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R E S O L V E N D O Q U E S T
R E S O L V E N D O
Q U E S T Õ E S
O B J E T I V A S
-
T E O R I A S
D A
A P R E N D I Z A G E M ,
C O N H E C I M E N T O S
E S P E C Í F I C O S
E M
L E G I S L A Ç Õ E S ,
A V A L I A Ç Õ E S
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L A R G A
E S C A L A ,
E S P E C I A L ,
P O L Í T I C A S
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T E C N O L O G I A S
E D U C A Ç Ã O
A S S I S T I V A S E
T E O R I A S
D O
C U R R Í C U L O

AVALIAÇÃO EMANCIPATÓRIA

A Avaliação Emancipatória acontece de forma contínua, participativa, e

tem um caráter investigativo, diagnóstico.Tem por objetivo conhecer os

saberes dos alunos, avaliar de onde começar o trabalho (do professor), identificar os melhores caminhos para promover a aprendizagem, verificar a eficácia ou não da construção de conhecimentos (se os alunos estão "aprendendo" conforme as metas estabelecidas),

promover mudanças, se necessário, na prática educativa do professor,

conhecer as particularidades de cada educando, intervir, agir e redefinir metas e/ou objetivos a fim de acompanhar as necessidades/desenvolvimento de cada turma, valorizando cada passo e cada avanço dos indivíduos participantes do processo de construção da

aprendizagem.A avaliação emancipatória valoriza o educando e sua construção pessoal de conhecimentos, independente "dos outros" estudantes da turma, tornando-o mais consciente de suas possibilidades, de seus limites e finalidades.Acredito que a avaliação em nossa escola poderia apresentar melhorias se conseguíssemos, efetivamente, apropriarmo-nos dos conceitos e processos da avaliação emancipatória e, então, pudéssemos colocá-la, com qualidade e responsabilidade, em prática.

processos da avaliação emancipatória e, então, pudéssemos colocá-la, com qualidade e responsabilidade, em prática.
processos da avaliação emancipatória e, então, pudéssemos colocá-la, com qualidade e responsabilidade, em prática.

INATISMO

INATISMO • inatismo • substantivo masculino • • FILOSOFIA • 1. doutrina que afirma o caráter

inatismo

substantivo masculino

FILOSOFIA

1.

doutrina que afirma o caráter inato das ideias no homem, sustentando que independem daquilo que ele experimentou e percebeu após o seu nascimento.

2.

LINGÜÍSTICA

na teoria gerativa, hipótese segundo a qual a estrutura da

linguagem estaria inscrita no código genético da natureza

humana e seria ativada pelo meio após o nascimento do homem.

CELESTIN FREINET

Fundou o movimento da escola moderna. O movimento pedagógico fundado por ele caracteriza-se por sua dimensão social, evidenciada pela defesa de uma escola centrada na criança, que é vista não como um indivíduo isolado, mas fazendo parte de uma comunidade. A escola por ele concebida é vista como elemento ativo de mudança social e é também popular por não marginalizar as crianças das classes menos favorecidas.

elemento ativo de mudança social e é também popular por não marginalizar as crianças das classes
elemento ativo de mudança social e é também popular por não marginalizar as crianças das classes

PSICANÁLISE

Criada por Sigmung Freud (1856 1939).

Procura descobrir as origens mentais dos comportamentos e patologias.

Caso Ana O.

Divulgou a noção de motivação inconsciente.

origens mentais dos comportamentos e patologias. ● Caso Ana O. ● Divulgou a noção de motivação
origens mentais dos comportamentos e patologias. ● Caso Ana O. ● Divulgou a noção de motivação

PSICANÁLISE

PSICANÁLISE
PSICANÁLISE

INDAGAÇÕES SOBRE O CURRÍCULO -

NILMA LINO GOMES

INDAGAÇÕES SOBRE O CURRÍCULO - NILMA LINO GOMES
INDAGAÇÕES SOBRE O CURRÍCULO - NILMA LINO GOMES

DIRETRIZES NACIONAIS PARA A

EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012

Art. 3º A Educação em Direitos Humanos, com a finalidade de promover a

educação para a mudança e a transformação social, fundamenta-se nos seguintes

princípios:

I - dignidade humana;

II - igualdade de direitos;

III - reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades;

IV - laicidade do Estado;

V - democracia na educação;

VI - transversalidade, vivência e globalidade; e

VII - sustentabilidade socioambiental.

na educação; ● VI - transversalidade, vivência e globalidade; e ● VII - sustentabilidade socioambiental.
na educação; ● VI - transversalidade, vivência e globalidade; e ● VII - sustentabilidade socioambiental.

