Sie sind auf Seite 1von 9
See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/273975326

See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/273975326

Conference Paper · May 2013

CITATIONS

0

3 authors, including:

11 PUBLICATIONS 7 CITATIONS SEE PROFILE
11 PUBLICATIONS
7 CITATIONS
SEE PROFILE

Some of the authors of this publication are also working on these related projects:

READS

1,211

are also working on these related projects: READS 1,211 Taiane Conterato Universidade Federal de Santa Maria
1 PUBLICATION 0 CITATIONS SEE PROFILE
1 PUBLICATION
0 CITATIONS
SEE PROFILE

SUSTAINABLE PAVEMENTS - maximising recycling by minimising the impact on the people and planet View project View project

Recycling Tyre Rubber in Civil Engineering applications View project View project

All content following this page was uploaded by Gustavo Menegusso Pires on 24 March 2015.

The user has requested enhancement of the downloaded file.

Solos Expansivos: Estudo de Caso em Santa Maria/RS 1 José Mario Doleys Soares Universidade Federal

Solos Expansivos: Estudo de Caso em Santa Maria/RS

1 José Mario Doleys Soares Universidade Federal de Santa Maria UFSM, Santa Maria, Brasil, jmario337@gmail.com

2 Gustavo Menegusso Pires Universidade Federal de Santa Maria UFSM, Santa Maria, Brasil, gmenegussopires@gmail.com

3 Taiane Menezes Conterato Universidade Federal de Santa Maria UFSM, Santa Maria, Brasil, taianeconteratto@gmail.com

RESUMO: O objetivo deste trabalho é identificar as causas de ruptura por flexão de vigas de concreto armado, de uma construção localizada no Campus da Universidade Federal de Santa Maria, assentadas sobre solo natural, que sofreu um rebaixamento de 3,0 m. A obra estava em sua fase inicial e as vigas não estavam sujeitas a nenhum carregamento de projeto. A forma de ruptura das vigas indicava como possível causa a expansão do solo em contato com a face inferior das vigas. Para caracterização do solo foram retiradas amostras deformadas e indeformadas até uma profundidade de 1,5 m, abaixo das vigas e da região em torno da obra. A partir de 80 cm abaixo da vigas foi identificada uma espessa camada de solo argiloso, muito plástico com cores rosa e branco (visual/táctil). Foram realizados ensaios de granulometria por sedimentação, limites de Atterberg e determinação da capacidade de troca catiônica. Os resultados dos ensaios e suas relações permitiram uma análise e correlação com a experiência relatada nas referências utilizadas. O Solo Branco (SB) foi considerado como tendo baixo potencial de expansão e o Solo Rosa (SR) foi classificado como solo com alto potencial de expansão.

PALAVRAS-CHAVE: solos expansivos, potencial de expansão, grau de contração.

1

INTRODUÇÃO

Segundo Frazão e Goulart (1976), apud Pereira, (2004), a presença de argilas expansivas em rochas e solos causa constante preocupação entre os pesquisadores e profissionais da área geotécnica, pois o uso indiscriminado deste material pode gerar instabilidade em taludes, subleito de pavimentos, fundações de grandes estruturas, desabamento de túneis, devido, principalmente, a sua propriedade de expansibilidade. A expansão de um solo é a variação de volume resultante da mudança de umidade ou sucção. Os solos expansivos são de difícil identificação, pois a expansão não depende unicamente das propriedades intrínsecas do solo, mas também das condições em que se encontram e das que são impostas. A expansão

também depende da pressão aplicada à amostra, sendo tanto menor quanto maior for a pressão. Segundo Sridhran e Prakash (2000), os solos expansivos são encontrados em grandes extensões de áreas tropicais. A presença deles afeta atividades de construção em várias partes do mundo, como sudoeste dos Estados Unidos, América do Sul, Canadá, África, Austrália, Europa, Índia, China e Oriente Médio. No Brasil, as formações expansivas mais importantes e conhecidas são as integrantes das Bacias Sedimentares do Recôncavo Baiano, do Paraná e do Rio Grande do Sul (SIMÕES,

1987).

O sítio urbano de Santa Maria está assentado, principalmente, sobre a Formação Santa Maria, Membro Alemoa e Formação Caturrita. O Membro Alemoa é constituído,

predominantemente, por siltitos argilosos vermelhos maciços, com concreções de calcita e veios de gipsita, contendo

predominantemente, por siltitos argilosos vermelhos maciços, com concreções de calcita e veios de gipsita, contendo ainda répteis fósseis. Este membro e camadas da Formação Santa Maria possuem argilas montmoriloníticas (MACIEL F O . E OSÓRIO, 1981).

