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Pontos positivos Lei maria da Penha

a) previsão expressa de que a mulher deve estar acompanhada de um


advogado em todos os atos processuais (artigo 27); b) reafirmação dos direitos e
garantias individuais da mulher e proteção à mulher agredida por outra mulher
(relações homossexuais previstas no artigo 5°, parágrafo único); c) devolução de
poder à autoridade policial que agora poderá investigar, fazer inquirições ao
agressor e à vítima culminando com um inquérito policial que deverá ser apreciado
pelo Juiz em até quarenta e oito horas (em caso de medidas de urgência); d)
previsão de formação de programas de recuperação e reeducação do agressor; e e)
previsão de implementação de disciplinas curriculares de Direitos Humanos e de
combate à violência doméstica[60].
Contra:
No Brasil há uma mania incorrigível de se instigar a luta de classes: pobres
contra ricos, negros contra brancos, empregados contra patrões, não-proprietários
contra proprietários, etc. Agora, infelizmente, criou-se mais esta: a luta das mulheres
contra os homens, colocando-as num patamar superior ao deles em termos de
proteção por parte do Estado ao mesmo tempo em que as coloca em um patamar
inferior, na medida em que se parte do princípio de que elas jamais serão capazes
de encontrar, pelos meios privados, uma solução para o seu problema coisa que não
ocorre quando a violência se dá pela mulher contra o marido. Se, como vimos, não
temos aqui uma violência indiscriminada contra a mulher, não há justificativa
plausível para a edição da Lei Maria da Penha. [65].
Além disso, para Márcio Duarte Matos e Silva é inaceitável qualquer tipo
de agressão, no entanto, em respeito ao princípio da igualdade, tanto o homem
quanto a mulher devem ter os mesmos direitos e serem punidos na mesma
medida[68].
A Lei Maria da Penha criou mecanismos para reprimir a violência doméstica e
familiar contra a mulher, e se amolda aos preceitos constitucionais, coibindo os
reiterados abusos que, contra elas, têm praticado os reputados “machões”.
Leis voltadas a parcelas da população merecedoras de especial proteção
procuram igualar quem é desigual, o que nem de longe infringe o princípio
isonômico.
Não ver que a Lei Maria da Penha consagra o princípio da igualdade é rasgar
a Constituição Federal de 1988, é não conhecer os números da violência doméstica,
é revelar indisfarçável discriminação contra a mulher, que não mais tem cabimento
nos dias de hoje. Ninguém mais do que a Justiça tem compromisso com a igualdade
e esta passa pela responsabilidade de ver a diferença, e tentar minimizá-la, não
torná-la invisível[78].
Entendimento bastante similar é o esposado pelas juristas Flávia Piovesan e
Silvia Pimentel:
[...] a Lei Maria da Penha, ao enfrentar a violência que de forma
desproporcional acomete tantas mulheres, é instrumento de concretização da
igualdade material[79] entre homens e mulheres, conferindo efetividade à vontade
constitucional, inspirada em princípios éticos compensatórios. Atente-se que a
Constituição dispõe do dever do Estado de criar mecanismos para coibir a violência
no âmbito das relações familiares (artigo 226, parágrafo 8º). Inconstitucional não é a
Lei Maria da Penha, mas a ausência dela[80].
2.2. PRINCIPAIS BARREIRAS À APLICAÇÃO DA LEI MARIA
DA PENHA
A aplicação da Lei Maria da Penha vem enfrentando diversos obstáculos de
ordem sócio-cultural como a pobreza, a atuação do crime organizado e o machismo;
e política, a exemplo da falta de qualificação profissional e de articulação política,
inclusive quanto à criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a
Mulher.
2.2.1 Obstáculos de ordem sócio-cultural
Na análise de Lia Zanotta, professora de antropologia da Universidade de
Brasília, grande parte dos casos de violência contra mulher são cometidos em
defesa da honra do homem, em defesa de uma pretensa e machista “harmonia
familiar”. Ressalta que “a maioria dos casos de agressões contra as mulheres foram
causados por um motivo torpe: o ciúme. Em somente dois por cento dos casos o
agressor não conhecia a vítima”[81].
Por sua vez Regina de Castro, integrante da Organização Não-
Governamental Crioula, entidade ativista em defesa dos direitos das mulheres
negras, constata que a Lei Maria Penha vem enfrentando dificuldades para ser
aplicada em função de problemas sociais nas comunidades carentes, inclusive em
razão da atuação do crime organizado. Nas suas palavras: “em regiões onde quem
manda é o crime, o tráfico de drogas, lugares onde a polícia não pode nem entrar
para entregar uma intimação, o agressor pode escapar da detenção, da pena
adequada ou de tratamento para dependência química”.
