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sumário1

Diretor Luís Andrade Ferreira

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Raúl Dória

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Os artigos inseridos são da exclusiva responsabilidade dos seus autores.

126/127

Manutenção

2

editorial

artigo científico

4

10

Oportunidades para melhorar o desempenho dos motores de indução trifásicos durante a a sua reparação/rebobinagem (2.ª Parte)

14

Introdução aos sistemas de produção (2.ª Parte)

vozes do mercado

20

A relação intrínseca entre Sustentabilidade e Manutenção

espaço de formação

22

Ficha técnica n.º 6

26

informações APMI

34

informações AAMGA

36

notícias da indústria

57

dossier sobre segurança na manutenção

58

62

Segurança, a perspetiva dos utilizadores

68

Segurança na manutenção

70

74

Microcontroladores: segurança funcional para aparelhos com comando eletrónico

nota técnica

78

Diagnóstico de avarias em motores de indução

case study

86

Integrar o Lean Manufacturing desde o desenvolvimento

88

Soluções energéticas com sistemas de ar comprimido

entrevista

90

Sónia Silva, WEGeuro

92

Pedro Vieira, Lubrigrupo

94

98

Teresa Martins, ENERMETER

100

José Meireles, M&M Engenhraia

reportagem

102

1.ª edição F.Fonseca Day: sucesso garantido

106

RS Components lança novo software de

publi-reportagem

108

110

informação técnico-comercial

112

114

Schneider Electric: REFLEX IC60: disjuntor Tudo-Em-Um

116

Rittal apresenta nova geração de ar-condicionados Blue e+

118

Gama de motores WEG W22 Super Premium reduz perdas em 40%

120

Interface de migração de PLC da Weidmüller

122

Navaltik Management: ManWinWin ®

124

Renascimento: O peso dos custos de manutenção no setor da gestão de resíduos

126

Amb3E: Rede Electrão – uma ideia a reter

128

130

OMICRON lança a próxima geração de unidades de teste SFRA

132

bibliografia

134

produtos e tecnologias

158

calendário de eventos

160

índice remissivo

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M

126

127

editorial2

M

126

127

A APMI – Associação Portuguesa de Manutenção Industrial está, como sabem, a or- ganizar mais um Congresso Nacional de Manutenção. Simultaneamente organiza, em colaboração com a AAMGA – Associação Angolana de Manutenção e Gestão de Neste congresso, e como é habitual nestas reuniões, vão ser discutidos temas da maior relevância e cuja importância extravasa largamente o âmbito da Manu- tenção Industrial. novos conceitos, como a ou os - ”.

A Manutenção aparece por essa via associada a novos conceitos de Gestão de

- mentos seja possível com taxas atraentes para os investidores, com a aplicação de mundo cada vez mais globalizado. - nhecimentos e competências para exercerem plenamente a sua atividade. Apare- - ”, até

E o local ideal para o fazer será no 13.º Congresso Nacional de Manutenção. Lá

até E o local ideal para o fazer será no 13.º Congresso Nacional de Manutenção. Lá

Luís Andrade Ferreira

Diretor

M

até E o local ideal para o fazer será no 13.º Congresso Nacional de Manutenção. Lá

Flávio Antunes Ferreira 1 , Robersom Polimeni Goes 2 1 2

Mestre em Engenharia Mecânica, roberson.goes@pr.senai.br

artigo científico4

o o

126 127 da gestão da manutenção

M

RESUMO

A gestão da manutenção é, atualmen-

te, um elemento presente num gran- de número de organizações. A busca

principalmente num cenário de mer- cados abertos e competitivos. Sua im- plantação, no entanto, não raras ve-

e dinheiro são desperdiçados nesses

projetos de melhoria. A maioria das empresas não possui um setor de ma- - plantação da gestão mais difícil, pois expetativas do cliente interno é mais demorada, ocasionando maiores gas-

tos com implantação e a demora no resultado esperado. Este artigo anali-

sa os desafios na implantação da ges-

tão da manutenção. Neste trabalho será apresentada a importância e os desafios da gestão da manutenção, bem como alguns procedimentos usados para a implantação e contro- - mos identificar, satisfatórios para a presentes no mercado cada vez mais competitivo, pois como se pode ver neste trabalho a gestão da manuten- ção é uma ferramenta muito eficaz

na manutenção da operação das em- presas. Assim, este artigo se propõe

a buscar elementos indicativos de

como a gestão da manutenção está diretamente ligada a todos os seto- res das empresas e não somente na produção onde há alguns desafios no processo de implantação do Sistema

de Gestão da manutenção. Palavras-chave: Sistema de gestão da

ABSTRACT

The Management System is curren- tly maintaining element present in

-

cially in a scenario of open and compe- titive markets. Its implementation, ho- wever, often ends up frustrated when time and money are wasted on these improvement projects. Most compa- nies do not have a structured mainte- nance sector which leads to establish-

since no previous data to answer the expectations of the internal customer, takes longer causing higher expenses and delay in implementation result. This paper examines the challenges in the implementation of maintenance management. This work will be pre- sented to the importance and chal- lenges of maintenance management, as well as some procedures used to

implement and control the same, and the failures that we can identify sa- tisfactory to the company wanting to remain in the market increasingly com- petitive, because as one can see this working maintenance management is - bility of the operation of enterprises. indicative of how maintenance mana- gement is directly linked to all sectors of business, not only in production where there are some challenges in the process of implementing a mainte- nance management system. Keywords: Maintenance Management System. Implementation. Challenges.

1. INTRODUÇÃO

O presente artigo trata-se de uma revi- encontrados em sua implementação. - bre o tema proposto. Aborda uma re- visão de literatura, onde foi efetuada - - gos; normas e resoluções; endereços

Google ” bem como todos os sub- tópicos apresentados neste artigo. possível a obtenção de subsídios ade- futuras. A adoção da gestão da manuten- - - sa trazer um diferencial competitivo, peça fundamental no mercado vigente (SCHMIDT, 2005). - ções para implantação da gestão da - plantação de um processo de Gestão da Manutenção. Na atual conjuntura - ção, no mundo globalizado, das em- fator preponderante na redução de custos. Esse sistema deveria ser trata- do como um investimento e não como uma despesa, pois, além de manter determinado bem em funcionamento, mantém também o processo produ- tivo, razão de existir da organização (CHIOCHETTA; HATAKEYAM; MARÇAL,

2004).

Além do benefício da gestão, a im- plantação de um Sistema de Gestão da - vência empresarial, pois o cenário atual uma redução de custos e otimização de todos os setores da empresa para fazer frente ao mercado altamente competitivo. Existem diversas ferramentas dis- poníveis para a implantação de um Sistema de Gestão da Manutenção,

artigo científico8

todas as atividades projetadas e ela- boradas tendem a obedecer a uma se- - plo,
todas as atividades projetadas e ela-
boradas tendem a obedecer a uma se-
-
plo, no diagrama abaixo:
Formular
Teorias
Desenvolver
Fazer
Plano
Observações
de Trabalho
Teorias

Figura 1. Etapas de Desenvolvimento (Fonte: criado pelo autor/2013.)

3.4. Complicadores

Existe um muito grande de in- - dustrial apesar do aumento industrial do Brasil e existem ainda muitos pro-

blemas dentro das próprias empresas na integração da tecnologia e a gestão da manutenção, onde as empresas outros colaboradores sem o conheci- mento necessário na área para visitar uma nova tecnologia, prejudicando as- - ba não participando deste processo. Quando esta nova tecnologia ou novo fabril, acaba sendo desconhecido dos propensos utilizadores deste, e sem

o domínio da manutenção e também

não há um intercâmbio dentro da fábri- manutenção.

3.5. Inserção

A manutenção é considerada estraté-

gica para as organizações, pois garante - crescendo entender o tipo de manu- - ção é um fator de sucesso, garantia de otimização nos processos e, por con- seja, não apenas garantir a sobrevivên- cia das organizações, mas possibilitar- -lhes crescimento e expansão.

3.6. Gestões facilitadoras

A gestão da manutenção é um pro-

-

citados e consiste em reunir, agrupar

e avaliar evidências para determinar

- - temente os recursos e cumprindo as metas determinadas acaba facilitando

todos os setores da empresa a atingir

as metas traçadas anteriormente (SLA-

CK, 1999). Deve compreender não somente - - - gurança, além disso, deve avaliar todo softwares, entre outros. A manutenção precisa propiciar condições de evitar todas as falhas não previstas, ou seja, a atividade de ma- não haja necessidade de manutenção emergencial. Gestão da manutenção consiste principalmente em mecanis- mos de controlo e gerenciamento de todas as áreas envolvidas na empresa ou organização, determinando se os com os seus determinados objetivos ou estratégias, estabelecendo as mu- danças necessárias para a obtenção de melhores resultados. Segundo Oliveira (2007) a gestão da manutenção contribui para a me- lhoria constante na empresa, nos se- - bilidade; Integridade; Disponibilidade;

Segurança.

3.7. Roteiros de implantação

da gestão da manutenção

A implantação de um sistema de ges-

tão da manutenção, ou um software,

pode variar em extensão e comple- todas as implantações. Ao seguir este base para seguir as ordens de trabalho, realizando manutenção preventiva, rastreamento de ativos e, dessa forma, - ventário de sua empresa. (2001, pág. 22-37) é necessário: "

software

." Depois de tudo registado, o usuá- rio já pode começar a utilizar o sistema chão de fábrica, evitando desperdícios e organizando os trabalhos de maneira global.

