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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO

INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIDORES DE VAZÃO
1. Medição por pressão diferencial 5. Medição através de vórtices
(elementos primários) Medidor Vortex
Placa de Orifício
Tubo Venturi 6. Medidores Mássicos
Bocal de Vazão Efeito Coriolis
Orifício Integral Efeito Dispersão Térmica
Tubo Pitot
Tubo Annubar 7. Medição por Ultra-som
Efeito doppler
2. Medição por área variável Por tempo de transito
Rotâmetro
8. Medição em canais abertos
Calha Parschall
3. Medição através de velocidade Vertedores
Turbina
9. Medição por deslocamento positivo
4. Medição por tensão induzida Disco nutante
Medidor Magnético Pistão oscilante
Medidor rotativo

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DE MEDIDORES DE VAZÃO

• Vazão Operacional
• Características do Fluido
• Características de Instalação
• Características de Operação
• Exatidão
• Rangeabilidade
• Facilidades de Comunicação
• Custo
• Facilidade de Instalação e Manutenção

• Confiabilidade
Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
CONCEITO DE VAZÃO

É a quantidade volumétrica ou gravimétrica de


um fluido que escoa por um duto em unidade
de tempo considerada.
Vazão
Volumétrica é Vazão Gravimétrica
a quantidade V M é a quantidade de
Q= ou QM =
de volume t t massa de um fluido
de um fluido que escoa por um
que escoa duto em unidade de
por um duto tempo considerada
em unidade
de tempo
Importância da Medição –
considerada.
Aplicações
• No Balanço de Materiais
• Transferência de Custódia
• Sistemas de Envase
Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Conversão de Unidades de Vazão Volumétrica

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Conversão de Unidades de Vazão Mássica

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO
DIFERENCIAL

MEDIÇÃO DE VAZÃO POR


PRESSÃO DIFERENCIAL
A pressão diferencial é produzida por
vários tipos de elementos primários
colocados na tubulação de forma tal que
o fluído passa através deles. A sua
função é aumentar a velocidade do
fluído diminuindo a área da seção em um
pequeno comprimento para haver uma
queda de pressão. A vazão pode então,
ser medida a partir desta queda.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR TUBO PITOT

É um dispositivo utilizado para


medição de vazão através da
velocidade detectada em um
determinado ponto de tubulação.
O tubo de Pitot é um tubo com
uma abertura em sua
extremidade, sendo esta,
colocada na direção da corrente
fluida de um duto, mas em
sentido contrário. A diferença
entre a pressão total e a
pressão estática da linha nos
fornecerá a pressão dinâmica a
qual é proporcional ao quadrado
da velocidade.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR ANNUBAR

A barra sensora de pressão a jusante


possui um orifício que está posicionado no
centro do fluxo de modo a medir a pressão
do fluxo a jusante. A barra sensora de
pressão de montante possui vários orifícios,
estes orifícios estão localizados
criteriosamente ao longo da barra, de tal
forma que cada um detecta a pressão total
de um anel. Cada um destes anéis tem área
da seção transversal exatamente igual às
outras áreas anulares detectadas por cada
orifício.
Outra característica do elemento de fluxo
tipo Annubar é que quando bem projetado
tem capacidade para detectar todas as
vazões na tubulação a qual está instalado,
sendo a vazão total a média das vazões
detectadas.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR VENTURI

CARACTERÍSTICAS
•Excelente recuperação de pressão.
•Resistente à abras
•Custo elevado.
•Manutenção e instalação incômoda.
•Produz menor ∆P que a placa de orifício
(considerando mesmo diâmetro, mesmo fluido
e mesma vazão).

APLICAÇÕES TÍPICAS:
•Controles de combustão (vazão de ar)
•Tratamento de água (tubulações de grande
diâmetro)
•Vazão de fluidos com sólidos em suspensão.