2.2.2 Falta de qualificação profissional
A efetiva aplicação da Lei Maria da Penha também depende da capacitação
de profissionais, principalmente do corpo policial e dos magistrados, bem como da
articulação entre o Judiciário e à comunidade[82]. “A ausência de serviços jurídicos
públicos especializados no atendimento à mulher vítima de violência obriga
brasileiras agredidas a enfrentar, na busca por Justiça, lentidão e impunidade”[83].
De acordo com Adriana Ramos de Mello, juíza titular do Juizado de Violência
Doméstica e Familiar da cidade do Rio de Janeiro, na aplicação da Lei Maria da
Penha se faz necessária à articulação entre as defensorias de atendimentos, os
programas das secretarias de trabalho e renda, de habitação, de saúde e de
assistência social. Ressaltou, também, as dificuldades pelas quais passam as
mulheres vítimas de violência que buscam a polícia, já que o tratamento não é
adequado e muitas delas não conseguem a devida proteção, muitas vezes sequer
conseguem registrar a ocorrência. Principalmente nas cidades onde não existem,
ainda, os Juizados de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, o
constrangimento é ainda maior, principalmente quando o corpo policial é masculino,
pois que a cultura machista não é algo que se elimina apenas com a edição de uma
lei de proteção à mulher. Nas palavras da citada autora: “precisamos fazer um curso
sério com o corpo policial. Esse é o primeiro contato que a vítima faz. A polícia está
na cena do crime e é ele quem faz o encaminhamento à delegacia. Se não estiver
capacitado, ou der uma orientação inadequada, pode prejudicá-la”[84].
Para além disso, Gleide Selma da Hora, representante da superintendência
dos Direitos da Mulher da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos
Humanos do Rio de Janeiro, defendeu a criação de um sistema de notificação dos
casos de violência contra mulheres por hospitais e delegacias em um banco de
dados, bem como a divulgação dos serviços na área jurídica prestados à proteção
da mulher, esclarecendo onde e como funcionam os Juizados Especiais de Combate
à Violência Doméstica, e nos municípios onde ainda não foram implantados, orientar
a quem a mulher vítima de algum tipo de violência deve recorrer[85].
Rogério Favreto, Secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça,
sugere o investimento ostensivo na estrutura das defensorias e dos Juizados
Especiais de Combate à Violência Doméstica, com aquisição de carros e
computadores, que pode acontecer por intermédio de articulações e parcerias com
os Tribunais de Justiça dos Estados. No que diz respeito às melhorias no
atendimento das mulheres em situação de violência pelos policiais, para Rogério
Favreto a solução não pode ser outra a não ser “capacitar”. A ideia que está
tomando forma, nesse sentido, é a inserção de “módulos sobre a Lei Maria da
Penha nos cursos de formação dos policiais civis e militares”[86].
Sobre o mesmo assunto, Neise Fernandes, membro da Comissão da Mulher
Advogada, da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, reconhece que a Lei Maria da
Penha “é um avanço do Estado do ponto de vista jurídico”, porém ressalta que
“somente a lei não resolverá o problema da violência doméstica”. Nas suas palavras:
Essa é uma nova roupagem para o assunto. O desenvolvimento não é feito
apenas com leis. São necessários projetos que impliquem o bem comum das
pessoas e formas de sensibilizar e mudar mentalidades, tanto do Judiciário como
dos cidadãos, que poderão estar no banco dos jurados mais tarde [87].
Myllena Calazans, assessora técnica Centro Feminista de Estudos e
Assessoria - CFEMEA também identifica como um dos maiores empecilhos à
aplicação d Lei Maria da Penha a falta de qualificação dos profissionais que
atendem as mulheres e a desarticulação entre o Poder Judiciário, os agentes de
segurança pública e a sociedade como um todo. Reconhece que o Judiciário ainda
precisa considerar que a violência contra a mulher é um atentado aos direitos
humanos. Os policiais e outros agentes de segurança pública precisam conhecer e
ter boa vontade ao interpretar e aplicar a lei[88]. Destarte, os principais espaços que
precisam ser qualificados para que a Lei Maria da Penha venha a ser efetivamente
implementada são o corpo policial e o Poder Judiciário.
