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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO – UEMA

NÚCLEO DE TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO – UEMANET


UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL-UAB

PÓLO CESPE PEDREIRAS-MA


CURSO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

PRINCIPAIS INDICADORES MACROECONÔMICOS DO BRASIL

PEDREIRAS – MA
2018
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO – UEMA
NÚCLEO DE TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO – UEMANET
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL-UAB

FRANCISCA SOUSA DAMASCENO GOMES


JANIEL RODRIGUES LUSTOSA
RAIZA JORDANIA SALVINO DE ALMEIDA
VALQUILENE LOPES DA SILVA

PRINCIPAIS INDICADORES MACROECONÔMICOS DO BRASIL

Trabalho apresentado ao curso de


Administração Pública, na disciplina de
Macroeconomia, como requisito avaliativo
para obtenção de notas

PEDREIRAS – MA
2018
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO – UEMA
NÚCLEO DE TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO – UEMANET
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL-UAB

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 3

2. REFERENCIAL TEÓRICO...................................................................................... 3

2.1 Economia ........................................................................................................... 3

2.2 Macroeconomia ................................................................................................. 4

2.3 Indicadores macroeconômicos .......................................................................... 5

2.3.1 Balança comercial ....................................................................................... 5

2.3.2. Índice de Desenvolvimento Humano – IDH................................................ 5

2.3.3. Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA .......................... 7

3. METODOLOGIA ..................................................................................................... 8

4. CONCLUSÃO ......................................................................................................... 8

5. REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 9
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1. INTRODUÇÃO

É de fundamental importância o entendimento da economia, principalmente


no que abrange o território nacional. Dessa forma, podemos observar que variações
no cenário macroeconômico brasileiro ocorrem diariamente, e estas variações
podem sem interpretadas a partir dos indicadores macroeconômicos existentes. O
estudo da macroeconomia faz enxergar eventos que podem afetar o dia a dia da
população.
Ainda neste âmbito, é de suma importância considerar a influência dos
governos na economia, que utilizam de políticas macroeconômicas para otimizar os
indicadores e o resultado do país como um todo. Este trabalho tem como objetivo
auxiliar na compreensão das variações dos indicadores macroeconômicos, tendo
como base as medidas adotadas por cada um de seus governantes.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Economia

A palavra economia vem do grego oikos e significa casa, lar, domicílio, meio
ambiente e nomos que significa lei, costume. Originalmente economia é a arte de
bem administrar a casa. Atualmente a economia é uma ciência que trata dos
estudos relacionados à produção, distribuição e consumo de bens e serviços.
(NOGUEIRA, 2015).
Portanto podemos observar que o termo economia está relacionada a
administração de atividades corriqueiras do nosso dia a dia, assim como afirma Hunt
(2005), que diz que a economia procura estudar os negócios comuns da vida da
humanidade.
Diferentemente do que muitas pessoas pensam, a economia não é uma
ciência exata, uma vez que a mesma busca entender o comportamento das pessoas
e as interações entre desejos e necessidades das mesmas, bem como entender sua
relação com os demais agentes econômicos. Dessa forma podemos entender a
economia como uma ciência social que visa a compreensão das necessidades
humanas, para proporcionar um equilíbrio entre tais necessidades e desejos com os
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recursos disponíveis, uma vez que os recursos disponíveis são escassos e não se
pode atender as necessidades humanas por completo, dessa forma cabe aos
agentes econômicos escolher as prioridades a serem atendidas no momento.
Entende-se que para tais decisões a respeito dessas escolhas, a economia
se divide em duas grandes áreas que são: a microeconomia e macroeconomia. A
primeira atua observando vários fatores econômicos de maneira mais individual,
sendo que a segunda analisa e examina de forma mais abrangente a estrutura e
funcionamento da economia de um país. Observa-se que entender essas duas
áreas da economia ajuda não somente a compreender como os mercados
funcionam, mas também como tomar decisões baseadas nas informações
fornecidas através dos seus indicadores econômicos.

