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04/11/2013

‘Framework’
ou
Estrutura Conceitual das IFRS

Estrutura Conceitual
Ativos , Passivos e PL
“Antigos Conceitos”
Ativo Bens e Direitos Princípios de Contabilidade
Passivo Obrigações
Resultado Princípio da Realização da Receita VALOR JUSTO
Competência Equivalente de
Fidedignidade
AVP
Materialidade Caixa
Oportunidade
Avaliação Custo como Base de Valor
O Princípio da Oportunidade refere-se ao
Depreciação Limites máximos Deemed Cost Instrumentos
processo de mensuração e apresentação dos
componentes patrimoniaisFinanceiros
IMPAIRMENT para produzir
Princípios Conservadorismo informações íntegras e tempestivas.

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IFRS – Curso de Extensão 40 horas


Reconhecimento Mensuração

O benefício econômico futuro do ativo é o seu potencial de contribuir, direta ou indiretamente,


para com o fluxo de caixa e equivalentes de caixa para a entidade. Esses fluxos de caixa
podem vir do uso de ativo ou de sua liquidação..

Os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo imobilizado são consumidos


pela entidade principalmente por meio do seu uso.
Porém, outros fatores, tais como obsolescência técnica ou comercial e desgaste normal
enquanto o ativo permanece ocioso, muitas vezes dão origem à diminuição dos
benefícios econômicos que poderiam ter sido obtidos do ativo.

$ 159
$ 177
$ 371
$ 184
$ 383
$ 205
$ 219

Caixa e Equivalente de
Caixa
0
Contas a Receber
1 2 3 4 5
Capitalização
de R$ 1.200 FCL AVP = R$ 943
R$
Benefício Econômico Futuro = R$ 257
1.200
Estoque

Ativo Imobilizado
Até o nível da
geração de
Capacidade de Quando não há Impairment benefícios
Geração de Riqueza capacidade ? econômicos
futuros.

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CÁLCULO AVP CONTAS A RECEBER

Valor das Prestações = R$ 125,00 - (Juros)

1 2 3 4 5 6 7 8

Receita de Produtos

- (Juros) Receita c/ Juros


Valor da Nota Fiscal = R$ 1.000,00

CONTABILIZAÇÃO - AVP CONTA A RECEBER

Contas a Receber Receita


1 1.000,00 125,00 3 1.000,00 1
125,00 4

AVP – Redutora Ativo AVP – Dedução Receita


3 1,24 43,54 2 2 43,54
4 2,46
Receita Financeira Banco
1,24 3 3 125,00
2,46 4 4 125,00
1 Contabilização pela emissão da nota fiscal

2 Contabilização do Ajuste a Valor Presente dos pagamentos futuros

3 Pagamento primeira parcela e reconhecimento da respectiva Receita Financeira. 6

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CONTABILIZAÇÃO - AVP CONTA A RECEBER


Contabilidade a Valor Justo
Ajuste ao Valor Presente
Compras Mercadorias Estoque
Contabilização

# Pela Compra a Prazo ( Sem impacto no resultado)


D – AVP – Fornecedores (natureza devedora)
C – AVP - Estoques (natureza credora)

# Pela Realização – Venda da Mercadoria


D – AVP – Estoques (natureza credora)
C - AVP - Custos a Mercadoria vendida Lançamentos que
impactam mas se
# Pela Liquidação do Fornecedor anulam no
D – AVP – Despesa Financeira resultado.
C – AVP – Fornecedores (natureza devedora)
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CONTABILIZAÇÃO - AVP CONTA A PAGAR


Contabilidade a Valor Justo

Ajuste a Valor Presente


Venda de Mercadorias
Contabilização

# Pela Venda a Prazo


D – AVP – Dedução Receitas (natureza devedora) Lançamentos
C – AVP - Contas a Receber (natureza credora) que
impactam
# Pela Realização – Contas a Receber (recebimento) entretanto se
D – AVP – Contas a Receber (natureza credora) anulam no
C - Receita Financeira resultado.

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TAXA E JUROS
Contabilidade a Valor Justo

CPC 12

NOTA EXPLICATIVA - AVP CONTAS A RECEBER

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NOTA EXPLICATIVA - AVP CONTAS A PAGAR

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Custo Corrente Valor Realizável Valor Presente Valor Justo Atualização Monetária

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IFRS – Curso de Extensão 40 horas


Elementos das Demonstrações Financeiras
Reconhecimento Mensuração

Reconhecimento Item 2.45 Mensuração


em lucros e perdas. Consiste em determinar os
Esta IFRS não permite o valores pelos quais os
Ocorre simultaneamente com reconhecimento de itens na elementos das
ou aumento do ativo ou demonstração da posição demonstrações contábeis
diminuição do passivo, bem financeira que não atendem à devem ser reconhecidos e
como com o princípio da definição de ativos ou passivos, apresentados no balanço
realização das receitas e independentemente de patrimonial e na
despesas. resultarem da aplicação da demonstração do resultado.
noção comumente referida
como “confronto entre
receitas e despesas” para
mensurar lucros e perdas.