Ana Paula Schwelm Gonçalves, advogada e ouvidora da Secretaria Especial
de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República em Brasília, informa que
em decorrência da constatação de ineficiências tanto dos policiais quanto do
Judiciário é que a secretaria a qual faz parte está promovendo maior articulação
entre as defensorias da mulher e o Poder Judiciário, bem como elaborando projetos
voltados ao ministério de cursos de capacitação sobre a Lei Maria da Penha para
juízes, policiais e demais profissionais que de alguma forma atuam na área [89].
Para que essas ações se concretizem é necessário que o Governo Federal
disponibilize verbas, mas não só isso, os Estados e os Municípios precisam dar
tratamento prioritário à questão. Ou seja, não adianta o Governo Federal
disponibilizar dividendos para a aplicação da Lei Maria da Penha se a verba não
chega aos Municípios e se as mulheres não tem conhecimento de seus direitos para
reivindicá-los. Nas constatações de Myllena Calazans:
A lei trouxe modificações na forma como a sociedade e os poderes encaram o
problema e contribuiu para incluir o tema na agenda de debates. Mas precisa ser
posta como prioridade por Estados e Municípios, os juizados especiais precisam ser
criados pelo Poder Judiciário, e muita campanha de divulgação precisa ser feita,
porque as pessoas ainda não a conhecem bem [90].
A par das dificuldades políticas, é preciso reconhecer que a Lei Maria da
Penha, de certa forma, “impõe” uma mudança cultural secularmente arraigada, cuja
reversão é lenta, podendo ser gradativa, dependendo da forma como a lei é aplicada
e divulgada, ou seja, que a atuação do Estado, e aqui se incluem os policiais e o
Poder Judiciário, seja capaz de conquistar a confiança da sociedade, notadamente
as mulheres.
Ademais, a norma em comento modificou expressivamente os procedimentos
em relação aos casos de violência doméstica, que também precisa de um certo
tempo para ser adaptada à práxis judiciária. Diversas das garantias legais criadas
pela Lei Maria da Penha ainda não estão acessíveis a todas as mulheres, como é o
caso, por exemplo, da criação dos juizados especiais para o combate a esse tipo de
violência. Hoje (outubro de 2008) existem aproximadamente cinquenta Juizados
Especiais de Violência Doméstica contra a Mulher espalhados pelo Brasil, quando o
ideal é a criação de pelo menos um juizado em cada município. Outro exemplo é a
criação das redes de atenção à mulher que sofre violência. Segundo Myllena
Calazans, a meta é que haja uma em cada cidade com mais de cem mil habitantes
e que atenda os municípios próximos, mas atualmente existem pouco mais de
sessenta casas-abrigo e cem centros de referência em todo o Brasil[91].
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O desenvolvimento deste trabalho de cunho acadêmico teve o intuito de
mostrar as desigualdades de gênero sofridas pela mulher ao longo do tempo e que
justificaram a instituição da Lei Maria da Penha. Da análise no exposto extraem-se
algumas considerações importantes:
Constatou-se que a questão da violência contra a mulher é um problema
antigo e ocorre com frequência na sociedade brasileira atual, sem distinção de raça,
cor ou classe social. A violência contra a mulher é qualquer conduta, ação ou
omissão, de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a
vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento
físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial.
Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.
Os crimes mais comumente praticados contra a mulher são: homicídio,
ameaça, lesão corporal, crime contra a honra, crime de estupro e crime de
sequestro. No entanto, são as agressões físicas e as ameaças que mais levaram a
mulher a procurar a Delegacia de Proteção e Defesa da Mulher.
Para atender ao clamor social contra a sensação de impunidade despertada
em muitos pela aplicação da Lei do Juizado Especial Criminal aos casos de violência
doméstica e familiar praticada, especialmente, contra a mulher, no dia 07 de agosto
de 2006, foi sancionada pelo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei
Federal nº 11.340, que pretende combater à violência doméstica. Na ocasião a Lei
recebeu o nome de “Maria da Penha”, homenagem a uma sobrevivente de duas
tentativas de homicídio, cuja história tornou-se símbolo de impunidade dos crimes de
violência doméstica contra a mulher.
Em suma, o legislador, ao editar a referida lei, pretendeu, acima de tudo,
vedar os benefícios da Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995 aos crimes
praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher, que acabavam por
fomentar a impunidade dos agressores, proporcionando apenas solução formal às
situações envolvendo violência doméstica contra a mulher, diante da
incompatibilidade entre o texto normativo e a prática social, assim como os esforços
insuficientes dos governos para fazer valer os acordos internacionais nesta questão,
que se constituem em negação dos direitos humanos.
