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D I S C I P L I N A Geometria Analítica e Números Complexos

Produto vetorial e produto misto

Autores

Cláudio Carlos Dias

Neuza Maria Dantas

aula

12
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Divisão de Serviços Técnicos


Catalogação da publicação na Fonte. UFRN/Biblioteca Central “Zila Mamede”

Dias, Cláudio Carlos.


Geometria analítica e números complexos / Cláudio Carlos Dias, Neuza Maria Dantas. – Natal, RN :
EDUFRN, 2006.

320 p. : il

1. Geometria analítica plana. 2. Geometria analítica espacial. 3. Números complexos. I. Dantas,


Neuza Maria. II. Título.

ISBN 978-85-7273-331-1 CDU 514.12


RN/UF/BCZM 2006/88 CDD 516.3

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser utilizada ou reproduzida sem a autorização expressa da UFRN -
Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Apresentação

N
a aula passada (aula 11 – Produto escalar), tratamos do produto escalar de vetores
no plano e no espaço que associava a cada par de vetores um número real. Nesta
aula, você vai estudar o produto vetorial que associa a cada par de vetores no espaço
um outro vetor no espaço, ortogonal a esse par. Em seguida, introduziremos o produto
misto que associa a cada terno de vetores no espaço um número real obtido, fazendo uma
combinação dos produtos vetorial e escalar.

Objetivos
Ao término desta aula, espera-se que você seja capaz de usar
o produto vetorial na solução de problemas geométricos,
bem como utilizar o produto misto para cálculo de volumes
de paralelepípedos.

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 1


Produto vetorial
A introdução do produto vetorial é motivada pelo fato de que, para a solução de vários
problemas em Geometria, é necessário encontrar um vetor ortogonal a dois outros vetores
não colineares u e v dados.
Como achar, então, um terceiro vetor w ortogonal a ambos? A resposta a essa pergunta,
do ponto de vista geométrico, é bem simples, pois basta tomar o plano determinado pelas duas
retas que contêm os vetores u e v, em seguida, considerar uma terceira reta perpendicular a
esse plano. Agora, basta escolher um vetor w sobre essa reta com a mesma origem de u e
v. Veja a ilustração na figura a seguir.

Figura 1 – Um vetor w perpendicular a dois vetores u e v

Do ponto de vista algébrico, a pergunta anterior é dada nos cálculos a seguir. Você vai
observar que os cálculos são extensos, mas são meras repetições de contas simples, tais
como multiplicar uma equação por um número e somar ou subtrair duas equações membro
a membro. Senão vejamos, para que w seja ortogonal a u e v, lembre-se da aula 11 (Produto
escalar), devemos ter os produtos escalares de w por u e v nulos, ou seja,
 
 

Se            e 


 , usando a definição de produto escalar,
temos que
    

{      
(I)

Observe que queremos determinar x, y e z. Para tanto, multiplicamos a primeira


equação do sistema (I) por f e a segunda por c para obter

       
     

2 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos


Agora, subtraindo a segunda equação anterior da primeira, o termo que contém z desaparece
e ficamos com        . Colocando x e y em evidência, ficamos com

       (II)

Desse modo, fica eliminada a incógnita z.

Vamos proceder como anteriormente para eliminarmos a incógnita y. Para tanto,


multiplicaremos a primeira equação do sistema (I) por e; e a segunda por b, para obter

{
    

     
Como fizemos anteriormente, subtraindo a segunda equação da primeira, o termo que
contém y desaparece e ficamos com

        (III)

Agora, para eliminarmos a incógnita x do sistema (I), multiplicamos a primeira equação


por d e a segunda por a, ficando com

{
    

     
Subtraindo a segunda equação anterior da primeira, o termo que contém x desaparece e
ficamos com

        (IV)

Juntado as equações (II), (III) e (IV) num mesmo sistema, obtemos

{
      

        (V)

       

Chamaremos de A o coeficiente de x na primeira equação de (V), isto é, A = af { cd.