IFRS – Curso de Extensão 40 horas


CPC 00 R1

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Apresentação das Demonstrações Contábeis

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1. Informações gerais: A Tate & Lyle Brasil S.A. (“Companhia”) é uma


sociedade anônima de capital fechado com sede em Santa Rosa do Viterbo,
Estado de São Paulo. Tem como atividade preponderante a fabricação e o
comércio, no Brasil e no exterior, de ácido cítrico e de citratos de sódio e de
potássio. A emissão dessas demonstrações financeiras foi autorizada pela
administração da Companhia em 15 de agosto de 2013.

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2. Resumo das principais práticas contábeis: As principais


políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações
financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas
de modo consistente nos exercícios apresentados, salvo quando
indicado de outra forma.

2.1. Base de preparação e apresentação:


As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas
de acordo com o CPC para PMEs. Elas foram preparadas considerando o custo
histórico como base de valor. A preparação de demonstrações financeiras em
conformidade com o CPC para PMEs requer o uso de certas estimativas
contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da
administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis.
As áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior
complexidade, bem como aquelas cujas premissas e estimativas são
significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 3.

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Princípios básicos

Princípios básicos
3. Transição para o CPC para PMEs: 3.2. Reconciliação e explicação da transição para
CPC para PMEs: Não houve alteração no patrimônio líquido em 1º de janeiro de 2009 e em 31
de dezembro de 2009, bem como no resultado do exercício de 2009 como resultado da
aplicação do CPC para PMEs. Entretanto, as reclassificações a seguir mencionadas foram
necessárias para adequação aos requerimentos de apresentação das demonstrações
financeiras, como seguem: • Duplicatas descontadas - Até 31 de dezembro de 2009, nos termos
do BR GAAP antigo, os saldos decorrentes de duplicatas descontadas eram classificadas como
dedução do valor do contas a receber. De acordo com as novas práticas contábeis adotadas no
Brasil, as duplicatas descontadas são instrumentos financeiros e devem cumprir as regras de
desreconhecimento de instrumentos financeiros passivos. Desta forma, os saldos de duplicatas
descontadas passaram a ser registrados na conta de Empréstimos no passivo circulante. As
reclassificações mencionadas são demonstradas conforme quadro abaixo:

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Princípios básicos

Moeda Funcional, Apresentação e Transações e Saldos em Moeda Estrangeira

Determinação da Moeda Funcional


preços de
bens e
serviços

O ambiente econômico principal no outros


moeda que
qual uma entidade opera, aquele em custos mão-de-
mais obra
que ela fundamentalmente gera e produtos
influencia
desembolsa caixa. /serviços
Moeda funcional
30.2 Cada entidade deve identificar sua
moeda funcional. A moeda funcional da material
entidade é a moeda do ambiente econômico
principal no qual a entidade opera.

Todos os direitos reservados para Inicial Assessoria Empresarial Ltda.

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Moeda Funcional, Apresentação e Transações e Saldos em Moeda Estrangeira

Todos os direitos reservados para Inicial Assessoria Empresarial Ltda.

2.2. Conversão de moeda estrangeira: (i) Moeda funcional e moeda de


apresentação: Os itens incluídos nas demonstrações financeiras são mensurados
usando a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua
(“moeda funcional”). As demonstrações financeiras estão apresentadas em Reais,
que é a moeda funcional da Companhia e, também, a sua moeda de apresentação.
(ii) Operações e saldos: As operações com moedas estrangeiras são convertidas
em moeda funcional, utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas das
transações. Os ganhos e as perdas cambiais resultantes da liquidação dessas
transações e da conversão dos ativos e passivos monetários denominados em moeda
estrangeira pelas taxas de câmbio do final do exercício são reconhecidos na
demonstração do resultado. Os ganhos e as perdas cambiais relacionados com conta
a receber e a pagar, são apresentados na demonstração do resultado como receita
ou despesa financeira. (iii) Mudanças nas políticas contábeis e divulgações: Não
há novos pronunciamentos ou interpretações de CPCs vigindo a partir de 2012 que
poderiam ter um impacto significativo nas demonstrações financeiras da Companhia.

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Estoques

Estoques

Visão Geral Introdução Mensuração Divulgação


Estoque do Prestador de Serviços

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Avaliação dos estoques

Valor total
Preço de venda (estimado)
80.000
(-) Custos para completar a produção (em processo)
35.000
(-) Despesas de vendas
30.000
Total – Valor líquido realizável do estoque
15.000
Custo de produção em processo
18.000
Ajuste ao valor realizável
(3.000)

O custo dos estoques

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Estoques

Capacidade Ociosa de Produção

33

Estoques

Visão Geral Introdução Mensuração Divulgação


Capacidade Ociosa de Produção

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Estoques

Capacidade Ociosa de Produção

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2.6. Estoques: Os estoques são demonstrados ao custo ou ao valor líquido


de realização, dos dois o menor. O método de avaliação dos estoques é o da
média ponderada móvel. O custo dos produtos acabados e em elaboração
compreende matérias-primas, mão de obra direta, outros custos diretos e as
respectivas despesas diretas de produção (com base na capacidade
operacional normal), excluindo os custos de empréstimos. O valor líquido de
realização é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios,
menos os custos estimados de conclusão e os custos estimados necessários
para efetuar a venda.

