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Bad Kids
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"Bad Kids"
Canção de Lady Gaga
do álbum Born This Way
Lançamento 20 — 23 de maio de 2011
Gravação 18 de janeiro de 2011
Autocarro de digressão
Género(s) Disco-pop synthpop · soft rock
Duração 3:51
Editora(s) Interscope · Streamline · KonLive
Composição Stefani Germanotta · Jeppe Laursen · Fernando Garibay · Paul Blair
Produção Lady Gaga · Jeppe Laursen · Fernando Garibay · DJ White Shadow
Faixas de Born This Way
"Marry the Night"
"Born This Way"
"Government Hooker"
"Judas"
"Americano"
"Hair"
"Scheiße"
"Bloody Mary"
"Black Jesus † Amen Fashion"
"Bad Kids"
"Fashion of His Love"
"Highway Unicorn (Road to Love)"
"Heavy Metal Lover"
"Electric Chapel"
"The Queen"
"Yoü and I"
"The Edge of Glory"
"Bad Kids" é uma canção gravada pela cantora e compositora norte-americana Lady
Gaga para o seu segundo álbum de estúdio, Born This Way, lançado mundialmente
através da editora discográfica Interscope Records a 23 de maio de 2011. Concebida
como um trabalho colaborativo entre Gaga, Jeppe Laursen, Fernando Garibay e DJ
White Shadow, é um tema de música pop influenciado pelos gêneros heavy metal e
synthpop dos anos 1980 com uma batida de música disco e instrumentação acompanhada
por piano e guitarras eléctricas características de música rock. O seu conteúdo
lírico foi descrito como uma "ode aos jovens delinquentes que atribuem a culpa dos
seus falhanços aos seus pais". Gaga teve a ideia de escrever a faixa ao se sentir
inspirada pelas cartas que os seus fãs a enviavam enquanto viajava em digressão ao
longo de 2010 e meados de 2011.

Aquando do lançamento inicial de Born This Way, foi recebida com opiniões positivas
pelos críticos especialistas em música contemporânea, que elogiaram a sua produção
reminiscente à obras de música disco lançadas ao longo da década de 1980 e
sonoridade dançante, bem como o seu conteúdo lírico que inclui uma mensagem
direccionada à sua legião de fãs oprimidos. Ademais, recebeu comparações a temas da
falecida cantora norte-americana Donna Summer, que eram produzidos pelo músico
italiano Giorgio Moroder. Devido ao seu lançamento exclusivo em Born This Way, "Bad
Kids" não conseguiu entrar na tabela musical de nenhum território. Na digressão The
Born This Way Ball, a canção foi inclusa no repertório como a décima oitava faixa
do alinhamento.
Índice
1 Antecedentes, gravação e lançamento
2 Estrutura musical e letras
3 Crítica profissional
4 Alinhamento de faixas
5 Créditos e pessoal
6 Referências
7 Ligações externas
Antecedentes, gravação e lançamento
"Bem, eu queria direccionar a música pop para um novo caminho, e você sabe como são
as coisas do costume. Eles [os meu fãs] têm se comportado nos últimos dois anos
como um culto, um culto de heavy metal. Tenho estado a ouvir metal por um período
tão longo, eu fui a muitos concertos diferentes, eu vi Iron Maiden ao vivo e fiquei
muito inspirada. E percebi que queria criar um álbum híbrido, uma gravação avant-
garde techno-rock que é realmente muito pesada e industrial em uma extremidade, e
muito alegre e pop em outra. Por isso, é música pop com uma mensagem muito muito
muito forte e muito desconfortável."