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO DIFERENCIAL TIPO PLACA DE ORIFÍCIO

De todos os elementos primários inseridos em VANTAGENS


uma tubulação para gerar uma pressão Instalação fácil
diferencial e assim efetuar medição de vazão, Econômica
a placa de orifício é a mais simples, de menor Construção simples
custo e portanto a mais empregada. Manutenção e troca simples
Consiste basicamente de uma chapa metálica,
perfurada de forma precisa e calculada, a qual
DESVANTAGEM
Alta perda de carga irrecuperável
é instalada perpendicularmente ao eixo da
tubulação entre flanges. Sua espessura varia
em função do diâmetro da tubulação e da
pressão da linha, indo desde 1/16” a 1/4”.

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO DIFERENCIAL TIPO PLACA DE ORIFÍCIO

Orifício concêntrico
Vazão de líquidos, gases e vapor que não contenham sólidos em suspensão

Orifíco excêntrico
Vazão de fluído com sólidos em suspensão

Orifício segmental
Vazão de fluídos em regime laminar e com alta porcentagem de sólidos em
suspensão

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO DIFERENCIAL TIPO PLACA DE ORIFÍCIO

Bordo Quadrado (Aresta viva)


ƒUsado em tubulações normalmente maiores que 6".
ƒNão usada em fluxo com baixos N° de RD.

Bordo Arredondado (Quadrante edge)


ƒUsado em fluídos altamente viscosos,
ƒOnde o N° de RD inferior está em torno de 250.

Bordo com entrada Cônica


ƒUsado para N° de RD inferior é 25
ƒEm condições severas de viscosidade.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO
DIFERENCIAL TIPO PLACA DE ORIFÍCIO

Tomadas de Flange Tomadas D e D/2 (Radius Taps)

São as mais populares, os furos das Usada em tubulações de 2" a 30"


tomadas já são feitos no próprio com Reynolds entre 8000 e 400000
flange. e para b entre 0,15 e 0,75.

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO
DIFERENCIAL TIPO PLACA DE ORIFÍCIO

Tomadas Vena Contracta Tomadas em canto (Corner Taps)

Utiliza flanges comuns, sendo o centro da São construídas no próprio flange e


tomada de alta pressão entre 1/2 e 2D (em seu uso principal é em tubulações
geral 1D) e o centro da tomada de baixa menores que 2", tendo como
estará no ponto de pressão mínima, desvantagem a grande possibilidade de
dependendo do b. entupimento.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO
DIFERENCIAL TIPO PLACA DE ORIFÍCIO

Tomadas de Tubulação (Pipe Taps) Tomadas em canto (Corner Taps)

Possue o menor diferencial de pressão São construídas no próprio flange e


entre todas tomadas e perdem muita seu uso principal é em tubulações
precisão devido a rugosidade do tubo. menores que 2", tendo como
desvantagem a grande possibilidade de
entupimento.

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

Fluido: Líquido
(ao nível da tubulação)

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

Fluido: Líquido
(abaixo da tubulação)

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

Fluido: Vapor
(abaixo da tubulação)

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

Fluido: Gás
(acima da tubulação)

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO DIFERENCIAL COM COMPENSAÇÃO

TRANSMISSORES Compensação da Temperatura e Pressão


DE PRESSÃO,
Onde: Pa . ∆P
TEMPERATURA E Q =K.
VAZÃO Q: Vazão compensada. Ta
Pa: Pressão estática absoluta do escoamento.
Ta: Temperatura absoluta do escoamento (K) .
K: Características de operação do fluido, elemento primário e
instalação.

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Compensação da Temperatura e Pressão
Exemplo:
Qmax: 30 Kg/h P(pressão à montante): 2,0 Kgf/cm2
Pressão diferencial: 200 mmH2O Temperatura de operação: 30 ºC
Primeiro método:
a) Cálculo do K: Pressão Absoluta: 2,0 Kgf/cm2 + 1,033 Kgf/cm2 = 3,033 Kgf/cm2
Temperatura Absoluta (K): 30 ºC + 273 = 303 K
Q máx 30
K= K= , assim K = 21,2027
Pa . ∆P 3,033 . 200
Ta 303

b) Vazão corrigida para nova condição de operação:


Nova pressão à montante: 2,8 Kgf/cm2 Nova temperatura de escoamento: 75º C
Pressão Absoluta:2,8+1,033=3,833 Kgf/cm2 Temperatura Absoluta: 75 ºC + 273 = 348 K

3,833 . 200
Q' = 21,2027 . , então Q' = 31,469 Kg/h
348
Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Compensação da Temperatura e Pressão
Exemplo:
Qmax: 30 Kg/h P(pressão à montante): 2,0 Kgf/cm2
Pressão diferencial: 200 mmH2O Temperatura de operação: 30 ºC
Segundo método:

Q2 Pa2 . Ta1 3,333 . 303


= = = 1,0489
Q1 Pa1 . Ta2 3,033 . 348

Q 2 = 30 Kg/h .1,0489 = 31,469 Kg/h

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Compensação da Temperatura e Pressão
Exercício:
•Qmax: 180 GPM •P(pressão à montante): 35 PSI • Pressão diferencial: 75"H2O
•Temperatura de operação: 28 ºC
Obs.: 1 atm = 14,7 PSI
Primeiro método:
a)Cálculo do K:
Pressão Absoluta: ____________ Temperatura Absoluta (K): ___________
K=.........................
b) Vazão corrigida para nova condição de operação:
Nova pressão à montante: 28 PSI
Nova temperatura de escoamento: 60 ºC
Pressão Absoluta: __________ Temperatura Absoluta: _______

Q´=__________
Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Compensação da Temperatura e Pressão
Exercício:
•Qmax: 180 GPM •P(pressão à montante): 35 PSI • Pressão diferencial: 75"H2O
•Temperatura de operação: 28 ºC
Obs.: 1 atm = 14,7 PSI
Segundo método:
a) Vazão corrigida para nova condição de operação:
•Nova pressão
à montante: 28 PSI
•Nova temperatura
de escoamento: 60 ºC
•Pressão Absoluta: __________
•Temperatura Absoluta: _______

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO DIFERENCIAL COM COMPENSAÇÃO
SDCD
Três entradas Painel Rearranjo
analógicas

Três pares de cabos

I/O SDCD
Programação

Caixa de Junção
T P DP
TRANSMISSORES
DE PRESSÃO,
TEMPERATURA E
VAZÃO

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR PRESSÃO DIFERENCIAL COM COMPENSAÇÃO

4-20 mA HART TriLoop


SDCD
DP
P
T
Painel de Rearranjo
QM HART +
4-20 mA
I/O SDCD

TRANSMISSOR DE
VAZÃO
MULTIVARIÁVEL
Par Simples

Caixa de Junção

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Tecnologia Multivariável
Método Tradicional

Melhor
Performance

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - ROTÂMETRO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO ROTÂMETRO

Rotâmetro são medidores de vazão


por área variável nos quais um
flutuador varia sua posição dentro de
um tubo cônico, proporcionalmente à
vazão do fluido.
Basicamente um rotâmetro consiste
de duas partes:
1) Um tubo de vidro de formato
cônico que é colocado verticalmente
na tubulação, em que passará o fluido
a ser medido e cuja extremidade
maior fica voltada para cima.
2) No interior do tubo cônico, um
flutuador que se moverá
verticalmente, em função da vazão
medida.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - ROTÂMETRO
Condição de Equilíbrio:

W = Fa + E

onde:
W = Peso do flutuador
Fa = Força de arraste do fluido
E = Empuxo exercido pelo fluido

Fa = Cd . γf . AF .
W = VF . γF E = VF . γf

Substituindo os termos na expressão inicial e isolando a velocidade, temos:

2g . VF . (γ F − γ f )
v =
Cd . γ f . AF

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - ROTÂMETRO
Esférico
• Pouca precisão e para baixas vazões
• Sofre forte influência da viscosidade do fluido

Cilïndrico com Bordo Plano


Flutuadores
• Para vazões m édias e elevadas
• Sofre influência m édia da viscosidade do fluido