Observe que o coeficiente z na terceira equação é { (af { cd) = cd { af que é igual a
{ A. Faça agora B = bf { ce, que é o coeficiente de y na primeira equação, e observemos
que o coeficiente de z na segunda equação é ce { bf = { (bf { ce) = {B. Sendo agora
C =ae { bd o coeficiente de x na segunda equação, segue-se que o coeficiente de y na
terceira equação é bd { ae ={ (ae { bd)={C. Agora, com essas novas notações dos
coeficientes em termos de A, B e C, o sistema (V) pode ser reescrito como

{
   
  
(VI)
  

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 3


Observemos que uma solução da primeira equação do sistema (VI) feita tomando-se
x=Bey={A. Pois, substituindo esses valores na equação, ficamos com

Ax +By =AB { BA =0

Com os valores de x =B e y ={A, substituídos nas segunda e terceira equações


do sistema (VI), obtemos

{   
   

Atribuindo o valor C para z nas equações anteriores, vemos que

{ CB { Bz =CB { BC =0
{ CA + Az ={ CA + AC =0,

ou seja, z =C satisfaz às duas equações.

Resumindo, temos que x = B, y = { A e z = C é uma solução do problema


original, isto é,         são as coordenadas de um vetor
w ortogonal aos vetores      e      .

Desse modo,

         

Exemplo 1
Dados      e      calcule u u v.

Solução
Usando as notações anteriores para u e v , temos que

               .
Logo,

{
        
        
       

Donde       .


Veja a seguir, na Figura 2, suas representações.

4 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos


z
u x v
-5

2 u
1
1
1 3 y
2 v

Figura 2 – O produto vetorial        de      por     

É muito penoso memorizar a fórmula para o produto vetorial da forma como foi
apresentada. Fazendo uso de determinantes, vamos estabelecer um método de cálculo que
simplifique a memorização dessa fórmula.
Na aula 9 (Vetores no plano e no espaço tridimensional), mostramos que um vetor
qualquer      se escreve como      , sendo que     ,
     e      são vetores unitários na direção dos eixos coordenados.
Feito isso, se      e       são vetores que desejamos calcular seu
produto vetorial, procede-se ao cálculo simbólico de um determinante no qual aparecem na
primeira linha i, j, k, na segunda linha as coordenadas a, b, c de u e na terceira linha as
coordenadas d, e, f de v a saber


  


 

  

Resolvendo-se esse determinante de acordo com elementos da primeira linha,


multiplica-se i pelo determinante da matriz obtida eliminando-se a linha (primeira) e a coluna
(primeira) a que i pertence; em seguida, multiplica-se j pelo determinante da matriz que resta
quando se elimina a linha (primeira) e a coluna (segunda) a que j pertence, trocando-se o
sinal desse determinante; finalmente, multiplica-se k pelo determinante obtido, eliminando-
se a linha (primeira) e a coluna (terceira) a que k pertence.
Pelo que foi descrito anteriormente, temos

  
   
.
     
     
  

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 5


Mas,

     

      .
     

E essas são precisamente as coordenadas do vetor u u v.


Resumindo, temos que





              
      

  

Atividade 1
Calcule todos os produtos vetoriais envolvendo os vetores i,j,k

Atividade 2
Mostre que  e que 

Observação 1 – Você deve ter notado na atividade 1 que   ,


  ,  

6 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos


Isso acontece porque escolhemos , de modo que     formem
um sistema que satisfaz a “regra do saca-rolha”. Isso significa que, se
   é o ângulo entre u e v, e se acoplarmos um parafuso na origem
comum dos vetores e ortogonal a esses vetores, o sentido de  é o mesmo
sentido para onde aponta o parafuso quando se gira u para v através do ângulo
T entre eles. A figura a seguir ilustra essa situação.

uxv v

(a) vxu (b)

Figura 3 – 3a) Ao ser girado de u para v, o parafuso está sendo desapertado, logo ele está subindo, isto é, está
apontando para cima. 3b) Ao ser girado de v para u, o parafuso está sendo apertado, logo ele está
descendo, isto é, está apontando para baixo.

Na atividade 1, você deve ter comprovado essa regra.


Uma propriedade importante do produto vetorial é a distributividade, ou seja,
       . Para confirmamos isso, sejam      ,

      e       então


  

.
      

            

Segundo uma propriedade dos determinantes, esse determinante é a soma dos seguintes
determinantes

   


   e   

       

O primeiro representa  e o segundo representa . Isso confirma que


       .

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 7


Atividade 3

Comprove a distributividade anterior com um exemplo particular de vetores


u, v e w.

Um fato interessante é que a norma de  pode ser dada em termos das normas de
u e v do produto escalar de u por v. Mas, precisamente,

       

Para que isso seja verificado, lembremos que se       e      , então,

                .

