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MECANISMO DE AÇÃO DO DICLORIDRATO DE PRAMIPEXOL NO

TRATAMENTO DA DOENÇA DE PARKINSON: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

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Caroline Galdino Oliveira
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Emanuel Kennedy Feitosa
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Acadêmica de Biomedicina da Faculdade Pitágoras, Fortaleza.
2
Orientador - Docente do curso de Medicina da Universidade Federal Rural do
Semi-Árido, Mossoró – RN.

E-mail: cgaldno@gmail.com

Introdução: A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa,


crônica e progressiva, resultante da perda de neurônios dopaminérgicos na
substancia negra do cérebro e a degeneração dos terminais nervosos no estriado.
Essa doença é uma das principais e mais comum dos distúrbios nervosos da
terceira idade e tem a sua principal característica a coordenação motora
prejudicada, além de causar tremores e dificuldades para a movimentação e
deslocamento. O tratamento mais conhecido da DP é a utilização do levodopa,
porém pode produzir efeitos dramáticos em todos os sintomas e sinais da DP. Outra
forma de tratamento é o uso dos fármacos agonistas dopaminérgicos atuando
diretamente nos receptores dopaminérgicos estriatais. O pramipexol é um fármaco
dopaminérgico utilizados por via oral e administrado comumente na profilaxia da
doença. Objetivo: Apresentar o mecanismo de ação do dicloridrato de pramipexol
na doença de Parkinson, mostrando as vantagens do fármaco. Metodologia: Este
trabalho foi baseado em artigos com temas desenvolvidos sobre a Doença de
Parkinson, especificamente o mecanismo de ação do dicloridrato de pramipexol no
tratamento da DP. Foram utilizados artigos e livros em português ou em língua
estrangeira. Como artigos escolhidos, foram aquele que abordavam assuntos
como: a) doença de Parkinson; b) pramipexol e tratamento. Somente artigos
publicados entre 1999 e 2018 foram utilizados. Resultados e Discursões: O
pramipexol se liga aos receptores D2 inibindo a adenilil ciclase, seguindo da não
formação do cAMP e não ativação da proteína quinase C (PKA). Entretanto, os
receptores D2 e D3, podem ativar a fosfolipase C (PLC) gerando inositol trisfosfato
(IP3) e o diacilglicerol (DAG). O DAG, ativa a PKC, enquanto o IP3 age em um canal
de cálcio na membrana do retículo endoplasmático, liberando o cálcio das reservas
intracelulares. Considerações Finais: Observa-se que o mecanismo de ação
gerado pelo pramipexol viável e importante no tratamento da DP uma vez que
melhora os sintomas através da ligação ao seu receptor de membrana da célula.

Palavras-Chaves: Doença de Parkinson. Pramipexol. Tratamento.