Fernando J. T. E. Ferreira Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores Instituto de Sistemas e Robótica Universidade de Coimbra ferreira@deec.uc.pt

artigo científico10

o o

127 126 Oportunidades para melhorar o desempenho dos motores de indução trifásicos durante a sua reparação/rebobinagem

M

2. a Parte

RESUMO

- paração/rebobinagem de motores de indução trifásicos, ten- do em conta a atual transformação do mercado dos motores elétricos por força das novas Normas e Diretivas Europeias. São também indicadas várias formas de melhoramento do desempenho dos motores durante a sua reparação/rebobina- construtivos dos enrolamentos estatóricos originais. É ainda descrito um programa informático para o projeto de enrola-

FERRAMENTA INFORMÁTICA PARA REPROJETAR ENROLAMENTOS ESTATÓRICOS TRIFÁSICOS

Com vista a facilitar e agilizar o processo de reprojeto dos enrolamentos estatóricos de MIs, foi criado um programa informático BobiSoft vii (Figuras 17-20 e 24). Este programa permite ao utilizador projetar um enrolamento em menos de de perdas por efeito de Joule, distorção harmónica da FMM - tor de enchimento das ranhuras. O BobiSoft pode ser usado de rebobinagem pretendida como pelos rebobinadores para reprojetarem novos enrolamentos. Com base nos parâmetros elétricos e mecânicos/dimen- - mento original nesses valores, o programa calcula algumas - néticos, elétricos/térmicos e mecânicos, nomeadamente a - rente nos condutores e o fator de enchimento das ranhuras. Tendo esses valores como referência ou limite, o utilizador introduzindo diversas alterações no tipo de enrolamento, passo das bobinas, número de espiras por fase, número de grupos em paralelo, entre outros, e observar o impacto

vii Este programa foi desenvolvido em parceria com o Instituto de Sistemas e Robótica – Universidade de Coimbra, sendo atualmente comercializado pela empresa OptiSigma – Energia & Ambiente, Lda. (www.optisigma.pt | geral.optisigma@gmail.com).

Lda. (www.optisigma.pt | geral.optisigma@gmail.com). Figura 17. utilizador optar pelo idioma português ou

Figura 17. utilizador optar pelo idioma português ou inglês.

17. utilizador optar pelo idioma português ou inglês. Figura 18. Janela para introdução dos parâmetros

Figura 18. Janela para introdução dos parâmetros originais do motor.

Janela para introdução dos parâmetros originais do motor. Figura 19. Janela para visualização da distribuição das

Figura 19. Janela para visualização da distribuição das bobinas, da força magnetomotriz no entreferro e dos principais resultados numéricos.

artigo científico12

diferentes de enrolamentos (Figura 21). Na Figura 22 mos- tra-se uma comparação de dois tipos de enrolamentos dife- rentes em termos de distorção harmónica espacial da FMM no entreferro. Na Figura 23 apresenta-se um exemplo de otimização de um enrolamento tendo em conta a distorção harmónica espacial da FMM e as perdas por efeito de Joule nos enrolamentos. - zação do enrolamento estatórico tem um impacto muito sig- - cial de melhoramento do mesmo devido ao facto do processo de inserção das bobinas ser manual, não estando por isso su-

inserção das bobinas ser manual, não estando por isso su- Figura 22. Componentes harmónicas da FMM

Figura 22. Componentes harmónicas da FMM de dois enrolamentos tetrapolares diferentes para um estator com 36 ranhuras:

(original) enrolamento concêntrico de 3 camadas, alojamento simples e passo completo (9 ranhuras); (novo) enrolamento excêntrico/imbricado, alojamento duplo e passo encurtado (7 ranhuras; 78% do passo polar).

duplo e passo encurtado (7 ranhuras; 78% do passo polar). Figura 23. Exemplo de um projeto

Figura 23. Exemplo de um projeto otimizado.

Para além disso, o programa permite gerar automaticamen- das bobinas. Na maioria dos casos, os rebobinadores não entregam - ção) aos clientes, podendo com o BobiSoft fazê-lo de uma forma rápida, rigorosa e bem organizada, com toda a infor- mação técnica relevante (Figura 25). Como a cada projeto/ (*.bob), torna-se também fácil o envio/receção (por exemplo, ) de projetos de enrolamentos em formato eletrónico editável, bem como a criação de uma base de dados. Também não é habitual os rebobinadores avaliarem o estado do núcleo ferromagnético após a etapa de extra- -

núcleo ferromagnético após a etapa de extra- - Figura 24. Ensaio/teste das perdas no núcleo

Figura 24. Ensaio/teste das perdas no núcleo ferromagnético estatórico.

das perdas no núcleo ferromagnético estatórico. Figura 25. Exemplos de relatórios gerados automaticamente

Figura 25. Exemplos de relatórios gerados automaticamente pelo BobiSoft.

Dinis Carvalho Departamento de Produção e Sistemas Universidade do Minho

artigo científico14

o o

127 126 Introdução aos sistemas de produção

M

(2. a Parte)

Por uns momentos imagine como seria a vida onde, para além das famílias, não existisse mais nenhum tipo de grupos organizados de pessoas no dia-a-dia. Esta suposição apresentada por Dilworth (1992) pretende mostrar a importância das organizações nas nossas vidas.

3. DINÂMICA DA PRODUÇÃO

- dessa dinâmica podem ser mais facilmente entendidos se usar como base de estudo está representado na Figura 8. - dução são respetivamente de 30, 20 e 24 unidades do artigo por hora. Além dos postos de trabalho consideramos tam- bém espaços de armazenamento local antes de cada posto único tipo de peça, (produto ou artigo).

de cada posto único tipo de peça, (produto ou artigo). Figura 8. Representação de um sistema

Figura 8. Representação de um sistema produtivo simples.

3.1. Terminologia

é nem pretende ser o padrão. É apenas um conjunto de ter- -

A terminologia usada na indústria varia muito com o tipo de

indústria, com o seu passado, com as experiências passadas - - tos base por forma a interpretar os termos usados por dife- O termo Posto de Trabalho diz respeito a um passo do - - te está relacionado apenas com um operário. Num posto de trabalho pode haver uma ou várias operações de acordo com

a sua duração e a sua complexidade. Um posto de trabalho pode ser apenas um bancada ou uma mesa onde um ope-

A taxa de produção ou cadência de produção diz respeito

de trabalho processa as peças. O PT1 processa 30 peças numa

- cidade de processamento dos outros dois postos de trabalho.

3.2. Tempo de processamento

Vamos introduzir um novo conceito: o conceito de tempo de processamento. O tempo de processamento está diretamen-

te relacionado com a velocidade de processamento ou taxa

uma operação ou um conjunto de operações numa peça ou - mento do PT1 é de 2 minutos/unidade (ou 2 minutos/peça), minutos/peça e de 2,5 minutos/peça, respetivamente.

3.3. Tempo de Percurso

O tempo de percurso 2 de uma peça diz respeito ao tempo

causa. Para este caso particular, representado na Figura 8, o

a seguir, este tempo de percurso depende de vários fatores. - PT1 no instante zero. Essa peça demorará 2 minutos a ser - nalmente mais 2,5 minutos no PT3, resultando num tempo

- nalmente mais 2,5 minutos no PT3, resultando num tempo Figura 9. Percurso de uma peça

Figura 9. Percurso de uma peça no sistema produtivo da Figura 8.

2

ou

artigo científico17

- - ças desse mesmo mercado. A última década tem sido marcada por um mercado - geira seguindo a tendência para a globalização veio criar no- produtivos têm de ser repensados para se poderem adaptar ao cada vez mais exigente e dinâmico mercado. Cada vez há mais necessidade de se produzir em prazos curtos, uma me- tenha facilidade em mudar de um produto para outro a baixo custo e rapidamente.

4.1 Fatores de produção

Os fatores de produção, entradas do sistema produtivo podem ser divididos em (Tabela 4): materiais, mão-de-obra, - fatores de produção depende do sistema produtivo. Alguns

a cabo as atividades de produção (processamento, inspeção,

movimentação, entre outros). Estes fatores de produção po- dem ser divididos em dois tipos: materiais primários e ma- através dos processos de produção, são transformados em - conjuntos comprados para montagem, dos componentes, e outros. Todos os materiais primários estão presentes na lis- mais tarde nestes mesmos textos). Os materiais auxiliares materiais são necessários para a sua produção (óleos lubri- entre outros). Alguns tipos de materiais podem ser conside- rados auxiliares num determinado sistema produtivo e pri- mários noutro. Um exemplo típico desse tipo de materiais é

a tinta usada para pintar um produto. Embora alguns autores

parte da lista de materiais. Trata-se de um problema de ges- pode ser gerida como um componente e noutro sistema pode ser gerida como um material auxiliar. A informação é todo o conhecimento/dados necessários para transformar os fatores de produção em produtos e é certamente o fator de produção mais crítico para o suces- so do sistema produtivo. Podemos considerar dois tipos de informação: dados e métodos de processamento de dados. Os dados incluem a informação corrente do sistema produ- tivo (encomendas existentes, clientes, estado da produção, recursos disponíveis, e outros) e os métodos de processa- mento de dados representam o conhecimento necessário para tratar todos os dados por forma a conseguir um bom

desempenho do sistema (como são efetuadas as ordens de produção e de compra de materiais, como é feita a gestão do inventário, como são preparados os planos de processo,

o controlo da produção, entre outros). Estes textos focam a sua maior atenção neste importante fator de produção.

Tabela 4. Fatores de produção e exemplos de produtos.

Fatores de Produção

Exemplos de produtos

Materiais

Automóveis

Mão-de-obra

Roupa

Meios diretos:

Aparelhos de televisão

 

Curso de Inglês

ferramentas

Pacotes de férias

transportadores

Seguro de vida

entre outros

Consultas hospitalares

Meios indiretos:

Serviço de assistência

terrenos

Programa de televisão

ruas

Impressora

edifícios

Encadernações

armazéns

Linha telefónica

Informação

Conta bancária

Energia

Entre outros

Apesar da grande diferença entre uma fábrica de motores

e uma seguradora, poderá haver muito em comum entre as

- trolo da produção, ao sistema de planeamento de processo e outros sistemas. As empresas de serviços irão evoluir no sen- apenas têm feito parte das empresas de bens. Isto parece ser ativa das sociedades desenvolvidas estão afetas a empresas de serviços.