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Políticas contábeis, alterações nas estimativas


contábeis e erros

Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

Obsolescência
Créditos de liquidação duvidosa
de estoque

A estimativa envolve julgamentos


baseados na última informação
disponível e confiável

Valor justo de ativos financeiros


Vida útil de ativos depreciáveis
ou passivos financeiros

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3. Estimativas e julgamentos contábeis críticos: As estimativas e os julgamentos contábeis são


continuamente avaliados e baseiam-se na experiência histórica e em outros fatores, incluindo
expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. Com base em premissas, a
Companhia faz estimativas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes
raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um
risco significativo de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos, para o próximo
exercício social, estão divulgadas abaixo: (a) Provisão para passivos contingentes: A Companhia é parte
envolvida em processos trabalhistas, cíveis e tributários que se encontram em instâncias diversas. As
provisões para contingências, quando aplicável são constituídas para fazer face a prováveis perdas
decorrentes dos processos em curso e são estabelecidas e atualizadas com base na avaliação da
Administração, fundamentada na opinião de seus assessores legais e requerem elevado grau de
julgamento sobre as matérias envolvidas. (b) Provisão para créditos de liquidação duvidosa: A provisão
para créditos de liquidação duvidosa foi calculada com base na análise individual de cada título a receber
vencido e reconhecida em valor julgado pela administração da Companhia como suficiente para atender
às perdas prováveis na realização dos créditos. (c) Ajuste a valor justo de instrumentos financeiros
derivativos: O valor justo de instrumentos financeiros que não são negociados em mercados ativos é
determinado mediante o uso de técnicas de avaliação. A Empresa usa seu julgamento para definir
premissas que se baseiam principalmente nas condições de mercado existentes na data do balanço.

Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

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Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

Erros Mudança
Prospectiva
Retrospectiva

Políticas Estimativas

“Período mais
antigo”

01/01/2011 31/12/2011 31/12/2012


Comparativa Apresentação

Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

3. Reapresentação das Detalhamento das demonstrações financeiras reapresentadas


demonstrações financeiras em em 31/12/2010:
31/12/2010: As demonstrações
financeiras em 31/12/2010 (incluindo
o saldo de abertura) estão sendo
reapresentados para reconhecer
ajustes referentes à revisão de vida
útil de ativos (não realizada em
exercícios anteriores) e para
constituição de provisões para
demandas judiciais e administrativas
relacionadas a aspectos
previdenciários. Tais assuntos
geraram, principalmente,
modificações nos saldos do ativo
imobilizado (ativo não circulante),
nas provisões para demandas
judiciais e administrativas (passivo
não circulante) e despesas gerais
(resultado do exercício).

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Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

3. Reapresentação das Detalhamento do balanço patrimonial ajustado em 01/01/2010:


demonstrações financeiras em
31/12/2010: As demonstrações
financeiras em 31/12/2010 (incluindo
o saldo de abertura) estão sendo
reapresentados para reconhecer
ajustes referentes à revisão de vida
útil de ativos (não realizada em
exercícios anteriores) e para
constituição de provisões para
demandas judiciais e administrativas
relacionadas a aspectos
previdenciários. Tais assuntos
geraram, principalmente,
modificações nos saldos do ativo
imobilizado (ativo não circulante),
nas provisões para demandas
judiciais e administrativas (passivo
não circulante) e despesas gerais
(resultado do exercício).

Eventos após a data de encerramento de


balanço

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Estudo de Caso - Fiat Automóveis S.A.

2. Apresentação das demonstrações financeiras e


principais práticas contábeis

CPC
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2012 2013

Aprovação Publicação

Eventos que não geram ajuste

IGAF LM AUDITORES INDEPENDENTES

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Eventos que não geram ajuste


35. Eventos subsequentes: Em 22 de março de 2013, a NII Holding Inc.
assinou um acordo para reduzir o escopo dos serviços fornecidos pela “NSN”
(Nokia Siemens) a suas subsidiárias. Dentre as principais mudanças estão:
redução do prazo contratual, revisão dos preços e descontinuidade de
serviços. O efeito desta transação nas demonstrações financeiras foi o
reconhecimento em 2013 de R$ 48.153 como despesa, relativos aos
pagamentos antecipados que foram diferidos ao longo do contrato pela
linearização das despesas incorridas.

Evento Subsequente

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Evento Subsequente

Caso Prático
Visão Reconhecimento e Mensuração Continuidade Divulgação

Evento Subsequente

Visão Reconhecimento e Mensuração Continuidade Divulgação


Caso Prático

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Contratos de Construção

Contrato de Construção
CPC 30 CPC 17
ICPC 02
Aplicável nos casos em que o comprador, de Contrato de construção possibilita ao
acordo com o contrato, tiver reduzida comprador definir aspectos estruturais do
possibilidade de influenciar no projeto do empreendimento antes do começo da
imóvel ou então, apenas quando puder construção ou então, permite que o mesmo
solicitar pequenas modificações em relação solicite alterações significativas após o inicio
ao projeto original das obras.
Situação onde contrato se equiparara a uma Ela é mera executora dos serviços
venda de bens
contratados
Reconhecer a receita de acordo com o
percentual de evolução da obra
POC

Item 14 Item 20 52

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Contrato de Construção
CPC 30

Item 14 do Pronunciamento CPC 30 incluem:


(a) a transferência dos riscos e dos benefícios mais significativos da
propriedade ao comprador;
(b) a entidade não possua o controle/gestão da propriedade;
(c) o valor da receita possa ser mensurado de maneira confiável;
(d) a existência de benefícios econômicos em favor da entidade;
(e) a mensuração confiável das despesas incorridas como também das
despesas a incorrer para a conclusão do contrato.
Quando ocorre a venda de uma unidade imobiliária não concluída, e o contrato não for
equiparado a um contrato de construção, o reconhecimento da receita pela entidade vendedora
devera ser postergado ate o momento da entrega da unidade imobiliária, pois e nesse momento
que ocorre a transferência do controle, dos riscos e dos benefícios mais significativos da unidade
ao comprador
53

Contrato de Construção
CPC 17
ICPC 02

Item 20 do Pronunciamento Técnico CPC 30:


(a) a possibilidade de o valor da receita ser mensurado de maneira confiável;
(b) ser provável a obtenção de benefícios econômicos;
(c) a mensuração confiável da proporção dos serviços executados; e
(d) a mensuração confiável das despesas incorridas como também das
despesas a incorrer para a conclusão do contrato

Reconhecer a receita de acordo com o


percentual de evolução (execução) da obra
POC

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Contrato de Construção

Contrato Objeto de Análise

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Contrato Objeto de Análise


Contrato de Construção

O contrato prevê a construção de ativos ou a prestação de serviços Sim


de acordo com as especificações determinadas pelo contratante?

Não
O contrato prevê a prestação de serviços diretamente relacionados
à construção do ativo, como, por exemplo, serviços de instalação, Sim
montagem, engenharia, serviços de arquitetura e de gestão dos
projetos?
Não
É um Contrato de Construção
O contrato estabelece a prestação de serviços de manutenção, Sim
reparos e / ou outros tipos de serviços não relacionados à
construção de um ativo ou combinação de ativos? IAS 11
CPC 17
Não
IAS 18 IFRIC 15
Não é um Contrato de Construção
CPC 30 ICPC 02

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Contrato de Construção
IAS 11 CPC 17

Existem dois tipos distintos de contrato de construção:


Contratos de preço fixo: quando o produto resultante
é fixo, quer para o contrato como um todo ou por
unidade de produção, desde o início do contrato. Sob
esses contratos, há um elemento de certeza sobre as
receitas provenientes, mas não sobre os custos que
irão surgir, e
Contratos com custo adicionado de margem (ou cost
plus contracts): onde os custos poderão ser
recuperados além de um percentual, que seria a
margem de lucro. Sob esses contratos há um elevado
grau de certeza sobre o lucro resultante, embora não
Combinação e Segmentação e Contratos haja certezas quanto à receita ou custos totais.

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Divulgações
A entidade deve divulgar os montantes segregados e reconhecidos referentes aos
contratos de construção. Esses valores incluem o montante reconhecido no
período, o total dos custos incorridos até a data e os lucros reconhecidos até a
data de reporte.

A entidade deve explicar claramente os métodos utilizados para determinar as receitas


bem como as fases de conclusão.

Os valores reconhecidos na demonstração de posição financeira em relação ao contrato


também devem ser divulgados, incluindo os montantes brutos devidos por clientes onde
é reconhecido como um ativo e todos os montantes que são devidos ao cliente que
foram reconhecidos como um passivo no final do período de reporte.

Outros valores que necessitam divulgação incluem os adiantamentos recebidos de


clientes e quaisquer retenções e valores que estão sendo retidos pelo cliente como
garantia de qualquer obra de retificação necessária.

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Divulgações
2.16. Reconhecimento da receita: A receita compreende o valor justo da contraprestação
recebida ou a receber pela comercialização de produtos e serviços no curso normal das
atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida de impostos, devoluções,
abatimentos e descontos. A Companhia reconhece a receita quando: (i) o valor da receita
pode ser mensurado com segurança; (ii) é provável que benefícios econômicos futuros fluam
para a entidade e (iii) quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das
atividades da Companhia, conforme descrição a seguir. A receita pela fabricação de
equipamentos é reconhecida pelo regime de competência, tendo como base o método de
Percentual de Custo Incorrido (POC), na medida em que todos os custos relacionados à
fabricação de produtos de médio e longo prazo possam ser mensurados confiavelmente. A
receita financeira é reconhecida usando o método da taxa de juros efetiva.

Divulgações

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Impostos sobre a renda

Desconto e efeitos sobre itens que são


registrados diretamente no PL

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Apresentação

Apresentação

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Apresentação

Apresentação

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Apresentação

Imposto de Renda e Contribuição Social

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Ativo imobilizado

Reconhecimento inicial e elementos do custo

Vida Útil
Valor do Custo
Depreciação Linear
Valor Contábil
Componentes ?
Avaliação Vida Útil ?
Métodos de Depreciação ?
Ajuste Valor Recuperável ?
Valor Residual ? ------------------- Custo Aquisição ----------------
Valor Depreciável ? ------- Valor Depreciável --- ------- Valor Residual -------
Valor Econômico ? ---
------------- Valor Depreciável ----------- - Valor Residual -

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Reconhecimento inicial e elementos do custo

Ativo Imobilizado

Realização Regular de Inspeções

CASO PRÁTICO

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Ativo Imobilizado
Realização Regular de Inspeções

CASO PRÁTICO

Ativo Imobilizado
Realização Regular de Inspeções

CASO PRÁTICO

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Ativo Imobilizado
Elementos do Custo
Time Limits of Capitalization
CPC 20R1 IAS 23 Seção 25

Ativo Imobilizado
Derecognation
CASO PRÁTICO

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Contratos de leasing

Operações de Arrendamento Mercantil

Os dois tipos de leasing


Arrendamento mercantil financeiro Arrendamento mercantil operacional

60 X

A classificação de um arrendamento mercantil como arrendamento mercantil financeiro ou


arrendamento mercantil operacional depende da essência da transação e não da forma do contrato.