Cilïndrico com Bordo Saliente de Face Inclinada para o Fluxo


• Para vazões m édias e elevadas
• Sofre pouca influência da viscosidade

Cilïndrico com Bordo Saliente de Face contra o Fluxo


• Para vazões m édias e elevadas
• Sofre m ínim a influência da viscosidade

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - ROTÂMETRO

Características Gerais Características Gerais


Fluidos Precisão
Gases, Líquidos e Vapor de viscosidade Depende do tamanho do rotâmetro e do tipo
média a baixa. de flutuador.
Pode variar entre ± 0,5 à 10% da escala.
Vazão
• Líquidos: 0,01 cm3/min à 15 m3/min Custo
• Gases: 0,3 cm3/min à 400 m3/min
Relativamente baixo
Diâmetro da Linha
¼ à 6” (6 à 150 mm) Pressão Máxima de Operação
· 25 Kgf/cm2 (tubo de vidro)
· 50 Kgf/cm2 (tubos metálicos)

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - ROTÂMETRO
Temperatura Máxima de Operação
• 200 ºC (tubo de vidro)
• 500 ºC (tubos metálicos)

Material do Flutuador
Deve ser compatível com as
características de corrosão e abrasão
do fluido, sendo o Inox 316 e o PVC os Instalação
mais utilizados.
Vertical, sem
Material do Tubo necessidade de
• Borosilicato Temperado trecho reto.
(transparentes)
• Inox ou Ferro fundido (blindados) Conexões
Flange e Rosca
Acessórios
Contatos Magnéticos

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - ROTÂMETRO

Perda de Carga no Rotâmetro Influência da Viscosidade


É constante ao longo de todo o curso Dependerá da forma do flutuador
do flutuador e depende do peso e da área de passagem.
específico do fluido e das
características do flutuador (peso, Principal Vantagem
volume e área maior).
Indicação local, direta e linear
Recalibração da Escala
Principal Desvantagem
É possível, conhecendo-se o peso
É a pior alternativa para transmissão e
específico do flutuador, peso específico
controle.
do fluido e temperatura de
escoamento.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - ROTÂMETRO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO ROTÂMETRO

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE
VAZÃO TIPO
DISCO DE
NUTAÇÃO

MEDIÇÃO DE VAZÃO
TIPO LÓBULOS

Os rotores lobulares são os mais utilizados para medições


de vazões de gases. Estes dispositivos possuem dois rotores
com movimentos opostos com a posição relativamente fixa
Este tipo de medidor é utilizado
internamente, a uma estrutura cilíndrica.
principalmente para medidores de
vazão de água, sendo utilizado A câmara de medição é formada pela parede do cilindro e a
superfície da metade do rotor. Estando o rotor na posição
principalmente em resistências. O
vertical em determinado volume de gás ficará retido no
líquido entra no medidor através da compartimento de medição. Como o rotor gira devido a
conexão de entrada, passa por um pequena diferença de pressão entre a entrada e saída, o
filtro indo ao topo da carcaça volume medido do gás é descarregado na base do medidor.
principal. O fluido então se
Esta ação sucede-se 4 vezes em uma movimentação
movimenta para baixo, através da completa com os rotores em deslocamentos opostos e a uma
câmara de medição, indo até a base velocidade proporcional ao volume do gás deslocado.
do medidor e daí a conexão da saída
do medidor Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

MEDIÇÃO DE VAZÃO POR TURBINA

A passagem do fluido moverá as aletas


do rotor girando-o. A medida que cada
lâmina passa diante da bobina e do imã,
ocorre uma variação da relutância do
circuito magnético e no fluxo magnético
total a que está submetida a bobina.
Verifica-se então a indução de um ciclo
de tensão alternada. A frequência dos
pulsos gerados desta maneira é
proporcional á velocidade do fluido.
A vazão pode ser determinada então pela
totalização dos pulsos gerados.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO – VAZÃO - TURBINA
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR TURBINA
Bobina
Sensora Fator “K”
É o coeficiente de vazão de cada Turbina e
Corpo do relaciona o número de pulsos gerados por
medidor unidade de volume.