4.2 Produto

O produto resultante de um sistema produtivo pode ser um

bem, um serviço ou uma combinação dos dois. Alguns au- caraterísticas físicas (por exemplo, um carro, uma televisão - produto de software

bem e serviço. Um bem é propriedade duma pessoa ou de

ninguém, apenas existe durante a ligação entre o cliente e

o fornecedor na prestação do serviço. Mas nem sempre um

bem é propriedade de alguém, é o caso do ar, da luz do sol, - acontece” durante um determinado espaço

de tempo. Alguns produtos são uma combinação de um bem com um serviço, como por exemplo uma refeição servida num restaurante ou um eletrodoméstico com garantia. - dução de serviços, como é o caso do comércio. Os sistemas

126 127 A relação intrínseca entre Sustentabilidade e Manutenção

M

um planeta mais verde revela uma tendência e uma preocupação Sustentabilidade no desenvolvimento dos seus produtos e serviços e nas suas operações acabam por ter a seu favor um dos fatores de peso cada vez mais imponente no processo de decisão do consumidor atual.

Planet Planet Triple Bottom Line 20 vozes do mercado
Planet
Planet
Triple Bottom Line
20
vozes do mercado

- tável um conjunto de recursos possa e construção devem ser operados, de forma responsável, e devem ter uma manutenção apropriada de forma a - destinadas. Para tal, a ideologia da Sustentabilidade está intrinsecamen- suster” e ” são dois conceitos com uma íntima ligação e relação entre Susten- um nível de Sustentabilidade mundial deve, imperativamente, ter tecnologia

e assumir práticas de Manutenção também de nível mundial. programas de Manutenção Preventiva e Preditiva observaram uma redução de mais de 40% nos seus custos com Manutenção, bem como a redução em mais de 10% do consumo de energia. - priada e regular também produzem menos resíduos e desperdícios, resul- tando num menor impacto ambiental. Também a segurança é impressionan- - positiva da empresa por parte dos seus colaboradores. As empresas ambientalmente res- ponsáveis assumem como principal

ambientalmente res- ponsáveis assumem como principal António Varandas Schneider Electric Portugal

António Varandas Schneider Electric Portugal

motivação para a Sustentabilidade os benefícios atingidos através dos três círculos da , sobre - ção da energia os torna críticos para a Sustentabilidade. Porém, muitos téc- nicos externos a funções no campo da Manutenção não conseguem reco- (PM) e a Manutenção Preditiva (PdM) também poupar energia, aumentar reduzir o tempo de inatividade do sistema e aumentar de forma geral a segurança. Existem muitas caraterísticas ine- nível mundial ( Practices), no entanto, o planeamento - - de tarefas consistentes e desenvol- vidas com base no e sugestões são essenciais para um planeamento evidência da importância de uma Ma- nutenção baseada em condições pré- -estabelecidas ( tenance – CBM A Manutenção Condicionada (CBM)

espaço de formação

Paulo Peixoto ATEC – Academia de Formação paulo.peixoto@atec.pt

22

I (A)

127 126 Ficha técnica n.º 6

M

5. LEI DE OHM

Após a análise individual de cada grandeza fundamental no estudo da eletricidade, nomeadamente, da diferença de po- tencial ou tensão, da intensidade da corrente elétrica e da resistência elétrica, é agora importante estabelecer a relação existente entre elas através de uma simples relação matemá- tica designada por Lei de Ohm.

5.1 Estudo da Lei de Ohm

- dutores, por aparelhos de corte e comando (exemplo: interrup- tor) e por um ou mais recetores (exemplo: lâmpada ou motor). Efetivamente, como teremos oportunidade de analisar seguinte onde o gerador é uma fonte de alimentação vari- - nico cria uma diferença de potencial entre os seus termi- nais podendo, assim, substituir uma pilha ou uma bateria. A - micos (pilhas ou baterias) a diferença de potencial é criada

nacional (230 V em Corrente Alternada) e o circuito eletró- nico interno transforma-a em Corrente Contínua de valores

A V
A
V

Figura 36.

Efetuou-se a variação da tensão da fonte e para cada valor registou-se a intensidade de corrente elétrica e a tensão aos terminais da resistência. Pela análise da Tabela 13 podemos - corrente elétrica aumenta proporcionalmente. A Figura 37

Tabela 13. Medição da tensão e corrente elétrica no circuito.

U (V)

I (A)

R=U/I

0

0

0

5

0,01

10

0,02

15

0,03

20

0,04

25

0,05

30

0,06

35 30 25 20 15 10 5 0 U (V)
35
30
25
20
15
10
5
0
U (V)

0

0,01

0,02

0,03

0,04

0,05

0,06

0,07

0,08

 

I (A)

Figura 37.

O resultado obtido foi estabelecido por George Simon Ohm 1 seguinte modo:

Há condutores (ou recetores resistivos e lineares como - cial aplicada nos seus terminais é, a uma dada temperatura, A resistência elétrica é, como analisado, um componente - - mento não óhmico de um semicondutor (díodo) utilizado no

circuito eletrónico das fontes de alimentação.

no circuito eletrónico das fontes de alimentação. U (V) Figura 38. e símbolo. 1 George Simon

U (V)

Figura 38.

e símbolo.

1 George Simon Ohm (1787–1854). Físico e matemático alemão, publi-

informações APMI

26

13º
13º

Congresso NACIONAL

DE MANUTENÇÃO

3º

Encontro de Manutenção dos

M

126 127 Manutenção: factor determinante para a competitividade

A APMI, uma associação com 35 anos, destaca-se pelo seu papel Industrial em Portugal, sector onde actua. O Eng.º José Lopes dos ", caracterizou de forma de ser sócio da APMI e como se desenvolveu a APMI ao longo dos anos de forma a destacar a importância da Manutenção Industrial para uma melhor produtividade.

www.apmi.pt
www.apmi.pt

Revista Manutenção (RM): Como apresenta a APMI – Associação Por- tuguesa de Manutenção Industrial? José Lopes dos Santos (JLS): A - crativos, fundada em Janeiro de 1980 - - - lhes permitam assegurar os níveis de desempenho compatíveis com os seus objectivos empresariais e, ainda, empresas prestadoras de serviços de manutenção. A APMI é uma entidade indepen- cuja única missão é fomentar e promo- ver entre os seus associados o conhe-

cimento e a implementação de novas tecnologias e de métodos de manuten- ção dos meios produtivos. Sedeada em Lisboa, no 1.º Direito do número 1 da Travessa das Pedras Negras, congrega cerca de 300 Sócios Individuais – Quadros Superiores e Técnicos directamente envolvidos na Gestão e Administração de Empresas; e cerca de 100 Sócios Colectivos – Em- - tantes sectores do panorama económi- co nacional.

RM: Em 2015, a APMI comemora 35 anos de existência. De que forma esta é uma data marcante para a Associação e os seus membros? JLS: Esta é uma data muito importan- te sobretudo para lembrar os Sócios instituição, destacando os nomes do Eng.º Adriano Monteiro Leite, Eng.º Varela Pinto. Um agradecimento es- - - Colaboradoras.

RM: Quem faz parte dos Corpos So- ciais da APMI? JLS: Actualmente, no mandato 2014/2016, os Corpos Sociais da APMI são compostos por:

Mesa da Assembleia-Geral Presidente: António João Bila Gromicho; Vice-Presidente: Sousa Pedro – Repre- sentada por Eunice de Vasconcelos Braga; - presentada por Luís Fernandes;

Direcção Presidente: José Lopes dos Santos; Vice-Presidente: José Carlos Coutinho; Secretário: Grupo Portucel Soporcel – Representado por Pedro Coelho; Tesoureiro: Armando Ferreira Augusto; Vogal: Luís Andrade Ferreira; Vogal: SIEMENS – Representada por Evirardo Santos Martins; Vogal: ISQ – Representado por António Ferreira; Vogal Substituto: EDP – Representada Vogal Substituto: TDGI – Representada por Paulo Baio.

Conselho Fiscal Secretário: José Gomes Ferreira; Secretário: Luís Franco Correia.

RM: Denota alguma evolução na importância que se tem dado à Ma- nutenção em Portugal nos últimos anos? JLS: A forma como se encara a função - tem vindo a alterar-se, progressivamen- competitividade das empresas. Passando de uma simples activi- - tinham a contragosto de suportar,

informações APMI

27

acabou por se tornar num dos facto- res chave para o aumento da sua com- petitividade, através do papel crucial activos das empresas e na rentabiliza- ção dos investimentos neles feitos, ao

prolongar a sua vida útil e ao mantê-los

a operar em boas condições, o máximo

de tempo possível, bem como assegu- rando, através de acções de natureza - pamento e instalações, o cumprimento - ne e segurança dos trabalhadores. A função Manutenção surge, assim, como um dos factores determinantes para a competitividade e produtividade das empresas, não só pela importância produção como, também, no papel fun- - nho de todas as operações produtivas.

RM: Assim sendo, é um fator deter-

minante para a melhoria da rentabi- lidade das empresas? JLS: Sim, claro. E esta capacidade da função Manutenção de contribuir para

a melhoria da rentabilidade e geração

de valor confere-lhe um carácter es- tratégico ao nível das empresas e do - endido, interiorizado e posto em prá- tica pelos gestores, a todos os níveis. A sua importância para os processos produtivos é essencial e determinante pela sua omissão ou má aplicação há - vidade ou se tornam obsoletos. A Manutenção é uma actividade transversal de grande importância e para disso nos apercebermos, basta to-

anualmente, na sua execução, atingirão valores de cerca de 5% a 6% do PIB.