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Divulgações relevantes

Reconhecimento de receita

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Divulgação

Divulgação

Ver Apêndice Seção 23 CPC PME

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2.11. Reconhecimento da receita: A receita compreende o valor justo da


contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos no
curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida dos
impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos. A Companhia
reconhece a receita quando o valor da receita pode ser mensurado com
segurança, é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a
entidade e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma
das atividades da Companhia. 2.12. Receita financeira: A receita financeira é
reconhecida conforme o prazo decorrido pelo regime de competência, usando o
método da taxa efetiva de juros. Quando uma perda (impairment) é identificada
em relação a um contas a receber, a Companhia reduz o valor contábil para seu
valor recuperável, que corresponde ao fluxo de caixa futuro
estimado, descontado à taxa efetiva de juros original do instrumento.
Subsequentemente, à medida que o tempo passa, os juros são incorporados às
contas a receber, em contrapartida de receita financeira. Essa receita financeira
é calculada pela mesma taxa efetiva de juros utilizada para apurar o
valor recuperável, ou seja, a taxa original do instrumento.

Benefícios a empregados

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Principais divulgações

Principais divulgações
25. Plano de Previdência Privada – Contribuição definida

A Companhia mantém planos de previdência privada administradas pelo Itaú Vida e


Previdência e HSBC, conforme abaixo:

a) Itaú Vida e Previdência a Companhia

Oferece o “Programa de Previdência Complementar TOTVS”, no qual são realizadas


contribuições efetuadas pelos participantes e pela Companhia, descritas no Contrato
de Adesão ao Programa. As contribuições são segregadas em:

• Contribuição Básica – contribuição efetuada pelo participante, correspondente a 2%


do salário; no caso de estatutários a contribuição varia de 2% a 5%.
• Contribuição Voluntária – contribuições efetuadas exclusivamente pelos
participantes, não havendo contrapartida da empresa.
• Contribuição da Empresa – correspondente a 100% da contribuição básica. A
empresa poderá efetuar contribuições extraordinárias de valor e frequências livres.

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Principais divulgações
25. Plano de Previdência Privada – Contribuição definida

b) HSBC
Para os participantes que optaram por este plano de Previdência, a empresa assume a taxa
administrativa do plano, que é de 0,95%. Sendo as contribuições mensais suportadas exclusivamente
pelos participantes.

As parcerias firmadas são segregadas e a opção do participante por um dos planos depende do
contrato firmado entre a instituição e a sua unidade.
A natureza dos planos permite à Companhia, a qualquer momento, a suspensão ou descontinuidade
permanente de suas contribuições, por sua única e exclusiva decisão.

20. Benefícios a empregados: A Companhia oferece planos de


aposentadoria complementar para seus funcionários denominados: (i)
“Mercoprev”, administrado pelo HSBC Previdência (Brasil) S.A. e (ii) PGBL
Empresarial, administrado pelo HSBC Seguros (Brasil) S.A. Esses planos são
do tipo “contribuição definida” e permitem aos seus participantes acumular
recursos financeiros ao longo de sua carreira profissional, por meio de
contribuições da Companhia e do próprio funcionário. Durante o exercício de
2012, a Companhia efetuou contribuições aos planos de previdência privada
no montante de R$ 341 (2011 - R$ 310).

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Subvenções governamentais

Subvenções Governamentais
No Balanço

Método I Método II
Considera a subvenção como Deduz a contrapartida do próprio
receita diferida no passivo, sendo ativo recebido como subvenção
reconhecida como receita em para se chegar ao valor
base sistemática e racional escriturado líquido do ativo, que
durante a vida útil do ativo. pode ser nulo. A subvenção é
reconhecida como receita durante
A compra de ativo e o recebimento da subvenção a ele relacionada a vida do ativo depreciável por
pode causar movimentos importantes nos fluxos de caixa de uma meio de crédito à depreciação
entidade. registrada no resultado.
Obs: Por essa razão, e a fim de mostrar o investimento bruto em ativos, tais movimentos são frequentemente
divulgados como itens separados na demonstração dos fluxos de caixa independentemente da subvenção ser,
ou não, deduzida do respectivo ativo na apresentação do balanço patrimonial.

