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PSICOLOGIA A ENTRADA NA VIDA I – ANTES DE MIM 1- A GENÉTICA 11-- AA
PSICOLOGIA
A ENTRADA NA VIDA
I – ANTES DE MIM
1- A GENÉTICA
11-- AA GENÉTICAGENÉTICA
ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO
GENÓTIPOGENÓTIPO EE FENÓTIPOFENÓTIPO GENÓTIPO: colecção de genes de que o individuo é dotado aquando a
GENÓTIPOGENÓTIPO EE FENÓTIPOFENÓTIPO
GENÓTIPO: colecção de genes de que o individuo é
dotado aquando a sua concepção e que resulta do
conjunto de genes provenientes da mãe e do pai.
FENÓTIPO: conjunto de características observáveis
que resultam da interacção do genótipo e do meio
ambiente onde ocorre o desenvolvimento. É a
actualização do genótipo.
Texto 4 O inato, é, por definição, o que aparece ao nascer. Ora, tem-se a
Texto 4
O inato, é, por definição, o que aparece ao nascer. Ora, tem-se a tendência para dizer que o que aparece
ao nascer é produto dos genes. É falso: durante os nove meses de gravidez, acontecem muitas coisas. A
mãe é como um filtro dos acontecimentos exteriores, sociais e também químicos (ela come, respira,
fuma, bebe, ingere ou injecta drogas), ela pode também estar stressada, ansiosa, fatigada… Tudo isto
tem consequências sobre o feto. Na realidade, existe um efeito do ambiente desde os primeiros
milésimos de segundo após fecundação. Esta interacção precoce dos factores genéticos e do ambiente
leva-me a afirmar que o inato é em grande parte adquirido e que não se pode pretender que aquilo com
que se nasce é predeterminado pelos genes. Quanto ao adquirido, é por definição tudo o que se aprende.
Ora, o adquirido pode ser anterior ao nascimento. Sabe-se que o feto já está dotado de capacidades de
aprendizagem, que é capaz de reconhecer, por exemplo a voz dos pais.
ROBERTOUX, P.
Livro p. 30

25-10-2010

2.2. InfluênciasInfluências genéticasgenéticas ee epigenéticasepigenéticas nono comportamentocomportamento ESCOLA
2.2. InfluênciasInfluências genéticasgenéticas ee epigenéticasepigenéticas nono
comportamentocomportamento
ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO
São vários, os exemplos, que comprovam a interacção da hereditariedade e o meio. Um dos
São vários, os exemplos, que comprovam a interacção da hereditariedade e o meio.
Um dos exemplos mais significativos é a inteligência – o nível intelectual
mede-se através de testes de inteligência, que são apresentados sob a forma de Q.I.
O Q.I, grau de inteligência, relaciona-se intimamente com o meio. Por
exemplo, normalmente, quando a criança está inserida num ambiente
economicamente menos favorável, este é normalmente menos estimulante
intelectualmente, daí que a criança tenha um Q.I mais baixo.
Texto 5 Na verdade, o comportamento, no Homem, não se deve à hereditariedade especifica uma
Texto 5
Na verdade, o comportamento, no Homem, não se deve à hereditariedade especifica uma parte tão
importante como nos outros animais: o sistema de necessidades e de funções biológicas, legado pelo
genótipo, na ocasião do nascimento, aparenta a Homem a qualquer ser animado, sem o caracterizar nem
o designar como membro da “espécie humana”. Em compensação, esta ausência de determinações
particulares é perfeitamente sinónima da presença de possibilidades indefinidas. A vida rígida,
determinada e regulada por uma determinada natureza, substituiu-se nesse caso pela existência aberta,
criadora e ordenada de uma natureza adquirida. Deste modo, pela acção das circunstâncias culturais,
poderá aparecer uma pluralidade de tipos sociais e não um único tipo específico, diversificando a
Humanidade no espaço e no tempo. O que a análise das próprias semelhanças mostra de comum nos
Homens é uma estrutura de possibilidades e até de probabilidades que não pode manifestar-se sem
contexto social, seja ele qual for. Antes do encontro dos outros e do grupo, o Homem possui apenas
virtualidades diáfanas como transparentes nuvens de vapor. Qualquer condensação pressupõe um meio,
isto é, o mundo dos outros.
MALSON,L.
Livro p. 31
Texto 6 Todo o comportamento, é, em parte, genético dado ser manifestado por um individuo
Texto 6
Todo o comportamento, é, em parte, genético dado ser manifestado por um individuo que é o resultado
biológico do seu genótipo. Mas todo o comportamento é, em parte, fruto de factores ambientais, dado
exprimir-se no seio de uma sociedade humana, e de uma biografia única, em função de um contexto
variável. Poder-se-á então dizer que o comportamento é 50% genético e 50% ambiental? A resposta é
não: não há uma parte dos genes e outra do ambiente, do mesmo modo que há uma parte do
comprimento e outra da largura na superfície de um rectângulo, para retomar uma metáfora clássica. A
exposição ao meio ambiente começa logo no ventre materno e inclui eventos biológicos como a
qualidade da alimentação ou a exposição a vírus. Genética e ambiente não estão em competição, mas em
constante interacção: diz-se que co-variam. O comportamento de um indivíduo seria pois
simultaneamente 100% genético e 100% ambiental.
RICHAR ,C.
Livro p. 31
Outro exemplo muito recente que apareceu foi um estudo de uma anomalia cromossómica muito rara;
Outro exemplo muito recente que apareceu foi um estudo de uma anomalia
cromossómica muito rara; os indivíduos, do sexo masculino, podem possuir, ao contrário
do normal cromossoma x e cromossoma y, dois y e um x.
Este facto vai criar uma forte predisposição para que estes indivíduos se tornem
AA EXISTÊNCIAEXISTÊNCIA DEDE PREDISPOSIÇÃOPREDISPOSIÇÃO
agressivos e anti-sociais, são os chamados hiper-masculinos. Nestes casos, a influência
GENÉTICAGENÉTICA ÉÉ DEDE FACTOFACTO VERDADE,VERDADE, MASMAS
genética tem um papel altamente condicionante, já que a predisposição deste indivíduos
SÃOSÃO OSOS ESTÍMULOSESTÍMULOS EXTERIORESEXTERIORES QUEQUE
para a violência é muito grande e não precisa de um estímulo forte para se desenvolver.
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INERENTESINERENTES ÀÀ DELINQUÊNCIA.DELINQUÊNCIA.
Investigações britânicas descobriram que muitos dos maiores criminosos conhecidos
eram portadores destas anomalias; este facto forçou a paragem da investigação, pois, se
fosse provado que isto era verdade, esta nova descoberta poderia alegar a favor do réu.
Atentando neste casos podemos concluir que, na sua grande maioria, os casos de
delinquência não são fatalmente genéticos.
ESTUDO DOS GÉMEOS MONOZIGÓTICOS Após a fecundação o ovo (ou zigoto) divide-se em duas células
ESTUDO DOS GÉMEOS MONOZIGÓTICOS
Após a fecundação o ovo (ou zigoto) divide-se em duas células
que se separam, originando dois indivíduos com a mesma constituição
genética.
O gémeos monozigóticos, por serem indivíduos com a
mesma constituição genética, são alvo de estudo para
avaliar as influências da hereditariedade e do meio.