DIRETRIZES NACIONAIS PARA A

EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012

Art. 7º A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos

Humanos na organização dos currículos da Educação Básica e da Educação Superior poderá

ocorrer das seguintes formas:

I - pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos

e tratados interdisciplinarmente;

II - como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no

currículo escolar;

III - de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.

Parágrafo único. Outras formas de inserção da Educação em Direitos Humanos

poderão ainda ser admitidas na organização curricular das instituições educativas desde que

observadas as especificidades dos níveis e modalidades da Educação Nacional.

AÇÕES AFIRMATIVAS

Ações afirmativas são atos ou medidas especiais e temporárias, tomadas ou determinadas pelo

estado, espontânea ou compulsoriamente, com os

objetivos de eliminar desigualdades historicamente acumuladas, garantir a igualdade de oportunidades e tratamento, compensar

perdas provocadas pela discriminação e

marginalização decorrentes de motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros. Em suma, ações afirmativas visam combater os efeitos

acumulados em virtude das discriminações ocorridas no passado

Em suma, ações afirmativas visam combater os efeitos acumulados em virtude das discriminações ocorridas no passado
Em suma, ações afirmativas visam combater os efeitos acumulados em virtude das discriminações ocorridas no passado

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO

BÁSICA - SAEB

O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) é composto por um

conjunto de avaliações externas em larga escala que permitem ao Inep realizar

um diagnóstico da educação básica brasileira e de alguns fatores que possam

interferir no desempenho do estudante, fornecendo um indicativo sobre a

qualidade do ensino ofertado.

o

As médias de desempenho do Saeb, juntamente com os dados sobre aprovação, obtidos no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

o

PROGRAMME FOR INTERNATIONAL

STUDENT ASSESSMENT (PISA)

O Programme for International Student Assessment (Pisa) Programa Internacional de Avaliação de Estudantes é uma iniciativa de avaliação comparada, aplicada de forma amostral a estudantes matriculados a partir do 7º ano do ensino fundamental

na faixa etária dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término

da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países.

O objetivo do Pisa é produzir indicadores que contribuam para a discussão da qualidade da educação nos países participantes, de

modo a subsidiar políticas de melhoria do ensino básico.A

avaliação procura verificar até que ponto as escolas de cada país participante estão preparando seus jovens para exercer o papel de

cidadãos na sociedade contemporânea.

As avaliações do Pisa acontecem a cada três anos e abrangem três

áreas do conhecimento Leitura, Matemática e Ciências.

do Pisa acontecem a cada três anos e abrangem três áreas do conhecimento – Leitura, Matemática
do Pisa acontecem a cada três anos e abrangem três áreas do conhecimento – Leitura, Matemática

A AVALIAÇÃO NACIONAL DA

ALFABETIZAÇÃO (ANA)

A

Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) é uma avaliação

externa que objetiva aferir os níveis de alfabetização e

letramento em Língua Portuguesa (leitura e escrita) e Matemática dos estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas.As provas aplicadas aos alunos forneceram três resultados: desempenho em leitura, desempenho em

matemática e desempenho em escrita.

Além dos testes de desempenho, que medem a proficiência dos estudantes nessas áreas, a ANA apresenta em sua primeira edição as seguintes informações contextuais: o Indicador de Nível Socioeconômico e o Indicador de Formação Docente da escola.

A

ANA é censitária, portanto, será aplicada a todos os alunos

matriculados no 3º ano do Ensino Fundamental. No caso de

escolas multisseriadas, será aplicada a uma amostra.A aplicação

e a correção serão feitas pelo INEP. Considera-se apropriado

que o professor regente de classe esteja presente à aplicação.

serão feitas pelo INEP. Considera-se apropriado que o professor regente de classe esteja presente à aplicação.
serão feitas pelo INEP. Considera-se apropriado que o professor regente de classe esteja presente à aplicação.