Desse modo,

                     .

Desenvolvendo as diferenças ao quadrado, ficamos com

                           

Por outro lado,


 
                         .

Desenvolvendo os quadrados das somas e tendo eliminado os termos semelhantes, obtemos,

                 

Essa expressão é a mesma, com exceção da ordem das parcelas, que a encontrada para
 . Donde se conclui que

       

8 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos


Seja agora T o ângulo entre u e v, como      e    , a
fórmula anterior pode ser escrita como


                  

Ou seja,
  ,

uma vez que T , caso em que sen T!

Ora,   , representa a área do paralelogramo determinado


por u e v uma vez que sua base é e a sua altura é  (lembre-se de que
“cateto oposto”
 ), conforme ilustrado na figura a seguir.
“hipotenusa”

v
||v|| sen
||
||v

u
||u||

Figura 4 – A área do paralelogramo determinado por u e v  

Como   representa a área do paralelogramo determinado por u e v, isso pode ser


utilizado para cálculo de áreas de triângulos no espaço, conhecidos os seus vértices.

Exemplo 2
Determine a área do triângulo com vértices        e   .

Solução
A área solicitada do triângulo é a metade da área do paralelogramo determinado pelos
 
vetores  e  como na figura seguinte.

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 9


z

3 R

1 Q
P
1 2 Y
1

Figura 5 – A área do triângulo com vértices        e   

 

Nesse caso, a área do triângulo é   . Sendo

   
      e       então          Desse modo, a

área procurada é  .


Observação 2 – Lembramos que o produto vetorial  foi definido a partir


das coordenadas de u e v. Isso nos leva a pensar que esse produto depende
do sistema de coordenadas fixado. Mas, isso não acontece, uma vez que
mostramos que seu comprimento é      , sua direção é a
direção ortogonal a u e v, seu sentido é determinado pela regra do saca-rolha
e esses fatos não dependem do sistema de coordenadas.

O exemplo dado a seguir mostra que não vale a lei do corte para o produto vetorial, ou
seja, é possível ter   sem que  seja igual a  .

Exemplo 3
A Figura 6 ilustra vetores   e  com     , sendo .
Para tanto, são tomados vetores u, v e w em um mesmo plano com  , onde T
é o ângulo entre u e v e {Té o ângulo entre u e w.

10 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos


w v

180º-

uxv = u xw

Figura 6 – Exemplo em que   com   

Observe que    é     o  . Como


 e   o  , então,  e  têm o mesmo comprimento.
Esses vetores também têm a mesma direção, pois são ortogonais ao plano que contém u, v
e w, pela regra do saca-rolha, eles têm também o mesmo sentido. Esses fatos nos permitem
concluir que     no entanto,   .
Obtivemos anteriormente que

  ,

logo
      .

Isso diz que  e  têm o mesmo comprimento, como são ambos ortogonais a u
e v, segue-se que elas têm a mesma direção, logo, pela regra do saca-rolha,     ,
isto é, são de sentido contrário. Esse fato pode ser também visto geometricamente conforme
ilustrado na figura que segue.

u xv

u
v xu

Figura 7 –    

A Figura 7 indica que, quando você vai de u para v através do ângulo To vetor aponta para
cima e quando você vai de v para u o vetor aponta conforme diz a “regra do saca-rolha”.

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 11


Atividade 4
Tomando      , verifique que
       
o que confirma que o produto vetorial não é associativo.

Observação 3 – Note que, para qualquer número real  , os vetores   


  têm o mesmo comprimento dado por  
  e     
 a
mesma direção (ortogonal a u e v) e o mesmo sentido (verifique considerando
   . Para  , são todos nulos, isso nos permite concluir que para
qualquer número real e quaisquer vetores u e v, tem-se
    
    
 .

