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Cleópatra e Marco António

Cleópatra entra na história porque foi uma mulher formosíssima


mas também culta, viva e muito inteligente. Marco António entra na
história, especialmente, por causa dela.

Marco António apaixona-se por Cleópatra no primeiro encontro,


razões de estado e do império fazem com que ele deixe Alexandria,
e a Rainha, para voltar a Roma.

Em Roma casa com Octávia - a irmã de Octávio com quem


partilhava o poder e o império - uma mulher ainda mais bela do que
Cleópatra, que o manteve longe do Egipto... três anos.

Marco António e Cleópatra viveram uma estranha relação de amor


e permanente desconfiança. O poder unia-os e separava-os. Marco
António num momento de maior descontrolo quis matar a rainha
porque desconfiava que ela o queria envenenar. Cleópatra
consegue convencê-lo que essa suspeita é absurda, pois se ela o
quisesse envenenar já o teria feito, enquanto isto, deita veneno num
copo de vinho.

Quando o general leva o copo à boca, a Rainha retira-lho das mãos


e dá-o a beber a um prisioneiro que acaba por morrer no meio de
dores horríveis. Uma atitude cruel e teatral que afasta, por algum
tempo, os receios do romano.

Mas Cleópatra acabaria por trair Marco António durante uma


decisiva batalha naval contra Octávio, que mais do que tudo revela
que Marco António era um fraco, um homem perdido, sem
Cleópatra ao seu lado. Ele morre nos braços dela, derrotado e
depois de uma patética tentativa de suicídio; ela suicida-se pouco
tempo depois, fazendo-se morder por uma áspide.

Tomás Lima e Rodrigo Neiva, 7ºC


Salvador Dalí e Gala

Você pode não acreditar em


amor à primeira vista, mas Salvador
Dalí bradava aos quatro ventos que a
sua paixão por Helena Diakomonova,
ou apenas Gala, tinha acontecido
dessa forma.
O encontro aconteceu no
verão de 1929, quando Gala e seu
então marido, o poeta francês Paul
Éluard, foram visitar o pintor
espanhol. Dalí narrou o início desse
amor: "No dia seguinte, eu fui buscar
Gala e nós fomos passear nos
rochedos de Cayals (...). 'Meu
menino', disse ela, 'nós não nos
separaremos mais'. Ela seria minha
Gradiva, minha Vitória, minha mulher". A partir desse momento, Gala passou
a fazer parte não apenas da vida de Dalí, como também de suas obras,
servindo O pintor afirmava, ainda, que já conhecia a amada antes de serem
apresentados, pois, segundo ele, as costas de Gala eram idênticas às dos seus
desenhos e pinturas anteriores ao encontro.
A morte de Gala, em 1982, tirou a vontade de viver do espanhol, que
permaneceu recluso no Teatro-Museu Dalí, na cidade espanhola de Figueres,
até falecer em 1989.

Ricardo Costa, 7ºB


Napoleão Bonaparte e Josefina
Beauharnais

Josefina era viúva, com dois filhos, quando


conheceu Napoleão, que era general e depois veio
a ser 1° Imperador dos Franceses. Foi a primeira
mulher de Napoleão, sendo, portanto, a mulher
mais influente da França durante o Primeiro
Império. O amor de Napoleão foi tão intenso que
adotou os filhos dela, oficialmente como seus, sem
permitir que alguém dissesse que eram adotivos.
Ela tornou-se Imperatriz da França e o amado
marido foi quem a coroou.
Viveram felizes até que ele desconfiou que ela o traía. Napoleão era
muito ciumento e não ficava tranquilo quando a tinha de deixar sozinha para ir
às batalhas, assim, escrevia-lhe longas cartas, onde afirma o seu amor à
esposa com frases inflamadas: "Não sabes que sem ti, sem o teu coração, sem
o teu amor, não existe para o teu marido nem felicidade, nem vida?...", "Longe
de ti as noites são longas, tristes e melancólicas. Junto de ti, desejo que seja
sempre noite." Os rumores acerca dos encontros secretos de Josefina
chegaram aos ouvidos de Napoleão. O relacionamento entre marido e mulher
era muito abalado, apesar do amor que ambos demonstravam um pelo
outro. Ela então isolou-se num castelo e mesmo assim, ele enviava cartas
desesperadas para ela, perdoando-a, até descobrir que ela havia ficado estéril.
Napoleão então pediu o divórcio, já que ela não poderia dar à França um
herdeiro. Então, ambos concordaram no divórcio de modo que Napoleão
pudesse casar com outra mulher, na expectativa de ter um herdeiro.
Após o divórcio, Josefina passou a residir em Malmaison, nas
redondezas de Paris, mas mesmo com a distância, a ex-imperatriz manteve um
relacionamento amigável com Napoleão.
Josefina morreu de pneumonia e Napoleão, o amor da sua vida,
morreria 7 anos depois na ilha de Santa Helena, aprisionado pelas tropas
britânicas.

Matilde Matos nº14


Inês Amorim nº10
7ºC
Chopin e George Sand

Fréderick François Chopin,


músico e compositor polonês, viveu
durante nove anos com a escritora e
feminista francesa George Sand. Um
romance um tanto tumultuado, pois
possuíam personalidades opostas.
Ele, era sonhador, introspecto, frágil e
delicado, enquanto ela era impulsiva,
ativista e gostava de se vestir com
trajes masculinos.
Ela, porém, além de sua
companheira, foi uma grande
incentivadora do seu trabalho,
apoiando-o e ajudando-o em muitos
momentos em que ele se encontrava
em dificuldades.
Ele admirava-a pela sua personalidade forte e força de espírito. Eram
cúmplices em tudo e esse amor foi tão forte que, quando, de uma crise mais
séria do casal, deu-se a separação, Chopin, já debilitado pela tuberculose,
deixou-se morrer, desgostoso.

João Pedro Cavalheiro, 7ºA


John Lennon e Yoko Ono

O Beatle John Lennon conheceu Yoko Ono em 1966, durante a primeira


exposição individual da artista plástica, em Londres. No entanto, o
relacionamento dos dois não começou naquela ocasião porque Lennon era
casado com a sua primeira esposa, Cynthia. Mas a paixão entre os dois foi
mais forte e, no final daquela década, os dois uniram-se em Gibraltar e
protagonizaram uma lua-de-mel, digamos, politizada. Em Amsterdão, numa das
paradas da viagem, eles ficaram deitados nus durante sete dias num quarto do
hotel Hilton, pedindo a paz mundial. O protesto de Yoko e Lennon ficou
conhecido como "Bed in Peace" e teve uma segunda etapa, no Canadá, em
que levantaram bandeiras contra a guerra do Vietname.
Uma crise conjugal levou-os à separação, em 1973. Foi a pior fase de
Lennon, que se entregou às drogas e à bebida. A reaproximação aconteceu
dois anos depois, em outubro de 1975, com o nascimento do filho Sean.
Lennon dedicou-se exclusivamente à família nesse período e todos os seus
projetos profissionais ficaram ligados a Yoko, que dirigia a sua carreira. A morte
do ex-beatle, num atentado em frente ao prédio onde morava, em 1980,
consagrou um dos mais duradouros relacionamentos do show business
mundial.
Magda Costa, nº10 , 7ºA