como devem ser trabalhados os conteúdos por cada um destes
segmentos de ensino.
b) experiências e projetos desenvolvidos pelas redes municipais e estaduais de
educação, para que possam ser socializadas experiências e futuramente
incorporadas boas práticas em todas as unidades escolares do município e estado.
c) uma base nacional comum a ser complementada em cada sistema de ensino e
estabelecimento escolar e uma parte diversificada que considere as características
regionais, culturais e econômicas da clientela atendida.
d) uma base nacional comum que especifique os conteúdos mínimos a serem
trabalhados em cada componente curricular em todas as escolas.
e) conteúdos pertinentes a cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, não
havendo um modelo único a ser seguido, visto que a realidade educacional
brasileira é diferente em cada um dos estados e redes.
LDB, Art. 26. Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem
ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada
estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e
locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
7 - CS-UFG - 2016 – Prefeitura de Goiânia - PE II -
Português - A Base
Nacional Comum Curricular, que está sendo discutida
pela sociedade na atualidade, faz referência:

a) a um conjunto de normas disciplinares que devem guiar


as escolas municipais.
b) às diretrizes relativas ao que deve ser ensinado aos
professores nos programas de formação continuada.
c) ao conjunto de conhecimentos essenciais a que todo
estudante brasileiro deve ter acesso.
d) ao comportamento que deve ser assumido pelos
professores nas escolas brasileiras.

A Base Nacional Comum Curricular traz a parte curricular que deve ser
ofertada para todos os estudantes brasileiros.
8 - IMPARH - 2016 – Prefeitura de Fortaleza -
Professor - Pedagogo – O Ministério da
Educação (MEC), cumprindo as exigências
legais, propôs e encaminhou às escolas os
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e por
meio do próprio MEC, coube à União o
estabelecimento de conteúdos mínimos, que
foram denominados:
a) Globalização.
b) Parte Diversificada.
c) Valorização Cultural.
d) Base Nacional Comum.
9 – IF-PA - 2016 – Auxiliar em Assuntos Educacionais – Desde a publicação da Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional se discutem formas de melhoria da
educação brasileira, num processo de construção constante. Recentemente, a
Base Nacional Comum Curricular vem sendo amplamente debatida, com a
capacidade de contribuição de professores, especialistas e da sociedade civil. A
Base Nacional Comum Curricular tem como objetivo:

a) coibir a doutrinação ideológica que ocorre na maior parte das escolas


brasileiras, uma vez que cria uma Base obrigatória a ser ministrada pelo
professor.
b) engessar o trabalho do professor, buscando mecanismos de controle de
conteúdo e metodologias de ensino.
c) definir conteúdos essenciais a todos os estudantes brasileiros, impedindo o
professor de ministrar conteúdos que não constem na Base.
d) definir conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes têm direito a
ter acesso e se apropriar.
e) criar uma base de conteúdos essenciais ao povo brasileiro, com objetivo de
homogeneizar a cultura do país, diminuindo a desigualdade regional.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição 1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado
Federal, 1988.

BRASIL.Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação


Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, v. 11, 2015.

BRASIL. Ministério da Educação, Secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e


Inclusão. Conselho Nacional da Educação. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da
Educação. MEC, SEB, DICEI, 2010.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – BNCC 3ª versão. Brasília, DF,
2017.

BRASIL. Lei nº 13.500, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá
outras providências.

MARSHALL, T. Cidadania, classe social e status. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

CURY, C.R.J. Direito à educação: direito à igualdade, direito à diferença. Caderno de pesquisa,
n.116, p. 245-262, jun.2002.

BRANDÃO, C. Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Abril Cultura; Brasiliense, 1985