 pulso 
frequencia  
 pulso   seg 
K  =
 volume   volume 
Vazão  
 tempo 

Rotor

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO TURBINA

CARACTERÍSTICAS: DESVANTAGENS:
•Utilizado para fluidos limpos em geral •Desgaste das pás
•Precisão de 0,1 à 3% •Travamento do rotor
•Escala linear •Inércia para baixas vazões
•Excelente repetibilidade •Diâmetro “D” limitado
•Pressão de operação máxima: 200 kgf/cm2 •Não é utilizado para baixo nº de
•Faixa de temperatura: - 200 à 250 ºC Reynolds

•Range de vazão: 4 l/min à 150 m3/min


•Diâmetros de Tubulação: ¼” à 30” (760 mm)
•Trecho reto necessário: 10D (à montante) e 5D (à
jusante)
•Acessório: Necessita de medidor (transmissor)
•Custo médio (considerando o conjunto e o diâmetro da
linha)
•Pode ser utilizado em vazão bidirecional (altera “k”)
Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO TURBINA

Influência da Viscosidade

Numa turbina ideal o valor de


“K” seria uma constante
independente da viscosidade
do fluido medido, porém, à
medida que a viscosidade
aumenta , o fator K passa a
ser uma função da
viscosidade.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO ELETROMAGNÉTICO.

Princípio: Lei de Faraday


E = dvB (1)
“Quando um condutor se move
= πdvelocidade
Qcom 2v/4 (2)
perpendicular a um
E campo magnético é induzida uma
(1) em (2)
diferença de potencial”
B
Q = πdE/4B E = B . L . v

d onde:
e = tensão gerada (volts)
E = Q.
B =4B/ πd
densidade
Constante de fluxo
magnético (wb/m2)
v L = distância dos eletrodos (m)
E =v Q .K
= velocidade (m/s)

Principio de funcionamento

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO ELETROMAGNÉTICO.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO
ELETROMAGNÉTICO.

O medidor de vazão eletromagnético


utiliza um campo magnético com forma
de onda quadrada em baixa freqüência,
e lê o sinal de vazão quando o fluxo
magnético está completamente
saturado fazendo com que não ocorra
influência no sinal devido a flutuações
de corrente.
Todos os detectores são ajustados de
maneira que a relação da tensão
induzida (E) pela densidade de fluxo
magnético (B) seja mantida em um
valor proporcional, somente à
velocidade média do fluxo,
independente do diâmetro, alimentação
e freqüência.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO ELETROMAGNÉTICO
Características:
•Tipo de Fluido: Líquidos com condutividade acima de 1mS/cm (água limpa, ácidos, polpa, lamas)
·Precisão: 0,5 à 1% ·D: 3 a 1200 mm
·Vazão Bidirecional (sempre com a linha cheia) ·Custo: Economicamente viável
·Manutenção: Limpeza e inspeção dos eletrodos ·Pressão Máxima: 350 bar
·Temperatura Máxima: 150 ºC (isolação das bobinas e revestimento)
·Acessórios/Material: Revestimento e Eletrodo (de acordo com o fluido)
·Instalação: - Trecho Reto: 5 à 10D à montante e 5D à jusante,
- Aterramento do fluido em tubulações não metálicas
·Vantagens: - Não oferece perda de carga.
- Não sofre influencia da densidade e viscosidade.
- É a melhor opção para os fluidos citados.
·Desvantagens: - Não mede vazão de gases
- Não mede vazão de fluidos isolantes, lubrificantes e hidrocarbonetos,

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO ELETROMAGNÉTICO
.

Observações:
1 - É de suma importância que a parede interna da tubulação não
conduza eletricidade e que a parte do tubo ocupada pelo volume
definido pelas bobinas não provoque distorções no campo magnético.
2 - As medições por meio de instrumentos magnéticos são
independentes de propriedades do fluido, tais como a densidade, a
Tubo Flangeado
viscosidade, a pressão, a temperatura ou mesmo o teor de sólidos. (conversor integral))
3 - Que o fluxo a ser medido seja condutor de eletricidade.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO ELETROMAGNÉTICO
ATERRAMENTO