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Divulgações

Efeitos das taxas de câmbio

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Abordagem da IAS 21

Abordagem da IAS 21

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04/11/2013

Procedimentos de conversão
2.2 Conversão de moeda estrangeira:

a) Moeda funcional e moeda de apresentação: Os itens incluídos nas


demonstrações financeiras são mensurados de acordo com a moeda do
principal ambiente econômico no qual a empresa atua (“moeda funcional”). As
demonstrações financeiras estão apresentadas em milhares de reais, que é a
moeda funcional da Companhia e, também, a sua moeda de apresentação.

b)Operações e saldos: As operações com moedas estrangeiras são


convertidas em moeda funcional com base nas taxas de câmbio vigentes nas
datas das transações. Os ganhos e as perdas cambiais resultantes da
liquidação dessas transações e da conversão dos ativos e passivos
monetários denominados em moeda estrangeira pelas taxas de câmbio do
final do exercício são reconhecidos na demonstração do resultado. Os ganhos
e as perdas cambiais relacionados com empréstimos são apresentados na
demonstração do resultado como receita ou despesa financeira.

Aplicação no contexto das IFRS para PMEs

O ‘Full IFRS’ tem um tratamento contábil semelhante em relação à conversão de saldos e


investimentos em moeda estrangeira, comparado com as IFRS para as PMEs, com exceção
de diferenças muito específicas descritas nesta seção.

Em geral, o reconhecimento das diferenças de conversão é semelhante entre o ‘Full IFRS’ e as


IFRS para as PMEs, com exceção das diferenças resultantes da conversão de um item
monetário que faz parte de um investimento líquido numa unidade operacional estrangeira que
são reclassificadas do patrimônio líquido para ganhos e perdas no caso da alienação do
negócio, segundo ‘Full IFRS’. Nesse assunto, o ‘Full IFRS’ é claro em relação ao
reconhecimento do CTA nos lucros ou prejuízos quando uma operação no exterior é vendida.

CTA - Cumulative Translation Adjustment

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Efeitos das Mudanças das Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Financeiras

Moeda de é a moeda na qual as demonstrações contábeis são


apresentação apresentadas.
Taxa de é a taxa normalmente utilizada para liquidação imediata das operações de câmbio; no
câmbio a vista Brasil, a taxa a ser utilizada é a divulgada pelo Banco Central do Brasil.
Moeda é uma moeda diferente da moeda funcional de uma
estrangeira entidade.
Moeda é a moeda do ambiente econômico principal no
funcional qual a entidade opera.

Efeitos das Mudanças das Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Financeiras

O ambiente econômico
principal no qual uma preços de
entidade opera, aquele bens e
em que ela serviços
fundamentalmente gera outros
e desembolsa caixa. moeda
custos que mais mão-de-
produtos influencia obra
/serviços

material

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04/11/2013

Efeitos das Mudanças das Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Financeiras

CASO PRÁTICO

Efeitos das Mudanças das Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Financeiras

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04/11/2013

Custos de empréstimos

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04/11/2013

Custo de Transação dos Empréstimos

Capitalização dos custos dos empréstimos e financiamentos

• Empréstimos e recebíveis - Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros


com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo.
Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de
quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os
empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do
método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao
valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem caixa e
equivalentes de caixa, caixa restrito, contas a receber de clientes, outras
contas a receber e partes relacionadas.

Custo de Transação dos Empréstimos

Capitalização dos custos dos empréstimos e financiamentos

(i) Empréstimos - Os empréstimos tomados são reconhecidos, inicialmente,


pelo valor justo, no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de
transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo
custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao
período incorrido (“pro rata temporis”).

Exame Auditores Independentes

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04/11/2013

Custo de Transação dos Empréstimos

Capitalização dos custos dos empréstimos e financiamentos

Custo de Transação dos Empréstimos

Capitalização dos custos dos empréstimos e financiamentos

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04/11/2013

Custo de Transação dos Empréstimos

Capitalização dos custos dos empréstimos e financiamentos

Custo de Transação dos Empréstimos

Capitalização dos custos dos empréstimos e financiamentos

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04/11/2013

Aplicação no contexto das IFRS para PMEs

Aplicação no contexto das IFRS para PMEs

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04/11/2013

Divulgações de transações com partes


relacionadas

Divulgações requeridas

33.14 A entidade pode divulgar os itens de natureza semelhante de forma agregada,


exceto quando a divulgação separada for necessária para a compreensão dos efeitos
das transações com partes relacionadas nas demonstrações contábeis da entidade.

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04/11/2013

Renk-Zanini S.A.
Equipamentos
Industriais

Divulgações requeridas

Remuneração do pessoal-chave da administração:

O pessoal-chave da administração inclui o presidente e diretores executivos e não executivos e


todos os administradores da Companhia. A remuneração paga ou a pagar ao pessoal-chave da
administração por serviços prestados está apresentada a seguir:

2011 2010
Remuneração total do pessoal-chave da administração 1.507 43

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04/11/2013

Divulgações requeridas

IFRS 10 - Consolidação

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04/11/2013

Investimentos, Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas

Tipos de Equivalência Conceito de Perda do


Introdução Escopo Consolidação
Investimento Patrimonial Controle Controle

Método de Equivalência Patrimonial


O investimento em uma coligada é reconhecido inicialmente pelo custo e
o valor contábil é aumentado ou diminuído para reconhecer a participação
do investidor nos lucros e perdas da investida após a data de aquisição. A
participação do investidor nos lucros e perdas da investida é reconhecida
em lucros e perdas do investidor. Distribuições recebidas de uma investida
reduzem o valor contábil do investimento.

