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EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (A) DE DIREITO DA

___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE VITÓRIA DA CONQUISTA-BA

Alice Joana Tereza da Paz, brasileira, solteira, autônoma, portadora do RG


nº 35.495.736-3, SSP/BA, inscrita no CPF sob o nº 714.491.095-78, domiciliada na Rua
H, Loteamento Serrinhas, nº 522, bairros Bateias, Vitória da Conquista – BA, por
meio de seu advogado abaixo-assinado (procuração anexa), o qual recebe
intimações no endereço Rua E, bairro Espírito Santo, Vitória da Conquista-BA, vem
propor

AÇÃO DE REPARAÇÃO DE DANOS MORAIS, ESTÉTICOS


E MATERIAIS
em face de Jair Bostonaro, brasileiro, casado, médico, portador do RG nº 13.467.037-
1, SSP/BA, inscrito do CPF sob o nº 436.968.655-59, residente e domiciliado Rua
Olavo Ramos, bairro Guarani, nº 978, cep 45002-065, Vitória da Conquista-BA, pelos
motivos abaixo aduzidos.

DA AUDIÊNCIA DE MEDIAÇÃO/CONCILIAÇÃO

O Autor pleiteia, com fulcro no art. 319, inciso VII, do diploma adjetivo, que
seja realizada audiência de auto composição, comprometendo-se a comparecer na
referida assentada.
DOS FATOS
No dia 04/05/2018, a demandante procurou o demandado com objetivo de
realizar um procedimento estético de aumento de glúteos. Estando ciente e tendo o
réu garantido em contrato que o resultado pretendido pela paciente no
procedimento que iria realizar seria satisfatório às suas pretensões, decidiu realizar
a cirurgia no dia 15 do mesmo mês, cobrando o valor de R$ 3.500,00 pela prótese
desejada pela autora, que, almejando realizar seu sonho do “corpo perfeito” aceitou
e pagou o valor pedido.

No decorrer do procedimento, a paciente passou por um mal súbito, e, invés


de interromper a cirurgia o réu, equivocadamente, após dar-lhe um comprimido e
aguardando alguns minutos, decidiu prosseguir e finalizou após algumas horas.

Outrossim, o local onde fora realizada a cirurgia também não foi adequado,
visto que, aconteceu no apartamento do médico e não em uma clínica
especializada.

No dia seguinte o quadro da paciente foi piorando, o que a fez recorrer ao


Réu, que, por telefone, pediu para que ela tomasse um medicamento analgésico de
sua habitualidade, já que aquele quadro se caracterizava como natural, devido às
complicações do procedimento.

Passados dois dias da referida ligação, o quadro da Autora já se demostrava


preocupante e fora de controle, fazendo com o que seus familiares a levasse ao IBR
Hospital em Vitória da Conquista, sendo então devidamente medicada e internada.

No laudo apresentado pelo Hospital (anexo), está descrito que a Autora


sofreu sérias lesões entre elas a necrose, evidenciando então o quadro em que se
encontrava, segundo o médico de plantão, era grave e poderia ocasionar a morte do
tecido epitelial da autora.

Após 30 dias internada e sob observação, a Autora foi liberada, e,


completamente indignada com a conduta do réu, tentou estabelecer contato,
porém não obteve êxito em suas inúmeras tentativas, sendo assim, não restou
outra alternativa senão recorrer ao judiciário para buscar uma reparação.x

É importante salientar que o material utilizado na cirurgia é recomendado


apenas em pequenas quantidades pelo Conselho Federal de Medicina, além de não
ser o indicado para esse tipo de procedimento estético. No entanto, o reclamado
utilizou uma quantidade acima daquilo permitido.

Da análise destes fatos, percebe-se nitidamente a conduta lesiva de total


negligência, imprudência e imperícia do Réu, o qual deixou de prestar a atenção
devida ao estado clínico da Autora, além de medicá-la devidamente quando
solicitado, mantendo-o por mais de dias com dores insuportáveis, que desbordam
de meros dissabores cotidianos.

DA ASSISTÊNCIA JURICIÁRIA GRATUITA

Inicialmente, uma vez que a autora é autônoma e considerando que seu lucro
mensal é incerto, pode não possuir recursos suficientes para responder por todas as
despesas processuais, sem prejuízo do próprio sustento e de sua família, requer, nos
moldes do art.5º, inciso LXXIV, da CRFB/88 e art.98 do CPC o deferimento integral
da GRATUIDADE DA JUSTIÇA.

DO DIREITO

Trata-se da aplicação direta e inequívoca do Código Civil, que tratou de


prever o dever de indenizar nos casos de lesão ou ofensa à saúde:

Art. 949. No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor


indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros
cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo
que o ofendido prove haver sofrido.