2 SOLOS EXPANSIVOS

O termo "material expansivo" é utilizado

para referir-se àqueles materiais que possuem na

sua constituição preferencialmente argilominerais com estrutura laminar potencialmente instáveis, tais como a montmorilonita, vermiculita, clorita e interestratificados. São materiais que possuem

limites de liquidez elevados e alta plasticidade. Quando secos são duros, mas perdem facilmente sua resistência quando absorvem água (PRESA,

1984 apud PEREIRA, 2004).

Segundo Pereira (2004), a expansibilidade dos argilominerais é um dos fatores mais importantes que influenciam o comportamento dos materiais argilosos em solos e a durabilidade dos materiais rochosos. Cavalcante et at.(2006) mencionam que é

fácil identificar a presença de solos expansivos quando construções leves sofrem levantamentos

e desaprumos em períodos chuvosos,

ocasionando o aparecimento de trincas, quando retorna o período de estiagem (Figura 1).

trincas, quando retorna o período de estiagem (Figura 1). Figura 1 – Ruptura de um pórtico

Figura 1 Ruptura de um pórtico por expansão de solo. Fonte: Cavalcante et al.(2006).

Pereira (2004) menciona que, de forma geral, em maior ou menor escala, todos os solos são expansivos quando a tensão efetiva entre suas partículas é reduzida por uma razão qualquer, embora se costume admitir como solos expansivos aqueles que apresentam expansões superiores a 1%, sendo que essa variação volumétrica deve-se apenas à alteração do teor de umidade, sem qualquer variação nas cargas aplicadas.

2.1 Mecanismos de expansão

Os mecanismos que causam expansão em materiais argilosos expansivos podem ser divididos em mecânicos e/ou fíquico-químicos. Segundo Taylor e Smith (1986), a expansão mecânica ocorre em resposta às forças de descompressão elásticas e estão relacionadas ao fator tempo. Na prática, podem ser devidas às escavações feitas pelo homem, à ação dos movimentos tectônicos e à erosão. Fatores como hidratação de cátions, repulsão osmótica e atração superficial das partículas são classificados como mecanismos fisico-químicos que influenciam na expansão de argilominerais. A propriedade mais importante dos argilominerais expansivos é a capacidade de mudar de volume pela absorção de moléculas de água ou outros íons polares em sua estrutura. Os argilominerais possuem um diâmetro de grãos menores do que 2μm e uma forma cristalográfica em folhas. Estes fatores dão ao argilomineral uma área superficial muito grande e esta lhe confere a propriedade de adsorção de água. Todos os argilominerais atraem água para as suas superfícies, mas somente alguns a conduzem para a sua estrutura interna (VELDE, 1992 apud PEREIRA, 2004).

2.2 Fatores que influenciam na expansão

A disponibilidade de água, as propriedades do material, condições do meio ambiente,

estado de tensões a que o solo esta submetido, a atuação de mecanismos e características

estado de tensões a que o solo esta submetido, a atuação de mecanismos e características instrínsecas são alguns fatores que influenciam materiais potencialmente expansivos. Existindo água disponível, deverá ocorrer um gradiente que proporcione o deslocamento da mesma. De acordo com Simões (1987), os gradientes devem-se a gravidade (infiltrações e variação do N.A), sucção por capilaridade (zona de ascensão capilar) e osmótica (pelas diferentes concentrações de íons na água), além do gradiente térmico, que origina um fluxo de água nas fases líquidas e gasosas, das zonas mais quentes para as mais frias. Os fatores intrínsecos são aqueles que determinam a variação de volume devido à variação de umidade e que estão ligados também, à natureza e ao arranjo entre as partículas. Pereira (2004) cita elementos que podem influenciar no processo expansivo: tipo e teor de argilominerais, tipo e resistência da cimentação, densidade seca, macroestrutura do material, histórico de tensões, temperatura, sucção do solo, plasticidade, microestrutura do material, clima, lençol freático, vegetação, permeabilidade, carregamento, perfil do solo, umidade natural, espessura da camada e profundidade da camada expansiva.