A Lei Maria da Penha vem para atender aos anseios da sociedade contra a
sensação de impunidade despertada pela aplicação da Lei do Juizado Especial
Criminal aos casos de violência doméstica e familiar praticada, especialmente,
contra a mulher. A prática vem demonstrando que a Lei Maria da Penha é capaz de
enfrentar com eficácia a violência doméstica contra a mulher, mas para que a
concretização efetiva aconteça em todos os cantos do país ainda existe um longo
caminho a ser percorrido.
Como visto, a aplicação da Lei Maria da Penha vem enfrentando diversos
obstáculos de ordem sócio-cultural como a pobreza, a atuação do crime organizado
e a cultura machista; e de ordem política, a exemplo da falta de qualificação
profissional e de articulação política entre os entes estatais e estes com a
comunidade, inclusive quanto à criação dos Juizados de Violência Doméstica e
Familiar contra a Mulher. A efetiva aplicação da Lei Maria da Penha depende da
capacitação de profissionais, principalmente do corpo policial e dos magistrados,
bem como da aproximação entre o judiciário e à comunidade, das articulações
políticas entre os entes estatais e da criação dos Juizados de Violência Doméstica e
Familiar contra a Mulher em todos os Municípios brasileiros.
Antes de criticar a Lei Maria da Penha, é preciso reconhecer que a Lei Maria
da Penha, de certa forma, “impõe” uma mudança cultural secularmente arraigada,
cuja reversão é lenta, podendo ser gradativa, dependendo da forma como a lei é
aplicada e divulgada, ou seja, que a atuação do Estado, e aqui se incluem os
policiais e o Poder Judiciário, seja capaz de conquistar a confiança da sociedade,
notadamente as mulheres.
Ademais, a norma em comento modificou expressivamente os procedimentos
em relação aos casos de violência doméstica, que também precisa de um certo
tempo para ser adaptada à práxis judiciária. Sem dívidas a Lei Maria da Penha é um
avanço do Estado do ponto de vista jurídico, porém somente a lei não resolverá o
problema da violência doméstica. Trata-se de uma nova roupagem para o assunto
que exige projetos que impliquem o bem comum das pessoas e formas de
sensibilizar e mudar mentalidades, tanto dos entes estatais e do Judiciário como de
Doda a comunidade.
A questão da constitucionalidade da Lei Maria da Penha também foi analisada
no desenvolvimento deste estudo, no entanto, não chega a ser um obstáculo à Lei
Maria da Penha haja vista que, com respeito às opiniões contrárias, é evidente a sua
constitucionalidade. O Superior Tribunal de Justiça já firmou convencimento nesse
sentido. Também o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição Federal,
embora até o momento ainda não tenha sido convocado para enfrentar nenhuma
Ação Direta de Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha, deixa transparecer seu
posicionamento favorável à declaração da sua constitucionalidade, com o que a
referida legislação continua em vigor, devendo as suas disposições ser aplicadas
pelos juízes e tribunais do país.
O que se espera é que a Lei Maria da Penha seja devidamente aplicada e, a
partir da prática, seja constantemente aperfeiçoada para que consiga tornar possível
a efetiva repressão da conduta criminosa dos agressores a que faz referências, tão
acostumados com a impunidade e o descaso do Estado. Para tanto, são
convocados os órgãos públicos e a sociedade civil, sem se olvidar que notadamente
os juristas têm o dever de conhecer, divulgar e aplicar a Lei Maria da Penha.
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Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a
Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar
contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de
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de março de 2003, sob orientação da Professora Dra. Hilda Pívaro Stadniky (UEM) e
examinada por banca constituída pelas professoras doutoras Ana Silvia Volpi Scott
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Souza, apresentando ao Curso de Serviço Social, da Universidade da Amazônia,
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barreiras para ser aplicada. In: Agência Brasil, Brasília: Empresa Brasileira
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______. Sem juizados especiais, julgamento de violência contra a
mulher segue lento. In: Agência Brasil, Brasília: Empresa Brasileira de
Comunicação - EBC, 07 de agosto de 2007b. Disponível em:
<http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/07/materia.2007-08-
07.8151616980/view>. Acesso em: 27 Março de 2013.