— Gaga a falar sobre a sua inspiração na composição de Born This Way em entrevista
ao Yahoo!.[1]
Em Março de 2010, em entrevista à MTV do Reino Unido, Gaga afirmou que já havia
começado a trabalhar no seu segundo álbum de estúdio e que já havia terminado de
escrever o tema central do mesmo.[2] Três meses depois, em entrevista à Rolling
Stone, declarou que o seu segundo disco já tinha sido concluído, mas não seria
lançado até 2011.[3] A 26 de Novembro de 2010, nas apresentações da The Monster
Ball Tour em Gdansk, Polónia, a artista revelou que o disco estava cheio de
"batidas dançantes".[4][5] Explicou ainda que o álbum iria ser como "crianças más a
irem à igreja, a se divertirem em um nível elevado".[6] O título da canção foi
revelado pela artista em uma entrevista para a revista Vogue em Fevereiro de 2011,
na qual confirmou que das dezassete faixas gravadas para o álbum, somente quatorze
delas iriam aparecer na edição final da versão padrão.[7] As três restantes seriam
lançadas em uma edição deluxe exclusiva na loja digital Target.[8] Antes mesmo de
Born This Way atingir as lojas, várias canções do álbum foram sendo divulgadas como
maneira de antecipar e promover o seu lançamento.[9] "Marry the Night" foi lançada
no jogo virtual FarmVille a 17 de Maio,[10] seguida por "Electric Chapel" no dia
seguinte,[11] e "Fashion of His Love" no dia após este.[12] O remix do DJ White
Shadow desta canção tornou-se disponível no Farmville, bem como "Government
Hooker", "Americano", "Scheiße", "Bad Kids", "Yoü and I" e "Born This Way (Jost &
Naaf Remix)", e foram transmitidas online entre 20 e 23 de Maio de 2011.[13] Born
This Way foi finalmente lançado a 23 de Maio, com "Bad Kids" aparecendo como a nona
faixa da versão padrão e a décima do primeiro disco da versão especial do mesmo.
[14][15]

Gaga a interpretar "Bad Kids" acompanhada dos seus dançarinos na paragem da The
Born This Way Ball na cidade de Milão, Itália, em Outubro de 2012.
"Só porque você era uma criança má enquanto crescia, não quer dizer que você seja
uma pessoa má. E um monte de meninos maus acabam se tornando em pessoas
extraordinárias, como Lady Gaga, e ela queria que as pessoas que tiveram um começo
complicado ou talvez não as circunstâncias mais ideais tenham uma voz e uma
mensagem. E é basicamente sobre manter-se verdadeiro a si mesmo, e se você é mau,
quem se importa? Você ainda pode ser grandioso. Existe o bom e o mau, e eu acho que
é basicamente isso do que se está a falar [nesta canção]."
— Fernando Garibay, um dos compositores do tema, a explicar o seu conceito em
entrevista à MTV News.[16]
"Bad Kids" é fruto de um trabalho colaborativo entre Gaga, Jeppe Laursen, Fernando
Garibay e DJ White Shadow.[17] Garibay e DJ White Shadow trabalharam com Gaga em
grande parte de Born This Way. "Bad Kids" marca a segunda colaboração da artista
com Laursen, um cantor e compositor dinamarquês que esteve envolvido no processo de
composição e produção de "Born This Way" (2011).[18][19] Composta no autocarro da
digressão The Monster Ball, "Bad Kids" foi inspirada por várias histórias que a
cantora leu dos fãs enquanto ainda estava em digressão. Então, "Bad Kids" foi
composta como um tributo a essas histórias, segundo o publicado por Gaga no
Twitter.[20] "'Bad Kids' é algo no qual todos nós colaboramos — Gaga, White Shadow
[Jeppe Laursen e eu]. Gaga apareceu um dia nos bastidores, se bem me recordo, e
disse: 'Eu tenho uma ideia para uma canção, 'Bad Kids'.’", disse Garibay em
entrevista à MTV News.[16] A canção foi gravada sob a assistência do engenheiro
acústico Dave Russell a 18 de Janeiro de 2011 em um estúdio embutido no autocarro
da The Monster Ball Tour em uma cidade europeia. Mais tarde, Russel levou a faixa
ao Setai Recording Studio em Miami Beach, Flórida, para que pudesse tratar da
mixagem e ao Oasis Mastering em Burbank, Califórnia, para que Gene Grimaldi desse
conta da masterização.[19]

"Bad Kids" foi maioritariamente interpretada pela artista ao longo da digressão The
Born This Way Ball (2011-12), tendo sido inclusa no repertório como a décima oitava
faixa.[21][22] Assim que terminasse de cantar "Heavy Metal Lover", a cantora tinha
uma pequena conversa com o público, sendo que logo depois ela questionava
repetidamente ao público e aos dançarinos "Será que vocês sequer se lixam para
isto!?" e dava início à apresentação de "Bad Kids".[23][24]