A AVALIAÇÃO NACIONAL DA

EDUCAÇÃO BÁSICA

(ANEB)

A Avaliação Nacional da Educação Básica Aneb utiliza os mesmos instrumentos da Prova Brasil / Anresc e é aplicado com a mesma periodicidade. Diferencia-se por abranger, de forma amostral, escolas e alunos das redes públicas e privadas do País que não atendem aos critérios de participação da Anresc/Prova Brasil, e que pertencem as etapas finais dos três últimos ciclos da Educação Básica:em áreas urbanas e rurais 5º ano (4ª série) e 9º ano (8ª

série) do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio regular. Essa avaliação amostral, em conjunto com a

realizada de forma censitária pela Anresc, permite manter as características, os objetivos e os procedimentos da

avaliação da educação básica efetuada até 2003 pelo Saeb, tendo como foco avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação básica brasileira. Os resultados das etapas e dependências administrativas avaliadas exclusivamente pela Aneb são apresentados por regiões geográficas e unidades da federação.

As escolas são selecionadas de forma probabilística (por sorteio), considerando os estratos de interesse da

avaliação:

Dependência administrativa (pública [federal, estadual e municipal e privada)

Unidade da Federação (estados)

Localização (urbana e rural)

Área (Capital e interior)

Porte da escola (pequena: 1 ou 2 turmas, grande: 3 ou mais turmas)

(urbana e rural) • Área (Capital e interior) • Porte da escola (pequena: 1 ou 2
(urbana e rural) • Área (Capital e interior) • Porte da escola (pequena: 1 ou 2

EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO

DE ESTUDANTES (ENADE)

O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação, em relação aos conteúdos programáticos, habilidades e competências adquiridas em sua formação. O exame é obrigatório e a situação de regularidade do estudante no Exame deve constar em seu histórico escolar.A primeira

aplicação do Enade ocorreu em 2004 e a periodicidade máxima da

avaliação é trienal para cada área do conhecimento.

O objetivo do Enade é avaliar o desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação, o desenvolvimento de competências e habilidades

necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, e o nível

de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial,

integrando o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

O Sinaes é composto também pelos processos de Avaliação de Cursos de

Graduação e de Avaliação Institucional que, junto com o Enade, formam

um tripé avaliativo, que permite conhecer a qualidade dos cursos e instituições de educação superior (IES) de todo o Brasil.

avaliativo, que permite conhecer a qualidade dos cursos e instituições de educação superior (IES) de todo
avaliativo, que permite conhecer a qualidade dos cursos e instituições de educação superior (IES) de todo

EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO

DE ESTUDANTES (ENADE)

O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação, em relação aos conteúdos programáticos, habilidades e competências adquiridas em sua formação. O exame é obrigatório e a situação de regularidade do estudante no Exame deve constar em seu histórico escolar.A primeira

aplicação do Enade ocorreu em 2004 e a periodicidade máxima da

avaliação é trienal para cada área do conhecimento.

O objetivo do Enade é avaliar o desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação, o desenvolvimento de competências e habilidades

necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, e o nível

de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial,

integrando o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

O Sinaes é composto também pelos processos de Avaliação de Cursos de

Graduação e de Avaliação Institucional que, junto com o Enade, formam

um tripé avaliativo, que permite conhecer a qualidade dos cursos e instituições de educação superior (IES) de todo o Brasil.

avaliativo, que permite conhecer a qualidade dos cursos e instituições de educação superior (IES) de todo
avaliativo, que permite conhecer a qualidade dos cursos e instituições de educação superior (IES) de todo

TECNOLOGIA ASSISTIVA

É uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que dão mais autonomia, independência e qualidade de vida a pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida.

dão mais autonomia, independência e qualidade de vida a pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida.
dão mais autonomia, independência e qualidade de vida a pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida.