Notas:

[1] BRASIL, Legislação. Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006. Cria


mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos
do parágrafo 8º do artigo 226 da Constituição Federal de 1988, da Convenção sobre
a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da
Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a
Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar
contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de
Execução Penal; e dá outras providências. Publicado no Diário Oficial da União de
08 de agosto de 2006. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/_Ato2004-
2006/2006/Lei/L11340.htm>. Acesso em: 16 jan. 2013.
[2] “Artigo 226: a família, base da sociedade, tem especial proteção do
Estado. [...]. Parágrafo 8º: o Estado assegurará a assistência à família na pessoa de
cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito
de suas relações” (BRASIL, Constituição (1988). Constituição da República
Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm>.
Acesso em: 16 jan. 2013).
[3] “[...]. Afirmando que a violência contra a mulher constitui uma violação dos
direitos humanos e das liberdades fundamentais e limita total ou parcialmente à
mulher o reconhecimento, gozo e exercício de tais direitos e liberdades;
Preocupados porque a violência contra a mulher é uma ofensa à dignidade humana
e uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre mulheres e
homens. [...]. “Artigo 1º: para os efeitos desta Convenção deve-se entender por
violência contra a mulher qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause
morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito
público como no privado” (INTERNACIONAL, Legislação. Convenção
Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a
Mulher: Convenção de Belém do Pará, de 1994. Adotada pela Assembleia Geral da
Organização dos Estados Americanos, em 06 de junho de 1994 e ratificada pelo
Brasil em 27 de novembro de 1995. Disponível em:
<http://www.jep.org.br/downloads/JEP/SistemaRegional/Conv_belem_para.htm>.
Acesso em: 16 jan. 2013).
[4] “Artigo 313: em qualquer das circunstâncias, previstas no artigo anterior,
será admitida a decretação da prisão preventiva nos crimes dolosos: [...]; IV - se o
crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos da lei
específica, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência (incluído
pela Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006)” (BRASIL, Legislação. Decreto-lei nº
3.689, de 03 de outubro de 1941. Código de Processo Penal. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Decreto-Lei/Del3689.htm>. Acesso em: 16 jan.
2013).
[5] “Artigo 61: são circunstâncias que sempre agravam a pena, quando não
constituem ou qualificam o crime: [...]. f) com abuso de autoridade ou prevalecendo-
se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade, ou com violência
contra a mulher na forma da lei específica; (incluído pela Lei nº 11.340, de 07 de
agosto de 2006) [...]. Artigo 129 (lesão corporal - violência doméstica): parágrafo 9º:
se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou
companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se
o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade: pena de
detenção, três meses a três anos. [...]. Parágrafo 11: na hipótese do parágrafo 9º
deste artigo, a pena será aumentada de um terço se o crime for cometido contra
pessoa portadora de deficiência (incluído pela Lei nº 11.340, de 07 de agosto de
2006)” (BRASIL, Legislação. Decreto-lei nº 2.848, de 07 de dezembro de
1940. Código Penal. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Decreto-
Lei/Del2848.htm>. Acesso em: 16 jan. 2013).
[6] “Artigo 152: [...]. Parágrafo único: nos casos de violência doméstica contra
a mulher, o juiz poderá determinar o comparecimento obrigatório do agressor a
programas de recuperação e reeducação. (incluído pela Lei nº 11.340, de 07 de
agosto de 2006)” (BRASIL, Legislação. Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984.
Institui a Lei de Execução Penal. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L7210.htm>. Acesso em: 16 jan. 2013).
[7] DIAZ, Cecilia Perez. La violencia intrafamiliar y su incidencia en
el desarrollo de niños y niñas. Presentación de la Ministra del Servicio
Nacional de la Mujer de Chile, en XIX Congreso Panamericano del Nino,
octubre 2004. Disponível em:
<http://www.derechosdelainfancia.cl/docs/imgs/imgs_doc/160.pdf>. Acesso em: 16
jan. 2013. p. 1.
[8] SILVA, De Plácido e. Vocabulário jurídico. 17. ed. Rio de Janeiro:
Forense, 2000. p. 1489.
[9] TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. O que é violência
contra a mulher. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 2002. p. 15.
[10] Idem, ibidem, p. 23-24.