Art. 950. Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa
exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de
trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros
cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão
correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou
da depreciação que ele sofreu.

Parágrafo único. O prejudicado, se preferir, poderá exigir que a


indenização seja arbitrada e paga de uma só vez.
Art. 951. O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso
de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade
profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a
morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-
lo para o trabalho.

DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO

A responsabilidade civil do médico se encontra na esfera da


responsabilidade civil subjetiva. O médico deve atuar de forma diligente, valendo-
se de todos os meios adequados, com um cuidado objetivo. Deve, pois, somente,
ser indenizado, aquele que, submetido a tratamento médico, venha, por causa
deste tratamento e de culpa do profissional, a sofrer um prejuízo, seja de ordem
material ou imaterial - patrimonial ou não patrimonial.

Não bastasse a relevância dos bens jurídicos a que os profissionais da


medicina se comprometem a resguardar, a pessoalidade e confiabilidade, sobre as
quais se constrói a relação existente entre médico e paciente, são características
suficientes ao reconhecimento da importância dessa espécie de dano. Com efeito,
a busca pelo serviço especializado de um médico acontece quando há estado de
privação do bem-estar físico, mental e psicológico. É nesse instante de sensação
máxima de impotência e fragilidade que o pedido de ajuda é feito a um médico.
Por isso, a gravidade do erro por ele cometido.

Na linha desse raciocínio, é que a responsabilidade do médico depende de


culpa comprovada, é subjetiva, conforme orientação pacificada da doutrina e
jurisprudência e, ainda, por força do art. 14, § 4º do Código de Defesa do
Consumidor. Confira-se o teor do dispositivo:

Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da


existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos
consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem
como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua
fruição e riscos. § 4º A responsabilidade pessoal dos profissionais
liberais será apurada mediante a verificação de culpa.

A negligência sobre a não requisição de exames pré-operatórios,


a violação ao direito de Informação, a imperícia sobre a prescrição de
antibióticos em desuso, o resultado não alcançado e condição do paciente em
estado pós-operatório e o dano material.

DA RESPONSABILIZAÇÃO PELA OBRIGAÇÃO DE RESULTADO

A responsabilidade civil do cirurgião-plástico está vinculada a uma relação


obrigacional, já que o profissional deve responder pelos atos praticados no
exercício da profissão, responsabilidade esta que é de resultado, ou
seja, obrigação sobre o resultado positivo do procedimento.

O Superior Tribunal de Justiça tem entendimento de que a relação entre o


profissional médico e seus clientes gera um contrato de “obrigação de resultado”.
Conforme decisões do tribunal, o cirurgião plástico, ao oferecer seus serviços,
compromete-se a alcançar o resultado estético pretendido. Caso ocorram falhas nos
procedimentos ou os resultados não sejam obtidos, o cliente pode acionar a Justiça
para reparar eventuais danos morais e materiais.

“De acordo com vasta jurisprudência, a cirurgia plástica estética é


obrigação de resultado, uma vez que o objetivo do paciente é
justamente melhorar sua aparência, comprometendo-se o cirurgião a
proporcionar-lhe o resultado pretendido”, decidiu o tribunal ao
analisar o AREsp 328.110.

Define ainda a doutrina:

“O que importa considerar é que o profissional na área de cirurgia


plástica, nos dias atuais, promete um determinado resultado (aliás,
essa é a sua atividade-fim), prevendo, inclusive, com detalhes, esse
novo resultado estético procurado. Alguns se utilizam mesmo de
programas de computador que projetam a simulação da nova imagem
(nariz, boca, olhos, seios, nádegas etc.), através de montagem,
escolhida na tela do computador ou na impressora, para que o cliente
decida. Estabelece-se, sem dúvida, entre médico e paciente relação
contratual de resultado que deve ser honrada”,

Neste sentido, coadunam Carlos Roberto Gonçalves, Paulo Nader e Paulo


Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho:

“O cirurgião plástico assume obrigação de resultado porque


o seu trabalho é, em geral, de natureza estética. No entanto,
em alguns casos, a obrigação continua sendo de meio, como
no atendimento a vítimas deformadas ou queimadas em
acidentes, ou no tratamento de varizes e lesões congênitas ou
adquiridas, em que ressalta a natureza corretiva do trabalho”
(GONÇALVES, 2010, p.263).

“[...] A obrigação assumida por um cirurgião-plástico, com


fins estéticos, é desta espécie (de resultado). Eventual
insucesso se caracteriza apenas quando o resultado é
alcançado. Eventual insucesso, todavia, pode ser atribuído a
fatores adversos à técnica e à ciência do profissional. Pode
acontecer de o paciente, inobservando as recomendações,
venha a ser o causador do malogro. Configurada a hipótese,
ter-se-á por cumprida a obrigação independemente do
resultado inalcançado” (NADER, 2010).