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

CATEGORIAS

Auxílios para a vida diária

Nesta categoria estão materiais e produtos que têm como objetivo possibilitar a execução, com autonomia, de tarefas diárias como alimentação, higiene pessoal, manutenção dos ambientes em que se vive etc. por pessoas com deficiência.

CAA (CSA) - Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa

Os recursos de comunicação alternativa ou suplementar são dispositivos que possibilitam ou facilitam os processo comunicativos para pessoas com dificuldades de fala. São exemplos de

dispositivos utilizados com essa finalidade, as pranchas de comunicação com os sistemas de

pictogramas, como o PCS e o Bliss , os vocalizadores, e os softwares que desempenham as funções de um vocalizador.

pictogramas, como o PCS e o Bliss – , os vocalizadores, e os softwares que desempenham
pictogramas, como o PCS e o Bliss – , os vocalizadores, e os softwares que desempenham
pictogramas, como o PCS e o Bliss – , os vocalizadores, e os softwares que desempenham
pictogramas, como o PCS e o Bliss – , os vocalizadores, e os softwares que desempenham

CATEGORIAS

Recursos de acessibilidade ao computador

São recursos de acessibilidade ao computador, como equipamentos e softwares, que

facultam à pessoas com deficiência o uso desse dispositivo com autonomia. Estão nessa

categoria equipamentos, ou sistemas de processamento de dados, de entrada e saída de informações alternativos; como teclados modificados, acionadores de mouse,

aplicativos de varredura de tela e reconhecimento de movimentos, ou voz, como

comando, os leitores de tela braille ou com sintetização de voz, entre outros.

Sistemas de controle de ambiente

Esse tipo de tecnologia assistiva é representado por sistemas eletrônicos de controle

remoto que permitem que pessoas com dificuldades locomotoras gerenciem, por

exemplo, aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de segurança e climatização.

dificuldades locomotoras gerenciem, por exemplo, aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de segurança e climatização.
dificuldades locomotoras gerenciem, por exemplo, aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de segurança e climatização.
dificuldades locomotoras gerenciem, por exemplo, aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de segurança e climatização.
dificuldades locomotoras gerenciem, por exemplo, aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de segurança e climatização.

CATEGORIAS

Projetos arquitetônicos para acessibilidade

Nessa categoria estão todos os tipos de adaptações estruturais feitas em um ambiente com o

objetivo de torná-lo acessível a pessoas com alguma deficiência que tenham dificuldades locomotoras. São exemplos de projetos arquitetônicos para acessibilidade as rampas e elevadores como alternativas ao acesso pela escada e as adaptações em banheiros, como a colocação de barras laterais junto ao sanitário e a adequação da altura do lavabo.

Órteses e próteses

Órteses e próteses são aparelhos que ajudam a aprimorar os movimentos de pessoas que perderam algum de seus membros ou têm alguma dificuldade motora.As órteses são equipamentos que imobilizam ou auxiliam os movimentos de braços, pernas e mãos; e as

próteses, aparelhos que substituem, corrigem, ou ampliam uma função natural.

de braços, pernas e mãos; e as próteses, aparelhos que substituem, corrigem, ou ampliam uma função
de braços, pernas e mãos; e as próteses, aparelhos que substituem, corrigem, ou ampliam uma função
de braços, pernas e mãos; e as próteses, aparelhos que substituem, corrigem, ou ampliam uma função
de braços, pernas e mãos; e as próteses, aparelhos que substituem, corrigem, ou ampliam uma função

CATEGORIAS

Adequação postural

A categoria "adequação postural" abrange adaptações que proporcionam conforto,

estabilidade, suporte e posicionamento adequado a pessoas com dificuldades motoras ou com movimentação involuntária, por exemplo. Almofadas, acentos e encostos anatômicos, e contensores são exemplos de tecnologias assistivas classificadas nessa

categoria.

