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UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

ESCOLA DO MAR, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Bruno Gustavo Storino Floriani


Mateus Maciel Machado
Mylena Miler Francisco
Nicole Thais Dal Molim

PROJETO GEOMETRICO DE ESTRADAS

Itajaí
Setembro de 2018
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
Escola do Mar, Ciência e Tecnologia

Bruno Gustavo Storino Floriani


Mateus Maciel Machado
Mylena Miler Francisco
Nicole Thais Dal Molim

PROJETO GEOMETRICO DE ESTRADAS

Relatório técnico
elaborado em aula como
requisito para obtenção
da nota parcial da M1 na
disciplina de Projeto
Geométrico de Estradas,
no curso de Engenharia
Civil, na Universidade do
Vale do Itajaí.

Itajaí
Setembro de 2018
Sumário
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................. 4
2 DESENVOLVIMENTO ................................................................................. 4
2.1 OBJETIVO .............................................................................................. 11
2.1.1 Objetivos específicos .............................. Error! Bookmark not defined.
2.2 METODOLOGIA ..................................................................................... 11
2.3 RESULTADOS ........................................................................................ 11
3 CONCLUSÕES .......................................................................................... 11
APENDICE ....................................................... Error! Bookmark not defined.
ANEXO ......................................................................................................... 11
REFERÊNCIAS............................................................................................. 11
1 INTRODUÇÃO

A realização do projeto de uma estrada envolve inúmeros estudos, para


garantir boa qualidade no trajeto e também economizar tempo. Este processo
envolve uma série de estudos, envolvendo etapas de reconhecimento,
exploração e projeto, devendo ser o mais completo possível, garantindo então
boas condições para a frenagem, segurança, aceleração e conforto aliados à
viabilidade técnica, econômica e ambiental.
A geometria de uma estrada é definida pelo traçado do seu eixo em
planta, e composto de trechos retos concordados por curvas horizontais. Este
tipo de projeto e sua execução física envolvem também estudos de tráfego,
geotécnicos/geológicos, hidrológicos, topográficos, geométricos, de obras de
terra, de terraplanagem, de pavimentação, de drenagem, viabilidade
econômica, de desapropriação, elementos de segurança, de sinalização e
estudo de impacto ambiental. No reconhecimento, são levantados dados
iniciais sobre a região e possibilidades de local para a estrada passar, são
também definidos os principais obstáculos topográficos, geológicos e
hidrológicos. Na etapa de exploração, é feito o projeto topográfico de uma faixa
limitada de terreno, de onde será o eixo da estrada, é nesta fase que são
apresentados os projetos de geotecnia, e também os estudos de tráfego,
hidrológicos, geológicos e topográficos. A fase do projeto é a fase de
detalhamento do anteprojeto, onde são determinados os elementos
necessários para a definição do projeto em planta, perfis e secções
transversais e longitudinais. Sendo assim, o projeto de estradas é o conjunto
de todos esses projetos, junto com o memorial de cálculo e especificações
técnicas e soluções adotadas.
O presente relatório consiste em elaborar o estudo e definição
geométrica de estradas, das características técnicas tais como raios de
curvaturas simples, curvaturas compostas, com dois e três raios, superlargura
e superelevação com precisão total da sua conformação espacial e demais
atribuições qualitativas e quantitativas.

2 DESENVOLVIMENTO
Descrever teorias, métodos, discussões e certos resultados encontrados.
A elaboração deste projeto geométrico se dá por um conjunto de
levantamentos, estudos e definições de soluções técnicas e cálculos.
Após receber o levantamento topográfico da área onde será o projeto,
definiu-se que os pontos utilizados para os cálculos seriam o “E – C – L”.
Reconheceu-se os pontos extremos e intermediários delimitados em aula para
definição da área trabalhada e traçada uma linha reta ligando estes pontos de
interesse.
COLOCAR IMAGEM DOS PONTOS (não abriu no meu autocad)
Após a medição da distância entre os pontos, obteve-se os seguintes
resultados:
E–C 430,9834m
C–L 888,5137m
L–E 1052,4582m

VERIFICAR VALORES
A curva circular simples é muito utilizada para concordar dois
alinhamentos retos, sendo simples para ser projetada e locada. Ela é definida
pelo seu raio “R” ou pelo seu grau “G”, e pelo seu ângulo central (AC).

onde:

PC = ponto de curva ou ponto de curvatura;


PT = ponto de tangente ou ponto de tangência;
PI = ponto de interseção das tangentes;
D = desenvolvimento da curva;
Δ = ângulo de deflexão;
AC = ângulo central da curva;
R = raio da curva circular;
T = tangente externa;
O = Centro da curva;
E = afastamento;
G = grau da curva;
c = corda;
d = deflexão sobre a tangente.

