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SUMÁRIO

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Capítulo 1 - Prólogo: A teoria institucional e a perspectiva

do legislador 1

hilidade
'ur - universéllizador racional Introdução 1

ersais e particulares 1. Teoria institucional 3

2. A perspectiva do legislador 9

ele carga valorativa

Capítulo 2 - O Estado de Direito e o Caráter

Argumentativo do Direito 1 7

Introdução 17

1. Primeiro lugar-comum: o caráter argumentativo do Direito .. 19

2. Segundo lugar-comum: o Estado de Direito 21

3. Em direção à reconciliação 23

(a) Teorias Retóricas 23

(b) Teorias Procedimentais 28

(c) Leis 32

Capítulo 3 - Sobre o Silogismo Jurídico 43

Introdução 43

1. O silogismo jurídico 45

2. O Direito como algo sujeito a interpretação? 52

3. Uma diferença do common law? 5 9

4. Instituição e razão 64

Capítulo 4 - Em defesa do deducionismo 65

Introdução 65

1. Um Direito sem lacunas? 69

RlIÓRICA f O ESTADO DE D,REITO - fll MACCORMICK ELSEVIER EVLER

2. A objeção kelseniana 73 Capítulo 8 - Usando


3. Valor-verdade e fatos institucionais 81 Introdução ..
4. Qual lógica para os juristas? 90 1. Justificação na decisi
5. Uma o~jeção: classificar é também decidir 93 2. Legalismo na justific
6. A verdade e os procedimentos para determinação da verdade .. 95 3. Um modelo de ratio .
7. Avaliações na argumentação jurídica 97 4. f\ reconstrução mais
8. Predicados normativos? 100
9. Conclusão 101 Capítulo 9 - Sendo R
Introdução: su~jetividad

Capítulo 5 - Universais e Particulares 103 1. Por que "razoabilidac


Introdução 103 2. Interpretando a "raz,
1. Particularismo 104 3. Sobre o que é razoáv(
2. Universalizando elementos particulares 1 16 de fato ..
3. Universalização ou generalização 121
4. Universalização e indução: o pensamento causal 126 Capítulo 10 - Coerênci

5. A universalização na justificação 129 Introdução ..


1. Coerência Normativi
Capítulo 6 - Argumentação fundada em Conseqüências .. 135 (a) O significado da ,
Introdução 135 (b) Princípios e coerê
1. Armadilhas para os conseqüencialistas 138 exemplos .
2. Conseqüências como implicações - "conseqüências (c) Por que a coerênc
jurídicas" 139 2. Analogia e princípio:
3. Avaliação das conseqüências 149 3. Analogia e classifica(
4. Os valores do Direito 153
Capítulo 11 - Narrati~

Capítulo 7 - Argumentando sobre a Interpretação 161 Introdução ..


In trodução 161 1. Tempo e atividade .
1. Categorias de argumentos interpretativos 165 2. Tempo e narrativas.
2. Argumentos conflitantes e solução de conflitos 182 3. Narrativas e Direito:
3. A Interpretação no contexto da argumentação prática 184 4. Prova e coerência na
4. Classificação 187 5. A Distinção entre co
6. Coerência normativé

XXXVI
ELSEVIER ELSEYlER Sl)MARIO

....................................... 73
Capítulo 8 - Usando Precedentes 191

....................................... 81
Introdução 191

················· 90
1. Justificação na decisão jurídica 195

iecidir 93
2. Legalismo na justificação 198

eterminação da verdade.. 95
3. Um modelo de ratio 202

..................................... 97
4. A reconstrução mais racional? 204

.................................... 100

.................................... 101
Capítulo 9 - Sendo Razoável 213

Introdução: subjetividade e objetividade 213

"res 103
1. Por que "razoabilidade"? 223

103
2. Interpretando a "razoabilidade" 227

104
3. Sobre o que é razoável, e sobre se essa seria uma questão

res 116
de fato 234

.................................... 121

lento causal 126


Capitulo 10 - Coerência, Princípios e Analogias 247

................................... 129
Introdução 247

1. Coerência Normativa 249

em Conseqüências .. 1 35
(a) O significado da coerência 249

................................... 135
(b) Princípios e coerência na justificação: alguns

IS 138
exemplos 253

:onseqüências
(c) Por que a coerência justifica 263

................................... 139
2. Analogia e princípio: "desenvolvendo o Direito" 268

................................... 149
3. Analogia e classificação: entendendo corretamente 276

................................... 153

Capitulo 11 - Narrativas Jurídicas 279

l Interpretação ........ 1 6 1
Introdução 279

.................................. 161
1. Tempo e atividade
279
vos 165
2. Tempo e narrativas
282
·onflitos 182
3. Narrativas e Direito: casos 285

lentação prática 184


4. Prova e coerência narrativa
288
.................................. 187
5. A Distinção entre coerência narrativa e normativa
298
6. Coerência normativa como coerência narrativa?
303

XXXVII
RF.TÓRICA F. o ESTADO 0< DIREITO - N[IL MACCORMH"K ELSEVIER

Capítulo 12 -Argumentação sujeita a exceções (Arguing


Defeasibly) 3 07
Introdução 307
1. Pragmática e excepcionalidade 309
2. Pragmática e realismo 320
3. Defeasibility, poderes e instituições 322
4. Defeasibili(y de regras? 326

Capítulo 13 - Julgando equivocadamente? 329


Introdução 329
1. Sobre ques tões de opinião 33 1 INTRODUÇÃO
2. Precedentes e a teoria declara tória 339
'A prisão por tempo indef
3. Decisionismo: um exemplo 344 em qualquer país que ohs
4. Contra o decisionismo 351 ção que o processo penJI ~
5. Falibilidade judicial e O Estado de Direito 357 cionais precisam existir a

Essas palavras (pn


Apêndice - Entrevista com Neil MacCormick 363 questão um dos profundo
o Estado de Direito ser m.
Apêndice - Índice de Casos 3 77
gem do terrorismo e das
quais argumentos advogi
Índice Onomás tico 381
gumentos são testáveis di
cos e subjetivos, não pos:
Índice Remissivo 385
essas questões exige uma
tos jurídicos.
Este livro oferece li
ções apresentadas em mel
consideração críticas sigr
dendo ao trabalho de Oul

I A (FC) and others v Secretary of


Nicholls foi um dos oito (entre r
temente excepcionais para just:
suspeitos de terrorismo, em (ire
mesmas suspeitas não estariarr
ocupam um lugar importante en
nome mais fácil de lembrar qUI

Terrorismo".
XXXVIII

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