Auxílios de mobilidade

Como auxílio de mobilidade estão categorizados equipamentos que facilitam a locomoção de pessoas com deficiência. Exemplos desse tipo de tecnologia assistiva são

as cadeiras de rodas, manuais ou motorizadas, os andadores e as scooters de três

rodas.

tipo de tecnologia assistiva são as cadeiras de rodas, manuais ou motorizadas, os andadores e as
tipo de tecnologia assistiva são as cadeiras de rodas, manuais ou motorizadas, os andadores e as
tipo de tecnologia assistiva são as cadeiras de rodas, manuais ou motorizadas, os andadores e as
tipo de tecnologia assistiva são as cadeiras de rodas, manuais ou motorizadas, os andadores e as

CATEGORIAS

Auxílios para pessoas cegas ou com visão subnormal

Essa categoria abrange qualquer equipamento capaz de possibilitar a apreensão de informações para pessoas cegas ou com baixa visão; como lupas, lentes, braille, aparelhos com sintetizadores de voz, grandes telas de impressão e sistemas de TV com aumento para leitura de documentos.

Auxílios para pessoas surdas ou com déficit auditivo

Essa categoria abrange qualquer equipamento capaz de possibilitar a apreensão de informações para

pessoas surdas ou com baixa audição.Aparelhos para surdez, telefones com teclado teletipo (TTY) e

sistemas com alerta táctil-visual são exemplos de tecnologias assistivas classificadas nessa categoria.

Adaptações em veículos

Nessa categoria estão classificadas modificações e adaptações que permitem o uso autônomo de veículos

automotores, para transporte pessoal, por pessoas com alguma deficiência física ou mobilidade reduzida.

Alavancas adaptadas na direção e elevadores para cadeira de rodas são exemplos desse tipo de tecnologia assistiva.

Alavancas adaptadas na direção e elevadores para cadeira de rodas são exemplos desse tipo de tecnologia
Alavancas adaptadas na direção e elevadores para cadeira de rodas são exemplos desse tipo de tecnologia
Alavancas adaptadas na direção e elevadores para cadeira de rodas são exemplos desse tipo de tecnologia
Alavancas adaptadas na direção e elevadores para cadeira de rodas são exemplos desse tipo de tecnologia
Alavancas adaptadas na direção e elevadores para cadeira de rodas são exemplos desse tipo de tecnologia
Alavancas adaptadas na direção e elevadores para cadeira de rodas são exemplos desse tipo de tecnologia

LBB 9394/96

TÍTULO I

Da Educação

Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

§ 1º Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.

§ 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.

instituições próprias. • § 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à
instituições próprias. • § 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à

LBB 9394/96

TÍTULO V

Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino

CAPÍTULO I

Da Composição dos Níveis Escolares

Art. 21.A educação escolar compõe-se de:

I - educação básica, formada pela educação infantil, ensino

fundamental e ensino médio;

II - educação superior.

I - educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio ; II -
I - educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio ; II -

LBB 9394/96

TÍTULO VI

Dos Profissionais da Educação

Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível

superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para

o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental,

a oferecida em nível médio, na modalidade normal.

(Redação dada pela lei nº 13.415, de 2017)

do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal. (Redação dada pela lei nº
do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal. (Redação dada pela lei nº

LBB 4024/61

TÍTULO II

Do Direito à Educação

Art. 2º A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola.

Parágrafo único. À família cabe escolher o gênero de educação que deve dar a seus filhos.

Art. 3º O direito à educação é assegurado:

I - pela obrigação do poder público e pela liberdade de iniciativa particular de ministrarem o ensino em todos os graus, na forma de lei em vigor;

II - pela obrigação do Estado de fornecer recursos indispensáveis para que a família e, na falta

desta, os demais membros da sociedade se desobriguem dos encargos da educação, quando provada a insuficiência de meios, de modo que sejam asseguradas iguais oportunidades a todos.

da educação, quando provada a insuficiência de meios, de modo que sejam asseguradas iguais oportunidades a
da educação, quando provada a insuficiência de meios, de modo que sejam asseguradas iguais oportunidades a

LBB 4024/61

Art. 29. Cada município fará, anualmente, a chamada da população escolar de sete anos de idade, para matrícula na escola primária.