A deflexão é medida no PI, o raio é adotado, e para o cálculo dos outros


componentes, é utilizada as seguintes fórmulas:

a) Para o desenvolvimento D:

2𝜋𝑅∆
𝐷=
360

Onde D está em metros, R é o raio em metros e Δ o ângulo da deflexão.

b) Para a tangente externa T:


𝑇 = 𝑅. 𝑡𝑔
2

c) Para o espaçamento E:
𝐸 = √𝑅² + 𝑇² − 𝑅

d) A corda de locação C é definida pela tabela:


R≤≥
R≥600 → C=20m
600>R≥100m → C=10m
100>R≥25m → C=5m
R>25m→ C=2m

e) Para o grau da curva G:

360.𝐶 ∆.𝐶
𝐺= ou 𝐺 =
2𝜋𝑅 𝐷

Onde C é a corda de locação, R o raio, ∆ a deflexão e D o


desenvolvimento.

f) A deflexão da corda:
𝐺
𝑑=
2

g) A deflexão por metro dm:


𝑑
𝑑𝑚 =
𝐶
h) A deflexão acumulada da:
𝑑𝑎 = 𝐿. 𝑑𝑚

Onde L é o comprimento de PC ao ponto I.

i) O estaqueamento:
Estaca de PC=Est. de PI – Comp. T
Estaca de PT=Est. PC + Comp. D
Onde T é a tangente e D o desenvolvimento.

As curvas compostas por dois raios são utilizadas onde uma sucessão
de curvas simples é utilizada para adequar o traçado da via a topografia do
terreno. O ponto de contato entre duas curvas circulares sucessivas denomina-
se PCC. Existem dois casos para esse tipo de curva, o primeiro onde se
conhece Ra, Rb, Δa e Δb; e o segundo caso onde se conhece Ta, Tb, Δa e Δb.
Para cada caso utiliza-se as seguintes fórmulas.
Primeiro caso:
a) Deflexão
Δ = Δa + Δb

b) Tangentes Externas
𝑅𝑎 − 𝑅𝑏. 𝑐𝑜𝑠𝛥 − (𝑅𝑎 − 𝑅𝑏). 𝑐𝑜𝑠𝛥𝑎
𝑇𝑏 =
𝑆𝑒𝑛𝛥

𝑅𝑏 − 𝑅𝑎. 𝑐𝑜𝑠Δ + (Ra − Rb). cosΔb


𝑇𝑎 =
𝑆𝑒𝑛Δ

c) Estacas

Estaca PC=Est. PI – comp. Ta


Estaca PCC=Est. PC + comp. Da
Estaca PT = Est. Pcc + comp. Db

Para os valores de Δa, Δb, ca, cb, Ga, Gb, da, db, dma, dmb utiliza-se as
fórmulas da curva simples, substituindo Δ por Δa ou Δb, e R por Ra ou Rb.

Segundo caso:
a) Deflexão:
Δ = Δa + Δb

b) Raios:
Δa Δa
𝑇𝑏. 𝑠𝑒𝑛Δ − ta. tg ( 2 ) − Tb. cosΔtg( 2 )
𝑅𝑏 =
Δa
1 − 𝑠𝑒𝑛Δ. tg ( 2 ) − cosΔ

Δb Δb
𝑇𝑏. 𝑡𝑔 ( ) + Ta. cosΔ. tg ( ) − Ta. senΔ
𝑅𝑎 = 2 2
Δb
𝑠𝑒𝑛Δ. tg ( 2 ) + cosΔ − 1
c) Estacas:
Est PC= Est PI-Comp.Ta
Est PCC= Est PC+Comp.Da
Est PT=Est PCC + Comp. Db

Para valores de Da, Db, CA, Cb, Ga, Gb, da, db, dma, dmb: usar
fórmulas de curva simples, substituindo Δ por Δa ou Δb, e R por Ra ou Rb.

A concordância com 3 raios possui três curvas simples, com os


elementos Ra, Rb e Rc, ângulos Δa, Δb e Δc, e tangentes externas Ta e Tb.
Para utilizar as fórmulas, deve-se conhecer os valores dos raios e das
deflexões.
a) Deflexão:
Δ = Δa + Δb + Δc

b) Tangentes:
𝑅𝑐 + (𝑅𝑎 − 𝑅𝑏). cos(Δb + Δc) + (Rb − Rc). cosΔc − Ra. cosΔ
𝑇𝑎 =
𝑆𝑒𝑛Δ
𝑅𝑎 − (𝑅𝑎 − 𝑅𝑏). 𝑐𝑜𝑠Δa − (Rb − Rc). cos(Δa + Δb) − Rc. cosΔ
𝑇𝑏 =
𝑆𝑒𝑛Δ