RM: Ou seja, a Manutenção garante inúmeras vantagens na cadeia de produção no global. Poderá enume- rar algumas? JLS: A Manutenção é uma actividade relevante da subcadeia de Adição de Fiabilizar os processos de produção

de Adição de Fiabilizar os processos de produção capacidade nominal de produção disponibilidade

capacidade nominal de produção disponibilidade operacional e mini- mizar a probabilidade de ocorrência de desvios entre as datas reais de entrega a clientes (internos e exter- nos) e as datas planeadas (prometi- das a clientes), contribuindo para a

todos os locais (traba- lhadores e residentes nas comuni- dades locais); A manutenção assume especial relevância nas épocas de crise eco- activos é adiada, obrigando ao pro- longamento do seu ciclo de vida.

Garantir a prontidão dos activos - gência, nomeadamente, armas ou Garantir a constância das carac- terísticas físicas dos processos de produção, de forma a minimizar as

RM: Para que tudo isto seja uma re- alidade há custos a ter em conta? JLS: Isto leva-nos a considerar total- - - tenção um centro de custo e como tal

rejeições ( ) e as recirculações

é

avaliado.

(rework - -

actividade das Operações, é um Cen-

os

mais fáceis de apurar, mas também

-

vada, melhorando a imagem junto

difíceis de apurar, têm de fazer parte

do cliente;

da

análise dos gestores.

activo, com a correspondente redu-

de

vista da gestão, não considero ha-

aumento directo dos resultados; Proteger o meio ambiente, pela

ver lugar ao conceito de Centros de - nas gere custos não tem lugar numa organização.

resultantes do mau estado de fun- cionamento dos activos. Nesta área é de relevar a importância do cor- recto funcionamento dos activos para a garantia da Qualidade do em geral, nos edifícios em parti-

RM: Divulgar a manutenção e a sua importância é um dos objectivos mais importantes da APMI. De que forma o fazem? JLS: É objectivo da APMI fomentar

cular e, muito especialmente, nas

a

divulgação da importância da Ma-

unidades hospitalares. Os ganhos de produtividade resultantes duma boa condição da QAI são resultados -

nutenção como factor do aumento da produtividade e competitividade das empresas promovendo, entre os seus associados, o conhecimento e

ta manutenção dos activos;

a

implementação das tecnologias,

Garantir a prevalência de condições de salubridade e de segurança a

métodos e técnicas de manutenção

informações APMI

28

sistemas, instalações e edifícios, com vista a obter o máximo rendimento - vos, ao prolongar a sua vida útil e ao mantê-los em operação o máximo de tempo possível. Para a prossecução dos seus objec- tivos a APMI, a nível nacional, promove Acções de Formação e de Actualização Manutenção, organiza Congressos, es- tabelece protocolos com entidades na- cionais para a difusão das tecnologias e metodologias, no âmbito da Manuten- ção possui uma Biblioteca especializa- da, edita publicações para a divulgação de estudos e trabalhos técnicos e cien- Organismo de Normalização Sectorial desenvolve e promove metodologias da Manutenção. Além disso, a APMI é sócia da CIP – Confederação das In- dústrias Portuguesas onde participa no Conselho Consultivo ao integrar os grupos de trabalho sobre a internacio- nalização das PMEs e a reindustrializa- ção e política industrial. A nível interna-

Europeia e Ibero-Americana de Manu- tenção, participa em Congressos Eu- ropeus, Ibero-Americanos e Mundiais, colabora em Projectos Europeus, coo- pera com Universidades e participa em campanhas internacionais. A somar a isso, a APMI ainda organi- za acções de formação, tendo organiza- do nos últimos 5 anos os seguintes cur- ”, Sensi gasosos ”, ”, ”, 31000:2009 – ”, ”,

”, ”, ( ( ). ”, ”, 55000/1/2”, ”.

RM: A formação e consultoria tam- bém são actividades desenvolvidas na APMI. Qual a sua importância? JLS: É uma importante actividade de- um forte investimento em termos de - ponente tecnológica, procurando dar - sas pelos seus associados e pelo Sec- tor da Manutenção, em geral. A APMI estabelece parcerias com Associações Empresariais e com Associações Sec- toriais no sentido de dar o seu melhor contributo na difusão do conhecimen- to das tecnologias e metodologias no âmbito da Manutenção como, aliás, lhe compete. A escolha dos seus Forma- dores/Consultores é criteriosa, sendo a análise do feita com base nas competências teóricas e na critério muito importante neste tipo de formação. DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (Ex-IQF), como Entidade Formadora, desde o dia 19 de concedida nos domínios da concepção de intervenções, programas, instru- mentos e suportes formativos; orga- nização e promoção das intervenções ou actividades formativas; e desenvol- vimento/execução de intervenções ou actividades formativas. medida das instituições e acções de Consultadoria, tendo em conta a for- mação e as necessidades dos desti- natários. Nos últimos anos organizou Cursos nas seguintes entidades: CELBI; DIMETRONIC; LOGOPLAST; REFER; SE- CIL; SIEMENS E TDGI, ACE; TDGI.

RM: A APMI tem ainda organizado ao longo dos anos, congressos e seminários. JLS: Sim, a cada 2 anos, a APMI orga- niza o Congresso Nacional de Manu- tenção: Congresso Nacional de Manu- tenção em 1985, I Congresso Nacional de Manutenção em 1987, III Congresso Nacional de Manutenção em 1989, IV Congresso Nacional de Manutenção em 1994, V Congresso Nacional de Manutenção em 1996, VI Congresso Nacional de Manutenção em 1998, VII Congresso Nacional de Manutenção em 2002, VIII Congresso Nacional de Manutenção em 2005, IX Congresso Nacional de Manutenção em 2007, X Congresso Nacional de Manutenção em 2009, XI Congresso Nacional de Manutenção em 2011, o XII Congresso Nacional de Manutenção em 2013 e este ano irá decorrer o XIII Congresso Nacional de Manutenção – 2015. Inseridas na EMAF – Exposição de ” na EXPONOR. - de de Presidente da Federação Euro- peia das Associações de Manutenção – EFNMS, o 11.º Congresso Europeu Euromaintenan- ce’92”, em Lisboa, em 1992 Presidente da FIM – Federação Ibero- -americana de Manutenção, organi- zou o 11.º e o 17.º Congresso Ibero- -Americano de Manutenção em 1998 e em 2013.

RM: Para o crescimento da Asso- ciação também são importantes os protocolos e parcerias que têm sido assinados ao longo dos anos. Pode destacar alguns? JLS: A APMI estabelece Protocolos de Cooperação com entidades como:

ACC – Consultores; AEP; ATEC – Acade- mia de Formação; BMA – Advogados; ENGEBOOK Editora; AAMGA – Asso- ciação Angolana de Manutenção e Gestão de Activos; APQ – Associação Portuguesa para a Qualidade; ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade; IPS – Instituto Politécnico de Setú- bal; ULHT – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Ce- lebradas com instituições e empre- sas, estas parcerias, além do natural

informações APMI

29

reforço da notoriedade da associação, visam essencialmente o incremento da oferta de serviços aos nossos as- co-organização de eventos de divul- - nicos e a oferta cruzada de serviços e ou individualmente são trabalhadas nestas parcerias. - ria com a AAMGA – Associação Angola- na de Manutenção e Gestão de Activos. Com o apoio da APMI e como resultado - Empresas Clientes e Instituições, parti-

lhava em torno da necessidade de sen- sibilizar a sociedade para a importância da manutenção, da procura de mais e

e de trocar experiências e conhecimen-

tos com todos os outros interessados neste mesmo tema foi criada em 2013

a AAMGA – Associação Angolana de Ma-

nutenção e Gestão de Activos. A AAMGA colaborou com a APMI na organização do 1.º Encontro de Manu- -

guesa, evento paralelo ao 17.º Congresso decorreu em 2013 em Cascais. Durante este evento foi assinado um Acordo de Cooperação entre a

o estabelecimento de uma parceria en-

desenvolvimento de iniciativas comuns de promoção e divulgação da impor- tância da Manutenção como factor do aumento da produtividade e compe- titividade das empresas, promovendo entre os seus associados a partilha de conhecimento e de boas práticas. No âmbito da implementação des- ta parceria foi já possível organizar em - contro de Manutenção dos Países In- tegrantes da CPLP, evento paralelo ao 1.º Congresso Nacional de Manutenção de Angola. Fruto desta colaboração entre AAMGA celebrar um acordo de parce- - " inclua ”, onde são inseridas informações e artigos enviados pela

onde são inseridas informações e artigos enviados pela revista seja também distribuída em An- gola a

revista seja também distribuída em An- gola a todos os Associados da AAMGA para a sua Biblioteca. Têm existido também esforços co-

muns na promoção de eventos orga- nizados por cada uma das associações, tendo os seus membros já começado a

usufruir da atribuição cruzada das res- pectivas regalias. Está a ser desenvolvido pela AAMGA está a ter a colaboração activa da APMI e de alguns dos seus associados. continuarão a ser dinamizadas, será futuramente promovida a realização de programas de partilha de conheci-

dos dois países e serão organizadas a promoção de negócios, a captação de investimento e a formação de .