25-10-2010

Outro exemplo muito recente que apareceu foi um estudo de uma anomalia cromossómica muito rara;
Outro exemplo muito recente que apareceu foi um estudo de uma anomalia
cromossómica muito rara; os indivíduos, do sexo masculino, podem possuir, ao contrário
do normal cromossoma x e cromossoma y, dois y e um x.
Este facto vai criar uma forte predisposição para que estes indivíduos se tornem
agressivos e anti-sociais, são os chamados hiper-masculinos. Nestes casos, a influência
genética tem um papel altamente condicionante, já que a predisposição deste indivíduos
para a violência é muito grande e não precisa de um estímulo forte para se desenvolver.
Investigações britânicas descobriram que muitos dos maiores criminosos conhecidos
eram portadores destas anomalias; este facto forçou a paragem da investigação, pois, se
fosse provado que isto era verdade, esta nova descoberta poderia alegar a favor do réu.
Atentando neste casos podemos concluir que, na sua grande maioria, os casos de
delinquência não são fatalmente genéticos.
OO ESTUDOESTUDO DOSDOS GÉMEOSGÉMEOS
OO ESTUDOESTUDO DOSDOS GÉMEOSGÉMEOS
Com isto, a INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA é a relação entre o genótipo (que são os genes
Com isto, a INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA é
a relação entre o genótipo (que são os genes
herdados por um indivíduo) e o fenótipo
(relação entre o meio-ambiente e o indivíduo)
que poderá causar estímulos positivos ou
negativos fazendo assim com que o indivíduo
aprimore, retarde ou até anule o processo de
aprendizagem na sua vida.
Então, os gémeos homozigóticos possuem o
mesmo material genético e, ainda assim,
podemos afirmar que serão diferentes, pois o
fenótipo que irá agir sobre eles vai diferenciá-
los.
Livro p. 33
Livro p. 33
PREFORMISMOPREFORMISMO Teoria da psicologia que defende que o desenvolvimento do Homem depende apenas da sua
PREFORMISMOPREFORMISMO
Teoria
da
psicologia
que
defende
que
o
desenvolvimento do Homem depende apenas da sua
componente genética hereditária.
Formulada em meados do século XVII), defendia que o ovo
continha, no seu interior, um ser em miniatura, completamente
formado quer fisicamente, quer a nível das suas capacidades cerebrais
– o homúnculo. Deste modo, a sua evolução enquanto ser humano
limitava-se ao mero crescimento do seu corpo, não tendo em conta a
influência do meio envolvente no indivíduo.
DETERMINISMODETERMINISMO GENÉTICOGENÉTICO
VV VV FF FF VV Livro p.36
VV
VV
FF
FF
VV
Livro p.36

25-10-2010

PREFORMISMOPREFORMISMO TEORIASTEORIAS DADA PSICOLOGIAPSICOLOGIA EPIGÉNESEEPIGÉNESE
PREFORMISMOPREFORMISMO
TEORIASTEORIAS DADA PSICOLOGIAPSICOLOGIA
EPIGÉNESEEPIGÉNESE
EPIGÉNESEEPIGÉNESE POTENCIALIDADESPOTENCIALIDADES GENÉTICASGENÉTICAS Todas características humanas não são
EPIGÉNESEEPIGÉNESE
POTENCIALIDADESPOTENCIALIDADES
GENÉTICASGENÉTICAS
Todas características humanas não são consequência
da informação genética (por Caspar Wolff durante o
século XVIII).
Segundo esta concepção, não existe um ser
preformado no ovo, mas sim um ser inacabado que se
vai desenvolvendo lenta e gradualmente e cujas
características físicas e mentais são construídas a partir
da informação patente no genótipo e da sua
envolvência no meio que o rodeia. À medida que se
desenvolve vai adquirindo novas aptidões que resultam
das várias experiências que vive. Ou seja, o genótipo é
apenas uma instrução das características que podem ou
não manifestar-se.
INFLUÊNCIASINFLUÊNCIAS DODO MEIOMEIO
VARIABILIDADEVARIABILIDADE
INDIVIDUALINDIVIDUAL