[11] PRIORI, Cláudia. Retrato falado da violência de gênero: queixas
e denúncias na Delegacia da Mulher de Maringá (1987-1996). Dissertação
(mestrado), do Programa Associado de Pós-Graduação em História UEM/UEL,
defendida em 28 de março de 2003, sob orientação da Professora Dra. Hilda Pívaro
Stadniky (UEM) e examinada por banca constituída pelas professoras doutoras Ana
Silvia Volpi Scott (UNIABC) e Maria Izilda Santos de Matos (USP). In: Revista
Diálogos, nº 07. Disponível em:
<http://www.dhi.uem.br/publicacoesdhi/dialogos/volume01/vol7_rsm3.htm>. Acesso
em: 16 jan. 2013. p. 1.
[12] PRIORI, Cláudia. Op. cit., p. 1.
[13] RAMOS, Alcilei da Silva; et alli. Violência praticada contra as
mulheres como forma de tratamento desumano e degradante. In:
Observatório de Gênero: doutrina, maio de 2005. Disponível em:
<http://www.uc3m.es/uc3m/inst/MGP/observatorio/foroVVAA%20Brasil.pdf>. Acesso
em: 16 jan. 2013. p. 3.
[14] Idem, ibidem, p. 3.
[15] PRIORI, Cláudia. Op. cit., p. 1.
[16] COLETIVO Feminista Sexualidade e Saúde; USP, Departamento de
Medicina. Por quê criar um Juizado Especial para Crimes de Violência
de Gênero? In: Violência, saúde e direitos humanos, Artigos, Publicações,
Teses, etc., publicado em 28 de abril de 2006. Disponível em:
<http://www.mulheres.org.br/violencia/artigos10.html>. Acesso em: 16 jan. 2013. p.
1.
[17] TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. Op. cit., p. 23.
[18] RAMOS, Alcilei da Silva; et alli. Op. cit., p. 7-8.
[19] ARAÚJO, Letícia Franco de. Violência contra a mulher: a ineficácia
da justiça penal consensuada. Campinas/SP: CS; São Paulo: Lex, 2003. p. 142.
[20] RAMOS, Alcilei da Silva; et alli. Op. cit., p. 7.
[21] Idem, ibidem, p. 7.
[22] RAMOS, Alcilei da Silva; et alli. Op. cit., p. 8.
[23] SOUZA, Vera Lúcia Nascimento de. Violência contra a mulher: uma
reflexão sobre as consequências da precariedade de programas de proteção social.
Trabalho de Conclusão de Curso, elaborado pela aluna Vera Lúcia Nascimento de
Souza, apresentando ao Curso de Serviço Social, da Universidade da Amazônia,
como requisito para obtenção do grau de Assistente Social, sob a orientação da
Professora Maria José Campos de Melo, Belém, 2001. Disponível em:
<http://www.nead.unama.br/bibliotecavirtual/monografias/violencia_contra_a_mulher.
pdf>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 112.
[24] SENADO Federal; SECRETARIA Especial de Comunicação Social;
SUBSECRETARIA de pesquisa e opinião pública. Violência doméstica contra
a mulher. Relatório de Pesquisa, Brasília, março de 2005. Disponível em:
<http://www.ess.ufrj.br/prevencaoviolenciasexual/download/015datasenado.pdf>.
Acesso em: 16 jan. 2013. p. 11.
[25] RAMOS, Alcilei da Silva; et alli. Op. cit., p. 6.
[26] Idem, ibidem, Op. cit., p. 6.
[27] RAMOS, Alcilei da Silva; et alli. Op. cit., p. 6.
[28] PORTAL Violência Contra a Mulher. Dados nacionais sobre a
violência contra as mulheres - 2004-2006. Disponível em:
<http://copodeleite.rits.org.br/apc-aa-
patriciagalvao/home/noticias.shtml?x=82>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 4.
[29] Idem, ibidem, p. 4.
[30] PORTAL Violência Contra a Mulher. Op. cit., p. 5.
[31] Idem, ibidem, p. 5.
[32] Ibid, p. 5.
[33] PORTAL Violência Contra a Mulher. Op. cit., p. 5.
[34] CHOLLET, Mona. Comportamento: machismo sem fronteiras. In: Le
Monde Diplomatique, edições mensais, mai. 2005. Disponível em:
<http://diplo.uol.com.br/2005-05,a1101>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 1.
[35] Idem, ibidem, p. 1.
[36] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Da violência contra a mulher e a
Lei dos Juizados Especiais. In: Jus Vigilantibus, 17 de setembro de 2005.
Disponível em: <http://jusvi.com/artigos/17352>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 1-2.
[37] PORTAL Violência Contra a Mulher. Op. cit., p. 5.