2.3

Técnicas indiretas

Identificação

de

um

solo

expansivo:

As técnicas indiretas são utilizadas para a determinação da constituição mineralógica dos solos expansivos. Ao se saber que tipo de argilomineral está presente no solo, pode-se inferir se este é passivel ou não de sofrer expansão. As principais técnicas indiretas empregadas são: Difração de Raios-X, Análise Térmica Diferencial (ATD), Análise Térmica Gravimétrica (ATG), Capacidade de Troca de Cátions (CTC), Microscopia Eletrônica e pelos Limites de Atterberg. Frequentemente, é necessário aplicar mais de um método indireto para ter uma correta

especificação deste material, já que muitas amostras não são puras. As dificuldades para identificação ocorrem quando existem misturas de argilominerais de vários grupos, seja pela possibilidade de interferência nos diversos métodos de identificação, seja pelo fato de alguns argilominerais não serem detectáveis abaixo de determinado teor na amostra, teor este, que pode variar dependendo do argilomineral e do método de ensaio (PEREIRA, 2004). Savage (2007) apresenta uma série de relações entre os índices físicos que permite uma indicação dos tipos de argilominerais presentes em um solo, conforme mostra a Tabela 1.

Tabela 1 Argilo minerais e índices físicos

A

Ions

Na

K

Ca

Mg

Média

 

LL/IP

1,09

1,17

1,19

1,17

1,19

M

IP/LP

12,0

5,73

5,30

5,90

4,96

LL/LP

13,1

6,10

6,30

6,90

5,90

 

LL/IP

1,79

2,00

1,82

1,73

1,91

I

IP/LP

1,26

1,00

1,22

1,20

1,15

LL/LP

2,26

2,00

2,22

2,08

3,16

 

LL/IP

2,52

2,45

3,45

2,35

2,68

C

IP/LP

0,65

0,68

0,40

0,74

0,61

LL/LP

1,64

1,67

1,38

1,74

1,59

A= argilomineral, M =motmorilonita, I= ilita, C=caulinita

A Tabela 2 apresenta correlações entre o

potencial de expansão e índices de plasticidade e de contração e limite de liquidez, indicadas por Bowles (1977).

O potencial de expansão de um solo também foi analisado por Chen (1974 e 1983) em função do índice de plasticidade e limite de liquidez, conforme Tabela 3. Van der Merwe (1964) apud Savage (2007) apresentou um gráfico de correlação entre o potencial de expansão de um solo e o índice de

plasticidade e a fração argila (diâmetro < 2 m). Esta figura está relacionada no item 4, Figura 9, incluindo os resultados deste estudo.

A atividade das argilas está associada à

capacidade de troca de cátions (CTC) da fração

os resultados deste estudo. A atividade das argilas está associada à capacidade de troca de cátions
mineral. Segundo o critério pedológico, a CTC ≥ 17 cmol/kg indica uma argila de alta

mineral. Segundo o critério pedológico, a CTC ≥ 17 cmol/kg indica uma argila de alta atividade.

Tabela 2 Potencial de expansão - Bowles

Potencial

IP

IC

 

LL

de expansão

Bowles

 

( 1977)

 
 

20

Baixo

<18

>15

 

a

 

35

 

15

10

 

35

Médio

a

a

a

28

15

 

50

 

25

7

50

Alto

a

a

a

41

12

 

70

Muito alto

>35

<11

>70

Tabela 3 - Potencial de expansão - Chen

 
 

IP

LL

Potencial

de expansão

Chen

Chen

(1974)

(1983)

 

0

a

<30

Baixo

15

 

10

30

a

a

Médio

35

40

 

20

40

a

a

Alto

55

60

Muito alto

>35

>60

3. MATERIAIS E METODOLOGIA

No Campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), durante a construção de um prédio surgiram trincas nas vigas em contato com o solo e, em alguns pontos, ocasionou a

ruptura das armaduras. As principais trincas ocorreram nos centros dos vãos e com aberturas máximas na face superior, indicando esforços aplicados de baixo para cima, resultando em momento fletores negativos para os quais as vigas não foram dimensionadas. Conforme informações coletas junto aos construtores da obra, as fundações e as vigas que encontram-se em contato com solo foram

executadas após um longo período de estiagem

e que, após um período de chuvas, começaram a

surgir fissuras que evoluiram para trincas.

As Figuras 2 e 3 mostram um dos casos, em que

ocorreu a ruptura das armaduras superiores de

montagem.

que ocorreu a ruptura das armaduras superiores de montagem. Figura 2 – Detalhe de uma viga

Figura 2 Detalhe de uma viga rompida

As Figuras 4 e 5 mostram uma vista geral do perfil de solos em que ocorreu o corte para execução da obra e detalhe do solo sob as vigas, respectivamente.