“[...] Em se tratando de cirurgia plástica estética, haverá,


segundo a melhor doutrina, obrigação de resultado.
Entretanto, se se tratar de cirurgia plástica reparadora
(decorrente de queimaduras, por exemplo), a obrigação do
médico será reputada de meio, e a sua responsabilidade
excluída, se não conseguir recompor integralmente o corpo
do paciente, a despeito de haver utilizado as melhores técnicas
disponíveis” (GAGLIANO; PAMPLONA FILHO, 2012,
p.259).

Assevera-se que o Superior Tribunal de Justiça também entende conforme a


maioria dos autores, com este raciocínio desde 1991 a atualmente:

“CIVIL. CIRURGIA ESTETICA. OBRIGAÇÃO DE


RESULTADO. INDENIZAÇÃO. DANO MATERIAL E DANO
MORAL. CONTRATADA A REALIZAÇÃO DE CIRURGIA
ESTETICA EMBELEZADORA, O CIRURGIÃO ASSUME
OBRIGAÇÃO DE RESULTADO, SENDO OBRIGADO A
INDENIZAR PELO NÃO CUMPRIMENTO DA MESMA
OBRIGAÇÃO, TANTO PELO DANO MATERIAL QUANTO
PELO MORAL, DECORRENTE DE DEFORMIDADE
ESTETICA, SALVO PROVA DE FORÇA MAIOR OU CASO
FORTUITO.” (REsp 10.536/RJ, Rel. Ministro DIAS TRINDADE,
TERCEIRA TURMA, julgado em 21/06/1991, DJ 19/08/1991, p.
10993)
DO DANO MORAL

A Súmula 37 do Superior Tribunal de Justiça elucida o tema da seguinte


forma:

"O dano moral alcança prevalentemente valores ideais, não goza


apenas a dor física que geralmente o acompanha, nem se
descaracteriza quando simultaneamente ocorrem danos
patrimoniais, que podem até consistir numa decorrência de sorte
que as duas modalidades se acumulam e tem incidências
autônomas.".

Conforme demonstrado pelos fatos narrados e as provas que juntam no


presente processo, o réu deixou de observar o devido cuidado e de igual maneira,
também deixou de cumprir a sua obrigação com zelo e cuidado nas atividades
praticadas, vitimando assim a paciente, tanto fisicamente, quanto
emocionalmente.

Segundo a doutrina, dano moral é:

"Lição de Aguiar Dias: o dano moral é o efeito não patrimonial da


lesão de direito e não a própria lesão abstratamente considerada.

Lição de Savatier: dano moral é todo sofrimento humano que não é


causado somente por uma perda pecuniária.

Lição de Pontes de Miranda: nos danos morais, a esfera ética da


pessoa é que é ofendida; o dano não patrimonial é o que, só atingindo
o devedor como ser humano, não lhe atinge o patrimônio." (TJRJ. 1a
c. - Ap . - Rel. Carlos Alberto Menezes - Direito , j. 19/11/91-RDP
185/198).

Como já fixado o entendimento em outros tribunais, trata-se de dano que


independe de provas, conforme entendimento dos tribunais:

RESPONSABILIDADE CIVIL. ERRO MÉDICO. DANO


MORAL. - AGRAVO RETIDO.(...). - CULPA DAS RÉS. A
questão já foi decidida. Trânsito em julgado. Não há mais
espaço para se rediscutir fatos já decididos. Eficácia preclusiva
da coisa julgada (art. 474). - DANO MORAL. O indispensável
para a indenização não é a prova do dano moral em si, isto é,
do aborrecimento, do abalo à pessoa física no seio da
sociedade: basta a prova dos fatos ilícitos que sejam por si só
aptos a gerar dano moral na vítima (dano in re ipsa). - VALOR
DO DANO MORAL. MINORAÇÃO. No caso concreto,
revela-se adequado e proporcional o valor de R$250.000,00
(duzentos e cinquenta mil reais). O montante não causa
enriquecimento indevido ao autor, nem exagerado fardo
financeiro às rés. Juros a partir da citação, pela
excepcionalidade (demora no ajuizamento) e correção
monetária a partir do presente julgamento. - HONORÁRIOS.
Muito embora tenha havido a reforma parcial da sentença,
deve ser levado em conta que o autor decaiu de parte mínima
do pedido, ficando, portanto, mantidos os ônus da
sucumbência. O valor fixado pelo magistrado a quo não se
mostra exagerado, como aduz a ré, pois de acordo com o
disposto no art. 20, § 3º, do CPC. Dá-se PROVIMENTO EM
PARTE aos recursos das rés. (APL 00734997220048260100 SP
0073499-72.2004.8.26.0100 Relator (a): Enio Zuliani 4ª Câmara
de Direito Privado:14/09/2015)