Parágrafo único. Constituem casos de isenção, além de outros previstos em lei:

a)

b)

c)

d)

comprovado estado de pobreza do pai ou responsável;

insuficiência de escolas;

matrícula encerrada;

doença ou anomalia grave da criança.

de pobreza do pai ou responsável; insuficiência de escolas; matrícula encerrada; doença ou anomalia grave da
de pobreza do pai ou responsável; insuficiência de escolas; matrícula encerrada; doença ou anomalia grave da

LBB 5692/71

Art. 7º Será obrigatória a inclusão de Educação Moral e Cívica, Educação Física, Educação Artística e Programas de Saúde nos currículos plenos dos estabelecimentos de lº e 2º graus, observado quanto à primeira o disposto no Decreto-Lei n. 369, de 12 de setembro de 1969.

de lº e 2º graus , observado quanto à primeira o disposto no Decreto-Lei n. 369,
de lº e 2º graus , observado quanto à primeira o disposto no Decreto-Lei n. 369,

LBB 5692/71

CAPÍTULO I

Do Ensino de 1º e 2º graus

Art. 1º O ensino de 1º e 2º graus tem por objetivo geral proporcionar

ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas

potencialidades como elemento de auto-realização, qualificação para o

trabalho e preparo para o exercício consciente da cidadania.

como elemento de auto-realização, qualificação para o trabalho e preparo para o exercício consciente da cidadania.
como elemento de auto-realização, qualificação para o trabalho e preparo para o exercício consciente da cidadania.

LBB 9394/96

TÍTULO II

Dos Princípios e Fins da Educação Nacional

Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso
ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso

I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;

III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;

IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;

V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;

VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;

VII - valorização do profissional da educação escolar;

VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;

IX - garantia de padrão de qualidade;

X - valorização da experiência extra-escolar;

XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

XII - consideração com a diversidade étnico-racial.

XIII - garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida.

(Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)

(Incluído pela Lei nº 13.632, de 2018)

LBB 9394/96

TÍTULO III

Do Direito à Educação e do Dever de Educar

Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado

mediante a garantia de:

Art. 5o O acesso à educação básica obrigatória é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária,

organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída e,

ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)

e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo. (Redação dada pela Lei nº
e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo. (Redação dada pela Lei nº

DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO

DE 2005

REGULAMENTA A LEI Nº 10.436, DE 24 DE

ABRIL DE 2002,

CAPÍTULO III

DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LIBRAS

E DO INSTRUTOR DE LIBRAS

FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LIBRAS E DO INSTRUTOR DE LIBRAS Art. 4º A formação de docentes

Art. 4º A formação de docentes para o ensino de Libras nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior deve ser realizada em nível superior, em curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras ou em Letras: Libras/Língua Portuguesa como segunda língua.

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO

DE 2009

Art. 13. São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado:

I identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias

considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial;

II elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;

III organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais;

IV acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum

do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola;

V estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade;

VI orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno;

VII ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, Promovendo autonomia e participação;

VIII estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos

recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias

que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.

HOMESCHOOLING

(12/09) o STF terminou com uma derrota parcial daqueles que

defendiam a constitucionalidade da prática. Por 9 votos a 1, o tribunal considerou que a educação domiciliar não deve ser admitida no país

enquanto o Congresso Nacional não editar uma lei que o regulamente.

educação domiciliar não deve ser admitida no país enquanto o Congresso Nacional não editar uma lei
educação domiciliar não deve ser admitida no país enquanto o Congresso Nacional não editar uma lei

LEI Nº 12.764, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

Art. 2o São diretrizes da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista:

I - a intersetorialidade no desenvolvimento das ações e das políticas e no atendimento à pessoa com transtorno do espectro

autista;

II

- a participação da comunidade na formulação de políticas públicas voltadas para as pessoas com transtorno do espectro autista

e

o controle social da sua implantação, acompanhamento e avaliação;

III - a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com transtorno do espectro autista, objetivando o diagnóstico precoce,

o atendimento multiprofissional e o acesso a medicamentos e nutrientes.

IV - (VETADO);

V - o estímulo à inserção da pessoa com transtorno do espectro autista no mercado de trabalho, observadas as peculiaridades da

deficiência e as disposições da Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente);

VI - a responsabilidade do poder público quanto à informação pública relativa ao transtorno e suas implicações;

VII - o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e responsáveis;

VIII - o estímulo à pesquisa científica, com prioridade para estudos epidemiológicos tendentes a dimensionar a magnitude e as características do problema relativo ao transtorno do espectro autista no País.