RM: A normalização é crucial num processo de Manutenção. De que forma tem a APMI se desenvolvido nesta área ao longo dos anos? JLS: A APMI é o ONS – Organismo de Manutenção Sectorial nos domínios ” desde Dezembro de 1991, sob a orien- tação do IPQ – Organismo de Norma- lização Nacional. Divulga a Normaliza- ção na Manutenção junto de todos os sectores da actividade da Manutenção através da informação prestada aos seus associados, da revista ”Manuten ”, de Congressos e Jornadas de Manutenção, de Acções de Formação

Associações Industriais. A CT94 é a Comissão Técnica coor- denada pelo ONS APMI e é responsável

pela elaboração e tradução de Normas

e acompanha o desenvolvimento dos

trabalhos da CEN/TC 319 Maintenance Standardization. Actualmente a CT94

tem 4 Grupos de trabalho: GT1 – Termi- nologia – Área de intervenção: tradu- ção das Normas EN 13306:2010 – Main e EN 15331:2011

GT2 – Gestão da Manutenção

– Área de intervenção: revisão da Nor-

Norma 4492:2010, assim como da sua revisão; GT3 – Gestão de Activos – Área de intervenção: tradução das Nor- mas ISO 5500 (ISO 55000:2014 – , ISO 55001:2014 – , ISO 55002:2014 –

ISO 55001); GT4 – Regulamento de - ção do ONS APMI – Área de interven- ção para a revisão do Regulamento de - ção do Organismo de Normalização Sectorial (ONS) APMI pelo Organismo Nacional de Normalização (ONN).

RM: A APMI também possui uma bi- blioteca. O que podemos aí encontrar? JLS: A APMI disponibiliza aos seus Só- cios uma Biblioteca e CDteca onde po- dem ser consultadas publicações sobre:

informações APMI

30

informações APMI 30 Aprovisionamento; Ar Comprimido; Ambiente; Auditoria; Dicionários Técnicos; Economia; Elec-

Aprovisionamento; Ar Comprimido; Ambiente; Auditoria; Dicionários Técnicos; Economia; Elec- tromecânica; Energia; Ergonomia; Ges- tão; Gestão da Manutenção; Higiene e Segurança no Trabalho; Instrumenta- ção; Materiais; Monitorização; Norma- lização; Qualidade; R.C.M.; Segurança; Subcontratação; T.P.M.; Tribologia; Ac- tas de Congressos Nacionais e Estran- geiros; Teses de Mestrado. Ainda podemos encontrar na nossa biblioteca, revistas técnicas nacionais:

Ciência e ” – CCOEM ” – CIP. E também revistas técnicas estrangeiras Mainte ” – Reino ” – ” – Espanha. E CDs Técnicos.

RM: E a revista "Manutenção". Como e porque surgiu no mercado editorial? JLS: A revista " ", criada em 1982 e de edição trimestral, é um veículo privilegiado para a divulga- profundidade e rigor as tendências e temas relacionados com a área espe- - - tos, serviços, aplicações e recursos - a uma enorme gama de informações de grande utilidade. Bianualmente é atribuído ao melhor artigo, avaliado

Pré- mio Eng.º Monteiro Leite, em ho- menagem ao primeiro Presidente da APMI. O são os na sua maioria formação académica superior, e ocupando posições de co- mando e decisão. A revista tem uma tiragem de 3000 exemplares e é dis- tribuída pelos associados da APMI, entidades congéneres nacionais e in- ternacionais, Institutos Superiores e Bibliotecas.

RM: A APMI, ao longo do tem- po, tem vindo a criar parcerias e a tornar-se membro de importantes associações. JLS: Sim, a APMI é sócia da EFNMS – tenance Societies, criada em 1970 e - çoamento das actividades de Manu- tenção a nível europeu, organizando bianualmente o Congresso tenance ”. A APMI, membro desde - énio 1991/93 e tem participado activa- mente na Assembleia Geral da EFNMS, observador. Organizou o Euromaintence’92 em 1992 e participa activamente em Grupos de Trabalho, como é o caso mais recente do e no . divulgação e aperfeiçoamento das ac- tividades de Manutenção a nível ibero-

-americano, organizando bianualmen- ”. A APMI, membro desde

a sua criação, assumiu a Presidência da FIM no biénio 1996/98 e organizou os Congressos Ibero-Americanos de 1998

e 2013.

A APMI participa e organiza, ain-

da, Congressos Europeus e Ibero- - bro das Federações Internacionais, EFNMS e FIM. Também tem colaborado em di- versos projectos europeus como o Projecto SEM XXI – Sistema Inte- grado de Exploração e Manutenção de Veículos Ferroviários; o Programa Leonardo da Vinci – Programa edu- pessoal técnico da Manutenção Indus- trial – mecânicos e electricistas; o Pro- jecto EUREKA como objectivo adicionar os aspectos ecológicos e económicos ao processo de Manutenção de edifícios, para pro- teger o ambiente e optimizar os custos de operação. Para isso foi necessário ” neste campo Projec- to LRUCM , desenvolveu técnicas avançadas para a tecnologia LRUCM, através do aumento da capacidade de - ção dos mesmos permitindo, desta for- ma, o incremento do número de aplica- ções industriais. De igual forma, a APMI participa em iniciativas e acções de Institutos Portu-

gueses como Universidade de Coimbra, Instituto Superior Técnico, Institutos

Politécnicos de Coimbra, Lisboa, Porto, Setúbal e Tomar, entre outros.

A somar a tudo isso, a APMI tem

participado activamente nas Campa- nhas Europeias de Segurança levadas a cabo pela European Agency for Safety and Health at Work. Estas campanhas sensibilizam para a im- portância de executar as acções de manutenção de uma forma correcta, - lhadores da manutenção estão expos- tos a uma grande variedade de riscos,

M
M

informações APMI

31

13.º Congresso Nacional de Manutenção

CENTRO CULTURAL E DE CONGRESSOS DE AVEIRO 19 e 20 de Novembro de 2015 3.º ENCONTRO DE MANUTENÇÃO DOS PAÍSES DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA

18 DE NOVEMBRO DE 2015

Eventos paralelos:

- tologia, azulejaria, cerâmica, estanhos e cultura indiana.

09:00-18:00

«

»

«

»

«

»

20

DE NOVEMBRO DE 2015

 

09:00-10:30

Comunicações ao Congresso

19

DE NOVEMBRO DE 2015

10:30-11:00

Pausa para Café

08:30-09:30

Recepção e entrega de documentação

11:30-12:30

Comunicações ao Congresso

09:30-10:30

Comunicações ao Congresso

13:00-14:30

Almoço

10:30-11:00

Pausa para Café

14:30-17:00

Comunicações ao Congresso

11:30-12:30

Comunicações ao Congresso

17:00-17:30

Sessão de Encerramento

12:30-13:00

13:00-14:30

Almoço

14:30-16:00

Comunicações ao Congresso

21

DE NOVEMBRO DE 2015

16:00-16:30

Pausa para Café

09:00-13:00

Eventos paralelos: Visita Técnica

16:30-18:30

Comunicações ao Congresso

JANTAR DO CONGRESSO

” a assinatura do Grupo, a Aliança uma ligação emocional do visitante com a empresa e com os seus vinhos. Neste contexto, surge a criação de um espaço museológico, singular e diferenciador, o ALIANÇA UNDER- GROUND MUSEUM, desenvolvido ao longo das tradicionais galerias subterrâneas da empresa. Inaugurado a 24 Abril de

HOTEL OFICIAL DO CONGRESSO

Meliá Ria Hotel & SPA www.meliaria.com

http://www.13cnm.pt/informacoes-uteis

CONTACTOS E INFORMAÇÕES

Comissão Organizadora do 13.º Congresso Nacional de Manutenção Travessa das Pedras Negras, N.º 1, 1.º Dto – 1100-404 LISBOA Telefone: ++ 351 21 716 38 81 / Fax: ++ 351 21 716 22 59 E-mail: apmigeral@mail.telepac.pt / Web site: www.apmi.pt

O 13.º CNM na Web: http://www.13cnm.pt

M
M
 

1.º TRIMESTRE DE 2015

 

CURSO/SEMINÁRIO

H

FORMADOR

LOCAL

 

DATA

ISO 31000:2009 – Gestão de Risco

7

H

Bruno Inácio

Lisboa

9

de Janeiro

Lean Management

7

H

Álvaro Leite

Coimbra

22

de Janeiro

7

H

Luís Fernandes

Lisboa

26 de Fevereiro

5S & Gestão Visual

7

H

Luís Fernandes

Lisboa

19 de Março

 

2.º TRIMESTRE DE 2015

 

RCM e os métodos necessários de cálculo

21

H

Rui Assis

Lisboa

10, 17 e 24 de Abril

7

H

Luís Fernandes

Lisboa

 

23 de Abril

Análise de investimentos em Gestão da Manutenção

28

H

Rui Assis

Lisboa

18, 22 de Maio; 2 e 5 de Junho

 

3.º Trimestre – JULHO

 

Decisões em Manutenção com base na Fiabilidade INTRA – EDP

21

H

Rui Assis

Setúbal

14, 15 e 16 de Julho

 

SETEMBRO

 

Lean Management

7

H

Álvaro Leite

Lisboa

17 de Setembro

4.º Trimestre – OUTUBRO

 

INTRA – SUCH

7

H

Luís Fernandes

Lisboa

2 de Outubro

informações APMI

32

Ficha de Sócio A.P.M.I. - Cupões de Inscrição

Para se poder tornar sócio da Associação Portuguesa de Manutenção Industrial, utilize um dos formulários conforme a sua situação.

Fotocopie, preencha e envie a:

conforme a sua situação. Fotocopie, preencha e envie a: Associação Portuguesa de Manutenção Industrial Travessa

Associação Portuguesa de Manutenção Industrial Travessa das Pedras Negras, n. o 1, 1. o Dto. 1100-404 Lisboa Telf.: +351 217 163 881 · Fax: +351 217 162 259 apmigeral@mail.telepac.pt ·www.apmi.pt

1. SÓCIO COLECTIVO

2. SÓCIO INDIVIDUAL

3. SÓCIO ESTUDANTE

1.