Investimentos, Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas

Tipos de Equivalência Conceito de Perda do


Introdução Escopo Consolidação
Investimento Patrimonial Controle Controle

Ativo Valor Justo


do
Caixa Investimentos PL Resultado Patrimônio
Líquido
Investimento em Coligada (1.000) 1.000 1.000
Equivalência Patrimonial 150 150 150
Dividendos 50 (50) (50)

Forma Reflexa 5 5 5

Equivalência
1.095 Patrimonial 1.095

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04/11/2013

Investimentos, Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas

Tipos de Equivalência Conceito de Perda do


Introdução Escopo Consolidação
Investimento Patrimonial Controle Controle

Categorias dos Investimentos

Sujeito ao
Impairment

ICPC 09 ICPC 09 ICPC 09 CPC


PME
A legislação
Forma Brasileira não
exige essa
simplificada
apresentação
de
Consolidação

CPC 19 R1 CPC PME

IASB não
prevê esta
possibilidade

IFRS 11 – Joint Arrangements

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04/11/2013

IFRS 11 – Joint Arrangements


Joint Operations e Joint Ventures
Apresentação e Mensuração

IFRS 11 – Joint Arrangements


Joint Operations e Joint Ventures
Apresentação e Mensuração

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04/11/2013

Aplicação no contexto das IFRS para PMEs

IFRS 13 – Mensuração ao Valor


Justo

(‘Fair Value Measurement’)

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04/11/2013

Instrumentos Financeiros
Hierarquia do Valor Justo

Nível 1

Nível 2

Nível 3

São preços cotados (não São dados não observáveis São informações que são
ajustados) em mercados para o ativo ou passivo observáveis para o ativo ou
ativos para ativos ou passivos admitindo assim situações passivo, seja direta ou
idênticos a que a entidade em que há pouca ou indiretamente, exceto preços
possa ter acesso na data de nenhuma atividade de cotados incluídos no Nível 1.
mensuração. mercado para o ativo ou
passivo na data de
mensuração.

Contabilidade ao Valor
Hierarquia do Valor Justo
Justo

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04/11/2013

Contabilidade ao Valor
Hierarquia do Valor Justo
Justo

Contabilidade ao Valor
Justo
Hierarquia do Valor Justo

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04/11/2013

Coligadas

Impairment de investimentos em coligadas

Coligadas
Coligadas são aquelas pessoas jurídicas nas quais a Companhia exerce influência
significativa sobre as políticas financeiras e operacionais, porém não o controle. Em
geral, isso é evidenciado por uma participação entre 20% e 50% no capital votante.

Controladas em conjunto
A consolidação das controladas em conjunto foi feita utilizando-se o método de
consolidação proporcional. A Companhia consolida os ativos e passivos e o resultado
das empresas no Brasil, Agrega Inteligência em Compras Ltda. (“Agrega”) e Ice Tea do
Brasil Ltda. (“ITB”), bem como duas entidades distribuidoras no Canadá, Brewers Retail
Inc. e Brewers’ Distributor Ltd. na proporção de suas participações nessas empresas.

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04/11/2013

Economias hiperinflacionárias

Aplicação no contexto das IFRS para PMEs

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04/11/2013

Instrumentos Financeiros
Mensuração e divulgação

Níveis dos ativos financeiros

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04/11/2013

Níveis dos ativos financeiros

Operações de hedge
Risco do preço de combustível

Em 31 de dezembro de 2011 os gastos com combustível representaram 40% dos custos


e despesas operacionais da Companhia e suas controladas. O preço do combustível de
aeronave varia, tanto no curto quanto no longo prazo, em linha com as variações no
preço do petróleo cru e de seus derivados. Para mitigar o risco de preço de combustível,
a Companhia e suas controladas contratam derivativos referenciados principalmente a
petróleo cru e, eventualmente, aos seus derivados. Em 31 de dezembro de 2011, a
Companhia utilizava contratos de opções, colar e swap. As operações que envolvem
hedge de combustível são designadas como hedge de fluxo de caixa e, contratadas por
intermédio das contrapartes classificadas como “investment grade” ou realizadas na
bolsa NYMEX.

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04/11/2013

Qualificação para ter um Hedge

Designação dos objetos de hedge

a) Hedge de combustível: Em virtude da baixa liquidez dos derivativos de combustível de


aviação (Jet Fuel) negociados em bolsas de mercadorias, a Companhia e suas controladas
contratam derivativos de petróleo cru e seus derivados (WTI, Brent e Heating Oil) para se
proteger contra a oscilação do preço de combustível de aeronave. Historicamente, os preços do
petróleo têm alta correlação com os preços de combustível de aviação. Em 31 de dezembro de
2011, a companhia e suas controladas possuem contratos de derivativos designados como cash
flow hedge de combustível, realizados na Nymex e em mercados de balcão (OTC).

