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4-Acaso nao tém conhecimento ¢s- tes obreiros da iniqitidade, os quais comem 0 meu povo como se comes- sem pio? Eles nao invocam a Deus. INTRODUGA Na licao anterior, estudamos so- bre os principais desafios dos tem- pos pds-modernos no tocante as Santas Escrituras, a fé em Cristo ea vida crista. Vimos que a cosmovisao humana a parte de Deus determina ‘© modo come 0 povo em geral vé 0 mundo, Partindo dessa visio geral deformada e deturpada, 0 homem estryiura suas crencas e formula sua conduta de vida, deixando Deus fora do seu contexto, como se ble mao existisse, Nesta licho, enfocamos principal- mente pos-modernismo como uma filosofia ¢ um estilo de vida, Sua én fase principal, repita-se, € a exclu- sio de Deus da historia, expressada pelo salmista na leitura biblica em classe. Como vemos nesse salmo ¢ em numerosos outros passos hibli- cos, os adeptos da antibiblica cosmo- visio naturalista, emhora se decla- sibios, sie de mente entene- brecida, Ver cuidadosamente: Py 3:7 9,10; 14.15; Is 5.215 47.10; Jr 4.2: 22; 1 Co 3.19\20;ME11.25._ 1. AS RAIZES DO POS-MODER- NISMO A Biblia declara em Ee 1.9. que nada ha de nove debaixo do sol. 0 que aparece de novidade sao rou- Lighes Biblicas pagens da realidade que se repete desde que Satan4s introduziu o pe- | cado no mundo. A iniqiidade é tio antiga quanto a existéncia do ho- mom, Niudam os atores, mas 0 en- redo é0 mesmo, apenas com alguns toques sutis de “modernidade”. 1. As raizes ancestrais. As- sim, 0 pds-modernismo tem suas raizes no Eden, quando o homem rebelou-se contra Deus a fim de fa- zet a sua propria vontade. As mar- cas da incredulidade e do materia- lismo aparecem nos primciras even- tos da histéria humana, como, por exemplo, na rivalidade de Gaim con tra Abel (Gn 9), bem come nos tempos dé Ninrode, com a constru- cao da torre de Babel (Gn 11.1-6), Estéo presentes também na su- cessio dos grandes impérios mun- diais vistos por Nabucodonosor como uma grande ¢ esplendorosa estatua em seu sonho (Dn 2.3 i entretanto, so mosirados por Deus, na visio de Daniel (Da 7.1-14), como grandes ¢ terriveis monstros por representarem toda a opasiclo humana contra 0s designios do Altissimo, As evidéncias da rebeldia humana contra Deus, da infancia a velhice, de modo velado ou osten- sivo, estao por toda a parte desde os primordios da criacto. 2. As raizes modernas. Na atualidade, as raizes do pensamento pds-moderna yém da denominada Era Moderna, Com avanco do co- nhecimento humano 4 parte de Deus, avolumou-se a visio materialista, profana e incnédula da vida com to- das as nuances que prevalecem no mundo atual, Em resimo, 60 homem querendo assentar-se no trono em lugar de Deus, Até mesino no terre- no teologico ¢ eclesiéstico, como v remos na licHo demtimero seis, 0 pds mocernisme encontra guarida, Enquanto houve na Era Moder- na, no ambito secular, aqueles que prezavam os fundamentos justos, corretos, legitimos, inabalaveis e de inspiracto biblica da cosmovisao ju- daico-crista como norma de vida, inclusive alguns famosos cientistas outros tantos intelectuais; outros pro- curavam rechagar esses alicerces cris- tos em nome de uma falsa razdo que nao admitia lugar para a fé em Deus segundo as Escrituras. Na mente de ‘ais individtios, 0 espirito satanico de soberba, presungao, engano ¢ rebel- dia tem um campo para atuar (Is 14,12-15), resultando no quadro que hoje af est ma sociedade em geral, sem Deus, sem salvacio. II, A FILOSOFIA PREDOMINAN- TE NO POS-MODERNISMO Qual 4 falsa filosofia predomi- nante do pos-modernismo? Quais 08 conceitos, bem como as conse- quiéncias desse virus maldito na Sociedade? Que tipo de religiosida- de cavacteriza a epoca presente? Quais sao os fundamentos? 