 

 

Pretendemos tornar-nos Sócio Colectivo da Associação Portuguesa de Manutenção Industrial, de acordo com o Regulamento a seguir indicado:

 

1.

Associação e estejam interessadas no desenvolvimento dos seus objectivos.

 
 

2.

condições:

 
 

2.1

A Sede Social inscrever-se-á como Sócio Colectivo.

 
   

2.2

Sede Social e uma instalação fabril expressamente designada na proposta de admissão.

 
 

2.3

- rão inscrever-se expressamente uma a uma.

 

3.

ano.

 

4.

 
 

O presente Regulamento foi aprovado em Reunião de Direcção de 20.05.1985 e é aplicável a todas as empresas cujas unidades fabris tenham

5.

carácter permanente (isto é, mais de três anos). Não é aplicável a instalações do tipo estaleiro com vida provisária inferior a três anos.

 

5.1

 

Denominação:

 

Centro de Exploração ou Fabril:

Endereço:

 

Localidade:

 

Cód. Postal:

 

Conselho:

Distrito:

 

Telf:

Extensão:

Fax:

Tm:

E-mail:

Web site:

 

N.º Contribuinte:

 

N.º Trabalhadores:

CAE:

Representante junto da APMI:

     

E-mail:

Cargo na Empresa:

Assinatura:

 

Data:

 

RESERVADO AOS SERVIÇOS DA A.P.M.I.

 

Cartão N.º:

 

Emitido em:

Sócio N.º:

Quota anual: 260,00

Admitido em:

 

Assinatura:

informações APMI

33

2.

 

 

Pretendo tornar-me Sócio Individual da Associação Portuguesa de Manutenção Industrial, de acordo com o Regulamento a seguir indicado:

1.º

 
   

Tenham exercido ou exerçam a sua actividade na área da Manutenção ou, não tendo exercido tenham publicado trabalhos neste domínio

1.1

Manutenção nomeadamente Segurança, Prevenção de Acidentes, Informação e Controlo de Gestão de Manutenção, Produção e Distri- buição de Energia e Fluídos.

 

1.2

Possuam formação académica igual ou superior ao grau de Bacharel.

 
   

1.3

devendo, neste caso, essa situação ser atestada por uma empresa ou organismo ou por dois membros na plenitude dos seus direitos.

 

2.º

 

Este regulamento foi aprovado em reunião de Direcção da APMI em 2 de Março de 1982.

 

Nome:

B.I. (n.º):

 

 

Endereço Pessoal:

 

Localidade:

 

Cód. Postal:

 

Conselho:

Distrito:

 

Telf:

Fax:

Tm:

 

E-mail:

N.º Contribuinte:

 

Data de nascimento:

 

Filiação:

 

Estado Civil:

 

Formação Académica:

 

Empresa:

 

Função na empresa:

 

Departamento:

Endereço:

 

Localidade:

 

Cód. Postal:

 

Concelho:

 

Distrito:

Telf:

Extensão:

Fax:

 

E-mail:

 

Web site:

 

N.º Contribuinte:

 

N.º de Trabalhadores:

 

CAE:

Assinatura:

 

Data:

 

RESERVADO AOS SERVIÇOS DA A.P.M.I.

 

Cartão N.º:

 

Emitido em:

 

Sócio N.º:

 

Quota anual: 50,00

Admitido em:

 

Assinatura:

 

3.

 

 

Pretendo tornar-me Sócio Estudante da Associação Portuguesa de Manutenção Industrial.

 

Nome:

B.I. (n.º):

Endereço Pessoal:

Localidade:

Cód. Postal:

Conselho:

Distrito:

Telf:

Fax:

Tm:

E-mail:

N.º Contribuinte:

Data de nascimento:

Filiação:

Formação Académica:

Instituto:

Faculdade/Departamento:

 

Endereço:

Localidade:

 

Cód. Postal:

Concelho:

Distrito:

Assinatura:

Data:

RESERVADO AOS SERVIÇOS DA A.P.M.I.

 

Cartão N.º:

Emitido em:

Sócio N.º:

Quota anual: 25,00

Admitido em:

Assinatura:

informações AAMGA

www.aamga.co.ao

34

13º
13º

Congresso NACIONAL

DE MANUTENÇÃO

3º

Encontro de Manutenção dos

M

126 127 Plano de Ação para 2015

de Manutenção dos M 126 127 Plano de Ação para 2015 na área da formação com

na área da formação com a realização e a preparação de diversas iniciativas.

Na área da - ção a relação com o IANORQ tem vin- do a ser dinamizada estando a ser cria- da a Comissão Técnica de Manutenção deverá ser constituída nos próximos meses. Nesta fase ainda estão a ser criadas as condições para a produção de Normas de M&GA em Angola, o formas, tendo permitido atrair uma grande atenção de todos os interessa-

dos em M&GA. O interesse pela Nor- malização tem despertado também o sido uma atividade alvo de uma aten- ção especial por parte da AAMGA, de- - mecem a ser publicadas pelo IANORQ as Normas de M&GA produzidas pela CT de M&GA.

IANORQ as Normas de M&GA produzidas pela CT de M&GA. - tribuição da revista Manutenção divulgação
IANORQ as Normas de M&GA produzidas pela CT de M&GA. - tribuição da revista Manutenção divulgação

- tribuição da revista Manutenção divulgação pelos sócios da possibilida- de e condições para inserção de publi- cidade e de inserção de artigos técni- A Biblioteca da AAMGA é já uma realidade, com o espaço para consul- ta disponível e as regras de funciona- mento criadas, embora o número de exemplares seja ainda limitado. Para aumentar o número e a variedade dos livros disponíveis têm sido con- tactadas outras editoras para fazer protocolos e têm sido contactados autores solicitando exemplares dos livros publicados. Foi criado o link no da AAMGA para o da Engebook. No capítulo da Formação foi re- alizada no Cinfotec a Palestra sobre ”.

foi re- alizada no Cinfotec a Palestra sobre ”. ”. Foi ainda realizada a Palestra sobre
foi re- alizada no Cinfotec a Palestra sobre ”. ”. Foi ainda realizada a Palestra sobre

”.

re- alizada no Cinfotec a Palestra sobre ”. ”. Foi ainda realizada a Palestra sobre cânicos

Foi ainda realizada a Palestra sobre cânicos”. Plano de Ações de Formação para a

Empresa – UNITEL, resultante de uma parceria entre a AAMGA e o CINFOTEC,

A AAMGA está a organizar o “3º

Encontro de Manutenção dos Países Integrantes da CPLP" - zará em simultâneo com o “13º Con- gresso Nacional de Manutenção da APMI”, numa parceira entre a AAMGA 20 de novembro de 2015, em Aveiro, Portugal. Paralelamente a AAMGA está tam- bém a organizar as novembro de 2015, nas instalações do Cinfotec, em Talatona. Está ainda a ser preparada a ação de formação intitulada 2 e 3 de dezembro de 2015, nas instala- ções do Cinfotec, em Talatona.

A AAMGA está a dinamizar o pro-

cesso de criação de um Centro de devidamente credenciado pelas entidades estatais competentes, para a Formação em Manutenção e Gestão de Ativos, cuja denominação deverá ser Academia AAMGA. Marketing e Imagem está a ser utilizado o para divulgação das atividades e infor- mações atualizadas da AAMGA, tendo Linke . A atual página foi também atu- alizada e melhorada. A AAMGA está a ser publicitada em diversos meios de comunicação, estan-

informações AAMGA

35

do também a ser aproveitadas as opor- tunidades de divulgação e publicidade criadas através da realização de feiras como a FILDA e a Projekta. O "3º Encontro de Manutenção dos Países Integrantes da CPLP" será aproveitado para divulgar e promover

a AAMGA. Estão também a ser dinamizados os contactos com agentes decisores para

a divulgação da AAMGA. As parcerias existentes com a APMI e a AIA (Associação Industrial de Angola) estão a ser dinamizadas e alvo de uma atenção especial. Têm sido adicionalmente promovidos contac- estabelecimento de novas parcerias institucionais a nível nacional e interna- - ceria recentemente outorgada entre a AAMGA e o Cinfotec (Centro Integrado

de Formação Tecnológica).

M
M
o Cinfotec (Centro Integrado de Formação Tecnológica). M     Denominação: Centro de Exploração ou
o Cinfotec (Centro Integrado de Formação Tecnológica). M     Denominação: Centro de Exploração ou
o Cinfotec (Centro Integrado de Formação Tecnológica). M     Denominação: Centro de Exploração ou
o Cinfotec (Centro Integrado de Formação Tecnológica). M     Denominação: Centro de Exploração ou
o Cinfotec (Centro Integrado de Formação Tecnológica). M     Denominação: Centro de Exploração ou
o Cinfotec (Centro Integrado de Formação Tecnológica). M     Denominação: Centro de Exploração ou
 

 

Denominação:

Centro de Exploração ou Fabril:

 

Endereço:

Bairro:

Município:

Cidade:

Província:

Cód. Postal:

Tel.:

Extensão:

Fax:

Tlm.:

:

:

N.º de trabalhadores:

 

CAE:

Representante junto da AAMGA:

 

:

Cargo na Empresa:

 

Assinatura:

Nome:

Cargo:

Data:

 

RESERVADO AOS SERVIÇOS DA A.A.M.G.A.

 

Cartão n.º:

Emitido em:

Sócio n.º:

Admitido em:

Assinatura:

Nome:

Cargo:

Telefones: 941 575 726 (secretariado) / 924 122 871 (Telmo dos Santos – Secretário Geral) geral@aamga.co.ao / www.aamga.co.ao

 

 

Nome:

B.I. n.º:

Endereço Pessoal:

Bairro:

Município:

Cidade:

Província:

Cód. Postal:

Tel.:

Fax:

Tlm.:

:

Data de Nascimento:

Filiação:

Formação Académica:

Instituto:

Faculdade/Departamento:

 

Endereço:

Bairro:

Município:

Cidade:

Província:

Cód. Postal:

Assinatura:

Data:

 

RESERVADO AOS SERVIÇOS DA A.A.M.G.A.