Estrutura musical e letras

"Bad Kids" foi co-composta e co-produzida por Fernando Garibay, um colaborador com
quem Gaga trabalhou em grande parte de Born This Way.
Em termos de composição musical, Born This Way foi considerado por vários analistas
musicais como um afastamento notável dos trabalhos anteriores de Gaga.[25] Em
contraste com grande parte de seus trabalhos anteriores, Born This Way incorporou
uma ampla gama de elementos multi-géneros, como o heavy metal, o rock and roll,
entre outros.[26][27] O disco apresenta também uma maior variedade de instrumentos
e estilos musicais, inclusive guitarras eléctricas.[28] Musicalmente, "Bad Kids" é
uma canção do género musical pop com uma batida de música disco e instrumentação
acompanhada por piano e guitarras eléctricas características de música rock e
influenciada por heavy metal e synthpop dos anos 1980.[29][30] Foi descrita como
uma "ode aos jovens delinquentes que atribuem a culpa dos seus falhanços aos pais"
na qual Gaga autodescreve-se alegremente como uma "croma".[29][31] Segundo a
partitura publicada pela Sony/ATV Music Publishing na página online Musicnotes.com,
a canção foi composta na tonalidade de Dó sustenido menor, com a voz da artista
abrangendo desde a nota baixa de Sol#3 até Dó#5.[32]

A faixa inicia com a artista a proclamar "We don’t care what people say, we know
the truth / Enough is enough of this horse shit / I am not a freak, I was born with
my free gun / Don't tell me I'm less than my freedom" por cima de guitarras,[nota
1] expressando assim os seus sentimentos de rebelião. Logo depois, canta os versos
"I’m a bitch, I’m a loser baby maybe I should quit / My parents tried until they
got divorced ‘cause I ruined their lives",[nota 2] nos quais descreve momentos da
sua vida. De acordo com alguns críticos, esse último verso revela que a pessoa
retratada na canção não é a artista, pois os pais de Gaga não estão divorciados.
Daniel Martin, do NME, achou que "a declaração despreocupada ’I'm a bitch’ irá
apenas irritar ainda mais as pessoas que acham Gaga irritante."[33] No refrão e na
ponte, a artista faz um canto de comiseração, de modo a consolar-se apesar da sua
situação triste — "I’m a bad kid and I will survive / Oh I’m a bad kid, don’t know
wrong from right" —[nota 3] fazendo mais logo uma espécie de mensagem aos
marginalizados, "Don’t be insecure if your heart is pure / You’re still good to me
if you’re a bad kid baby",[nota 4] que de acordo com Garibay, resume o cântico
defendido por ela e a sua legião de Little Monsters.[34] Segundo Amanda Hensel, do
blogue PopCrush, na sua essência, a frase "You're still good to me if you're a bad
kid, baby" instiga os ouvintes a desobedecerem as regras pois Gaga orgulha-se de
ser uma outcast.[35]
O estilo musical de "Bad Kids" foi comparado a trabalhos iniciais da falecida
cantora norte-americana Donna Summer, que atingiu a fama na década de 1980 devido à
suas canções de música disco. De acordo com James Montgomery, da MTV News, em Born
This Way, Gaga prova que é uma das estrelas pop mais multifacetadas do planeta. Ela
assume 750 personagens diferentes no álbum — ao longo das quatorze canções, ela
proclama ser uma "rainha guerreira", uma "soldado", uma "vencedora (e, mais tarde,
uma "perdedora"), uma "pirralha egoísta", uma "criança má" e "uma jovem rebelde
degenerada" (e orgulhosa), apenas para mencionar algumas."[36]

Segundo fãs da cantora que estiveram presentes na sessão de audição de Born This
Way na França, algumas estrofes da canção que não foram inclusas na versão final
lançada no álbum puderam ser ouvidas enquanto a música era reproduzida. Quando
questionada sobre esta parte específica, Gaga respondeu que pretendia interpretar a
versão completa da canção ao vivo durante as apresentações da The Born This Way
Ball, pelo que incluiu as estrofes que faltavam no encarte do disco, de modo que os
seus fãs pudessem acompanhá-la enquanto cantava. No entanto, a versão completa de
"Bad Kids" jamais foi interpretada ao vivo pela artista. Tais estrofes são:[37]

Cuff me up sir I'm mad


At the relationshop I got
Between my ass and your badge
I smoke, but I'm not into candy no-class
Though there might be some illegal shit

In my meat dress, I've got guns,


up under my thumbs
Manicure is slick
You mad that my tips longer than your click

Just a freedom hussy


Rebel fashion junkie
And I wanna serve my country
In the best way that I could be