DO DANO MATERIAL

Como já fora elencado nas qualificações, a autora é autônoma e tem de seu


árduo trabalho a única forma de manter-se financeiramente. Acontece que, com
toda essa lesão que lhe fora causada, a requerente não pôde trabalhar durante o
período em que ficou internada sob observação, isto acarretou em um enorme
prejuízo financeiro à autora, que, além de não receber pelo seu trabalho, arcou com
as custas de seu tratamento no IBR Hospital onde ficou internada,
comprometendo e muito em seu orçamento, considerando que chegou ao ponto
de pedir uma quantia emprestada à familiares e amigos.

Dano patrimonial, para a Profª. Maria Helena Dini , vem a ser a lesão concreta,
que afeta um interesse relativo ao patrimônio da vítima, consistente na perda ou
deterioração , total ou parcial , dos bens materiais que lhe pertencem sendo
suscetível de avaliação pecuniária e de indenização pelo responsável. Mede-se pela
diferença entre o valor atual do patrimônio da vítima e aquele que teria, no mesmo
momento, se não houvesse a lesão.

Além dos prejuízos definidos como danos emergentes e lucros cessantes, em


razão de um ato ilícito e injusto praticado por outrem, não pode alguém ficar
privado da oportunidade de obter determinada vantagem ou então, de evitar um
prejuízo. Trata-se da indenização pela perda de uma chance ou oportunidade.

Os lucros cessantes encontram regulamentação no Código Civil,


especificamente em seu Capítulo III – Das Perdas e Danos:

Art. 402: Salvo as exceções expressamente previstas em lei, as perdas


e danos devidos ao credor abrangem, além do que ele efetivamente
perdeu, o que razoavelmente deixou de lucrar e, é justamente nessa
parte final do dispositivo, que resta caracterizado o conceito dos
danos emergentes e do lucro cessante.

Por danos emergentes, entende-se aquilo que a vítima do ato danoso


efetivamente perdeu e, por lucros cessantes, o que ela razoavelmente deixou de
perceber, em razão da sua ocorrência, também intitulado pela doutrina como sendo
a perda do lucro esperado.

O sentido jurídico de chance ou oportunidades traduz-se na probabilidade


de alguém obter um lucro ou evitar um prejuízo.

O entendimento do C. STJ, no concernente a exegese do artigo 403 do CC, é


salutar para a elucidação do conceito, senão vejamos:

"Art. 403. Ainda que a inexecução resulte de dolo do devedor, as


perdas e danos só incluem os prejuízos efetivos e os lucros cessantes
por efeito dela direto e imediato, sem prejuízo do disposto na lei
processual".

Face aos fatos, o autor ao invés de ter a possibilidade de obter renda com
aquilo que o faria regularmente, tem que contratar advogados para pleitear junto
ao judiciário, o ressarcimento de todos os prejuízos que lhes está sendo causado,
tendo que refazer toda sua programação financeira e de vida ante o cometimento
do ilícito por outrem.

Solicita-se então que o requerido da seguinte demanda, além de ser


responsabilizado pela lesão causada ainda restitua a autora dos gastos que teve
durante o período de recuperação.

DOS PEDIDOS

Diante todo o exposto, requer:


1- A concessão da gratuidade da justiça, nos termos do do art.5º, inciso
LXXIV, da CRFB/88 e art.98 do CPC;
2- A citação do réu para, se quiser, responder;
3- A total procedência da ação para condenar o réu à indenização material,
estimada no valor de R$ 15.000,00(dez mil reais), referente ao lucro
cessante e ao dano emergente sofrido pela autora.
4- A restituição dos gastos da REQUERENTE com o internamento e
despesas hospitalares (anexos);
5- A fixação de danos morais a serem estimados por este Juízo, levando em
consideração todo transtorno e irritação sofrido pela REQUERENTE;
6- A produção de provas admitidas em Direito;
7- O pagamento de horários sucumbenciais de 20% do valor da causa ou do
proveito econômico obtido na demanda;
8- Manifestar o interesse na realização de audiência conciliatória;
9- A condenação do réu ao pagamento de honorários advocatícios nos
parâmetros previstos no art. 85, § 2º, do CPC;

Dá-se á causa o valor de R$ 30.000,00

Nestes termos, pede deferimento

Vitória da Conquista-BA
24/08/2018

Luan Fernando Moitinho Ribeiro


OAB – BA
53.651