2.2 Macroeconomia

A macroeconomia como citado acima busca entender a economia como um


todo. Conforme afirma Ferreira (2016), a macroeconomia é a área do estudo
econômico que aborda o funcionamento de um sistema econômico, ou seja, ela
estuda os itens que alteram a situação econômica de uma cidade, estado, país e
etc. Conforme o autor, a macroeconomia estuda mais amplamente a economia,
examinando os vários mercados que compõem sua estrutura e que afetam o
desenvolvimento econômicos de um país.
Assim seu estudo é fundamental para a estabilidade econômica, pois é
através desses estudos que o Governo pode analisar qual a melhor forma de
conduzir os recursos disponíveis para atender as necessidades da população, por
meio dos seus indicadores que são: PIB, IPCA, taxa de câmbio, taxa de juros,
desemprego, entre outros indicadores relevantes para o equilíbrio d
a economia. A macroeconomia busca definir ainda como a tomada de
decisão baseada nos seus indicadores vai impactar na sociedade e
consequentemente na política de um Estado.
Segundo bezerra (2018), a macroeconomia preocupa-se em desenvolver e
discutir sobre temas importantes para a economia como o aumento/diminuição de
exportação e importação, que chamamos de balança comercial, preocupa-se com
assuntos que devem ser solucionados a curto prazo como o desemprego, bem como
demanda, investimentos, inflação, etc. Ainda segundo a autora, o governo deve
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através dos estudos macroeconômicos manter uma boa política monetária afim de
promover a estabilidade econômica.

2.3 Indicadores macroeconômicos

2.3.1 Balança comercial

A balança comercial é um importante indicador da economia brasileira, ela é


responsável por analisar os índices de importação e exportação com o objetivo de
examinar se o país apresenta superávit ou déficit nas contas do governo.
A balança comercial reflete a situação econômica de um país. Quando o
volume de exportações é maior que importação, dizemos que a balança é positiva.
Igualmente podemos usar a expressão superávit comercial. (FERREIRA, 2018).
De acordo com essas informações, a análise da balança comercial
demonstrará a capacidade econômica atual de um país. Quanto mais um país
exportar maior será o saldo comercial, em contrapartida a situação será deficitária se
o país importa mais, ou seja, comprar mercadorias em uma maior quantidade de
outros países, implicando assim em situações adversas para a economia interna.
No caso do Brasil os resultados apresentados pela comercial são favoráveis
a economia do país, ou seja, os índices indicam superávit.
Segundo Nonnenberg (2018) o Brasil exportou cerca de 217,7 bilhões,
obtendo um saldo comercial que atingiu um recorde histórico, com superávit de US$
67 bilhões, e importou US$ 150,7 bilhões no ano. Portanto através da balança
comercial pode-se observar o ritmo em que tanto as importações como as
exportações crescem e os seus respectivos motivos para tal atividade, podendo
assim tomar decisões assertivas para desacelerar o crescimento desfavorável com
relação economia interna quanto para aumentar o número de exportações que vão
favorecer o crescimento econômico do país.

2.3.2. Índice de Desenvolvimento Humano – IDH

A sigla IDH significa Índice de Desenvolvimento Humano, contudo o IDH é


utilizado para medir o desenvolvimento humano e qualidade de vida dos países. O
IDH foi criado por Mahbub ul Hag com a colaboração do economista indiano
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Amartya Sen (ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998) com o objetivo de