Exercícios

Calcule a área do paralelogramo determinado por u e v em que


1  
   e   
  


Sejam   
  
  
  
   
   e  
  

2 Calcule

a)      

b)  

c)     

d)     
Dados os vetores u e v mostre que             
3 Conclua que   
              
        


12 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos


Se u e v são vetores não colineares, represente por uma figura os
4 vetores     e    

Se u, v e w são vetores dois a dois ortogonais, mostre que


5                

Produto misto

P
ara vetores v e w no espaço, sabemos que seu produto vetorial v u w ainda é um
vetor no espaço. Desse modo, dado um terceiro vetor u, também no espaço, pode-
se fazer o produto escalar de u por v u w, obtendo-se um número real. Esse produto
é dito o produto misto dos vetores u, v, e w, que é representado por   .
Como nos casos de produto escalar e produto vetorial, é importante saber calcular esse
produto em termos das coordenadas dos vetores dados. É o que faremos a seguir. Sejam
            e       em termos de determinantes, temos

 
     


          

Desse modo,

     
     
        
        

Entretanto, essa expressão é o desenvolvimento do seguinte determinante



 


   

   

seguindo os elementos da primeira linha. Pode-se concluir que



  


       

    

Convém notar que, como        então,           

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 13


Mostraremos agora que o valor absoluto do produto misto, a saber    ,
tem uma interpretação geométrica bastante interessante. Esse valor absoluto representa o
volume do paralelepípedo determinado por u, v, e w, descrito na figura a seguir.

Figura 8 – Paralelepípedo determinado pelos vetores u, v, e w

Para confirmar esse fato, lembremos que o volume de um paralelepípedo é dado multiplicando
a área da base pela sua altura. No nosso caso, sabemos que a área da base é a área do paralelogramo
determinado por v e w, a qual é  , como mostrado no parágrafo anterior.
Para determinação da altura h desse paralelepípedo, chamamos de Mo ângulo entre os
vetores e  . Observe que  . Veja isso na figura seguinte.

vxw
u
h= ||u|| cos
||u||

||v xw|| v

Figura 9 – O volume do paralelepípedo determinado por u, v, e w

Caso seja o   o , então, cos M é negativo e devemos ter  
uma vez que   o .
Como vimos na aula 10 (Vetores no plano e no espaço tridimensional), se Mé o ângulo
entre e  , temos que
        
 

=“área da base”.”altura”,
que é o que queríamos mostrar.

14 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos


Continuando os exercícios

Obtenha o volume do paralelepípedo determinado pelos vetores


6  
  
      .
   e   

Determine as áreas das faces laterais do paralelepípedo da questão 6.


7
Sejam u, v, e w vetores tais que      . Use propriedades
8 dos determinantes para encontrar    e    .

Resumo
Nesta aula, você estudou os produtos vetorial e misto. Viu que o comprimento
do produto vetorial de dois vetores representa a área do paralelogramo
que eles determinam. Enquanto o valor absoluto do produto misto de três
vetores representa o volume do paralelepípedo por eles determinado. Foi
mostrado também que para o produto vetorial não vale a associatividade, a
comutividade nem a lei do corte.

Auto-avaliação
Se u, v e w são vetores não nulos no espaço , sendo dois a dois ortogonais, conclua que
1       são múltiplos escalares de w,v e u, respectivamente. Conclua
que                 e        

Encontre um vetor u perpendicular ao plano determinado pelos três pontos


2           .

Encontre a área do triângulo cujos vértices são os pontos P, Q e R do item 2 dessa


3 auto-avaliação.

Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos 15


A distância de um ponto B a um plano é o comprimento do segmento AB em

4 que A está sobre o plano e  é perpendicular a esse plano. Determine a
distância da origem ao plano do item 2 anterior o qual é a componente ortogonal

de  sobre u.

Sugestões para resolução dos exercícios

1. A área do paralelogramo é dado por  .

2. Faça primeiro o cálculo das operações entre parênteses para, em seguida, efetuar a
outra operação.

3. Use a propriedade distributiva do produto vetorial em relação à soma. Para concluir, note
que u e v são ortogonais a  .

4. Desenhe primeiro  , que é perpendicular a u e v, para em seguida desenhar


  e  . Note que o segundo é perpendicular a u e (u uv).

5. Observe que u u v é ortogonal a u e v; por hipótese, w também é, donde  e  são


colineares. O mesmo raciocínio se aplica para mostrar que        .

6. O volume do paralelepípedo é dado por     .

7. As faces opostas têm áreas iguais, logo, basta calcular as áreas dos paralelogramos
determinados por u e v, u e w, v e w, as quais são dadas, respectivamente, por
    e   .

8. A propriedade dos determinantes a ser usada é a que diz que, ao se trocar duas linhas
vizinhas de um determinante, este muda de sinal, isto é, será multiplicado por -1.

Referências
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre:
Bookman, 2001.

SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Mcgraw – Hill, 1987. 2v.

16 Aula 12 Geometria Analítica e Números Complexos