1, Uma filosofia que nega, Deus ¢ suas leis absolutas. A esséneia do pensamento pos-moder- nista é a negacao de Deus ¢ de seus designios (v1). Embora alguns ho- mens da ciencia admitam que, dada @ preciso com que funciona 0 Uni- verso, seja impossivel negar a exis- | 10 téncia de uma mente superior, os (eoricos da astuta cosmovisdo natu- ralista insistem em continuar afis mando: “nao hé Deus”. Bles nao ces- sam de declarar que o homem por si mesmo est4 sempre melhorando, progredindo, So hé uma explicagdo para ta- manha insensatez: a negacao da existéncia de Deus 6 uma forma de escapisino para aqueles que rejei- tam as leis morais divinas como referenciais para a vida e pensam estar livres da prestacao de con- tas de seus atos, naquele Dia, di ante do Grande Tribunal do sobe- rano Deus. E uma tentativa de ali viar suas consciéncias perturba- das. Preferem o estado da imundi- ia_a terem de honrar 6 Criador w23 2. Uma filosofia que nega os conceitos de “certo” e “errado”. A conseqiiéncia disso é a privacao do discernimento do que € certo e do que é errado, A exaticao desses conceitos deve ter como ponto de partida, nao pri- meiramente a inteligéncia, 0 raci- ocinio ¢ 0 julgamento humanos, mias 0 conieuida das Sagradas crituras, quando corretamente compreendidas @ interpretadas. Nao é © que cada um entende como certo ou errado para si mes: mo, ou seja, o gue é errado pal um pode ser certo para outro e vice-versa. No movimento filos6- fico do pés-modernismo, 0 concei- to de “certo” e “errado” é uma questao de escolha pessoal. Nao custa repetirmos: ignoram os ab- Ligbes Biblicas solutes morais de Deus como re- feréncia para a vida. Assim, a idéia de familia desses tais alienados de Deus nao € 0 mes- mo das Escrituras. 0 conceito de uniao conjugal viola os padrées bi blicos, que a delimitam como algo restrito av homem e a sua mulher A nogao de respeito a vida exclui as pessoas gravemente docntes, bem como os nascituros. E 0 corpo humano é tratado meramente | como uma questao técnica, Tudo é reduzido pura e simplesmente a verdades relativas. 3. Uma filosofia que valo- tiza o paganismo. 0 pos-moder- nismo tem um tipo de religiosidade adequado 4s suas crencas. F 0 velho paganismo transyestido de nova rou- pagem para enganar e dara idéia de algo novo, uma vez que 0 pove em geral anda sempre em busca de no- vidades, da mesma forma que os gre- gos incrédulos citados em At 17 Na tentativa de apariguar 0 ser hu- mano em sua necessidade espiritu- |, 0 pantedo pos-modernista tem es- paco para deuses de todos os tipos, preponderando, hoje, a adoracio do que se denominou equivocadamen- te de “mae natureza”; atividade co- mum a0 movimento religioso-filas fico Nova Fra, que 6 ocultista, Apalavra de ordem para esse tipo Ge convivencia € a chamada toleran- cia religiosa. So que essa expressio, ag invés de ser usada para referir-se apenas ao livre-arbitrio de cada um em questes de fé, ¢ empregada, de forma unilateral e equivocada, con- tra os crentes em Crisio a fim de ne- Ligdes Biblicas gar-lhes 0 dircito de propagarem as suas conviccdes (At 16.16-40). Ill, 0 POS-MODERNISMO COMO UM ESTILO DE VIDA Por ultimo, no enganado e tam- bem enganoso pés-modernismo, a forma de pensar determina 0 estilo de vida de cada pessoa. Assim, 0 pos-modernismo nao ¢ s6 uma filo- sofia, Ele impée também uma ma- neira de viver compativel com os seus malélicos principios filos6ficos. 1, Um estilo egocéntrico. Trata-se, sobretudo, de uma forma que privilegia 0 egocentrismo. E evi dente, & luz da Biblia, que todo ser humano tem inerente em sia sua individualidade, Eniretanto, esta nao | exclui ninguém da vida em comuni- dade, dos justos ¢ bendficos interes- ses coletivos, nem da certeza de que um dia cada um ha de prestar con- tas a Deus de todos.os seus atos (1 co 10.2: Rm 14.12). entre a individualidade em si mes- mao estilo egocéntrico que se pro- paga qual epidemia no sociedade pos moderna, Nela 0 homem € 9 cen- tro, o fim de tudo, o topo de todas as coisas. O “eu” ocupa todo espaco em todos os lugares 2. Um estilo hedonista. Como um abismo conduz a outro abismo, 0 egocentrismo leva a0 hedonisma, que 6 “uma doutrina filosotica, segundo a qual, o prazer individual e imediato é o supremo bem da vida humana”. 0 melhor simbolo para 0 hedonisino pos- modernista é 0 consumismo, que i