 

Cartão n.º:

Emitido em:

Sócio n.º:

Admitido em:

Assinatura:

Nome:

Cargo:

Telefones: 941 575 726 (secretariado) / 924 122 871 (Telmo dos Santos – Secretário Geral) geral@aamga.co.ao / www.aamga.co.ao

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DOSSIER

58

62

68

70

74

Manuel Carvalho, Carlos Fagundes

Segurança, a perspetiva dos utilizadores Paulo Falcão

Segurança na manutenção

Rui Pona da Costa

Microcontroladores: segurança funcional para aparelhos com comando eletrónico Ralf Hickl, Ileana Keges, Martin Motz

b) de evacuação do local; rança necessários. corretas); d)
b)
de evacuação do local;
rança necessários.
corretas);
d)

e)

Por: Raúl Dória

A SEGURANÇA NA MANUTENÇÃO

Em todas as atividades (comercial, transporte, formação, e outras) está sempre presente o tema segurança, apesar de não ser muito referido nem debatido. A área da Manutenção não é exceção.

-

pamentos e as instalações (“ facilities”)

onde são colocados, apresentam um

grau de desenvolvimento tecnológico

mais cuidado e pormenorizado sobre

o modo de utilização e rentabilização

utilização e de segurança.

a sua principal função é garantir a

-

mercado onde a empresa está inse-

rida. Algumas vezes a segurança é

negligenciada (e substituída pela rapi-

dez de resposta – )

cumpridos.

Dada a sua diversidade, as atividades

e os locais de trabalho, a Manutenção

deve ter bastante atenção no princípio

da segurança das pessoas e bens; os

seus elementos devem ter formação

técnica em segurança para evitar aci-

ser evitados (com exceção dos provo-

cados pela natureza).

-

penham atividades de manutenção

estão sujeitos a trabalhos:

a)

legionela (por exemplo);

b)

provocar lesões na audição;

c)

em condições climatéricas adversas

(frio, calor, ventos);

d) -

blemas respiratórios;

e) em contacto com substâncias

perigosas;

f) em espaços bastante reduzidos;

g) onde poderão cair peças ou ferra-

mentas sobre o local da intervenção;

Uma atividade da Manutenção deve

ter início com:

a)

existentes em cada intervenção:

1. tempo necessário para a execu-

ção da mesma,

2. número de técnicos envolvidos

na intervenção,

3. -

cia do local da intervenção (pes-

acessos e disponibilização de meios

c) -

d)

e) -

a)

realizados em ambiente seguro

(se as práticas previstas estavam

b) -

c)

se o local da intervenção foi limpo;

elaborar um relatório com as con-

clusões e sugestões para a inter-

venção seguinte.

É uma área em constante evolução, pelo

-

tuar os trabalhos em ótimas condições

Aconselho uma visita ao

M

M M

126 126

127 127

dossier sobre segurança na manutenção

Manuel Carvalho Responsável pela Direção de Integridade e Conservação de Ativos Carlos Fagundes

da Área da Fiabilidade

Galp Energia, S.A.

Responsável

58

127 126 de segurança e ambiente

M

tendem a ser orientadas para assegurar a máxima disponibilidade dos complexos industriais. No entanto, estas mesmas decisões não de ser colocada em causa a sua aplicação.

Energia, consciente das suas respon- sabilidades perante os vários , tem em curso um programa de aplicação da metodologia RCM ( atingir elevados padrões de disponi- bilidade operacional, em segurança e obtendo um desempenho ambiental de excelência, e em simultâneo man- tendo uma disciplina de apertado con- trolo de custos.

INTRODUÇÃO

Para a maioria das indústrias, mas para - dos padrões de segurança e ambiente nas operações são condições funda- mentais para a sua sobrevivência. - nição, uma abordagem estruturada

- cação criteriosa de tarefas de manu- tenção, mantendo também a tomada - tões de segurança e ambiente. A atribuição de tarefas de manu- tenção, sobretudo de manutenção preventiva, deve ser orientada para onde são de facto necessárias, poden- do inclusivamente ser dispensadas se economicamente não forem viáveis e/ou se não acrescentarem valor do - pamentos. Trata-se, muitas vezes, de uma avaliação custo-benefício da rea- lização dessas tarefas de manutenção, - veis são sempre limitados. Esta abordagem recorre a um - las suas caraterísticas sistemáticas e exaustivas, representa a garantia formal para a decomposição de um sistema industrial em operação, de

- cias para os objetivos operacionais traçados e as tarefas de manutenção (ou de outro tipo) cuja implementação é relevante. Para além da descrição funcional de cada item, seja um sistema, um o nível de desempenho operacional - mite determinar se o sistema está a funcionar satisfatoriamente ou não, -

nas tem capacidade de restaurar a ca- pacidade inicial do item não podendo, sem recurso a intervenções de repro- jeto, alterar essa mesma capacidade. O processo teve início no ano de

2012 com aplicação da metodologia

na unidade de Dessulfuração de ga- sóleo, avançando em 2013 para as uni- dades responsáveis pela produção e tratamento de hidrogénio. No ano de

2014 iniciaram-se as análises das uni-

- Ar Comprimido, perfazendo um total de 8 unidades em 3 fábricas.

de 2014 iniciaram-se as análises das uni- - Ar Comprimido, perfazendo um total de 8 unidades

Figura 1.

127 126 Segurança, a perspetiva dos utilizadores

M

pontos fulcrais da segurança num ambiente industrial. Estas tarefas são críticas durante a sua realização e também pelo

62 dossier sobre segurança na manutenção Paulo Falcão Galp Energia, S.A.
62
dossier sobre segurança na manutenção
Paulo Falcão
Galp Energia, S.A.

Nas indústrias de referência, os procedimentos a observar são rigorosos e comple- - rança, ambiente e várias especialidades de manutenção. De acordo com a natureza Pretende-se neste artigo detalhar algumas fases do processo de entrega de - sual, o controlo de energias perigosas e a obtenção de autorização de execução do trabalho.

INTRODUÇÃO

- cos decorrentes da intervenção a realizar. Mesmo sendo atividades maioritariamente processuais, tem de existir desde desempenhar um papel ativo na intervenção. O planeamento temporal tem de ser acordado entre as operações e a ma-

- rança devem ser implementadas e ser alvo de manutenção.

PREPARAÇÃO PROCESSUAL PELO UTILIZADOR

pamento é coordenada pela Ope-

colocados nas condições de segurança - venções de manutenção. Embora seja uma fase do trabalho cuja responsabilidade é claramente da Produção, o planeamento tem de incluir uma análise prévia do âmbi- to da intervenção com a Manuten- - sionamento da instalação de forma segura e efetiva.

A existência de procedimentos es-

critos, detalhados e acompanhados de processo e, simultaneamente, tornar a sua realização uniforme independente-

Seja para a realização de reparações dimensão, seja para intervenções de

maior dimensão em unidades ou seto- res produtivos, elaborar estes proce- a segurança, melhora a rentabilidade do trabalho e, não menos importante, permite uma divulgação sistemática e transversal de conhecimentos a todos os setores da empresa envolvidos.

O procedimento deve ser claro e

conciso, evitando a informação desne-

cessária ou redundante. Geralmente assentam em três pontos-chave: Ob- jetivo e Âmbito, Responsabilidades e Procedimentos.

dossier sobre segurança na manutenção

68

13º
13º

Congresso NACIONAL

DE MANUTENÇÃO

3º

Encontro de Manutenção dos

127 126 Segurança na manutenção

M

A otimização de recursos e meios tem sido uma têm vindo a procurar desenvolver nas últimas décadas. A evolução do espetro de atividades conceitos relacionados com o instalações e dos ativos das empresas.

TDGI, S.A.
TDGI, S.A.

A par do desenvolvimento do respetivo negócio, hoje em dia, as empresas preocupam-se em garantir aos respetivos colaboradores as melhores condições de trabalho. Adicio- patronais olhem para o meio de trabalho dos colaboradores com uma perspetiva diferente e mais apurada. Cumulativamente, tem-se assistido a uma promoção contínua da sustentabilidade ambiental e energética, - tos relacionados com a conservação de infraestruturas e próprio mercado, o conceito de Manutenção tem sofri- do mutações constantes. O alargamento das atividades consideradas como Manutenção e o desenvolvimento de diferentes vetores de atuação dentro do conceito de Ma- procedimentos e formas de atuação. - dores, o maior rigor no controlo efetuado pelas entidades reguladoras e a globalização têm fomentado a implemen- - intervenientes das diversas áreas. Nesse sentido, a Segurança na Manutenção é um vetor

Nesse sentido, a Segurança na Manutenção é um vetor - pos de perigos, com diferentes níveis

- pos de perigos, com diferentes níveis de gravidade. A me- atividades de Manutenção decorre da forma mais segura é proceder a uma avaliação intensiva de todos os aspetos colaboradores. Manutenção – Preventiva, Corretiva, Preditiva, se proceda ocorrência de incidentes. - - - lho nas respetivas instalações. Cumulativamente, as entidades reguladoras procedem, - ção, contribuindo para o fomento da consciencialização dos Operadores relativamente aos aspetos da Segurança. O alargamento do espetro de atividades relacionado

dos Operadores relativamente aos aspetos da Segurança. O alargamento do espetro de atividades relacionado

dossier sobre segurança na manutenção

Rui Pona da Costa Consultor de Energia A. Ramalhão – Consultoria, Gestão e Serviços, Lda.