[38] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Op. cit., p. 1.
[39] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Op. cit., p. 2.
[40] Idem, ibidem, p. 2.
[41] TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. Op. cit., p. 50.
[42] TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. Op. cit., p. 48-9.
[43] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Op. cit., p. 3.
[44] TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. Op. cit., p. 48-9.
[45] PORTAL Violência Contra a Mulher. Op. cit., p. 2.
[46] MIRABETE, Julio Fabbrini. Manual de direito penal. 16. ed., v. 1.
São Paulo: Atlas, 2000. p. 103.
[47] TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. Op. cit., p. 46.
[48] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Op. cit., p. 2.
[49] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Op. cit., p. 2.
[50] Idem, ibidem, p. 2.
[51] Ibid, p. 2-3.
[52] MIRABETE, Julio Fabbrini. 2000. Op. cit., p. 160.
[53] Idem, ibidem, p. 165.
[54] TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. Op. cit., p. 41.
[55] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Op. cit., p. 3.
[56] DIAS, Sandra Pereira Aparecida. Op. cit., p. 3.
[57] Idem, ibidem, p. 3.
[58] Ibid, p. 4.
[59] GONÇALVES, Antonio Baptista. Visão crítica sobre a Lei Maria da
Penha. Publicado em 25 de outubro de 2006, por Angela Freitas. Disponível em:
<http://www.mulheresdeolho.org.br/?p=133>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 1.
[60] GONÇALVES, Antonio Baptista. Op. cit., p. 1.
[61] Idem, ibidem, p. 1.
[62] NOGUEIRA, Marli. Lei Maria da Penha: uma aberração legal. Artigo
escrito em 06 de outubro de 2007. Disponível em:
<http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/>. Acesso em: 16 jan. 2013.
p. 1.
[63] Idem, ibidem, p. 1.
[64] NOGUEIRA, Marli. Op. cit., p. 1.
[65] Idem, ibidem, p. 1.
[66] SILVA, Márcio Duarte Matos e. Op. cit., p. 1.
[67] SILVA, Márcio Duarte Matos e. Op. cit., p. 1.
[68] Idem, ibidem, p. 1.
[69] BRASIL, Jurisprudência. Apelação Criminal nº 1.0672.07.244897-
6/001(1). 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais.
Relator: Hyparco Immesi. Julgado em 31 de janeiro de 2008. Publicado no DJ de 01
de maio de 2008. Disponível em: <http://www.tjmg.gov.br>. Acesso em: 16 jan.
2013.
[70] “Artigo 22: constatada a prática de violência doméstica e familiar contra a
mulher, nos termos desta lei, o juiz poderá aplicar, de imediato, ao agressor, em
conjunto ou separadamente, as seguintes medidas protetivas de urgência, entre
outras: [...]” (Lei Maria da Penha).
[71] Voto do relator Hyparco Immesi, in: Apelação Criminal nº
1.0672.07.244897-6/001(1). Op. cit.
[72] BRASIL, Jurisprudência. Correição Parcial nº 70025970971. 1ª
Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Relator:
Marco Antônio Ribeiro de Oliveira. Julgado em 24 de setembro de 2008. Publicado
no DJ do dia 07 de outubro de 2008. Disponível em: <http://www.tj.rs.gov.br>.
Acesso em: 16 jan. 2013.
[73] BRASIL, Jurisprudência. Apelação Criminal nº 993080491976
(1173793390000000). 10ª Câmara de Direito Criminal D do Tribunal de Justiça do
Estado de São Paulo. Relatora: Fernanda Galizia Noriega. Julgado em 30 de maio
de 2008. Publicado no DJ de 27 de junho de 2008. Disponível em:
<http://cjo.tj.sp.gov.br>. Acesso em: 16 jan. 2013.
[74] BRASIL, Jurisprudência. Habeas Corpus nº 101.377/PR. 6ª Turma
do Supremo Tribunal Federal. Relatora: Jane Silva. Julgado em 17 de junho de
2008. Publicado no Dje de 18 de agosto de 2008, p. 1-2. Disponível em:
<http://www.stf.gov.br>. Acesso em: 16 jan. 2013.
[75] DIAS, Maria Berenice. A Lei Maria da Penha na justiça: a
efetividade da Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 1006 de combate à violência
doméstica contra a mulher. São Paulo: RT, 2007. p. 55-6.