Figura 3 – Vista da face superior de uma viga Figura 4 – Vista geral
Figura 3 – Vista da face superior de uma viga Figura 4 – Vista geral

Figura 3 Vista da face superior de uma viga

Figura 3 – Vista da face superior de uma viga Figura 4 – Vista geral do

Figura 4 Vista geral do perfil do solo na região da obra

4 – Vista geral do perfil do solo na região da obra Figura 5: Solo abaixo

Figura 5: Solo abaixo das vigas

Foram coletadas amostras deformadas e indeformadas (anéis de adensamento) do solo na região abaixo das vigas danificadas.

As amostras foram separadas e denominadas

de Solo Branco (SB) e Solo Rosa (SR). Foram

realizados ensaios para determinação dos limites de liquidez, de plasticidade e de contração, análise granulométrica por peneiramento e sedimentação, massa específica dos sólidos e capacidade de troca catiônica CTC.

A Figura 6 mostra os solos SB e SR já

preparados para a realização dos ensaios de caracterização. Para a análise granulométrica foram seguidos os procedimentos recomendados pela NBR 7181. A determinação da massa específica seguiu a NBR 6508. Para o limite de liquidez, utilizou-se o aparelho de Casagrande, onde tanto o equipamento quanto os procedimentos seguem a NBR 6459. Para os limites de plasticidade e de contração foram utilizadas as recomendações constantes nas normas NBR7180 e 7183, respectivamente. O grau de contração foi determinado pela equação:

GC = (Vo Vf) / Vo Onde:

GC = Grau de contração

Vo = Volume inicial da amostra Vf = Volume final da amosta seca Os ensaios

Vo = Volume inicial da amostra

Vf

= Volume final da amosta seca

Os ensaios de CTC foram realizados no Laboratório de Análise de Solos do Centro de Ciências Rurais da UFSM.

de Análise de Solos do Centro de Ciências Rurais da UFSM. Figura 6: Solos SR e

Figura 6: Solos SR e SB preparados para ensaios

4 RESULTADOS E DISCUSSÕES

A Tabela 4 apresenta os resultados dos ensaios e suas relações para os solos Rosa -SR e Branco SB. Quanto à atividade A, definida por Skempton (1953), os valores da Tabela 4 estão em acordo com os obtidos de CTC, em que o solo SR é classificado como ativo e o solo SB se enquadra como não ativo a de baixa atividade. As relações a), b) e c) da Tabela 4 apresentam valores que, comparados com àqueles da Tabela 1, indicam que o solo SR pode ser enquadrado como do grupo das ilitas e o solo branco SB é mais compatível com a caulinita. Quanto ao potencial de expansão, os resultados da Tabela 4 comparados com àqueles da Tabela 2 mostram que o solo SR apresenta alto potencial de expansão, enquando que o solo SB tem baixo potencial de expansão. Quanto aos critérios de Chen (1974, 1983), Tabela 3, o solo SR também se enquadra como de alto

potencial de expansão e o solo SB, como de médio a baixo potencial de expansão.

Tabela 4 - Resultados dos ensaios e relações

 

Resultados

SR

SB

Massa Esp.Sól. (g/cm³)

2,574

2,481

L. Liquidez -LL (%)

52

31

L.

Plasticidade - LP (%)

22

20

Índice de Plast.- IP (%)

30

11

L.

Contração - LC (%)

6

20

Grau de Contração - (%)

50,1

18,1

 

Argila (%)

28

24

 

Silte (%)

30

34

 

Areia fina (%)

42

42

a) LL/IP

1,73

2,82

b) IP/LL

1,36

0,55

c) LL/LP

2,16

1,55

A=IP/P 0,002

1,07

0,79

CTC (cmol/dm 3 )

58,0

17,8

A Figura 7 mostra as curvas granulométricas dos dois solos analisados. Observa-se dessas curvas que o solo SR apresenta-se com granulometria um pouco mais fina que a do solo SB. A diferença de contração entre os solos SR e SB pode ser observada na Figura 8, que mostra as amostras secas dentro das cápsulas de contração. O solo SR apresenta-se com maior contração, em acordo com os resultados dos limites de consistência e índice de plasticidade e CTC, indicados na Tabela 4. A Figura 9 mostra o enquadramento dos solos em estudo no gráfico do potencial de expansão de Van der Merwe (1964), citado por Savage (2007). O solo SR é classificado como de alto potencial de expansão e o solo SB como de baixo potencial de expansão.