Derivativos embutidos

Em 31 de dezembro de 2011, a Companhia e suas controladas detêm o seguinte


instrumento derivativo para proteger contra oscilações do dólar americano, não
designado para hedge accounting: swap cambial (USD x CDI) firmado para proteger
um capital de giro. A tabela abaixo demonstra os valores
reconhecidos no resultado financeiro referente a este tipo de operação:

Exercício encerrado em:


2011 2010

Ganhos (perdas) reconhecidos em receitas (despesas) financeiras 2.618 (7.709)

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04/11/2013

Analises de sensibilidade
Análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros
A análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros foi elaborada nos termos da Instrução CVM nº
475/08, com o objetivo de apresentar 25% e 50% de variação positiva e negativa no principal fator de
risco de cada instrumento financeiro e, consequentemente, o impacto de tais variações sobre as
receitas e despesas financeiras da Companhia caso tais variações ocorressem.

I) Fator de risco combustível Em 31 de dezembro de 2011, a Companhia detém contratos de derivativos


de petróleo tipo WTI, Brent e Heating Oil, totalizando 3.631 mil barris, com vencimentos entre janeiro a
dezembro de 2012.

Análises de liquidez
e) Risco de liquidez
Risco de liquidez assume duas formas distintas: risco de liquidez de mercado e risco de liquidez de
fluxo de caixa. O primeiro está relacionado aos preços vigentes de mercado e varia de acordo com os
tipos de ativos e mercados em que são negociados. Já o risco de liquidez de fluxo de caixa está
relacionado com o surgimento de dificuldades para cumprir com as obrigações operacionais
contratadas nas datas previstas. Como forma de gestão do risco de liquidez, a Companhia e suas
controladas aplicam seus recursos em ativos líquidos (títulos públicos federais, CDBs e fundos de
investimento com liquidez diária) e a Politica de Gestão de Caixa da Companhia e suas controladas
estabelece que o prazo médio ponderado da dívida deve ser maior que o prazo médio ponderado do
portfolio de investimento. Em 31 de dezembro de 2011, o prazo médio ponderado dos ativos financeiros
da Companhia era de 22 dias e do passivo financeiro era de 5 anos.

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04/11/2013

Risco de crédito
Análise de crédito
O risco de crédito é inerente das atividades operacionais e financeiras da Companhia e suas
controladas, principalmente representados nas rubricas de: contas a receber, caixa e equivalentes de
caixa, incluindo os depósitos bancários. O risco de crédito do “contas a receber” é composto por
valores a vencer das maiores operadoras de cartões de crédito, as quais possuem risco de crédito
melhor ou igual ao da Companhia e suas controladas, e também por contas a receber das agências de
viagens, vendas parceladas e governamentais, ficando uma pequena parte exposta a risco de pessoas
físicas ou demais entidades. Conforme definido na Política de Gestão de Riscos, a Companhia e suas
controladas, tem como obrigação avaliar os riscos das contrapartes em instrumentos financeiros e
diversificar a exposição. Os instrumentos financeiros são realizados com contrapartes que possuem
rating mínimo de “investment grade” na avaliação feita pelas agências S&P e Moodys, ou na sua
grande maioria, são contratados em bolsa de valores de mercadoria e futuros (BM&FBOVESPA e
NYMEX), o que mitiga substancialmente o risco de crédito. A Politica de Gestão de Riscos da
Companhia e suas controladas estabelece um limite máximo de 20% por contraparte para as
aplicações financeiras.

Lucro por ação

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04/11/2013

Cálculo do número médio ponderado de ações

Ativos não circulantes destinados


para venda e operações
descontinuadas

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04/11/2013

Divulgação

Divulgação

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04/11/2013

Receitas de serviços prestados: As principais receitas de serviços advêm de assinaturas


Divulgação
mensais, prestação de serviços separados de voz, SMSs, dados, etc., pacotes de utilização
combinada destes serviços, encargos de roaming e receitas de interconexão. Os saldos são
reconhecidos conforme sua utilização, líquidos de impostos sobre vendas e descontos concedidos
sobre os serviços. Estas receitas somente são contabilizadas quando o montante do serviço
prestado pode ser estimado de forma confiável. Os saldos são reconhecidos mensalmente,
através do faturamento, e as receitas a faturar entre a data de faturamento e o final do mês
(unbilled) são identificadas, processadas e reconhecidas no mês em que o serviço foi prestado.
Os cálculos de saldos não faturados do mês anterior são estornados e um novo cálculo de
unbilled é feito a cada mês corrente. As receitas de tráfego de interconexão e roaming são
registradas de forma isolada, sem que sejam compensados os valores devidos a outras
operadoras de telecomunicações. Os minutos não utilizados pelos clientes relativos aos serviços
do sistema pré-pago são registrados como receita diferida e apropriados ao resultado quando da
efetiva utilização destes serviços pelos clientes.

Receitas de vendas de produtos: As receitas com vendas de produtos (telefones, mini-modems


e outros equipamentos) são reconhecidas quando os riscos significativos e os benefícios da
propriedade destes produtos são transferidos para o comprador.

Divulgação
(g) Receitas de tráfego não faturadas - unbilled revenues:
Como algumas datas de corte para faturamento ocorrem em datas
intermediárias dentro dos meses do ano, ao final de cada mês existem
receitas já auferidas pela Companhia, mas não efetivamente faturadas
a seus clientes. Estas receitas não faturadas são registradas com
base em estimativa, que leva em consideração dados históricos de
consumo, número de dias transcorridos desde a última data de
faturamento, entre outros.

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