[76] “Artigo 5º: todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, nos termos seguintes: [...]. Artigo 7º: [...]; XXX - proibição de diferença
de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo,
idade, cor ou estado civil; [...]” (Constituição Federal de 1988).
[77] “Daí a necessidade das leis de cotas, quer para assegurar a participação
das mulheres na política, quer para garantir o ingresso de negros no ensino superior.
Nada mais do que mecanismos para dar efetividade à determinação constitucional
da igualdade. Também não é outro motivo que leva à instituição de microssistemas
protetivos ao consumidor, ao idoso, à criança e ao adolescente. [...]. A Lei Maria da
Penha veio atender compromissos assumidos pelo Brasil ao subscrever tratados
internacionais que impõem a edição de leis visando assegurar proteção à mulher. A
violência doméstica é a chaga maior da nossa sociedade e berço de toda a violência
que toma conta da nossa sociedade. Os filhos reproduzem as posturas que
vivenciam no interior de seus lares” (DIAS, Maria Berenice. Lei Maria da Penha:
afirmação da igualdade. In: Violência Doméstica, [s.d.]. Disponível em:
<http://www.mariaberenicedias.com.br/site/frames.php?idioma=pt>. Acesso em: 16
jan. 2013. p. 1.
[78] DIAS, Maria Berenice. [s.d.]. Op. cit., p. 1.
[79] O texto constitucional: “artigo 5º: todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I - homens e mulheres são iguais
em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; [...]”, “transcende a
chamada ‘igualdade formal’, tradicionalmente reduzida à fórmula ‘todos são iguais
perante a lei’, para consolidar a exigência ética da ‘igualdade material’, a igualdade
como um processo em construção, como uma busca constitucionalmente
demandada. Tanto é assim que a mesma Constituição que afirma a igualdade entre
os gêneros, estabelece, por exemplo, no seu artigo 7i, inciso XX, que ‘a proteção do
mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos’” (grifos do original)
(PIOVESAN, Flávia; PIMENTEL, Silvia. Lei Maria da Penha: inconstitucional não
é a lei, mas a ausência dela In: Agencia Carta Maior, publicado em 17 de outubro
de 2007. Disponível em: <http://www.contee.org.br/noticias/artigos/art6.asp>. Acesso
em: 16 jan. 2013. p. 1).
[80] PIOVESAN, Flávia; PIMENTEL, Silvia. Op. cit., p. 1.
[81] Lia Zanotta in: VIEIRA, Isabela. Lei de combate à violência contra
a mulher deve enfrentar barreiras para ser aplicada. In: Agência Brasil,
Brasília: Empresa Brasileira de Comunicação - EBC, 19 de setembro de 2006.
Disponível em: <http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/09/19/materia.2006-
09-19.9280269563/view>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 1.
[82] VIEIRA, Isabela. Aplicação da Lei Maria da Penha depende de
policiais qualificados, defende juíza. In: Agência Brasil, Brasília: Empresa
Brasileira de Comunicação - EBC, 15 de fevereiro de 2008. Disponível em:
<http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/15/materia.2008-02-
15.2539765725/view>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 1.
[83] VIEIRA, Isabela. Sem juizados especiais, julgamento de
violência contra a mulher segue lento. In: Agência Brasil, Brasília: Empresa
Brasileira de Comunicação - EBC, 07 de agosto de 2007b. Disponível em:
<http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/07/materia.2007-08-
07.8151616980/view>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 1.
[84] Adriana Ramos de Mello in: VIEIRA, Isabela. 2008. Op. cit., p. 1.
[85] Gleide Selma da Hora in: VIEIRA, Isabela. 2008. Op. cit., p. 1.
[86] Rogério Favreto in: VIEIRA, Isabela. 2008. Op. cit., p. 1.
[87] Neise Fernandes in: VIEIRA, Isabela. 2006. Op. cit., p. 1.
[88] Myllena Calazans in: JUNGMANN, Mariana. Lei Maria da Penha
comemora dois anos e ainda não é plenamente aplicada. In: Agência
Brasil, Brasília: Empresa Brasileira de Comunicação - EBC, 06 de agosto de
2008. Disponível em:
<http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/08/05/materia.2008-08-
05.6809154030/view>. Acesso em: 16 jan. 2013. p. 1.
[89] Ana Paula Schwelm Gonçalves in: JUNGMANN, Mariana. Op. cit., p.
1.
[90] Myllena Calazans in: JUNGMANN, Mariana. Op. cit., p. 1.
[91] Idem, ibidem, p. 1.