Figura 7: Curvas granulométricas dos solos. . Figura 8: Contração do solos SB e SR
Figura 7: Curvas granulométricas dos solos. . Figura 8: Contração do solos SB e SR

Figura 7: Curvas granulométricas dos solos.

.

Figura 7: Curvas granulométricas dos solos. . Figura 8: Contração do solos SB e SR muito

Figura 8: Contração do solos SB e SR

muito alto
muito
alto

Figura 9 Potencial de Expansão ( Savage, 2007)

5

CONCLUSÃO

Este estudo, embora esteja em fase inicial, mostrou que os métodos indiretos mais simples , que utilizam ensaios de granulometria e índices físicos, podem indicar o potencial de expansão de um solo. Os resultados obtidos apresentaram boa concordância entre as metologias utilizadas.

A análise separada dos dois materiais (SR e

SB) que compõem a massa de solo, permitiu identificar que o material denominado Solo Rosa SR é que apresenta uma alta atividade e alto potencial de expansão, sendo, portanto, o

causador dos danos nas vigas de concreto. O Solo Branco SB apresentou baixa

atividade, pequena contração e foi enquadrado como de baixo potencial de expansão.

O alívio de tensões devido à escavação e o

longo tempo de estiagem antes da execução das vigas (ressecamento e contração) combinados com o período de chuvas após a execução das vigas contribuiram para que a expansão do solo e consequente solicitação e ruptura das vigas. A continuidade da pesquisa com a determinação da expansão livre e da pressão de

expansão e ensaios de difração de raios X, permitirão uma melhor caraterização dos solos e

expansão e ensaios de difração de raios X, permitirão uma melhor caraterização dos solos e de suas propriedades expansivas.

AGRADECIMENTOS

O segundo autor agradece a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior pelo fornecimento da bolsa CAPES, nível de mestrado, para o desenvolvimento da pesquisa.

REFERÊNCIAS

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Solo Análise Granulométrica. NBR 7181. Rio de Janeiro, 1984, 13p.

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Grãos de Solos que Passam na Peneira de 4,8 mm Determinação da Massa Específica. NBR 6508. Rio de Janeiro, 1984, 8p.

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Solo - Determinação do Limite de Liquidez. NBR 6459. Rio de Janeiro, 1984, 6p.

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Solo - Determinação do Limite de Plasticidade. NBR 7180. Rio de Janeiro, 1984, 3p.

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Solo - Determinação do Limite e Relação de Contração de Solos. NBR 7183. Rio de Janeiro, 1982, 3p.

Cavalcante, E. H.; Santos ; Souza Neto. Propriedades geotécnicas de um solo expansivo de Sergipe. In: II GEOJOVEM, 2006, Nova Friburgo - RJ. GEOJOVEM 2006. Nova Friburgo, 2006.

Chen,

F.H.

Foundation

on

Expansive

Soils.

Elsevier

Scientific Publishing Co., New York, 1983.

Maciel F o , C.L., Osório, L.C.E., As argilas expansivas e o fraturamento de paredes de Santa Maria (RS). 3º Congresso Brasileiro deGeologia de Engenharia. Itapema, 1981, 205-219.

Pereira, Eliana Martins. (2004). Estudo do comportamento à expansão de materiais sedimentares da Formação Guabirotuba em ensaios com sucção

controlada. São Carlos. Tese de Doutorado em Engenharia Geotécnica USP Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo.

Pinheiro, Rinaldo José Barbosa. (1991). Estudo do comportamento geomecânico de perfis oriundos de rochas sedimentares da Formação Rosário do Sul.

Porto Alegre. Dissertação de Mestrado em Geotecnia

UFRGS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Simões,

Aspectos relevantes sobre a

implantação de obras de engenharia em solos e

Centro de Pesquisa e

Desenvolvimento - Informe Técnico, n°26. Camaçari

BA (1987)

rochas

P.

R.

M.

expansivas.

Skempton, A.W. The colloidal activity of clays. Proceedings of 3 rd International Conference os Soil Mechanics and Foundation Enginnering, Zurich, vol.1, 57-61.

Sridharan, A. e Prakash, K. Classification procedures for expansive soils, Proceedings of the ICE Geotechnical Engineering, Vol 143, p. 235-240, 2000.

Savage, P.F., Evaluation of possible swelling potencial of soil. Proceedings of the Southern African Transport Conference, Pretoria. 2007, 277-283.

Van der Merwe, D.H. The prediction of heave from the plasticity índex and the cay fraction. Civil Engineering, South Africa, vol 6, no 6, 1964.

.