70

127 126 e manutenção industrial

M

e apresentar um vasto campo de aplicação, não interferindo diretamente com o processo produtivo.

obj obj T obj atm atm W T = 1
obj
obj
T obj
atm
atm
W
T
= 1

Figura 1.

O QUE É A TERMOGRAFIA?

- um componente, processo ou estru- tura, tendo como objetivo distinguir áreas com diferentes padrões de temperatura. Com a informação ad- - são utilizadas tipicamente câmaras - - fravermelhos. Esta técnica consiste em obter uma radiação térmica de um determinado objeto, permitindo medir a temperatura de um ponto em tempo real, resultando a sua ava- liação num conjunto de termogramas (imagens térmicas). Na prática, uma inspeção termo-

uma determinada temperatura super- da radiação térmica emitida por esse mesmo objeto, permitindo deste mo- do, estender a visão humana até ao nível do infravermelho. técnica bastante explorada em di- versas áreas, mas apresenta especial incidência no campo da manutenção, tornando-se numa das técnicas de elétricas, mecânicas e térmicas.

RADIAÇÃO INFRAVERMELHA

- ções para descrever a radiação in- ”, - da é demasiado longo (entre 1 mm - tado pelo olho humano. Este tipo de radiação faz parte integrante do

espetro eletromagnético, onde são -

Tipicamente a radiação infravermelha

é sentida através da sensação de calor,

a transmissão de calor. Ao contrário da

- - ma do zero absoluto (-273, 15º C/0K) emitem calor, ou seja, mesmo os obje- tos muito frios, como cubos de gelo, emitem radiação infravermelha. Deste modo, e de acordo com a 4 , objeto, maior será a energia transmiti- da por unidade de área na unidade de tempo (W/m 2 ). - apresenta-se como um parâmetro crítico na medição da radiação infra- vermelha, estando associado a um É, assim, necessário ter em considera- - ra obtidos, devendo também ter em atenção o ângulo, geometria e atual condição da sua superfície.

ASPETOS A TER EM CONSIDERAÇÃO NUMA INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA

processo, como também regista a ra- superfície do mesmo. Ambas as radia- também o registo de uma radiação atmosférica. Tendo em conta o referido ante- riormente, e de forma a serem obtidos

dossier sobre segurança na manutenção

Ralf Hickl, Ileana Keges, Martin Motz RUTRONIK Elektronische Bauelemente GmbH

74

126 127 Microcontroladores: segurança funcional para aparelhos com comando eletrónico

M

Os comandos eletrónicos estão cada vez era ligado através de um acoplamento mecânico é hoje concretizado por sensores, controladores, barramentos de sinais ou por uma comunicação sem fio e atuadores elétricos. Outrora, a segurança funcional era garantida através do mecânico e do dimensionamento. E hoje?

através do mecânico e do dimensionamento. E hoje? a engenharia eletrónica controlada por programas detete

a engenharia eletrónica controlada por programas detete falhas, em tempo real, de forma comprovada e segura e, na eventualidade de uma falha, forneça um estado seguro - to exigido pelas Normas relacionadas com a CEI 61508. Aplicações típicas relacionadas com a segurança incluem, - cimentos, , , entre outros. Em função da - co consoante o seu potencial para causar danos em caso de falha, sendo conhecidas como, por exemplo, Safety Integrity (SIL) ou . - fazer as exigências de cada Norma é necessário, em

primeiro lugar, implementar uma função de segurança - -

do seguro do sistema no tempo prescrito. Paralelamente,

é necessário criar também um modelo matemático de fia- total do sistema e da fiabilidade da função de segurança. ou as respetivas derivações específicas do setor, como - monstrado junto de um organismo de certificação, por exemplo a TÜV. Para os modelos matemáticos de fiabilidade, os valo- res para as taxas de falha dos componentes de sistema (FIT – ), bem como a cobertura de testes possam vir a ser efetivamente detetadas. Os valores empíricos para as taxas de falha são especificados, por exemplo, na Norma SN 29500 da Siemens e são dispo- nibilizados por fabricantes de componentes. Com base nestes valores, o modelo matemático de fiabilidade do organismo de certificação para documentar a segurança exigida pelas Normas. de conseguir chegar a dados estatísticos sólidos para as taxas FIT e ao nível de cobertura de diagnóstico. A título -

tetada? E como pode isto ser demonstrado? No ínterim, al- guns fabricantes de microcontroladores já abordaram estas exigências e fornecem ajuda na matéria.

DA RENESAS

A Renesas desenvolveu uma biblioteca de auto-teste

CEI 61508, para a série de microcontroladores de 32 RX631/N. Esta função de autodiagnóstico cobre erros permanentes e aleatórios no núcleo da CPU, incluindo utilizável e na memória . O nível de cobertura de diagnóstico fornecido por estas unidades funcionais é superior a 90%. Os testes podem ser realizados de forma cíclica em bloco ou em segmentos temporais durante o pe- ríodo de funcionamento. O SIL2 é alcançado com apenas

Adelino Santos Mestre em Engenharia Eletrotécnica, Automação e Sistemas ISEP – Instituto Superior de Engenharia do Porto Técnico de Formação do CENFIM – Núcleo da Trofa

nota técnica

78

M

127 126 Diagnóstico de avarias em motores de indução

O motor de indução é um dos tipos de motores mais utilizados nos diversos tipos de acionamento /movimentação de cargas em todo o tipo de indústria do setor primário e secundário.

O seu tipo de construção e princípio de funcionamento faz

necessidades de manutenção. O comando de um motor de - tromecânicos ou eletrónicos. Durante décadas, o motor de indução era apenas utiliza- constantes (desprezando o escorregamento), sendo a regu- lação de velocidade realizada por sistemas mecânicos. Em - locidade era muito utilizado o motor de Corrente Contínua,

dado ser mais fácil de controlar a sua velocidade, mas estes possuem uma manutenção muito dispendiosa comparativa- mente com o motor de indução. Com o avançar da tecnologia e o aparecimento dos Varia-

de indução foi permitido utilizar em grande escala estes mo-

A Figura 1 mostra-nos as partes integrantes de um motor de in-

dução. É basicamente constituído por uma carcaça, estator (onde estão alojadas as bobinas), caixa de bornes de ligação, o rotor e O estator, constituído por chapas ferromagnéticas, pos- sui um conjunto de cavas onde serão alojadas as bobinas. As - tre a bobina e o estator. Entre o estator e o rotor existe uma zona preenchida por ar chamada entreferro. Pelo entreferro circulam as forças de campo magnético resultantes da inte- ração magnética das bobinas do estator e do circuito elétrico do rotor. Entre as bobinas do estator e o circuito elétrico do rotor não existe contacto físico nem continuidade elétrica.

não existe contacto físico nem continuidade elétrica. de velocidade substituindo os motores de Corrente

de

velocidade substituindo os motores de Corrente Contínua. Neste artigo pretende-se abordar métodos de diagnósti-

Figura 2. Constituição de um motor de indução (em corte).

co

de avarias em motores de indução, assim como tarefas de

O

rotor dos motores de indução é, geralmente, constituído

manutenção preventiva. técnico de manutenção conheça a constituição e princípio de funcionamento do motor de indução. Neste artigo pretende- -se relembrar alguns conceitos. - mentação dividem-se em motores monofásicos e motores trifásicos. O motor trifásico possui melhores rendimentos e - ção física e ao sistema trifásico das tensões de alimentação - cessidade de componentes externos.

de alimentação - cessidade de componentes externos. Figura 1. Constituição de um motor de indução. por

Figura 1. Constituição de um motor de indução.

por uma " " ou então bobinado.

constituído por dois anéis nos topos e um conjunto de barras

a unir os anéis. A interligação das barras com os anéis cria

- nético induzido produzido pelas bobinas do estator, cria uma

- rendimento e minimizar as perdas magnéticas, as barras do

rendimento e minimizar as perdas magnéticas, as barras do Figura 3. O motor de indução com

Figura 3.

O motor de indução com rotor bobinado possui um princípio

de funcionamento idêntico, mas o seu rotor possui alojadas

86

126 127 Integrar o Lean Manufacturing desde o desenvolvimento

M

A adoção do permite melhorar o desempenho e evitar desperdícios sob condição de aplicar estes princípios a montante do processo de fabrico. Este método apenas estiverem implicados.

case study EUROTECNOLOGIA – Máquinas e Equipamentos Industriais, Lda. Tel.: +351 229 377 785 ·
case study
EUROTECNOLOGIA – Máquinas e Equipamentos Industriais, Lda.
Tel.: +351 229 377 785 · Fax: +351 229 377 786
info@eurotecnologia.pt · www.eurotecnologia.pt

Figura 1. Posto de montagem Lean.

se trate de relocalizações, mercados saturados, aumento do preço das matérias-primas ou inovações tecnológicas, a maioria dos responsáveis procuram soluções de tipo ” para responderem aos seus problemas mais prementes. Ora um dos mais delicados é a competi- tividade operacional das empresas. Em período de crise, para continuar a apresentar um bom desempenho, uma empresa deve adaptar a sua atividade rapidamente a um ambiente tenso, sem ter de recorrer sistematicamente a investimentos. O Lean Manufacturing pode trazer-lhes uma solução.

O LEAN: DEFINIÇÃO

Inicialmente desenvolvido pela Toyota, o Lean – literalmen- ” – liga o desempenho em termos de conjunto dos seus processos e demonstrar reatividade in- dustrial. O Lean consiste em procurar o desempenho atra- vés da melhoria contínua e através da eliminação de desper- dícios. A prática do Lean permite, portanto, concentrar-se - xos e baseando-se nos recursos humanos, esta fornece os meios para reduzir os custos.

A adoção de uma abordagem de racionalização e de ges-

tão otimizadas, na sua globalidade, representa mais uma via permanente e uma melhoria constante dos processos de do cliente.