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO VORTEX

O efeito vortex pode ser observado no


vibrar de fios ou cordas ao vento, ou
ainda em uma bandeira que tremula. Os
vortex gerados repetem-se num tempo
inversamente proporcional à vazão.
Nas aplicações industriais pode-se medir
a vazão de gases, líquidos incorporando
ao obstáculo reto sensores que
percebam as ondas dos vortex e gerem
um sinal em freqüência proporcional à
vazão.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO VORTEX

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO VORTEX Método de detecção dos vórtices
As duas maiores questões referentes ao
desenvolvimento prático de um medidor de vórtices
são:
a) Criação de um obstáculo gerador de vórtices
(vortex shedder) que possa gerar vórtices regulares e
de parâmetros totalmente estabilizados
determinando a precisão do medidor.
b) Projeto de um sensor e respectivo sistema
eletrônico para detectar e medir a freqüência dos
vórtices determinando os limites para as condições de
operação do medidor.
Um shedder com formato trapezoidal foi o que obteve
um desempenho considerado ótimo. O corte
trapezoidal proporciona excelente linearidade na
freqüência de geração dos vórtices, além de extrema
estabilidade dos parâmetros envolvidos.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
Características:
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO VORTEX
•Tipo de Fluido: Líquidos e gases não incrustantes e
não erosivos, vapor limpo.
•Precisão: 1%
•Vantagens:
•D: 12 a 300 mm
- Baixa perda de carga.
•Vazão Unidirecional (*)
- Configuração manutenção simples
•Custo: Equivalente ao conjunto Placa de Orificio e
-Não sofre influencia da densidade e transmissor
viscosidade em larga faixa
•Perda de Carga: Inferior à Placa de Orifício
(mesma vazão)

•Desvantagens: •Limites de Rd: 10.000 à 7.000.000

- Sofre influência de vórtices provocados


•Instalação:
por vibração da linha.
- De tal forma que evite bolhas.
- Sofre influência de vórtices
provocados por imperfeições da linha. - O fluido deve preencher totalmente a linha.
-Trecho reto curto (4D e 2D) para tubos polidos.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO TIPO VORTEX

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR EFEITO CORIOLIS.

Este medidor de vazão utiliza um fenômeno físico que


envolve a inércia e a aceleração centrípeta.
A vazão de uma tubulação é dividida em duas
por dois tubos paralelos que possuem forma de “U” , e ao
fim destes tubos a vazão volta a ser conduzida por um
único tubo.
Próximo da parte inferior de cada “U“ existem
eletroimãs que fazem os dois tubos oscilarem em suas
frequências naturais de vibração e cuja a amplitude não
ultrapassa alguns milímetros. Com o passar de fluido pelos
tubos, em função desta oscilação, surge uma torção nos
tubos cuja defasagem permite a medição da vazão
mássica. Esta defasagem é medida por sensores
magnéticos instalados nas partes retas dos tubos em “U”.

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR EFEITO CORIOLIS.

Efeito Corilolis (Gaspard Coriolis)


Uma massa deslocando-se a uma velocidade em relação a um sistema rotacional é
submetida a uma força conhecida como força de Corilolis.
Fc = 2M . [w x v ]
Onde:
Fc = Força de Coriolis
M = Massa
w = Velocidade angular (rotação)
v = Velocidade

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR EFEITO CORIOLIS.

MEDIÇÃO POR CORIOLIS


SEM VAZÃO NO TUBO

MEDIÇÃO POR CORIOLIS


COM VAZÃO NO TUBO

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

MEDIÇÃO POR CORIOLIS


SINAL GERADO PELOS SENSORES SEM FLUXO
NOS TUBOS

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO
INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

MEDIÇÃO POR CORIOLIS


SINAL GERADO PELOS SENSORES
SEM FLUXO NOS TUBOS

Eng. Marcelo Saraiva Coelho

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO

MEDIÇÃO POR CORIOLIS


SINAL GERADO PELOS SENSORES COM FLUXO NO TUBO

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR EFEITO CORIOLIS.

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PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO


INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR ULTRASSOM

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR ULTRASSOM

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INSTRUMENTAÇÃO - VAZÃO
MEDIÇÃO DE VAZÃO POR ULTRASSOM

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