So don't ask, 'cause I'll tell


you I'm free, while you dwell
Throw your hands up in the crowd
Cause if you're bad kid and you're proud

Crítica profissional

A produção de "Bad Kids" foi comparada a trabalhos de música disco produzidos pelo
músico italiano Giorgio Moroder (imagem) na década de 1970 pela revista Billboard.
[38]
Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Billboard (positiva)[38]
Metro (positiva)[39]
NME (positiva)[33]
PopCrush 3 de 5 estrelas.[35]
Prefix (positiva)[40]
The Telegraph (positiva)[31]
The Washington Post (positiva)[41]
Yes Pop! (positiva)[42]
Amanda Hensel, para o blogue PopCrush, atribuiu a classificação de 3 estrelas a
partir de um máximo de 5 e elogiou a produção de música dos anos 1980, escrevendo
que "por mais que 'Bad Kids' não consiga entrar nas tabelas [musicais] como um
single, nós sabemos que os deejays irão divertir-se à brava com ela, porque é tal
como uma competição de dança entre [música] old school e rock e ainda pop. Hensel
concluiu a sua resenha a afirmar que embora "Bad Kids" não seja a sua faixa
favorita de Born This Way, "é importante ressaltar que é cativante e tem um groove
charmoso."[35] Na sua análise de Born This Way para o blogue brasileiro Yes Pop!,
Léo Ribeiro achou que este não foi um dos melhores álbuns de Gaga, todavia, achou
que as faixas "Heavy Metal Lover", "Scheiße" e "Bad Kids" se sobressaiam como as
melhores.[42] Escrevendo para a revista musical Billboard, a resenhista Kerri Mason
comparou a composição da faixa a letras de canções escritas pelo músico norte-
americano Beck e afirmou que a sua produção de música disco é reminiscente à de
canções lançadas pelo produtor Giorgio Moroder nos anos 1970.[38]

Além de ter feito comparações a obras de música disco lançadas por Donna Summer na
década de 1980 na sua resenha para o blogue britânico NME, Daniel Martin expressou
apreciação pelo refrão de "Bad Kids", afirmando que "é impossível não o adorar
instantânea e eternamente".[33] Neil McCormick, para o jornal britânico The
Telegraph, observou que a faixa tem um ritmo distinto das outras em Born This Way e
descreveu-a como um "hino disco sobre o fardo de culpa paternal".[31] Arwa Halder,
para o jornal britânico Metro, descreveu o tema como um "hino excitante electrónico
para qualquer pessoa que ainda não tenha deixado de se comportar mal."[39] Chris
Richards, para o jornal norte-americano The Washington Post, descreveu a canção
como "... Gaga ama você, você ama ela, ela ama a si mesma (claramente), você ama a
você mesmo (esperançosamente), e tudo vai ficar bom. Isso porque Gaga não posiciona
a si mesma e os seus seguidores como oprimidos por escolha, mas sim por natureza, e
essa perspectiva dá origem à grande parte da energia potencialmente rebeliona do
álbum. Ela não soa como se estivesse a liderar a sua legião de oprimidos contra as
normas da sociedade, mas sim como se estivesse a encorajar uma tempestade de flocos
de neve para que aceitem as suas formas infinitas.[41]

Um resenhista do portal Autostraddle comentou que "'Bad Kids' é uma canção


cativante, talvez um pouco doce demais para o meu gosto. Descobri que gostaria mais
desta canção se imaginar Gaga a cantá-la directamente para John Bender do The
Breakfast Club."[43] Escrevendo a sua resenha para Born This Way para a revista
musical Prefix, Craig Jenkins comentou que "Electric Chapel" e "Bad Kids" são as
canções mais cativantes do disco.[40]

Alinhamento de faixas
"Bad Kids" aparece como a nona canção do alinhamento da versão padrão de Born This
Way e como a décima faixa do primeiro disco da versão especial do álbum.