Parágrafo único. Para cumprimento das diretrizes de que trata este artigo, o poder público poderá firmar contrato de direito público ou convênio com pessoas jurídicas de direito privado.

TEORIAS TRADICIONAIS DO CURRÍCULO

CLÁSSICO OU PÓS-COLONIAL

Esta teoria analisa precisamente as obras literárias, buscando tanto as obras escritas do ponto de vista dominante, quanto do ponto de vista dominado. Nas primeiras, o objeto de análise é saber como as narrativas constroem o outro colonial, enquanto sujeito subalterno. " As narrativas imperiais são vistas como

parte do projeto de submissão dos povos colonizados"

(p.125 ). Na segunda análise, as obras literárias escritas por pessoas pertencentes aos grupos

colonizados são analisadas como narrativas de

resistência ao olhar e ao poder imperiais e eram desvalorizadas no currículo escolar.

analisadas como narrativas de resistência ao olhar e ao poder imperiais e eram desvalorizadas no currículo
analisadas como narrativas de resistência ao olhar e ao poder imperiais e eram desvalorizadas no currículo

TEORIAS TRADICIONAIS DO CURRÍCULO

TECNOCRÁTICO

Bobbitt propunha que a escola funcionasse da forma que qualquer outra empresa comercial ou

industrial. (…) queria que o sistema educacional fosse capaz de especificar precisamente que resultados pretendia obter, que pudesse estabelecer métodos para obtê-los de forma precisa e formas de mensuração que permitissem saber com precisão se eles foram realmente alcançados.

(…) queria transferir para a escola o modelo de organização proposto por Frederick Taylor. (…) a

educação deveria funcionar de acordo com princípios da administração proposto por Taylor .” ( Silva, p. 23 )

Formação para o trabalho.

de acordo com princípios da administração proposto por Taylor .” ( Silva, p. 23 ) Formação
de acordo com princípios da administração proposto por Taylor .” ( Silva, p. 23 ) Formação

TEORIAS DO CURRÍCULO

PROGRESSISTA

As matérias são colocadas à disposição do aluno, mas não são exigidas. São um instrumento a mais, porque importante é o conhecimento que resulta das experiências vividas pelo grupo, especialmente a vivência de mecanismos de participação crítica.Assim, os conteúdos propriamente ditos são os que resultam de necessidades e interesses manifestos pelo grupo e que não são, necessária nem indispensavelmente, as matérias de estudo.

e interesses manifestos pelo grupo e que não são, necessária nem indispensavelmente, as matérias de estudo.
e interesses manifestos pelo grupo e que não são, necessária nem indispensavelmente, as matérias de estudo.

CURRÍCULO PRESCRITO

Chamado também como currículo, formal, oficial e explícito, esse tipo de currículo prevê os conteúdos que vão ser trabalhados nas disciplinas e tem por

função oferecer ao pais uma base comum de educação como citada na LDB

9394/96.

trabalhados nas disciplinas e tem por função oferecer ao pais uma base comum de educação como
trabalhados nas disciplinas e tem por função oferecer ao pais uma base comum de educação como

CURRÍCULO REAL

• CURRÍCULO REAL

CURRÍCULO OCULTO

São todos os aspectos de um ambiente escolar, que não fazem parte do currículo prescrito nem real, mas que

contribuem para as aprendizagens sociais relevantes, o

que se aprende nesse currículo são atitudes comportamentos valores e orientações

O currículo oculto é representado pelas influências que afetam a aprendizagem dos alunos e o trabalho do professor provenientes da

experiência cultural, dos valores e significados

trazidos pelas pessoas de seu meio social e vivenciado na própria escola, ou seja, das praticas

e experiências compartilhadas em escola e

na sala de aula, (Libaneo, p. 172)”.

própria escola, ou seja, das praticas e experiências compartilhadas em escola e na sala de aula,
própria escola, ou seja, das praticas e experiências compartilhadas em escola e na sala de aula,