c) Estacas:
Est. PC=Est. PI – Comp. Ta
Est PCC1=Est. PC + Comp. Da
Est. PCC2 = Est. PCC1 + Comp. Db
Est PT = Est. PCC2 + Comp. Dc
Para valores de Da, Db, Dc, CA, Cb, Cc, Ga, Gb, Gc, da, db, dc, dma, dmb,
dmc, utilizar fórmulas da curva simples, substituindo R por Ra/Rb/Rc, Δ por Δa/
Δb/ Δc.
Em um projeto geométrico de estradas, ao se definir a velocidade diretriz de
um trecho, deve-se garantir condições que permita aos usuários o
desenvolvimento e manutenção da velocidade de percurso. Quando se
percorre um trecho em tangente, o usuário não fica sujeito à esforços laterais,
devido à geometria da rodovia. Porém, em um trecho com curva, as condições
se alteram, pois há esforços laterais atuando sobre o veículo, logo, a
disposição do usuário em manter a mesma velocidade de operação no trecho
fica afetada. A superelevação e superlargura visam minimizar os impactos
negativos desses fatores em trechos curvos.
Ao percorrer uma curva horizontal em certo trecho, o veículo fica sujeito a
efeitos combinados da força de atrito e força centrífuga. Para contrabalancear
os efeitos dessas forças laterais, é utilizado o conceito de superelevação da
pista de rolamento, que é a declividade transversal da pista nos trechos em
curva. A superelevação é medida pela inclinação transversal da pista em
relação ao plano horizontal, sendo expressa em proporção m/m ou em
porcentagem.

A fórmula teórica para cálculo da superelevação é:


𝑉2
𝑡𝑔 ∝= −𝑓
127. 𝑅
A fórmula prática pelo DNIT é:
2𝑅𝑚í𝑛 𝑅𝑚í𝑛2
𝑆𝑒 = 𝑆𝑒𝑚á𝑥( − )
𝑅 𝑅2
O cálculo de Lc será um valor entre o Lc mínimo e Lc máximo. Para o cálculo
de Lc mínimo, será o maior entre as expressões:
a) Lc=0,56V
Lc em metros e V em km/h.
𝑅
b) 𝐿𝑐 =
9
Para quando R for maior que 800m

𝐾.𝐿𝑓.𝑆𝑒
c) 𝐿𝑐 =
𝐹𝑠

.Onde o valor de K, Lf e Sf são tabelados e Se se dá em m/m.

𝑉³ 𝑆𝑒.𝑉
d) 𝐿𝑐 = −
46,656.𝐶.𝑅 0,367.𝐶
Onde Lc em metros, V em km/h, Se em m/m, R em metros e C é 1,5-
0,009V.

A superlargura é uma largura adicional a faixa de trânsito, projetada em


trechos de curva, pois neste tipo de trecho, os veículos ocupam fisicamente
espaços laterais maiores do que suas próprias larguras, e devido a um efeito
visual, causado pela percepção da pista em perspectiva, os trechos em curva
provocam aparência de estreitamento da pista, provocando sensação de
confinamento. A superlargura é denominada SL, sendo a diferença entre a
largura na curva LT, e a largura na tangente Ln, obtidas pelas seguintes
expressões:
𝑆𝐿 = 𝐿𝑇 − 𝐿𝑁
𝐿𝑁 = 2. 𝐿𝐹
𝐿𝑇 = 2(𝐺𝐶 + 𝐺𝐿) + 𝐺𝐷 + 𝐹

𝐺𝐶 = 𝐿𝑉 + 𝑅 − √𝑅² − 𝐸²

𝐺𝐷 = √𝑅² + 𝐵(2𝐸 + 𝐵) − 𝑅

𝑉
𝐹=
10√𝑅

Sendo LF a largura da faixa de tráfego, valor em tabela; GL é a folga


lateral, também tabelado; V a velocidade em km/h; LV, B e E são as
características geométricas de largura, balanço dianteiro e distancia entre eixos
do veículo tipo.
2.1 OBJETIVO
Este trabalho possui como objetivo identificar as coordenadas,
distâncias, azimutes, rumos, deflexão, ângulo interno dos pontos E-C-L, da
área onde será realizado o projeto, e a partir disso desenhar a curva simples, a
curva composta por 2 raios e também a curva composta por 3 raios, calculando
seus elementos e planilha de locação. Para a curva composta por 3 raios, será
também calculado sua superelevação e superlargura.

2.2 METODOLOGIA
Pesquisar sobre os assuntos adotados e colocar citações.
2.3 RESULTADOS
O que resultou tudo o que fizemos da cada coisa.
3 CONCLUSÕES

ANEXO
Pranchas e planilhas.
REFERÊNCIAS

http://www.dtt.ufpr.br/Fundamentos%20de%20Transporte/arquivos/APOSTILA_
ProjetoGeometrico_2009.pdf
https://www.passeidireto.com/arquivo/6101820/modelo-relatorio-abnt
http://www.topografiageral.com/Curso/capitulo%2008.php
https://blogdaengenharia.com/como-e-um-projeto-de-estradas-e-rodovias/