oferecer um contraponto ao indicador muito utilizado: o Produto Interno Bruto (PIB)
per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento.
(MOTA, s.n.)
O IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento
humano. Apesar de ampliar a perspectiva sobre o desenvolvimento humano, o IDH
não abrange todos os aspectos de desenvolvimento, democracia, participação,
equidade, sustentabilidade são outros dos muitos aspectos do desenvolvimento
humano que não são contemplados no IDH. A Nações Unidas em seu Programa
para o desenvolvimento, utiliza dados econômicos e sociais como educação
(alfabetização), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda (PIB per capita)
para chegar ao índice de cada país.
O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um
(desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento
humano considerado baixo, os países com índices entre 0,500 e 0,799 são
considerados de médio desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0,800
têm desenvolvimento humano considerado alto. (MOTA, s.n.)
Para a avaliação da educação, o cálculo do IDH municipal considera dois
indicadores com pesos diferentes. A taxa de alfabetização de pessoas acima de 15
anos de idade tem peso dois, e a taxa bruta de frequência à escola peso um. O
primeiro indicador é o percentual de pessoas com mais de 15 anos capaz de ler e
escrever um bilhete simples, considerados adultos alfabetizados.
O segundo indicador é obtido da seguinte forma: é feita a soma das
pessoas, independentemente da idade, que frequentam os cursos fundamental,
secundário e superior, o resultado desta soma é dividido pela população na faixa
etária de 7 a 22 anos da localidade. Estão também incluídos na conta os alunos de
cursos supletivos de primeiro e de segundo graus, de classes de aceleração e de
pós-graduação universitária.
Para a avaliação da longevidade, o IDH municipal considera qual a
esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra o número médio de anos que
uma pessoa nascida naquela localidade no ano de referência deve viver. O indicador
de longevidade sintetiza as condições de saúde e salubridade do local, uma vez que
quanto mais mortes houver nas faixas etárias mais precoces, menor será a
expectativa de vida.
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Na avaliação da renda, o critério usado é a renda municipal per capita, ou


seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor
soma-se a renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo número de
pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a
zero). Publicado pela primeira vez em 1990, o índice é calculado anualmente, e aos
poucos, o IDH tornou-se referência mundial.

2.3.3. Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA

O IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo é calculado


mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA possui
a meta de proporcionar a variação dos preços no âmbito comercial para o consumidor e
são analisados aproximadamente 465 subitens.
Tem como população alvo as famílias que tenham rendimentos mensais que
estão compreendidos entre 1(um) e 40(quarenta) salários mínimos, independentemente
da fonte de rendimento e que residem nas regiões metropolitanas de São Paulo,
Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Belém e Porto
Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia. Além disso, é empregado
pelo Banco Central como medidor oficial da inflação do Brasil, e utilizado pelo governo
para saber se a meta de inflação pré-estabelecida está sendo cumprida.

2. 3. 4. Taxa Selic

O Sistema Especial de Liquidação e Custódia ou Taxa Básica de Juros –


SELIC é utilizada para controlar a inflação e é definida pelo Banco Central, que
controla a emissão, compra e venda de títulos públicos. Ela é a taxa básica que rege
a economia do Brasil e é utilizada em realizações intercambiárias de um dia, quando
um banco recebe empréstimos de outros bancos. Os juros cobrados por esse
empréstimo é a chamada Selic, que se assegura nessas operações pelos títulos do
governo que são utilizados como garantia.
Existem dois tipos de Selic: a Selic over e a Selic meta. A Selic over é
exercida no ato do empréstimo de dinheiro de um banco a outro, usando como
garantia os títulos do governo. Já a Selic meta é representa a taxa básica da
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economia e é norteadora da economia do país. Ela geralmente é a menor taxa de


juros da economia.

2.3.5. Produto Interno Bruto – PIB

O produto interno bruto – PIB, diz respeito ao somatório dos bens e serviços
produzidos numa determinada região periodicamente. Ele é um indicador
macroeconômico de suma importância, utilizado para medir o exercício econômico
das regiões. Na somatória do PIB, é desconsiderado o valor dos bens
intermediários, levando-se em consideração apenas os produtos finais, bens
serviços, investimentos e gastos do governo.
Para que o PIB seja calculado, é necessário fazer distinção entre o PIB
nominal e o PIB real. O primeiro avalia os preços do que foi produzido e vendido em
ano corrente, enquanto que o segundo e que também é o mais utilizado nas
analises, calcula a economia a preços constantes, levando em consideração um
período especifico para eliminar o efeito inflacionário.