Born This Way: Versão padrão[14]


"Bad Kids" — 3:51
Born This Way: Versão especial (disco 1)[15]
"Bad Kids" — 3:51
Créditos e pessoal
Os créditos seguintes foram adaptados do encarte do álbum Born This Way (2011) e do
portal Allmusic:[19][44]

Locais de gravação
Gravada no estúdio do autocarro de digressão da The Monster Ball Tour
Mixada no Setai Recording Studio, Miami Beach, Flórida, EUA
Masterizada no Sterling Sound, Cidade de Nova Iorque, EUA
Pessoal
Stefani Germanotta — vocais principais, composição, produção e arranjos, vocais de
apoio, teclado
Fernando Garibay — composição, produção e arranjos, programação, teclado
Jeppe Laursen — composição, produção e arranjos
DJ White Shadow — composição, produção e arranjos, programação, teclado
Chris Gehringer — masterização
Dave Russel — gravação, mixagem
Phillip Knight — assistência de mixagem
Eric Morris — assistência de gravação
Bill Malina — engenharia acústica
Referências
Notas
Em língua portuguesa (tradução livre): "Nós não nos importamos com o que as
pessoas dizem, nós sabemos a verdade / Chega dessa bosta / Não sou uma tarada,
nasci com a minha arma livre / Não me diga que sou menos do que a minha liberdade".
Em língua portuguesa (tradução livre): "Sou uma vadia, sou uma fracassada baby
talvez eu devesse desistir / Os meus pais tentaram até que se divorciaram porque eu
arruinei a vida deles".
Em língua portuguesa (tradução livre): "Eu sou uma criança má e sou sobreviver /
Oh eu sou uma criança má, não sei diferenciar o certo do errado".
Em língua portuguesa (tradução livre): "Não seja inseguro se o seu coração é
puro / Você ainda será bom para mim se você for uma criança má baby".
Específicas

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for a track seemingly inspired by the New York Club Kids of the late 1980s (read
Disco Bloodbath for the full horror) via Donna Summer and some electric guitar. The
relentless “I’m a bitch!” declarations will only annoy further the people who find
Gaga to be annoying, but then it lurches into a chorus which is impossible not to
adore, instantly and forever.
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you love yourself (hopefully), and everything's going to be alright. That's because
Gaga posits herself and her followers not as outsiders by choice, but by nature.
And that perspective siphons off a lot of the album's potentially rebellious
energy. She doesn't sound like she's leading insurgents against society's norms, so
much as encouraging a blizzard of snowflakes to accept their infinite shapes.
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my taste. I find I appreciate this song more if I imagine Gaga singing directly to
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Ligações externas
"Bad Kids" (em inglês) no SoundCloud
"Bad Kids" (em inglês) no MusicBrainz
"Bad Kids" no Last.fm
"Bad Kids" (em inglês) no Spotify
"Bad Kids" (em inglês) no Amazon.com
Portal.svg A Wikipédia possui o
Portal Lady Gaga
[Esconder]
v • e
Canções de Lady Gaga
The Fame
"Just Dance" "LoveGame" "Paparazzi" "Poker Face" "Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)"
"Beautiful, Dirty, Rich" "Starstruck"
The Fame Monster
"Bad Romance" "Alejandro" "Monster" "Speechless" "Dance in the Dark" "Telephone"
"So Happy I Could Die"
Born This Way
"Marry the Night" "Born This Way" "Government Hooker" "Judas" "Americano" "Hair"
"Scheiße" "Black Jesus † Amen Fashion" "Bad Kids" "Fashion of His Love" "Highway
Unicorn (Road to Love)" "Heavy Metal Lover" "Electric Chapel" "The Queen" "Yoü and
I" "The Edge of Glory"
Artpop
"Aura" "Venus" "G.U.Y." "Sexxx Dreams" "Do What U Want" "Artpop" "Dope" "Gypsy"
"Applause"
Cheek to Cheek
"Anything Goes" "Cheek to Cheek" "I Can't Give You Anything But Love" "Bang Bang
(My Baby Shot Me Down)" "Bewitched, Bothered and Bewildered"
Joanne
"A-Yo" "Joanne" "John Wayne" "Perfect Illusion" "Million Reasons"
A Star Is Born
"Shallow" "Always Remember Us This Way" "I'll Never Love Again"
Colaborações
"Chillin" "Video Phone (Extended Remix)" "3-Way (The Golden Rule)" "The Lady Is a
Tramp"
Outras canções
"Christmas Tree" "Til It Happens to You" "The Cure"
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Categorias: Canções de 2011Canções em inglêsCanções de Lady GagaCanções de música
popCanções compostas por Lady GagaCanções compostas por Fernando GaribayCanções
produzidas por Lady GagaCanções produzidas por Fernando Garibay
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