3. METODOLOGIA

Para alcançar os objetivos propostos, se faz necessária uma ampla consulta


bibliográfica com análise de textos, revistas, internet e livros que possam contribuir
para um trabalho que tenha um caráter de objetividade e precisão de dados, que
venha somar para o entendimento da concepção do tema em questão.
Em outras palavras podemos dizer que os indicadores sócio econômicos
funcionam como uma grande pesquisa de mercado, possibilitando a identificação da
demanda e a criação de meios (políticas públicas) para supri-las. Eles são
formulados com base na combinação de dados de pesquisas de diferentes
naturezas e produzidos por várias instituições.

4. CONCLUSÃO

Os indicadores sócios econômicos têm papel fundamental para gestão


governamental, por dar ao gestor a possibilidade de visualizar a realidade,
permitindo a identificação das demandas e criação políticas públicas direcionadas.
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Os indicadores representam ferramentas importantes e muito úteis para que os


gestores identifiquem as potencialidades e limitações da ação governamental.
Os indicadores econômicos (taxa de inflação, variação do Produto Interno
Bruto (PIB), taxa de desemprego, dentre outros), que permitem a mensuração
quantitativa das mudanças de conjuntura econômica. Esses dados, estatísticas e
indicadores econômicos são informações que possibilitam o acompanhamento das
mudanças conjunturais e estruturais da economia do pais ou de uma determinada
região.
Eles influenciam tanto a tomada de decisão na Administração Pública, como
as decisões de investimento do Setor Privado. Por meio desses indicadores o gestor
poderá elaborar programas, se antecipando às alterações da conjuntura e fazer as
adaptações necessárias aos programas por ele coordenados, de acordo com as
indicações mensuradas.
Assim, podemos dizer que principal importância dos indicadores está no
subsidio que estes prestam à atividade de planejamento público e a formulação de
políticas sociais nas diferentes esferas de governo. Por meio deles é possível fazer o
monitoramento das condições de vida e bem-estar da população. Eles permitem
ainda o aprofundamento da investigação acadêmica sobre a mudança social e sobre
os determinantes dos diferentes fenômenos sociais.
Assim, as fontes de dados e pesquisas precisam ser precisas e isentas de
parcialidade. Precisamos conhecer bem as características dessas fontes de dados
para que se possa construir indicadores consistentes e confiáveis.

5. REFERÊNCIAS
,
BEZERRA, Juliana. Macroeconomia. Disponível em:
<https://www.todamateria.com.br/macroeconomia/> acesso em: 23 de set de 2018

HEINECK, Luiz Fernando Mählmann Macroeconomia / Luiz Fernando Mahlmann


Heineck. – Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC;
[Brasília]: CAPES: UAB, 2010.

HUNT, E. K. História do Pensamento Econômico. Tradução de José Ricardo


Brandão Azevedo e Maria José Cyhlar Monteiro, Rio de Janeiro: Campus, 2005.
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MOTA, Hugo. "O que é IDH? “. Brasil Escola. Disponível em


<https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-idh.htm>. Acesso em 25
de setembro de 2018.

NOGUEIRA, Sérgio. Você sabe qual a origem da palavra economia. Disponível


em: <http://g1.globo.com/educacao/blog/dicas-de-portugues/post/voce-sabe-qual-e-
a-origem-da-palavra-economia.html > Acesso em: 23 de set de 2018

NONNENBERG, Marcelo José. Balança Comercial. Disponível em:


<http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/index.php/tag/balanca-comercial/>
Acesso em: 24 de set de 2018.

O que é IPCA? Tororadar. Disponível em:


<https://www.tororadar.com.br/investimento/bovespa/o-que-e-ipca-e-inflacao-
acumulada>. Acesso em 25 de setembro de 2018.

O que é Taxa Selic e qual o seu rendimento? Tororadar. Disponível em:


<https://www.tororadar.com.br/investimentos/taxa-selic-o-que-e-rendimento>.
Acesso em 29 de Setembro de 2018.

Significado de PIB. Significado, publicado em 21/11/2015. Disponível em:


<https://www.significados.com.br/pib/.> Acesso em 29 de Setembro de 2018.